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      <title>Os europeus nas Américas: o processo de dominação e de colonização by Erick Olmedo de Castro</title>
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      <description>Criado com muito empenho</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-03 19:21:10 UTC</pubDate>
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         <title>Iniciativas coloniais inglesas:</title>
         <author>erick_o_castro</author>
         <link>https://padlet.com/erick_o_castro/nyxzqfprfxkg5iyd/wish/2168853576</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A incursão dos ingleses no processo de colonização do continente americano conta com o processo tardio de colonização, a natureza espontânea da ocupação dos territórios e as características do litoral norte-americano como pontos fundamentais na compreensão da colonização inglesa. No governo da rainha Elizabeth I, a Inglaterra ingressou na economia mercantilista ao investir na construção de novas embarcações e no comércio marítimo. A pirataria se tornou uma importante fonte de lucros sustentada no assalto de navios espanhóis que saíam do Caribe com destino à Europa. Nesse mesmo período tentaram empreender a colonização de região norte-americana com a organização de três expedições comandadas por Walter Raleigh. O insucesso dessas primeiras expedições só foi revertido com a criação da colônia de Virgínia, em 1607. Depois disso, o processo de colonização britânico ganhou força com a política de cercamentos, que expulsou os pequenos agricultores de suas propriedades, forçando-os a buscar outras possibilidades no Novo Mundo. No ano de 1620, o navio Mayflower saiu da Inglaterra com um grupo de artesãos, pequenos burgueses, comerciantes, camponeses e pequenos proprietários interessados em habitar uma terra onde poderiam prosperar e praticar o protestantismo livremente. Chegando à América do Norte naquele mesmo ano, os colonos fundaram a colônia de Plymouth – atual estado de Massachusetts – que logo se transformou em ponto original da chamada Nova Inglaterra Com o passar do tempo, esse processo de colonização estabelecida por meio da ação autônoma de determinados indivíduos passou a ganhar características mais diversas. Na região norte, a colonização do povoamento teve que suplantar grandes dificuldades que com a posterior consolidação de pequenas propriedades e o uso de mão de obra livre permitiram a formação de um comércio diversificado sustentado pela introdução da manufatura e o surgimento de um mercado consumidor. Na região sul, as especificidades geográficas e climáticas propiciaram um modelo de colonização distinto. O clima subtropical, o solo fértil e as planícies cortadas por rios navegáveis consolidaram um modelo de colonização semelhante aos padrões ibéricos. Dessa forma, o sistema de plantations estabeleceu o surgimento de grandes fazendas monocultoras produtoras de tabaco, arroz, índigo e algodão. Com isso, a grande demanda por força de trabalho favoreceu a adoção da mão de obra escrava vinda da África. Compondo um processo de ocupação tardio, a região central ficou marcada por uma economia que mesclava a produção agropecuarista com o desenvolvimento de centros comerciais manufatureiros. As primeiras colônias centrais apareceram por volta de 1681, com a fundação das colônias do Delaware e da Pensilvânia. Durante a independência das colônias, esta região teve grande importância na organização das ações que deram fim à dominação britânica&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 19:22:08 UTC</pubDate>
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         <title>Iniciativas coloniais espanholas</title>
         <author>erick_o_castro</author>
         <link>https://padlet.com/erick_o_castro/nyxzqfprfxkg5iyd/wish/2168854584</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A colonização espanhola na América se caracterizou pela modificação da estrutura política, econômica e religiosa das sociedades que habitavam naquele território. Os espanhóis introduziram no continente americano uma nova religião, idioma, organização econômica e social Entre os europeus que chegaram à América no início do século XVI, estava Hernán Cortés, o imperador asteca Montezuma II os recebeu e os hospedou na cidade. Contudo, o mesmo foi morto pelos espanhóis, que também destruíram a capital asteca e construíram, por cima das ruínas, a atual Cidade do México. A investida dos espanhóis contra incas e astecas resultou em genocídio e etnocídio dessas civilizações. A vitória dos conquistadores contra os povos nativos ocorreu por meio da imposição de sofisticadas armas de fogo, das estratégias de alianças com comunidades rivais, da disseminação de epidemias e da manipulação de ideologias religiosas. O poder político garantia a difusão da fé, enquanto a Igreja Católica legalizava a apropriação dos territórios. Por sua parte, a burguesia financiava a tomada dos bens alheios em nome do rei. Economia: Ao estabelecerem-se na América, os espanhóis se depararam com populações organizadas e regidas por leis há muito consagradas. Deste modo, além de suas próprias regras, como a encomienda, os colonizadores empregaram os costumes locais para aproveitar a mão de obra indígena, como a mita. Encomienda: foi a organização inicial da colonização mercantilista da Espanha na América que visava o lucro da metrópole acima de tudo. Mita: Era uma forma de trabalho compulsório herdada dos incas pelos espanhóis à época colonial.... A prática da mita trouxe efeitos devastadores sobre a saúde daqueles que eram escolhidos para o trabalho compulsório e contribuiu significativamente para a desestruturação de inúmeras comunidades indígenas. Cargos Políticos nas Colônias Espanholas As colônias eram administradas por funcionários nomeados pelo próprio soberano. ● Vice-Rei: era o cargo mais alto dentro desta estrutura e ocupado por um nobre ou fidalgo diretamente indicado pelo Rei. Possuía autoridade máxima e dele dependiam algumas Capitanias Gerais. ● Capitão-Geral: título utilizado por quem estava à frente das Capitanias Gerais. ● Governadores: auxiliavam o vice-rei ou o capitão-geral a administrar o território. ● Cabildo: eram uma espécie de conselho formados pelos proprietários e homens de destaque da sociedade, inclusive o clero, e se reuniam num edifício de mesmo nome. Sociedade Colonial Chapetones: Os chapetones eram colonos criados na Espanha, porém, viviam na América, ocupavam os principais cargos administrativos, militares e religiosos, também representavam o interesse político-administrativo da Coroa Espanhola nas terras do continente americano. Criollos: Os Criollos eram os nascidos nas Américas que eram descendentes de espanhóis "puros", sendo o segundo grupo social mais privilegiado na América Espanhola, abaixo apenas dos Chapetones. Negros escravizados: Os africanos escravizados eram trazidos por traficantes ingleses e portugueses que contavam com a participação de investidores espanhóis. As pessoas escravizadas foram utilizadas como mão de obra para substituir a população indígena dizimada no Caribe e forçados a trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar, tabaco, cacau, algodão, dentre outros cultivos. A escravidão negra não foi homogênea nos domínios espanhóis na América. Foi intensamente empregada na região caribenha, mas com menos força no Vice-Reino do Peru, por exemplo. Indígenas:A colonização espanhola supõe o desaparecimento da antiga forma de vida dos povos nativos. A economia foi reorientada para o mercado externo e os indígenas trabalhavam especialmente nas minas de prata, ouro e mercúrio, mas também eram empregados no serviço doméstico e na agricultura. Com o passar do tempo, o idioma original foi sendo substituído pelo castelhano e a religião passou a ser o catolicismo. Igualmente, se desenvolve uma crença que mistura práticas pagãs com o cristianismo. Mestiços: Esta era uma sociedade em que a cor da pele determinava seu lugar na hierarquia social. Segundo os costumes coloniais, a união entre um espanhol e uma indígena davam origem ao mestiço. Apesar disso, os mestiços eram aceitos porque eram criados num ambiente culturalmente branco. Com o passar do tempo, indígenas, brancos, negros foram se unindo e gerando filhos. Isso provocou o surgimento de pessoas que não se encaixavam em nenhuma das categorias citadas acima.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 19:22:45 UTC</pubDate>
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         <title>Iniciativas coloniais francesas</title>
         <author>erick_o_castro</author>
         <link>https://padlet.com/erick_o_castro/nyxzqfprfxkg5iyd/wish/2168855178</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A colonização francesa nas Américas, assim como a inglesa, foi retardatária se comparada às expedições espanholas e portuguesas. Apesar do atraso, os franceses empreenderam tentativas de colonização nas três Américas. Como os franceses ficaram fora da divisão do Tratado de Tordesilhas, o rei francês Francisco I havia ironizado o tratado, ao dizer que queria ver o testamento de Adão para saber se ele havia destinado às terras do mundo apenas a Portugal e Espanha. Porém, o tratado não impediu os franceses de tentar colonizar áreas do território americano e nem de tentar lucrar com o comércio marítimo na região. As práticas de pirataria foram estimuladas pela coroa francesa. Inúmeros navios corsários passaram a navegar em águas americanas, com o objetivo de saquear navios e localidades comerciais litorâneas. Com as ações de pirataria, os franceses conseguiram ganhos econômicos consideráveis&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 19:23:17 UTC</pubDate>
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         <title>Expedições portuguesas</title>
         <author>erick_o_castro</author>
         <link>https://padlet.com/erick_o_castro/nyxzqfprfxkg5iyd/wish/2168855689</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;No ano de 1501 a primeira expedição oficial portuguesa chegou ao Brasil com o objetivo de explorar a recém descoberta costa brasileira. Estava comandada por Gaspar Lemos que estava acompanhado pelo navegador Américo Vespúcio. Nessa expedição, também foram nomeados os acidentes geográficos e elaborado um mapa do litoral brasileiro. Em 1503, outra expedição passou pelo Brasil, esta estava sob o comando de Gonçalo Coelho e foi a primeira a levar carregamentos de pau-brasil para Portugal. Nessa época, notava-se a presença de contrabandistas franceses no litoral brasileiro, que realizavam o contrabando de pau-brasil. O rei da França, Francisco I, apoiava a ação desses contrabandistas, e não aceitava as determinações do Tratado de Tordesilhas. Por esse motivo, Portugal viu-se na obrigação de enviar expedições militares para o Brasil. Tais expedições eram comandadas por Cristóvão Jacques, que conseguiu deter vários navios franceses e espanhóis que tentavam invadir as terras portuguesas&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 19:23:43 UTC</pubDate>
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