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      <title>AntónioAlvesE1T2019 by Antonio Jose Alves</title>
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      <description>Sou professor de Educação Visual e Tecnológica na Escola Básica Eugénio de Andrade.  </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-06 13:31:09 UTC</pubDate>
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         <title>Boa Noite</title>
         <author>antonioalves1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Envio em anexo dois ficheiros relativos às duas tarefas do Módulo 1.<br>Uma boa semana.<br><br>Um abraço,<br>António Alves</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-16 22:17:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>António José Alves<br><br>O meu endereço padlet:<br><br></div><div><br></div><div><a href="https://padlet.com/antonioalves1/nyxb90gw8rkp">https://padlet.com/antonioalves1/nyxb90gw8rkp<br></a><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-24 12:59:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>António José Alves<br><a href="https://padlet.com/antonioalves1/nyxb90gw8rkp">https://padlet.com/antonioalves1/nyxb90gw8rkp<br></a><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-24 13:54:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mentorcf</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>M1I Tarefa Competências de Relação Interpessoal na Tutoria<br></strong><br></div><div><strong>Opção A:</strong> Pensando num tutor que está a iniciar o seu processo, identifique três conselhos/sugestões para a prática da tutoria. (Um por cada um dos objetivos do processo de tutoria).<br><br></div><div><strong>Resposta:<br></strong><br></div><div><strong>Objetivo 1 – Autoexploração do tutorando&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Relativamente a este objetivo, sugeria ao tutor, que procurasse conhecer em profundidade as caraterísticas pessoais do(s) tutorando(s) e os problemas concretos que afetam a sua vida. Entendo pois, que só tendo este conhecimento profundo, o tutor será capaz de orientar uma ação interativa de criação de um clima de segurança e confiança e, de apresentar atividades que potenciem a autoreflexão ao tutorando.<br><br></div><div><br></div><div><strong>Objetivo 2 – Compreensão e envolvimento do tutorando<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Relativamente a este objetivo, sugeria que o tutor, numa primeira fase, que instigasse e auxiliasse o(s) tutorando(s) na exploração e compreensão dos seus problemas, através de comunicação interativa e de atividades específicas, de forma, a que este(s) se venha(m) a comprometer na construção dum sentido para a(s) sua(s) vida(s). Numa segunda fase, sugeria que estimulasse o(s) tutorando(s) a aprofundar a compreensão dos seus problemas, no sentido de virem a assumir a decisão de se comprometerem na implementação de um plano ou programa de superação das suas dificuldades.<br><br></div><div><br></div><div><strong>Objetivo 3 – Ação do tutorando</strong></div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Relativamente a este objetivo, aconselhava o tutor a que delineasse um plano de ação em interação com o tutorando, pois, entendo que só quando os objetivos e as atividades do plano dizem algo ao tutorando é que este fica vinculado à sua realização. Aconselhava também, a que a formulação de objetivos tivesse por base o acrónimo “<strong>C</strong>oncretos, <strong>R</strong>ealistas e <strong>AVA</strong>liáveis (CRAVA)” (Rosário, 2004). Aconselhava ainda, que no processo de mudança fossem desenvolvidas etapas curtas e prudentes em função das capacidades dos tutorando(s), para que os “pequenos” êxitos servissem de estímulo nas atividades seguintes, até à resolução do(s) problema(s). Aconselhava ainda, que na elaboração de um programa de ação, o tutor refletisse interativamente com o(s) tutorando(s) antes de tomarem qualquer decisão, no sentido de preverem consequências, quer positivas, quer negativas, e a ponderar planos alternativos, de forma a estarem preparados para aspetos imprevistos.<br><br></div><div><br></div><div><strong>Formando: António José Alves – E1T2019<br></strong><br></div><div><strong>M1I Tarefa Tutoria<br></strong><br></div><div><strong>Opção A:</strong> Comente a afirmação seguinte, tendo em conta o que aprendeu, mas também a sua experiência como educador (e tutor, se for o caso).<br><br></div><div>“Nem toda a tentativa de realizar um processo de tutoria é automaticamente eficaz em qualquer situação. Para o ser, a tutoria necessita de ser planificada, estruturada e cuidadosamente monitorizada. Os tutores têm que saber como podem ajudar e quando o não estão a fazer.” (Topping, 2000, p.3)<br><br></div><div><strong>Resposta:<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando pensamos em tutoria pensamos em pessoas, em seres humanos, que por razões pessoais, familiares, culturais ou outras, não tiveram desenvolvimento comportamental e de aprendizagem socialmente harmonioso e “equilibrado” e que precisam de ajuda. Atendendo à complexidade do comportamento humano não é suficiente querer ajudar e mudar comportamentos, é necessário que o tutor tenha um perfil adequado, ou seja: Ter disponibilidade, abertura ao novo e ao imprevisto; capacidade de estabelecer bom relacionamento interpessoal, resiliência e competências técnicas e científicas que possibilitem planificar, estruturar e monitorizar planos de ação concretos. Tem também de saber identificar ao longo do processo se está ou não a ajudar o tutorando, tomando as opções adequadas. Tem pois, que estar atento às diferentes mudanças e ir ajustando a sua forma de agir, as propostas de atividades a apresentar e os procedimentos a ter, para que o(s) tutorando(s) desenvolvam de forma interativa e sistemática, mudanças significativas e potenciem as suas capacidades.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Formando: António José Alves – E1T2019<br></strong><br></div><div><strong>M2I Tarefa Competências de Relação Interpessoal na Tutoria<br></strong><br></div><div><strong>Opção - Tarefa 2:</strong> O tutor- formando deve escolher uma fase do modelo de tutoria apresentado e listar 5 obstáculos que podem surgir no processo e outras tantas tarefas de solução para os ultrapassar.<br><br></div><div><strong>Resposta:<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Sendo a fase da facilitação fundamental para que todo o processo de ajuda se desenvolva e tenha êxito, esta tem que ser imbuída de particular atenção. De facto, focando-se esta, essencialmente no estabelecimento de uma boa base de relacionamento, podem surgir/surgem de certeza, alguns obstáculos que é necessário vencer, podendo ser entre outros os seguintes:<br><br></div><div><br></div><div><strong>Obstáculo A </strong>– O tutorando falta logo na 1ª sessão de tutoria.</div><div><br></div><div><strong>Possível solução:</strong> O tutor procura encontrar o tutorando em espaços informais, como o recreio, o polivalente, a cantina e outros, e tem uma “1.ª conversa” de criação de empatia que o incentive a ir às sessões de tutoria por iniciativa própria.<br><br></div><div><strong>Obstáculo B</strong>– O tutorando aparece na sessão de tutoria sem nada (sem caderno, lápis, borracha, esferográfica, etc.).</div><div><br></div><div><strong>Possível solução</strong>: O tutor, prevendo já esta situação, adquire antecipadamente um conjunto de materiais e equipamentos que pensa serem necessários, e fornece-os aos tutorandos em cada sessão, ficando este guardados num armário específico, para a sessão seguinte.<br><br></div><div><strong>Obstáculo C</strong>– O tutorando sente-se “inseguro” e “perdido” e, não sabe o que fazer, que rumo tomar.</div><div><br></div><div><strong>Possível solução:</strong> O tutor dialoga com o tutorando, fazendo-o sentir que o tutor está com ele, que pode contar com ele e com a equipa de tutoria, sempre que necessite de ajuda e apoio. (pode fazer uma breve apresentação da equipa que o vai ajudar)</div><div><br></div><div><strong>Obstáculo D –</strong>O tutorando apresenta desinteresse e baixas expetativas face à escola.</div><div><br></div><div><strong>Possível solução:</strong> O tutor reflete com o tutorando a partir de um vídeo, uma banda desenhada, uma metáfora, de forma a conquistar o seu interesse e a elevar a sua autoestima.<br><br></div><div><strong>Obstáculo E –</strong>O aluno sente revolta e até aversão pela escola e, só vem se obrigado.</div><div><br></div><div><strong>Possível solução:</strong> O tutor promove uma reunião geral da equipa de tutoria, incluindo o Diretor da Escola/Agrupamento, o Encarregado de Educação, o Diretor de Turma, o Psicólogo, a Assistente Social, outros profissionais e todos os tutorandos, de forma, a que estes sintam que a família, a escola, e todos os elementos da equipa estão com eles, que se preocupam com os seus problemas e com o desenvolvimento de laços de pertença, como bases estruturantes para a construção dos seus projetos de vida.&nbsp;</div><div>O Formando</div><div>António José Alves<br><br></div><div><br></div><div><a href="https://padlet.com/antonioalves1/nyxb90gw8rkp"><br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-26 14:53:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/antonioalves1/nyxb90gw8rkp/wish/134458347</link>
         <description><![CDATA[<div>António Alves – E1T2019<br><br></div><div><br></div><div><strong>M3 I Tarefa Motivação:&nbsp;<br></strong><br></div><div><br></div><div><strong>Opção B</strong> – Um tutor pode motivar um tutorando a melhorar o seu envolvimento na aprendizagem?</div><div><br></div><div>Responda brevemente a esta pergunta elaborada por um tutor que está a iniciar-se neste processo.<br><br></div><div><br></div><div><strong>Resposta:</strong> Sendo a motivação um processo interno ao sujeito só o seu processamento intrínseco é que constrói a motivação. O professor tutor tem o papel de entusiasmar e incentivar os alunos a criarem um capital de vontade, batendo à “porta” da motivação. O aluno ao observar o tutor percepcionando neste um modelo de esperança, de trabalho e de futuro, constituirá uma ajuda clara para que o aluno possa construir a sua motivação e evoluir na concretização do seu projeto de vida.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-01 13:14:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>que apresento a seguir.<br>António Alves – E1T2019<br><br></div><div><br></div><div>M4 I Tarefa – Modelos de autorregulação da aprendizagem<br><br></div><div><br></div><div>Opção A – Imagine que é o professor responsável por realizar uma peça de teatro/ jornal da escola com os seus alunos. Descreva como procederia utilizando o modelo PLEA.<br><br></div><div><br></div><div>     Ao assumir a realização de uma peça de teatro com os alunos, utilizando o modelo de autorregulação da aprendizagem PLEA (Rosário, 2004), teria que ajudar os alunos a desenvolverem interativamente três fases: Planificação, Execução e Avaliação.<br><br></div><div><br></div><div>Na realização da fase de Planificação, começaria em termos de introdução, por ter uma conversa “facilitadora” com os alunos, sobre peças de teatro em geral e a sua importância para o desenvolvimento das aprendizagens. Em seguida definiria com os alunos quando a poderíamos realizar, para verificarmos quanto tempo tínhamos disponível e registava-mos o que tínhamos de fazer. Prosseguia-mos com a análise das condições necessárias, nomeadamente a forma de assegurar um espaço adequado para a sua realização, podendo ser uma sala de aulas, o auditório da escola ou o auditório da Junta de Freguesia, conforme o número de pessoas que vinha ver a peça. Continuava-mos com a definição dos objetivos, atendendo ao acrónimo CRAVA (Concretos, Realistas e Avaliáveis). Tinham que ser concretos para não haver dúvida. Exemplo: Realizar ensaios nas segundas e quartas-feiras das 16 às 18 horas do dia 21 de novembro ao dia 14 de dezembro. Tinham que ser realistas, isto e; tinha que ser possível a sua realização, assegurando tudo o que for necessário. Exemplo: Objetivo específico: Assegurar sempre a sala de ensaio para os dias marcados. Tinham que ser avaliáveis isto é; Poderem ser avaliados claramente. Exemplo: Assistirem à peça no mínimo 50 pessoas. Em seguida definíamos as estratégias adequadas para atingir os objetivos, os materiais necessários e, se precisávamos de ajuda ou não, assegurando que tudo estava em ordem para prosseguir. Na segunda fase, Execução, colocávamos o plano em prática escolhendo as estratégias adequadas para atingir os objetivos realizando as tarefas planificadas, ao mesmo tempo que íamos trocando impressões, questionando-nos e fazendo as adequações necessárias para fazermos o nosso melhor. Na fase da Avaliação, iriamos verificar se tudo correu como planificado analisando se as estratégias utilizadas nos ajudaram a alcançar os objetivos, se os resultados obtidos foram os esperados, se ficaram aquém ou superaram as expetativas, se foram necessárias novas estratégias ou não, se todas as tarefas foram realizadas, se tudo foi feito no tempo previsto, se correu tudo bem e o que era necessário para fazer melhor no futuro. Trocariamos ainda impressões sobre emoções, observando se estavam satisfeitos com o trabalho realizado e com os resultados, podendo a auto-realização e a satisfação pessoal e coletiva ser a melhor recompensa para os alunos realizarem autonomamente novas peças de teatro e novas aprendizagens.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-08 20:28:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-13 16:39:00 UTC</pubDate>
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         <title>António José Alves – E1T2019M5 I Tarefa – Estratégias de autorregulação da aprendizagem.Opção A – Explique qual o procedimento/sequência para ensinar uma das estratégias de autorregulação das aprendizagens apresentadas anteriormente.Resposta:Para ensinar uma das estratégias de autorregulação da aprendizagem apresentadas anteriormente procedia do seguinte modo:Começava por ter como base de referência os tipos de conhecimento propostos por (Rosário, 2004): Declarativo, procedimental e condicional. Neste sentido, se a estratégia escolhida fosse o sublinhado, (Estratégia da fase da execução do processo autorregulatório PLEA, (Rosário, 2004), para estudar um texto de Educação Tecnológica, sobre desenho técnico, apresentava a definição de sublinhado e exemplo de textos já sublinhados, (Ex: Conceito de Escala, Tipos de Escala, Cotagem, seus elementos, …), visando o desenvolvimento do conhecimento declarativo. Prosseguia com a demonstração de como se fazia o sublinhado, sublinhando com cores diferentes ou traço simples ou duplo, de acordo com a importância do que sublinhava, visando o desenvolvimento do conhecimento procedimental. Em seguida apresentava situações em que o sublinhado era considerado uma estratégia muito útil para a aprendizagem, visando o desenvolvimento condicional.Em termos operativos tomava como referência as fases para trabalhar estratégias de aprendizagem, propostas por (SchunK &amp; Zimmerman, 1997, e referidas por Rosário, 2004): Instrução direta; modelação, prática guiada com feedback e prática independente, acompanhando interactivamente os estádios de desenvolvimento das competências autorregulatórias da aprendizagem: Observação, Imitação, Autocontrolo e Autorregulação.Procedia pois, à apresentação de estratégias de aprendizagem, tornando claro para o tutorando, qual a sua natureza e função, visando o conhecimento declarativo da aprendizagem através da instrução direta, de forma, a que o tutorando desenvolvesse a competência de autorregulação da aprendizagem, observação. Em seguida analisava com o tutorando como utilizar as estratégias, visando o conhecimento procedimental, através da participação progressiva do tutorando, colocando em prática a estratégia em causa, (neste nosso caso o sublinhado, como acima referido), sendo o professor tutor o modelo a seguir, no sentido de desenvolver a competência de autorregulação da aprendizagem, imitação, e, através da prática guiada com feedback, em que o tutorando ensaiava o seu próprio sublinhado, proporcionando-lhe algum controlo sobre o seu processo de aprendizagem, visando o desenvolvimento da competência de autorregulação da aprendizagem, autocontrolo. Prosseguíamos com a análise de quando as utilizar de forma a alcançarmos os objectivos definidos, visando o desenvolvimento do conhecimento condicional, e simultaneamente, através da utilização de estratégias de forma autónoma, dando ao tutorando a liberdade da prática independente de decidir quais utilizar e quando, em função das suas características pessoais e das condições contextuais e situacionais existentes. (Bandura, 1996; SchunK &amp; Zimmerman, 1997), citados por (Rosário, 2004), no sentido de desenvolver a competência de aprendizagem, autorregulação. </title>
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         <link>https://padlet.com/antonioalves1/nyxb90gw8rkp/wish/137361883</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-14 14:04:56 UTC</pubDate>
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