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      <title>Violência Emocional by Marcos Vinícius Eidi Ueda</title>
      <link>https://padlet.com/uedamarcosvinicius/nx79i5jqxsgtqwmu</link>
      <description>Metodologia Ativa - Colégio Master Centro 2°C</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-22 21:43:47 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-09-25 11:54:57 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Tema: Violência Emocional</title>
         <author>uedamarcosvinicius</author>
         <link>https://padlet.com/uedamarcosvinicius/nx79i5jqxsgtqwmu/wish/3131947602</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentação:</p><p>Somos do Colégio Master Centro - 2°C e o nosso tema é a "Violência Emocional"</p><p><br/></p><p>O nosso grupo é formado por:</p><p>-&gt; Marcos Vinícius Eidi Ueda;</p><p>-&gt; Marina Monteiro;</p><p>-&gt; Pedro Cunha.</p><p><br/></p><p>O tema corresponde ao disciplina: de Sociologia Formação Geral Básica, responsável pela professora Kátia Hartmann</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-22 21:48:46 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a Violência Emocional</title>
         <author>uedamarcosvinicius</author>
         <link>https://padlet.com/uedamarcosvinicius/nx79i5jqxsgtqwmu/wish/3136718258</link>
         <description><![CDATA[<p>Primeiramente precisa entender o que é a Violência Emocional. A violência emocional é caracterizado pelas atitudes verbais, como atitudes e certas palavras que tenha o objetivo de humilhar o sujeito  ou manipular uma pessoa, que causam o sofrimento psicológico ou emocional de uma ou mais de uma pessoa.</p><p>Os exemplos dessas violações são:</p><p>-&gt; Insultos e humilhação(ões): críticas exageradas e o uso de apelidos ofensivos e constantes;</p><p>-&gt; Ameaças: Ameaçar algo ou alguém como uma forma de prejudicar uma pessoa ou de um grupo, ex: ameaçar de abandonar alguém;</p><p>-&gt; Manipulação: Controlar uma pessoa com o objetivo de prejudicar dos seus relacionados sociais ou individual;</p><p>-&gt; Isolamento: Pelo nome, é possível de compreender, ela tem o objetivo de afastar o contato de amigos ou/e familiares próximos;</p><p>-&gt; Gaslighting: Tenha o objetivo do indivíduo de questionar a própria concepção da realidade.</p><p><br></p><p>As consequências podem ser levados para o mal-estar da pessoa que, no qual, piora a situação das suas emoções, como o agravamento de ansiedade, depressão, baixa autoestima, dificuldade de relacionar com outras pessoas, pensamentos que levam o suícidio, dificuldades para a saúde física, comportamento que leva a autodestruição, transtorno de personalidade, são os exemplos que pioram a saúde mental da vítima.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-25 00:22:46 UTC</pubDate>
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         <title>Dados de casos de violência emocional:</title>
         <author>uedamarcosvinicius</author>
         <link>https://padlet.com/uedamarcosvinicius/nx79i5jqxsgtqwmu/wish/3136811598</link>
         <description><![CDATA[<p>Primeiramente, gostaria de salientar para o leitor que a violência doméstica está muito interligada á violência emocional e, com isso, as maiores vítimas são de mulheres que estão no relacionamento  ou depois dela, já os agressores são homens que fazem o assédio moral e verbal e, depois, para a violência física das vitimas. Além disso, basta ser lembrado que na maioria dessas violências são de pessoas de baixa renda. </p><p>Outrossim, devido ao agravamento de Covid-19, ocorrido nos anos de 2020 á 2022, deve diversos casos de denúncias contra dos seus maridos por conta da violência emocional, o que teve um aumento e agravamento de violência daqueles anos.</p><p><br></p><p>Antes de falar os dados, teve diversas problemas levantados da pesquisa, e esses fatores comuns foram de:</p><p>-&gt; Vitimas que tinham vergonha de falar sobre a situação ou de não reconhecerem que estava sendo a vitima do caso; </p><p>-&gt; Como a violência emocional ocorre de uma maneira devagar e gradual, diversas vitimas não conseguem se definir se estava sendo vitimados ou não;</p><p>-&gt; Dificuldades de conjuntar ou obter as provas contra o/a agressor(a).</p><p><br></p><p>Nesse sentido, segundo com a 10ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, feita pelo Instituto DataSenado, em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV).</p><p>Mais de 25,4 milhões de brasileiras já sofreram violência doméstica provocada por homem em algum momento da vida, segundo o DataSenado. Desse total, 22% declararam que algum desses episódios de violência ocorreu nos últimos 12 meses.&nbsp;</p><p>A pesquisa apontou que a violência psicológica é a mais recorrente (89%), seguida pela moral (77%), pela física (76%), pela patrimonial (34%) e pela sexual (25%). As mulheres com menor renda são as que mais sofrem violência física, diz o estudo. Cerca de metade das agredidas (52%) sofreram violência praticada pelo marido ou companheiro, e 15%, pelo ex-marido, ex-namorado ou ex-companheiro. De acordo com o documento, a maior parte das vítimas tem conseguido terminar casamentos abusivos.&nbsp;Também é majoritária a parcela de vítimas que estão saindo de namoros violentos.&nbsp;</p><p>Do total de mulheres que revelaram ter sofrido violência, 48% disseram que houve descumprimento de medidas protetivas de urgência. A pesquisa aponta que cada vez mais mulheres procuram ajuda, mas alerta para o fato de que a falta de delegacias da mulher em muitas cidades dificulta o acesso ao serviço. Em cidades com menos de 50 mil habitantes, conforme o levantamento, é maior o percentual de mulheres que declaram ter denunciado em delegacias comuns.&nbsp; </p><p><br></p><p>Fonte: Agência Senado</p><p>Link do acesso da informação: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/11/21/datasenado-aponta-que-3-a-cada-10-brasileiras-ja-sofreram-violencia-domestica#:~:text=Mais%20de%2025%2C4%20milh%C3%B5es,ter%20denunciado%20em%20delegacias%20comuns">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/11/21/datasenado-aponta-que-3-a-cada-10-brasileiras-ja-sofreram-violencia-domestica#:~:text=Mais%20de%2025%2C4%20milh%C3%B5es,ter%20denunciado%20em%20delegacias%20comuns</a></p><p><br></p><p>Outra coisa que é de extrema importância é pela parte de jovens de menores de idade que também sofrem da violência emocional. </p><p>Observação: A tese foi produzido pela doutora em Psicologia Catarina Gordiano, orientada pela professora Edinete Rosa, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGP) da Ufes. O trabalho está condensado na cartilha <a rel="noopener" href="https://www.pimentacultural.com/violencia-emocional"><strong><em>Violência emocional contra crianças e adolescentes no contexto familiar</em></strong></a><em>. As três teses foram de </em>“identificar as repercussões da violência emocional intrafamiliar vivenciada na infância e na adolescência em artigos científicos”. O segundo buscou traçar “um panorama das violências (física, emocional e sexual) vivenciadas no contexto familiar” por um grupo de 600 alunos da Ufes que responderam a um questionário.</p><p>Os participantes relataram experiências de violências física e emocional: chineladas (88%); tapas (84%); beliscões (69%) e surras (53%); desvalorização e xingamentos (74%); ameaças em geral (68%); desdém, isolamento ou rejeição (58%) entre outras. No que tange à violência sexual, insinuações, encenações e gestos obscenos (23%) e toques em partes íntimas (23%) foram as opções citadas. Tios, primos, amigos da família e vizinhos estão entre os que mais praticam a violência sexual.</p><p>O terceiro estudo foi com um grupo de 12 voluntários que passaram por alguma experiência de violência emocional na convivência familiar quando criança ou adolescente. Esse grupo foi formado por pessoas que atenderam a um chamado em redes sociais. Os casos relatados foram de violências emocional, física e sexual. Os pais foram apontados como os principais agressores, seguidos de outros familiares e amigos da família.</p><p><br></p><p>Dados mundiais</p><p><br></p><p>De acordo com dados de 2017 do Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), cerca de 300 milhões de crianças entre 2 e 4 anos experimentam regularmente disciplina violenta por seus cuidadores. Com base em dados de 30 países, uma pesquisa do órgão revela que seis a cada dez crianças de 1 a 2 anos são submetidas a métodos disciplinares violentos - punição física e violência emocional. Por outro lado, apenas 60 países adotaram alguma legislação que proíbe totalmente o uso de castigos corporais contra crianças no contexto familiar.</p><p>Link para acessar a informação: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ufes.br/conteudo/estudo-mostra-impactos-da-violencia-emocional-na-vida-de-criancas-e-adultos#:~:text=Dados%20mundiais,contra%20crian%C3%A7as%20no%20contexto%20familiar">https://www.ufes.br/conteudo/estudo-mostra-impactos-da-violencia-emocional-na-vida-de-criancas-e-adultos#:~:text=Dados%20mundiais,contra%20crian%C3%A7as%20no%20contexto%20familiar</a>.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-25 01:09:01 UTC</pubDate>
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         <title>Formas de combater a violência emocional</title>
         <author>uedamarcosvinicius</author>
         <link>https://padlet.com/uedamarcosvinicius/nx79i5jqxsgtqwmu/wish/3137033238</link>
         <description><![CDATA[<p>As formas de combatê-la, no meio social, são:</p><p>-&gt; Campanhas públicas com o objetivo da conscientização, indentificação e como denunciar;</p><p>-&gt; Educação nas escolas: Uso de currículos escolares, para promover debates e atividades que auxilia na indentificação e a prevenção;</p><p>-&gt; Criação ou fortalecimento de redes de apoio para as vitimas de violência emocional, com o objetivo de criar um novo espaço seguro para as vitimas e compartilhando experiências. </p><p><br></p><p>Formas de combater no meio estatal:</p><p>-&gt; Fortalecimento de legislação ou a criação de novas leis: Para proteger as vitimas da violência e a aplicação firmes das leis e da punição;</p><p>-&gt; Ajuda financeira para as ONG's que trabalham no ramo de vítimas (no qual que foi citado anteriormente) e o auxílio da instituição, como o incentivo de voluntários e política.</p><p>-&gt; Melhorar a parte educacional das profissões, como psicólogos ou médicos, área da educação e de justiça do uso de treinamentos para combater a violência emocional, formas de indentificação e a conscientização dos profissionais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-25 02:58:28 UTC</pubDate>
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