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      <title>Modernismo Brasileiro/Análises 2A Anil by Bogéa C Sheila</title>
      <link>https://padlet.com/sheilacbogea1/nx5mvnlzcdsm</link>
      <description>Socialização das análises feitas em sala.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-04-10 19:59:22 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE PONTUADA , NÃO ESQUECER DE COLOCAR O NOME DA DUPLA E O NOME DA OBRA ANALISADA.</title>
         <author>sheilacbogea1</author>
         <link>https://padlet.com/sheilacbogea1/nx5mvnlzcdsm/wish/250476180</link>
         <description><![CDATA[<div>CAPRICHEM, BEIJO GRANDE.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 20:02:53 UTC</pubDate>
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         <title>GUSTAVO E LUÍS </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Vicente Rego&nbsp;</div><div>Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) foi um pintor brasileiro. Seus quadros foram expostos em museus nacionais e internacionais. Foi professor do Ginásio Pernambucano e da Escola de Belas Artes do Recife e do Instituto Central de Artes de Brasília. Foi também escultor e poeta.</div><div>Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) nasceu no Recife, no dia 19 de dezembro de 1899. Filho de Ildefonso do Rego Monteiro e Elisa Cândida Figueredo Melo, prima do pintor Pedro Américo, desde cedo demonstrou vocação para a pintura. Iniciou-se nesta arte sob a orientação de sua irmã, também pintora Fédora do Rego Monteiro.</div><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;url&quot;:null}" data-trix-content-type="image"><img src="null"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div>Sua obra tinha influências cubistas e impressionistas. Gostava também de representar temas religiosos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 12:56:00 UTC</pubDate>
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         <title>Alunos: Filipe leite e Afonso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A composição O Farol, obra da pintora Anita Malfatti, situa-se entre as suas obras mais conhecidas, apesar de suas discretas dimensões: 46,5 x 61 cm<br><br></div><div>Segundo a artista:<br><br></div><div>“Pintávamos na ventania, ao sol, na chuvarada e na neblina. Eram telas e telas. Era a tormenta, era o farol, eram as casinhas dos pescadores escorregando pelos morros, eram as paisagens circulares, o sol e a lua e o mar..”<br><br></div><div>A tela foi pintada na ilha de Monhegan, entre 1915 e 1917, na costa leste dos Estados Unidos, ao ar livre, quando Anita foi aluna do professor Homer Boss, que permitia que seus alunos expressassem-se com liberdade, espalhando-se pelo local.<br><br></div><div><br></div><div>Anita retrata o farol da ilha e as casinhas próximas a ele.<br><br></div><div>A pintora traz à tona, nesta obra e em algumas outras, as influências expressionistas aprendidas durante o tempo em que passou estudando na Alemanha.<br><br></div><div>Ela distribui sobre a tela uma infinidade de cores fortes e vibrantes, que repassam um grande dinamismo, como era o estilo expressionista também usado por pintores como Vincent Van Gogh.&nbsp;</div><div><a href="https://goo.gl/images/EsPSW4">https://goo.gl/images/EsPSW4</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:00:06 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Luiza Ferreira &amp; Ana Luísa Alexandre </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>VICENTE DO&nbsp;REGO:<br>Biografia: Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) nasceu no Recife, no dia 19 de dezembro de 1899. Em 1911 mudou-se para Paris, onde estudou na Académie Julian, e frequentou a Académie Colarosi e a Académie de la Grande Chaumière. Esse artista possui uma vasta obra artística que transita entre diversos estilos, entre eles a pintura, desenho e gravura, escultura, literatura, e etc. Elebfoi um dos grandes nomes da arte nacional e era conhecido por seu múltiplo talento. Afirmou serem suas principais influências, no entanto, o futurismo, o cubismo, a estampa japonesa, a arte negra, a escola de Paris, o barroco brasileiro e, sobretudo, a arte ameríndio na ilha de Marajó. Em toda a sua obra, procurava adicionar em suas influências um pouco da cultura brasileira.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Obra: Sua obra é inserida no contexto modernista, tendo sido bastante influenciada pelo impressionismo, cubismo e figurativismo construtivista.<br>&nbsp;<figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;url&quot;:&quot;content://com.samsung.android.memo/file/87282547-eb01-0e32-0000-016303c64492&quot;,&quot;width&quot;:934}" data-trix-content-type="image"><img src="content://com.samsung.android.memo/file/87282547-eb01-0e32-0000-016303c64492" width="934"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure><br>&nbsp; A composição Figura Sentada é uma obra do pintor brasileiro Vicente do Rego Monteiro, que nutria grande intesse pelas culturas primitivas, conforme comprova a tela em questão. Nela, o artista demonstra a associação dessas culturas com as vanguardas históricas europeias,como cubismo e Expressionismo.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:03:03 UTC</pubDate>
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         <title>Isassi Mano e Hanna Stede</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sheilacbogea1/nx5mvnlzcdsm/wish/255617769</link>
         <description><![CDATA[<div>Vicente do Rego Monteiro nasceu em Recife, em 1899. É um artista múltiplo: pintor, desenhista, muralista, escultor e poeta. Freqüentou a Academia Julian em Paris, de 1911 a 1914, voltando ao Brasil para morar no Rio de Janeiro. Em 1920 expôs algumas obras em São Paulo, conhecendo o grupo de modernistas da cidade e abrindo caminho para a exposição de 8 obras suas na Semana de Arte Moderna de 1922, enfatizando temas nacionais. Inspirado na cerâmica marajoara e na cultura indígena, ilustrou o livro de P. L. D<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:03:26 UTC</pubDate>
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         <title>Parte 1 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana beatriz Cantanhede e Raissa Emylle <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:04:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sheilacbogea1/nx5mvnlzcdsm/wish/255618913</link>
         <description><![CDATA[<div>Dupla: Pedro Arthur e Eduardo Leandro</div><div>Biografia:<br>&nbsp;Tarsila do Amaral (Capivari, 1 de Setembro de 1886 — São Paulo, 17 de Janeiro de 1973) foi uma pintora e uma das figuras centrais da pintura e da primeira fase do movimento modernista no Brasil. Apesar de ter tido contato com as novas tendências e vanguardas, Tarsila somente aderiu às ideias modernistas ao voltar ao Brasil, em 1922. Numa confeitaria paulistana, foi apresenta por Anita Malfatti aos modernistas Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Mennoti Del Picchia. Esses formaram o Grupo dos Cincos.</div><div>Análise da obra:<br>&nbsp;-ABAPORU<br>&nbsp;Abaporu<strong> </strong>é uma clássica pintura<strong> </strong>do modernismo<strong> </strong>brasileiro, da artista Tarsila do Amaral. O nome da obra é de origem tupi-guarani que significa "homem que come gente" (canibal ou antropófago), uma junção dos termos <em>aba</em> (homem), <em>pora</em> (gente) e <em>ú</em> (comer).<br> Esta obra marca a fase antropofágica da pintora Tarsila de Amaral que ocorreu entre 1928 e 1930. É possível identificar traços característicos da artistas, como a escolha de cores fortes, inclusão de temas imaginários ou alteração da realidade.</div><div>Na pintura vemos um homem com grandes pés e mãos, e ainda o sol e um cacto. Estes elementos podem representar o trabalho físico que era o trabalho da maioria naquela altura. Por outro lado, a cabeça pequena pode significar a falta de pensamento crítico, que se limita a trabalhar com força mas sem pensar muito, sendo então uma possível crítica para a sociedade daquela época.</div><div>O homem representado transmite uma certa melancolia, pois o posicionamento da cabeça e expressão denotam alguma tristeza ou depressão. Além disso, o pé grande também pode revelar uma forte conexão do ser humano com a terra.</div><div>Quanto às cores usadas, para haver uma clara alusão ao Brasil pois há destaque para o verde, amarelo e azul, cores predominantes da bandeira brasileira.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:05:19 UTC</pubDate>
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         <title>Isassi Mano e Hanna tede</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Monteiro nasceu em Recife, em 1899. É um artista múltiplo: pintor, desenhista, muralista, escultor e poeta. Freqüentou a Academia Julian em Paris, de 1911 a 1914, voltando ao Brasil para morar no Rio de Janeiro. Em 1920 expôs algumas obras em São Paulo, conhecendo o grupo de modernistas da cidade e abrindo caminho para a exposição de 8 obras suas na Semana de Arte Moderna de 1922, enfatizando temas nacionais. Inspirado na cerâmica marajoara e na cultura indígena, ilustrou o livro de P. L. D</div><div>Uma de suas principais obras é o menino e a tartaruga. A composição <em>Menino Nu e Tartaruga </em>é uma obra do pintor brasileiro Vicente do Rego Monteiro, que tinha predileção por pintar garotos nus, sozinhos ou associados a animais. Seus meninos são sempre relacionados ao Menino Jesus, quando se referem a temas religiosos. O rosto é, quase sempre um autorretrato do artista.</div><div>O garotinho encontra-se em primeiro plano, de frente para o observador, embora não o fite. Seu corpo possui formas arredondas e assemelha-se a uma escultura. Sua cabeça arredondada, que pende para sua direita, parece brotar diretamente do tronco, embora se perceba um pequeno sinal de pescoço. Mãos e pés apresentam pouca diferenciação. Seu tronco oval está rodeado pelos braços em forma de arco. Suas pernas gordas são cilíndricas e contém dois pequenos círculos que representam os joelhos.</div><div>Na tela, a tartaruga encontra-se atrás do menino, cujo corpo só deixa à vista a cabeça, as patas dianteiras e traseiras e uma pequena parte do casco do animal, que segue o mesmo padrão do menino, pois trata-se da representação de uma estatueta de cerâmica, característica da ilha do Marajó. O modo como foram representados, menino e bicho, é característicos da cultura marajoara, estuda pelo artista.</div><div>As duas figuras são compostas por linhas curvas, mas, fugindo à regra, estão as linhas retas que moldam o nariz do menino e o focinho da tartaruga. As duas figuras estão contornadas por uma linha clara que, juntamente com a iluminação central, contribuem para dar vida ao relevo da ingênua pintura.</div><div>Ficha técnica<br>Ano: 1923<br>Técnica: óleo sobre tela<br>Dimensões: 92,3 x 72 cm<br>Localização: Acervo do MASP, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:05:47 UTC</pubDate>
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         <title>Parte 2 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Beatriz Cantanhede e Raissa Emylle </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:06:34 UTC</pubDate>
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         <title>Parte 3 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana beatriz Cantanhede e Raissa Emylle </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:07:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sheilacbogea1/nx5mvnlzcdsm/wish/255620129</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:07:35 UTC</pubDate>
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         <title>Parte 4- fim </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Anna beatriz Cantanhede e Raissa Emylle </div>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Elis e Gabriella </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1917, Anita reuniu 53 de suas obras com forte tendência <a href="https://www.todamateria.com.br/expressionismo/">expressionista</a>, a fim de expor individualmente em São Paulo na “<em>Exposição de Pintura Moderna Anita Malfatti</em>”.</div><div>Na maioria de suas obras, Anita Malfatti utilizou cores puras e vibrantes para expressar temas do cotidiano.</div><div>Em 1917, Anita Malfatti realizou uma exposição artística muito polêmica, por ser inovadora, e ao mesmo tempo revolucionária. As obras de Anita, que retratavam principalmente os personagens marginalizados dos centros urbanos, causou desaprovação nos integrantes das classes sociais mais conservadoras.</div><div>Técnica: óleo sobre tela</div><div>Localização: Acervo do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, Brasil</div><div>A composição O Homem Amarelo, segunda versão,&nbsp; da pintora brasileira Anita Malfatti é a sua obra mais conhecida. E foi também o cerne da controvérsia da exposição de 1917. Ao ser apresentada na Semana de Arte Moderna, em 1922, a tela também foi motivo de polêmica. A primeira versão,&nbsp; foi feita nos EE. UU., em carvão e pastel, com o mesmo título e quase com as mesmas medidas.</div><div>O retratado, segundo Anita,&nbsp; era um homem pobre, excluído e desconhecido, um imigrante italiano que lhe pediu para posar para ela, com uma “expressão desesperada”. Ele traz uma aguda melancolia no seu olhar vago e distante. Ainda que se apresente de gravata, seu paletó encontra-se visivelmente degastado e mal ajeitado no corpo contorcido, transpondo os limites da tela, característica comum aos trabalhos da pintora. Seus olhos escuros são delimitados por contornos pretos, com espessas sobrancelhas em forma de acento circunflexo.</div><div>Para o historiador da arte Rafael Cardoso, em sua obra,&nbsp; “[…] Anita fala de indivíduos que não se encaixam direito no mundo, de uma humanidade exilada em sua condição humana.”.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:09:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:09:58 UTC</pubDate>
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         <title>Isabela e Rafael </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tarsila do Amaral:<br>foi uma das principais pessoas que tornaram o movimento modernista brasileiro uma realidade</div><div>O grupo dos cinco composto por Tarcila do Amaral, Anita Malfatti, Menotti del Picchia, Mário de Andrade, defendiam as idéias impostas pela semana de arte moderna<br>•Obra Abapuru é uma das mais famosas da artista tendo como crítica o estereótipo do trabalhador brasileiro, a cabeça pequena representa a falta de intelecto e as mãos e os pés grandes representa o trabalho braçal, o cacto e o chão seco fazem referência a flora brasileira: o sertão </div><div>•vanguardas cubismo e surrealismo <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:10:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Dupla: Pedro Arthur e Eduardo Leandro<br>&nbsp;<br>&nbsp;Biografia:<br>&nbsp;Tarsila do Amaral (Capivari, 1 de Setembro de 1886 — São Paulo, 17 de Janeiro de 1973) foi uma pintora e uma das figuras centrais da pintura e da primeira fase do movimento modernista no Brasil. Apesar de ter tido contato com as novas tendências e vanguardas, Tarsila somente aderiu às ideias modernistas ao voltar ao Brasil, em 1922. Numa confeitaria paulistana, foi apresenta por Anita Malfatti aos modernistas Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Mennoti Del Picchia. Esses formaram o Grupo dos Cincos.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Análise da obra:<br>&nbsp;-ABAPORU<br>&nbsp;Abaporu é uma clássica pintura do modernismo brasileiro, da artista Tarsila do Amaral. O nome da obra é de origem tupi-guarani que significa "homem que come gente" (canibal ou antropófago), uma junção dos termos aba (homem), pora (gente) e ú (comer).<br>&nbsp;Esta obra marca a fase antropofágica da pintora Tarsila de Amaral que ocorreu entre 1928 e 1930. É possível identificar traços característicos da artistas, como a escolha de cores fortes, inclusão de temas imaginários ou alteração da realidade.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Na pintura vemos um homem com grandes pés e mãos, e ainda o sol e um cacto. Estes elementos podem representar o trabalho físico que era o trabalho da maioria naquela altura. Por outro lado, a cabeça pequena pode significar a falta de pensamento crítico, que se limita a trabalhar com força mas sem pensar muito, sendo então uma possível crítica para a sociedade daquela época.<br>&nbsp;<br>&nbsp;O homem representado transmite uma certa melancolia, pois o posicionamento da cabeça e expressão denotam alguma tristeza ou depressão. Além disso, o pé grande também pode revelar uma forte conexão do ser humano com a terra.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Quanto às cores usadas, para haver uma clara alusão ao Brasil pois há destaque para o verde, amarelo e azul, cores predominantes da bandeira brasileira.<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;<a href="https://goo.gl/images/jCk5Kq">https://goo.gl/images/jCk5Kq</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:10:21 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Lara e Israel</div>]]></description>
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         <title>Myrna Calvet e Lara Torreão.                                Di Cavalcanti: Seu estilo artístico é marcado pela influência do expressionismo, cubismo e dos muralistas mexicanos. Abordou temas tipicamente brasileiros como, por exemplo, o samba. O cenário geográfico também foi muito retratado em suas obras como, por exemplo, as praias. Em suas obras são comuns os temas sociais do Brasil (festas populares, operários, as favelas, protestos sociais, etc.). Suas obras apresentavam estéticas que abordavam a sensualidade tropical do Brasil, enfatizando os diversos tipos femininos.Além disso, as cores do Brasil estavam presentes em suas artes, em conjunto com toques de sentimentos e expressões marcantes dos personagens retratados.Obra: Carnaval, 1954. Essa obra tem características cubistas e expressionistas. Representa as festividades cariocas.</title>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Douglas Gabriel e Maria izabella </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:12:24 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriele e Maria Eduarda</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tarsila do Amaral</strong></div><div>Tarsila do Amaral começou a pintar em 1917 com Pedro Alexandrino Borges. Em 1920 viajou para Paris onde entrou em contado com as vanguardas, porém, só aderiu as ideias modernistas ao voltar ao Brasil em 1922, entretanto, não participou da Semana de Arte Moderna. Representava em suas pinturas brasilidade, cores da natureza, cultura popular, o homem rude e paisagens rurais e era influenciada pelo cubismo. Participou do Grupo dos Cinco com Anita Malfatti, Menotti Del Picchia, Mário e Oswald de Andrade com quem casou-se em 1926.</div><div><br></div><div><strong>Abaporu</strong></div><div>Abaporu vem do Tupi Guarani que significa “homem que come carne humana”. Tarsila disse em entrevista que queria dar um nome selvagem que remetesse à antropofagia.</div><div>A obra remete imagens do subconsciente de histórias que ela ouvia quando criança que permaneceram na sua lembrança psíquica como uma assombração. A obra apresenta características surrealistas e cubistas nas suas formas</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:12:32 UTC</pubDate>
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         <title>Tarsila Aramal</title>
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         <description><![CDATA[<div>Olga Barros e Antônio Ricardo</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:13:33 UTC</pubDate>
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         <title>Lícia Araújo e Valeska Santos</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Modernismo brasileiro</strong></div><div><br></div><div><strong>Artista: Tarsila do Amaral</strong></div><div><strong>Obra: A Negra (1923)</strong></div><div><strong>A obra possui elementos do cubismo no fundo da tela, além de não ter compromisso e rigor ao retratar as formas e ser a obra precursora do Movimento Antropofágico. A artista faz uso no fundo da tela de formas-cores e trama bidimensional. A obra é um hibridismo entre os valores da terra e a atualização da linguagem plástica, proclamados pelos modernistas da Semana de 22. Além disso, a mulher negra nua representa uma ama de leite e lembra a artista de sua infância, época em que as mucamas da fazenda em que vivia contavam-lhe histórias.</strong></div><div><br></div><div><strong>Vida da artista:&nbsp;</strong></div><div><strong>Tarsila nasceu em São Paulo, em 1886. A artista começou a aderir aos estilos das vanguardas modernistas ao voltar para o Brasil em 1922, apesar de já ter tido contato. Foi apresentada por Anita Malfatti aos modernistas Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti Del Picchia. Posteriormente, passaram a frequentar o atelier de Tarsila e formaram o Grupo dos Cinco. Em janeiro de 1923, na Europa , Tarsila se uniu a Oswald de Andrade e o casal viajou por Portugal e Espanha. De volta a Paris, estudou com os artistas cubistas: frequentou a Academia de Lhote, conheceu Pablo Picasso e tornou-se amiga do pintor Fernand Léger, visitando a academia desse mestre do cubismo. Casou-se com Oswald de Andrade em 1926 e, no mesmo ano, realizou sua primeira exposição individual, na Galeria Percier, em Paris.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:13:43 UTC</pubDate>
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         <title>Marcus</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Tarsila do Amaral nasceu em 1 setembro de 1886 na cidade de São Paulo.Foi uma pintora e tradutora e uma das figuras centrais da pintura e da primeira fase do movimento modernista no Brasil.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Seu pai herdou a fortuna e diversas fazendas, onde Tarsila e seus sete irmãos passaram a infância. Desde criança, fazia uso de produtos importados franceses e foi educada conforme o gosto do tempo. Sua primeira mestra, a belga Mlle. Marie van Varemberg d’Egmont, ensinou-lhe a ler, escrever, bordar e falar francês. Sua mãe passava horas ao piano e contando histórias.Seu pai recitava versos em francês, retirados dos numerosos volumes de sua biblioteca.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Adulta,seu quadro Abaporu inaugura o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Movimento_antropof%C3%A1gico">movimento antropofágico</a> nas artes plásticas.Na qual seus trabalhos são ricos e cheio de referências culturais e sociais.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;E em 1924 ,as obras refletem além de tudo temas tropicais brasileiros, a exaltação da fauna, flora, as máquinas, os trilhos símbolos da modernidade urbana que contrastavam com a riqueza e diversidade de todo o país.Ela iniciou com conservadorismo com que o modernismo ganhou grande perspectivas nas mãos&nbsp; de críticos da época.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Características do Abaporu</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A tela foi pintada por Tarsila em 1928 e oferecida ao seu marido, o escritor Oswald de Andrade. Os elementos que constam da tela, especialmente a inusitada.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O Movimento consistia na deglutição da cultura estrangeira, incorporando-a na realidade brasileira para dar origem a uma nova cultura transformada, moderna e representativa da nossa cultura.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:15:46 UTC</pubDate>
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         <title>Robson Sampaio e Ana Luíza de S</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O PESCADOR - Tarsila do Amaral</div><div><br></div><div>Tarsila foi uma artista do Modernismo Brasileiro influenciada pelo Cubismo (estilização geométrica) e pelo Surrealismo (na sua fase antropofágica) e utilizou-se de intenso colorido para representar o Brasil (nacionalismo). Representava o cotidiano e paisagens rurais, tropicais e simples.</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div>O Pescador evidencia suas características gerais de pintura. Cores vibrantes, estilo geométrico, paisagem simples e representação do cotidiano do brasileiro são aspectos explorados nessa obra a partir da representação de um pescador em meio a uma vila e vegetação típica do Brasil.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:15:54 UTC</pubDate>
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         <title>Licia Araujo e Valeska Santos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Modernismo brasileoro</strong></div><div><br></div><div><strong>Artista: Tarsila do Amaral</strong></div><div><strong>Obra: A Negra (1923)</strong></div><div><strong>A obra possui elementos do cubismo no fundo da tela, além de não ter compromisso e rigor ao retratar as formas e ser a obra precursora do Movimento Antropofágico. A artista faz uso no fundo da tela de formas-cores e trama bidimensional. A obra é um hibridismo entre os valores da terra e a atualização da linguagem plástica, proclamados pelos modernistas da Semana de 22. Além disso, a mulher negra nua representa uma ama de leite e lembra a artista de sua infância, época em que as mucamas da fazenda em que vivia contavam-lhe histórias.</strong></div><div><br></div><div><strong>Vida da artista: </strong></div><div><strong>Tarsila nasceu em São Paulo, em 1886. A artista começou a aderir aos estilos das vanguardas modernistas ao voltar para o Brasil em 1922, apesar de já ter tido contato. Foi apresentada por Anita Malfatti aos modernistas Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti Del Picchia. Posteriormente, passaram a frequentar o atelier de Tarsila e formaram o Grupo dos Cinco. Em janeiro de 1923, na Europa , Tarsila se uniu a Oswald de Andrade e o casal viajou por Portugal e Espanha. De volta a Paris, estudou com os artistas cubistas: frequentou a Academia de Lhote, conheceu Pablo Picasso e tornou-se amiga do pintor Fernand Léger, visitando a academia desse mestre do cubismo. Casou-se com Oswald de Andrade em 1926 e, no mesmo ano, realizou sua primeira exposição individual, na Galeria Percier, em Paris.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:16:03 UTC</pubDate>
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         <title>Olga e Antônio </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Anita Malfatti<br> <br> •Biografia: Nasceu em 2 de dezembro de 1889. Era brasileira, filha de uma americana e de um italiano. Estudou Artes na Academia Imperial de Belasrtes. Teve papel importantíssimo na semana de 22. Foi casada com Oswald de Andrade. E morreu no dia 6 de novembro de 1964, aos 76 anos.<br> <br> •Obra: O homem amarelo<br> <br> •Análise da obra: A obra possui traços expressionistas. Ele traz uma aguda melancolia no seu olhar vago e distante. encontra-se visivelmente degastado e mal ajeitado no corpo contorcido, transpondo os limites da tela. Seus olhos escuros são delimitados por contornos pretos, com espessas sobrancelhas em forma de acento circunflexo.<br> <br> •Contexto histórico: 1 Guerra Mundial (1914)<br> <br> Dupla: Aryel e Marcela Thércia</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:17:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Beatriz F. e Rafaella </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-26 13:18:17 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Clara e Mayhirlane</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Di Cavalcanti&nbsp;<br>&nbsp;•Nascimento: 6 de setembro de 1897,Rio de Janeiro<br>&nbsp;•Morte:26 de outubro de 1976 (79 anos),Rio de Janeiro<br>&nbsp;<br>&nbsp;•Formação:Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e Académie Ranson.<br>&nbsp;<br>&nbsp;•Estilo artístico e temáticas&nbsp;<br>&nbsp;- Marcado pela influência do expressionismo, cubismo e dos muralistas mexicanos (Diego Rivera, por exemplo).<br>&nbsp;<br>&nbsp;- Abordou temas tipicamente brasileiros como, por exemplo, o samba. O cenário geográfico brasileiro também foi muito retratado em suas obras como, por exemplo, as praias.<br>&nbsp;<br>&nbsp;- Em suas obras são comuns os temas sociais do Brasil (festas populares, operários, as favelas, protestos sociais, etc.).<br>&nbsp;<br>&nbsp;- Estética que abordava a sensualidade tropical do Brasil, enfatizando os diversos tipos femininos.<br>&nbsp;<br>&nbsp;- Usou as cores do Brasil em suas obras, em conjunto com toques de sentimentos e expressões marcantes dos personagens retratados.<br>&nbsp;<br>&nbsp;•A riquíssima obra de Di Cavalcanti traz influências das principais escolas artísticas, no entanto, ele consegue desenvolver uma identidade tão forte que sua obra é reconhecida imediatamente, pela expressividade da sua arte que é genuinamente brasileira.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;As primeiras técnicas de pintura do artista foram influenciadas pelo expressionismo.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Já em 1923, quando parte para a sua temporada de dois anos em Paris, Di Cavalcanti passa a ter contato com as vanguardas artísticas que tomavam conta da França, ao estudar na Acadèmia Ranson de Paris participa do circulo cubista, que se tornaria um dos mais influentes pelo mundo afora naqueles anos do pós-guerra. Todavia, nessa época especificamente, o pintor ficará impressionado pelas criações de Pablo Picasso, e cuidará de dominar as técnicas cubistas do artista, além de se deixar influenciar também pela fase neoclássica de Picasso com o traço simples nas pinturas femininas.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Outra influência para o artista foi o muralismo mexicano, o de Diego Rivera, marido de Frida Khalo, principalmente.<br>&nbsp;<br>&nbsp;•Ingressou no modernismo:<br>&nbsp;Começa a pintar em 1920 e, já em 1921, pleiteia a exposição que resulta na Semana de Arte Moderna, sendo o seu idealizador - toma como modelo o Festival de Deauville, na França -, assim como é o autor do projeto gráfico do catálogo e programa.<br>-----------------------<br>&nbsp;<br>-CINCO MOÇAS DE GUARATINGUETÁ-<br>&nbsp;-ÓLEO SOBRE TELA-&nbsp;<br>&nbsp;-EMILIANO DI CALVALCANTI-<br>&nbsp;-Rio de Janeiro/Brasil/1976-<br>&nbsp;Mulatas representando cultura brasileira (tema abordado), cada uma em ângulos e representações diferentes, todas as garotas com semelhante tons de pele, cenário simplório, contraste entre volumes.<br>&nbsp;Na obra encontra-se presente o&nbsp;<br>&nbsp;Cubismo sintético: pelas formas fragmentadas, e imagens sobrepostas como colagens.<br>&nbsp;Fauvismo: pela presença de cores puras e fortes sem intenções críticas ou políticas, apenas uma apresentação cultural.<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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