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      <title>2021.01_História da Cidade_Discussão  by Eliana R Queiroz B</title>
      <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao</link>
      <description>Painel de discussão da  disciplina História da Cidade. PPGAU UFBA. Clique no sinal + para fazer sua contribuição.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-31 17:28:54 UTC</pubDate>
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         <title>Experiências</title>
         <author>licastros07</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1401426154</link>
         <description><![CDATA[<div>Pensando na perspectiva de experienciar o lugar, compreendi o "Prólogo Americano" de Le Corbusier como uma monografia descritiva de seus deslocamentos pela América. Um viajante em determinado espaço e tempo, interpretando os lugares em sua singularidade.<br>Não sei se cabe, mas o título Viagens e deslocamentos me remeteu a música Viagem de Vanessa da Mata.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 20:06:14 UTC</pubDate>
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         <title>outra nebulosa</title>
         <author>lucasmacielarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1411705620</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre o texto de Carsten Ruhl. Fiquei intrigado que -<br><br>o Partido Democrata Alemão (DDP), ligado à essa Nova Frankfurt, era o mesmo fundado pelo Walter Rathenau, ministro das relações exteriores [e&nbsp; judeu] assassinado em Berlim, 1922.&nbsp;<br><br>Acho que a República de Weimar tem dessas né, é uma época cheia de fantasmas LITERAIS, como o de Rathenau, o de Rosa Luxemburgo [MORTE TEMPORALMENTE COLADA COM O INÍCIO DA REPÚBLICA DE WEIMAR], e o de milhares de anônimos na Primeira Guerra.&nbsp;<br><br>E os fantasmas dos genocídios coloniais do comecinho do Séc. XX:&nbsp;<br>1. no sudoeste africano, que os alemães(sob ordem de Lothar Von Trotha) executaram contra os hererós e namaquas;<br>2. no Congo, dos Belgas e de Leopoldo II contra os nativos, genocídio do trabalho forçado, metas inatingíveis, mãos cortadas, pés cortados, etc. Enfim, uma desgraça, duas desgraças, mais que duas.<br><br>Aí voltando pra Nova Frankfurt, achei muito interessante a ideia de construção das unidades habitacionais vinculada a uma revista, e ver a tipografia modernista utilizada de forma institucional, apesar de muitos apartamentos serem proibitivos financeiramente para familias trabalhadoras mais pobres. (O autor comenta sobre isso nas notas no final);<br><br>Só que fiquei um pouco assustado de ver surgir no discurso de Naumann (que era do DDP), a ideia de uma "aristocracia", de uma "identidade nacional alemã", de "massas"; de "tarefa moral"; e de "übermensch", apesar de gostar de Nietzsche, tenho receio do uso do autor nessa época. Aí pode ser que seja só eu balançando minhas antenas paranóicas feito louco em cima do texto... mas tive a impressão que existe aí um atravessamento esquisito com o ideário da OUTRA NEBULOSA [não estou dizendo que é proposital, ou que eram os mesmos objetivos], já que essa república parece ser essa sopa meio amorfa de diferentes situações políticas e vida e rancor e violência e vontade de poder e vontade de construção.<br><br>Gente, perdão pelo textão, mas é que é diferente de falar. Falando posso esquecer metade das coisas e aí fica curto; mas escrevendo eu vou embora.&nbsp;<br><br>Minha pergunta é: Como esse projeto da Neue Frankfurt se situa nesse jogo político cheio de vetores caóticos e onde ele se coloca com relação â nebulosa fascista que está se formando por debaixo.<br><br>Viajei? É porque acho muito interessante o surgimento desse espectro do nazismo nesse período curto de tempo, e de novo, não to afirmando que a Neue Frankfurt se relaciona diretamente com esse projeto de horror, só quero entender como esse movimento de fabricação do nazismo já estava se empreendendo, se esse projeto(da Neue Frankfurt) era uma forma de construir na cidade uma conciliação de classes [era um mimetismo do socialismo?]; Se esse empreendimento tentava se colocar de forma neutra entre os dois lados do espectro político; E se foi recebido de forma positiva pelos diversos atores;&nbsp;<br><br>E talvez a questão principal, se é possível fazer essas leituras de conjuntura por meio do urbanismo;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-13 13:05:24 UTC</pubDate>
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         <title>Espectro, Mefistófeles, Fausto</title>
         <author>lucasmacielarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1412301422</link>
         <description><![CDATA[<div>Falei sobre uma nebulosa fascista que se forma debaixo, mas olha o tamanho do espectro de mefistófeles que surge acima da cidade no filme de Murnau.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-13 14:56:17 UTC</pubDate>
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         <title>Atores sociais</title>
         <author>licastros07</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1412960813</link>
         <description><![CDATA[<div>Como sou da geografia, quando fiz a leitura dos textos "&nbsp; Globalização e história ou atores sociais e culturas urbanas já são levados a sério?" e " A história leva os atores sociais a sério?". Associei os agentes/ atores sociais na perspectiva geográfica, Lobato Corrêa nos diz que o espaço urbano é reflexo e condicionante social, que os agentes sociais ( os proprietários de produção, os proprietários fundiários, os proprietários imobiliários, o Estado e os grupos sociais excluídos) são modeladores do espaço. Por isso, cheguei a fazer uma interferência na pergunta do colega sobre a hierarquia dos atores.<br>Com a explanação dos textos em aula, comecei a ficar confusa porque desse conhecimento prévio em uma outra área do conhecimento, mas depois entendi ou acho que entendi que a perspectiva que a disciplina apresenta é sobre reconstruir, analisar e até mesmo revelar atores nos casos da história. Aí fiquei pensando em uma questão: qual é o método/caminho que pode nos levar a encontrar esses atores?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-13 16:57:52 UTC</pubDate>
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         <title>Quantas cidades habitam em você? </title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1413125861</link>
         <description><![CDATA[<div>A reflexão desse ponto de partida da viagem ou das viagens me remeteu a uma entrevista da Margareth em um dos primeiros números da Redobra V.1 (2008) em que, não por acaso vejo eu agora, se insere também o texto que foi indicado para a leitura na primeira sessão (Corpos escritos). Repito aqui o trecho que mais me toca: "Quando você viaja,&nbsp; quando você se desloca de um lugar&nbsp; para o outro, você carrega as cidades com você, você leva as cidades com você</div><div>...</div><div>a gente leva para nossos destinos, os nossos lugares de origem</div><div>...</div><div>E eu sou assim síntese de uma série de interações sociais, em diversos tipos de coletividades, e são sínteses transitórias"</div><div>&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.corpocidade.dan.ufba.br/dobra/02_03_entrevista.htm" />
         <pubDate>2021-04-13 17:28:03 UTC</pubDate>
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         <title>A busca pela verdade e totalidade no planejamento da cidade</title>
         <author>isabellaillana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1414256383</link>
         <description><![CDATA[<div>Os planos arquitetônicos e urbanísticos mesmo quando possuem intenções nobres, suas soluções de aparência milagrosa exercem muito mais na teoria e nos traçados do que na pratica. Pois o problema está nessa busca da “verdade” e totalidade das coisas, no entanto devemos nos atentar que a verdade é relativa e a totalidade é incessantemente incompleta, encontrando-se a todo tempo aberta, por se preencher, assim como a cidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-13 23:15:58 UTC</pubDate>
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         <title>Qual o conceito de cidade? Se é que exista um consenso</title>
         <author>isabellaillana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1414264061</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-13 23:20:47 UTC</pubDate>
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         <title>Cidade, Imagem e História</title>
         <author>lucaslago</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1414804222</link>
         <description><![CDATA[<div>Na última aula fiquei lembrando bastante de uma conferência apresentada pelo Wim Wenders à arquitetos e urbanistas em Tóquio, que ele intitulou "A Paisagem Urbana". Nessa conferência, Wim Wenders buscou estabelecer uma aproximação entre a história da cidade e do cinema, apontando alguns problemas comuns que têm no uso das imagens e de certo caráter de espetacularização que atravessam tanto a história das cidades (especialmente no século XX) e do cinema. Ao situar esse possível problema comum entre urbanistas e&nbsp; cineastas, Win Wenders conta sobre uma tática que recorre para evitar que as imagens que ele produz sejam "arrastadas como todas as outras": a tática de utilizar as imagens sempre em função de uma história. Acreditar no primado da história é uma maneira de se proteger das doenças que, segundo ele, recairiam sobre a espetacularização das imagens. "Seriam estas experiências dos cineastas transponíveis às experiências dos arquitetos e urbanistas?" pergunta ele. "Haveria um equivalente para a paisagem urbana que tivesse uma significação semelhante aquela da história para o cinema?"&nbsp;</div><div><br></div><div>Trago essas reflexões pois as inflexões entre cidade, história e imagem e as suas interrelações conceituais e históricas aparecem para mim como uma questão transversal bastante proeminente ao longo das discussões dos nossos últimos encontros.</div><div><br></div><div>Eu sou do campo das artes e estou tomando contato (sobretudo nesse primeiro bloco da disciplina) pela primeira vez com boa parte das referências, que, acredito eu, são estruturantes no campo da arquitetura e urbanismo. Entretanto, o modo como as discussões se estabeleceram e as aulas foram conduzidas são bastantes instigantes e, justamente pela posição de certa distância, possibilita uma reflexão que caminha sempre entre o "conteúdo" ou a "informações" e os modos de manuseá-las, ou melhor, de apresentá-las.&nbsp;</div><div><br><br></div><div>Nesse sentido, trago a lembrança desse texto como uma tentativa de colocar essa questão. Na aproximação entre cidade e cinema, ou na reflexão sobre imagens e paisagens urbanas, a questão da História aparece como um problema, um incômodo, e também como uma condição fundamental. Como colocar o próprio Wim Wenders no texto:&nbsp;</div><div><br></div><div>“Só os filmes que deixam um lugar às brechas entre as imagens contam uma história; esta é a minha convicção. (...) As cidades não contam uma história, mas podem contar algo sobre A História. As cidades podem trazer em si sua história, e mostrá-la, podem torná-la visível ou ocultá-la. Como os filmes elas podem abrir seus olhos ou fechá-los.”&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 02:58:01 UTC</pubDate>
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         <title> </title>
         <author>lucaslago</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1414885886</link>
         <description><![CDATA[<div>Coloco em anexo a revista onde a tradução em português da conferência " A paisagem urbana" foi publicada, caso alguém se interesse e não conheça.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 03:39:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;Fotografia performativa&quot; - Relações entre Gideon e Wolfflin</title>
         <author>lucaslago</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1414896954</link>
         <description><![CDATA[<div>Na sessão do livro de André Tavares em que este comenta sobre as relações entre o Giedeon e Wolfflin, me parece parece instigante a relação que o Tavares busca reconhecer entre determinadas produções de Wolfflin e também nas suas aulas e no modo deste de lidar com as imagens, possíveis ressonâncias com certa ‘montagem’ trabalhada por Gideon. A questão da experiência com as imagens e uma uma certa montagem “narrativa” ou "cinematografia" das imagens aparece também como correlata de um certo modo de construção de conhecimento. A minha questão é pensar como que esse modo - de lidar com as imagens e de construir conhecimento - reconhecível tanto nas aulas de Wolfflin quanto ( e sobretudo) na montagem dos livros (tanto em Wolfflin quanto em Gideon) não se “perde” a partir das transformações técnicas do modo de produção gráfica e de produção das imagens? Ou melhor, de que maneira, a compreensão dessas transformações circunscrita a determinada perspectiva de “evolução linear das técnicas” não suprimiu uma forma ou um modo de pensamento experimental?&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 03:46:32 UTC</pubDate>
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         <title>Cidades Invisíveis</title>
         <author>dudaazeve</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1417565784</link>
         <description><![CDATA[<div>Ontem estava voltando em Italo Calvino, em Cidades Invisíveis, me perguntei sobre as cidades que carregamos em nós quando visitamos outros lugares. Marco Polo sai em uma expedição de viagem pelo império de Kublai Khan e tem como missão descrever as cidades do reino para Khan. O que me toca nesse livro é o caráter de viagem não somente do próprio personagem que está em movimento, mas também da literatura, que permite tensionamentos de um campo objetivo para um campo mais subjetivo, possibilitando uma abertura para reflexões sobre os deslocamentos das cidades em um tempo espaço sem margem. Marco Polo, no final do livro, questionado por Khan sobre qual das cidades descritas na missão é Veneza, perspicazmente diz "todas elas são Veneza", e que a viagem na cidade se dá através de um deslocamento da memória. É nessa memória sem fronteiras, que se desdobra em imagens de pensamento que Calvino descreve as cidades de Polo. Trazendo para nosso ponto de partida essa reflexão, ouso dizer que Le Corbusier no Prólogo Americano se assemelha, com Marco Polo, trazendo consigo além da curiosidade da investigação de um novo território, a memória de outros mundos. Quando ele trás uma Paris “selecionadora”, apertada, que se contrapõe a vastidão do território Americano, são as marcas da memória se deslocando e se manifestando no novo mundo. Foi algo que eu, como estrangeira aqui em Salvador, fiquei pensando sobre esses deslocamentos.&nbsp;</div><div><br></div><div>“Viajando percebe-se que as diferenças desaparecem: uma cidade vai se tornando parecida com todas as cidades, os lugares alternam formas ordens distâncias, uma poeira informe: invade os continentes. O seu atlas mantém intactas as diferenças: a multiplicidade de qualidades que são como as letras dos nomes.” (Cidades Invisíveis, Italo Calvino)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 17:14:03 UTC</pubDate>
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         <title>SOBRE ATORES E TEMPO III:</title>
         <author>diasjack02</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1417644892</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Eu não sou arquiteta.&nbsp; Tudo o que foi discutido é muito novo e importante para o meu projeto de pesquisa.&nbsp; A leitura dos textos e os debates em sala de aula são muito instigantes para pensar no percurso histórico para constituição de um &nbsp; campo acadêmico que se mostra cada vez complexo em sua articulação com o TEMPO.&nbsp;<br><br></div><div>O que me chamou atenção na discussão dos textos, dentre os vários exemplos partilhados &nbsp; de narrativas historiográficas sobre a produção do espaço urbano, entre correspondências de diferentes autores é a questão de <strong>atores e do tempo, uso de vocabulários( dentro dos oito pontos debatidos). </strong>Neste contexto fui pensando as formas hegemônica que caracteriza alguns  textos lidos, formas de percepção   de algumas realidades culturais, uso de  termos    desconectado ao  campo cientifico e ao contexto cultural entre outras  realidade . &nbsp;   Fui me perguntando também se a dado momento  não se  perdia no´´ tempo´´. Ou porquê &nbsp; construir o espaço urbano era complexo ao mesmo tempo que era paradoxal na medida em que nos remete a estar no tempo adaptando a logica de cidade&nbsp; cuja realidade é distinta mas semelhante.(projetos, planos e no acaso). &nbsp;<br><br></div><div>Percebendo que a cidade é um processo de historicidade e no entanto difícil de fingir a reprodução &nbsp; no tempo e necessitar de uma crítica, -- Como pensar a cidade&nbsp; no entanto como objeto arquitetônico em suas proximidades&nbsp; desfasamentos, anacronismo&nbsp; a partir de um&nbsp; refinamento léxico que não anuncia a morte e ressureição do &nbsp; sujeito.&nbsp; &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 17:28:59 UTC</pubDate>
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         <title>Viagem expiradora</title>
         <author>mariosantana1</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1418462242</link>
         <description><![CDATA[<div>É notório em Précisions, o deslumbramento que o autor tem sobre as florestas quando&nbsp; sobrevoa as Américas. E porque não dizer que foi está viagem justamente que lhe motivou um novo olhar sobre a Arquitetura e Urbanismo, criando as Vilas Verdes.&nbsp; É no livro Précisions que Le Corbusier menciona, pela primeira vez, o termo” Ville Verte”. Esta designação é usada a propósito da sexta conferência dada a 14 de Outubro de 1929.<br><br></div><div>E o seu discurso sobre desenvolvimento urbano e meio ambiente fica ainda mais evidente quando ele expressa:<br><br></div><div><em>&nbsp;“Pode-se fazer um pacto com a natureza pela transformação na escala dos dispositivos urbanísticos e pela nova ordem de magnitude dos volumes edificados. A natureza pode incluir-se no contrato de arrendamento. A natureza existia antes de existir a cidade, a cidade desalojou-a e pôs no seu lugar pedras, tijolos e asfalto”.<br></em><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 20:42:47 UTC</pubDate>
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         <title>Sob uma nova ótica</title>
         <author>mariosantana1</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1418569270</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br><br></div><div>A Disciplina História das Cidades, é de grande importância para a construção do meu Projeto de Pesquisa e vem contribuindo muito para a minha compreensão sobre os estudos da Urbanização. Sou Geografo&nbsp; e os estudos sobre conquista e exploração do espaço geográfico me interessam muito. Sobre Globalização bebo na fonte de Milton Santos onde o autor no Livro Por Uma Outra Globalização. traz uma série de conceitos sobre o tema. Dentre elas destaco o conceito de “globalização perversa” e a descrição de seus fundamentos, particularidades e efeitos, que permitem refletir sobre alguns dos atuais processos decorrentes da globalização. Ao discorrer sobre um cenário pessimista e apontar as várias crueldades nele presentes, o geógrafo brasileiro é feliz ao indicar que o estado de coisas vigente não é algo natural e, portanto, tampouco é irreversível. Pelo contrário: as bases técnicas que sustentam e permitem os processos modernos são, em si, neutras, e é a ideologia dominante, com características muito específicas, que permite que as engrenagens do mundo e da globalização funcionem do modo como o fazem na atualidade. Estas mesmas bases que permitem a manutenção da perversidade como norma são aquelas que podem permitir, se reutilizadas a partir de um novo paradigma ideológico, que a “globalização como possibilidade” se manifeste. Daí a importância de conhecer estas bases e destrinchar a ideologia que as organizam atualmente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 21:26:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>rafaelaizeli</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1418656813</link>
         <description><![CDATA[<div>Livro de verbetes "Viagens, deslocamentos e espaços", organizado por Stelamaris Coser&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 22:11:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaelaizeli</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1418665749</link>
         <description><![CDATA[<div>"Antes de mais nada vamos limpar o terreno: É preciso matar a 'rua-corredor'." (LE CORBUSIER, 1930, p.169)<br><br>"Rua: O espaço, que ha entre as casas de hua Cidade, para a passagem da gente [...] pelas ruas corre a agua da chuva, que cahe dos telhados, como tambem a dos poços, &amp; das fontes, que se derrama nas ruas. Também corre a gente as ruas, &amp; cada hua dellas he hua corrente do povo, que vay ao seu negocio" (BLUTEAU, 1720, In "A aventura das palavras da cidade, através dos tempos, das línguas e das sociedades")</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 22:17:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sobre o Prólogo Americano</title>
         <author>Neanhy</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1418722086</link>
         <description><![CDATA[<div>Fiquei impressionada como a cada descrição e cada palavra por meio desse texto nos faz "viajar" juntamente com Le Corbusier. À medida que eu avançava na leitura, eu conseguia enxergar o que ele queria trazer, me trouxe boas sensações, pois olhar de cima é uma das melhores visões que a gente tem em meio a deslocamentos e viagens. Por experiência pessoal, gosto de viajar à noite por conta das luzes que vejo da cidade. Mas não dispenso a experiência de viajar pela luz, porque é quando enxergamos as coisas, e nesses momentos o que eu mais gosto de ver são os formatos das cidades, a formação dos campos, a água, até os prédios urbanos... As cidades vistas de cima trazem "encantamentos" que aguçam a nossa curiosidade e a sensação de leveza e paz. Deixo abaixo um dos meus registros fotográficos, assistindo minha cidade de Fortaleza do céu no deslocamento para Salvador, no dia 11/01/2020.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 22:47:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atmosfera Moscovita</title>
         <author>Neanhy</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1418746078</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto sobre Moscou me chamou bastante atenção, especialmente trazendo a perspectiva nova sobre a construção da cidade industrial.<br>Em alguns momentos no final, o autor fala em relação ao surgimento do urbanismo, discute um pouco sobre a organização da cidade em específico, a onda do urbanismo, desurbanização e uma carta ao final. Mas o que não fica claro ainda é o que ele quis trazer como "desurbanização" no texto da página 259. E a que ponto específico ele se referia a isso?</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-04-14 23:02:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Das neue Frankfurt | Arquiteturas Orgânicas (?)</title>
         <author>Neanhy</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1418769388</link>
         <description><![CDATA[<div>Me assustei muito ao ver essa planta ... me intrigou bastante. Não me pareceu "sair da zona de conforto" ou "infringir as leis de simetria". Configurações padronizadas..</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 23:16:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Design editorial&quot; do Livro da Arquitetura</title>
         <author>Neanhy</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1418796437</link>
         <description><![CDATA[<div>Prefiro esse termo (mas porque sou designer).<br>André Tavares é cirúrgico em suas análises, e particularmente fiquei fascinada e envolvida pelo texto, pela relação imagem-texto e composição visual que Giedion adotou. Me fez rememorar uma disciplina da graduação sobre História da Arte e Design, que vão muito de encontro ao que estamos estudando aqui. Nesse ponto, o que me chamou muita atenção foi quando Tavares cita no texto é o paralelo sobre os artistas da época da vanguarda: designer que estavam a construir uma nova estética para o design editorial: Moholy-Nagy e El-Lissitzky. Esse último em específico me deu nostalgia: a sua estética na relação do uso de palavras transversais e imagens e cores chamativas. Ele era peculiar em suas percepções.<br><br>Segundo ponto que me chamou atenção: O trabalho de design editorial de Giedion, a tipografia, as imagens, as cores e os arranjos visuais para cada detalhe de seus livros. Mas Bauen in Frankreich traz um design visual totalmente diferente do outro livro. Um designer nato (?)<br><br>Terceiro ponto: me fez muito feliz ler e ver os arquivos originais das anotações de Giedion, com suas descrições específicas, as cartas de Gropius (uma das grandes referências que estudamos no design). A gente começa a enxergar melhor todo o processo... E me deixou mais feliz ainda as imagens que Dani trouxe para sala.<br><br>Fiquei feliz que as visões do design e do mundo da história da arquitetura se encontraram aqui nessa temática. Na verdade, elas sempre estiveram juntas! Somente posso ser muito grata por essa leitura.<br><br>(imagem de uma obra de El Lissitzky)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 23:30:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Literatura sugerida...</title>
         <author>Neanhy</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1418833972</link>
         <description><![CDATA[<div>"The Architecture of the Book" : El Lissitzky's Works on Paper, 1919-1937<br><br><strong>Trechos que ligam Giedion e El Lissitzky: </strong><br><em>"Still, these questions of identity and difference are not idle, and Tynianov challenges us to repeat them with each work, reconstructing the series into which they are inserted, which in turn injects unintended functions into them. They arise again when Lissitzky returns to Record, cutting it into vertical strips and extending them at regular intervals, as if to approximate the cinematic flicker of his Dresden room. Around the time Lissitzky revised the picture, Sigfried Giedion visited the second iteration of his Demonstrationsraum at the Hannover Provinzialmuseum, and found himself confronted with similar, apparently systemic resonances: <br></em><em><mark>- One can still see today, in farmers’ houses in Catholic regions, icons made out of painted glass strips which alternately join together and dissolve for the passing viewer. Lissitzky has incorporated—perhaps unconsciously—the baroque tradition and translated it into abstraction. </mark></em><em>&nbsp;-<br>Had Lissitzky read Giedion’s review before he returned to Record? Was he perhaps familiar with the genre of images Giedion refers to—the so-called ‘turning pictures’ that frequently also function as a memento mori, painted on one side of their pleated surface with a portrait, and the other with a death’s head? The questions are again the same, and we are faced with&nbsp; the problem of correlating and differentiating the function of the interstices within Lissitzky’s para-cinematic experiments and those of the anamorphosis, from which the object appears to look back."&nbsp;</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 23:51:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SOBRE ATORES E TEMPO I:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1418979179</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp;"É mais difícil homenagear a memória dos anônimos do que a dos famosos. A construção histórica é dedicada à memória dos sem nome" WB<br>imagem: Portbou [Memorial WB]</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1138338382/174a46c9dbf16dfa749820540c6b7679/800px_Memorial_Walter_Benjamin_Portbou_004.jpg" />
         <pubDate>2021-04-15 00:50:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SOBRE ATORES E TEMPO II:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1420591321</link>
         <description><![CDATA[<div>Corbu fascista?</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/24/eps/1556120509_019452.html" />
         <pubDate>2021-04-15 12:09:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1420596273</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.publico.pt/2015/04/30/culturaipsilon/noticia/le-corbusier-visionario-mas-tambem-militante-fascista-1694163" />
         <pubDate>2021-04-15 12:10:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Site de referências tipográficas</title>
         <author>lucasmacielarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1420633594</link>
         <description><![CDATA[<div>lembrei também desse site, que acho que a galera que gosta de design editorial já deve conhecer, mas pra quem não conhece tá aí:&nbsp;<br><br>(dá pra pesquisar publicações com recorte histórico, [tipo de 1900-1945, ou 1870-1900] o que eu acho muito massa num site)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://fontsinuse.com/uses/2630/neues-bauen-in-berlin" />
         <pubDate>2021-04-15 12:21:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REFERÊNCIA - A aventura das palavras da cidade Através dos tempos, das línguas e das sociedades. Christian Topalov, Stella Bresciani, Laurent Coudroy de Lille e Hélène Rivière d’Arc (Orgs.) </title>
         <author>victormouraarqurb</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1420646942</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 12:25:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Citação de Walter Benjamin</title>
         <author>lucasmacielarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1420652982</link>
         <description><![CDATA[<div><br>TRABALHOS NO SUBSOLO<br>"Vi em sonhos um terreno deserto. Era a Praça do Mercado de Weimar. Havia escavações em curso. Também eu escavei um pouco a areia. E vi aparecer o pináculo da torre de uma igreja. Não cabendo em mim de alegria, pensei: um santuário mexicano pré-animista, o Anaquivitzli. Acordei rindo.&nbsp; (Ana = <strong><em>ἀνά</em></strong>; vi = vie; witz = igreja mexicana [!])"&nbsp;<em>está em Rua de mão única.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 12:26:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Margareth mencionou rapidamente sobre a diferença das palavras: cidade, urbano, urbanismo.  Penso que valeria a pena voltar nesse ponto, visto que a disciplina é intitulada “História da Cidade” e temos discentes de diferentes áreas e níveis de formação.  </title>
         <author>victormouraarqurb</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1420679606</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-04-15 12:33:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1420679606</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sobre as leituras antes da aula</title>
         <author>ygorarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1421056362</link>
         <description><![CDATA[<div>Gente eu li atentamente os textos, tem coisas que ainda serão lacunas, mas o que mais me tocou foi perceber como minha graduação foi "le corbusiana", e como a arq e urb brasileiras foram de alguma forma afetadas pelo trabalho dele, so meu dei conta agora rsrs&nbsp; ele meio que se impressionou com a descoberta da diversidade, reperiu a terra é redonda (2x), percebi que narrava la do avião a natureza ( me lembrei da 1 parte do livro os sertões de euclides da cunha desbravando o&nbsp; brasile) '...</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-04-15 13:50:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;as cordinheiras são rulgas&quot;, &quot; corrente arquitetonica&quot;, enfim so algumas coisinahs que me afetaram no 1 parte do livro</title>
         <author>ygorarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1421059497</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-04-15 13:51:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1421059497</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Eu fiquei parado na de le corbusier, pois apesar da influência dele em nossa formação eu li pouco os textos sobre. Na pixação e em minha pesquisa, o corpo do pixador é meu modulor rsrsrs, mas com a pegada corpografica de paola, a &quot;estetica da ginga&quot; do corpo do pixador desenhando e atravessando o planejamento urbano hegemonico saber o tempo, o lugar, o contexto politico etc dele, do planejamento, dos autores vai me ajudar na pesquisa, graças a esssas 4 aulas que ja estão reativando meus neuronios academicos. bjos</title>
         <author>ygorarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1421071807</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 13:53:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1421071807</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sobre o uso das palavras (relação entre o mini curso da cronologia urbanística e os temas abordados aqui </title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1421144567</link>
         <description><![CDATA[<div>Comentário por Daniela Ortiz por email: Apesar de temas cruzarem, as abordagens são muito diferentes, a começar por dizer que Stella ainda usa termo "Le Corbusier e Latinoamérica" e nós estamos lutando para dizer que Le Corbusier usa neste período o termo "Américas" ao se referir a sua passagem por Paraguai, Uruguai, Argentina e Brasil, o que muda tudo em termo historiográfico. O que ela faz com Le Corbusier, é, ao meu ver, no mínimo, uma falta de atenção aos atores, às nebulosas e a um modo de fazer história encarnada nos sujeitos.</div><div>Outra coisa: nossa análise propõe um conceito ampliado (e mais complexo) da ideia de viagem, que não começa quando Le Corbusier põe o pé em solo americano, mas é um turbilhão de deslocamentos e viagens tanto móveis, quanto imóveis (intelectuais), vejam o nosso enorme esforço da semana passada! Como a gente chegou a juntar a experiência soviética com o livro <em>Précisions</em> e a experiência americana, que praticamente foi ignorada por Stella, ou ainda das bringas franco-alemãs do CIAM, da relação com Giedion... enfim, um mundo de diferenças, de pontos de partida, de repertórios, de operações historiográficas e teorizações...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 14:06:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ygorarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1421147850</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 14:07:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lucas Maciel</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1422060793</link>
         <description><![CDATA[<div>Obrigado, Eliana, Prof Rita, André, João Vitor e Mario. Tambem tô pesquisando um autor muito problemático que é o Borges, que apesar de ser bastante crítico ao nazismo, era muito próximo de outros regimes ditatoriais extremamente violentos, como o de Videla e de Pinochet. Então essas zonas cinzentas tensas da República de Weimar, da barbárie em Walter Benjamin, de Heidegger e a aderência bizarra dele ao nazismo, me intrigam tbm. Me senti geograficamente perto de voces e anotei as referências&nbsp;</div><div>Prof Rita, qual o nome do autor da antologia de textos da republica de Weimar&nbsp;</div><div>?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 16:52:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dani O:</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1422082577</link>
         <description><![CDATA[<div>Lilly Reich e' o nome da arquiteta e designer que colaborou com o Mies van der Rohe</div><div><a href="https://www.gsd.harvard.edu/event/samia-henni-designing-for-the-milieu-feminin-frances-attempts-to-keep-algerian-women-away-from-islamic-customs/">https://www.gsd.harvard.edu/event/samia-henni-designing-for-the-milieu-feminin-frances-attempts-to-keep-algerian-women-away-from-islamic-customs/</a></div><div>link para a palestra da Samia Henni&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 16:56:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lucas Maciel</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1422088963</link>
         <description><![CDATA[<div>Dani e Margô, só queria dizer que amei os textos e as discussões também, principalmente no lance do objeto-livro também como fonte primária, como Eliana falou no começo da reunião;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 16:57:30 UTC</pubDate>
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         <title>Margareth da Silva Pereira</title>
         <author>queirozeliana</author>
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         <description><![CDATA[<div>e para usar outra palavra sobre a qual precisamos pensar...quais hegemoinias?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 16:58:13 UTC</pubDate>
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         <title>André</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1422095619</link>
         <description><![CDATA[<div>Na esteira de uma teoria feminina da arquitetura e da fala da Margareth de que "carregamos muitas cidades no corpo", acho que é a Clara Greed no prefácio de "Women and Planning" que diz que a primeira cidadania é o útero.&nbsp;</div><div>Para quem de lá vem, é a primeira cidade; para quem possui um, é mais uma cidade no corpo.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 16:58:49 UTC</pubDate>
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         <title>Alyssa Volpini</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1422099171</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.fau.usp.br/eventos/fau-encontros-sexo-e-arquitetura-da-cidade/" />
         <pubDate>2021-04-15 16:59:30 UTC</pubDate>
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         <title>André</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1422103997</link>
         <description><![CDATA[<div>Na esteira de uma teoria feminina da arquitetura e da fala da Margareth de que "carregamos muitas cidades no corpo", acho que é a Clara Greed no prefácio de "Women and Planning" que diz que a primeira cidadania é o útero.&nbsp;</div><div>Para quem de lá vem, é a primeira cidade; para quem possui um, é mais uma cidade no corpo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 17:00:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Mario Luis Carneiro Pinto de Magalhaes</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1422119421</link>
         <description><![CDATA[<div>Precisamos ter por ponto de partida que qualquer recorte sincronico serah cheio de contradicoes</div><div>Ateh pq, cada ator social jah guarda em si suas proprias contradicoes</div><div>Eh a tensao entre a dimensao de um localismo radical e fechado na interpretacao de alguns e os aspectos cosmicos e cosmopoliticos na base do pensamento kantiano</div><div>Lepetit nos lembra depensar a cidade como categoria das praticas sociais</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 17:03:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ygor de Andrade</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1422123195</link>
         <description><![CDATA[<div>to aqui tentando achar o que escrevi no chat aula passada, sobre os textos e tal, e me dei conta que é uma metodologia né, procurar uma fala que talvez sumiu ao vento, mas que como pesquisadores reviramos os arquivos até ver se achamos algum vestigio pelo menos. O tempo do texto lido, do texto pensado, digerido, passado, quando chega no agora as vezes é por natureza lacunar, eliana ate falou pra nao virarmos hegemonicos ao preencher essas lacunas que tecemos na pesquisa. Vou seguir aqui procura</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 17:04:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>André</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1422126137</link>
         <description><![CDATA[<div>Lucas, o Mumford, quando fala de regionalismo em arquitetura e analisa a Heimatsarchitektur, fala muito sobre as questões do nacionalismo e raciais no interior da arquitetura e mesmo do pensamento romântico alemão. Talvez te interesse.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 17:04:40 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução da Discussão sobre a primeira parte da disciplina (a partir das minhas notas de aula)</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1422137073</link>
         <description><![CDATA[<div>Somos heterogêneos enquanto participantes - direito, geografia, planejamento, sociologia, design, artes...</div><div>Temos temas/ objetos relativamente novos - a história das barracas, das religiões afro-brasileiras, o Pixo, etc; e temas ou objetos recorrentes: cidade de goiás, o patrimônio do bairro do comércio SA, etc</div><div>Cada um falando de uma situação específica dialogando com autores que são atores específicos.</div><div>Problema aqui trazidos que servem de ancoragem.</div><div>Transversalidade entre dispositivos construídos e dispositivos textuais</div><div>Disciplina: 2 objetivos&nbsp;</div><ul><li>pensar sobre os processos intelectuais desses&nbsp; atores - que são também autores</li><li>suspender determinadas questões historiográficas tidas como hegemônicas</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; = questionar encaminhamentos de determinadas questões</div><div><br><br></div><div>Até agora, pontos de chegada que viraram nossos pontos de partida para a discussão: uma casa, um livro, uma cidade, uma viagem.&nbsp;</div><div>= e quando a gente abstrai a gente percebe que pode abarcar quase todas as diferentes situações de pesquisa aqui.</div><div>Procedimentos de pesquisa e esforços comuns - Seguindo os "fios.</div><div>Entender processos intelectuais | entender a ausência de neutralidade | propor e entender sínteses como provisórias.</div><div>Meus destaques:</div><ul><li>&nbsp;Na SESSÃO 1 - ponto de partida a Maison La Roche, a discussão girou em torno dos diferentes entendimentos do texto da Margareth e do Lepetit e das diferentes temporalidades desses textos. Lepetit na dec de 90, Margareth Pereira em meados dos anos 2000, discutindo ali com a Daniela Ortiz e por outro lado nós, em conjunto, discutindo esses mesmos textos, dessas pessoas, em 2021.</li><li>&nbsp;Na SESSÃO 2 -&nbsp; discussão da noção de rede, rede de sociabilidade (que vem de uma expressão da língua francesa) versus a noção de nebulosa. Tudo isso para chamar atenção para o fato de que as vezes a gente não se entende nem quando está falando a mesma língua. Portanto o problema não é a palavra, mas o conteúdo que a palavra pressupõe.</li></ul><div>Nessa mesma sessão, para desenvolver o argumento sobre o livro, Daniela e Margareth falaram mais do que Giedion fez antes e depois do próprio livro, do que do livro em si.</div><div>=para situar o livro nessa nossa história, precisou entender de onde o autor partiu, com quem ele se relacionou e aonde ele chegou depois do livro, tudo isso para entender o próprio livro dentro das TemporalidadeS desse ator</div><ul><li>&nbsp;Na 3a SESSÃO - sobre uma cidade, eu coletei alguns trechos das falas que achei importante retomar:<ul><li>"vou entrando em Frankfurt a partir dessa correspondência" (Daniela Ortiz)</li><li>"sair das cartas e o que o nossos corpo vão descobrindo quando conhecemos esses espaços aonde vão acontecendo esses encontros" (Daniela Ortiz)</li><li>"a gente entra na fonte secundária depois vai pros arquivos e depois volta pra cá" (Daniela Ortiz)</li></ul></li></ul><div>O que me chama atenção é essa coisa corporal, desses verbos de ação corporal mesmo, "entrar" e "sair" das fontes = é uma busca para encontrar uma cidade que não está nos documentos oficiais - está nas relações e na experiência.</div><ul><li>Na 4a SESSÃO, mais fresca na memória, não vou repetir o que a gente abordou na semana passada, mas eu só vou lembrar de um detalhe, do email da Daniela Ortiz, quando ela nos mandou as leituras da semana. Ela disse: estamos "trabalhando esse livro como fonte primária". Eu&nbsp; parei aí nessa reflexão. Todo mundo está consciente do que significa encarar um livro como fonte primária? Como esse simples fato muda sua relação com as suas referências? Fica é um convite a pensar as suas fontes, a sua bibliografia como fonte primária.&nbsp;</li></ul><div><br><br></div><div>Nesse percurso aqui até agora fazendo esse esforço de pensar a noção de história junto com a noção cidade - que a Margareth falou até agora em todas as sessões que não é uma coisa natural - elas trouxeram recorrentemente algumas noções: Tempo&nbsp; | Recorte |&nbsp; Situação | TemporalidadeS | EspacialidadeS | Atores | Narrativa | Arquivo | Desvio&nbsp; |</div><div>A ideia dessa discussão é a reflexão de cada um:&nbsp;</div><ul><li>Que formas de pensar o tempo e e a história que a sua pesquisa suscita?</li><li>Como a sua pesquisa pode fazer mais complexa algumas narrativas hegemônicas sobre o seu tema/objeto de pesquisa?</li><li>Com quais arquivos vocês estão trabalhando e de que forma vocês interrogam esses arquivos, tendo em vista o que foi aqui discutido?</li><li>E aí pensando que o próprio corpo é/ pode ser um arquivo, como é que estamos fazendo esses diferentes arquivos falarem?</li></ul><div>Narrativas:&nbsp;</div><ul><li>Qual é o seu vocabulário? Como o curso fez você se interrogar sobre o seu vocabulário? Qual a história das suas palavras?</li></ul><div>Hegemonia:</div><ul><li>Hegemonia onde, quando e de que forma? Qual a historicidade do seu próprio tema/objeto? Como o olhar sobre o seu tema/objeto se transformou ao longo do tempo? porquê? por quem?</li><li>Quais lugares comuns em relação ao seu tema/objetos podem ser confrontados? Quais palavras aparacem e em que momento?</li><li>Que desvio essas formas de olhar, esses procedimentos metodológicos provocaram na sua "linha reta" (muitas aspas aqui) de pesquisa?</li></ul><div>Atores e a questão de questionar narrativas que não vem colocando uma atenção aos atores:</div><ul><li>Atenção aos atores no seu espaço tempo, sejam eles as figuras sobre os quais escrevemos, sejam nossos pares que já escreveram sobre o que estamos escrevendo.</li><li>Quais são os atores, quais são os fantasmas?</li><li>Quando escreveu-se esse texto? porque? como?<br><br></li></ul><div><br><br></div><div><strong>Qual é a questão de atualidade que nos empurra?</strong></div><div>Para terminar aqui essa minha provocação para incitar o debate:</div><div>Daniela Ortiz, sobre o processo docente dela&nbsp; fora do Brasil nos relatou o ato de convidar o aluno "você é responsável como futuro historiador da arte a ter a noção de que você esta construindo". Eu repito essa mesma pergunta aqui para vocês como pesquisadores e futuros pesquisadores, o que vocês estão construindo?</div><div>E por último uma fala da Rita Velloso em uma das reuniões: "se eu não sair dessa conversa provocada, não faz sentido". Eu coloco aqui para abrir o debate: como essas questões todas abordadas te movimentaram?</div><div><br><br></div><div>Agora cada um fala a que vem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 17:06:42 UTC</pubDate>
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         <title>Paola Jacques:</title>
         <author>queirozeliana</author>
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         <description><![CDATA[<div>Accumulation, 1971</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 17:44:03 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação Rita Velloso</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1486651621</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-03 18:17:40 UTC</pubDate>
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         <title>O Flanar</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1491899959</link>
         <description><![CDATA[<div>"Que significa flanar? Flanar é ser vagabundo e refletir, é ser basbaque e comentar, ter o vírus da observação ligado ao da vadiagem. Flanar é ir por aí, de manhã, de dia, à noite, meter-se nas rodas da populaça, admirar o menino da gaitinha ali à esquina, seguir com os garotos o lutador do Cassino vestido de turco, gozar nas praças os ajuntamentos defronte das lanternas mágicas, conversar com os cantores de modinha das alfurjas da Saúde, depois de ter ouvido dilettanti de casaca aplaudirem o maior tenor do Lírico numa ópera velha e má; é ver os bonecos pintados a giz nos muros das casas, após ter acompanhado um pintor afamado até a sua grande tela paga pelo Estado; é estar sem fazer nada e achar absolutamente necessário ir até um sítio lõbrego, para deixar de lá ir, levado pela primeira impressão, por um dito que faz sorrir, um perfil que interessa, um par jovem cujo riso de amor causa inveja.(...) Flanar é a distinção de perambular com inteligência.(35-41)</div><div>(...)</div><div>conhecendo cada rua, cada beco, cada viela, sabendo-lhe um pedaço da história, como se sabe a história dos amigos (quase sempre mal), acaba com a vaga idéia de que todo o espetáculo da cidade foi feito especialmente para seu gozo próprio. (47-49).</div><div>(...)</div><div>E de tanto ver que os outros quase não podem entrever, o flâneur reflete.(...) ei-lo a pintar os pensamentos, a fisionomia, a alma das ruas."</div><div>João do Rio. A Alma Encantadora das Ruas (Locais do Kindle 50-52). Edição do Kindle.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-04 22:23:30 UTC</pubDate>
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         <title>A tatuagem</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1491903450</link>
         <description><![CDATA[<div>"Da tatuagem no Rio faz-se o mais variado estudo da crendice. Por ele se reconstrói a vida amorosa e social de toda a classe humilde, a classe dos ganhadores, dos viciados, das fúfias de porta aberta, cuja alegria e cujas dores se desdobram no estreito espaço das alfurjas e das chombergas, cujas tragédias de amor morrem nos cochicholos sem ar, numa praga que se faz de lágrimas. A tatuagem é a inviolabilidade do corpo e a história das paixões.(336-339)</div><div>(...)</div><div>Nas casas da Rua da Alfãndega, Núncio e Senhor dos Passos, existem, sob o soalho, feitiçarias estranhas, e a tatuagem forra a pele dos homens como amuletos (347).&nbsp;</div><div>(...)</div><div>A outra camada é a mais numerosa, é toda a classe baixa do Rio - os vendedores ambulantes, os operários, os soldados, os criminosos, os rufiões, as meretrizes. Para marcar tanta gente a tatuagem</div><div>tornou-se uma indústria com chefes, subchefes e praticantes. (350-351).&nbsp;</div><div>O marcador trabalha como as senhoras bordam".&nbsp;</div><div>João do Rio. A Alma Encantadora das Ruas (Locais do Kindle 366-367). Edição do Kindle.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-04 22:25:17 UTC</pubDate>
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         <title>O botequim</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1491907508</link>
         <description><![CDATA[<div>"O meu excelente amigo fez-me entrar num botequim da esquina da Rua de S. Pedro e os meus olhos logo se pregaram na parede da casa, alheio ao ruído, ao vozear, ao estrépito da gente que entrava e saía. Eu estava diante de uma grande pintura mural comemorativa. O pintor, naturalmente agitado pelo orgulho que se apossou de todos nós ao vermos a Avenida Central, resolveu pintá-la, torná-la imorredoura, da Rua do Ouvidor à Prainha. A concepção era grandiosa, o assunto era vasto-o advento do nosso progresso estatelava-se ali para todo o sempre, enquanto não se demolir a Rua do Núncio. Reparei que a Casa Colombo e o Primeiro Barateiro eram de uma nitidez de primeiro plano e que aos poucos, em tal arejamento, os prédios iam fugindo numa confusão precipitada.&nbsp;</div><div>(...)</div><div>Aquele café não era café, era uma catedral dos grandes fatos. Na parede fronteira, entre ondas tremendas de um mar muito cinzento rendado de branco, alguns destroyers rasgavam o azul denso do céu com projeções de holofotes colossais.</div><div>&nbsp;O amador, que é o dono do botequim, e o artista cheio de imaginação, que é o Paiva, não se haviam contentado, porém, com essas duas visões do progresso: a avenida e o holofote".&nbsp;</div><div>João do Rio. A Alma Encantadora das Ruas (Locais do Kindle 609-619). Edição do Kindle.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-04 22:27:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1493625968</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 13:09:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 12:18:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>licastros07</author>
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         <description><![CDATA[<div>CANEVACCI, Massimo. A cidade polifônica: ensaio sobre a antropologia da comunicação urbana. 2ª ed. São Paulo: Studio Nobel, 2004, p.106.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 12:43:31 UTC</pubDate>
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         <title>Cidade e experiência</title>
         <author>licastros07</author>
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         <description><![CDATA[<div>Interior - 5 a seco<br><br>" Por ser daqui, conheço as ruas e calçadas<br>Conheço o interior das casas<br>E o interior de quem vive dentro das casas<br>E o interior do interior</div><div>Conheço histórias que há milênios são contadas<br>Outras que foram apagadas<br>Conheço histórias que ainda estão encasuladas<br>Só esperando acontecer [...]"<br><br>Composição:&nbsp; Tó Brandileone / Vinicius Calderoni.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 12:52:47 UTC</pubDate>
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         <title>Hannah Arendt, NY, 1942</title>
         <author>lucasmacielarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1521585947</link>
         <description><![CDATA[<div>W. B.<br>O crepúsculo voltará algum dia.<br>A noite descerá das estrelas,<br>Repousaremos nossos braços estendidos<br>Nas proximidades, nas distâncias.<br>Da escuridão soam suavemente<br>Pequenas melodias arcaicas. Ouvindo,<br>Vamos desapegar-nos,<br>Vamos finalmente romper as fileiras.<br>Vozes distantes, mais perto de luto.<br>Essas são as vozes e esses os mortos<br>Pré-enviados como mensageiros<br>Na frente, para levar-nos no sono</div><div><a href="https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-69922020000300817&amp;script=sci_arttext">https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-69922020000300817&amp;script=sci_arttext</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 15:58:43 UTC</pubDate>
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         <title>As tabuletas</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1522620977</link>
         <description><![CDATA[<div>"Mas as tabuletas extravagantes são as do pequeno comércio, sem a influência de Paris, a importação direta e caixeiros elegantes de lenço no punho: as vendas, esta criação nacional, os botequins baratos, os açougues, os bazares, as hospedarias... Na Rua do Catete há uma venda que se intitula 0 Leão na Gruta. Por quê? Que tem a batata com o leão que nem ao menos é conhecido de Daniel? Defronte dessa venda há, entretanto, um café que é apenas Café de Ambos Mundos. E se não vos bastar um café tão completo, aí temos um mais modesto, na Rua da Saúde o Café B.T.Q. E sabem que vem a ser o B.T.Q., segundo o proprietário? Botequim pelas iniciais! Essa nevrose das abreviações não atacou felizmente o dono da casa de pasto da Rua de S. Cristóvão, que encheu a parede com as seguintes palavras: Restaurant dos Dois Irmãos Unidos Por... Unidos por... Pelo quê? Pelo amor, pelo ódio, pela vitória? Não! Unidos Portugueses. Apenas faltou a parede e ficou só o por- "</div><div>João do Rio. A Alma Encantadora das Ruas (Locais do Kindle 660-666). Edição do Kindle.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 20:21:19 UTC</pubDate>
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         <title>Os presepes</title>
         <author>queirozeliana</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1522690330</link>
         <description><![CDATA[<div>"O mais interessante, porém, fui encontrar na praia Formosa, centro de um cordão carnavalesco de negros baianos. (...) O presepe está armado no quarto da sala de visitas. É inaudito, todo verde com lantejoulas de prata.(...) O grupo carnavalesco chama-se Rei dos Ouros. (...) Dentro move-se, numa alegria carnavalesca, o bando de capoeiras perigosos da Rua da Conceição, de S. Jorge e da Saúde. A sala tem cadeiras em roda, ornamentadas de cetim vermelho, cortinas de renda com laçarotes estridentes. (...) brutamontes de sapato de entrada baixa e calção de fantasia de velho e de rei dos diabos. (...)</div><div>E a gente do reisado logo batendo palmas, pandeiros e berimbaus (...) A manifestação satisfaz. Dudu leva-me quase a força para um lugar de honra e eu vejo uma mulatinha com cabelo à Cleo de Merod, enfiada numa confusa roupagem rubra.</div><ul><li>&nbsp;Quem é aquela?</li><li>É Etelvina. Tá servindo de porta-bandeira...</li></ul><div>Não era necessária a explicação (...) Aproveito a consideração do Dudu para compreender o presepe:</div><ul><li>&nbsp;Por que diabos põem vocês o retrato da imperatriz ali?</li><li>A imperatriz era mãe dos brasileiros e está no céu.</li><li>Mas Napoleão, homem, Napoleão?</li><li>Então, gente, ele não foi o rei do mundo? Tudo está ali para honrar o menino Deus.</li><li>A bailarina também?</li><li>A bailarina é enfeite."</li></ul><div>João do Rio. A Alma Encantadora das Ruas (Locais do Kindle 920-938). Edição do Kindle.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 20:48:27 UTC</pubDate>
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         <title>Kafka de óculos escuros</title>
         <author>lucasmacielarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1523080666</link>
         <description><![CDATA[<div>Parece também algo que Zizek pensaria (Com os óculos escuros de "They Live"):&nbsp; Uma cena, e a cena dentro dela mesma.<br><br>Na Galeria<br>Franz Kafka<br><br><em>Se alguma amazona frágil e tísica fosse impelida meses sem interrupção ao redor do picadeiro sobre o cavalo oscilante diante de um público infatigável pelo diretor de circo impiedoso e de chicote na mão, sibilando em cima do cavalo, atirando beijos, equilibrando-se na cintura, e se esse espetáculo prosseguisse pelo futuro que se vai abrindo à frente sempre cinzento sob o bramido incessante da orquestra e dos ventiladores, acompanhado pelo aplauso que se esvai e outra vez se avoluma das mãos que na verdade são martelos a vapor — talvez então um jovem espectador da galeria descesse às pressas a longa escada através de todas as filas, se arrojasse no picadeiro e bradasse o basta! em meio às fanfarras da orquestra sempre pronta a se adaptar às situações.<br><br>Mas uma vez que não é assim, uma bela dama em branco e vermelho entra voando por entre as cortinas que os orgulhosos criados de libré abrem diante dela; o diretor, que busca abnegadamente seus olhos, respira voltado para ela numa postura de animal fiel; ergue-a cauteloso sobre o alazão como se ela fosse a neta amada acima de tudo que parte para uma viagem perigosa; não consegue se decidir a dar o sinal com o chicote; afinal dominando-se ele o dá com um estalo; corre de boca aberta ao lado do cavalo; segue com o olhar agudo os saltos de amazona; mal pode entender sua destreza; procura adverti-la com exclamações em inglês; furioso exorta os palafreneiros que seguram os arcos à atenção mais minuciosa; as mãos levantadas, implora à orquestra para que faça silêncio antes do grande salto mortal; finalmente alça a pequena do cavalo trêmulo, beija-a nas duas faces e não considera suficiente nenhuma homenagem do público; enquanto ela própria, sustentada por ele, na ponta dos pés, de braços estendidos, a cabecinha inclinada para trás, quer partilhar sua felicidade com o circo inteiro — uma vez que é assim o espectador da galeria apóia o rosto sobre o parapeito e, afundando na marcha final como num sonho pesado, chora sem o saber.<br><br></em>Na análise desse conto curtinho, Modesto Carone conta um episódio interessante:<br><br>"Quando visitava uma exposição de pintura francesa numa galeria de Praga, Franz Kafka ficou diante de várias obras de Picasso, naturezas-mortas cubistas e alguns quadros pós-cubistas. Estava acompanhado na ocasião pelo jovem Gustav Janouch, escritor de quem foi mentor na adolescência e que deixou um dos mais importantes depoimentos sobre o poeta tcheco — <em>Conversas com Kafka</em> (<em>Gespräche mit Kafka</em>). Janouch comentou que o pintor espanhol distorcia deliberadamente os seres e as coisas. Kafka respondeu que Picasso não pensava desse modo: "Ele apenas registra as deformidades que ainda não penetraram em nossa consciência"."<br>Texto do Modesto Carone: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0101-33002008000100013<br><br>É um uso que parece procurar outra finalidade, não de juntar os cacos da história, ou de buscar os vestígios e tentar construir sentidos possíveis com a assemblagem, mas talvez tenha a ver com uma exploração interior, aquele passo em falso que apresenta um mundo muito mais problemático do que a superfície insiste em vender [<em>talvez tenha mais a ver com fantasmagoria em W.B., ou ideologia mesmo</em>] não apenas com visadas de câmera, mas talvez também uma mudança brusca de iluminação. Verde escuro primeiro (Como o bunker debaixo da casa em Parasita), Rosa claro depois.<br><br><br>Silvia Viana usa esse conto "Na Galeria" também no livro dela dos Rituais de Sofrimento, pra falar sobre a indústria cultural em programas tipo 'pânico na tv', e 'BBB', que segundo ela emulam os sofrimentos do mundo do trabalho no neoliberalismo: A ideia de seleção negativa, da nova necessidade de se adequar a exigências forjadas obscuras e que visam moldar o trabalhador em uma máquina pronta para se desapegar dos seus direitos: proatividade, resiliência, <em>resistência,</em> simpatia, etc. Sobre o conto ela diz, não achei no livro, só na tese de doutorado, de 2011:&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 00:20:03 UTC</pubDate>
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         <title>The great diary project</title>
         <author>lucasmacielarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1524413869</link>
         <description><![CDATA[<div>Irving Finkel é um assiriologista muito carismático e curador do British Museum, ele investigou em pedaços de cerâmica as medidas e técnicas de construção da arca de noé (lendária também na mesopotâmia), e descobriu em outro tablete de cerâmica as regras do Jogo Real de Ur, um dos jogos de tabuleiro da antiguidade.&nbsp;<br><br>Ele e Polly North, doutora em filosofia, começaram recentemente um projeto que resgata e arquiva diários esquecidos ou indesejados, que iriam para o lixo.&nbsp;<br><br>https://www.thegreatdiaryproject.co.uk/<br><br>No site tem uma explicação muito linda do que se pode aprender por meio de diários de outros:&nbsp;<br><br></div><div><em>The most remarkable details get recorded in diaries. The weather, movement of birds, the price of food, the regularity of the postal service and a hundred other matters ignored in the history books. Some people comment extensively on the politics around them, others take no notice of such things at all. Among all these come the excitement of children and holidays and remarks on religion, illness, death. All human life, in fact, is there, packed into small pages where every entry – for the future historian – is accurately dated. And what might seem today to be mundane and unimportant will, before long, take on quite a different significance. Imagine if we had hundreds and hundreds of diaries from people in Shakespeare’s time today!</em><br><br>é o anônimo como história</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 13:01:43 UTC</pubDate>
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         <title>Aproximações com Flávio de Carvalho</title>
         <author>lucaslago</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1529092103</link>
         <description><![CDATA[<div>CARVALHO, Flávio. de Ossos do mundo. Campinas, SP; Editora da Unicamp, 2014 [1936].<br><br><strong><br>“(...) Um exame dos objetos do mundo e das coisas encontradas no correr da vida não somente desperta para uma nova sensibilidade no indivíduo, e que antes se achava adormecida, mas também estabelece uma ligação anímica maior entre o indivíduo e o objeto examinado; o objeto adquire para o indivíduo o valor de uma sugestibilidade que ele dantes não possuía; o objeto torna-se uma fonte de recordação das dúvidas e do drama da vida… o objeto vivem tanto quanto o próprio indivíduo. De uma coisa jogada no mundo, ele se transforma numa coisa transbordando de sugestibilidade, ele adquire “atmosfera”. Semelhantes sensações não são mensuráveis pela física moderna, que fracassa completamente quando a noção de tempo perde o seu sentido vulgar [de] cronômetro.</strong></div><div><strong><br>A atmosfera de um objeto são “as recordações” que o objeto oferece ao observador; estabelece-se uma ligação entre as camadas profundas do inconsciente; essas camadas profundas ressoam ao aspecto do objeto ]do observador, e ao aspecto do objeto[ e surge na tona do consciente, não propriamente uma imagem mas a sugestibilidade de uma recordação longínqua.” (p. 53)</strong></div><div><br><strong>“Por que se congregam as recordações históricas nos resíduos sobrevivente? Por que as pesquisas do homem procuram sempre reconstruir o passado, reconstruir a origem, saber de onde saímos, para calcular para onde vamos… e os resíduos sobreviventes são os únicos pontos de apoio capazes de aguentar com suficiente segurança a animosidade pesquisadora do homem.” (p. 53)<br><br><br>O processo de compreensão arqueológica é mais ou menos que o processo de compreensão na arte. (...) Para que a carga de vida de animosidade acumulado por um resíduo não se conserva em mistério, é necessário que o arqueólogo seja mais que humano, é necessário que apreenda a ação coletiva de todo um povo, de toda uma raça e de toda uma história, porque o resíduo não recebeu contato de um só homem isolado a um dado momento, mas sim o de uma história, e onde uma grande sequência ancestral recebeu as oscilações do amor e do ódio. Para apreender essas oscilações, o arqueólogo precisa passar por elas, viver na sensibilidade da sua fantasia a vida da época, e reproduzir, ele mesmo, as realizações estéticas ligando-as, não a sua ética, mas à ética do tempo examinada. (...) (p. 57)</strong></div><div><br><br>Flávio de Carvalho, em uma publicação de 1936 (Ossos do Mundo) fala de uma certa arqueologia como forma e método de conhecimento, em que a problematização da origem e do resíduo são pontos que dialogam com as reflexões ‘metodológicas’ de Walter Benjamin, sobretudo na compreensão das formas de abordar o passado.&nbsp;</div><div><br></div><div><br>Na aula, fiquei bastante intrigado com a reação da Prof. Dani e sua problematização em torno do método, uma vez que não se trataria apenas de uma forma ou meio de obtenção de conhecimento (no caso do método benjaminiano). Essas diferentes compreensões de método me parece interessante, uma vez que me parece que em algumas 'experiências limares' (sobretudo na década de 30) esta questão estava em disputa (não necessariamente o termo método, mas os sentidos do modo ou forma de obtenção de conhecimento). Nesse sentido, pode ser interessante pensar como que o surrealismo fricciona essa noção no campo das ciências humanas e quais as ressonâncias disso no tempo.&nbsp;</div><div><br></div><div><br>Outra questão que parece incontornável é a tentativa de compreensão não linear e não cronológica do tempo. Isso parece ser um ponto em comum entre Carvalho e Benjamim (e entre vários outros). Acho interessante pensar o imbricamento entre a discussão sobre o tempo e sobre método. não seria, essa afinal, a questão? Como que determinadas formas experimentais de compreensão do tempo (outras - não linear) muda a forma de conhecer o mundo? Não seria essa a forma privilegiada que o Benjamin via tanto na 'obra de arte' quanto na cidade (médiuns)?</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 21:35:34 UTC</pubDate>
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         <title>Des-habitat - Paulo Tavares</title>
         <author>lucaslago</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1529221231</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.archdaily.com.br/br/961344/des-habitat-publicacao-questiona-a-relacao-entre-o-modernismo-brasileiro-e-a-arte-indigena </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 23:43:07 UTC</pubDate>
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         <title>Pensar por Montagens</title>
         <author>claudiapuzzuoli1</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1541434471</link>
         <description><![CDATA[<div>Discutir o <em>boomerang</em>:<br>"O processo de montagem, desmontagem e remontagem compõe diferentes constelações. Trata-se de uma forma complexa, de “caráter híbrido”, de produzir conhecimento “contra toda pureza epistêmica”, uma compreensão sinóptica que cruza diferentes<br>campos e disciplinas e que não pode ser engessada como uma simples metodologia operacional. O importante não seria qualquer tipo de resultado final fixo, mas sim o próprio processo aberto, uma renúncia do fixar." (p.212) Jacques, P. B.&nbsp;<br><br>Queria fazer parte dessa cozinha aqui, de pensar WB como postura, forma de abordagem, recorte, método (?) de análise do objeto.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 21:18:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>OS CEGOS E O ELEFANTE</title>
         <author>claudiapuzzuoli1</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1541442349</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Numa cidade da Índia viviam sete sábios cegos. Como seus conselhos eram sempre excelentes, todas as pessoas que tinham problemas consultavam-nos. Embora fossem amigos, havia uma certa rivalidade entre eles, que, de vez em quando, discutiam sobre o qual seria o mais sábio.&nbsp;<br><br>Certa noite, depois de muito conversarem acerca da verdade da vida e não chegarem a um acordo, o sétimo sábio ficou tão aborrecido que resolveu ir morar sozinho numa caverna da montanha. Disse aos companheiros: Somos cegos para que possamos ouvir e compreender melhor do que as outras pessoas a verdade da vida. E, em vez de aconselhar os necessitados, vocês ficam aí brigando, como se quisessem ganhar uma competição. Não agüento mais! Vou-me embora.&nbsp;<br><br>No dia seguinte, chegou à cidade um comerciante montado num elefante imenso. Os cegos jamais haviam tocado nesse animal e correram para a rua ao encontro dele.&nbsp;<br><br>O primeiro sábio apalpou a barriga do animal e declarou: Trata-se de um ser gigantesco e muito forte! Posso tocar os seus músculos e eles não se movem; parecem paredes. Que bobagem! - disse o segundo sábio, tocando na presa do elefante - Este animal é pontudo como uma lança, uma arma de guerra. Ambos se enganam - retrucou o terceiro sábio, que apertava a tromba do elefante - Este animal é idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma cobra mansa e macia. Vocês estão totalmente alucinados! - gritou o quinto sábio, que mexia as orelhas do elefante - Este animal não se parece com nenhum outro. Seus movimentos são ondeantes, como se seu corpo fosse uma enorme cortina ambulante. Vejam só! Todos vocês, mas todos mesmos, estão completamente errados! - irritou-se o sexto sábio, tocando a pequena cauda do elefante - Este animal é como uma rocha com uma cordinha presa no corpo. Posso até me pendurar nele.&nbsp;<br><br>E assim ficaram horas debatendo, aos gritos, os seis sábios. Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava a montanha, apareceu conduzido por uma criança.&nbsp;<br><br>Ouvindo a discussão, pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tateou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e enganados ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou: - Assim os homens se comportam diante da verdade. Pegam apenas uma parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!&nbsp;<br><br>História do folclore Hindu.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 21:22:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Saramango, Benjamin e limiares</title>
         <author>Neanhy</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1541572570</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Todos os nomes, de José Saramango.<br></mark></strong><br>A obra tornou-se conhecida pela narrativa que aborda temas relacionados aos problemas dos homens com o seu tempo, como o medo da morte, a história e o seu peso na memória da sociedade, os sentimentos mais diversos e também os problemas que constituem a contemporaneidade.<br><br>No romance construído, Saramango oferece a relação entre o nome e a identidade do indivíduo. <br><br><em>O nome próprio, segundo Barrento, é aquilo que o sujeito é e que reflete o vivido, o “substrato de uma existência".</em><br><br>João Barrento lembra-nos que, para Benjamin, “O nome tem um papel fundamental no processo de conhecimento.” (2013, p. 51). Isto se dá por que, para Benjamin, “nomear é conhecer”. Existe, pois, o conhecimento empírico da identidade evocada através do nome, que se resolve através do encontro e da percepção física do outro, bem como a imersão no seu modo de vida e na sua relação com o mundo, seu passado e presente. <br><br>TRECHO DA NARRATIVA DA OBRA -<br>"A narrativa pensada pelo Sr. José, juntando pontos, imagens, informações e datas, poderia formar o “mapa” da existência da desconhecida, estabelecendo o próprio fio de Ariadne para encontrá-la: <br><br><strong><em>Se tivesse aqui um mapa da cidade, já poderia assinalar os cinco primeiros pontos de passagem averiguados, dois na rua onde a menina do retrato nasceu, outro no colégio, agora estes, o princípio como o de todas as vidas, feitos de linhas, feitos de linhas quebradas, de cruzamentos, de intersecções, mas nunca de bifurcações, por que o espírito vai a lado nenhum sem as pernas do corpo, e o corpo não seria capaz de mover-se se lhe faltassem as asas do espírito.(SARAMAGO, 1997, p. 73-74)".<br><br>Texto de Gabriela Silva (2021).</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 22:35:49 UTC</pubDate>
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         <title>cronologias</title>
         <author>tpfonseca</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1541581492</link>
         <description><![CDATA[<div>enquanto método, a construção das cronologias pode ser usada como ponto de entrada na aproximação ao objeto de estudo, ou elas oferecem maior potencialidade como porta de saída?<br><em>[não sei se me fiz clara, posso colocar melhor depois presencialmente.]</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 22:41:43 UTC</pubDate>
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         <title>Nápoles, Walter Benjamin (1927-1932)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1541598734</link>
         <description><![CDATA[<div>"Logo na primeira vez em que cheguei a Nápoles o metrô estava sendo inaugurado. [...] Assim que o trem do metrô saiu do túnel, via-se uma multidão de garotos napolitanos pendurados nas janelas e portas e ocupando todos os bancos e lugares de pé nos vagões. Inaugurado há dois ou três dias, o metrô havia se tornado sua diversão preferida. Se o novo meio de transporte deveria servir a eles ou aos adultos sérios que precisavam cuidar dos seus negócios, isso não tinha a menor importância. Eles economizavam alguns soldi [moedas], o suficiente para pagar o bilhete, e ficavam indo e voltando de uma estação para outra. Assim os novos trens viviam entupidos, sem que aqueles que realmente tinham pressa pudessem chegar ao destino desejado."</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 22:52:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1541598734</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que Paris nos diz?</title>
         <author>Neanhy</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1541613183</link>
         <description><![CDATA[<div>"A cidade se espelha em milhares de olhos, em milhares<br>de objetivas. Pois não apenas o céu e a atmosfera, nem apenas<br>os anúncios luminosos nos bulevares noturnos fizeram de<br>Paris a Ville Lumiere. - Paris é a cidade dos espelhos: o espelhado<br>do asfalto de suas ruas."<br><br>(Obras Escolhidas - Volume II)<br><br><strong>Arcadas de Paris:</strong><br>Benjamin viu as arcadas como o habitat natural do andarilho urbano, do errante, do flâneur.<br><br><em>“A arquitetura como o testemunho mais importante da 'mitologia' latente. E a arquitetura mais importante do século XIX é a arcada.”</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 23:01:24 UTC</pubDate>
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         <title>Walter Benjamin- Objeto</title>
         <author>isabellaillana</author>
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         <description><![CDATA[<div>"O objeto é determinado pela necessidade de ser apropriado pela consciência"... Pretendo compreender detalhadamente Brasília como objeto, porque aquela verdade (Brasilia não é somente o Plano Piloto) é bela/importante para mim, que estou a sua procura. Mas, é indubitável entender que as ideias são constelações eternas, visto que, a perspectiva abordada nesse instante, amanhã mudará. A ideia do que envolve e penetra a cidade esta sempre em constante mudança. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 23:04:03 UTC</pubDate>
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         <title>Explorar o novo</title>
         <author>Neanhy</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1541633685</link>
         <description><![CDATA[<div><em>"Somos exploradores. Completamente inquietos por consequência do desconhecido. Há calmaria apenas no movimento. Ontem mente, hoje pé, amanhã sonho... Não importa. Em algum lugar estamos. Para outro lugar iremos. Que seja belo em cor e em alma. Que bata no peito como uma música lenta e se explore não a mudança, mas o prazer de se estar onde está. Que, acima de tudo, se aproveite antes de se mudar novamente!"</em><br><strong>@estevaocriativo<br><br></strong>A imagem (montagem) expressa o que há de novo há se explorar em mundo desconhecido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 23:14:51 UTC</pubDate>
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         <title>Um jeito diferente de montagens em objetos</title>
         <author>Neanhy</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1541695471</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de não ser por imagens, trago uma inspiração interessante.<br><br>Alma Siedhoff-Buscher usou de formas e cores vivas em peças de madeira que permitissem as montagens e remontagens, de forma que o elemento de movimento dava para criar, experimentar e continuar suas próprias narrativas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 23:50:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Le siècle de Le Corbusier Arte documentaire 2015</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Jumentos em Chandigarh</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 14:31:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1544065196</link>
         <description><![CDATA[<div>“Elas [as mulas] vieram pelo elevador de carga para 17º andar, participar da Quermesse [...]. No dia da Quermesse, o edifício é realmente a ‘<em>Cité Radieuse</em>’.”<br> <br>LE CORBUSIER [1955]. <em>Les Maternelles vous parlent: </em>pour une pedagogie plus humaine. Paris: Ed. Gonthier, 1968.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 14:37:35 UTC</pubDate>
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         <title>sobre as línguas liminares</title>
         <author>lucasmacielarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1544078924</link>
         <description><![CDATA[<div>lembrei muito do lance do teatro saltimbanco iídiche.<br><br>https://estadodaarte.estadao.com.br/o-veredicto-iidiche-de-franz-kafka/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 14:40:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>lucasmacielarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1544164082</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 14:57:50 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta a fala de André na aula</title>
         <author>dudaazeve</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1544171211</link>
         <description><![CDATA[<div>Fiquei pensando com a fala dele sobre a experiência dele na India, em que ele percebeu a cidade como rural.&nbsp; Se é possivel falar que urbano é uma configuração de cidade e que rural outra configuração de cidade? Podemos falar dessa forma?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 14:59:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>diltonlopesarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1544181468</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 15:01:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>diltonlopesarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1544183053</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 15:01:45 UTC</pubDate>
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         <title>Corbu e Levi-Strauss em SP</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>[by Dani Ortiz]</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 15:02:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Correspondencia de Corbu a Giedion, 9 Dezembro 1952, archivos ata/ETH Zurich</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1544241995</link>
         <description><![CDATA[<div>[by Dani Ortiz]</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 15:13:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1544268873</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 15:19:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ciclo do carro de bois no Brasil</title>
         <author>licastros07</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1544592945</link>
         <description><![CDATA[<div>Na obra <em>&nbsp;Ciclo do carro de bois no Brasil </em>Bernardino José de Souza , aprofundou-se na compreensão de um artefato e consequentemente na caracterização de um grupo social.</div><div>" [...] os nomes de bois, no Brasil, são geralmente vocábulos da língua comum, simples ou compostos. “ Namorado”, “ Brasileiro”, “ Chita-Nova”, “ Cola-Branca”, “Beija-flor”; há também, em menor número, nomes frásicos- “ Sou da lida”, “ Só quem brilha”, “ Quem tu eras”, “ Só se vendo”. A sua escolha, por mais que se atribua ao arbítrio e fantasia dos que a fazem, reflete, não raras vêzes, as influências do meio, o espírito da gente, as sugestões do momento e até o hábito psquíco de estabelecer certo acôrdo entre o nome e a coisa que êle designa" ( SOUZA, 1948, p.381)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 16:26:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Outra cena dentro dela mesma</title>
         <author>lucasmacielarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1544653589</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa aula surgiu uma discussão sobre o racismo na Bélgica, e lembrei desse episódio do Tintim em que ele vai ao Congo:&nbsp;<br><br>O quadro de cima é de 1930-31, o abaixo é de 1946, os dois são de uma violência absurda. E colocar as duas juntas cria uma relação quase involuntária, tipo um palimpsesto mesmo.<br><br>Será que é como os óculos escuros de Kafka?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 16:39:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dentro dela mesma dentro dela mesma dentro dela mesma</title>
         <author>lucasmacielarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1544673654</link>
         <description><![CDATA[<div>Na versão portuguesa da revista O Papagaio, Tintim era português e visitava a Angola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 16:43:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anotações sobre o vocabulário das metrópoles. Cidade e Urbano: Distinções necessárias</title>
         <author>lucasmacielarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1563075777</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 22:03:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Provocação&quot;</title>
         <author>lucasmacielarq</author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1563110495</link>
         <description><![CDATA[<div>(Margô)<br>"O fora é sempre um dentro” ou “ O exterior é sempre um interior”<br><br>Le Corbusier - “Conferência&nbsp; Arquitetura em tudo - Urbanismo em tudo” - in Precisons sur un état présent de l ‘architecture et de l’urbanisme - paris, ed. Crès, sd 1930</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 22:26:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(Dani Ortiz)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1564807621</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Comentario ao Lucas sobre os fantasmas do século 20, recomendo a leitura de um pequeno artigo de Samia Henni sobre as mais diversas ramificações coloniais que se infiltraram, percorreram e penetraram as narrativas históricas hegemônicas, incluindo a historia da arquitetura<br><br>Cito aqui trechos do texto de Samia Henni:<br>"The frame of reference for the vast majority of architectural histories and theories is central Europe and northern America, which often exclude the dynamic histories of colonialism, extraction, imperialism, migration, slavery, and wars, in spite of the fact that architects, decision makers, and populations have always been involved in these activities. What is often called “peripheries,” “Global South,” “developing countries,” “non-Western world,” or the “Other” exists in reference or in opposition to the so-called “centers,” “Global North,” “developed countries,” “Western-world,” or the “Self.” This set of measurements derives from and results in a world order that has colonial features. The assessment of the validity of architecture and its histories and theories is based on certain notions, paradigms, figures, forms, texts, buildings, and styles. This mechanism of evaluation regulates the understanding and interpretation of architecture, as well as the inclusion and exclusion of its histories and theories. It also promotes and privileges certain cultural and intellectual aspects over others. Consequently, these criteria play a crucial role in institutionalizing architectural histories and theories.</div><div><br>The processes of historicizing built environments from around the world are contingent on the sources that scholars draw upon and on the languages that they speak. To dismantle the colonial syndrome is to question the nature of the materials employed to construct architectural histories and theories, as well as the linguistic skills and cultural values of the interpreter of these documents. The interrogation of the interpreter, the why, how, and what is being interpreted is essential to the examination of the construction of histories and theories of architecture, their meanings, implications, and impacts. The written and unwritten protocols of the practice of architecture history and theory shape the inscription, transcription, production, and consumption of these histories and theories. Moreover, certain chapters of these histories and theories may be seen, or used, as instruments encouraging and reinforcing an intellectual domination and supremacy. The point here is not to undermine the discipline, nor to ignore the canonical texts and methodologies, but rather to underline possible conscious or unconscious colonial ramifications of writing the histories and theories of the development of the built environments and the dissemination of these scripts."<br><br>https://www.e-flux.com/architecture/history-theory/225180/colonial-ramifications/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 12:06:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>mais um comentario as questões do Lucas </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/queirozeliana/2101_historiadacidade_Discussao/wish/1564818359</link>
         <description><![CDATA[<div>(dani ortiz)<br><br>sobre o Das neue Frankfurt (DNF):<br>assim como em Paris, que começava a tomar força o grupo de tecnocratas, encabeçados por Ernest Mercier e chamado Redressement Français, que se apresentavam como fazendo parte de uma elite e cuja ideia de "justiça social" também perpassaria por uma visão tecnocrata do mundo, o que aconteceu em Frankfurt, também teria cruzamentos. Ou seja, colocar os atores politicos como apenas de esquerda ou de direita, nao seria suficiente para compreender a complexidade de suas acoes.<br><br>Segundo Mary McLeod, a visão "fordista" também seduziu Le Corbusier nos anos vinte, cuja narrativa em torno de uma produção em larga escala e de um maior acesso a inovações tecnológicas resultaria em uma redução de custos da produção (construção), "beneficiando" a todos (industria, classe politica, e também "classe trabalhadora").<br><br>Acredito que Carsten Ruhl também tentou deslocar um pouco a ideia vanguardista do DNF como um projeto "apenas" progressista (mais à esquerda) mas também como um projeto de uma elite tecnocrata e burocrata que queria resolver a questão da moradia da "classe trabalhadora" de forma eficiente, econômica e que envolvia fortemente o setor industrial. Ou seja, o papel das negociações entre politicos tecnocratas e industrialistas foi determinante.<br><br>(as cartas entre Le Corbusier com o presidente Mercier e diretores do Redressement Français, como o historiador Lucien Romier,  são apresentadas num ótimo artigo de Mary McLeod e também na minha tese "Routes of Modernity"), <br><br>McLeod, Mary. “‘Architecture or Revolution’: Taylorism, Technocracy, and Social Change.” <em>Art Journal</em>, vol. 43, no. 2, 1983, pp. 132–147. <em>JSTOR</em>, www.jstor.org/stable/776649. Accessed 27 May 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 12:11:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diário de Campo: entrando em WB</title>
         <author>queirozeliana</author>
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         <pubDate>2021-05-27 12:25:33 UTC</pubDate>
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         <title>Palácio dos casamentos, Beira, Moçambique</title>
         <author>queirozeliana</author>
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         <pubDate>2021-05-27 12:26:44 UTC</pubDate>
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         <title>A cidade como obra de arte?</title>
         <author>victormouraarqurb</author>
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         <description><![CDATA[<div>A aproximação com o “método” Benjaminiano, exposto na aula da professora Rita, me despertou para enxergar a cidade através da crítica da arte, a crítica enquanto experiência. Por que não olhar a cidade como uma obra de arte? A arte é “um medium-de-reflexão para o auto-conhecimento. É um meio para o conhecimento do mundo. E de que modo a arte faz isso?”. Os critérios para entender uma obra é experimentá-la e a resposta estará dentro da própria obra.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 12:43:15 UTC</pubDate>
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         <title>A obra como um sistema de comunicação</title>
         <author>victormouraarqurb</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Giedion transformou a forma do livro num sistema de comunicação de aquitectura, um exercício que levou a cabo nos Alpes, na calma da sua casa de verão” (TAVARES, 2016, p.66)&nbsp;<br><br>REFERÊNCIA: Me lembrei do livro organizado pelo Marcos L. Rosa, MICRO PLANEJAMENTO: práticas urbanas criativas, que tem uma montagem muito interessante de textos, palavras-chave, desenhos e colagens que faz do livro uma referência importante no campo da cidade contemporânea.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 12:49:01 UTC</pubDate>
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         <title>Agora, agora e mais agora por Rui Tavares</title>
         <author>queirozeliana</author>
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         <pubDate>2021-05-27 12:58:43 UTC</pubDate>
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         <title>(dani ortiz)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>viagens sao deslocamentos, encontros e re-encontros<br><br>geografias re-encontradas</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 13:59:07 UTC</pubDate>
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         <author>queirozeliana</author>
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         <pubDate>2021-05-27 15:40:03 UTC</pubDate>
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         <title>Do livro O diferencial da Favela - Poesias  e contos de quebrada</title>
         <author>ygorarq</author>
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         <pubDate>2021-06-05 14:03:40 UTC</pubDate>
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