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      <title>Portofolio deslumbrante by Carolina</title>
      <link>https://padlet.com/carolinaaa0/nvesaq38gu8xddl9</link>
      <description>Criado com um ar de ousadia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-31 18:36:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinaaa0</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.canva.com/design/DAE7CA__sMA/jprzkoR3X9uHcp8UXrDqYQ/edit">https://www.canva.com/design/DAE7CA__sMA/jprzkoR3X9uHcp8UXrDqYQ/edit</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 18:37:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinaaa0</author>
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         <pubDate>2022-06-01 10:59:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinaaa0</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.canva.com/design/DAFARyzusE4/y2uYu0GBfLLeHrAqjQ7WmQ/edit?utm_content=DAFARyzusE4&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton">https://www.canva.com/design/DAFARyzusE4/y2uYu0GBfLLeHrAqjQ7WmQ/edit?utm_content=DAFARyzusE4&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:01:47 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>carolinaaa0</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaaa0/nvesaq38gu8xddl9/wish/2207364675</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:02:00 UTC</pubDate>
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         <title>Caráter específico dos processos emocionais e conativos</title>
         <author>carolinaaa0</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaaa0/nvesaq38gu8xddl9/wish/2207374233</link>
         <description><![CDATA[<div>Características das emoções:<br>• Têm um <strong>tempo</strong><br>• Variam de <strong>intensidade<br></strong>• Refletem <strong>alterações corporais, expressões faciais, aceleração do ritmo cardíaco</strong><br>• Têm <strong>causas ou objetos</strong> a que se dirigem, acontecem a propósito de algo<br>• São <strong>versáteis</strong> - aparecem e desaparecem rapidamente<br>• Têm uma <strong>polaridade</strong>: são positivas ou negativas<br>• Não são determinadas pelos factos, mas sim pela <strong>interpretação</strong> desses factos<br><br><strong>Afetos</strong>: Estados psicológicos elementares que determinam sensações agradáveis ou desagradáveis no indivíduo, em função dos sentimentos que nutre em relação a pessoas ou outros seres.<br><br><strong>Emoções</strong>: Reações curtas e intensas do organismo a um acontecimento inesperado, que são acompanhadas de uma tonalidade afetiva agradável ou desagradável.<br><br><strong>Sentimentos</strong>: Estados afetivos relativamente estáveis de média intensidade e com papel moderador nas relações que o sujeito estabelece com a realidade.<br><br>Para Damásio as emoções e sentimentos apresentam natureza diferente: as emoções implicam alterações fisiológicas (aceleração do ritmo cardíaco e respiratório, entre outras); enquanto que o sentimento é a tomada de consciência dessas alterações fisiológicas, o ritmo a que se vão sucedendo e a sua evolução.<br><br><strong>Emoções primárias</strong>: inatas, revelam-se úteis porque permitem reações automáticas que facilitam que o individuo fuja do perigo, estas são promovidas pelo sistema límbico (amigdala, talamo, hipotalamo, hipocampo)<br><br><strong>Emoções secundárias</strong>: implicam uma avaliação cognitiva dos acontecimentos, esta avaliação necessita de fazer associações com aprendizagens já feitas. Estas emoções ocorrem no córtex pré-frontal.<br><br><strong>Componentes da emoção</strong>:<br>1. Reações Biológicas<br>2. Reações expressivas<br>3. Experiências conscientes<br><br><strong>Alterações fisiológicas da emoção</strong>:<br>• Respiração ofegante<br>• Tremuras musculares<br>• Rubor facial<br>• Aceleração do ritmo cardíaco <br>• Decréscimo da secreção salivar<br><br><strong>Prespetivas sobre as emoções:</strong><br>• Evolucionista: existem emoções que são universais, são independentes dos processos de aprendizagem ou da cultura em que se observam.<br>• Fisiológica: as emoções resultam das perceções do estado do corpo, considera as alterações orgânicas como a causa e não como consequência das emoções.<br>• Cognitivista: defende uma relação estreita entre os processos cognitivos e as emoções, é o modo como interpreto um acontecimento que me causa a emoção e não o acontecimento per si, a emoção é determinada pelo modo como avaliamos e representamos a situação.<br>• Culturalista: as emoções são uma construção social, são aprendidas no processo de socialização, as expressões variam no tempo e no espaço em função de uma cultura.<br><br>Após pesquisas feitas a vários casos de doentes com danos cerebrais, no cortex pré-frontal, António Damásio concluiu que as emoções e os sentimentos não são um obstáculo ao funcionamento da razão, estão até envolvidas no processo de decisão.<br><br>Damásio afirma que a tomada de decisões faz-se por 2 vias:<br>• O raciocínio faz uma representação das consequências: avaliação da situação, opções possíveis, comparações lógicas, etc....<br>• A perceção da situação provoca a ativação de experiências emocionais sucedidas anteriormente em situações semelhantes.<br><br>Damásio diz que a forma como decimos está assente na hipótese marcador somático é um mecanismo automatizado que suporta as nossas decisões, contribui para limitar o tempo de decisão, sem marcador somático a lógica precisaria de operar sobre demasiadas opções e por isso levaria imenso tempo a emitir uma decisão, com o marcador somático há sempre uma emoção associada à decisão tomada, por mais simples que ela seja.<br><br>Quando queremos tomar uma decisão fazemos uma avaliação das consequências, tentando sentir o que vai resultar de agradável ou desagradável, por exemplo hesitamos na aceitação de um emprego numa empresa poluidora do ambiente, aqui o marcador somático atua e provoca uma espécie de repulsa.<br><br><strong>Conação</strong><br><strong>Intencionalidade</strong>: Relação entre a mente ou consciência e o objeto para que está orientada.<br>A ação é intencional sendo que a intenção diz respeito ao que o ser humano se propõe a realizar e é explicitada por aquilo que cada um quer concretizar, atingir ou obter.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:13:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinaaa0</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaaa0/nvesaq38gu8xddl9/wish/2207386450</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Características das relações precoces:</strong><br>• Mulheres que nunca tiveram filhos podem exercer o papel de mãe tão bem ou melhor do que as mães biológicas (ex: mães adotivas)<br>• Os cuidados maternos podem ser partilhados ou mesmo integralmente assumidos pelo pai<br><br>A palavra mãe designa um adulto significativo que, dispondo de tempo para se dedica a criança, se mostra capaz de lhe proporcionar experiências positivas e estimulantes e de lhe dispensar a atenção e o afeto de que necessita.<br><br>IMATURIDADE DO BEBÉ - A criança é hoje vista como um ser ativo que surpreende pelas competências que revela, e não como ser passivo e incompetente. Em comparação com o que ira ser capaz de fazer ao longo da vida, o bebé ate pode mostrar competências ingénuas, contudo, já sabemos que essa fragilidade é o suporte do enorme desenvolvimento posterior, a ter lugar com a intervenção da aprendizagem.<br><br><strong>COMPETÊNCIAS BÁSICAS DO BEBÉ E DA MÃE</strong><br>• Piaget apresenta o período sensorial - motor como a base de todo o desenvolvimento intelectual futuro – a criança nasce com esquemas de ação que, desenvolvidos e interiorizados, se transformam em esquemas de pensamento<br>• Freud centra-se na capacidade da criança sentir prazer e desprazer desde o momento do nascimento. A amamentação contribui para o estruturador de personalidade determinando o relacionamento emocional com os outros<br>• Eriksondefendequeaconfiançaoudesconfiançaquenorteiamo relacionamento social radicam nas experiências vividas durante os primeiros meses de vida. O modo como o bebé resolve o primeiro conflito existencial influencia o grau de esperança num futuro relacionamento social gratificante.<br><br>O desenvolvimento é dinâmico, a relacionação com as pessoas será determinante para o sucesso do futuro relacionamento intelectual, social e emotivo com os outros<br>&nbsp; <br><strong>Competências básicas do bebé</strong><br>• Reflexos – contribuem para a sua sobrevivência e adaptação à vida. O reflexo de sucção é o que prepara o bebé para se alimentar e, assim, sobreviver<br>• Choro – O choro aparece num período próprio e com funções de chamamento.<br>As crianças cujas mães não respondem imediatamente aos apelos tendem a chorar com frequência durante o primeiro ano de vida. As crianças cujas mães são solícitas no atendimento ao choro tendem a chorar menos, desenvolvendo outras formas de apelar, pois introduz nas crianças um estado de segurança. Daí que outras formas de comunicação se desenvolvam rapidamente em substituição do choro. Entre as 3 e as 6 semanas o bebé sorri para outras pessoas ao ouvir a voz humana, é a primeira manifestação de sociabilidade do bebé<br><br>• Capacidade de imitar expressões faciais e de acenar com a mão para dizer adeus<br><br>Logo após o nascimento, os órgãos sensoriais do bebé são bombardeados por vários estímulos que lhe provocam diversas impressões. Para comunicar, o bebé executa movimentos e distingue sensações.<br>- Sintomas de tentativas de comunicação: A criança move a cabeça no sentido das vozes humanas; o desenho do rosto humano atrai a vista da criança; com poucos dias de vida o bebé é capaz de distinguir o rosto, cheiro e voz da mãe; preferem olhar para objetos que estejam a menos de 25cm (distancia dos seus olhos aos olhos da mãe enquanto mamam)<br><br><strong>Competências básicas da mãe</strong><br>• Biológicas – o comportamento maternal assenta em fatores de natureza biológica, os ovários segregam progesterona (desenvolve as glândulas mamárias), a hipófise estimulada pela presença do feto no útero, estimula as glândulas mamárias produzindo leite<br>• Sociais – através da aprendizagem social as mulheres sabem tratar dos seus filhos<br>• Emocionais - as tarefas e afetos desenvolvem-se num contexto social, sendo adquiridas por aprendizagem social<br><br><strong>1. Estrutura da relação do bebé com a mãe</strong><br>VINCULAÇÃO Tendência dos bebés para, nos primeiros tempos de vidam permanecerem junto da mãe, estabelecendo laços positivos com ela ou com um adulto de que eventualmente dependam. Necessidade de cariz emocional cuja satisfação acarreta experiencia gratificantes<br><br>Freud – o desassossego do bebé quando a mãe esta ausente é motivado pelo medo de que as suas necessidades fiquem por satisfazer<br><br>Bowbly – vinculação é o apego pelo biberão, primeiro objeto de amor do bebé =&gt; bebé como ser egoísta<br><br>HARLOW - Experiências com macacos, criados por duas mães artificiais: uma feita de arame com um biberão e outra revestida com material fofinho. A mãe de veludo era proporcionadora de sentimentos de segurança que contribuíam para uma certa independência e perda de receio em relação a aventuras exploratórias. Esses macacos, por terem sido privados de socialização, não se tornaram adolescentes e adultos normais, mostrando irregularidades no relacionamento social e emocional.<br><br><strong>OBSERVAÇÕES COM BEBÉS HUMANOS</strong><br>Ana Freud – estudo sobre crianças que viviam e orfanatos, apresentavam perturbações emotivas e atraso no desenvolvimento devido à falta de afeto materno<br><br>Spitz – estudo sobre crianças que viviam em orfanatos desde os primeiros meses de vida, mostravam indiferença e insensibilidade em relação às pessoas ou tendência para pedir afeto e atenção =&gt; sindroma do hospitalismo sindroma ocorrido em crianças que sofrem da ausência da mãe ou de um bom substituto materno. <br>Consequências negativas - morte precoce, taxas de doenças elevadas em relação ao normal, atraso no crescimento físico, atraso no desenvolvimento intelectual, dificuldades de relacionamento interpessoal <br><br>Bowlby – crianças afastadas da família por períodos superiores a 3 meses, vêm a sofrer de perturbações que se desenvolvem em três fases: desespero =&gt; irritação e cólera =&gt; indiferença e apatia<br><br><strong>O papel das relações precoces no tornar-se humano</strong><br>DA DÍADE À TRÍADE - As experiências vividas no inicio da vida desempenham um papel fundamental no desenvolvimento da mente do ser humano, delas dependendo a sua estruturação emocional e o equilíbrio do seu relacionamento com os outros.<br><br><strong>A mãe</strong> surge como o primeiro agente de intercâmbio com o meio. Os sentimentos vividos na primeira infância funcionam assim como motores de desenvolvimento de capacidades como segurança, autoconfiança, independência essenciais para o sucesso social. Desenvolvimento e socialização são processos interdependentes. O facto da criança se sentir amada pelo grupo familiar vai fazer com que esta deseje fazer parte integrante da comunidade humana<br> <br><strong>O pai</strong> tem um papel essencial na organização da família, tanto no apoio emocional e físico à mulher como no estabelecimento de laços com o filho<br><br><strong>O outro (a sociedade</strong>) e os pais funcionam como elo de ligação entre a mente da criança em formação e o universo social com as suas exigências e imposições<br><br><strong>Consequências no desenvolvimento perturbações nas relações precoces</strong><br><strong>Ausência de vinculação</strong> - Harlow as fêmeas de macaco que eram inseminadas artificialmente não tinham qualquer ligação aos filhos. A privação de convívio precoce é a causa dos danos sociais e emocionais no decorrer do desenvolvimento posterior.<br><br><strong>Inversão da situação</strong> - os primatas foram misturados com macacos jovens e em pouco tempo começaram a responder às brincadeiras e as fêmeas que trataram mal os filhos na 1a ninhada, já não o fizeram nas seguintes e mostravam-se mais recetivas aos machos. Crianças que foram transferidas para orfanatos em que lhes davam carinho e atenção melhoraram significativamente no âmbito intelectual e social acentuando progressos nos índices de inteligência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:28:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinaaa0</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaaa0/nvesaq38gu8xddl9/wish/2207406305</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Processos fundamentais de cognição social</strong><br><strong>IMPRESSÕES </strong>- Noções criadas no contacto com as pessoas que nos fornecem um quadro interpretativo para as julgarmos no que elas são e nas suas reações. Diretas – formada a partir da própria experiencia. Indiretas - formada a partir da experiência dos outros<br><br><strong>Categorização social </strong>- categorizar é <strong>incluir</strong> pessoas e acontecimentos singulares em conjuntos familiares; <strong>integrar</strong> num conjunto máximo de informação, economizando estratégias de pensamento e facilitando a atuação na realidade;<strong> identificar</strong> objetos e acontecimentos portadores de marcas ou sinais próprios das categorias em questão; <strong>atribuir</strong> aos objetos caracterizados um complexo de ideias e emoções que passa a permanecer em cada um deles<br>É um processo racional se parte de verdades devidamente comprovadas <br><br><strong>Padrão ou Traço Central</strong> designação que Asch deu aos atributos marcantes que determinam a perceção geral de uma pessoa<br><br><strong>EXPECTATIVA</strong> - Atitude psicoafectiva que em dadas circunstâncias leva o indivíduo a efetuar antecipações relativamente a determinadas ocorrências sociais. Asch as primeiras impressões é que perduram, devido ao efeito de <strong>primazia</strong> =&gt; os atributos ganham sentidos diferentes conforme o contexto sugerido pelos traços indicados no inicio de cada lista de adjetivos caracterizadores de uma pessoa por exemplo<br><br><strong>ATITUDES</strong>-predisposições adquiridas e relativamente estáveis que levam o indivíduo a reagir de forma positiva ou negativa em relação a um objeto de natureza social<br><br>Componentes das atitudes<br>• Intelectual - o que sabemos ou acreditamos saber acerca de algo (a leitura desenvolve o espírito)<br>• Emocional–o que sentimos acerca de algo (Aprecio a leitura de bons livros)<br>• Ativa – o que estamos dispostos a fazer em relação a algo, é o resultado das interações estabelecidas entre os elementos cognitivos e afetivos (desejo de adquirir um livro)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><strong>Dissonância Cognitiva</strong>- apesar de saber que está errado, a pessoa continua a praticar determinado ato, vive numa situação de dissonância cognitiva, facto que o deixa incomodado em virtude da contradição<br><br><strong>REPRESENTAÇÕES SOCIAIS</strong>- modalidade de conhecimento, socialmente elaborada e partilhada, com um objetivo prático e contribuindo para a constituição de uma realidade comum a um conjunto social. Conjunto de ideias sobre os mais variados assuntos (tudo o que sabemos sobre o tabaco, etc.)<br><br><strong>Caráter social das representações</strong> (uma representação é social se)<br>• Critério quantitativo–é comum a um conjunto numeroso de indivíduos, é sempre partilhada por um grupo<br>• Critério genético – é uma produção coletiva, é sempre forjada nas interações sociais e na comunicação entre os elementos do grupo<br>• Critério da funcionalidade–desempenha papéis específicos na sociedade que a elaborou, este critério pragmático faz das representações teorias sociais práticas, tornando-se uma espécie de programas de comunicação quando surgem problemas para o grupo.<br><br><strong>Objetivação</strong>- forma como se organizam os elementos da representação e o percurso que efetuam até chegarem a exprimir uma realidade pensada que é tida como natural. Capacidade de transformar conceitos em coisas (bicho papão como figura aterradora). O processo de objetivação é uma espécie de naturalização em que os conceitos adquirem realidade, em que o abstrato e mental passa a concreto e material.<br><br><strong>Ancoragem</strong> processo cognitivo relacionado com a objetivação, cuja ocorrência tanto pode precedê-la como segui-la.<br>• Antecede – torna familiar e conhecido o que o não é ainda. Toda a representação social funciona como um código interpretativo em que ancora o desconhecido.<br>• Segue – tem a função de organização social, atribuindo sentido a conhecimentos, pessoas, etc, veicula uma certa instrumentalização do comportamento das pessoas<br><br><strong>FATORES DE COGNIÇAO SOCIAL</strong><br>Influência da família, amigos<br>• Infância – a criança vive num mundo restrito em que os pais são os modelos com que deseja identificar-se, por que nutre respeito e estima, pelo que aquilo que dizem ou fazem é incondicionalmente aceite não sendo suscetível de ser posto em causa.<br>• Adolescência – o adulto vai perdendo credibilidade e o jovem desloca o objeto de identificação do adulto para os amigos, que assumem nesta fase caráter preponderante na vida do jovem<br>• Idade Adulta – é mais estável no que respeita a cognições e atitudes comportamentais, e nesta idade que se faz a chamada cristalização das crenças e atitudes<br><br>Influência dos mass media<br>• Pressuposto da informação partilhada –as imagens e representações que passam na TV têm já em si a ideia de consenso, de partilha por uma larga comunidade, o que facilita a adesão conformista<br>• Incremento do processo de objetivação – a expansão do áudio visual fez com que entrássemos num mundo de imagem e rostos que lhes conferem a materialidade de que necessitam para se tornar realidade<br>• Impacto das vivencias vicariantes (dos outros) através do visionamento das ações dos outros, o espectador te acesso a comportamentos que têm o mesmo impacto que a experiência direta.<br><br><strong>Processos de influência entre indivíduos</strong><br>Influência – quando as ações de uns são condição de ação de outros<br><br><strong>NORMALIZAÇÃO</strong>- estabelecimento de normas sociais com base na influencia recíproca dos membros de um grupo de indivíduos, hesitantes quanto aos modos convenientes de pensar e agir<br>Norma social – escala de referencia ou avaliação que define uma margem de comportamentos, atitude e opiniões, permitidos ou condenáveis. A norma foi formada para reduzir a incerteza e a confusão e a sua ausência é paralisante.<br><br><strong>CONFORMISMO</strong>- tendência das pessoas para aproximarem as suas atitudes e comportamentos das atitudes e comportamentos dos outros elementos do grupo<br><br>Fatores de conformismo<br>• Auto confiança&nbsp; - inversamente proporcional ao conformismo: as pessoas auto confiantes não se importam com o que os outros pensam, os conformistas têm um baixo nível de autoconfiança e autoestima<br>• Unanimidade – não importa o número de pessoas que constitui o grupo unânime, importa só que estejam todos de acordo para a sua opinião (do grupo) ser levada em conta<br>• Contactos visuais–quando as pessoas estão face a face sentem-se mais ’obrigadas’ a submeter-se o grupo<br><br><strong>OBEDIÊNCIA</strong>- tendência das pessoas para se submeterem e cumprirem normas e instruções definidas por outrem<br>Fatores de obediência:<br>• autoconfiança (pessoas menos confiantes são mais obedientes);<br>• desejo de ser bem aceite (submissão–recompensa);<br>• desejo de agradar (como quer agradar tende ser obediente);<br>• atração pessoal (poder atrativo de uma personalidade forte tende a fazer com que os indivíduos se submetam);<br>• autoridade;<br>• credibilidade<br><br><strong>Inconformismo/Desobediência</strong>- o inconformismo é o grande motor das descobertas tecnológicas, filosóficas, cientificas, etc; é eficaz na luta contra preconceitos negativos, era bom se as pessoas que pertencem a regimes políticos ditatoriais fossem inconformistas e desobedientes.<br><br><strong>Processos de relação entre indivíduos e grupos</strong><br>ATRAÇÃO - enquanto comportamento (traduz-se nas ações que um indivíduo executa de modo a favorecer ou a aproximar-se de outro; enquanto emoção (conjunto de sentimentos positivos que um indivíduo experimenta ao interagir com outro<br><br>Fatores de atração:<br>• proximidadefísica;<br>• desejodeafiliação;<br>• beleza;similaridades <br>• interpessoais;<br>• reciprocidade<br> <br><strong>AGRESSÃO </strong>- comportamento hostil e violento, dirigido a um alvo considerado como obstáculo às pretensões do indivíduo<br><br>Fatores:<br>• Porpartedeoutrem<br>• Aprendizagemsocial<br>• Frustração<br>• Efeitocumulativodefrustrações<br><br><strong>ESTERIOTIPOS</strong>- ideias generalizadas sobre pessoas ou coisas.<br><br>Características: natureza cognitiva; configuram realidades exteriores ao sujeito; visões rígidas e simplistas dos objetos em que incidem; esquemas unificadores; muitas vezes são associados a visões preconceituosas. <br>Porque é que se mantêm? Desenvolvem-se em virtude do seu poder cognitivo e preditivo, fácil confirmação, enorme eficácia quando à integração social dos indivíduos.<br><br><br><strong>PRECONCEITOS</strong>- atitude geralmente negativa resultante de um juízo desfavorável que foi prévia e infundadamente constituído, são de natureza emocional. <br>Origem: personalidade autoritária (Adorno estas pessoas compreendem apenas a conduta das pessoas que mostram submissão as grandes figuras autoritárias), fatores sociais (Pettigrew origem em pressões, normas vigentes em dados momentos históricos), espírito fechado (Rokeach acha que os preconceitos são de natureza intelectual; estas pessoas dispõem de crenças que resistem à mudança, mesmo quando confrontadas com novas informações, generalização indevida (Allport acha que são formas de pensar mal dos outros sem fundamento suficiente e deve-se a generalizações incorretas)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <br><strong>DISCRIMINAÇÃO</strong>- por verbalização negativa (falam dos seus preconceito no endogrupo); evitamento (evitam o exogrupo); discriminação (excluem o exogrupo); ataque físico (o endogrupo agride o exogrupo); extermínio (liquidação do exogrupo)<br><br><strong>CONFLITO</strong> origem dos conflitos – luta de interesses. Formação de grupos, instalação do conflito (o endogrupo uniu-se ainda mais)<br>• Privação – um grupo tem acesso a mais coisas que o outro<br>• Preconceito – tudo é desculpa para se criar um preconceito através de<br>boatos<br>• Frustração – quando não alcançam os seus objetivos<br>• Bode expiatório – há uma pessoa que leva com as culpas<br>• Antagonismo de interesses – os dois grupos querem a mesma coisa, que só pode pertencer a um deles<br><br><strong>Resolução do conflito/cooperação</strong> contacto (face a face para descobrirem as suas semelhanças =&gt; têm que possuir estatuto idêntico, prosseguirem os mesmos objetivos, disporem de apoio social); dominação (imposição da solução por um dos grupos); submissão (cedência de um grupo às exigências do outros); mediação (recurso a alguém exterior); inação (não fazer nada); negociação (conjunto de cedências e exigências); objetivos supraordenados (introdução de objetivos atraentes cujo alcance é inviável se não houver união dos dois grupos)<br><br><strong>Estratégias flexíveis</strong> – visam uma resolução amigável, participantes estão abertos ao diálogo, fazem concessões<br><br><strong>Estratégias inflexíveis</strong> – aspiram à vitória, atitude rígida, suscitando inflexibilidade reativa<br><br><strong>Negociação de princípios</strong> – evita a discussão centrada no que ambas as partes pretendem, decidindo as questões em função dos ganhos mútuos.<br><br><strong>Integração social</strong> - os conflitos sociais assumem um papel estruturante na organização das relações entre indivíduos e grupos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:53:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinaaa0</author>
         <link>https://padlet.com/carolinaaa0/nvesaq38gu8xddl9/wish/2207412883</link>
         <description><![CDATA[<div>No âmbito da disciplina de psicologia, apresento o seguinte portfólio constituído por resumos das atividades desenvolvidas ao longo do semestre, algumas curiosidades sobre estes temas e vídeos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 12:00:50 UTC</pubDate>
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         <author>carolinaaa0</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste trabalho abordei todos os assuntos lecionados ao longo do segundo semestre.<br><br></div><div>Esta matéria foi bastante interessante apesar de a achar um pouco complexa e por vezes ter tido algumas dúvidas, a realização através dos trabalhos foi muito importante pois ajudou-me a perceber melhor alguns temas.<br><br></div><div>Na minha opinião, não tenho nenhuma sugestão a fazer, tenho gostado cada vez mais destas aulas pois com o novo método que aplica-mos (trabalhos de grupo) facilitou a minha aprendizes uma vez que ao fazer o trabalho tinha de estar concentrada e automaticamente retenho melhor a informação (teoria Carl Rogers confirma-se).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 12:03:34 UTC</pubDate>
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