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      <title>Domínios Morfoclimáticos do Brasil by RACHEL OLIVEIRA</title>
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      <description>Coloque informações e imagens dos principais Domínios Morfoclimáticos do Brasil.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-09 13:08:33 UTC</pubDate>
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         <title>OS PROBLEMAS AMBIENTAIS NA MATA DE ARAUCÁRIAS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/racheloliveira1/nuaaj4ao2vhnp2er/wish/739115458</link>
         <description><![CDATA[<div>João Lucas Neves<br><br>Mata de araucária é uma formação vegetal brasileira que se desenvolve especialmente nos estados da região sul do país e em partes de relevo mais elevados e frios de São Paulo e Minas Gerais.<br><br>A Mata das Araucárias vem sofrendo com problemas ambientais causados pelo homem, especialmente com o <a href="https://www.todamateria.com.br/desmatamento/">desmatamento</a>, a exploração de espécies vegetais e o <a href="https://www.todamateria.com.br/trafico-de-animais/">tráfico de animais</a> silvestres.<br><br></div><div>Atualmente, a Mata das Araucárias já perdeu cerca de 2% de toda sua extensão territorial, que já chegou a 100 mill km<sup>2</sup>.<br><br></div><div>A ação do homem causa diversas consequências e pesquisadores apontam o risco de extinção das Araucárias. A extração de madeira para fins comerciais e a ocupação do território para uso da agropecuária é uma das principais causas.<br><br></div><div>Diversas espécies de madeira são muito valorizadas pela indústria, gerando graves consequências para o ecossistema local.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 15:28:04 UTC</pubDate>
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         <title>Crimes ambientais ocorridos na Caatinga.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/racheloliveira1/nuaaj4ao2vhnp2er/wish/739116288</link>
         <description><![CDATA[<div>É um bioma exclusivamente brasileiro.<br>Clima semiárido e baixa pluviosidade.<br>Embora tenha uma grande importância para as condições naturais da região do Nordeste brasileiro, a caatinga vem sendo desmatada sobremaneira ao longo dos últimos anos. Segundo pesquisas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, cerca de 45% dos 734.478 km² originais de sua vegetação foram desmatados até o ano de 2010. No ano de 2015, um estudo mais aprofundado revelou que há uma proporção de 40% de Caatinga Preservada para 45% de Caatinga Degradada, 7,2% de Solo Exposto, 6,5% de lavoura e 0,7% de corpos d’água. Entre as áreas degradadas, cabe destaque para o espaço nos territórios do Alagoas, Ceará, Bahia e Pernambuco.<br>Uma das grandes consequências do desmatamento é a desertificação.<br>A caatinga é o bioma menos protegidos no país.<br>Uma grande fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis em Pernambuco (Ibama-PE) embargou um total de 425 hectares - mesmo número em campos de futebol - de área desmatada ilegalmente no Sertão pernambucano. Os agentes ambientais identificaram expressivas clareiras (espaços abertos em meio à vegetação) nos municípios de Afrânio, Bodocó, Petrolina e Serra Talhada, região onde prevalece o bioma Caatinga.<br>A Operação Mandacaru, que visa coibir a exploração e o desmatamento irregular do ecossistema, resultou na aplicação de 14 autos de infração que, juntos, somam uma multa de R$ 430 mil. O trabalho dos fiscais durou duas semanas<br><br></div><div><br><br><del>FONTES:</del></div><ul><li>https://brasilescola.uol.com.br/brasil/desmatamento-caatinga.htm</li><li>https://www.fundaj.gov.br/index.php/conselho-nacional-da-reserva-da-biosfera-da-caatinga/9762-caatinga-um-dos-biomas-menos-protegidos-do-brasil</li><li>https://www.folhape.com.br/noticias/ibama-flagra-crime-ambiental-no-sertao/46070/</li></ul><div><br>Participantes:<mark><br></mark><em><mark>Beatriz Teixeira<br>Rayane Teixeira</mark></em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 15:28:15 UTC</pubDate>
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         <title>AS MELHORES PRADARIAS VERDES DO WORLD (Iann Luca e Erick Nogueira) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/racheloliveira1/nuaaj4ao2vhnp2er/wish/739137181</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>domínio morfoclimático das pradarias</strong> está localizado no extremo sul do país. Sendo um dos domínios presentes na parte mais fria do Brasil, um dos únicos (juntamente com o <a href="https://www.infoescola.com/geografia/dominio-morfoclimatico-das-araucarias/">domínio morfoclimático das araucárias</a>) que não está na Zona Intertropical e sim na Zona Temperada do Sul.</div><div>Seu nome está ligado aos prados, que são <a href="https://www.infoescola.com/geografia/campos/">campos</a> de plantas herbáceas (ervas) e <a href="https://www.infoescola.com/plantas/gramineas/">gramíneas</a> com sua vegetação rasteira e muito utilizada para a pastagem de animais. Apesar de ter uma vegetação com aparência mais simples e menos exuberante do que a das florestas e <a href="https://www.infoescola.com/biomas/savanas/">savanas</a>, porém nem por isso sem uma rica e importante <a href="https://www.infoescola.com/geografia/biodiversidade/">biodiversidade</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 15:32:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Araucárias deve ser extintas até 2070, entenda o caso.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/racheloliveira1/nuaaj4ao2vhnp2er/wish/739138889</link>
         <description><![CDATA[<div>Artigo escrito pela especialista e jornalista Maryana Mallmann:<br><br>Dos 20 milhões de hectares da extensão original da Mata de Araucárias, hoje restam apenas de 1 a 3%. Segundo estudo publicado na Wiley Online Library, a araucária (Araucaria angustifolia) deve ser totalmente extinta até 2070, como resultado da intensa e predatória exploração madeireira e do manejo inadequado das sementes.<br>No Brasil, a araucária é encontrada nos estados do Sul e em algumas regiões serranas do Sudeste. Conhecida como símbolo do Paraná, a árvore de grande porte pode atingir 50 metros de altura. Atualmente, os poucos remanescentes da espécie estão localizados em pequenas e médias propriedades rurais, que asseguram aos agricultores uma importante fatia de renda por meio da extração do pinhão  e das folhas de erva-mate.<br>Um dos problemas também atrelados a este tipo de floresta é a atividade da caça, por conta das espécies faunísticas que se desenvolvem nestes. Que embora seja considerada crime no Brasil, ainda é um problema atual.<br><br></div><blockquote>Escrito por: Maryana Mallmann <br>Jornal: Folha de São Paulo<br>Ultima atualização: 11/09/20 <br><em>Fontes:</em><ul><li>https://www.estudopratico.com.br/mata-de-araucarias-exploracao-caracteristicas-e-ameaca-de-extincao/</li><li><em>https://www.sambiental.com.br/noticias/arauc%C3%A1ria-deve-ser-extinta-at%C3%A9-2070</em></li></ul></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 15:33:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dezenas de Hectares da Floresta Amazônica foram Queimados nos últimos meses.(Vitor Emanuel)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/racheloliveira1/nuaaj4ao2vhnp2er/wish/739142175</link>
         <description><![CDATA[<div>Em relação ao mesmo período em 2019 os focos de incêndio na amazônia aumentaram em 28%;o que significa um padrão alarmante de aumento de queimadas na região, isso ameaça a rica biodiversidade da região e coloca inúmeras espécies da fauna e flora em perigo de extinção. O aumento das queimadas junto com o desmatamento incessante contribuem para a poluição e destruição desse belo domínio.<br><br>Fonte:https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2020/08/01/queimadas-na-amazonia-tem-alta-de-28-no-mes-de-julho-informa-inpe.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 15:33:48 UTC</pubDate>
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         <title>Fim da floresta amazônica está mais perto...(Eduardo da Silva Bonfim Filho)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/racheloliveira1/nuaaj4ao2vhnp2er/wish/739149454</link>
         <description><![CDATA[<div>Desmatamento do Domínio amazônico  dispara de novo em 2020</div><div>Dados de satélite revelam um aumento de 34% na taxa de derrubada<br>da floresta nos últimos 12 meses.A comparação é feita com os dados do desmatamento feito ano passado,mais especificamente no mês de Agosto até o mês de Julho,que é o calendário oficial de monitoramento da Amazônia, usado pelo Inpe para calcular as taxas anuais de desmatamento. <br><br><br>https://jornal.usp.br/ciencias/desmatamento-da-amazonia-dispara-de-novo-em-2020/</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 15:35:11 UTC</pubDate>
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         <title>Problemas da Mata Atlântica (Júlia dos Santos Dias)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/racheloliveira1/nuaaj4ao2vhnp2er/wish/739164877</link>
         <description><![CDATA[<div>Essas terras já estão sendo utilizadas economicamente há muitos anos. Decorrente disso, observa-se um considerável desgastamento do solo, poluição industrial, desmatamento e<br>deslizamento de massa nas encostas dos morros afetando casas e rodovias.Esta região já sofreu muita devastação do homem e da sociedade e devem ser tomadas atitudes urgentes para sua conservação. Existem muitos programas, tanto do governo como privados, para a proteção da mata atlântica. Destaca-se por exemplo, a Fundação O Boticário, que detém áreas de preservação ao ambiente natural e o SOS Mata Atlântica. Neste sentido, a solução mais adequada para este domínio, seria a estagnação de muitos processos agrícolas ao longo de sua área, pois o solo encontra-se desgastado e com problemas erosivos muito acentuados.<br><br>https://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Problemas-Ambientais-Dos-Mares-De-Morro/59680602.html<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 15:38:21 UTC</pubDate>
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         <title>Domínio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/racheloliveira1/nuaaj4ao2vhnp2er/wish/739169572</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 15:39:13 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Desertos&quot; nas pradarias do sul do Brasil.(Jhonatan e Felipe)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/racheloliveira1/nuaaj4ao2vhnp2er/wish/739183825</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A <strong>arenização na região Sul</strong> ocorre pela soma de alguns fatores: a predisposição dos solos, que são naturalmente arenosos; o uso intensivo deles na agricultura; a remoção da vegetação e a retirada de nutrientes. Com o desmatamento das áreas para a agricultura, os solos ficam mais expostos à ação das chuvas, que auxiliam na sedimentação e movimentação dos sedimentos, que, por sua vez, dão origem aos areais que recobrem os solos e tornam a paisagem, em muitos casos, semelhante a áreas de deserto.<br> FONTE:https://brasilescola.uol.com.br/brasil/desertificacao-no-sul.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 15:41:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Amazônia em chamas: fogo descontrolado</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/racheloliveira1/nuaaj4ao2vhnp2er/wish/739201442</link>
         <description><![CDATA[<div>By: João Lucas Teixeira Araujo<br>Focos de incêndio que começaram em agosto tomam conta da região, às margens do rio São Benedito, no Sul do Pará.<br>Cenário para dezenas de aventuras do Terra da Gente, casa da mais rica biodiversidade brasileira, a região do rio São Benedito, na Amazônia, 🤬 socorro. Imagens gravadas pelo biólogo João Paulo Krajewski, na última terça-feira (08/09), chocam pela propagação do fogo e a destruição de um cenário que nunca tinha passado por nada parecido.<br><br>Vizinhos das áreas atingidas estão assustados. De acordo com a proprietária da Pousada Thaimaçu, Nice Seravali, os focos de queimada começaram na semana de 23 de agosto e, desde então, só aumentam a intensidade. “Não está mais só na beira do rio, o fogo está invadindo a mata sem controle. No dia 27 choveu um pouco e parecia ter amenizado a situação, mas agora voltou com tudo. A impressão que dá é que o mundo inteiro está colocando fogo aqui”, lamenta.<br>Fonte: https://www.google.com/amp/s/g1.globo.com/google/amp/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2020/09/10/amazonia-em-chamas-fogo-descontrolado-assusta-pesquisadores-e-comunidade-local.ghtml<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 15:45:30 UTC</pubDate>
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         <title>Nordeste reduzido a &quot;vapor&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/racheloliveira1/nuaaj4ao2vhnp2er/wish/739206133</link>
         <description><![CDATA[<div>Domínio da Caatinga<br>Autor: Hiago Silva<br><br>O dominio da Caatinga se localiza no nordeste brasileiro, sendo o clima semi-árido(Quase desértico), baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas. Em tupi-guarani significa “mata branca”, devido ao aspecto de sua vegetação em época de seca, em que as plantas perdem as folhas e os galhos ficam acinzentados.<br><br>Com todas estas características o domínio têm sido utilizado e consequentemente reduzido em relação ao desmatamento. Nesta década o indice de desmatamento só aumentou pois as industrias vinham encontrar um terreno barato e o número só aumentou. <br><br>Com Grande Biodiversidade de plantas e animais, estas áreas foram muito afetadas e ainda serão por conta da utilização deste terreno tão diverso de seres. <br><br>Fonte: http://www.educacional.com.br/especiais/biomas/popBiomaCaatinga.asp#:~:text=Seus%20principais%20impactos%20ambientais%20s%C3%A3o,provocam%20a%20saliniza%C3%A7%C3%A3o%20do%20solo<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 15:46:30 UTC</pubDate>
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         <title>Pradaria ( samuel levi)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/racheloliveira1/nuaaj4ao2vhnp2er/wish/739218431</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><div><br></div><ol><li><a href="https://www.todamateria.com.br/geografia/">GEOGRAFIA</a></li></ol><h1>Pradarias</h1><div>As <strong>pradarias</strong> (ou relvados) indicam um tipo de vegetação herbácea fechada semelhante aos <strong>estepes</strong>, ou seja, coberta de vegetação rasteira (grama, capim) em vastas planícies desprovidas de árvores e arbustos, geralmente formada próxima aos desertos. A diferença essencial entre as pradarias e os estepes é determinada pelo clima, ou seja, as pradarias ocorrem em climas mais úmidos, enquanto os estepes em climas mais secos.<br>No Brasil, a pradaria é conhecida como <strong>Pampa</strong>, sendo muito utilizada como campos de pastagens para a criação de gado. Além disso, é utilizado como área de plantações uma vez que apresenta solos férteis com presença de húmus (matéria orgânica). No mundo é comum encontrar esse tipo de vegetação na América do Sul (Argentina, Uruguai e Brasil), América do Norte (Estados Unidos e Canadá), Europa (zona temperada continental) e na Ásia (zona central).<br><br></div><div>:<br><br></div><ol><li><strong>Pradarias Tropicais: </strong>que apresentam clima quente e seco,</li><li><strong>Pradarias Temperadas: </strong>com temperaturas que variam entre o quente e frio, dependendo da estação, desenvolvidas em locais mais úmidos.</li></ol><div><strong>Fauna e Flora das Pradarias</strong></div><div>O relevo da pradaria é baixo, compondo uma paisagem homogênea sendo sua flora formada por diversas espécies de gramíneas (vegetação rasteira) e plantas leguminosas; e, a fauna é composta de aves (avestruz, pombo, perdiz, pica pau, etc.) e mamíferos (búfalos, cavalos, mulas, veados, raposas, elefantes, leões, cães, cabras, lebres, etc.), além dos repteis e insetos.<br>No Brasil, a pradaria é conhecida como <strong>Pampa</strong>, sendo muito utilizada como campos de pastagens para a criação de gado. Além disso, é utilizado como área de plantações uma vez que apresenta solos férteis com presença de húmus (matéria orgânica). No mundo é comum encontrar esse tipo de vegetação na América do Sul (Argentina, Uruguai e Brasil), América do Norte (Estados Unidos e Canadá), Europa (zona temperada continental) e na Ásia (zona central).<br><br></div><div>Para saber mais: <a href="https://www.todamateria.com.br/estepes/">Estepes</a> e <a href="https://www.todamateria.com.br/pampa/">Pampa</a>.<br><br></div><div><strong>Clima e os Tipos de Pradarias</strong></div><div>As pradarias geralmente ocorrem em locais de clima temperado, com verões e primaveras chuvosos e inverno e outono secos. No entanto, há dois tipos básicos de pradarias, segundo o clima, a saber:<br><br></div><ol><li><strong>Pradarias Tropicais: </strong>que apresentam clima quente e seco,</li><li><strong>Pradarias Temperadas: </strong>com temperaturas que variam entre o quente e frio, dependendo da estação, desenvolvidas em locais mais úmidos.</li></ol><div><strong>Fauna e Flora das Pradarias</strong></div><div>O relevo da pradaria é baixo, compondo uma paisagem homogênea sendo sua flora formada por diversas espécies de gramíneas (vegetação rasteira) e plantas leguminosas; e, a fauna é composta de aves (avestruz, pombo, perdiz, pica pau, etc.) e mamíferos (búfalos, cavalos, mulas, veados, raposas, elefantes, leões, cães, cabras, lebres, etc.), além dos repteis e insetos.<br><strong>Classificação das Pradarias</strong></div><div>De acordo com o clima e o tipo de vegetação, as pradarias são classificas em três tipos:<br><br></div><ol><li><strong>Pradaria Alta</strong>: presença de gramíneas mais altas, encontradas em locais úmidos.</li><li><strong>Pradaria Baixa</strong>: presença de gramíneas mais baixas, encontradas em locais mais secos.</li><li><strong>Pradaria Mista</strong>: maior diversidade de vegetação, com presença de flores e solo muito fértil.</li></ol><div><strong>Problemas Ambientais</strong></div><div>A atividade pecuária extensiva e as (monoculturas) são as principais atividades econômicas que vem afetando muito esse tipo de vegetação, o que leva, a partir das queimadas, ao processo de desertificação das pradarias. A partir disso, o solo torna-se pobre e incapaz de regenerar-se, o que acarreta a perda de diversas espécies vegetais e animais.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 15:48:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>ESTUDO APONTA QUE EM APROXIMADAMENTE TRÊS DÉCADAS A FLORA DO CERRADO ESTEJA EXTINTA.<br><br>De acordo com a pesquisadora Isabel Santiago, se o índice de desmatamento do cerrado brasileiro se mantiver como é hoje (cerca de 2,5 maior do que na Amazônia) ,o mundo pode registrar a maior perda de espécies vegetais da história.</div><div><br>O cerrado perdeu 46% de sua vegetação nativa, e só cerca de 20% permanece completamente intocado. Até 2050, no entanto, pode perder até 34% do que ainda resta. Isso levaria à extinção 1.140 espécies endêmicas - um número oito vezes maior que o número oficial de plantas extintas em todo o mundo desde o ano de 1500, quando começaram os registros.</div><div>Há  139 espécies de plantas registradas como extintas no mundo todo. Mas claro, sabemos que espécies foram extintas antes mesmo de a gente conhecê-las. Mesmo assim, a perda no cerrado seria uma crise sem proporções.</div><div><br></div><div>O desmatamento na região,  cresceu em níveis alarmantes por causa da combinação de agronegócio, obras de infraestrutura, pouca proteção legal e iniciativas de conservação limitadas.<br><br>ALUNA: Isabel Santiago<br>DOMÍNIO: Cerrado<br>ASSUNTO: Notícia sobre o fato de talvez a flora do cerrado esteja extinta em 30 anos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-11 19:10:37 UTC</pubDate>
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         <title>O Bioma Caatinga e a Luta Contra a Degradação Ambiental</title>
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         <description><![CDATA[<div><em>Já não é mais novidade dizer que a Caatinga é, exclusivamente, brasileira. Muitas plantas, animais, pássaros e peixes, entre outros seres vivos existentes nessa região, não se encontram em nenhum outro lugar do mundo. Além da Caatinga, existem no Brasil mais outros cinco biomas: Amazônia, Mata atlântica, pantanal, cerrado e Pampa. Todos passam, atualmente, por grandes e preocupantes níveis de degradação, causados por práticas humanas danosas ao meio ambiente. Caatinga e cerrado, juntos representam 1/3 do território e da biodiversidade do nosso País que, hoje, estão esquecidos. Espalham-se por 14 estados, 1 927 municípios (34% dos municípios brasileiros) e o Distrito Federal, onde vivem 30% da população do Brasil. Contudo, são os dois biomas menos protegidos pelas leis brasileiras, inclusive, ainda não são reconhecidos como patrimônio nacional, como os outros seis biomas já reconhecidos pela Constituição Federal de 1988.<br></em><br></div><div><em> <br></em><br></div><div><em>A Caatinga é reconhecida como uma das 37 grandes regiões naturais do planeta, ao lado da Amazônia e do Pantanal. Porém, é o terceiro bioma brasileiro mais degradado, apenas a mata Atlântica e o Cerrado estão em situação mais critica. Quase metade da sua área já foi desmatada, cerca de 1/3 das suas plantas e 15% dos seus animais são espécies exclusivamente do bioma, uma riqueza biológica não encontrada em nenhum outro lugar do mundo. A biodiversidade da Caatinga possibilita múltiplas atividades econômicas, com fins agropecuários, industriais, farmacêuticos, cosméticos, químicos, alimentícios, sociais e ambientais.<br></em><br></div><blockquote><pre><strong>Anny Caroliny Lopes </strong></pre></blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-17 12:17:02 UTC</pubDate>
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         <title>A evolução da vegetação no Brasil (Leticia Furtado)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Em quase todo o Brasil, os cactos estão presentes nas paredes rochosas de nossas montanhas. O que uma vegetação de lugar seco faz nesses locais? As cactáceas são plantas xerófilas, ou seja, evoluíram em locais de climas áridos e se adaptaram para viver em ambientes onde a água é rara. Antes de mais nada, elas precisam evitar a perda de água. Os espinhos dos cactos, evoluíram das folhas e fazem fotossíntese sem perder muita água – além de servirem como defesa. Outra vantagem adaptativa dessas plantas são suas características suculentas: elas aproveitam a pequena estação úmida para armazenar água em seu caule e resistir a longos tempos de estiagem. Enfrentando bravamente o sol dos afloramentos rochosos, onde a umidade é de clima desértico e o calor pode fritar ovo, é claro que as cactáceas têm muitas vantagens em relação às plantas de clima úmido da Mata Atlântica. Isso explica sua comum incidência no Sudeste brasileiro e na porção mais quente do Sul, que é o litoral. A região seca mais próxima do Sudeste é o semiárido nordestino, recoberto pela Caatinga, a cobertura vegetal xerófila do Brasil. Os cactos do Sul e Sudeste são todos de gêneros comuns no Nordeste. No entanto, o que mais intriga é tentar entender os agentes de dispersão dessas plantas. Não são muitas espécies que se alimentam dos cactos, os espinhos dificultam muito que animais se alimentem de cactos. Essas plantas, no entanto, têm frutos, que são apreciados por morcegos e aves, animais que possibilitam uma dispersão mais ampla.<br><br></div><div><strong><mark>Refúgios Florestais</mark></strong><strong><br></strong>Há, ainda, outra interpretação geográfica bastante interessante, cuja abordagem é a história da paisagem. Ela se apoia em indícios botânicos, edáficos e paleogeográficos sobre a resposta da cobertura vegetal frente às mudanças climáticas que ocorreram nos últimos 10 mil anos. A Geografia já foi chamada de “ciência da paisagem”, devido à importância desse objeto nos estudos geográficos. O interessante da abordagem paisagística da Geografia é sua riqueza. Enquanto o biólogo estuda o bioma, o geólogo apenas vê as rochas e o tempo geológico e o meteorologista, apenas os fenômenos climáticos, o geógrafo enxerga os sistemas que atuam sobre todos os elementos e se esforça em interpretar suas origens em diversas escalas. O conceito de ecossistema é um conceito geográfico. A regionalização ecológica em uma escala generalizada é o domínio geomorfoclimático, em cujo interior diversos ecossistemas se repetem com tipicidade de acordo como os elementos naturais se apresentam em escala local. Para exemplificar, usemos a região dos Cerrados, a região natural do Brasil central na classificação dos biomas.<br><br><strong><mark>O Cerrado</mark></strong><strong><br></strong>Não existe um único ecossistema de Cerrado. A vegetação mais savânica, fisionomicamente composta por campos entremeados de arvoretas e que é o ecossistema mais típico desse domínio, compõe o chamado Cerrado <em>sensu stricto</em>. Porém existem os Campos Limpos, que são os cerrados compostos somente por vegetação campestre. Há também os Campos Sujos, onde predominam campos com algumas arvoretas. Nessa escala de transição, passa-se pelo Cerrado <em>sensu stricto</em> para enfim se chegar ao Cerradão, que é a fisionomia florestal do Cerrado, composto pela mata bastante entrelaçada e de difícil penetração que deu nome a esse geossistema. Os vários tipos de Cerrado dão ideia de uma “sucessão ecológica”, que é o nome dado à sequência de comunidades vegetais, desde a colonização até a comunidade clímax, de determinado ecossistema. Essas comunidades vão sofrendo mudanças ordenadas e graduais. As primeiras plantas que se estabelecem são denominadas pioneiras e, gradualmente, vão sendo substituídas por outras espécies de porte médio, até que as condições ambientais criem uma comunidade clímax, apresentando uma diversidade compatível com as características daquele ambiente. Nessa fase, o ecossistema apresenta um equilíbrio com o meio. Porém, no Cerrado essa sucessão está mais ligada à influência do solo do que a uma evolução sucessional.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-17 21:37:57 UTC</pubDate>
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