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      <title>Centro histórico da cidade de Lisboa by </title>
      <link>https://padlet.com/laurafilipe1/ntksgb6een0mcx6b</link>
      <description>Visita de estudo realizada no âmbito do projeto &quot;Leitura e Património no país de acolhimento&quot; - PLA9 e PLA10</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-13 18:04:15 UTC</pubDate>
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         <title>Miradouro de São Pedro de Alcântara, Rua de São Pedro de Alcântara, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Daqui temos uma magnífica vista sobre a colina do castelo a Avenida da Liberdade e o Tejo.&nbsp;</p><p>É um dos seus primeiros jardins públicos. Foi mandado construir no reinado de <strong>D. Maria II e D. Fernando Saxe Cobourg-Gotta</strong>, cuja educação adquirida na Alemanha trouxe para Portugal o interesse pelos jardins e mais tarde a introdução do movimento dos parques urbanos que vigorava na Europa a partir de meados do século XIX.&nbsp;</p><p>“alli se devia levantar um castello ou depósito de água, e continuar o famoso aqueduto das Águas-Livres, por arcos similares aos do Vale de Alcântara que as levasse do Bairro Alto para o da Graça, servindo ao mesmo tempo de viaducto entre o lado occidental e o oriental da cidade, atravessando o valle do Rocio".&nbsp;</p><p>No século XIX, passou a propriedade camarária e foram aqui colocados bustos de Afonso de Albuquerque, Vasco da Gama e Luís de Camões, (Minerva, Ulisses, Vénus).&nbsp;</p><p>A pedido da população, foram construídos um coreto e um quiosque.&nbsp;&nbsp;</p><p>Atualmente, promovem-se concertos neste espaço.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 18:25:35 UTC</pubDate>
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         <title>Castelo de S. Jorge, Rua de Santa Cruz do Castelo, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Castelo de São Jorge, antigo Paço de Alcáçova, localiza-se em Lisboa.&nbsp;&nbsp;</p><p>Em 1910, foi classificado como Monumento Nacional.&nbsp;</p><p>Assume uma posição dominante sobre a mais alta colina do centro histórico da capital, tendo uma vista magnífica sobre o rio Tejo.&nbsp;</p><p>&nbsp;<br>As primeiras muralhas do castelo datam do <strong>século II a.C</strong>.&nbsp;</p><p>&nbsp;<br>O castelo representa um sistema defensivo complexo, que foi transformado ao longo dos tempos, com origem nos séculos X e XI, durante o período muçulmano, e posteriormente modificado após a conquista cristã <strong>em 1147</strong>.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Martim Moniz é uma figura lendária da história portuguesa, associada à conquista do Castelo de São Jorge em Lisboa, em 1147. Segundo a lenda, durante o cerco ao castelo liderado por D. Afonso Henriques, Martim Moniz teria realizado um ato heroico. Ao perceber que uma das portas do castelo estava entreaberta, Martim Moniz ter-se-ia sacrificado, atravessando o seu próprio corpo no vão da porta para impedir que os defensores mouros a fechassem. &nbsp;<br>Este gesto heroico teria permitido ganhar tempo suficiente para que outros cavaleiros cristãos chegassem e conseguissem entrar no castelo.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Após a sua conquista por D. Afonso Henriques, em 1147, o castelo entrou num período de grande importância. Lisboa tornou-se a <strong>capital do reino, em 1255</strong>, e o castelo serviu como Paço Real, conhecido como Paço da Alcáçova, além de ser um palácio de bispos e albergue de nobres da corte.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Durante este período, o castelo resistiu a várias ameaças, incluindo os ataques muçulmanos, entre 1179 e 1183, e o cerco castelhano de 1373.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Inicialmente conhecido como Castelo de Lisboa, o monumento recebeu o seu nome atual no século XIV. O rei D. João I, fundador da Ordem de Avis, decidiu mudar o nome para <strong>Castelo de São Jorge</strong>, em homenagem ao santo padroeiro dos cavaleiros e das cruzadas, por quem tinha grande devoção.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>No século XVI, o rei D. Manuel I recebeu Vasco da Gama no castelo, após sua viagem à Índia, e a primeira peça de teatro portuguesa foi representada neste castelo. No entanto, mais tarde, o rei e a corte abandonaram o castelo para se mudar para o Paço da Ribeira.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>O grande <strong>terramoto de 1755</strong> deixou o castelo em ruínas e iniciou-se um período de declínio. A área foi descaracterizada com a construção de várias edificações sobre as ruínas da fortaleza original.&nbsp;</p><p>No início do século XX, o castelo estava em ruínas e desocupado.&nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Durante o Estado Novo, <strong>entre 1938 e 1940</strong>, o castelo sofreu profundas <strong>obras de requalificação</strong>, com a demolição dos edifícios erguidos sobre as fundações da fortaleza original e a reconstrução parcial de algumas torres e muralhas.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Atualmente, o castelo é um importante local turístico e cultural, com um núcleo museológico e um sítio arqueológico que mostram a rica história da região.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 18:29:24 UTC</pubDate>
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         <title>Igreja de São Roque, Largo Trindade Coelho, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
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         <description><![CDATA[<p>A construção da igreja está conectada a um facto histórico: a <strong>peste negra</strong>.&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inicialmente, o rei D. Manuel decidiu criar um cemitério, fora dos muros da cidade, que acolhesse todas as vítimas da peste. Mais tarde, <strong>em 1506</strong>, o povo constrói aí uma pequena ermida dedicada a S. Roque, por este ser considerado um santo milagroso.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>As sucessivas vagas de peste na Europa geravam um permanente pavor no povo e o temor da Coroa.&nbsp;&nbsp;</p><p>D. João II e D. Manuel I já tinham ouvido falar dos feitos milagrosos de São Roque. O santo foi infetado e ter-se-á curado, milagrosamente. Conhecido como o protetor dos doentes, passou a ter grande aceitação e foi até criada a Irmandade de São Roque.&nbsp;&nbsp;</p><p>São Roque faleceu em Veneza, onde permaneciam os seus restos mortais. D. Manuel I solicitou, então, ao Doge de Veneza uma relíquia do santo para proteger Lisboa da peste. O Doge satisfez o pedido de D. Manuel I e a relíquia foi colocada nessa ermida de S. Roque, no Bairro Alto.&nbsp;</p><p><strong>História</strong>&nbsp;</p><p>Cerca de trinta anos depois, corria o ano de <strong>1533</strong>, D. João III entregou a ermida à <strong>Companhia de Jesus</strong>, que construiu um templo maior, em <strong>1566</strong>, mantendo, no entanto, a ermida original de São Roque. Essa igreja foi uma das primeiras no mundo a ser construída pela Companhia de Jesus e considerada uma das mais luxuosas.&nbsp;&nbsp;</p><p>O projeto foi planeado pelo arquiteto do D. João III, Afonso Álvares, e concluída por&nbsp; Filippo Terzi, um arquiteto e engenheiro italiano que trabalhou ao serviço das famílias reais espanhola e portuguesa.&nbsp;</p><p>A igreja de São Roque foi um dos raros edifícios em Lisboa a sobreviver ao <strong>Terramoto de 1755, </strong>com poucos danos.&nbsp;</p><p> Tem diversas capelas, sobretudo no <strong>estilo barroco </strong>do século XVII, destacando-se a <strong>Capela de São João Baptista</strong>, particularmente extraordinária por ter sido construída em Roma, abençoada pelo Papa, desmontada e transportada para Lisboa em três navios. Considerada a mais valiosa do mundo, está decorada com materiais preciosos como lápis-lazúli, ametista e ouro. Supõe-se que, à época, terá sido a mais cara capela da Europa.&nbsp;</p><p>O interior da igreja é enriquecido por talha dourada, pinturas e azulejos,&nbsp; constituindo-se como um importante museu de artes decorativas maneiristas e barrocas. Tem azulejos dos séculos XVI e XVII, assinados por Francisco de Matos. &nbsp;&nbsp;</p><p>Em <strong>1768</strong>, os jesuítas foram expulsos de Portugal, e a igreja foi entregue à <strong>Misericórdia de Lisboa.</strong>&nbsp;</p><p>Ao lado da Igreja, encontra-se o <strong>Museu de Arte Sacra de São Roque,</strong> um dos primeiros museus de arte de Portugal, criado <strong>em 1905</strong>.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 18:31:08 UTC</pubDate>
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         <title>Padre António Vieira, Largo Trindade Coelho, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
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         <description><![CDATA[<p>No largo junto à igreja de S. Roque, encontra-se a estátua de António Vieira, <strong>padre jesuíta</strong>, missionário, diplomata e orador.&nbsp;&nbsp;</p><p>Nascido em Lisboa <strong>em 1608</strong>, mudou-se para o Brasil quando criança, embora tivesse visitado Lisboa diversas vezes.&nbsp;</p><p>O seu legado, embora complexo, destaca-se na <strong>defesa dos direitos indígenas</strong>, opondo-se à sua exploração pelas autoridades coloniais, e na <strong>promoção de reformas económicas:</strong>&nbsp;</p><p>. Por ter combatido a exploração e escravização dos índios, foi chamado por estes de "Paiaçu" (Grande Padre/Pai, em tupi).&nbsp;</p><p>. Foi o autor do "Regulamento das Aldeias" (1658-1660), onde constam as diretrizes para as missões religiosas na Amazónia.&nbsp;</p><p>. Atacou poderes dominantes, criticando os sacerdotes da sua época, incluindo o Santo Ofício (a Inquisição).&nbsp;</p><p>. Defendeu a abolição da distinção entre cristãos-novos e cristãos-velhos.&nbsp;</p><p>Influência Política e Oratória:&nbsp;</p><p>. Foi uma das personalidades mais influentes do século XVII, em termos de política e oratória, e os seus sermões atraíam multidões à Igreja de S. Roque.&nbsp;</p><p>. Desempenhou um papel significativo na Guerra da Restauração Portuguesa, apoiando o Rei João IV e defendendo a independência de Portugal relativamente a Espanha.&nbsp;&nbsp;</p><p>O Padre António Vieira personificou o ideal missionário jesuíta, combinando ação evangelizadora, defesa dos oprimidos, crítica social e excelência intelectual, deixando um legado duradouro na história da Companhia de Jesus.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 18:33:36 UTC</pubDate>
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         <title>Basílica de Nossa Senhora dos Mártires, Rua Serpa Pinto, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esta igreja localiza-se na Rua Garrett, no Chiado, na freguesia de Santa Maria Maior.&nbsp;&nbsp;</p><p>Os seus estilos são o Barroco e o Neoclássico.&nbsp;&nbsp;</p><p>Foi construída imediatamente após a reconquista de Lisboa aos Mouros, <strong>em 1147</strong>, e foi desde logo caracterizada como grandiosa. Esta foi a primeira igreja cristã e a primeira paróquia da cidade de Lisboa, onde se celebravam os primeiros batismos.&nbsp;</p><p>A imagem de Nossa Senhora que aí se encontra foi trazida pelos Cruzados ingleses e invocada pelo povo como Nossa Senhora dos Mártires, em memória de todos os soldados que morreram em combate na defesa da fé Cristã.&nbsp;&nbsp;</p><p>Em 1755 foi completamente destruída, durante o Terramoto que se abateu sobre Lisboa nesse ano. Foi reconstruída e projetada por Reinaldo Manuel dos Santos, tendo sido dedicada ao culto religioso em <strong>1784</strong>. Depois da reconstrução, veio merecer o título de Basílica e foi classificada como imóvel de interesse público.&nbsp;&nbsp;</p><p>As obras de reconstrução foram pagas pelo negociante do Porto, Manuel Pacheco Pereira; a nova igreja constitui um exemplo de arquitetura religiosa, integrando as novas linhas urbanísticas da cidade definidas pelo Marquês de Pombal. A pia batismal, localizada na capela do lado esquerdo da entrada da basílica, é uma peça original da primitiva igreja.&nbsp;&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 18:35:51 UTC</pubDate>
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         <title>Praça Luís de Camões, Largo Luís de Camões, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
         <link>https://padlet.com/laurafilipe1/ntksgb6een0mcx6b/wish/3289295494</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p><strong>Luís Vaz de Camões</strong> foi um poeta e dramaturgo português, que nasceu em Lisboa, em 1524, e morreu em 1580.&nbsp;&nbsp;</p><p>Durante 17 anos, viveu longe de Portugal. Em terras estrangeiras, foi soldado no norte de África, onde perdeu um olho em batalha, na Índia e em Macau, onde escreveu grande parte da sua obra-prima <strong><em>Os Lusíadas</em></strong>, publicada em 1572, dois anos após o regresso do poeta ao seu país natal.&nbsp;</p><p>Ao longo dos séculos, a imagem de Camões foi representada inúmeras vezes em gravura, pintura e escultura, por artistas portugueses e estrangeiros, e vários monumentos foram erguidos em sua honra, destacando-se o grande monumento a Camões, instalado em 1867 na Praça Luís de Camões, em Lisboa, da autoria de Victor Bastos, e que é o centro de cerimónias públicas oficiais e manifestações populares.&nbsp;</p><p>O autor pertence ao movimento literário conhecido como o classicismo português. As suas obras – epopeia, poesia lírica, peças de teatro e cartas, são marcadas por uma <strong>visão antropocêntrica</strong>.&nbsp;&nbsp;</p><p>Adepto do neoplatonismo e influenciado por Petrarca, a sua poesia idealiza o amor e a mulher amada. Para além do<strong> amor</strong>, explora temáticas como o <strong>desconcerto do mundo, a mulher, a reflexão sobre a vida pessoal</strong> e a <strong>natureza</strong>.&nbsp;</p><p>Para escrever as suas inúmeras obras, as suas fontes foram inúmeras.&nbsp;</p><p>Dominava o latim e o espanhol, e demonstrou possuir um sólido conhecimento da mitologia greco-romana, da história antiga e moderna da Europa, dos cronistas portugueses e da literatura clássica, destacando-se autores como Ovídio, Xenofonte, Lucano, Valério Flaco, Horácio, mas especialmente Homero e Virgílio, autores das epopeias escritas nos impérios grego e romano, de quem tomou vários elementos estruturais e estilísticos de empréstimo e às vezes até trechos em transcrição quase literal.&nbsp;</p><p>De acordo com as citações que fez, também parece ter tido um bom conhecimento de obras de Ptolomeu, Diógenes Laércio, Plínio, o Velho, Estrabão e Pompónio, entre outros historiadores e cientistas antigos.&nbsp;&nbsp;</p><p>Entre os modernos, estava a par da produção italiana de Francesco Petrarca, Ludovico Ariosto, Torquato Tasso, Giovanni Boccaccio e Jacopo Sannazaro, bem como da literatura castelhana.&nbsp;</p><p>Obras de Luís de Camões:&nbsp;</p><p><strong>epopeia</strong>&nbsp;</p><p>- O<em>s Lusíadas </em>(publicada em 1572)&nbsp;</p><p><strong>poesia lírica</strong> (publicada 15 anos após a morte do poeta)&nbsp;</p><p>- escreveu centenas de poemas, entre sonetos, éclogas, canções, redondilhas, sextinas, elegias, epístolas, oitavas e odes&nbsp;</p><p><strong>peças de teatro </strong>(publicadas após a morte do poeta)&nbsp;</p><p><em>Anfitriões</em> (1587)&nbsp;</p><p><em>Filodemo</em> (1587)&nbsp;</p><p><em>El-rei Seleuco</em> (1645)&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 18:36:39 UTC</pubDate>
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         <title>Vista Alegre - Chiado, Largo do Chiado, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
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         <description><![CDATA[<p>A fábrica de porcelana Vista Alegre, fundada em 1824 em Portugal, tornou-se um dos produtores mais conhecidos de cerâmica e produtos de porcelana na Europa. Localizada na pitoresca cidade de Ílhavo, esta fábrica é famosa pela alta qualidade dos seus produtos, design requintado e rica história.&nbsp;</p><p>A Vista Alegre foi criada por um empresário português, José Ferreira Pinto Basto, que, inspirado pelas tradições da produção cerâmica da China, decidiu trazer um novo fôlego à criação de porcelana em Portugal. A fábrica rapidamente ganhou popularidade tanto em Portugal como no exterior, graças à combinação única de métodos tradicionais e tecnologias modernas.&nbsp;</p><p>A coleção Gudrun foi criada pela antiga supermodelo alemã Cláudia Schiffer para a Vista Alegre e Bordallo Pinheiro.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Uma das características da Vista Alegre é a atenção aos detalhes e o valor artístico dos produtos.&nbsp;&nbsp;</p><p>Cada peça, desde a louça até os <em>souvenirs</em>, representa uma verdadeira obra de arte, adornada com pinturas originais e padrões complexos.&nbsp;</p><p>&nbsp;A fábrica também colabora com artistas e <em>designers</em> portugueses de renome, o que permite criar coleções exclusivas.&nbsp;</p><p>Ao longo da sua história, a Vista Alegre participou em grandes exposições internacionais e recebeu inúmeros prémios pelos seus produtos.&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Hoje, a fábrica continua a desenvolver-se, combinando tradições com inovações, e permanece um símbolo da maestria portuguesa no campo da cerâmica.&nbsp;&nbsp;</p><p>Para turistas e amantes da arte, visitar a fábrica é uma oportunidade de ver o processo de produção de porcelana e apreciar a beleza de peças únicas.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>A loja do Chiado teve várias moradas sem nunca sair do mesmo lugar: Praça do Loreto, Rua das Duas Igrejas e Rua Garrett, designações que esta localização foi tendo ao longo dos séculos. Nesta loja vendia-se a produção ilhavense.&nbsp;&nbsp;</p><p>Hoje, distingue-se pelo investimento no design e no papel do autor. Consolidou-se como um exemplo de inovação num mercado global. Nos últimos anos, as peças Vista Alegre arrecadaram um número recorde de distinções internacionais de design.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><br/></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 18:37:20 UTC</pubDate>
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         <title>A Brasileira, Rua Garrett, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Trata-se de um dos mais antigos e mais emblemático dos cafés de Lisboa - <strong>A Brasileira.&nbsp;</strong>&nbsp;</p><p>Os Lisboetas dizem que A Brasileira é o coração pulsante do Chiado.&nbsp;</p><p>Ao entrarmos no espaço, fazemos uma viagem no tempo.&nbsp;&nbsp;</p><p>Durante toda sua existência, este lugar tem sido o ponto de encontro dos intelectuais, um espaço verdadeiro com história.&nbsp;&nbsp;</p><p>O seu primeiro proprietário, Adriano Telles, trouxe do Brasil o café, uma bebida desconhecida e pouco apreciada pelos portugueses pelo gosto amargo que o caracterizava. No início, o café era servido gratuitamente como forma de divulgação.&nbsp;&nbsp;</p><p>A decoração faustosa ao estilo parisiense fez d’A Brasileira um espaço onde se reuniam os ilustres da época: advogados, médicos, professores, escritores, artistas.&nbsp;</p><p>Artistas como Fernando Pessoa e Almada Negreiros encontraram aqui a inspiração para conceitos e ideias paradoxais. A assiduidade de Fernando Pessoa foi tal que, por ocasião do centenário do seu nascimento, em 1988, ali foi instalada a sua estátua em bronze, apresentando o poeta sentado à mesa na esplanada do café, e que é hoje uma das estátuas mais fotografadas da capital.&nbsp;</p><p>Foi n’A Brasileira que nasceu o termo «bica», que seria, numa versão possível, a abreviatura de “<strong>b</strong>eba <strong>i</strong>sto <strong>c</strong>om <strong>a</strong>çúcar”, um incentivo para tornar o café, uma novidade naquela época, mais agradável para os clientes, enquanto lhes criava o hábito e marcava um ritual. Outra versão conta que o nome viria do facto de o café ser servido diretamente nas chávenas a partir das torneiras (ou «bicas») das máquinas onde era feito, porque os clientes consideravam que a passagem intermédia para a cafeteira lhe fazia perder características, tendo o termo sido adotado como sinónimo de um café, até hoje.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 18:37:45 UTC</pubDate>
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         <title>Livraria Bertrand - Chiado, Rua Garrett, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
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         <description><![CDATA[<p>A&nbsp; Livraria Bertrand do Chiado, aberta ao público <strong>desde 1732</strong>, foi distinguida, <strong>em 2011</strong>,&nbsp; pelo <strong><em>Guinness World Records</em> </strong>como a livraria mais antiga do mundo em funcionamento.&nbsp;</p><p>Entrar na Livraria Bertrand do Chiado e percorrer as suas sete salas é percorrer uma parte da História e da literatura portuguesas.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>A Bertrand do Chiado é uma livraria peculiar, pois além de ser uma loja de livros, é um espaço onde é possível fazer uma expedição pelas várias salas e pelos autores que as apadrinham.&nbsp;</p><p>Com <strong>292 anos de história,</strong> o segredo da riqueza histórica desta livraria está na capacidade de permanência ao longo do tempo. Vivenciou acontecimentos como o Terramoto de 1755, a Guerra Civil (entre 1832 e 1834), o Regicídio (1 de fevereiro de 1908), a Implantação da República (1 de dezembro de 1910), entre outros.&nbsp;</p><p>Atualmente, conta com mais de 60 livrarias espalhadas por todo o país.&nbsp;</p><p>Conta com duas salas emblemáticas, dedicadas a um poeta e um escritor que a frequentaram em vida: Fernando Pessoa e José Saramago&nbsp;&nbsp;</p><p><strong>Fernando Pessoa</strong> (n.1888-m.1935) foi um dos maiores poetas portugueses. Para além de ter escrito poesia ortónima, criou mais de 70 heterónimos, ou seja, diferentes nomes de poetas, cada um com uma personalidade, sendo os mais conhecidos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Bernardo Soares.&nbsp;&nbsp;</p><p>Durante a sua vida, apenas conseguiu publicar o livro de poemas <em>A Mensagem</em>.&nbsp;&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 18:38:21 UTC</pubDate>
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         <title>Praça do Comércio, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Praça do Comércio era o local onde existia o Palácio da Ribeira, sítio onde morava o rei Dom José I, também conhecido como “O Reformador”, foi o Rei de Portugal, de 1750 a 1777. Ele é famoso por liderar Portugal durante um período muito desafiador da sua história.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>. Em 1755, houve um grande terramoto que destruiu o palácio e a cidade. Depois, Lisboa foi reconstruída, e a praça ficou como a vemos hoje.</p><p><br></p><p><strong>Centro de Comércio e Negócios&nbsp;</strong></p><ul><li><p>Depois do <strong>terramoto de 1755 </strong>em Lisboa, a praça foi reconstruída e tornou-se o principal local para atividades comerciais.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Ela foi planeada para simbolizar a <strong>recuperação económica </strong>e a modernização de Portugal.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Os <strong>escritórios do governo</strong>, que cuidavam do comércio e das alfândegas, ficavam aqui.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p><strong>Mercadores e comerciantes </strong>usavam a praça como ponto central para negociar produtos que chegavam pelo mar.&nbsp;</p></li></ul><p><strong>Conexão com o Rio&nbsp;</strong></p><ul><li><p>A praça fica aberta para o <strong>Rio Tejo</strong>, que era a principal rota dos navios de comércio.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Esses navios traziam produtos das <strong>colónias portuguesas </strong>e de outros países. O nome “Praça do Comércio” honra o papel da praça como um <strong>portal para o comércio.</strong>&nbsp;</p><p><br></p><p>Antes do terramoto, a praça era chamada de <strong>Terreiro do Paço </strong>(Pátio do Palácio), porque ali ficava o <strong>Palácio da Ribeira</strong>, a residência real.&nbsp;</p><p>Depois de o palácio ter sido destruído pelo terramoto de 1755, o nome mudou para destacar a sua nova função da praça.&nbsp;</p></li></ul><p><br></p><p>Na Praça do Comércio, podemos ver:&nbsp;</p><ul><li><p><strong>Prédios amarelos</strong>: Eles apresentam um estilo antigo e agora podemos aí encontrar a funcionar ministérios, esplanadas, escritórios e restaurantes.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p><strong>O Arco da Rua Augusta</strong>: Um arco grande e bonito na entrada da praça.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p><strong>A Estátua de D. José I</strong>: No centro da praça, tem uma estátua do rei em cima de um cavalo.</p></li></ul><p><br></p><p>A praça está perto do <strong>Rio Tejo</strong>. Aqui podemos:&nbsp;</p><ul><li><p>Sentarmo-nos nos cafés e relaxar.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Fazer passeios de barco.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Visitar o <strong>Lisboa Story Centre</strong>, um museu sobre a história de Lisboa e o Museu do Bacalhau&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>Subir ao <strong>Arco da Rua Augusta </strong>para ver a cidade de cima.</p><p><br></p><p>Algumas coisas interessantes sobre a praça:&nbsp;</p><ul><li><p>A praça é usada para eventos como concertos e festas de passagem de Ano.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>O famoso escritor <strong>Fernando Pessoa </strong>gostava de almoçar num café da praça chamado <strong>Martinho da Arcada</strong>.&nbsp;</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-14 09:57:57 UTC</pubDate>
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         <title>Largo do Carmo, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>O Largo do Carmo e a Revolução de 25 de abril</strong>&nbsp;</p><p>&nbsp;<br>O Largo do Carmo é uma praça histórica em Lisboa. No dia 25 de abril de 1974, este lugar tornou-se um símbolo da luta pela liberdade. Muitas pessoas reuniram-se aqui para apoiar a revolução que acabou com a ditadura em Portugal.&nbsp;</p><p>A Revolução de 25 de Abril é conhecida como a Revolução dos Cravos, porque os soldados e civis colocaram cravos nos canos das armas, mostrando que a luta era pacífica. Nesta praça, as pessoas celebraram o fim da ditadura e o início de uma nova era democrática para Portugal. Hoje, o Largo do Carmo é visitado por turistas que querem aprender mais sobre a história portuguesa.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>O Quartel da GNR e a sua importância para a Revolução de 25 de abril</strong>&nbsp;</p><p>&nbsp;<br>O Quartel da GNR (Guarda Nacional Republicana), localizado no Largo do Carmo, é um edifício muito importante na história da revolução. Em 1974, o líder da ditadura, Marcello Caetano, refugiou-se aqui. Os soldados revolucionários, liderados pelo capitão Salgueiro Maia, cercaram o edifício.&nbsp;</p><p>Após horas de tensão e negociações, Marcello Caetano entregou o poder sem violência. Ele passou a liderança ao general António de Spínola, marcando o fim da ditadura que durou quase 50 anos.&nbsp;</p><p>Hoje, o Quartel da GNR é um símbolo de liberdade. Muitos visitantes vêm aqui para ver o lugar onde a ditadura terminou e para entender melhor a história da Revolução de 25 de abril.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-14 10:00:03 UTC</pubDate>
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         <title>Teatro Nacional de São Carlos, Rua Serpa Pinto, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em 1792, um grupo de empresários capitalistas lisboetas (entre eles, o Conde de Farrobo Barão de Quintela) decidiu financiar a construção da nova Ópera na cidade de Lisboa.&nbsp;</p><p>Francisco António Ludi foi o primeiro empresário do Teatro de São Carlos.&nbsp;</p><p>A Ópera de São Carlos foi inaugurada a 30 de junho de 1793, pela Rainha D. Maria I , para substituir o Teatro Ópera do Tejo, que foi destruído no Terramoto de 1755.&nbsp;</p><p>A Ópera de São Carlos foi construída em apenas seis meses e desenhada pelo arquiteto José da Costa e Silva com elementos neoclássicos e rococó, inspirados no Teatro de Nápoles, em Itália.&nbsp;</p><p>A fachada apresenta traços neoclássicos que integra perfeitamente o edifício na Lisboa pombalina. O seu interior, de estilo barroco, é reconhecido como uma peça única de arquitetura teatral. O teatro tem um ambiente de elegância refinada e excelente acústica, o que torna cada apresentação uma experiência inesquecível.&nbsp;</p><p>O Teatro Nacional de São Carlos recebeu o seu nome em homenagem à Princesa D. Carlota Joaquina de Bourbon, Infanta de Espanha, que chegou a Portugal em 1790 para casar com o Príncipe D. João Carlos, futuro rei.&nbsp;</p><p>Esta Ópera de São Carlos teve uma grande importância para a sociedade lisboeta dos séculos XIX e XX, por ser o local onde as famílias reais e aristocráticas se reuniam para apreciar as óperas mais conhecidas da época.&nbsp;</p><p>A inauguração ocorreu com a Ópera <strong><em>La Ballerina,</em></strong> amante de Domenico Cimarosa.&nbsp;</p><p>O mais famoso compositor português da época, Marcos Portugal, tornou-se diretor musical do São Carlos em 1800, após regressar de Itália, e muitas das suas óperas foram aqui encenadas.&nbsp;</p><p>&nbsp;Até à queda da monarquia, o teatro de São Carlos era habitualmente chamado “Teatro Italiano”.&nbsp;</p><p>Todas as óperas eram cantadas apenas em italiano, até 1908.&nbsp;</p><p>Muitos cantores importantes passaram pelo palco de São Carlos, como <strong>Maria Callas</strong>, uma lendária cantora de ópera.&nbsp;&nbsp;</p><p>Apresentou-se no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, em 1958, interpretando o papel de <strong>Violetta</strong> na ópera "<strong>La Traviata</strong>", de Giuseppe Verdi.&nbsp; A sua extraordinária performance em 1958 deixou uma marca significativa na história do teatro.&nbsp;</p><p>Em 1850, o Estado português comprou o teatro a investidores privados.&nbsp;</p><p>O Teatro Nacional São Carlos recebe óperas, ballets e concertos desde sua construção, em 1793&nbsp;</p><p>Classificado como Monumento Nacional em 1928, o seu extraordinário valor e beleza arquitetónica, fazem de São Carlos um ativo crucial no panorama cultural português.&nbsp;</p><p>Em frente à Ópera de São Carlo encontra-se a casa de Fernando Pessoa. Esta casa é uma das casas mais importantes na vida de Pessoa porque foi aqui que ele nasceu e viveu com a sua família, em criança.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-14 10:01:18 UTC</pubDate>
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         <title>Museu Arqueológico do Carmo, Largo do Carmo, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
         <link>https://padlet.com/laurafilipe1/ntksgb6een0mcx6b/wish/3290234689</link>
         <description><![CDATA[<p>O Convento do Carmo, localizado em Lisboa, é um dos monumentos históricos mais emblemáticos da cidade, conhecido pela sua arquitetura gótica e por ser um testemunho da história e das tragédias naturais que moldaram Portugal.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>História do Convento do Carmo&nbsp;</strong>&nbsp;</p><ul><li><p><strong>Fundação</strong>:&nbsp;&nbsp;</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p>O convento foi fundado em <strong>1389, </strong>por Nuno Álvares Pereira, um dos grandes heróis da história portuguesa, em homenagem a Nossa Senhora do Carmo.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><ul><li><p><strong>Terramoto de 1755</strong>:&nbsp;&nbsp;</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p>Durante o grande terramoto que devastou Lisboa, no dia 1 de novembro de 1755, o convento sofreu danos irreparáveis. O teto da igreja desabou e grande parte da estrutura foi destruída, resultando nas ruínas que podemos ver hoje.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><ul><li><p>Após o terramoto, o convento nunca foi completamente reconstruído, transformando-se num espaço único e simbólico.&nbsp;</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p><strong>Características Arquitetónicas</strong>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Estilo Gótico</strong>:&nbsp;&nbsp;</p><p>O convento é um dos melhores exemplos do estilo gótico em Portugal, com arcos pontiagudos, colunas detalhadas e grandes aberturas para a luz natural.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Ruínas ao ar livre:&nbsp;</strong>&nbsp;</p><p>O teto em ruínas da igreja dá ao local uma atmosfera especial, onde o céu aberto substitui a cobertura original.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Detalhes preservados: </strong>Apesar da destruição, muitos elementos originais, como capitéis esculpidos e paredes ornamentadas, permanecem intactos.&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </p><p><strong>Museu Arqueológico do Carmo</strong>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Desde o século XIX, parte do convento abriga o Museu Arqueológico do Carmo, que exibe:&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>. <strong>Esculturas e túmulos</strong>: Peças de diferentes períodos históricos.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>. <strong>Artefactos históricos</strong>: Cerâmicas, moedas e fragmentos arquitetónicos.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>. <strong>Múmias</strong>: Um dos destaques do museu são duas múmias pré-colombianas provenientes da América do Sul.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Atualmente</strong>, o Convento do Carmo é um local icónico para <strong>eventos culturais e musicais</strong> devido à sua atmosfera única e história fascinante.&nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>São exemplos de espetáculos realizados no Convento:&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><ol><li><p><strong>Concertos de música clássica</strong>&nbsp;</p></li></ol><p>&nbsp;<br>Devido à acústica impressionante e ao cenário histórico, o Convento do Carmo frequentemente recebe orquestras de câmara, recitais de piano, e grupos de cordas que interpretam peças de compositores clássicos.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><ol start="2"><li><p><strong>Música sacra e medieval</strong>&nbsp;<br>A ligação do espaço com o passado religioso faz dele um palco ideal para música sacra e obras medievais, incluindo corais gregorianos e peças barrocas.&nbsp;</p></li></ol><p>&nbsp;</p><p><strong>3. Música contemporânea e experimental</strong>&nbsp;<br>Em eventos especiais, o espaço também acolhe concertos que mesclam elementos modernos, como jazz, música eletrónica e projetos experimentais que contrastam com o ambiente histórico.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>4. <strong>Fado e música tradicional portuguesa</strong>&nbsp;</p><p>&nbsp;<br>Durante festivais ou eventos culturais, o Convento pode receber <em>performances</em> de fado e de outras tradições musicais portuguesas, aproveitando o charme local.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>O<strong> Convento do Carmo</strong> simboliza a resiliência e a capacidade de superação de Lisboa após o terramoto de 1755. Além de ser uma preciosidade histórica, o local convida os visitantes a refletir sobre o impacto do passado na construção do presente.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-14 10:02:01 UTC</pubDate>
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         <title>Elevador de Santa Justa, Rua de Santa Justa, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
         <link>https://padlet.com/laurafilipe1/ntksgb6een0mcx6b/wish/3290235720</link>
         <description><![CDATA[<p>O Elevador de Santa Justa, também conhecido como Elevador do Carmo, é um dos monumentos mais icónicos de Lisboa.&nbsp;</p><p>&nbsp;Construído no final do século XIX, este elevador liga a Baixa Pombalina ao Largo do Carmo, oferecendo vistas espetaculares sobre a cidade.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Aqui estão 8 factos históricos sobre o Elevador de Santa Justa:</strong>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><ol start="2"><li><p><strong><em>Arquiteto inspirado por Eiffel</em></strong>&nbsp;</p></li></ol><p>&nbsp;</p><p>Foi projetado por Raoul Mesnier du Ponsard, um engenheiro português com ligações à escola de Gustave Eiffel, o criador da Torre Eiffel.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><ol><li><p><strong><em>Data de inauguração.</em></strong>&nbsp;</p></li></ol><p>&nbsp;</p><p>O Elevador de Santa Justa foi inaugurado em <strong>31 de agosto de 1901</strong>. Inicialmente, funcionava a vapor.&nbsp;</p><p><br></p><ol start="2"><li><p><strong><em>Arquiteto inspirado por Eiffel</em></strong>&nbsp;</p></li></ol><p>&nbsp;</p><p>Foi projetado por Raoul Mesnier du Ponsard, um engenheiro português com ligações à escola de Gustave Eiffel, o criador da Torre Eiffel.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong><em>3. Estrutura metálica única</em></strong>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>É o único elevador vertical em Lisboa com uma estrutura inteiramente metálica, construída em ferro fundido, decorado com padrões neogóticos.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong><em>4. Conversão para eletricidade</em></strong>&nbsp;</p><p><strong>Em 1907</strong>, o sistema de funcionamento foi convertido para eletricidade, tornando-o o elevador mais eficiente e moderno para a época.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong><em>5. Altura impressionante</em></strong>&nbsp;</p><p>O elevador tem uma altura de 45 metros, permitindo a ligação direta entre duas zonas importantes da cidade&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong><em>6. Declaração como Monumento Nacional</em></strong>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Em 2002, o Elevador de Santa Justa foi classificado como Monumento Nacional, destacando-se, assim, a sua importância histórica e arquitetónica<strong>.</strong>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong><em>7. Função prática e turística</em></strong>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Inicialmente, o elevador era utilizado principalmente como meio de transporte urbano, mas hoje é uma grande atração turística da capital<strong>.</strong>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;<strong><em>8. Vistas panorâmicas</em></strong>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>No topo do elevador há um miradouro, que oferece vistas panorâmicas de Lisboa, incluindo o Castelo de São Jorge, o Rio Tejo e a Baixa.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-14 10:02:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Armazéns do Chiado, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
         <link>https://padlet.com/laurafilipe1/ntksgb6een0mcx6b/wish/3290237861</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><ol><li><p>Desde 1279 que existia neste local o Convento do Espírito Santo da Pedreira.&nbsp;</p></li></ol><ol start="2"><li><p>Totalmente destruído pelo terramoto de 1755, o convento foi de novo reconstruído esperando o regresso da sua comunidade religiosa. &nbsp;</p></li></ol><ol start="3"><li><p>Em 1836, o edifício passou a ser o Palácio Barcelinhos, depois de adquirido pelo Barão do mesmo nome para sua habitação.&nbsp;</p></li></ol><ol start="4"><li><p>Foi depois Hotel dos Embaixadores, Hotel Europa, Hotel Gibraltar e, por fim, Hotel Universal.&nbsp;</p></li></ol><ol start="5"><li><p>Em <strong>1888</strong> sofre um terrível incêndio, sendo destruído.&nbsp;</p></li></ol><ol start="6"><li><p>Depois da sua reconstrução instalaram-se, finalmente, em 1894, <strong>Os Grandes Armazéns do Chiado</strong>, trazendo para Lisboa um novo conceito comercial e cosmopolita à moda parisiense, um espaço amplo e variado de grande sucesso.&nbsp;</p></li></ol><ol start="7"><li><p>Em 25 de agosto de <strong>1988</strong>, um século depois do 1.º incêndio, sofre novamente um incêndio, que o deixa completamente destruído.&nbsp;</p></li></ol><ol start="8"><li><p>É convidado a fazer a sua reabilitação o arquiteto português, vencedor do prémio Pritzker, Álvaro Siza Vieira, que o inaugura em <strong>1999</strong>.&nbsp;</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-14 10:04:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Chiado, Lisboa</title>
         <author>laurafilipe1</author>
         <link>https://padlet.com/laurafilipe1/ntksgb6een0mcx6b/wish/3290273730</link>
         <description><![CDATA[<p>O Chiado é um dos bairros mais conhecidos e tradicionais da cidade de Lisboa. &nbsp;</p><p>O bairro do Chiado é o coração comercial e cultural de lisboa. No início do século XVI, por iniciativa do rei D. Manuel I, recebeu grandes obras, que lhe imprimiram uma fisionomia monumental e artística, fazendo com que uma visita seja interessante de dia e de noite.&nbsp;&nbsp;</p><p>Este bairro histórico foi estabelecido como uma zona de prestígio já no século XVI, mas foi no século XIX que se consolidou como o centro cultural e intelectual da cidade.&nbsp;</p><p>O Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado foi fundado em 1911. Este está instalado em parte do antigo Convento de São Francisco da Cidade, o qual alberga também, na restante área do conjunto conventual, a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e a Academia Nacional das Belas Artes.&nbsp;</p><p>O bairro passou por um terrível incêndio em 1988, que praticamente destruiu a região. Com a intervenção do governo e doações, o Chiado foi reconstruído, mantendo-se da melhor forma possível a arquitetura original. &nbsp;</p><p>O território do atual Chiado tem uma história de ocupação humana longínqua. Antigos conventos reutilizados como lugares de arte e de cultura, igrejas, museus, palácios, teatros, cafés são marcos de um percurso feito ao longo de muitos  séculos. Aqui, descobrir o presente, passa sempre por conhecer o passado.&nbsp;&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-14 10:37:28 UTC</pubDate>
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