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      <title>👉 Compartilhe conosco: Na sua trajetória escolar, quais experiências ou práticas você percebe que limitaram suas vivências e percepções corporais? E quais, ao contrário, ampliaram e potencializaram essa relação com o corpo? by Renata Stort</title>
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      <description>Publique sua resposta ao tópico de discussão clicando no botão de adição abaixo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-14 17:20:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/renatastort/ntkams4qbppy93x9/wish/3608062497</link>
         <description><![CDATA[<p>Dias atrás, assisti a um vídeo da minha infância, em fita VHS, ainda na época em que cursava a Educação Infantil. Devia ter dois ou três anos, no início da década de 1990. Enquanto meus colegas estavam sentados, aguardando orientações dos adultos, eu aparecia em constante movimento: com as mãos no chão, os pés levantados, testando meus próprios limites, o ar e o espaço. Aquela criança parecia não ter medo de se mover enquanto o resto da turma esperava.</p><p>Lembro que, com o passar dos anos, principalmente a partir do Ensino Fundamental, meu corpo foi aprendendo a se conter. Veio o tempo das provas, das longas horas sentada, do cansaço físico e mental.</p><p>Lembro do som dos ventiladores durante as avaliações, da necessidade de permanecer sentada, do esforço de concentração dentro de um tempo que não era o meu. Experiência que se intensificou no período do vestibular e que ainda hoje se repete quando realizo provas de concurso.</p><p>Ao assistir ao vídeo, percebi que aquela criança ainda não tinha (in)<em>corpo</em>rado as práticas sociais de controle do tempo que atravessam a escolarização. À medida que os anos passaram, fui deixando de lado aquela liberdade de movimento e me acostumando a esperar.</p><p>Terminei de assistir ao vídeo e senti saudades daquela criança de cabeça para baixo e os pés no ar.</p><p><br/></p><p>Flávia Bianquini</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-28 23:32:45 UTC</pubDate>
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         <author>karolluzbio</author>
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         <description><![CDATA[<p>O medo hoje tem sido um grande limitador ao meu ver. Transformamos exceção em regra. Em minha cidade se uma criança se machuca em uma vivência gera uma confusão gigantesca e pouco tempo depois vem portarias dificultando as saídas de 4 paredes. As crianças não podem se sujar, não podem se desarrumar, não podem cair e ralar o joelho. Há uma pressão por confinar as crianças para que elas fiquem “fisicamente” seguras mas que as tem tornado emocionalmente vulneráveis. Este a meu ver é um dos maiores problemas enfrentados que dificultam o acesso das crianças e professores a práticas que considerem o corpo no processo Pedagogico em minha cidade.</p><p>O que potencializa são práticas as ar livre, que levem em conta o sentir, o ouvir… experiências de aprendizagem e não só informação. Aqui as pessoas as vezes me chamam para dar palestra (sim palestra tradicional, eu ligo pra saber certinho o que querem) para a educação infantil.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 15:56:13 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Algo que marcou minha vida foi um dia que estava em um "bailinho" e eu dançava... Me lembro de me sentir bem, de dançar com vontade, de vivenciar aquele momento com presença e alegria até que uma amiga fez um comentário.... Disse algo sobre a forma como eu dançava e das pessoas estarem olhando. Congelei. Depois disso não dancei mais. Até hoje tenho dificuldade de dançar junto e a crença de que não sabia dançar ficou forte em mim. </p><p><br/></p><p>Cuidar de comentários que fazemos às crianças é algo importante, pois pode ter um impacto ruim.</p><p><br/></p><p>É muito comum nas escolas falas que rotulam as crianças...  o desastrado, o ogro... </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 16:16:36 UTC</pubDate>
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         <author>marciaalmeida2006_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando penso na minha trajetória escolar, lembro sempre de "atividades" relacionadas ao movimento, pois sempre adorei dançar, por exemplo. Lembro de participações em eventos que poderia me expressar através do corpo, desde muito pequena até já adolescente. Acredito que isso fez com que eu, quando estive em sala de aula e hoje atuando com os professores, sempre busquei e busco valorizar isso, não somente como movimento, mas como modo de ver o mundo.</p><p>E, acredito que hoje, muitos ainda não compreendam essa importância, não só do corpo como movimento, mas como um corpo capaz de se expressar de diferentes maneiras, explorando outras possibilidades que também levam a muitas descobertas riquíssimas.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 17:46:25 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/renatastort/ntkams4qbppy93x9/wish/3646063263</link>
         <description><![CDATA[<p>Como não fiz educação infantil, na minha época não era obrigatório, tenho lembranças de uma infância na rua, correndo, pulando e explorando meu corpo ao máximo, subia em árvores com tanta facilidade, era tão comum para mim e hoje incentivo,sempre que consigo, as crianças a descobrir os limites de seus corpos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-22 21:55:17 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/renatastort/ntkams4qbppy93x9/wish/3646065069</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando penso, em minha trajetória escolar e a relação com o corpo, percebo que foi limitada. Na escola, o corpo se manifestava basicamente na hora do recreio ou nas aulas de Educação física, mas ainda de modo engessado, como treino e não livre expressão.</p><p>No recreio era quando podíamos correr, dançar, pular e trazer o corpo para a escola. Nos demais momentos, eram carteiras enfileiradas e corpos domesticados (pensar somente com a cabeça, como diriam as charges do Tonucci).</p><p>No magistério a experiência foi mais alargada, pois cursei CEFAM e a formação era excelente. Os corpos eram convidados a brincar, jogar, interpretar, reorganizar os espaços, carteiras e cadeiras da sala.</p><p>Mas, na infância, era nas brincadeiras que o corpo estava por inteiro.</p><p><br/></p><p>Laís Vilela </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-22 21:58:18 UTC</pubDate>
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