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      <title>Relatório Individual - Maria Inês Pires by Maria Inês Pires</title>
      <link>https://padlet.com/mariainesmpires/nsl0hnam9hae093b</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-06 20:54:31 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-07-14 07:34:29 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Apresentação e expectativas</title>
         <author>mariainesmpires</author>
         <link>https://padlet.com/mariainesmpires/nsl0hnam9hae093b/wish/3439869347</link>
         <description><![CDATA[<p>Chamo-me Maria Inês Pires, tenho 37 anos, sou mãe de uma menina de 2 anos e sou professora do 1.º Ciclo do Ensino Básico na Escola Básica São João de Brito, em Alvalade. No presente ano letivo, leciono uma turma do 3.º ano.</p><p>Em 2018, concluí o Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, tendo complementado o meu percurso académico com uma pós-graduação em Educação Especial, no domínio cognitivo e motor, no mesmo ano. Durante o meu estágio, trabalhei com várias crianças com necessidades específicas de aprendizagem, o que despertou em mim o desejo de aprofundar os meus conhecimentos para as poder ajudar de forma mais eficiente.</p><p>Para além disso, frequentei a Escola de Música do Conservatório Nacional, tendo concluído o 8.º grau de flauta transversal, em 2011.</p><p>Trabalhei durante sete anos no ensino privado: dois como educadora e os restantes como professora do 1.º ciclo. A minha paixão sempre foi o ensino Pré-Escolar, mas quis o destino que ficasse vinculada no 1.º ciclo. Este é o meu primeiro ano no ensino público, e está a ser uma experiência desafiante, mas, também, extremamente enriquecedora.</p><p>Relativamente às expectativas quanto à formação em práticas inclusivas, espero que esta constitua uma oportunidade para aprofundar conhecimentos e desenvolver estratégias pedagógicas que me permitam responder de forma mais eficaz à diversidade existente em sala de aula. Pretendo adquirir ferramentas que favoreçam uma planificação mais diferenciada, bem como metodologias que promovam a participação ativa, o envolvimento e o sucesso de todos os alunos, em especial daqueles com maiores necessidades educativas.</p><p>Vejo esta formação também como um espaço de reflexão crítica sobre os desafios da inclusão em contexto real de escola, e como uma oportunidade de partilha de experiências com outros docentes, com vista ao desenvolvimento de práticas mais equitativas, colaborativas e sustentáveis. Acredito firmemente que a construção de uma escola verdadeiramente inclusiva exige uma atitude de aprendizagem contínua e um compromisso coletivo com a melhoria das práticas educativas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 12:20:34 UTC</pubDate>
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         <title>A Planta da minha Sala de Aula</title>
         <author>mariainesmpires</author>
         <link>https://padlet.com/mariainesmpires/nsl0hnam9hae093b/wish/3448695839</link>
         <description><![CDATA[<p>Na minha opinião, a sala de aula é um espaço educativo onde todos os alunos, independentemente das suas características, capacidades, necessidades ou contextos de origem, têm a oportunidade de aprender juntos de forma equitativa, participativa e respeitosa. Não se trata apenas de colocar alunos com necessidades específicas de aprendizagem ou de diferentes origens culturais no mesmo espaço físico, mas de criar condições efetivas para que todos possam aprender, crescer e sentir-se valorizados.</p><p>Neste sentido, a organização da minha sala de aula é o reflexo de uma visão educativa centrada no aluno, no seu desenvolvimento integral e na construção de um ambiente positivo, seguro e inclusivo. A planta desta sala foi desenhada com intuito de promover o envolvimento ativo dos alunos, o trabalho colaborativo e a autonomia, em consonância com os princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.</p><p>A planta é flexível, estando as mesas agrupadas em conjuntos de três, quatro e cinco, o que facilita o trabalho em pares pedagógicos e pequenas equipas. Esta configuração induz, assim, a interação, o diálogo e a partilha de saberes entre os alunos. Para além disso os corredores são amplos para que o professor, que tem o papel de mediador do processo educativo, possa circular livremente pela sala para observar, apoiar e orientar. </p><p>A mesa do professor encontra-se posicionada ao lado do quadro interativo e serve de base para explicações, modelação de tarefas e diálogo com a turma. A proximidade entre o quadro e o espaço de mediação permite, portanto, transmitir com clareza os objetivos das aprendizagens. </p><p>A minha sala está dividida em zonas específicas que dão resposta à diversidade de ritmos e interesses:</p><p>- Espaço de trabalho autónomo: onde os alunos desenvolvem o seu Plano Individual de Trabalho (PIT), com tarefas adequadas ao seu nível e objetivos personalizados.</p><p>- Espaços da Matemática e do Português: equipados com jogos didáticos e materiais manipuláveis que promovem o raciocínio, a linguagem e a aprendizagem ativa.</p><p>- Canto da leitura: um local acolhedor que convida à leitura recreativa ou orientada.</p><p>- Espaço da calma: destinado ao autocontrolo e à autorregulação emocional, com materiais sensoriais e atividades de respiração ou mindfulness.</p><p>- Estação de afirmações positivas: com mensagens inspiradoras, reforçando a autoestima, o pensamento positivo e a empatia.</p><p>O ambiente da sala foi projetado com base em valores de respeito, responsabilidade e empatia, competências que têm vindo a ser trabalhadas ao longo do ano, uma vez que era uma das principais fragilidades da turma. Para tal, foram também criadas as " palavras mágicas" que se encontram afixadas na parede onde podemos ler vocábulos como: “Por favor”, “Obrigado/a”, “Com licença”, “Desculpa” para incentivar a boa convivência e a educação para os valores.</p><p>Além disso, também estão afixadas as regras da sala de aula, elaboradas com a participação dos alunos.  Está, igualmente, afixado o diário de turma, que é uma ferramenta essencial para a gestão de conflitos e comunicação de sentimentos, pois fomenta o diálogo e o respeito pela diversidade de opiniões.</p><p>Existe, ainda, o mapa de tarefas, onde cada aluno tem uma responsabilidade semanal, o que contribui para o desenvolvimento do sentido de pertença e do espírito comunitário.</p><p>O mapa de rotinas diário está, também, afixado na parede, o que permite que os alunos saibam o que vai acontecer ao longo do dia (acolhimento, trabalho autónomo, leitura, intervalo, etc.), favorecendo, deste modo, a segurança emocional, a previsibilidade e a organização interna dos alunos.</p><p>A sala conta ainda com um lavatório no fundo, o que facilita atividades experimentais, de higiene e de autonomia, e com uma porta que dá acesso a uma horta escolar, espaço fundamental para aprendizagens significativas ligadas à natureza, alimentação saudável, sustentabilidade e responsabilidade ambiental.</p><p>Em síntese, esta sala, mais do que um espaço físico, é um ambiente educativo estruturado, acolhedor e intencional, que potencia a aprendizagem, o bem-estar e a cidadania. Cada elemento foi pensado para favorecer a autonomia, a cooperação, a responsabilidade e o desenvolvimento pessoal de cada aluno.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-13 14:39:21 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho de grupo: Intencionalidade Pedagógica e Metodologias, Métodos, Estratégias e Recursos: Quem? Para quê? Como? Quando?</title>
         <author>mariainesmpires</author>
         <link>https://padlet.com/mariainesmpires/nsl0hnam9hae093b/wish/3472346461</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 08:23:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trabalho de grupo: Ambientes de aprendizagem flexíveis - análise dos vídeos (Edutopia e Eanes - ISD) - vídeos 3 e 4</title>
         <author>mariainesmpires</author>
         <link>https://padlet.com/mariainesmpires/nsl0hnam9hae093b/wish/3472348754</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. O que impressionou?</strong></p><p>- As cadeiras serem rotativas, com a possibilidade de os alunos se movimentarem de acordo com os objetivos definidos por cada um para o trabalho a realizar na sala de aula.</p><p>- O espaço ter material informático para uso pessoal e de partilha (quadro interativo).</p><p>- Os alunos terem a possibilidade de gerir a forma como querem trabalhar, se individualmente, em pares e ou grupo e, também, de poderem se organizar de acordo com determinados critérios.</p><p><strong><br></strong></p><p><strong>2. Vantagens:</strong></p><p>- A autonomia dos alunos (a possibilidade de escolha e de tomada de decisões face à sua aprendizagem, na&nbsp; concretização de tarefas e na participação).</p><p>- Variabilidade das formas de trabalho e de aprendizagem.</p><p>- Participação e envolvimento dos alunos nas aulas (tomada de decisão, colaboração, partilha, de acordo com os interesses e as necessidades de cada um).</p><p><br></p><p><strong>3. Barreiras:</strong></p><p>- As salas são pequenas, com pouca luminosidade e o professor tem pouco espaço para se poder movimentar.</p><p>- O material informático disponível é escasso e muitas vezes sem acesso à internet.</p><p>- Criação de rotinas (metodologia que requer treino, consistência e familiaridade).</p><p>- Concentração dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 08:26:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Caracterização da minha turma</title>
         <author>mariainesmpires</author>
         <link>https://padlet.com/mariainesmpires/nsl0hnam9hae093b/wish/3474920439</link>
         <description><![CDATA[<p>A turma que leciono é composta por 21 alunos, dos quais 11 são rapazes e 10 são raparigas, com idades compreendidas entre os 8 e os 10 anos. Importa referir que dois alunos estão referenciados e são apoiados semanalmente pela Equipa Multidisciplinar de Ação Inclusiva (EMAI), seis beneficiam de Medidas Universais no âmbito do Decreto-Lei n.º 54/2018, e um recebe apoio específico no ensino de Português como Língua Não Materna (PLNM), com intervenção direta de um docente especializado.</p><p>Nos anos letivos anteriores (1.º e 2.º anos), os alunos foram acompanhados por outra docente. A transição para a nova professora titular, no início deste ano letivo, foi encarada com naturalidade, tendo sido trabalhada de forma progressiva, com momentos de conhecimento mútuo e dinâmicas de grupo, que facilitaram o estabelecimento de uma relação pedagógica positiva, assente na empatia e no respeito mútuo.</p><p>Trata-se de uma turma bastante heterogénea, tanto ao nível comportamental como do aproveitamento escolar, com diferentes estilos de aprendizagem, ritmos de trabalho e níveis de autonomia.</p><p>Relativamente ao comportamento, este revela-se, na maioria das situações, adequado. Contudo, persistem algumas dificuldades no cumprimento das regras de sala, sobretudo no que se refere à escuta ativa e ao respeito pelos tempos de cada um para intervir. Além disso, alguns alunos revelam desafios na forma como interagem entre si. Apesar disso, tem-se observado uma evolução positiva, fruto de um trabalho consistente ao nível da educação para os valores e do reforço positivo dos comportamentos desejáveis. Com o intuito de prevenir e resolver conflitos, foi criado um diário de turma, uma ferramenta que tem contribuído para promover atitudes de tolerância, empatia, gentileza e uma melhor gestão emocional. Paralelamente, têm sido dinamizadas atividades de sensibilização para a cidadania e para o respeito pela diferença.</p><p>No que concerne ao desempenho académico, este pode, em termos gerais, ser considerado bastante satisfatório. Os alunos demonstram curiosidade, gosto pela aprendizagem e participação ativa nas diferentes áreas curriculares. No entanto, os ritmos de trabalho são bastante distintos, o que exige frequentemente a adaptação do grau de complexidade das tarefas propostas, bem como do tempo dedicado à sua realização. A diferenciação pedagógica é uma constante, sendo operacionalizada através da organização flexível do trabalho, da oferta de materiais com níveis de exigência distintos, da definição de objetivos individuais e da utilização de estratégias que potenciem a autonomia e a autorregulação da aprendizagem. Sempre que possível, privilegia-se o trabalho em grande grupo ou em pequenos grupos cooperativos, como forma de promover a entreajuda, a comunicação e o desenvolvimento de competências sociais e cognitivas.</p><p>Complementarmente, têm sido introduzidos momentos de aprendizagem ativa, com recurso a metodologias diversificadas, nomeadamente o ensino por projeto, a aprendizagem baseada em problemas, o uso pedagógico das tecnologias digitais e o trabalho interdisciplinar. Estas abordagens têm contribuído para tornar a aprendizagem mais significativa, contextualizada e ajustada às necessidades do grupo.</p><p>Por fim, é de destacar o envolvimento dos Encarregados de Educação, que se revelam atentos, interessados e participativos, acompanhando de forma regular o percurso escolar dos seus educandos. A comunicação escola–família tem sido frequente e eficaz, ocorrendo por via presencial, digital e telefónica, o que tem permitido uma colaboração estreita, orientada para o sucesso educativo e o bem-estar das crianças. Foram ainda promovidos encontros individuais e reuniões de turma, nos quais se reforçou a importância do trabalho articulado entre escola e família como pilar fundamental do desenvolvimento integral dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 11:12:33 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho de grupo: Análise do texto &quot;Na prática...&quot;</title>
         <author>mariainesmpires</author>
         <link>https://padlet.com/mariainesmpires/nsl0hnam9hae093b/wish/3476445780</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Tendo em conta a vossa experiência, estes temas são tratados de forma regular nos diversos espaços educativos?</strong></p><p>Em muitos contextos educativos, os temas relacionados com a cidadania e a interculturalidade ainda não são tratados de forma regular e estruturada. O excerto refere que frequentemente estas questões são abordadas em momentos pontuais de celebração, muitas vezes com um caráter simbólico, que visa apresentar uma escola hospitaleira, mas que pode reforçar estereótipos em vez de os desconstruir.</p><p>Apesar disso, há professores que, como o docente citado, reconhecem a importância de uma abordagem mais profunda, que vá além do evento e se enraíze no quotidiano da sala de aula, integrando a cidadania e a interculturalidade nas práticas pedagógicas e relacionais diárias. No entanto, esta prática ainda parece depender muito da iniciativa individual dos educadores e professores, e não de uma política transversal e institucionalizada.</p><p><br></p><p><strong>2. Devem sê-lo de forma diferenciada caso se trate de contextos culturalmente mais homogéneos ou mais heterogéneos? Porquê?</strong></p><p>Sim, a abordagem deve ser diferenciada, mas não no sentido de ignorar ou omitir o tema em contextos mais homogéneos. Pelo contrário, todos os contextos, homogéneos ou heterogéneos, devem trabalhar a interculturalidade, mas os enfoques e estratégias podem variar. Em contextos culturalmente heterogéneos é crucial abordar diretamente as diferenças, promovendo o diálogo e combatendo a discriminação explícita ou implícita. A diversidade existente deve ser aproveitada como uma oportunidade pedagógica.</p><p>Já em contextos aparentemente mais homogéneos, o desafio é tentar desconstruir a ilusão da homogeneidade, trabalhando a empatia, a consciência crítica,  prevenindo comportamentos discriminatórios baseados em ideias preconcebidas. </p><p><br></p><p><strong>3. Como pode a escola, a sua gestão e lideranças, promover processos de sensibilização e aprendizagem intercultural com os seus atores educativos (adultos e não adultos)?</strong></p><p>A escola, enquanto organização educativa, pode e deve assumir um papel proativo, intencional e contínuo na promoção da interculturalidade. De acordo com o texto, isto passa por:</p><p>- Evitar uma abordagem superficial, limitada a datas comemorativas ou eventos simbólicos.</p><p>- Incorporar os princípios da interculturalidade no quotidiano escolar, especialmente na sala de aula, como faz o docente citado — atuando de forma firme, reflexiva e educativa sempre que surgem situações de discriminação ou exclusão.</p><p>- Valorizar a autoridade pedagógica como promotora de valores — o professor não abdica da sua autoridade, mas usa-a para lançar discussões significativas que envolvem toda a turma.</p><p>- Investir na formação contínua de professores e funcionários, para que reconheçam os seus próprios preconceitos, compreendam a diversidade e saibam intervir pedagogicamente.</p><p>- Garantir tempo e espaço para a reflexão coletiva — como o docente refere, por vezes vale mais "perder" 10 minutos do que comprometer a formação de um aluno ou o ambiente da turma.</p><p>- Apoiar práticas restaurativas e inclusivas, como a mediação entre colegas, a reflexão em grupo e o envolvimento ativo de todos os alunos em processos de construção de respeito mútuo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 17:04:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trabalho Final: Projeto &quot;As palavras têm forma&quot; </title>
         <author>mariainesmpires</author>
         <link>https://padlet.com/mariainesmpires/nsl0hnam9hae093b/wish/3481498184</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 14:27:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trabalho de Grupo: Discussão da proposta de rubrica de avaliação para trabalho final (sequência de aprendizagem)</title>
         <author>mariainesmpires</author>
         <link>https://padlet.com/mariainesmpires/nsl0hnam9hae093b/wish/3499461778</link>
         <description><![CDATA[<p>Sugerimos a junção do parâmetro da Motivação e do Envolvimento, transformando-o no parâmetro da Participação, uma vez que acreditamos que sem motivação e envolvimento, não há alunos que possam ser participativos.&nbsp;</p><p>Assim, sugerimos os seguintes descritores:&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>A emergir – </strong>Os alunos não foram participantes na escolha da temática, na construção da atividade e no processo de aprendizagem.&nbsp;&nbsp;</p><p><strong>Em desenvolvimento –</strong> Os alunos participaram na escolha da temática, mas não na construção da atividade.</p><p><strong>Desenvolvido/ em aperfeiçoamento – </strong>Os alunos participaram na escolha da temática e na construção da atividade, mas não houve momento de reflexão após atividade como ponto de partida para a melhoria do processo de aprendizagem do aluno e das práticas pedagógicas do docente.&nbsp;</p><p><strong>Desenvolvido/ em expansão –</strong> Os alunos participaram ativamente em todos os momentos do processo: escolha, construção, implementação e reflexão.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 18:06:54 UTC</pubDate>
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