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      <title>PORTFÓLIO - SABERES E DIDÁTICAS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS by Ana Sara Amorim</title>
      <link>https://padlet.com/saraamorim2504/ns2ofcf62vfgd4vj</link>
      <description>Produzido pelas alunas: Ana Sara, Maria Aryssia e Maria Paula.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-10 16:38:54 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-11-28 17:34:34 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Primeiro dia de aula da disciplina - 18/07/2024</title>
         <author>saraamorim2504</author>
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         <description><![CDATA[<p>No primeiro dia de aula da disciplina Saberes e Didática da EJA, conhecemos a Profa. Abdzia, o plano de aula e os assuntos que serão abordados durante a disciplina. </p><p>Neste dia, foram poucas pessoas, mas socializamos através da dinâmica e refletimos sobre os seguintes tópicos: Quem Sou?; Como Estou?; O que Faço?; O que Busco?.</p><p>Começamos por ordem alfabética e cada aluna falou um pouco sobre si mesma, conhecemos diferentes histórias de vida. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-10 16:51:03 UTC</pubDate>
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         <title>Parte 2, dia 18/07/2024</title>
         <author>saraamorim2504</author>
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         <description><![CDATA[<p>Logo após, nos dividimos em grupos para falarmos sobre o que sabemos a respeito dos temas: Letramento, alfabetização e Educação de Jovens e Adultos.</p><p>O momento foi crucial para lembrarmos os estudos anteriores, fazer novas contextualizações, conhecer novas obras e novos autores que estudaremos ao longo do semestre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-10 16:51:29 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADES 1,2 e 3.</title>
         <author>saraamorim2504</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>1 – Inicialmente fazer uma leitura crítica dos textos, capítulo 1 e 2 observando:</strong></p><ul><li><p><strong>O que o texto me diz?</strong></p></li><li><p><strong>O que eu digo ao texto?</strong></p></li><li><p><strong>O que eu digo à turma?</strong></p></li></ul><p>O texto nos proporciona uma leitura crítica, com base em dados históricos, com ênfase em diferentes conceitos de alfabetização na perspectiva de autores como Paulo Freire, Lev Vygotsky e Emília Ferreiro. Inicialmente, a obra relata como se deu a evolução histórica das concepções sobre alfabetização de adultos ao longo do tempo de forma detalhada, e compreendemos como as mudanças políticas e sociais interferiram na concepção de alfabetização.&nbsp;</p><p>No capítulo dois, nos aprofundamos no pensamento freireano acerca da concepção de alfabetização, a definição dos sujeitos alfabetizadores e alfabetizandos, bem como, outras informações e experiências marcantes ao longo de sua trajetória. Além disso, essa parte do texto também aborda a influência da teoria da psicogênese da língua escrita de Emilia Ferreiro durante o processo de alfabetização, bem como,&nbsp; a relevância da teoria social e cultural de Lev Vygotsky no processo de ensino-aprendizagem.</p><p>Podemos afirmar que o texto nos apresenta informações relevantes para a formação docente, com saberes inerentes à uma prática educativa para a liberdade e ao pensamento crítico, elementos valiosos para a efetivação de uma práxis autêntica que contribui no processo de emancipação de sujeitos na sociedade.</p><p>Para a turma, a leitura da referida obra pode ampliar nossos horizontes, para que possamos formular novas práticas pedagógicas apropriadas para a EJA, segundo as idéias dos autores. Tânia Moura nos presenteia com uma pesquisa fundamentada em bases sólidas para desenvolvermos abordagens mais adequadas às necessidades, assim como, ao contexto cultural dos alfabetizandos.</p><p><strong>2 – Elaborar uma síntese considerando os tempos históricos da Alfabetização de Adultos, apontados pela autora, no capítulo 1, trazendo suas concepções teórico metodológicas e as concepções sobre alfabetização de adultos, considerando sua gênese histórica.</strong></p><p>As práticas de Paulo Freire destinadas à educação tiveram início no final dos anos 50, porém, somente a partir da década de 1980 que surgiram novas contribuições para área que sofria de pobreza em ações governamentais. Compreendemos que, a história da educação é influenciada pela história dos modelos econômicos e políticos. Assim, as diversas concepções de alfabetização enfrentaram lutas ideológicas que interferem pedagogicamente no processo educativo de jovens e adultos.</p><p>Tânia Moura, explica que, desde o império, os adultos já frequentavam escolas no turno da noite. Na Revolução de 30, os políticos definem a alfabetização de adultos como uma mera aquisição de um sistema de código alfabético, com a finalidade de instrumentalizar a população com os rudimentos de leitura e escrita. A década de 30 também acarreta mudanças e a consolidação de um sistema público, criando experiências significativas.</p><p>É válido ressaltar que, na década de 40, conhecida como “Período Áureo”, houveram iniciativas relevantes para a EJA, como a regulamentação do Fundo Nacional do Ensino Primário (FNEP); A criação do INEP; Primeiras obras especificamente dedicadas ao ensino supletivo; Lançamento da CEAA; O Congresso Nacional de Educação de Adultos (1947) e o Seminário Interamericano de Educação de Adultos (1949). Todavia, a oferta sistêmica de alfabetização continuava com recursos metodológicos desenvolvidos com crianças.</p><p>No final dos anos 50, Freire ainda não tinha um compromisso com a educação, mas por meio de um relatório apresentado no II Congresso Nacional de Educação de Adultos defendeu o conhecimento popular que foi considerado um divisor de águas no âmbito das propostas educacionais, além de novos métodos educativos para adultos, assim, iniciou-se um novo tempo para essa modalidade de ensino da educação básica.</p><p>Freire sistematiza suas concepções alfabetizadoras na metade dos anos de 1960, durante seu exílio. Todavia, em 1964, define a sua concepção de alfabetização como um ato político, de conhecimento e um ato criador, no qual tem no alfabetizando o seu sujeito. Freire parte da realidade dos sujeitos para efetivar um caminho metodológico dialético, tendo como ponto de chegada a conscientização, a intervenção e a transformação da realidade.</p><p>O Método freireano foi sistematizado somente em 1962. A partir de suas idéias, a alfabetização de adultos conquistou um referencial próprio, contra as concepções mecânicas e alienantes. Nas décadas de 60 e 70, Freire construiu sua proposta teórico-metodológica com ênfase em práticas emancipadoras.</p><p>Os anos 60-70 foram de repressões devido ao período militar, o que deu poder aos técnicos americanos de ficarem responsáveis pelas orientações pedagógicas. Com o advento da industrialização, foi requerida uma ampliação dos objetivos da educação para mão-de-obra qualificada, modificando a concepção de alfabetização. Dessa maneira, no decorrer da ditadura, a alfabetização é concebida como estratégia de despolitização e como instrumento gerador de mão-de-obra com qualidade até a década de 1980.</p><p>É importante ressaltar que, a alfabetização passa a ser fundamentada por filosofias positivistas e de caráter pragmático, provenientes dos modelos econômicos liberal e neo-liberal, e pelas concepções psicológicas empiristas-associacionistas que identificam o adulto analfabeto como um ser inferior do ponto de vista das capacidades superiores de inteligência, e uma visão antropológica de um indivíduo pobre culturalmente.</p><p>Em decorrência de tais mudanças, os últimos 40 anos da história da alfabetização, foi instaurado um confronto de idéias entre a formulação de Freire, e a forma tradicional e mecânica de alfabetização, como um processo de aquisição de uma técnica de decodificação oral e escrita, com raízes da psicologia associacionista, que entende o processo de alfabetização como uma mecânica de associação entre estímulos visuais e respostas sonoras, voltadas para o ensino e os métodos, o que desvaloriza o aluno, visto como uma tabula rasa.</p><p>No final dos anos 70 e começo dos 80, foi iniciado o processo de abertura democrática, com o retorno de educadores que foram exilados do Brasil. Além disso, a Constituição Federal de 1988 é um grande marco que garante a extensão da obrigatoriedade de educação básica para jovens e adultos. Assim, na metade da década dos anos 80, algumas prefeituras municipais concebiam a educação de adultos como prioridade.</p><p>Após tais conquistas, Emilia Ferreiro por meio de sua obra “Psicogênese da língua escrita”, aborda que, a teoria é concebida como uma apropriação de um sistema de representação da realidade: a linguagem escrita, cuja função primordial e original das escritas alfabéticas é representar as diferenças entre significados. O aluno deixa de ser visto como uma “tabula rasa”, e se torna um sujeito ativo e reflexivo.</p><p>Lev Vygotsky também apresenta contribuições no âmbito da alfabetização, vista como domínio progressivo do sistema de linguagem escrita, que começa antes do sujeito se escolarizar. Para Vygotsky, o processo de alfabetização requer um entendimento do sujeito em sua gênese histórico-cultural.</p><p><strong>3 – Destaque no Capítulo 2: A teoria de Freire, como a “Pedra Angular” da alfabetização de adultos:</strong></p><ul><li><p><strong>Quais as contribuições de Freire para o processo de alfabetização de Adultos;</strong></p></li><li><p><strong>Como Freire percebe os sujeitos da EJA, alfabetizadores e alfabetizandos&nbsp; nesse processo de Alfabetização;</strong></p></li><li><p><strong>Qual deve ser o papel dos Educadores Alfabetizadores de Adultos, na visão de Paulo Freire, segundo a autora?</strong></p></li><li><p><strong>Como a autora nos apresenta a prática alfabetizadora de Freire, nos anos 50 e 60, suas incompreensões teóricas e os equívocos da prática.</strong></p></li></ul><p>Nos anos 50, Freire iniciou uma participação intensa na vida educacional e cultural de Pernambuco, no movimento de Cultura Popular de Recife, coordenando os Centros de Cultura e os círculos de cultura. Na década de 60, Freire interferiu nas políticas e ações educacionais do nordeste e do país, além de promover subsídios para o desenvolvimento da educação de jovens e adultos, foi uma fase de reflexões e engajamento em práticas educativas.</p><p>Freire acreditava que a alfabetização e a educação em sua amplitude, poderiam constituir-se numa ajuda para que os sujeitos tomassem consciência do seu estado no mundo e da realidade. Para ele, o analfabeto é o homem que necessita ler, em outras palavras, é aquele que foi negado o direito de ler.</p><p>Os sujeitos do processo de alfabetização são considerados seres ontológicos, cognoscentes, e conscientes de seu inacabamento histórico, cultural e epistemológico.</p><p>A alfabetização de adultos enquanto, ato político e ato de conhecimento, comprometida com o processo de aprendizagem da escrita e da leitura das palavras. As práticas de alfabetização deveriam partir da cultura dos sujeitos.</p><p>Paulo Freire esclarece que, alfabetizadores e alfabetizandos têm a mesma gênese histórico-cultural. São sujeitos portadores, produtores de cultura e sujeitos cognoscentes. Os alfabetizadores, diferente dos alfabetizandos, tiveram oportunidades socioculturais que lhes permitiram apropriar-se dos conhecimentos produzidos historicamente pela humanidade, são investigadores permanentes.</p><p>O papel do alfabetizador na perspectiva freireana consiste em planejar, pesquisar e ser coadjuvante de um processo de alfabetização que requer atitude de respeito e compromisso com a cultura dos sujeitos. <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-10 19:36:47 UTC</pubDate>
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         <title>15/08/24 - Roda de conversas sobre o Cap.2,  e organização dos grupo para apresentações dos cadernos.</title>
         <author>saraamorim2504</author>
         <link>https://padlet.com/saraamorim2504/ns2ofcf62vfgd4vj/wish/3163698374</link>
         <description><![CDATA[<p>Em roda de conversas, socializamos nossas anotações e pontos importantes sobre o capítulo 2 do livro de Tânia Moura, cujo título é " A Teoria De Freire Como A Pedra Angular Da Alfabetização De Adultos".</p><p><br></p><p>Dialogamos acerca do preconceito com o "popular", tendo em vista que, as pessoas discriminam a falta de cientificidade de Paulo Freire. Todavia, a contribuição de Paulo Freire para a educação, e sobretudo, para a EJA, é de suma importância para compreendermos as especificidades das diferentes realidades e de cada sujeito em processo de aprendizagem.</p><p><br></p><p>Os Círculos de Cultura também nos chamaram atenção, criado na década de 1950, Freire alfabetizava adultos e geralmente camponeses. Assim, os Círculos de Cultura é considerado como um espaço que dialogicamente se ensina e se aprende. Esse tópico nos proporcionou a discussão de outros assuntos relevantes para uma educação humanizada, como os Temas Geradores.</p><p><br></p><p>Desse modo, compreendemos que a Educação Popular nasce do contexto, ou seja, da própria realidade. </p><p><br></p><p>Ademais, vimos que na década de 60, Paulo Freire interferiu diretamente nas políticas e ações governamentais para o Nordeste. Nesse viés, Freire rompe com a visão antropológica que concebe o sujeito analfabeto como pobre culturalmente e intelectualmente.</p><p><br></p><p>Na concepção de Paulo Freire, o alfabetizando é um ser ontológico, cognoscente e consciente de seu inacabamento histórico.</p><p><br></p><p>Assim, refletimos como a educação popular quebra o paradigma da horizontalidade, ou seja, rompe com as relações de poder. Por meio do conhecimento ocorre a superação das compreensões fatalistas da realidade.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-10 19:52:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>05/09/24 - Apresentação do seminário ( Grupo 1)</title>
         <author>saraamorim2504</author>
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         <description><![CDATA[<p>O primeiro grupo apresentou sobre o caderno "Trabalhando com a Educação de Jovens e Adultos. O processo de Aprendizagem dos alunos e professores", que faz parte da coleção de cadernos do Ministério da Educação (MEC) que tem por objetivo promover melhorias nas práticas pedagógicas na modalidade de educação de jovens, adultos e idosos. </p><p><br></p><p>O grupo iniciou a apresentação com a pergunta: " O que é o conhecimento?". Assim, apresentaram diversos tipos de conhecimento, como o conhecimento religioso, filosófico, do senso comum e científico. Além disso, o grupo explicou as diferentes concepções do conhecimento, sendo o conhecimento tradicional e o conhecimento democrático.</p><p><br></p><p>Compreendemos os passos do conhecer que consiste na síncrese, a primeira impressão geral sobre um objeto de conhecimento; Análise, a percepção dos detalhes; Síntese, o conhecimento construído a partir da interação com o objeto.</p><p><br></p><p>Para mais, o grupo  também citou formas de estimular o aluno a conhecer, como: buscar assuntos de interesse dos alunos, fazer perguntas, trabalhar com códigos para estimular a reflexão, ampliar horizontes de informação dos alunos e aproveitar a solidariedade existente.</p><p><br></p><p>Em suma, a apresentação foi muito proveitosa e nos proporcionou bons diálogos educativos.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-10 19:53:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>12/09/24 - Apresentação do seminário ( grupo 2)</title>
         <author>saraamorim2504</author>
         <link>https://padlet.com/saraamorim2504/ns2ofcf62vfgd4vj/wish/3163847976</link>
         <description><![CDATA[<p>O segundo grupo inicia a apresentação abordando os diferentes tipos de avaliação, como: Avaliação Inicial, aquela que se dá no início do ano letivo; Avaliação Continuada, indica as dificuldades e as facilidades que estão sendo encontradas pelos alunos e professores; Auto-avaliação, aquela que incentiva o aluno a se apropriar dos seus conhecimentos.</p><p><br></p><p>Além disso, o grupo apresentou exemplos de atividades que podemos praticar na sala de aula da EJA. Toda atividade de sala de aula pode servir de avaliação.</p><p><br></p><p>Além da avaliação, também foi apresentado sobre o planejamento que é uma arte que se desenvolveu para melhorar a capacidade de intervenção das pessoas na sua realidade. Discutimos as diferenças de planejar e improvisar e compreendemos que uma ação planejada é uma ação que não foi improvisada, mas todo planejamento deve sempre esperar que algum imprevisto aconteça.</p><p><br></p><p><strong>Planejar é um processo de:</strong></p><p><br></p><ul><li><p>Conhecer a realidade sobre a qual se vai trabalhar;</p></li><li><p>Propor ações para influir nela e desenvolver as ações propostas avaliando sempre seus resultados para a continuidade do mesmo processo.</p></li></ul><p><br></p><p>Aprendemos acerca do plano como um documento utilizado para o registro de decisões, como o que se pensa fazer, como fazer, quando fazer, com quem fazer. </p><p><br></p><p>É importante ressaltar que planejar é um processo de conhecer a realidade sobre a qual se vai trabalhar; Propor ações para influir nela e desenvolver as ações propostas avaliando sempre seus resultados para a continuidade do mesmo processo.</p><p><br></p><p>A apresentação nos levou a discutir sobre como o currículo pode influenciar nas práticas escolares, no planejamento, no plano de aula e em outros aspectos do trabalho escolar. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-10 23:27:07 UTC</pubDate>
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         <title>19/09/24 - Apresentação do seminário (Grupo 3)</title>
         <author>saraamorim2504</author>
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         <description><![CDATA[<p>O terceiro grupo apresentou o caderno cujo título é " A Sala De Aula Como Espaço De Vivência e Aprendizagem". A apresentação ocorreu de forma clara e objetiva, o grupo aborda a sala de aula como um lugar de transformação, de participação ativa, de papéis flexíveis e da cultura da colaboração.</p><p><br></p><p>A organização do tempo e a criação de uma rotina foi um dos tópicos apresentados que nos trouxe sugestões valiosas para uma rotina educacional que conduz à autonomia do aluno no processo de aprendizagem. As escolhas das atividades dinâmicas e de ação ativa são fundamentais para uma sala de aula participativa, onde o aluno também contribui na construção do conhecimento.</p><p><br></p><p>O grupo compartilhou exemplos de atividades para analisar os conhecimentos já obtidos, atividades para aprender e para sistematizar conhecimentos.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-11 00:28:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>26/09/24 - Apresentação do  seminário (grupo 4)</title>
         <author>saraamorim2504</author>
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         <description><![CDATA[<p>O quarto grupo apresentou o caderno 4, que aborda a identidade dos alunos e alunas da EJA; As diferentes raízes culturais; O que a escola representa para os alunos e alunas da EJA.</p><p><br></p><p>O grupo inicia com algumas reflexões sobre as vivências e conhecimentos dos educandos.  Ademais, o grupo esclarece que o saber sensível diz respeito aquele saber do corpo, originado na relação primeiro com o mundo e fundado na percepção das coisas e do outro. Já o saber cotidiano é originado da produção de soluções que foram criadas pelos seres humanos para o enfrentamento de inúmeros desafios.</p><p><br></p><p>Além disso, ressaltam a  escola como espaço de sociabilidade, através do contato com o outro e na vivência de relações e experiências que enriquecemos nosso modo de ver e agir no mundo.</p><p><br></p><p>A escola também é um espaço de inserção social, com a contribuição de Paulo Freire a educação de jovens e adultos vem caminhando na direção de uma educação democrática e libertadora, comprometida com a realidade social, econômica e cultural dos mais pobres</p><p><br></p><p>A apresentação foi finalizada com uma citação de Freire, " Educação não transforma o mundo, educação muda as pessoas, pessoas transformam o mundo".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:22:09 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação do seminário (grupo 5)</title>
         <author>saraamorim2504</author>
         <link>https://padlet.com/saraamorim2504/ns2ofcf62vfgd4vj/wish/3191486213</link>
         <description><![CDATA[<p>O último grupo elucida que a observação, o registro, a avaliação e o planejamento são ferramentas essenciais para o trabalho do professor. Ademais, são instrumentos através dos quais o professor acompanha o aprendizado dos alunos e a qualidade dos relacionamentos na sala de aula.</p><p><br></p><p>Refletimos que observar exige aprendizado, é necessário interpretar o que se vê. Quem de nós seria capaz de perceber os problemas identificados se não nos ensinassem a enxergar de diferentes maneiras?</p><p><br></p><p>Compreendemos que é importante manter um caderno de observações com páginas dedicadas a cada aluno, registrando fatos significativos que descrevem suas formas de aprender e conviver. </p><p>O registro contínuo permite ao professor acompanhar o desenvolvimento dos alunos, entendendo melhor suas necessidades individuais e a dinâmica dos relacionamentos na sala de aula.</p><p><br></p><p> Ao documentar esses aspectos, o professor pode ajustar suas estratégias de ensino de maneira mais eficaz e proporcionar um ambiente de aprendizado mais inclusivo e atento às particularidades de cada aluno.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 01:24:09 UTC</pubDate>
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         <title>08/08/2024 - Parte 2</title>
         <author>saraamorim2504</author>
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         <description><![CDATA[<p>Após a discussão do texto de Tânia Moura, o nosso grupo, composto por Ana Sara, Maria Aryssia e Maria Paula ,realizamos uma dinâmica com perguntas sobre os textos estudados, utilizando jogos digitais , foi um momento envolvente e divertido. Levamos um prêmio simbólico para a ganhadora, Lucyclara.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 01:42:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Participação na SIP - Maria Aryssia</title>
         <author>saraamorim2504</author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu participei da Semana Internacional de Pedagogia (SIP) apresentando o relatório final do PIBIC no 34º Congresso Acadêmico de Iniciação Científica (PIBIC) e 17º Congresso Acadêmico de Iniciação Tecnológica (PIBITI) do Centro de Educação (CEDU) que aconteceu durante a SIP. Essa pesquisa buscou analisar como está sendo implementado o debate sobre a História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena nos cursos de formação de professores das Universidades Federais de Alagoas e Pernambuco. Também apresentei no Eixo Temático "Direitos Humanos e Relações Étnico-Raciais" um recorte dessa pesquisa do PIBIC abordando a implementação do debate na Universidade Federal de Alagoas. </p><p>Além das apresentações, participei do minicurso "O antirracismo na educação: estratégias pedagógicas e de gestão" ministrado pela professora Jusciney Carvalho. O minicurso abordou os conceitos de preconceito, discriminação e racismo, exemplificando no cotidiano e buscando refletir o por quê do antirracismo ser uma demanda da educação. Considerando que a escola é uma instituição que garante a aprendizagem de conhecimentos, habilidades e o desenvolvimento do pensamento crítico, compreendemos que essa instituição convive com a diversidade, sendo necessário a adoção de estratégias antirracistas que iniciem desde a gestão até a prática docente, em consonância com os argumentos legais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-08 21:44:20 UTC</pubDate>
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         <title>Participação na SIP - Ana Sara </title>
         <author>saraamorim2504</author>
         <link>https://padlet.com/saraamorim2504/ns2ofcf62vfgd4vj/wish/3208820023</link>
         <description><![CDATA[<p>Na X Semana Internacional de Pedagogia apresentei trabalhos de comunicação oral e prestigiei a apresentação de amigos e amigas, as trocas foram valiosas, aprendemos muito neste dia. </p><p><br></p><p>Também assisti a mesa redonda, com a temática " Infâncias, movimentos sociais, cidades e educação",  coordenado pelo Prof. Cleriston, com convidadas palestrantes que apresentaram relatos e análises sobre questões urgentes e diversas: como as crianças tem sido concebidas nos movimentos sociais?; A cidade de Maceió têm espaços destinados para as infâncias?; Qual a concepção de infância que temos atualmente?; </p><p><br></p><p>As discussões foram ricas, e nos levam a refletir se as potencialidades infantis estão sendo valorizadas em nossa sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-08 21:55:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Visita de campo - 24/10/2024</title>
         <author>saraamorim2504</author>
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         <description><![CDATA[<p>A visita de campo foi realizada no dia 24 de outubro de 2024, na Escola Municipal Paulo Henrique Costa Bandeira, fomos recebidas pela coordenadora pedagógica da EJAI, Edja Amorim, que nos recebeu de forma solícita e nos cedeu informações sobre o cotidiano da Educação de Jovens, Adultos e Idosos na instituição, bem como, as atividades realizadas, as dinâmicas, rodas de conversas, como chegam, como saem e como interagem.</p><p><br></p><p>Ao chegarmos na escola, fomos recebidas pelo porteiro, Sr. Anderson, que recebe a todos com muita prontidão e alegria. Assim como o solicitado, analisamos o portão da entrada, de cor azul e de grande dimensão.</p><p><br>O portão da entrada é um espaço de boas vindas, onde inicia a experiência escolar dos alunos de diferentes modalidades de ensino. Portanto, deve ser um ambiente acolhedor e inclusivo.&nbsp;</p><p>&nbsp;O pátio da escola é amplo, com espaço para diversões e diálogos. O espaço é utilizado para organizar cenários em projetos e apresentações. Ademais, no pátio encontramos mesas e cadeiras para que todos da instituição possam usufruir.</p><p><br>Analisamos uma sala de aula que contém 1 quadro, algumas carteiras, armários para guardar os materiais pedagógicos e prateleiras para organizar os livros utilizados diariamente.</p><p><br></p><p>É importante ressaltar que, as salas de aula possuem ar-condicionado, porém ainda permanecem quentes. A limpeza é feita diariamente pela equipe responsável pela limpeza, BRA.</p><p>A atuação da gestão escolar ocorre de forma ativa no cotidiano da EJAI, são atenciosas e dedicadas para um bom funcionamento escolar. A equipe responsável pela gestão escolar que também abrange a coordenação é composta por mulheres que lutam por uma educação de qualidade para todos.</p><p>As rodas de conversa na Educação de Jovens, Adultos e Idosos é uma metodologia imprescindível que promove a dialogicidade entre professores e alunos, além de promover experiências e partilhas coletivas. Nesse viés, fomos informadas que o professor não é o transmissor do saber, mas um co-construtor de aprendizagens significativas. Assim, os alunos também têm&nbsp; seu lugar de fala, participando de forma ativa nos momentos de organização de atividades e projetos sob uma perspectiva democrática.</p><p>A gestão investe em vivências significativas para todos os alunos, como projetos multidisciplinares que abordam o empreendedorismo, projetos de incentivo à leitura, de culinária, fotografias, festivais com músicas típicas do Nordeste e passeios</p><p><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;Diante disso, em nosso diálogo,&nbsp; a coordenadora pedagógica Edja Amorim, enfatiza a importância de projetos de trabalho na EJA, por meio da seguinte pergunta: Os alunos são estimulados a participar de projetos?&nbsp;</p><p><br></p><p>"Sim, primeiramente fazemos um levantamento para relacionar o projeto aos conteúdos, realizamos rodas de conversas, fazemos com que os alunos sejam protagonistas do seu próprio processo de ensino-aprendizagem, trabalhamos projetos de empreendedorismo, projetos de leitura e alfabetização, mostras de desenhos e fotografias. Temos parcerias com psicólogos e palestrantes para abranger de forma integral." (EDJA. Entrevista concedida em 24/10/2024)</p><p><br></p><p>A coordenadora Edja Amorim esclareceu que, o livro didático específico para a modalidade do ensino de Jovens, Adultos e Idosos é usado diariamente na sala de aula, os alunos também fazem atividades imprensas e revisam os assuntos anteriores com o auxílio do professor(a). As atividades são individuais e outras em duplas ou grupos. Todos da instituição ressaltam que a vontade de aprender é bastante notória, todos se esforçam para alcançar bons resultados.&nbsp;</p><p><br></p><p>Fomos informadas que após a aula, alguns alunos saem com sono, cansados, porém felizes por mais um dia de aprendizagem. Considerando que a grande maioria dos alunos da EJAI trabalha durante o dia, inclusive nos dois horários, é normal que muitos cheguem cansados e saiam cansados, porém é evidente o esforço de todos em busca do conhecimento e da transformação de vida por meio da educação. São sujeitos humildes, mas ricos em cultura e sabedoria.</p><p><br>Em síntese, a visita de campo aguçou o nosso olhar sensível para a EJAI, ficamos maravilhadas ao dialogar com a coordenadora pedagógica, Edja Amorim, que nos forneceu informações valiosas sobre o cotidiano escolar no ensino de jovens, adultos e idosos. Saímos contentes ao saber que as práticas pedagógicas&nbsp; são inclusivas e sensíveis que impactam de forma positiva a aprendizagem de todos os sujeitos envolvidos nesse processo de aquisição do conhecimento sistematizado.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-08 22:04:01 UTC</pubDate>
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         <title>Participação na SIP - Maria Paula</title>
         <author>saraamorim2504</author>
         <link>https://padlet.com/saraamorim2504/ns2ofcf62vfgd4vj/wish/3208827506</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 01/11/24 participei das apresentações de comunicação oral, com o trabalho de análise do espaço geográfico da Praça da Paz, localizada entre os blocos de Pedagogia e Matemática na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), campus AC Simões, em Maceió. A investigação foi realizada durante uma visita ocorrida no dia 12 de agosto de 2024, no contexto de uma aula que teve como objetivo explorar os fenômenos sociais e espaciais presentes no local. A análise abrange os conceitos de espaço geográfico, território, paisagem, lugar e região, buscando compreender as dinâmicas que moldam a configuração atual da praça, marcada pelo abandono e pelo uso marginalizado, e discutir as possibilidades metodológicas educacionais desses conceitos.</p><p><br></p><p>O trabalho rendeu bons diálogos e elogios.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-08 22:10:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Socialização das visitas - 07/11/2024</title>
         <author>saraamorim2504</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na quinta-feira 07/11/2024, compartilhamos nossas experiências durante a visita de campo e conhecemos as experiências das demais colegas de sala em estabelecimentos de ensino diferentes.</p><p><br/></p><p>Em todos os relatos, se tornou evidente que, a infantilização nas práticas de ensino na EJAI ainda é um elemento pertinente que precisa ser superado. </p><p><br/></p><p>Além disso, escutamos relatos sobre as rotinas e o funcionamento dos estabelecimentos de ensino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-08 22:26:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Avaliando nossos encontros formativos - Finalização da disciplina 21/11/2024 </title>
         <author>saraamorim2504</author>
         <link>https://padlet.com/saraamorim2504/ns2ofcf62vfgd4vj/wish/3228134701</link>
         <description><![CDATA[<p>Avaliação coletiva: Ana Sara, Maria Aryssia, Maria Paula.</p><p><br></p><p>A disciplina Saberes e Didáticas da EJAI, nos proporcionou conhecimentos inerentes acerca dessa modalidade de ensino que compõe a educação básica, enriquecendo a nossa formação que vai além do ensino de crianças.</p><p><br></p><p>O que consideramos significativos na disciplina?</p><p>R: O momento de discussões dos textos, a apresentação de trabalhos em roda de conversas nos deixou mais á vontade. Os textos foram esclarecedores, didáticos e de fácil compreensão.</p><p><br></p><p>O que foi bom?</p><p>R: a dinâmica humanizada, o espaço aberto para compartilharmos as nossas reflexões e reflexões importantes sobre a educação de jovens, adultos e idosos, ampliando o nosso entendimento sobre as especificidades desse público. A troca de ideias entre os colegas também enriqueceu os debates e tornou os encontros formativos mais interessantes.</p><p><br></p><p>O que poderia ter sido melhor?</p><p>R: Poderia ter havido uma conexão mais forte entre a teoria apresentada e exemplos práticos, que facilitassem a aplicação dos conceitos no dia a dia docente. Além disso, poderia ter sido melhor se tivesse um tempo maior de observação das escolas</p><p><br></p><p>O que não levo na minha bagagem profissional?</p><p>R: uma postura autoritária que desconsidera as especificidades e as necessidades de aprendizagem de cada aluno, reconhecendo sua maturidade e experiências de vida. Ademais, alguns conteúdos e estratégias que, na prática, me pareceram pouco alinhados às necessidades reais da educação de jovens e adultos. Prezamos por &nbsp;metodologias mais ativas e inclusivas, que atendam melhor à diversidade dos contextos educacionais.</p><p><br></p><p>O que levo na minha bagagem profissional?</p><p>R: Metodologias ativas, onde os alunos possam se envolver ativamente na aprendizagem, propondo sugestões de leituras, projetos. A importância de entender o perfil dos alunos jovens, adultos e idosos, reconhecendo que cada fase da vida demanda abordagens diferenciadas. Além disso, a experiência reforçou o nosso compromisso com a busca por práticas pedagógicas mais significativas e eficazes.</p><p><br></p><p>O que recomendo?</p><p>R: Trazer os sujeitos da EJA para a sala de aula, a fim de dialogarmos, escutarmos a história de vida, de escolarização. Sugerimos que as próximas turmas explorem atividades mais práticas, como estudos de caso, simulações e oficinas, que ajudem a consolidar os conteúdos de forma mais vivencial. Além disso, a inclusão de relatos de professores experientes na área poderia inspirar e enriquecer ainda mais a experiência formativa.</p><p><br></p><p>Sobre a Relação professor – aluno:</p><p>R: Os feedbacks foram construtivos, reconhecendo os progressos e sugestões de melhorias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-21 12:27:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Discussão do texto de Terzi e Ponte (2006)</title>
         <author>saraamorim2504</author>
         <link>https://padlet.com/saraamorim2504/ns2ofcf62vfgd4vj/wish/3228166310</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo “ A identificação do cidadão no processo de letramento crítico”, escrito por Sylvia Bueno Terzi e Graziela Luzia Ponte discorre acerca da contribuição dos Novos Estudos de Letramento para a identificação dos sujeitos. As autoras ressaltam que o processo de letramento envolve as práticas sociais, além disso, discutem que o uso cultural da escrita do próprio nome contribui significativamente no processo de alfabetização e letramento.</p><p>Além da escrita do nome, é fundamental contextualizar os conteúdos com as realidades de cada sujeito, com o objetivo de tornar a aprendizagem mais humanizada.</p><p>As autoras também criticam as práticas tradicionais que desconsideram as especificidades dos sujeitos em formação e propõe uma abordagem holística para que haja a emancipação do indivíduo em seu meio social.</p><p>Em síntese, A obra torna evidente a necessidade de reestruturarmos as práticas pedagógicas para que a educação seja mais inclusiva, valorizando a diversidade cultural e social dos discentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-21 12:52:17 UTC</pubDate>
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