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      <title>Diário de Aprendizagem by Sandra Martins</title>
      <link>https://padlet.com/sandrapgmartins/nru6j4kxzb42</link>
      <description>Feito com uma pitada de humor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-31 10:21:37 UTC</pubDate>
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         <title>Carta de Apresentação</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
         <link>https://padlet.com/sandrapgmartins/nru6j4kxzb42/wish/226483192</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá!<br>Sou a Sandra, tenho 36 anos e resido na ilha Terceira, Açores. Desde 2012 que trabalho como psicóloga na Escola Básica Integrada Francisco Ferreira Drummond, uma das Unidades Orgânicas, da RAA, que integram o projeto da Autonomia e Flexibilidade Curricular.<br>Entre junho de 2015 e novembro de 2017, estive requisitada na Direção Regional da Educação, integrando a equipa da Direção de Serviços Pedagógicos, onde estive ligada à Educação Especial (formação e consultadoria às Unidades Orgânicas da Região) e ao ProSucesso (acompanhamento da implementação de projetos e formação no âmbito da Educação Pré-Escolar, 1.º CEB, Educação Parental, Mediação Escolar, Psicologia Educacional).<br>Atualmente, coordeno a Equipa Regional para a Monitorização e Acompanhamento da Educação Especial (constituída em novembro de 2017), onde se pretende conhecer os modelos didáticos e pedagógicos, as estratégias de gestão curricular e de gestão de sala de aula, a efetiva diferenciação pedagógica, as práticas de avaliação, o planeamento e<br>organização da educação especial assim como identificar os diferentes profissionais afetos à Educação Especial, tendo em conta a sua estabilidade e qualidade, as reais necessidades em relação aos desenhos pedagógicos dos alunos e o comprometimento e qualidade das lideranças de topo e intermédias.<br>Neste sentido, e acompanhando a evolução da educação inclusiva como princípio orientador na promoção de uma escola de qualidade, compreender de que forma a autonomia e a flexibilidade curricular contribui para uma aprendizagem de todos para todos é essencial no apoio e orientação dos diferentes atores do contexto educativo em prol do sucesso dos alunos, independentemente das suas incapacidades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-31 10:23:24 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.6 Mapa de Ideias.</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
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         <description><![CDATA[<div>Título <em>Escola Para Todos</em><br>Podem Aceder ao meu mapa de ideias neste link<br><a href="http://popplet.com/app/#/4545515">http://popplet.com/app/#/4545515</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 00:00:46 UTC</pubDate>
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         <title> Tarefa 4.6 - Submissão e revisão por pares: Planificação de um DAC</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
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         <description><![CDATA[<div>Expressar as emoções através das cores.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-18 22:39:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sandrapgmartins</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 14:08:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sandrapgmartins</author>
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         <pubDate>2018-04-22 14:09:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sandrapgmartins</author>
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         <pubDate>2018-04-22 14:09:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sandrapgmartins</author>
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         <pubDate>2018-04-22 14:10:42 UTC</pubDate>
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         <author>sandrapgmartins</author>
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         <pubDate>2018-04-22 14:11:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sandrapgmartins</author>
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         <pubDate>2018-04-22 14:12:46 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2 – Os desafios que se colocam à educação</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><em>"À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global".<br> Atividades didáticas-pedagógica</em>.<strong><br></strong>Vivemos num mundo em constante evolução. Somos confrontados com mudanças diariamente, quer a nível político, económico, social e sobretudo digital. Como docentes não podemos ficar parados no tempo esperando que os alunos se auto motivem e sejam atores passivos, capazes de aprender mesmo quando a sua rotina diária e familiar está comprometida. É importante alterar currículos e fazer com que os interesses e conhecimentos de todos os alunos sejam valorizados dentro e fora da sala de aula, o que requer a utilização de estratégias e metodologias diferentes, tal como atividades mais atrativas, quer com o uso de instrumentos/equipamentos digitais, quer através das redes sociais. Devemos ainda promover a socialização através de atividades em grande e pequeno grupo, como elaboração de projetos de investigação ou pesquisas simples. Devemos atribui tarefas de maior responsabilidades como organização de algum evento ou colaboração na comunidade local. Devemos promover a autonomia dos alunos através da valorização das suas iniciativas, da preparação de projetos, da planificação e elaboração de trabalhos. Fomentar o espírito crítico através da partilha de informação entre os alunos e de atividades que promovam a discussão, o diálogo, a troca de pensamentos. Torná-los mais empreendedores, mais confiantes e  fazer acreditar de que são capazes de dar uma resposta social e económica, quando a sociedade/comunidade o peça. Tentar desenvolver a capacidade de gostar de aprender e de querer se auto instruir ao longo da vida, sobretudo para ultrapassar todas as barreiras que possa enfrentar. <br> Apelar à interdisciplinaridade e utilizar as disciplinas artísticas para, de forma lúdica, desenvolver/implementar o currículo. Atribuir ferramentas de defesa e de conquista para, de futuro, contribuir para o mundo e receber do mundo.</div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 14:12:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3 – O Perfil dos Alunos e a organização da escola &quot;Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?&quot;</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
         <link>https://padlet.com/sandrapgmartins/nru6j4kxzb42/wish/254139501</link>
         <description><![CDATA[<div>Em primeiro lugar temos de formar professores, não em termos de currículo, com mais definições sobre o que são competências e conteúdos,&nbsp; mas no sentido de devolver a responsabilidade da organização desses conteúdos e estratégias aos docentes e de os incentivar a trabalhar de uma forma flexível, autónoma e independente, apostando num percurso de confiança de melhor julgamento sobre o que cada um dos seus alunos necessita de assimilar para desenvolver competências emocionais, funcionais, humanísticas e artísticas, de inovação e emancipatórias como refere<em> António Figueiredo</em>.<br> Baseando numa ação puramente de diversão e de investimento científico, em termos de conhecimentos&nbsp; do desenvolvimento cognitivo, o&nbsp; perfil do aluno deve ser cuidado ao longo de todo o processo de aprendizagem, desde a primeira <em>"lição"</em>, deve ser integrado e considerado fundamental e respeitar as capacidades e interesses daquele aluno. Neste sentido, no delineamento das aprendizagens essenciais é fundamental haver referencia a estratégias de ensino que articulam os conteúdos disciplinares com os elementos fundamentais do perfil. Ou seja, o docente deve refletir sobre que tipo de alunos quer formar. Se deseja um aluno cujo perfil seja de crítico e de pensador, deve através de ações estratégicas, abordar os conteúdos disciplinares significativos. As ações que se desenvolvem, ou seja, as estratégias, são a melhor ferramenta de trabalho para atingir esses objetivos. Atribuindo diversas tarefas, visionamento de vídeos, trabalho por projeto entre outros, desenvolverá capacidades mais complexas quer no processo de conhecer quer no processo de discutir. Deve assim a escola apostar num processo de trabalho que faça com que os alunos sejam convidados a pensar em vez de receber informação sem a processar. A escola deve estar aberta a alterar a sua rotina e funcionamento, nomeadamente o tipo de horário,&nbsp; e a forma de usar o espaço de sala de aula e recreios, atribuindo assim liberdade e responsabilidade de ação a cada aluno, cultivando a motivação e o interesse por aprender ao longo da vida como forma de adaptar-se à mudança cultural ou económica. &nbsp;</div><div>A avaliação deve também de ser repensada, dizia o Dr.º Laborinho Lúcio na conferência sobre o perfil do aluno, que se o professor der a matéria e depois a receber, através dos exames, os alunos ficam sem ela, significando que para os alunos aqueles conteúdos deixaram de fazer parte do seu conhecimento. Deve-se sim avaliar o que se aprendeu, e a escola devia estar recetiva às diferentes modalidades de avaliação, para além da formativa e sumativa, mas deve-se sobretudo avaliar o que fazer com o que se aprendeu, dar utilidade à mensagem transmitida pelo docente, no fundo torná-la funcional e significativa para cada aluno.&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 14:16:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tarefa 2.2 &quot;De que forma o Perfil dos Alunos poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?&quot;</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
         <link>https://padlet.com/sandrapgmartins/nru6j4kxzb42/wish/254139842</link>
         <description><![CDATA[<div>Debate no tricider<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 14:19:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 3.4 - Criação de novas disciplinas</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
         <link>https://padlet.com/sandrapgmartins/nru6j4kxzb42/wish/254140072</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 14:21:47 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2 &quot;É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas&quot;</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
         <link>https://padlet.com/sandrapgmartins/nru6j4kxzb42/wish/254140080</link>
         <description><![CDATA[<div>Debate no Tricider</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/258447435/346d00290b1c80dfd3b17cbc404f25e8/Tricider__2_.docx" />
         <pubDate>2018-04-22 14:21:55 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.3 Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
         <link>https://padlet.com/sandrapgmartins/nru6j4kxzb42/wish/254141014</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Num grupo de 12 alunos em que as dificuldades de leitura e interpretação eram graves, não compreendiam o que liam, não faziam relações entre as</div><div>múltiplas informações que recebiam, tinham dificuldade em interpretar, em apropriar-se do conhecimento trazido pela leitura e fazer deduções e de exteriorizar a sua opinião, em relação ao texto.</div><div>Discute-se que o fracasso da escola, quanto à formação de leitores, passa pelos mais diversos aspetos, entre eles: pela posição dos livros na escala de valores da tradição cultural, pelo papel que os livros desempenham no sistema educacional, ou ainda, pela própria formação</div><div>precária de um grande número de profissionais da escrita que não são leitores, tendo, no entanto, que ensinar a ler e a gostar de ler. Visto que o ato de ler corresponde ao processo de apreensão da realidade que cerca o indivíduo estes alunos ao contrário da restante turma necessitavam de um trabalho diferenciado e como o ato de ler não diz respeito à apreensão da realidade somente através da leitura do texto escrito: é a interpretação do pensamento expresso por símbolos da escrita com a vivência e a afetividade do leitor, a estratégia usado foi a de usar rótulos de alimentos para promover a importância da leitura e facilitar a sua interpretação. Para Paulo Freire, leitura boa é a leitura que nos empurra para a vida, que nos leva para dentro do mundo que nos interessa viver. E para que a leitura desempenhe esse papel, é fundamental que o ato de leitura e aquilo que se lê façam sentido para quem está lendo. Ler, assim, para Paulo Freire, é uma forma de estar no mundo (LAJOLO, 2003. p.5). <br><strong>Atividade</strong><br>Elaboração de um documento/dossier/cartaz etc com vários textos contendo informações sobre o ambiente, saúde/higiene e comportamento.<br>Apresentação do trabalho à turma.<br> <strong>Método de Trabalho</strong><br>Após a primeira abordagem em que os alunos perceberam a importância da leitura foram propostas, ao alunos, várias fontes de pesquisa da informação sobre diferentes tipos de textos. O trabalho foi desenvolvido em pequenos grupos de três alunos de forma a permitir a colaboração de todos. Iniciou-se o trabalho colaborativo por projeto. Aplicou-se diferenciação no processo, através da validação e auto avaliação do seu desempenho e a qualidade da sua pesquisa. Também houve diferenciação do produto uma vez que cada grupo obteve uma trabalho diferente mas com bastante significado para eles.<br><strong>Desempenho do Professor<br></strong>Assumi um papel de orientadora e mediadora atribuindo o tempo necessário para a concretização da atividade.</div><div><strong>Desempenho dos Alunos</strong><br>Tiveram de definir o seu método e ritmo de trabalho tal como os critérios para o produto final.<br><strong>Recursos </strong><br>Tablets, computadores e telemóveis  smartphones.<br><strong>Gestão do espaço<br></strong>A sala de aula foi orientada de forma a facilitar a comunicação entre corpos e a facilitar a circulação e orientação do professor. Também desenvolveu-se um espaço de discussão de ideias com o apoio de um quadro interativo.<br><strong>Avaliação</strong><br>Os alunos avaliaram o trabalho uns dos outros através de uma grelha elaborado com todos previamente. A classificação foi assim atribuída de forma justa e clara.<br><strong>Avaliação da atividade<br></strong>Numa turma em que o meio que a rodeia é muito desfavorecido, a atividade como fazia sentido para os alunos foi aceite e concretizada com motivação e entusiasmo por todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 14:31:10 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.4.  Análise crítica de um modelo pedagógico</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
         <link>https://padlet.com/sandrapgmartins/nru6j4kxzb42/wish/254141124</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Como Técnica Superior em Psicologia em contexto escolar, dedico uma grande parte do meu tempo na área da Educação Especial, área da qual orgulho-me muito. A minha prática baseia-se na constante mudança&nbsp; da planificação e das estratégias de intervenção, permitindo centrar as competências nos interesses do alunos de forma a, num curto espaço de tempo, desenvolver competências/aprendizagens significativas para os mesmos e por isso trabalho muito com os docentes titulares ou diretores de turma. Quando intervenho em grupos de alunos faço-o, muitas vezes, em pequeno grupo estimulando o trabalho cooperativo por projeto. Como tal o modelo pedagógico apresentado mostra de facto uma flexibilidade na estruturação de uma aula, facilitando a definição de estratégias variadas para a aquisição dos conteúdos lecionados nomeadamente a hipótese de elaborar projetos o que fomenta o trabalho em equipa e de cooperação. Permite ainda uma gestão do tempo pelos próprios alunos e uma organização de ideias ou conteúdos com os quais melhor se identificam. Permite projetos transversais, recorrendo a outras disciplinas e sobretudo às áreas curriculares de expressões.&nbsp;<br>Permite uma partilha alargada de conhecimentos entre os alunos e uma maior autonomia e responsabilidade sobre a sua aprendizagem. Eles são os agentes, mediadores e produtores das suas próprias aprendizagens desenvolvendo capacidades de auto subsistência e de reguladores dos valores necessários para a concretização dos seus objetivos sociais.<br>Este modelo ainda, aponta para um trabalho colaborativo entre os diferentes profissionais, um modelo de monitorização e avaliação do percurso, produtos e desempenho dos alunos como autores da sua aprendizagem e desenvolvimento de caraterísticas discursivas de reflexivas. Sempre na perspetiva de educar indivíduos capazes de participar ativamente na sociedade promovendo a mudança da mesma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 14:32:04 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
         <link>https://padlet.com/sandrapgmartins/nru6j4kxzb42/wish/254141727</link>
         <description><![CDATA[<div>A questão da monitorização e da avaliação é sem dúvida um campo que exige muita reflexão. Não só porque é uma ferramenta estruturante de um caminho de conhecimentos a desenvolver, mas é uma, ou pelo menos devia de ser, uma forma de refletirmos toda a prática docente, sobretudo os métodos e estratégias utilizados. </div><div>Infelizmente, a avaliação está maioritariamente centrada na aquisição, ou não, das competências dos alunos e se estes realmente estão a aprender. Mas será que se um aluno estiver a ter insucesso numa determinada disciplina ou conteúdo o problema está no facto de não aprender ou do agente educativo não ter conseguido desempenhar mecanismos facilitadores da aprendizagem? Muitos de nós não consegue fazer uma introspeção em relação ao seu próprio desempenho e capacidades colocando a "culpa" no outro. Ouvem-se comentários do género...." o aluno não aprende porque não quer".....ou....."o aluno não aprende porque não tem capacidade"....A não ser que uma aluno tenha um défice cognitivo, identificado pela a avaliação especializada da equipa da avaliação do NEE, esse aluno tem de conseguir realizar aprendizagens, para tal há que motivá-lo, há que fazer corresponder os interesses que tem, com aquilo que deve de aprender. Infelizmente muitas vezes estamos colados ao manual ou aos descritores/metas dos currículos esquecendo a verdadeira missão do docente, e em vez de refletirmos sobre a base e o essencial, acaba-se por falar sobre tudo e lecionar nada. Nesta perspetiva, o tipo, a periodicidade, os juízos valorativos da avaliação devem de ser muito bem definidos de forma a beneficiar as capacidades de todos, porque assim fomenta-se a motivação em vez de crítica destrutiva, pois ninguém gosta de ser tratado como um insuficiente ou um 1.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-22 14:38:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.3 – Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
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         <pubDate>2018-04-22 14:38:24 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.4 – Avaliação em DAC</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
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         <pubDate>2018-04-22 14:39:26 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.3 – Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na escola</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
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         <pubDate>2018-04-22 14:41:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.6 – Planificação de uma atividade</title>
         <author>sandrapgmartins</author>
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         <pubDate>2018-04-22 14:42:13 UTC</pubDate>
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