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      <title>Paraolimpíadas by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-24 16:00:53 UTC</pubDate>
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         <title>O que é paraolimpíadas?</title>
         <author>kawerrodrigues391</author>
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         <description><![CDATA[<p>Paralimpíadas são o evento esportivo dedicado aos atletas com algum tipo de deficiência. São realizadas a cada quatro anos no país que sedia as Olimpíadas.</p><p>"As Paralimpíadas são os eventos esportivos realizados a cada quatro anos para atletas que possuem algum tipo de deficiência física. Atualmente, o programa esportivo das Paralimpíadas possui 22 esportes, sendo que a primeira edição desse evento aconteceu em 1960. A primeira participação brasileira aconteceu em 1972, e atualmente nosso país é considerado uma potência paralímpica.</p><p>"São os eventos esportivos realizados a cada quatro anos para atletas com alguma deficiência.</p><p>A primeira edição das Paralimpíadas aconteceu em 1960, em Roma.</p><p>Existem 22 modalidades no atual programa esportivo das Paralimpíadas.</p><p>A primeira participação brasileira foi em 1972 e a primeira medalha, na edição de 1976.</p><p>Atualmente, o Brasil é considerado uma potência paralímpica, ficando no top 10 nas últimas edições."</p><p>"As competições das Paralimpíadas são responsabilidade do Comitê Paralímpico Internacional, embora exista uma parceria desse comitê com o COI, o Comitê Olímpico Internacional. Essa parceria definiu, por exemplo, que a mesma sede escolhida para os Jogos Olímpicos seria a dos Jogos Paralímpicos. Além disso, as sedes devem planejar sua estrutura de forma a receber tanto os atletas olímpicos quanto os paralímpicos."</p><p>"Como os atletas das Paralimpíadas são pessoas com deficiência, as modalidades têm um sistema de classificação funcional. O objetivo disso é classificar os atletas em diferentes graus de deficiência para tornar as disputas mais justas possível.</p><p>Essa classificação é determinada por três avaliações que investigam a deficiência e as limitações físicas dos atleta "Como os atletas das Paralimpíadas são pessoas com deficiência, as modalidades têm um sistema de classificação funcional. O objetivo disso é classificar os atletas em diferentes graus de deficiência para tornar as disputas mais justas possível.</p><p>Essa classificação é determinada por três avaliações que investigam a deficiência e as limitações físicas dos atletas. Importante mencionar que, caso um atleta participe de mais de um esporte, ele passará por novas avaliações e pode receber uma classificação distinta."</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-24 18:49:13 UTC</pubDate>
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         <title>Dificuldades enfrentadas por atletas paraolímpicos</title>
         <author>kawerrodrigues391</author>
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         <description><![CDATA[<p>Atletas falam sobre as dificuldades que enfrentam no esporte e na vida Falta de patrocínio e espaço para os treinos estão entre as reclamações. Jovens treinam firme para tentar um bom resultado nas Olimpíadas do Rio. Atletas de vôlei de praia reclamam da falta de dinheiro para competições e treinos. Carlos Luciano tem 23 anos e joga há seis. Ele busca ajuda financeira pela internet para custear passagem, alimentação e hospedagem em torneios. Muitas vezes, a ajuda virtual não vem e Carlos conta com o apoio de amigos e familiares para participar das competições. Gabriel de Souza perdeu o braço em um acidente, ainda na infância, e hoje tem o sonho de se tornar um atleta paralímpico. Ele treina forte para baixar o próprio tempo e conseguir uma classificação para os próximos jogos. Como atleta, ganha uma bolsa de R$ 300 da prefeitura do Guarujá. Metade do valor vai para as despesas da casa. Comerciantes da região ajudam oferecendo refeições e dinheiro para que o jovem viaje para as competições. Teresina está crescendo no badminton. O esporte tem regas parecidas com o tênis, mas usa uma raquete menor e uma espécie de peteca. Lorena e Monalisa, duas atletas da região, são reconhecidas no esporte, mas ainda não têm apoio. A prefeitura ajuda com as despesas de passagem, mas alimentação e hospedagem ficam por conta das famílias. Para participar de um torneio em São Paulo, as duas contaram com a ajuda de outros atletas, que receberam as meninas. O jovem Francielton é o atleta do Piauí com melhor desempenho no campeonato de badminton. Ele conseguiu se classificar para a final, mas perdeu a partida. O garoto recebe uma bolsa de R$ 925 do Ministério do Esporte. Para continuar recebendo o auxílio, ele precisa estar entre os três primeiros colocados nas competições. O atleta lamenta o resultado da partida e diz que precisa melhorar seu estado psicológico, prejudicado pela pressão do resultado e pelo medo de perder a bolsa do governo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-24 18:50:35 UTC</pubDate>
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         <title>Desafios para conseguir realizar a primeira paraolímpiadas </title>
         <author>kawerrodrigues391</author>
         <link>https://padlet.com/kawerrodrigues391/nquf433qt5yql5ax/wish/3136547339</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>As pessoas portadoras de necessidades especiais precisam enfrentar desafios diários, podendo se deparar com dificuldades quanto a locomoção, alimentação, higiene pessoal, se vestir, entre outras questões. Da mesma forma, as necessidades especiais no esporte exigem mais do <a rel="noopener noreferrer" href="https://blog.advocaciamariapessoa.com.br/contrato-de-trabalho-do-atleta-profissional/">atleta profissional</a>.</p><p>Além do treino e da disciplina, ele tem que lidar com problemas como a falta de incentivo, principalmente no Brasil. Nesse sentido, o obstáculo natural de ter que lidar com algumas limitações acaba se tornando ainda maior, diante da negligência.</p><p>Para dar visibilidade ao tema, listamos 3 dificuldades que o atleta portador de necessidades especiais precisa enfrentar.</p><p><strong>Obstáculos maiores do que a própria condição</strong></p><p>Pelo simples fato de sempre ter que lidar com limitações no seu dia a dia, a pessoa com deficiência é uma grande batalhadora. No entanto, quem decide ir além e praticar um esporte precisa ultrapassar barreiras que, embora existam para outros atletas, alcançam proporções maiores. Conheça 3 delas.</p><p><strong>1. Falta de patrocínio</strong></p><p>É sabido que o esporte não é tão valorizado no Brasil. Isso fica ainda mais perceptível quando se analisa casos como o da China, dos Estados Unidos e da Rússia, por exemplo, países em que <a rel="noopener noreferrer" href="https://blog.advocaciamariapessoa.com.br/formacao-de-atletas/">a prática esportiva é fortemente incentivada desde cedo</a>.</p><p>A realidade brasileira quanto à negligência do Estado acaba se refletindo no âmbito privado. Embora alguns atletas recebam bolsa atleta, há necessidade de <a rel="noopener noreferrer" href="https://blog.advocaciamariapessoa.com.br/como-pedir-patrocinio-esportivo-confira-como-voce-pode-fazer/">patrocínio</a> de empresas para que se mantenham financeiramente e paguem os custos que a atividade exige.</p><p>No entanto, encontrar um patrocinador disposto a arcar com isso e incentivar uma pessoa portadora de necessidades especiais no esporte é uma tarefa árdua. A verdade é que, se o governo muito pouco faz pela formação desses esportistas profissionais, as pessoas jurídicas ainda menos.</p><p>2. Preconceito social</p><p>As pessoas portadoras de necessidades especiais precisam estar sempre provando suas capacidades, dentro e fora das quadras. Isso porque o preconceito social que elas sofrem ainda é grande.</p><p>Sabe-se que tal situação se deve, em grande parte, à falta de informação. Por não buscarem ou não terem acesso a conhecimentos sobre determinadas condições, muitos indivíduos têm ideias equivocadas e procuram se afastar de quem tenha alguma deficiência. Uma maneira de fazer isso, inclusive, é não acompanhar as disputas protagonizadas pelos atletas especiais.</p><p>3. Pequena visibilidade dos esportes paraolímpicos no Brasil</p><p>O preconceito social que esses profissionais do esporte sofrem é potencializado pela pequena visibilidade dos esportes paraolímpicos no Brasil. Muitos deles, inclusive, se queixam de pouco espaço na mídia, o que impede que seus trabalhos sejam vistos e reconhecidos pela sociedade.</p><p>Nesse sentido, a escolha de emissoras de televisão em transmitir jogos e partidas envolvendo pessoas portadoras de necessidades especiais é mais do que entretenimento. Exibir a prática esportiva paraolímpica é também uma maneira de permitir que os atletas cresçam e, com isso, proporcionem mais conquistas para o Brasil.</p><p>Direitos nem sempre assegurados</p><p>A Lei Pelé determina, em seu art. 82-B, que é obrigatório o seguro de vida e de acidentes pessoais para profissionais do esporte, vinculado à atividade. Contudo, esse é outro obstáculo para as pessoas com necessidades especiais no esporte, considerando que nem sempre a norma é cumprida.</p><p><br></p><p>Tal situação é ainda mais grave quando se considera o cenário já desfavorável em que se encontram os esportistas com deficiência. E, mais, o desconhecimento por parte de profissionais, em relação a essa previsão legal, forma um escudo para entidades de prática desportiva e de administração do desporto nacionais.</p><p>Sendo assim, é evidente que a vida de indivíduos com limitações físicas ou motoras não é das mais fáceis, e isso também vale para a necessidade especial no esporte. As dificuldades enfrentadas pelos atletas em geral no Brasil são potencializadas nessa condição. Eles precisam lidar com falta de patrocínio, preconceito social e reduzida visibilidade.</p><p>Porém, esses são problemas que podem e devem ser enfrentados, por meio de um trabalho conjunto entre agentes políticos, privados e mídia, no sentido de buscar maiores investimentos e a valorização desses atletas. Trata-se de determinação legal do art. 7º, inciso VIII, da Lei Pelé, e não se pode esquecer que o esporte é capaz de devolver a eles a autoestima perdida, bem como de proporcionar qualidade de vida!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-24 21:20:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Símbolo da paralímpiadas </title>
         <author>kawerrodrigues391</author>
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         <description><![CDATA[<p>O símbolo dos Jogos Paralímpicos é composto por três "agitos", das cores vermelha, azul e verde apontando para um único ponto, em um campo branco. O agito ("Eu me movo" em latim) é um símbolo que expressa o movimento em linhas assimétricas. O símbolo paralímpico foi criado pela agência Scholz &amp; Friends e aprovado em abril de 2003.</p><p>As cores dos agitos com o fundo branco, são para enfatizar "o papel que o Comitê Paralímpico Internacional (IPC) exerce em juntar os atletas de todos os cantos do mundo para competir". A forma também simboliza a visão paralímpica "para habilitar atletas paralímpicos para alcançar a excelência esportiva e para inspirar e excitar o mundo".</p><p>Este símbolo paralímpico foi usado pela primeira vez em publicações e em produtos licenciados em 2003. Devido ao tempo limitado antes dos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jogos_Paral%C3%ADmpicos_de_Ver%C3%A3o_de_2004">Jogos Paralímpicos de Verão de 2004</a> em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Atenas">Atenas</a>, o novo símbolo não foi usado pelas delegações participantes durante os Jogos. No entanto, na cerimônia de encerramento de 2004, a bandeira que foi entregue a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pequim">Pequim</a> já tinha o novo símbolo.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADmbolos_paral%C3%ADmpicos#cite_note-3"><sup> </sup></a>O símbolo foi usado como o emblema paralímpico oficial durante os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jogos_Paral%C3%ADmpicos_de_Inverno_de_2006">Jogos Paralímpicos de Inverno de 2006</a>, em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Turim">Turim</a>, na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/It%C3%A1lia">Itália</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-25 02:47:56 UTC</pubDate>
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         <title>Mascote da Paralímpiadas </title>
         <author>kawerrodrigues391</author>
         <link>https://padlet.com/kawerrodrigues391/nquf433qt5yql5ax/wish/3137045180</link>
         <description><![CDATA[<p>A mascote das Paralimpíadas de Paris 2024 é chamada de Phryge ou Frígia. É inspirada no gorro frígio, símbolo da Revolução Francesa, que representa o ideal de liberdade. Para os Jogos Paralímpicos, este símbolo é ampliado para incluir a luta pela igualdade e o respeito a diversidade.</p><p>Apesar da semelhança com a Phryge olímpica, a mascote das Paralimpíadas tem uma prótese de corrida na perna direta, denominada de lâmina, frequentemente utilizada por competidores do atletismo paralímpico.</p><p>Nas Paralimpíadas, as próteses esportivas se tornaram um símbolo de determinação, superação e inovação tecnológica. Elas são projetadas para atender as demandas específicas de cada modalidade. As próteses são compostas por materiais leves e resistentes, garantindo a segurança e o bom desempenho dos atletas paralímpicos.</p><p>Entretanto, a prótese esportiva não é a única particularidade da mascote dos Jogos Paralímpicos de Paris. Enquanto a versão olímpica é uma estrategista astuta e calculista, a Phryge das Paralimpíadas é destemida, vibrante e corajosa. Esta personalidade singular tem como objetivo promover e celebrar os valores esportivos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-25 03:04:03 UTC</pubDate>
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         <title>Superação </title>
         <author>kawerrodrigues391</author>
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         <description><![CDATA[<p>Superação do nadador brasileiro Gabriel Araújo que ganhou ouro na Paralímpiadas de Tóquio 2020, independente de sua deficiência, é um atleta que gosta do seu esporte, e vive alegre independente de sua deficiência.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=zu8JJ28J43M" />
         <pubDate>2024-09-25 03:12:20 UTC</pubDate>
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         <title>Atleta </title>
         <author>kawerrodrigues391</author>
         <link>https://padlet.com/kawerrodrigues391/nquf433qt5yql5ax/wish/3137077577</link>
         <description><![CDATA[<p>Matt stutzmam não tem os dois braços </p><p>E usando apenas os pé e os ombros ganhou a medalha de ouro nas Paralímpiadas 2024 em Paris. Sendo inspiração para crianças que tenha inseguranças por causa de sua deficiência. </p><p>Esse atleta mostra que todos conseguimos fazer o que gostamos mesmo tendo várias dificuldades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-25 03:21:28 UTC</pubDate>
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