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      <title>Filosofia - 3C by Ciências Humanas</title>
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      <description>Arte e Indústria Cultural</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-07-06 10:09:50 UTC</pubDate>
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         <title>Análise da obra de Magritte </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>ALUNAS: Nicoly Massicano - n°26<br>Bianca - n°02 <br>Laura Barbieri - n° 19 <br>Nicolly Patrizia - n°32 <br>   A imagem e o título “Tentando o impossível” tem uma relação direta pois por meio da fotografia fica claro que Magritte tenta desenhar em alto relevo a figura de uma mulher, algo que racionalmente parece impossível, pois dá a impressão que ele está criando um ser humano por meio do desenho. Partindo do título da obra, fica claro que o pintor não está copiando uma vivência cotidiana ou algo que já existe (algo muito comum no mundo artístico), ele está criando realidade nova baseada nos traços e impressões que retratam fielmente o corpo humano. Ao analisarmos a produção de Magritte, percebemos que ele teve a intenção de criar algo diferente do que é visto e além disso, acredito que ele quis gerar uma reflexão nos apreciadores de sua obra, passando a mensagem que devemos tentar o impossível em nossas vidas, ou seja, sair de nossa zona de conforto. Porém, se formos analisar fidedignamente, a pretensão do autor não é viável, pois não é possível desenhar em 3D como ele está fazendo, entretanto se levarmos sua obra para o campo da reflexão, perceberemos que a única possibilidade de “Tentar o impossível” é saindo de nossa zona de conforto no nosso dia a dia e tentarmos fazer aquilo que antes era dito como improvável para nós. Com essa movimentação de ações e pensamentos, percebemos que a arte tem como principal objetivo a reflexão, e o que Magritte pensou, nos tirar de nossa zona de conforto. Portanto, conclui-se que a obra tem vínculo direto com a realidade e com a filosofia, pois ambas buscam explicar o inexplicável, tornar real o impossível e mostrar que uma explicação filosófica ou a análise de uma obra vai muito além do concreto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-23 20:01:31 UTC</pubDate>
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         <title>Análise da Obra de Magritte</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Felipe nº08<br>Isadora nº15<br>Júlia nº18<br>Laura nº20<br>Mateus nº23<br>Sérgio nº29<br><br>Quadro "Tentando o Impossível" de Magritte<br><br>	O titulo da obra, se relaciona a imagem, a partir do momento, em que ele pinta o corpo de uma mulher "perfeito", <br>onde ele pinta a perfeição, um corpo simétrico, e na realidade temos, as diferenças, imperfeições. E também que ele esta pintando um ser humano, criando<br>a partir da arte. E com o título da obra, Magritte, poderia expressar, uma perfeição que não existe, mas também como a arte pode formar um ser humano, <br>como uma criança pintando com gizes coloridos, mas já consegue observar e aprender o nome das coisas, e quando estiver mais velha, observar os diferente estilos,<br>e opiniões que podem ser expressa em pinceladas. E formar a sua própria opinião. <br>	Já a pretensão do autor, de buscar a perfeição em um corpo, não seria viável, na vida real, por mas, que muitos autores e em muitas obras haja a busca<br>pela perfeição, nem na pintura, nem na vida real, essa busca seria finalizada. Porque o significado de perfeição é muito inconstante, e diferente em cada pessoa <br>e opinião. E essa pretensão não se encaixa como a única função da arte, até como já foi citado acima, a arte também tem como função, a ajuda na formação <br>de uma opinião, pelo seu "poder" de criar a reflexão e a observação de todos os seus lados. <br>	 A filosofia surgiu para desmistificar. Para explicar de forma racional. E essa obra é conectada com a filosofia porque ela desmistifica em seu significado <br>a criação da perfeição, a criação de um ser humano perfeito. Podemos relacionar também, com a história mitológica em que Prometheus, também<br>tentou a criação do perfeito, Aletheia (para os gregos o espírito da verdade), e a filosofia e essa obra, podem ao mesmo tempo, desmistificar a história, e sua criação<br>do perfeito.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-23 22:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Interpretação da obra de René Magritte</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Diego Nº6<br>Giovani Nº11<br>Murilo Nº24<br>Vinícius Nº31<br><br></div><div>Em um primeiro momento, tentamos desenvolver uma interpretação do quadro sem realizar alguma pesquisa. Tivemos conclusões pessoais referentes à pintura e o título (“Tentando o Impossível”, 1928 - René Magritte), todas embasadas no ponto de que a pintura tratava de uma questão social e o título era uma opinião do autor quanto essa questão. Na nossa concepção mais aceita, o artista quis retratar a imposição de uma imagem perfeita da mulher (representação do ser humano) que a sociedade constantemente reforça para os indivíduos inseridos em determinado contexto social. <br><br></div><div>Ainda seguindo essa linha de raciocínio, interpretamos que o título da obra representava a opinião de Magritte quanto essa questão social, ou seja, que segundo ele é impossível e até mesmo errado impor de uma forma consensual e totalmente aceitável esses aspectos comportamentais e estéticos. De fato, o grupo concordou com a suposta opinião do autor e a achamos viável.<br><br></div><div>Posteriormente, realizamos algumas pesquisas sobre o autor René Magritte e a possível explicação de sua obra. <br><br></div><div>Discutimos novamente e concluímos que de fato, ele estava retratando uma produção artística acadêmica, a pintura de um nu, uma coisa comum pra época, mas se dá conta de que o quê ele está fazendo não é copiar a realidade, e sim criar uma arte nova. <br><br></div><div>Analisando todas essas conclusões, inferimos que de fato a pretensão do autor é a principal função da arte, pois, a arte é a representação do que o autor quer retratar mesmo que ele não queira passar algo em específico, ou seja, simplesmente fazer uma bela paisagem. Dessa forma, na arte podemos ter crítica, elogio, representação da beleza e tudo isso do ponto de vista de um autor.<br><br></div><div>Fazendo uma comparação das intenções do autor com a Filosofia, entendemos que esta tenta explicar o inexplicável, de fato é possível, porque o inexplicável é apenas o que não conseguimos entender ainda, porém, a Filosofia assim como outras áreas da ciência só pode fornecer um palpite racional, mas que não é absoluto, irrefutável ou totalmente aceito e sempre haverá outras verdades. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-23 23:07:55 UTC</pubDate>
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         <title>Interpretações acerca da obra de René Magritte</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arifer/npioh1zozv1z6bag/wish/661435899</link>
         <description><![CDATA[<div>Gabriel R nº 10<br>Nicholas nº 20<br>Gabriel B nº 9<br>Marcelo nº 22<br><br>Sim, pois um homem é fruto tanto do meio em que vive e tanto de si mesmo. Ser filósofo não exige de ninguém uma dialética boa, uma retórica impecável e nem mesmo um poço de conhecimento acerca dos remetentes. O fim é estabelecido por aqueles que o estipulam, os dois fins. O fim último de Aristóteles era a felicidade nas ações, conquistando assim por meios das virtudes. Mas para Santo Agostinho o fim último por mais que o vejamos como último ainda assim ele não é o último, pois isso pertence a Deus. Não é necessário julgar algo como analítico ou sintético nem hipotético ou categórico (nem dar um golpe de estado na busca da razão, como já o fizeram) para estabelecer uma crítica à própria faculdade de julgar, então porque assim seria para as outras coisas? Levar ao pé da letra é uma faca de dois gumes, assim como um conhecimento não é necessariamente adquirido no mundo das ideias e nem fruto do empirismo efêmero, não se pode estabelecer, analisar, verificar e experimentar um fim para onde nunca se existiu limites.<br>----------<br>Sim, só descobrimos coisas que hoje parecem banais, graças a filosofia, assim a cada dia que passa sendo filósofo ou não, estamos explicando algo, em que, num momento anterior era inexplicável...<br>----------<br>Não é realizável. A Filosofia não se trata da busca de explicar o inexplicável, pois esse, como em nome, não tem explicação. A filosofia busca entender o mundo e sua verdade que muitas vezes é ignorada. Reafirmando o já dito, a filosofia não busca explicar o inexplicável, ela busca desenvolver o pensamento em busca de algo inerente e essencial, a verdade, em um ambiente em que essa verdade parasse algo inconcebível.  Ir contra a verdade absoluta e procurar uma verdade cada vez melhor, a cada passo se questionar mais e mais e enfim chegar a uma teoria que se aproxime mais da essência que a anterior... Isso é a filosofia.<br>A filosofia de fato tem uma longa história fazendo-se até mesmo uma referencia e expressão na contemporaneidade. Ela é influente de tal forma que chega a nos fazer pensar que não a aparentes limitações ao pensamento filosófico, contudo, é justamente essa a limitação existente para a filosofia. É um fato que o conhecimento é, mais do que nunca antes, divulgado amplamente e qualquer um que tenha interesse o suficiente poderia pesquisar em alguns instantes as ideias das maiores mentes que já foram registradas, e talvez por causa disso que filosofia virou um sinônimo de sapiência ou inteligencia. Mas atualmente isso começa a virar um problema. A filosofia e algumas outras ciências estão enfrentando ou estão prestes a enfrentar um grande gargalo, causada justamente por essa divulgação. O consenso entre as partes faz a ideia de Filosofia ou ciência parecer uma verdade absoluta, de modo que ao mencionada em uma frase, ninguém ousaria ir contra. O uso exacerbado e exagerado do termo faz com que, cada vez mais, a filosofia pareça trivial e sem profundidade real e esse pode ser o limite da filosofia. Ao menos pelo que podemos observar na atualidade e prever, a explicação filosófica pode chegar até esse ponto, o ponto onde sua busca pela verdade do mundo começa a ser manipulada e usada erroneamente, o ponto de mais alto, onde sua presença própria existência começa a atrapalhar a sociedade de entender verdadeiramente o que a própria filosofia prega, o ponto onde, novamente, apenas poucos entendem verdadeiramente a sua essência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-24 00:20:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arifer/npioh1zozv1z6bag/wish/663492590</link>
         <description><![CDATA[<div>Breno 03<br>Eduardo 06<br>Guilherme bigode <br>Gustavo 14<br>Isaais 16<br><br><br>A obra e o titulo se relacionam através idealização da perfeição, ou o que é impossível de ser alcançado. O pintor quis mostrar que não copia a realidade, mas cria algo novo. Quando o artista tenta retratar ou que está sendo visto, ele cria uma própria realidade e causa traços e impressões do artista que está retratando o corpo humano. O pintor, em outras palavras, não está copiando uma realidade e sim criando uma nova.<br>Através de um pensamento organizado, uma questão de filosofia sobre o modo de ser das pessoas, das sociedades, do mundo de um modo conceitual, crítico e reflexivo.  Discutir como práticas políticas, científicas, técnicas, éticas, econômicas, culturais e artísticas.  Não há área em que ela não seja meta, não indague, não perturbe.  E, nesse sentido, uma filosofia pode ser perigosa ou subversiva, pois pode virar a ordem de cabeça para baixo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-27 18:06:46 UTC</pubDate>
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