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      <title>MURAL - LITERATURA INDÍGENA by Claudia Leite Brandão</title>
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      <description>Criado com uma mente aberta</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-13 15:42:09 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em seu primeiro livro, a cordelista Auritha Tabajara, se utiliza da força da palavra para ganhar o mundo. Em sua jornada a força da mulher nordestina, indígena, sonhadora e guerreira se encontram com a sutileza poética, característica da autora. Ilustrado com xilogravuras de Regina Drozina, esta preciosa obra chega ao público através do selo Uk’a Editorial, reforçando seu compromisso com a literatura indígena contemporânea.</div>]]></description>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <pubDate>2022-06-13 15:54:05 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <pubDate>2022-06-13 15:54:10 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>“O olho bom do menino é uma história que nos ajuda a refletir sobre a existência a partir de um contraponto ao qual nem sempre estamos acostumados: a escuridão. Mas não se trata de uma escuridão que deva nos meter medo. Ao contrário, é para nos remeter aos nossos “olhos ancestrais” a fim de que possamos adentrar ao nosso espírito.<br>Se posso dar um conselho a quem entrar em contato com esta obra é: Feche os olhos! Esta é a única forma de conseguirmos compreender a complexidade de ter o sentido da visão, mas só termos acesso ao nosso ser quando o deixamos se revelar a nós. Estar de olhos fechados – ainda que tenhamos sua luz – é um importante antídoto contra a cegueira que persegue nossa existência.<br>Ouvir o protagonista desta história é uma forma de exercitarmos nossa humildade, combatermos nossa arrogância e aprendermos com outros olhos”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 15:57:25 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os avós são figuras muito importante para os povos indígenas. Trazem os costumes, as memórias e os ensinamentos para a vida. Neste livro, Eliane Potiguara nos conta sobre a relação com esta figura poderosa e mágica, a avó, que traz as histórias vivas dentro de si. Aline Abreu, com suas ilustrações, nos carrega para esse tempo de magia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 15:58:22 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O que será que acontece quando o sol mergulha no rio? Será que ele toma banho antes de dormir? E depois disso, será que ele passa a noite dormindo dentro do próprio rio? Essas são algumas dúvidas que levam os irmãos Dum e Kupai a subirem a Laje do Trovão, o lugar mais perigoso da aldeia! E, para aumentar a adrenalina, os garotos ainda tiveram que ir dormir depois da história que seu pai contou sobre a Boca da Noite. Kupai, protagonista dessa história, ficou se indagando antes de dormir: será que essa boca tem dentes? Ela fala? Tem nariz? E se tem boca, deve ter cabeça e corpo, não é mesmo?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 15:59:22 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro narra as aventuras do curumim, cujo nome dá título ao livro, contadas pelo próprio menino. Entrelaçadas nas aventuras estão as lendas, os mitos, as tradições, os costumes e o cotidiano dos Macuxi, indígenas que habitam as serras do estado de Roraima, próximo à fronteira do Brasil e Venezuela.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:01:05 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Taynôh é um convite.<br><br></div><div>Pachamama, a mãe de todos os indígenas deste continente, narra a história de Taynôh.<br><br></div><div>Este livro tem as raízes na terra. São palavras que foram semeadas e floresceram antes de serem escritas.&nbsp; E foram escritas com a cor e a seiva da floresta, com o canto e o chamado da Vida.&nbsp; Taynôh é a criança que está crescendo. É a criança interior dos que se tornaram adultos, que, por hora, repousa e dorme, mas logo despertará.<br><br></div><div>Ele representa os Povos Originários e a origem indígena de cada pessoa. A sua origem indígena, sufocada por um modelo de sociedade, que busca no externo distante o seu referencial. Taynôh é o tempo Presente e a luta dos que permanecem.<br><br></div><div>Taynôh é você, um parente seu e também o nome de um de meus ancestrais. Significa “luz do luar”. Ele mesmo me disse.<br><br></div><div><em>Aline Rochedo Pachamama (Churiah Puri)<br></em><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Texto multilíngue: puri (macro-jê), guarani mbya (tupi), português e espanhol. Com aquarelas da autora.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:01:54 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vovó tinha um jeito encantador de contar o mundo. Não sabia calcular como os estrangeiros ensinavam, mas sempre narrava como ninguém histórias magistrais sobre o povo Wapichana. A tarde mais especial que o neto Pimyd teve em sua companhia foi quando ela falou sobre o significado da cor de cada cédula de dinheiro. Uma história instigante!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:02:33 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aguiry é um curumim que se prepara para uma grande aventura. Ele tem uma canoa e com ela percorre o reino da cobra grande. Mas espere aí! Uma criança percorre sozinha um reino tão perigoso? Ah! Descubra como isso acontece lendo essa deliciosa história sobre um indiozinho e sua canoa, que juntos desbravam os sonhos de uma criança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:03:12 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;livro traz a história de cinco meninas, filhas das amazonas, lendárias guerreiras indígenas que deram nome ao estado homônimo, na região Norte do Brasil. Um dia, elas vão brincar no lago Espelho da Lua, na região do rio Nhamundá, e são surpreendidas por indígenas inimigos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:03:53 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cristino Wapichana conta uma história de amizade e lealdade entre um curumim e seu cachorro, Amigo. Uma história que habita nas memórias do autor, e resgata as tradições de seu povo, apresentando ao leitor alguns recortes do dia a dia do curumim, e de sua amorosa e respeitosa relação com seus familiares, com a natureza e com os animais. As paisagens ganham vida através das cores e pinceladas de Taisa Borges.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:04:28 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Conheça a história de <strong>Kawã</strong>, um menino do povo indígena Maraguá que vive na aldeia Yãbetué’y, às margens do rio Abacaxis, no Amazonas. Seu maior desejo é se tornar um <em>mirixawa</em>, ou seja, um caçador-mor. Para realizar esse desejo, ele precisará passar por três provas: caçar uma onça-pintada, uma cobra-grande e um gavião-real.<br><br></div><div>Além de conhecer mais sobre os costumes dos índios Maraguás, o leitor também confere uma série de palavras, grafismos do povo, entre outros regionalismos amazônicos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:05:27 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Verá é um <em>kunumi</em> que sonhava em ir para a escola dos não indígenas. Queria aprender tudo que eles sabiam para poder defender o seu povo. E assim aconteceu. Mesmo com todas as diferenças, ele era o melhor aluno da sala. Mas um acidente muda o rumo dessa história.<br><br></div><div>Em edição bilíngue – português e guarani –, Olívio Jekupé conta a história de Verá. As aquarelas de Rodrigo Abrahim captam a atmosfera alegre e corajosa dos indígenas, em sua luta para defender sua cultura e territórios.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:06:09 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Frutos da memória é o que somos. Ela guarda as histórias que nos dizem, falam de nós ainda que não a reconheçamos. Mexe com nosso imaginário até que digamos, afirmemos, aceitemos o ser. Ela não nos permite acomodar, menos ainda ignorar a roda da existência. Circularidade que nos provoca a sermos o que sempre fomos: origem.<br><br></div><div>Julie Dorrico fez o caminho de esvaziar-se para ser preenchida pela memória e pelo pertencimento. Essas duas coisas estão presentes nos escritos poéticos e imagéticos que as palavras escritas agora dão forma. Ela nos presenteia com um mergulho em suas memórias ancestrais e contemporâneas para nos ajudar a criar coragem de trilharmos o mesmo caminho, aceitarmos o que há de originário em cada um nós e fazermos o caminho de volta, da aceitação, do desprendimento, da ancestralidade.” –<em> prefácio de Daniel Munduruku<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:07:18 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A cultura indígena se propaga e se mantém, há milênios, pela tradição oral. Narrativas, rituais sagrados, costumes e a própria língua são transmitidos a partir da conversa e da contação de histórias. Se o inevitável contato entre os povos originários e o “branco” colonizador trouxe muitos prejuízos a essas culturas, também promoveu um rico diálogo entre indivíduos. Graçãs ao acesso à literatura brasileira pode contar com a presença fundamental de autores indígenas para multiplicar ainda mais seu alcance.<br>Márcia Wayna Kambeba é uma dessasvozes, que se firma percorrendo o Brasil com sua poesia e sua música. Em Ay Kakyri Tama [eu moro na cidade, em tupi-kambeba] ela constrói uma ponte entre sua origem indígena e a vida em Belém do Pará, apresentando a história de seu povo e sua luta em poesias e imagens repletas de emoção e verdade.<br>Com uma população conhecida de 50 mil pessoas, entre aldeados e moradores da cidade, o leitor pode conhecer e se encantar pela etnia Omágua/Kambeba pelo olhar acolhedor e combativo de Márcia, uma de suas vozes mais expressivas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:07:58 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Graça Graúna, filha do povo Potiguara (RN), faz o seguinte destaque na apresentação do seu livro: “Minha intuição diz que a flor sugere ao mesmo tempo a leveza e a força que vem da Mãe-Terra; leveza e força que o “hajin” (fazedor de haicai) também necessita para o haicai acontecer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:09:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Daniel Munduruku costuma afirmar: “Escrevo para me manter índio”. Foi com essa motivação que o autor teve a ideia de procurar indígenas de dez povos e coletar os contos tradicionais transcritos nesta obra, trazendo para o leitor um pouco das crenças e tradições das populações que habitam o território brasileiro.<br><br></div><div>“Como o Sol ressuscitou o Lua” é uma destas histórias. E, não, você não leu errado: entre os Umutina, Lua é um substantivo masculino. Os Nambikwara contam como o fogo, que pertencia ao tamanduá-bandeira, foi roubado e distribuído entre todos os seres. Em “Os dois teimosos”, os Maraguá ensinam a importância de “não mexer nas coisas da floresta sem ter necessidade”.<br><br></div><div>Esta composição de textos é enlaçada pelos retratos que abrem cada capítulo, revelando pela imagem a identidade cultural de cada povo, na expressão facial, nos adornos e até mesmo nos instrumentos e objetos do dia a dia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:28:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Texto bilíngue: guarani e português.<br></strong><br></div><div>Esta é a história de uma bela índia que se apaixona por Jaxi, o Lua. Para saber se o sentimento é verdadeiro, Jaxi resolve colocar em prova o amor da jovem. Esta é a lenda guarani sobre o pássaro urutau, ave que possui uma diferente estratégia de camuflagem: ficar imóvel nos troncos das árvores, de olhos fechados, para não chamar a atenção dos predadores. Por meio da lenda é possível discutir a relação entre essência e aparência, valores e virtudes, além da própria cultura indígena. O livro traz o texto em português e em guarani, além de dados informativos sobre o pássaro urutau.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:28:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os mitos (ou contos) de origem do mundo e dos seres que nele vivem são uma grande riqueza dos povos indígenas. Neste livro, Yaguarê Yamã registra uma dessas histórias: o mito da origem do beija-flor, que vive na memória dos antigos pajés do povo Maraguá, habitante do vale do rio Abacaxis, no Estado do Amazonas. Esse povo valoriza muito o contador de histórias, personagem sempre requisitado no cotidiano e nos festejos da tribo, e é conhecido como os índios das histórias de fantasmas. Neste livro, a delicada história é apresentada em português e em maraguá, dialeto misto de Aruak com Nhengatu, e integra a coleção Peirópolis Mundo, que busca valorizar línguas minoritárias de todas as partes do planeta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:29:16 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Awyató-pót: histórias indígenas para crianças é uma obra que se caracteriza pela bravura do povo Mawé, representada nos contos pela figura mítica que dá título ao livro. São quatro histórias. A primeira história conta sobre o nascimento do curumim, fruto da união de uma índia metamorfoseada em cobra com um gavião real. Na segunda, é contada a valentia e o caráter de liderança de Awyató-pót que conseguiu negociar com a Surucucu a Noite para levá-la a sua tribo. Na terceira, o índio derrotou o monstro Juma, devorador de seus parentes e na quarta, em que Awyató-pót, já viúvo e dominado pelo ciúme que tinha da filha, é enganado pelo sapo O ók que desposou a moça. As histórias de Awyató-pót podem ser lidas como as narrativas de aventuras singulares e imprevistas de um mito que sintetiza a cultura de um povo que, ao ser interpretado sob a visão microcósmica, nos ensina que a Humanidade, aqui e acolá, enfrenta os mesmos desafios: garantir a existência. As histórias contadas por Tiago Hakiy dão o recado do povo indígena Mawé: o desejo de aproximar o mundo mítico dos índios ao mundo das crianças da cidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:29:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste livro o escritor Yaguarê Yamã recria mitos e lendas do povo indígena Maraguá, conhecido na região do Baixo-Amazonas como “o povo das histórias de assombração”. As três primeiras histórias são mitos sobre animais fantásticos que protegem as florestas e as três seguintes são lendas que enredam a rotina da tribo em acontecimentos mágicos, todas elas narradas em pequenos textos cheios de ritmo e suspense. As histórias estão imersas na natureza, com personagens em intensa relação com a floresta, sempre considerada em seu inesgotável mistério. Ao final, um glossário com termos da Língua Regional Amazônica e do idioma Maraguá contribui para o registro da cultura de um povo que hoje vive em apenas quatro pequenas aldeias e conta 250 pessoas. O leitor encontrará também um posfácio sobre a cultura dos povos de que descende Yaguarê e uma entrevista com o autor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:30:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A obra <strong>Guaynê derrota a Cobra Grande – Uma história indígena</strong>, de Tiago Hakiy, amazonense de Barreirinha, filho da etnia sateré-mawé, é a <strong>vencedora do 9º Concurso Tamoios de Textos de Escritores Indígenas</strong>.<br><br></div><div>Nesta história, Moi, a Cobra Grande, apavorava o povo Mawé e vivia nas profundezas do Rio Andirá. Em noites de luar ela saía para passear amedrontando e, vez por outra, comendo os índios mawés. Quando a Cobra Grande captura a jovem Tainá, Guaynê rapidamente pega seu arco e flecha, sua faca afiada, monta em sua canoa de itaúba e rema atrás da cobra má…<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:31:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Sapatos trocados: como o tatu ganhou suas grandes garras</strong> narra a saga de <em>Kapaxi</em>, um grande velocista e contador de histórias, que recebeu um par de sapatos mágicos de presente de <em>Tuminkery</em> (criador de todas as coisas) para atuar numa missão muito especial : a de mensageiro oficial do reino animal. <em>Kapaxi</em> era cheio de alegria e muito adorado pelos pequeninos, que aguardavam suas visitas repentinas para ouvir suas belas histórias. Foi em uma das grande festas dadas pelo Jabuti que o animal teve seus sapatos trocados por engano pelos de <em>Aro</em>, e a partir desse acontecimento <em>Kapaxi</em> precisou adaptar-se a uma nova vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:31:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Os caçadores e o Duende Arranca-Olho”, “O doente de olhos postiços”, “Kanoé – A história do morcego”, “A mulher-lesma”, “A caveira rolante”, “As amantes feiticeiras são seis histórias de diferentes povos indígenas – Tukano, Ajuru, Macurap, Tembé, Karajá. Segundo Daniel Munduruku, este tipo de história é narrado pelos adultos ou pelos mais velhos da aldeia, já que são os guardiões da memória de nossa gente. Não são narrativas apenas para amedrontar as crianças e os jovens, mas também são formas de ensinamento com os quais vão nos lembrando que não estamos sozinhos no mundo e que não podemos querer nos transformar em donos das coisas que criamos. E, embora sejam histórias de assustar, elas nos ajudam a compreender nosso lugar no mundo. As histórias, permeadas de mistério, prendem a atenção pela maneira como são contadas e, ao mesmo tempo, possibilitam uma reflexão sobre a relação do homem com os outros seres da natureza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:32:10 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A sabedoria sempre acompanhou o povo Kaingáng, que descende de duas metades criadoras diferentes: Kame e Kanhru. Uma delas rege o Sol e todas as criaturas do dia, e a outra, a Lua e todos os seres da noite. Para que a vida faça sentido, os opostos devem se unir. Por isso, tempos atrás, os Kaingáng decidiram casar suas metades. Casamentos, de fato, aconteceram, ninguém queria ficar incompleto. Mas… faltou festa! Os Kaingáng já tinham muitos conhecimentos sobre suas origens, plantas e animais. Vãngri Kaingáng e Maurício Negro aqui recontam, através de palavras e pinturas acrílicas feitas a quatro mãos, como os Kaingáng conseguiram aprender os segredos do canto, da dança e da música para celebrar a união harmoniosa entre as metades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:32:42 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste livro encontra-se a explicação dos Dessana para a sua presença no universo, como também uma teoria para a origem do homem e uma bela compreensão da origem de um elemento do espaço sideral, a Constelação Virgem ou a Constelação da Garça. Este livro faz parte da edição Nheengatu, que tem como objetivo trazer para as crianças e adolescentes o conhecimento dos povos indígenas da Amazônia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:33:14 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Kerexu tinha ouvido dos mais velhos várias histórias de Jaxy Jaterê, o protetor da floresta. Por ser poderoso, as pessoas podem fazer pedidos a ele, mas ela não sabia como chamá-lo. Porém, sua prima conhecia o segredo e o ensinou a Kerexu. Certa noite, Kerexu adentrou na floresta, realizou o ritual e fez um pedido. Será que Jaxy Jaterê irá atendê-la? Abra as páginas deste livro e descubra o desejo de Kerexu e como termina esta história do povo guarani.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:33:46 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>“<strong><em>As serpentes que roubaram a noite e outros mitos</em></strong>” é uma coletânea de seis histórias contadas pelos velhos Munduruku para suas crianças. Essas histórias remetem a temas ou situações voltadas para origens da cultura e da história dos Muduruku, contadas como memória do povo aos jovens para despertar o amor pela sua própria história e cultura. A proposta do autor é possibilitar ao leitor uma visão do povo Munduruku pela narrativa dos mitos. Além dos contos, a edição é complementada por dois textos informativos – um sobre história do povo Munduruku no Brasil, seus hábitos, tradições e costumes, e outro no qual o autor busca desmistificar a imagem do índio como um ser quase beatificado, puro e bom.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:34:18 UTC</pubDate>
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         <author>clbrandao1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste livro, o premiado autor Daniel Munduruku algumas das fantásticas histórias dos povos indígenas. São narrativas cheias de fantasia, sabedoria e surpresas que, segundo o autor, “devem ser lidas com o coração”. Junto com a sabedoria e a magia dessas histórias, vem também o respeito a essa cultura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 16:34:59 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Um garoto da cidade grande vai passar uns dias na aldeia Munduruku, no Pará, e quem nos conta a história é o indígena que o acompanha nessa viagem. O relato contrapõe todo o tempo o modo de viver indígena e o não-indígena, provocando a revisão de conceitos modelados pelo preconceito, pela intolerância ou mesmo pela falta de informação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-24 00:13:32 UTC</pubDate>
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