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      <title>Conectando saberes by Lívia Dorice</title>
      <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za</link>
      <description>Exercite a escrita reflexiva sobre o conceito nucleador 2 (paradigmas de ensino e aprendizagem) a partir das questões reflexivas abaixo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-23 00:21:55 UTC</pubDate>
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         <title>Perguntas orientadoras</title>
         <author>liviadorice</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2965428015</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Quais paradigmas são mais comuns na minha área (formação ou atuação)? Explique o porquê destes paradigmas serem os mais comuns?</p></li><li><p>De que forma, esse paradigma presente na sua área direcionará ou não a sua proposta de pesquisa no PPGCIMES?</p></li><li><p>Relacione essa reflexão com um dos textos que dialoga com esse paradigma indicado. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 00:34:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>doanyluna</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966570663</link>
         <description><![CDATA[<div>1. O paradigma mais comum na minha área de atuação com os cães é o behaviorismo, tendo em vista que com animais não humanos, esse paradigma é bastante certeiro para ensinar e modificar comportamentos, e ainda, dessensibilizar gatilhos que levam o cão a reagir exageradamente a algum estímulo. Por exemplo, um cão associou que ao ouvir o som que sai do interfone, pessoas chegam, e a chegada de pessoas significa receber carinho, e ao não conseguir controlar essa emoção de querer essa interação, o cão late exageradamente, por vários minutos, ficando muito nervoso, super agitado, atingindo batimentos cardíacos muito altos, e desencadeando outros comportamentos indesejados por não saber lidar com essa emoção. A partir disso, o trabalho comportamental a ser feito, apoiado no paradigma behaviorista, seria o de ensina-lo, mediante reforço positivo, a ficar calmo, reforçando toda a cadeia de comportamentos ao ouvir o som da campainha, e ainda, punindo-o negativamente, caso este apresente os comportamentos que estamos tentando extinguir (os latidos em excesso, o nervosismo). Vale ressaltar, que eu não lido apenas com o cão e sim com sua família humana desse animal, e por essa área do adestramento ser conhecida, erroneamente, por ser terceirizada, e os cães em raros casos serem colocados num lugar de prioridade na família, eu preciso engajar esses tutores ao máximo a treinarem seus cães e querem se envolver junto com ele, o processo de aprendizagem, Meu papel é ajuda-los a compreenderem as necessidades básicas de seus cães, como criar uma comunicação entre si e a compreende-los pelo o que eles são, cães, não os antropomorfizando, já que o aprendizado acontece no dia a dia, o tempo todo. Então, com os cães e seus tutores eu preciso usar uma cadeia de reforço positivo a todo momento, e muitas vezes mais ainda com os tutores, a fim de que eles se empolguem no processo de ensinar seus cães, com a minha orientação, de colocarem a mão na massa (oi, Piaget 👀), para conseguirem ver a mudança comportamental no seu cão acontecer e esse será o maior dos reforços para os tutores. O meu papel é conduzi-los a atingirem uma rotina de treinos, como fazer esses treinos para que em um lapso temporal, consigam ver seus objetivos com seus cães se aproximarem cada vez mais até atingirem-no, e esse será o ápice do paradigma behaviorista. &nbsp;</div><div>2. Como a minha proposta de pesquisa ainda não está tão definida, de acordo com minha coordenadora, ainda não posso dizer qual paradigma me direcionará a desenvolve-la. No entanto, nesse momento, além da metodologia behaviorista, eu descobri que converso bastante com o paradigma pós crítico, pois, dentro de sala de aula, gostaria de desenvolver um trabalho de formação de indivíduos reflexivos e críticos, que valorizem outras áreas de conhecimento e não se fechem, que observem outros campos de conhecimento e que vão além de suas áreas já escolhidas de estudo/atuação em prol do seu enriquecimento cognitivo próprio.&nbsp;</div><div>3. Os textos que dialogam com minhas percepções são os textos “Abordagens do processo de ensino e aprendizagem (SANTOS, 2005), “Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem” (PIOVESAN, et al., 2018).</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 14:44:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>nunesviniciust</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966575222</link>
         <description><![CDATA[<p>Refletindo acerca das práticas vigentes no campo do ensino-aprendizagem de línguas, é possível considerar a existência de diferente paradigmas em ação. Por essa razão, alguns autores consideram que vivemos na época dos pós-métodos, pois uma única abordagem não seria capaz de abarcar a miríade de elementos que podem influenciar o processo de aprendizagem de uma língua adicional. Cabe ao professor, portanto, o papel de não apenas conhecer diferentes métodos, mas modificá-los de acordo com as necessidades.</p><p><br></p><p>Em minha prática, consigo observar uma forte influência do paradigma humanista, que coloca o aluno no centro da aprendizagem, exercitando sua participação tendo o professor como facilitador. No ensino de línguas, o foco nas necessidades comunicativas exige uma maior atenção aos estímulos e, portanto, requer a figura de um aluno mais participativo. Também observo influências do sociocultural e do pós-crítico, pois há significativa ênfase na troca de experiências, principalmente em atividades de interação, e o no desenvolvimento de habilidades e competências na língua alvo.</p><p><br></p><p>A discussão suscitada direciona bastante minha pesquisa do PPGL, uma vez que o tronco teórico da minha dissertação é a abordagem de ensino chamada Dogme ELT, que flerta com diferentes elementos dos paradigmas supracitados. Dentre eles, destaco humanista, posto que também coloca os interesses dos alunos como um dos pontos que deve embasar a prática pedagógica, e o sociocultural, na medida em que enfatiza o papel das relações sociais e culturais na aprendizagem. Esses pontos são de fundamental importância para a promoção de um ambiente de aprendizagem que considere as identidades dos alunos na aprendizagem, possibilitando-os ressignificar essa língua “outra” de acordo com suas necessidades e papéis em sociedade, tornando-a assim uma língua “sua”.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 14:47:48 UTC</pubDate>
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         <title>A educação médica e os paradigmas de ensino e aprendizagem </title>
         <author>gabrielagoesmed</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966577019</link>
         <description><![CDATA[<p>O paradigma mais utilizado na minha área de informação inclui o foco no professor detentor do conhecimento e o único capaz de transmiti-lo aos alunos que não o possuem. Aliado a um grande valor ao conteúdo, principalmente nos primeiros quatro anos de curso, ainda que de forma totalmente descontextualizada e sem significado. É mais relevante que se decore a matéria para que se faça avaliações e tenha um bom desempenho em notas. De repente, nos dois últimos anos, somos inseridos em cenários reais, necessitando de atitudes que se conectem com o ambiente e seja relevante para a resolução de doenças. Acredito que esses paradigmas são comuns porque refletem o modo como os educadores foram ensinados e talvez imaginem que estão ali nessa posição (mais alta na hierarquia) porque esse método transmissivo “deu certo”. E também tem uma grande relação com o próprio modo de fazer medicina sedimentado no passado que perdura até hoje, com foco nas doenças, responsabilidade do médico realizar o tratamento, decidindo sem interferência da pessoa.</p><p>Estar inserida nesse cenário me causou diversas frustrações e questionamentos sobre os métodos de ensino que era submetido a mim e a maneira com que as pessoas eram cuidadas. Empiricamente, determinei atividades na minha prática educadora com objetivos que aliviariam as principais frustrações na época de estudante. Em primeiro, oferecer experiências que estimulassem a autonomia e a proatividade que se mostraram tão importantes no momento em que trabalhei como médica pela primeira vez. Além disso, ofertar experiências das mais diversas possíveis, com atores diversos, incluindo outras fontes de conhecimento, como os outros membros da equipe de saúde da família, como o agente comunitário de saúde, por exemplo. E isso motivou e direcionou a minha proposta dentro do PPGCIMES, de modo que, mesmo em mudança de projeto, quero continuar com os mesmo princípios. Principalmente após perceber que muito do que eu já tinha apropriado empiricamente, fazem parte de teorias muito bem estabelecidas na área do ensino, que também tem seus paralelos com a prática de saúde, como as abordagens centradas na pessoa (ACP) que indica que o aprender é individual e singular, associa-se com o método clínico centrado na pessoa (MCCP), muito utilizado dentro da medicina de família, que considera o processo de saúde e de doença totalmente particulares. Entendo que ao aliar essa corrente de pensamento humanista, todos os conceitos fazem sentido. A prática clínica mediada pelo educador deve gerar um processo de mudança e aprendizagem socialmente útil. Quer algo mais socialmente útil do que influenciar positivamente na saúde de uma população historicamente marginalizada e privada do acesso a saúde?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 14:49:03 UTC</pubDate>
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         <title>Paradigmas </title>
         <author>camilanayse418</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966579081</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1) </strong>Cognitivismo e Behaviorista. Porque, uma das características presentes no Behaviorismo é a aprendizagem mecânica, marcada pela fixação dos conteúdos. O Cognitivismo devido algumas metodologias ativas utilizadas na matemática buscam ensinar o aluno por meio de aprender fazendo.</p><p><br/></p><p><strong>2) </strong>O Cognitivismo se relaciona com o meu projeto, pois a ideia da HQ é promover a criatividade utilizando um instrumento diferente para a aprendizagem, com problemas e os alunos traçando estratégias.</p><p><br/></p><p><strong>3)  </strong>Relacionado com o texto de SANTOS (2005), pois ele coloca o aluno no papel de experimentação, quando utilizamos a metodologia de resolução de problemas, o aluno investiga em grupo qual melhor maneira de respondê-lo e consegue assimilar melhor. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 14:50:29 UTC</pubDate>
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         <title>Respostas</title>
         <author>hd5bwf4d5x</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966582356</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Pergunta 1</strong></p><p>O que ainda prevalece hoje nas escolas de ensino básico, é ao paradigma behaviorista que está diretamente ligado com o que Santos (2005) chama de abordagem tradicional. Isso porque a escola ainda vê o professor como transmissor de conhecimento, guiando o aluno para determinado “bom” comportamento, através de repreensão em sala de aula. Por exemplo: a separação de cadeiras se o aluno conversar muito, e elogios se acertar uma resposta. </p><p><br/></p><p><strong>Pergunta 2</strong></p><p>Esse paradigma não direciona minha proposta de pesquisa, na medida em que minha proposta leva em consideração o contexto cultural que o aluno de Português Língua Estrangeira traz para sala de aula, bem como o contexto cultural que ele está inserido quando vêm para o Brasil aprender português. A mesma estaria mais ligada ao paradigma sociocultural e/ou paradigma pos-crítico.</p><p><br/></p><p><strong>Pergunta 3 </strong></p><p>No artigo de Santos (2005), podemos observar algumas tabelas comparativas do que ele chama de abordagens. Na Tabela 8, ele explica que na abordagem tradicional é priorizado o objeto de conhecimento, o conteúdo. Na Tabela 10, o aluno é um ser passivo, que apenas recebe o conteúdo e o professor é o transmissor desse conteúdo. Já para a abordagem comportamentalista, o aluno não deixa de ser passivo, mas há todo um material que é preparado para transmitir o conteúdo, e o professor é responsável por preparar esses materiais. Pode-se perceber então que não há espaço para a reflexão e para o debate em sala, ou levar em consideração o contexto sociocultural dos alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 14:52:40 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões</title>
         <author>dacileiaribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966598688</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>Para Carl Rogers, "o ato de aprender é individual, singular e particular de cada sujeito, com sua vivência e subjetividade."</p></li></ol><p>Aportado na concepção de aprendizagem do autor, e comprendendo o sujeito  aprendente como um ser integral e, ao mesmo tempo, buscando (re) pensar as práticas de ensino-aprendizagem de língua(s), é que considero que esta abordagem é propícia para pensarmos práticas ativas, interativas, em sala de aula, que favoreçam uma aprendizagem integral dos aprendentes, ao tempo que os coloque em lugar de destaque no processo de ensino-aprendizagem, de modo que eles sejam partícipes ativos e autônomos nessa construção, porque aprender é construir conhecimento. E esta abordagem é importante porque despertar os aprendizes da passividade, levando-os a ter consciência de seu papel nessa construção, e que este conhecimento lhes favorecerá para atuar na vida em sociedade com todas suas particularidades, e como seres humanos únicos, atravessados por todas suas vivências, que os constituem.</p><p> Ademais, da abordagem humanista, na minha atuação, dialogo com a abordagem cognitivista, por entender que os aprendentes, também, precisam aprender fazendo, e assim trabalhar dois aspectos da aprendizagem: primeiro, construir conhecimento; e segundo, refletir acerca dessa construção. Para tanto, é indipensável que os conteúdos potencializem as aprendizagens, e que propicie interação, colaboração e resolução de problemas, porque a escola deve formar para a vida na sua integralidade.</p><ol start="2"><li><p>As abordagens elencadas dialogam diretamente com o meu projeto do programa, por colocar o aluno no centro da aprendizagem, de modo que ele atue ativamente na construção do conhecimento de maneira ativa, interativa e colaborativa, à medida que aprende fazendo, construindo seu próprio material de aprendizagem de espanhol, e ao mesmo tempo refletindo como se deu esse processo.</p></li></ol><ol start="3"><li><p>De acordo com Carl Rogers (1985), "Na pratica educativa o aluno precisa ser ator do seu processo de aprendizagem, refletindo, questionando e fazendo escolhas." (LIMA et al., 2018, p.164). Portanto, nós, professores, precisamos dar os subsídios necessários para que os aprendizes possam ser atores protagonistas de suas próprias aprendizagens.</p><p>Para o mesmo autor, os professores precisam ter atitudes humanizadas nessa relação: professor-aluno, porque construção é diálogo, e os professores precisam compreender que o centro da aprendizagem é o aluno, é para quem tudo deve ser pensado. </p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:04:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>livialobato86</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966599044</link>
         <description><![CDATA[<div>Consigo observar claramente o paradigma do Behaviorismo na formação da área jurídica, vez que os professores, na maior parte do tempo, preocupam-se em repassar aos alunos o sentido da lei, normas e princípios, muitas vezes informando que não há qualquer interpretação para um determinado dispositivo legal, assim como esperam respostas objetivas, iguais e fechadas, como o repassado em sala de aula, nas avaliações propostas.<br>Quando avançamos para prática jurídica, o behaviorismo continua presente, porém é possível observar alguns traços cognitivistas de Ausubel quando afirma que o novo conhecimento se articula com o prévio (conceito de subsunçora), uma vez que muito se utiliza de jurisprudências (decisões proferidas em processos semelhantes)<br>Em relação a minha proposta de pesquisa, não pretendo ater-me à área jurídica propriamente dita, mas investigar a área de educação financeira associada à educação de jovens e adultos. Por ser um tema ligado a intimidade/privacidade do sujeito, que envolve sonhos e metas e individuais , acredito que a perspectiva mais evidente será a sociocultural que se baseia no diálogo, autonomia, reflexão crítica, relações sociais e culturais que estão inseridos, principalmente, o ensino aprendizagem ocorre por meio de interações e experiências prévias dos envolvidos, que são sujeitos com mais idade e com uma vasta caminhada e histórias que, nesse canário, da pesquisa, precisam ser validados.<br>Ressalvo que apesar de entender que o paradigma sociocultural é o que mais assemelha-se ao meu projeto, não há razões de em certos momentos usar os demais paradigmas, a depender da dinâmica que a pesquisa vai seguir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:04:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ABORDAGENS DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM E FORMAÇÃO/ATUAÇÃO DOCENTE</title>
         <author>ingridnoura</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966603125</link>
         <description><![CDATA[<p>A linguística é uma área que possibilita o desenvolvimento de abordagens as quais relaciona língua e conteúdo, além de práticas orais. A minha área de formação e atuação está ligada ao desenvolvimento e aquisição de uma língua estrangeira, a língua inglesa, pois sou licenciada em Letras – Língua Inglesa. Além disso, na minha formação e atuação tenho a possibilidade de atrelar a utilização da língua através da linguística aplicada por meio de abordagens que envolvam a construção de conhecimento por meio da interação e da mediação do conhecimento, teorias estas que estão centradas nos paradigmas do cognitivismo e na abordagem humanista.</p><p>Na abordagem humanista, defendida pelo teórico Carls Rogers, o professor é o mediador-facilitador, o qual utiliza práticas humanistas adotando “[…] uma postura similar ao terapeuta na sua relação com o aluno, aplicando técnicas de empatia, profundo respeito e principalmente autenticidade […]” (LIMA <em>et al., </em>2018, p. 165); e o estudante protagonista do seu processo de ensino-aprendizagem. Desta forma, no contexto de sala de aula, ao ensinar sobre aspectos linguísticos da língua inglesa, os estudantes são mediados pelo professor para desenvolver as habilidades linguísticas necessárias para atingir os seus objetivos em relação a língua e podem interagir entre o sujeito e o objeto de aprendizagem.</p><p>Em adição, na abordagem cognitivista, relacionado a mesma a minha formação e atuação, o estudante tem a possibilidade de experimentar e resolver problemas relacionados a língua, levantando ainda hipóteses sobre questões culturais da sua língua materna e da segunda língua que está adquirindo, sendo incentivado a aprender por meio de um ambiente desafiador e imersivo. Além disso, o aluno aprende por meio da assimilação, segundo Santos (2005), está assimilação ocorre através da instigação do estudante a pensar sobre o seu processo de aprendizagem e o ambiente a sua volta e o “[…] pensamento é a base da aprendizagem […]” (SANTOS, 2005, p. 25). Logo, o professor proporciona momentos de assimilação por meio de dinâmicas que desafiem os estudantes, levando-os a aprender a aprender.</p><p>Ademais, ao analisar o projeto de pesquisa proposto para o mestrado em ensino, tenho como objetivo final o desenvolvimento de um produto educacional voltado para a contribuições na educação inclusiva e como ferramenta para os docentes do ensino superior que possuem estudantes com deficiência auditiva. Sendo assim, tal pesquisa se centra, prioritariamente, no meu ponto de vista, na abordagem humanista. A citação se afirma ao ser observado através da leitura dos textos acadêmicos a evidência na Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), proposta por Carls Rogers, pois nesta abordagem a empatia, o cuidado e o amor ao próximo são bases fundamentais para um processo de ensino e aprendizagem eficaz.</p><p>Segundo Lima (2018), “[…] é pelo contato que se educa e que o professor deve ser um educador-facilitador, uma pessoa realmente presente para os alunos” (LIMA, <em>et al., </em>2018, p. 164). Por meio da citação acima, identifico que o meu produto educacional (o guia de estratégias educacionais adaptadas para surdos) possibilitará ao docente do ensino superior ter um olhar mais “humano” ao traçar estratégias educacionais promovendo a aprendizagem do estudante surdo. Assim, o aluno se tornará o centro do ensino-aprendizagem, participando ativamente deste processo através das interações e orientações estimuladas pelos docentes.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p><p>LIMA, Letícia D.; BARBOSA, Zildete C. L.; PEIXOTO, Sandra P. L. <strong>Teoria humanista: </strong>Carls Rogers e a educação. Cadernos Humanos e Sociais, Alagoas, 2018, v. 4, n. 3, p. 161-172.</p><p>SANTOS, Roberto Vatan dos. <strong>Abordagens do processo e ensino e aprendizagem.</strong> Integração, 2005, p. 19-30.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:07:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1.  Os paradigmas que mais observo em minha prática profissional são:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966604290</link>
         <description><![CDATA[<p>A) Humanismo de Carl Rogers,  visto que atuando na Coordenação Acadêmica visamos pensar no aluno da graduação e em sua formação para a vida.</p><p>B) perspectiva sócio-cultural,  pois o campus tem um viés fortemente marxista e, portanto,  o perfil teórico segue as linhas gerais de Carl Marx,  inclusive Paulo Freire.</p><p><br></p><ol start="2"><li><p>Minha pesquisa versa sobre a organização de um produto educacional digital que auxilie no processo gestor do Estágio Obrigatório nos cursos de graduação. Entretanto,  para que este produto seja usado e tenha dignificado para atingir os objetivos é inpresorescindivel ouvir os alunos,  entender as realidades destes e manter um diálogo entre os sujeitos envolvidos na gestão pedagógica do estágio. </p></li><li><p>O texto ou melhor,  os textos de embasamento das minhas respo stas são " Teoria humanista: Carl Rogers e a educação ".  Uma das falas da autora que mais se alinha ao projeto é "O educador-facilitador deve ajudar seu aluno a entrar em contato com os seus interesses,  objetivos e expectativas,  incentvando-o a ser um agente da sua própria aprendizagem.  " (LIMA , 2018, )</p><p>Também posso citar o  Freitas (2021),  o qual aborda sobre o conceito  de autonomia de Paulo Freire , o qual se opondo a "educação bancária) defende que a educação é deve promover a autonomia fo aluno em sua convivência social,  situando este em sua realidade. Para Freire, "o ambiente da escola pode constituir num fos espaços fundamentais aos seres humanos exercitarem as práticas de emancipação individual e coletiva " (Apud FREITAS, 2021, p. 150).</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:08:28 UTC</pubDate>
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         <title>É possível ir além do Behaviorismo no ensino de Libras?</title>
         <author>higorpereira40</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966609766</link>
         <description><![CDATA[<p>Como estudante e professor de Libras, observo a predominância da perspectiva Behaviorista neste campo de ensino-aprendizagem, visto que, em muitos cursos, o professor assume o papel de transmissor dos conhecimentos e os estudantes assumem uma postura passiva a quem cabe apenas a reprodução, geralmente, de palavras isoladas e fora de um contexto comunicativo real – o que falha em proporcionar um bom desenvolvido linguístico aos estudantes.</p><p>Nesse sentido, ao observar esta realidade me sinto motivado a buscar maneiras que dialoguem mais com o uso prático da língua, despertem mais motivação aos estudantes e os coloquem como protagonistas da aprendizagem/aquisição da língua sinalizada para que, assim, possam desenvolver a fluência linguística.</p><p>Não obstante, proponho em meu projeto de pesquisa a formação de professores de Libras para a aplicação da gamificação na perspectiva sociocultural de ensino, de modo que a partir do diálogo, do intercâmbio social e cultural, os estudantes assumam o protagonismo e sejam mediados pelos professores, motivados a desenvolverem suas habilidades linguísticas a partir de seus conhecimentos prévios e daquilo que considerem úteis para a sua realidade, conforme explicita Santos (2005).</p><p><br></p><p><strong>REFERÊNCIA</strong></p><p>SANTOS, Vatan. Abordagem do processo de ensino e aprendizagem. Revista Integração, 2005.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:12:22 UTC</pubDate>
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         <title>Paradigmas na Comunicação Social e no Projeto de Design Instrucional</title>
         <author>marcelointera</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966615294</link>
         <description><![CDATA[<p>Acho que seria útil separar a formação (comunicação social: habilitação multimidia) que fiz de minha atuação, pelo fato de que a formação que tenho em mente, principalmente sobre as teorias/teóricos da comunicação, foram sempre aplicadas em sala de aula de forma a promover uma seara de olhares diversos a respeito da realidade da comunicação, a época específica do recorte inserido, como superinformacao, convergência das mídias, práticas profissionais contextualizadas, vejo que a partir das discussões em sala foram levantadas correlações aos conceitos mas não descartando a produção construída. Hoje vejo que esse olhar se assemelha muito ao pós crítico, justamente por essas características. Sobre a prática acredito que seja fortemente atrelada ao cognitivismo onde habilidades são fortemente apreciadas (inclusive no mercado) se confundindo com o próprio perfil profissional, nesse ponto o "fazer" coisas, domínio de softwares, domínios de criação estética, se tornam preponderantes etc.</p><p><br></p><p>Honestamente percebo que todos os paradigmas são essenciais para minha pesquisa pois baseado no texto <strong>A Máquina Das Crianças (Papert, Seymour) </strong>percebo hoje que um projeto que se baseie em design instrucional deve ser um facilitador para que o plano proposto contemplem todos ou alguns paradigmaveis identificáveis. Nesse sentido penso que talvez hoje meu produto use dos paradigmas apresentados não somente para ajudar a ensinar mas contribuir na arte de aprender (o que o autor chama de Matética)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:16:52 UTC</pubDate>
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         <title>Teste</title>
         <author>anasarges</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:17:42 UTC</pubDate>
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         <title>Monique Araujo -23/04/2024</title>
         <author>moniaraujoolica</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966622925</link>
         <description><![CDATA[<div>- Reflexão acerca perspectivas teóricas de ensino e aprendizagem do Pós Crítico. Na minha atuação com os estudos da disciplina e as explicações da prof Fernanda com as monitoras, percebo que conduzo com o seguimento, por vezes preciso proporcionar momentos de reflexão, autocrítica e conexão. Com isso, como aluna e percebo reações de auto-observação e autocrítica e conexões com as entidades mentais já existentes, no desenvolvimento dos conteúdos e no ensino-aprendizagem. Contudo, percebo uma relação positiva da minha prática docente e de ser aluna também no Cognitismo.&nbsp;<br>- Acredito na relação de construção de paradigma está presente no direcionamento a minha proposta no PPGCIEMES, como desenvolvimento de produto e pesquisa teórica.&nbsp;<br>- Relaciono minha reflexão ao teórico Edgar Morin, com o texto A cabeça bem feita - repensará reforma - reformar o pensamento (1998) , bem como em Perrenoud (2000) Para envolver o aluno em atividades, o professor deve relacionar momentos fortes, assegurando a memória coletiva ou confiando em certos alunos. Tornar o conhecimento apaixonante não é só competência, mas questão de identidade e de projeto pessoal do educador; dependerá da cumplicidade e da solidariedade que ele exercer na busca do conhecimento. Através da leitura do texto MENDONÇA, Stephany Fernando de Araujo Flôres. "Dez novas competências para ensinar", de Philippe Perrenoud: percepções e paralelos com autores conceituados do campo educacional. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 23, nº 9, 14 de março de 2023. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/23/9/dez-novas-competencias-para-ensinar-de-philippe-perrenoud-percepcoes-e-paralelos-com-autores-conceituados-do-campo-educacional<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:22:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Gabriel (Atividade de 23/04)</title>
         <author>thesuitedteacher</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966623009</link>
         <description><![CDATA[<p>Metodologias e abordagens de ensino de línguas estrangeiras, minha área de formação, surgiram através da história na mesma medida em que surgiam os paradigmas behaviorista, humanista, cognitivista, sociocultural e pós-crítico. Na verdade, o primeiro método para se ensinar língua estrangeira é mais antigo do que todos esses paradigmas e se chama de  gramática e tradução ou método tradicional, no qual se explicava uma língua estrangeira a partir da primeira língua, utilizando-se de tradução e em uma relação vertical de professor e aluno. Posteriormente, e com o objetivo de romper com as características deste primeiro método, criaram-se o método direto e o método audiolingual, baseados na teoria behaviorista de B. F. Skinner. Na ocasião do desenvolvimento destes métodos, Skinner lançara um livro chamado Verbal Behavior, o qual descrevia o processo de aquisição de língua na mesma medida em que descrevia a perpetuação, eliminação ou diminuição da ocorrência de comportamentos. </p><p><br></p><p>Segundo o autor, o processo se iniciava com um estímulo, passando então para a resposta e por fim uma consequência que poderia ser um reforço positivo (adição de uma consequência desejável), reforço negativo (remoção de estimulo indesejável), punição positiva (adição de estimulo indesejável) ou punição negativa (remoção de estímulo indesejável). Aplicando estes princípios ao ensino de língua em sala de aula, tanto no método direto quanto no método audiolingual, o professor fornecia um estímulo (uma frase em inglês por exemplo), recebia uma resposta (a repetição do aluno até a memorização das frases) e então os alunos recebem reforços se seu comportamento for adequado no sentido em que a estrutura e a pronúncia tenha sido correta ou punição na forma de reprovação e correção de pronúncias ou formulações de estruturas que se queiram extinguir ou diminuir ocorrência. É claro que o método direto e audiolingual se diferem, o primeiro é focado quase que totalmente na oralidade, promovendo a aquisição de língua através da compreensão oral e a prática da produção oral; já o segundo, apesar de também focar primeiramente na oralidade, incluía exercícios focados na gramática da língua alvo.</p><p><br></p><p>Entretanto, Noam Chomsky escreveu um artigo de revisão do livro Verbal Behavior de B. F. Skinner, no qual ele refutou a teoria de aquisição de língua baseada no behaviorismo. Um dos principais pontos do qual a teoria de Skinner não dava conta era a criatividade, isto é, se uma pessoa aprende uma língua (inclusive a primeira língua) apenas pela repetição de palavras e frases, ela não seria capaz de formular novas estruturas sintáticas e reposicionar as palavras que adquiria. Isto não é o ocorre, Chomsky descreveu em seus trabalhos o chamado Dispositivo de Aquisição de Língua (DAL) que é a capacidade inata que temos em nossa mente de adquirir língua de forma natural a partir de insumos linguísticos recebidos na medida em que temos contato com um idioma, a partir disto, somos capazes de reposicionar as palavras nas estruturas adquiridas, reformular as estruturas de maneiras infinitas. Portanto, como seres criativos, não apenas repetimos o que ouvimos, mas criamos nossas próprias falas. Um processo que se encaixa no paradigma cognitivista.</p><p><br></p><p>Baseado na teoria de Chomsky, Stephen Krashen se tornou famoso por diferenciar o processo de aquisição do aprendizado. O aprendizado é basicamente o estudo formal de uma língua, enquanto a aquisição é este processo natural que ocorre a partir do DAL e se descreve da seguinte maneira: primeiro, recebemos o input (insumo linguísticos que ouvimos, lemos, etc.), quando a mensagem que este input contém é compreendida ocorre o intake (o input compreendido), a oartir daí aprendentes de uma lingua estrangeira ou segunda lingua começam a se tornar capazes de usar as estruturas e o vocabulario adquirido em suas próprias produções. Estes são princípios que trazem a criação de abordagens como a naturalista -- neste ponto há uma preferência pelo termo abordagem e não metodologia, já que as abordagens não seguem um passo a passo tão específico em sala de aula como os métodos mencionados anteriormente -- que segue os princípios cognitivistas seguidos por Krashen.</p><p><br></p><p>Então, cria-se também a abordagem comunicativa que, seguindo tendências mais humanistas, busca trazer mais protagonismo para o aluno e tirar o professor do centro do processo de ensino-aprendizagem. A ideia e que o aluno tenha mais autonomia e aprenda através da comunicação ou interação. Não há mais tanto foco na correção de estruturas e de pronúncias, mas na competência de se comunicar, ou seja, de se compreender e expressar mensagens através da língua alvo.</p><p>Há outras abordagens, estas são algumas das principais, mas quero chamar atenção para uma que agora é a abordagem da minha área de atuação: a abordagem de ensino de English for Specific Purposes (ESP) ou, em português, Línguas para Fins Específicos (LinFE), desenvolvida inicialmente por Hutchinson e Waters e com significativas contribuições posteriores de de Dudley Evans e Mary St. John, entre outros.</p><p><br></p><p>Esta abordagem também possui aspectos humanistas, pois seu ponto de partida (e seu ponto principal) é a realização de uma análise de necessidades dos alunos, divididas em análise da situação alvo (objetivo para o qual os aprendentes precisam usar a língua, com questões que envolvem a variedade linguística a ser usada ou gêneros textuais a serem trabalhados) e necessidade de aprendizagem (necessidades dos alunos em relação a melhor maneira de aprender, com questões relacionadas a método a serem usados e ambiência, além de lacunas, aquilo que os aprendentes não dominam mas precisam dominar e desejos, aquelo que os alunos querem e esperam de um curso). A questão da análise das necessidades de aprendizagem é tão central, que Hutchinson e Water dizem  que a abordagem não é, de fato, centrada no aluno, mas na aprendizagem em si, neste sentido, diferenciando-se em parte do humanismo que prevê o aluno no centro do processo, como descreve o texto Abordagem do Processo de Ensino e Aprendizagem.</p><p><br></p><p>A abordagem de LinFE pode, contudo, envolver princípios de qualquer um dos paradigmas mencionados no começo deste texto, já que se, através de uma análise de necessidades se verificar que melhor a se usar em um curso é o método direto, por exemplo, este será o método utilizado seguindo princípios do comportamentismo. Eu mesmo uso o método direto com certa frequência, além do próprio método da gramática e tradução. Porém, em minha area de atuação, o que uso mais frequentemente é a abordagem "Task Based Learning" que é o aprendizado baseado em tarefas que seguem princípios cognitivistas de aprendizado ativo e significativo, como explicado por Ausubel. </p><p><br></p><p>Não obstante, a possibilidade de utilização de diferentes métodos dentro da abordagem LinFE, que é prevista por Hutchins e Waters, não deve ser confundida com ideias pós-modernas do paradigma pós-crítico no que diz respeito a complexidade com que os aprendentes são indivíduos que aprendem de maneiras multifacetadas, por pessoas também complexas. A diferença básica, é que no pós-critico não há método definido, mas na abordagem LinFE ainda deve haver método. </p><p><br></p><p>Na minha área de formação, é comum se ver muitos professores de língua estrangeiras vendendo métodos próprios que, na verdade, não são métodos, mas uma série de práticas com as quase estes profissionais gostam de trabalhar e que frequentemente se utilizam de determinados princípios de outros métodos. Alguns chamam isso de pos-metodo, que na verdade é a negação do método, assim como o pós-moderno é a negação do moderno.</p><p><br></p><p>Destarte, é correto afirmar que os métodos e abordagens de minha área de formação perpassam pela maioria ou todos os paradigmas aqui mencionados em algum nível e todos são praticados na contemporaneidade. Agora, em minha área de atuação específica, eu tenho tendências humanistas, mas que frequentemente é permeada por outras, como o cognitivismo e o comportamentismo, quando verifico a necessidade através de análises. Devo dizer, contudo, que não tenho resistência as ideias pós-modernas contemporâneas, especialmente na total negação da hierarquia (pois na minha área, se alguém precisa de um professor para aprender um idioma, esse professor ainda é o detentor deste conhecimento de qualquer forma) e acredito na utilização, não necessariamente de métodos, mas abordagens como princípios  norteadores do ensino dependendo das necessidades das situações alvos e das necessidades de aprendizagens dos meus alunos.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/S3g5YNRizJg?si=THQ3BOUCChwaFRKd">https://youtu.be/S3g5YNRizJg?si=THQ3BOUCChwaFRKd</a> </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:22:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marscorreia</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966624579</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que os paradigmas mais comuns em minha área de atuação e formação, sejam: o cognitivismo e o humanismo. Por se tratar de uma área do conhecimento ligadas a ciências sociais aplicadas e muito do que é trabalhado e de como é trabalhado Renata colocar o aluno como um ser capaz de transformar a sua realidade, proporcionando a eles a possibilidade de experimentações e entendimento de situações que muita das vezes simulam uma realidade que possa ser deparada por eles.<br>Acredito que esses paradigmas poderão direcionar a minha proposta no programa, primeiro por serem paradigmas que eu tenho tido muito contato nos últimos anos, então, invariavelmente acabo trazendo uma carga deles, até de forma inconsciente. Como o projeto inicial é sobre estruturação e criação de podcast e que se pretende construir um artefato que possa auxiliar discentes e discentes em seu processo de ensino e aprendizagem.<br>O texto que tem um diálogo próximo com um desses paradigmas é o texto da Maurícia cristina Lima e Maria José Clapis (2020), em que elas trazem as discussões sobre cognitivismo em que elas apresentam alguns teóricos para conceituar e discutir o cognitivismo., em que esse processo de aprendizagem cognitivista seria uma articulação de um novo conhecimento se articula com determinada estrutura cognitivista prévia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:23:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vsanttos1</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966630566</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Quais paradigmas são mais comuns na minha área (formação ou atuação)? Explique o porquê destes paradigmas serem os mais comuns?<br><br>Na área de produção multimídia há um predomínio do paradigma Cognitivista. Isso se deve pelo fato do processo de ensino-aprendizagem nesta área de formação ter como foco a assimilação de conteúdo para aplicação prática por meio de soluções multimidiáticas. &nbsp;<br>Nesse sentido, as avaliações, geralmente, são trabalhos individuais ou em equipe que permitem aos estudantes lidar com situações problemas e aprender enquanto estão fazendo. Assim, o professora desempenha o papel de orientador das equipes. Quanto ao ambiente, os estudantes de&nbsp; multimídia possuem acesso livre aos laboratórios e equipamentos disponíveis na FAV (Faculdade de Artes de Visuais), o que proporciona um ambiente favorável ao paradigma Cognitivista.<br><br>2. De que forma, esse paradigma presente na sua área direcionará ou não a sua proposta de pesquisa no PPGCIMES?<br>Este paradigma será trabalhado em minha proposta de pesquisa por meio de sua relação direta com a cultura maker. Nesse sentido, minha pesquisa se propõe a criação de uma plataforma voltada para o uso do miriti na animação stop motion, tendo como base manuais para a construção de personagens articulados esculpidos em miriti.<br><br>&nbsp;3. Relacione essa reflexão com um dos textos que dialoga com esse paradigma indicado.<br>Debald (2020) aponta que o aprendiz envolvido em um processo de aprendizagem cognitivista supera a mecanização e a descontextualização do conhecimento dentro de seu contexto social. Nesse sentido, o estudante articula a aplicabilidade do que aprende com outras necessidades. Assim, o mesmo pode aprender por meio de projetos que envolvam a articulação de conhecimento conjuntos, sejam eles expressados por meio da linguagem, da imaginação ou mesmo pelo uso de ferramentas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:27:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966634930</link>
         <description><![CDATA[<p> Os paradigmas que eu identifico com bastante clareza no ensino das ciências biológicas são o behaviorismo e o cognitivismo. O primeiro por já ser um paradigma que está enraizado nas bases escolares, nessa dinâmica de estímulo e recompensação, onde o aluno é estimulado por alguma recompensa seja ela uma pontuação extra, ir mais cedo para casa e etc. O paradigma cognitivista se apresenta mais pela área em si das ciências biológicas, que é uma área conteudista, onde nos precisamos fazer a associação do cotidiano do aluno para que ele consiga assimilar de maneira mais afetiva o que estamos compartilhando, alem de criar uma ambiência para que esse aluno consiga transitar entre o mundo cognitivo e a realidade realizando atividades práticas, dinâmicas que reforcem o conteúdo, e assim, desenvolver um aprendizado significativo. </p><p>Minha proposta bebi muito do paradigma cognitivista, por colocar o aluno como protagonista do seu aprender, fazendo uso do conhecimento compartilhado, para o desenvolvimento da atividade. O aluno será o ator principal do desenvolvimento do projeto, ele vai estar a frente em todas as etapas de elaboração, sendo desafiado a destar seu cognitivo, diante disto o professor assume o papel de mediador deste processo, nas situações que se mostrem mais desafiadoras. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:30:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>lannalacerda3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em minha área de atuação é comum estarmos expostos a metodologias ativas de aprendizagem, sendo a mais comum a teoria pós critica, com representação pelo PBL (Problem Based Learning) associado ao Behavorismo, já que para a academia, é importante que se tenha um método para "medir conhecimentos " bem determinado, além da "fluidez" no ensino e a capacidade de autoaprendizado.&nbsp; Dentro desta perspectiva, a aplicação do PBL, trás a dificuldade em unificar pensamentos e criar uma linha investigativa frente aos enigmas sintomatologicos traçados pelos pacientes. E essa busca do diagnóstico pelo diagnóstico é cada vez mais reforçada quando em conjunto com o behaviorismo, já que a necessidade de acerto sobre a doença do indivíduo é colocado como mais importante do que o estímulo à traçar um caminho mental para que se chegue a esta conclusão.&nbsp; Portanto, quando me vi diante desta problemática e dificuldade, busquei investigar as formas de trazer essa necessidade investigava à tona através de outras metodologias que ensinem o pensar criticamente em vez de simplesmente tentar chegar a um diagnóstico sem trabalhar o contexto do paciente e sua trajetória de vida. Para isso acredito , hoje, que a metodologia que mais traria benefícios ao meu projeto, seria o sociocultural e os textos que dialogam com meus pensamentos são "Psicologia do desenvolvimento e aprendizagem" e "Metodologias ativas do ensino superior "</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:31:49 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre os paradigmas da educação</title>
         <author>anasophiamb</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966642146</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>Quais paradigmas são mais comuns na minha área de formação ou atuação? Explique o porquê destes paradigmas serem os mais comuns. </p><p>A partir das conexões feitas entre as leituras e minhas experiências formativas e profissionais, tanto na condição de egressa da UFPA, como de professora substituta no Curso de Letras-Alemão, pude perceber que tenho vivenciado diferentes abordagens no contexto de Ensino-Aprendizagem. Como aluna, adotei, em muitos momentos uma conduta de aluna passiva, devendo apenas absorver e dominar/assimilar todo o conteúdo previsto nas disciplinas. Em relação ao ensino tradicional, Santos (2005, p. 21) aponta que o objeto deste é o conhecimento, e dele o aluno deve ser um simples depositário. Neste contexto tradicionalista, compreendo que a terminologia Ensino era quase unilatetal e desvinculada da aprendizagem. Portanto, para a abordagem supracitada, não seria pertinente considerar os aspectos inerentes ao processo de construção do conhecimento, isto é, que todo ser é um sujeitos social, autônomo, dotado de responsabilidade por seus atos, "com vez e voz, autor do seu pensar e agir no mundo", conforme trata a autonomina na pedagogia freiriana. Um dos paradigmas mais marcantes em minha experiência como aprendente foi e continua sendo o Behaviorismo ou Comportamentalismo. Esta abordagem foi instituída no século XX com John B. Watson através da teoria intitulada Behaviorismo Metodológia. Essa teoria foi muito importante para a época, pois colaborou com e para o reconhecimento da Psicologia como ciência e a partir dela, outras teorias foram desenvolvidas, como a teoria do Condicionamento Operante, formulada por Skinner (1902-1990). Os conceitos de reforço e punição, presentes nessa teoria, são tratados nas antigas e novas ambiências de ensino e aprendizagem muito fortemente. Quem de nós nunca recebeu uma bonificação por meio de elogios ou mesmo um prêmio na sala de aula? Da mesma forma, como fomos punidos para reduzir ou eliminar um comportamento? Escrever uma palavra cinquenta vezes? Receber um caderno de tabuada para entregar ao professor no dia seguinte? Todas as ações exemplificadas acimas tinham um objetivo em comum, aumentar ou reduzir/eliminar a ocorrência de um comportamento. Dessa formas éramos/somos colocados em caixas e condicionados aos estímulos. Embora teoria seja limitante em vários sentidos, não podemos negar que ela trouxe contribuições para a educação. Piovesan (et al., 2018, p. 31) apontam sete contribuições da teoria behaviorista à educação. Entre essas contribuições, destaco dois: a questão de que "cada estudante tem seu próprio ritmo de aprendizagem e esse deve ser respeitado"; "A avaliação é um elemento muito útil, por alguns motivos: "o erro indica ao professor que o seu procedimento de ensino não está sendo efetivo e que algo em seu planejamento de ensino precisa ser revisto" (HENKLAIN; CARMO, 2013, p.716). </p></li><li><p> De que forma esse paradigma presente na sua área direciona ou não a sua proposta de pesquisa no PPGCIMES? </p><p>Apesar de ter vivenciado inúmeras experiências com a abordagem behaviorista, compreendo que minha proposta necessite de um olhar mais crítico quanto a "aproximação" de um outro paradigma. De modo geral, acredito que minha proposta possa ter maior afinidade com a Abordagem Sociocultural, justamente por considerar o lado intercultural e comunicativo do ensino de línguas estrangeiras.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:36:01 UTC</pubDate>
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         <title>Conectando Saberes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966644478</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Paradigma Conectivismo. Na área de tecnologia toda teoria e conhecimento absorvido tem uma necessidade de serem remodelados para que se chegue em soluções ou "criações" baseado na realidade que é vivenciada.</p><ul><li><p>Pós critico. A necessidade de refletir e ter uma visão crítica para explorar novos caminhos de aprendizagem faz com que as competências e habilidades se desenvolvam para a solução dos problemas apresentados, buscando sair das rédeas da teoria, não focando na especialização para a solução de um problema.</p></li></ul></li><li><p>O cognitivismo está presente no meu projeto quando eu procuro a orientação para os desafios apresentados aos discentes com TDAH proporcionando uma troca de conhecimento para que a direção da mentoria seja a mais eficaz possível. </p><ul><li><p>E quando utilizo o PÓS CRÍTICO, ele é utilizado no processo de construir pontes entre as conexões mentais, estímulo a auto-observação e a autocrítica,  valorizando os saberes inter e transversais.</p></li></ul></li><li><p>"O pressuposto de que o conhecimento e a cognição se dão por interação, implica afirmar que o indivíduo constrói seu entendimento participando ativamente da própria aprendizagem, mediante a experimentação, a pesquisa em grupo  o estímulo à dúvida,  o acesso às tecnologias digitais e o desenvolvimento do raciocínio, entre outras estratégias, em vez de basicamente armazenar informações de forma passiva e arbitrária,  sem que haja a reflexão do que é relevante aprender."(Pereira, 2010)</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:37:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dualidade de paradigmas protagonistas na Museologia: ensino-aprendizagem e prática profissional.</title>
         <author>carolinabpaula</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966645282</link>
         <description><![CDATA[<div>Na área da museologia destacam-se duas abordagens distintas: um na esfera do ensino-aprendizagem e outro no exercício profissional do museólogo. No contexto educacional, percebe-se o emprego do paradigma sociocultural, cujo propósito é preparar os estudantes para lidar com a salvaguarda da cultura e do patrimônio, tanto material quanto imaterial. Nesse sentido, durante a trajetória acadêmica, os alunos são instigados a construir conhecimento de forma colaborativa, valorizando os processos culturais, a análise crítica e o diálogo. A formação profissional também aborda elementos pós-críticos, especialmente na antropologia e nas práticas de pesquisa durante a graduação, sem hierarquização dos conhecimentos e com valorização de saberes para além dos científicos.<br><br><br>Por outro lado, no âmbito da atuação do profissional museólogo, predomina o processo cognitivista, em virtude da necessidade de desenvolver soluções a partir da prática. Isso se deve à diversidade de problemas enfrentados pelos acervos e às variadas tipologias existentes, muitas vezes não abordadas na teoria. Assim, o conhecimento é construído conectando saberes prévios, tanto teóricos quanto práticos e a prática profissional concentra-se, portanto, na ação e na aprendizagem em projetos alinhados com as demandas do campo. Observa-se também, na prática, a presença dos paradigmas sociocultural e pós-crítico, pelos mesmos motivos mencionados anteriormente no contexto do ensino-aprendizagem, sobretudo na pesquisa museológica. Isso ocorre porque os museus são espaços de pesquisa e os profissionais que neles atuam precisam exercer constantemente o papel de pesquisadores em consonância com as práticas técnicas.<br><br><br>Ao constatar uma carência da aplicação do paradigma cognitivista no ensino-aprendizagem do curso de museologia da Universidade Federal do Pará, apesar de sua presença marcante na atuação profissional, minha proposta visa desenvolver um guia educacional para professores com o intuito de sugerir a inclusão desse paradigma nas disciplinas práticas da museologia por meio da aprendizagem baseada em projetos. Isso possibilitaria aos alunos aprenderem por meio da prática e de projetos que relacionem os conhecimentos teóricos com a prática museológica, enriquecendo assim sua formação e preparando-os melhor para os desafios no campo.&nbsp;<br><br><br>Isso porque, como pontuado por Lima e Clapis (2020) "A grande diferença em aprender com significado por meio de projetos, em relação aos modelos tradicionais, é que, no processo de investigação, os conteúdos necessários à solução dos problemas são articulados e integrados para o desenvolvimento desse processo." Além disso "A busca e o contato com a realidade profissional aumentam a motivação, a criatividade, a inovação e a cientificidade para estudar os conteúdos que envolvem a proposta" (LIMA e CLAPIS, 2020, p.68). Sendo assim, os alunos conseguiriam assimilar mais os conhecimentos teóricos e terem contato, durante a sua formação, com um paradigma muito presente na prática profissional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:38:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>manuhellebritto</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966649815</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>O ensino-aprendizagem da língua inglesa envolve diferentes habilidades (escrita, escuta, fala, leitura). Para desenvolvimento da fala na língua-alvo, é necessário bastante interação entre pares e simulações de situações de usos reais da língua. Portanto, requer bastante atividades práticas, característica da abordagem cognitivista, onde o professor cria situações desafiadoras para que o aluno faça do conhecimento construído ao longo das aulas. Entretanto, em relação a minha atuação como pesquisadora, a abordagem humanista tem maior relação devido ao foco no professor como um ser individual, dotado de emoções e interesses.</p><p>Apesar do ensino de língua ter esse aspecto mais cognitivista, minha pesquisa foca na autopercepção humanística do professor, conforme explicitado em Santos (2005), visto que através do reconhecimento de suas emoções e de aspectos que promovem seu bem-estar, o professor pode desenvolver essa mesma percepção acerca de seus alunos, reconhecendo que estes também possuem interesses, preferências e características diversas, as quais serão a base para suas práticas pedagógicas. O enfoque rogeriano nas relações interpessoais está na empatia e no respeito a individualidade do ser, elementos fundamentais para o ensinar e o aprender.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:41:34 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre os paradigmas de ensino e aprendizagem</title>
         <author>francinensilva2</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966657308</link>
         <description><![CDATA[<p>Como professora de línguas, consigo ver diferentes paradigmas sendo usados na minha área, desde os mais tradicionais até os que usam metodologias mais ativas. Quanto à minha atuação profissional, reconheço práticas cognitivas e humanistas. A abordagem cognitivista aparece em práticas que levam o aluno a aprender fazendo por meio da interação com seus pares e na realização de tarefas que se aproximam de situações reais da vida e da realidade do aluno, logo relevantes para o seu contexto, pois entende-se que para aprender uma língua é necessário que essa tenha sentido funcional ao aprendente, para que ele saiba usá-la nos mais diferentes contextos comunicativos. Além disso, há bastante o uso da ludicidade para que eles aprendam brincando e desenvolvendo habilidades de raciocínio e solução de problemas através de jogos, assim facilitando a aprendizagem e fazendo-os assimilar, fixar e internalizar o que aprendem. Isso tudo se relaciona com o que é defendido por Ausubel (1968 apud Lima; Clapis, 2020) em sua aprendizagem significativa, que pressupõe que o indivíduo constrói seu conhecimento participando ativamente da própria aprendizagem, experimentando, pesquisando, desenvolvendo raciocínio e outras estratégias ativas.</p><p><br/></p><p>Já a abordagem humanista aparece nas relações afetivas que tento manter com os alunos, ao procurar conhecê-los e entender as suas necessidades e seus interesses e respeitar seu ritmo de aprendizagem, para criar uma experiência mais personalizada e centrada neles. Ao ensinar uma língua, isso é essencial para que os alunos sintam-se respeitados, pertencentes e possam diminuir possiveis crenças limitantes que surgem com os filtros afetivos que os impede de aprender uma língua (insegurança, medo de errar, experiências negativas anteriores com a língua etc). Ademais, as avaliações dos alunos são feitas de maneira atitudinal, que demonstram as capacidades e competências do aluno em desenvolvimento em um determinado período de tempo em sua formação. Toda essa prática se relaciona com a visão de Rogers (1985 apud Lima; Barbosa; Peixoto, 2018) e a sua Abordagem Centrada na Pessoa, que compreende que o ato de aprender é singular a cada indivíduo e que a vivência subjetiva de cada um deve ser considerada. </p><p><br/></p><p>Essa experiência de trabalhar uma abordagem cognitivista e humanista me levou a ter uma visão mais flexível da minha práxis pedagógica. Por isso, esses paradigmas irão direcionar minha proposta de pesquisa no PPGCIMES, pois minha pesquisa visa ajudar professores de inglês a ter uma prática mais democrática voltada para o protagonismo do aluno, levando em conta suas vivências, experiências e interesses, de modo a promover a criatividade não apenas do aluno, mas do professor enquanto mediador do conhecimento. Como vejo que essa prática é aplicável e possível, gostaria de incentivar mais professores a terem uma práxis mais significativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 15:47:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Discente: Nádia Pantoja                                            Área de atuação e os paradigmas  teóricos:</title>
         <author>nadiafsp</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966687267</link>
         <description><![CDATA[<p>Atuo na área da Educação, especificamente, na Educação Básica, Anos Iniciais do Ensino Fundamental.</p><p>De um modo geral, nos valemos de aspectos de várias abordagens teóricas nas nossas práticas pedagógicas, dependendo das necessidades que surgem ao longo do processo de ensino e aprendizagem. Contudo, valorizamos as abordagens que enfatizam a importância do diálogo, da interação, da troca de saberes e da realidade histórica, social, econômica e cultural dos envolvidos no processo educativo, portanto priorizamos práticas de acordo com as abordagens sociocultural e humanista.</p><p><br/></p><p><strong>Os paradigmas e a minha proposta de pesquisa</strong>:</p><p>Minha proposta de pesquisa objetiva contribuir com a formação de professores(as) alfabetizadores(as) por compreender, a partir de minha própria experiência, que a atuação nesse campo necessita de profissionais com uma formação específica, que enfatize a complexidade e importância desse processo, que possibilite o desenvolvimento de conhecimentos essênciais para uma atuação crítica, autônoma e emancipatória dos professores(as) alfabetizadores(as).</p><p>Neste sentido, os paradigmas socioculturais e humanistas podem contribuir para o alcance desse objetivo a partir das concepções sobre o processo de ensino e aprendizagem, de aluno(a) e de professor(a) que defendem, coerentes com o que acreditamos ser o ideal para refletir sobre o processo de formação do professor (a) alfabetizador(a).</p><p><br/></p><p><strong>A formação do(a) professor(a) alfabetizador(a) e o paradigma humanista:</strong></p><p>O processo de alfabetização é complexo e multifacetado, vai além do que uma simples apropriação mecânica da leitura e da escrita. É um processo de apropriação de uma linguagem (construção histórica, social e cultural) que só faz sentido em um contexto diálogico e de interação, onde a linguagem é colocada para funcionar (Smolka, 2018).</p><p>Lima, Barbosa e Peixoto (2018), em referência à Carl Rogers e sua teoria humanista, contribuem para essa discussão ao afirmarem que o processo educativo necessita considerar as relações interpessoais e as vivências subjetivas do aluno. Nesse contexto, o conhecimento é construído em um ambiente de comunicação e afetividade, onde se busca soluções práticas para os problemas do ambiente escolar.</p><p>Esse ambiente de comunicação, apontado pelo paradigma humanista, nos sugere o uso e apropriação significativa da linguagem escrita em contextos de alfabetização.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 16:10:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria da Graça Xavier </title>
         <author>xavierlopesgraca</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966690943</link>
         <description><![CDATA[<p>Perguntas Orientadoras</p><ul><li><p>Quais paradigmas são mais comuns na minha área de (formação ou atuação)?</p></li></ul><p>        Explique o porquê destes paradigmas             serem os mais comuns?</p><ul><li><p>De que forma esse paradigma presente na sua área direcionará ou não a sua&nbsp; proposta de pesquisa no PPGCIMES?</p></li><li><p>.Relacione essa reflexão com um dos textos de dialoga com paradigma indicado.</p><p>Na minha área de atuação o modelo de paradigma que está sendo trabalhado na escola é o construtivismo porquê ele também está relacionado com a missão, visão e filosofia da escola. Essa abordagem promove uma relação professor e aluno menos determina, no qual o professor é mediador do aprendizado e a aluno pode formular hipóteses e se expressar ao longo do processo educativo. E na escola o ambiente será estimulado o desenvolvimento intelectual, criativo e social do estudante. Nesse sentido a interação com o meio é fundamental nessa linha educacional por ser um elemento que contribui para a cognição, percepção das formas e dos objetos.&nbsp;Também utilizamos as avaliações que podem ser processuais ou continuas no qual o conhecimento possa ser construído em sala de aula.&nbsp;Quanto ao processo de ensino aprendizagem do aluno ele dever ser estimulado para ter uma participação ativa, com intervenções e exposição de suas opiniões. Outro ponto importante que a escola leva em consideração é participação das famílias, pois o ensino construtivista vai fazer ainda mais sentido se a educação dentro de casa não for tão diferente do que acontece nas escolas. Além disso o aproximar a escola da família, criamos de maneira efetiva para que ambos possam contribuir com a formação dos estudantes.</p><p>Vejo que as escolas acabam se direcionado para esse paradigma e outro ponto importante que a escola leva em consideração a participação das famílias, pois o ensino construtivista vai fazer ainda mais sentido se a educação dentro de casa não for tão diferente do que acontece nas escolas. Além disso o aproximar a escola da família, criamos de maneira efetiva para que ambos possam contribuir com a formação dos estudantes.</p><p>Acredito que sim, porque o construtivismo também valoriza as habilidades socioemocionais dos alunos. Isso inclui a capacidade de se comunicar, colaborar, resolver conflitos e lidar com as emoções. Essas habilidades são trabalhadas por meio de atividades em grupo, projetos colaborativos e discussões em sala de aula.</p><p>Também acredito que possa trabalhar com a abordagem behaviorista pois ela tem seus benefícios que irão contribuir na minha proposta. &nbsp;Entendendo que o processo pode se tornar mais eficaz ao projetar alguns dos elementos em torno da teoria e da abordagem construtivistas, como desenvolver o conhecimento e a compreensão anterior do aluno. Conclui-se que ambas proporcionam uma visão sobre como a mente processa e a experiência que o &nbsp;aluno irá vivenciar.</p></li><li><p>O texto que me refiro e da abordagem do processo de ensino e aprendizagem do autor Roberto Vatan do Santos. No qual entendo que o construtivismo estuda as estruturas mentais usando para relacionar, comparar, classificar e deduzir informações. Na vida, entramos em contato com objetos e os compreendemos em um processo que envolve assimilação e acomodação. Assimilar significa lidar com o objeto e interpretá-lo. E, para dar conta da tarefa, é preciso reorganizar as estruturas mentais para compreendê-la e chegar a um novo patamar.</p><p>&nbsp;</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 16:13:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Lucrlima</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966709780</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>Ainda não tenho uma definição fechada, mas acredito ser a abordagem humanista, sociocultural e cognitivista.</p></li><li><p>Minha área de atuação se baseiam em duas atribuições: a interpretação e a tradução. Só que existe uma diferença de quando lidamos com essas atribuições voltadas para uma língua oral, e quando trabalhamos com uma língua de modalidade visual gestual como é a libras, que derem aspectos linguísticos diferenciados como por exemplo os aspectos fonológicos que englobam dentre eles as expressões faciais e corporais como um de seus parâmetros. Trazendo isso para a direção da interpretação podemos nos debruçar sobre Rogers e Freire quando evidenciam a questão do relacionar-se com o outro, do contexto onde os atores estão inseridos. Já para a tradução creio estar mais ligada ao cognitivismo, por ter que seguir um passo-a-passo, um roteiro para estruturar, seguir uma ordem. </p></li><li><p>Minha proposta de pesquisa versa sobre a formação do tradutor intérprete de libras com o foco em sua atenção no ensino superior. O produto será um curso de formação para este profissional para atuação específica neste contexto. O curso será em modelo remoto. É um curso voltado para profissionais já atuantes porém que não tiveram uma formação específica para trabalhar na área, pelo fato de não existir uma Formação específica, existem formações generalistas. E hoje em lei ainda não é cobrado que este profissional acesse com o nível superior e sim com nível médio. Esse é um dos fatores que prejudicam esse profissional no momento de sua atuação, pois não teve um preparo específico para tal, e acaba tendo que aprender com a prática. Dessa forma consigo enxergar em Freire e Rogers a base para agregar os conhecimentos adquiridos por este profissional através de sua experiência, das relações que ele constrói com seus pares, alunos e professores surdos e/oi ouvintes e seus colegas de profissão. Por se tratar de um curso aberto (não sei se pra todo Brasil ou se somente para o estado) é importante trazer as experiências do contexto de cada região, suas vivências socioculturais, o ambiente onde está inserido. Então o aprender a aprender precisa ser levado em consideração. Falando de currículo do curso, eu ainda não consigo visualizar uma definição, porque a ideia inicial é partir das dificuldades que estes profissionais já enfrentam e unir isto às competências que este profissional precisa desenvolver na profissão. </p></li><li><p>Os textos sobre a Teoria Humanista: Carls Rivera  e a educação e duas passagens conseguiu suprir a questão do aluno e do professor: Lima, Barbosa e Peixoto citam Rogers quando mostram que os conceitos trazidos por ele valorizam o indivíduo por completo e que não se pode levar em consideração somente o conhecimento cognitivo, mas precisa estar interligado com as experiências do homem (mente, corpo, cognição, emoção, sentimentos e inteligência). Também cita que Rogers "compreende que o ato de aprender é individual, singular e peculiar de cada sujeito, de forma que a vivência subjetiva deve ser considerada, pois o aluno retém somente o que lhe convém, o que acredita ser muito importante e que se relaciona com o seu contexto. Processo de ensino aprendizado voltado pra divisão por competências e autoavaliação que não seria somente uma verificação do que conseguiu atingir nas competências, mas o acompanhamento de sua evolução na aquisição dessas competências. (Pelo tempo, ainda não consegui enxergar isso nas leituras, somente nas explicações). </p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 16:28:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Paradigmas na formação do Profissional de Educação Física</title>
         <author>profconegundesunama</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966789684</link>
         <description><![CDATA[<p>O Ensino Tradicional (ou Behaviorismo) é um paradigma presente na formação do Profissional de Educação Física. O mesmo consiste no enfoque na figura do professor como detentor do conhecimento é responsável em transmiti-lo, tendo o aluno apenas um papel passivo na sua formação. Este paradigma é o mais comum na formação do profissional de Educação Física, visto que muitos profissionais que hoje estão à frente da formação de novos profissionais vem de uma formação tradicional, focado na formação técnica dos profissionais sem aprofundamento crítico. Por meados de 1992 com o surgimento das teóricas críticas da Educação Física que se começou a discutir a temática entre os profissionais, porém ainda longe da realidade de muitos profissionais atualmente. Este paradigma trás para meu projeto de pesquisa a necessidade de se superar o mesmo através de metodologias ativas, proporcionando uma melhor aprendizagem por parte dos alunos. Meu projeto de pesquisa se baseia na perspectiva Sociocultural, colocando o docente como mediador da aprendizagem e relacionando as temáticas com o cotidiano do aluno. O texto de Santos (2005) relacione bem as temáticas deste texto no que diz a respeito ao papel da didática na formação dos profissionais e aprofundamentos pertinentes sobre o ensinar e aprender.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 17:32:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>José Monteiro</title>
         <author>liviadorice</author>
         <link>https://padlet.com/liviadorice/noce484w0vftq3za/wish/2966821119</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Quais paradigmas são mais comuns em minha área e por que?</div><div>&nbsp; &nbsp;Hoje percebo que todos os paradigmas de alguma forma se apresentam na área da pedagogia e que todos tem a sua importância na construção do saber e na forma de ver o educando. Percebemos entretantoque atualmente a pedagogia sociocultural de Paulo Freire está sendo mais explorada nas escolas municipais. &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>2. De que forma esse paradigma na sua área direciona ou não a sua proposta de pesquisa no PPGCIMES?&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; Esse paradigma se relaciona com minha proposta de produto educacional pois pretende proporcionar o fortalecimento do protagonismo da pessoa com deficiência visual no ensino superior, dando autonomia e segurança para acessar o conhecimento e dessa forma promover a inclusão desse público na academia.&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>3. Relacione essa reflexão com um dos texto que dialoga com esse paradigma indicado?</div><div><em>Para ambos a principal missão das instituições de ensino deve ser a de emancipar a autonomia e o espírito protagonista do estudante, libertá-lo do estado de heteronomia imposto por um sistema opressor, neoliberal; tirar o estudante de uma cultura do medo, da alienação, da subserviência, para um lugar de “fala”, autônomo, responsável pelo seu próprio percurso formativo, agindo com espírito crítico, maduro e tolerante no mundo ao seu redor.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-23 17:57:57 UTC</pubDate>
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