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      <title>Padlet BAMDMG 1/2025 by Gabriel Pontes</title>
      <link>https://padlet.com/pontesgabriel367/nnn4fsfwq6s3gcez</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-22 15:27:49 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-27 21:25:42 UTC</lastBuildDate>
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         <title>GRUPO 1: RACIONALISMO E EMPIRISMO (Bryann, João Vitor; Miguel; Luiz; Paulo; Samuel)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pontesgabriel367/nnn4fsfwq6s3gcez/wish/3465054658</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Racionalismo e Empirismo</strong>:</p><p><strong>Resumo do Roteiro de Apresentação</strong></p><p><br></p><p><strong>1. Introdução – João Vitor</strong><br>Racionalismo e empirismo são correntes filosóficas que explicam a origem do conhecimento: o racionalismo valoriza a razão; o empirismo, a experiência sensorial.</p><p><br></p><p><strong>2. Racionalismo – João Vitor</strong><br>Acredita que o conhecimento vem da razão e de ideias inatas. Busca verdades universais e absolutas, usando lógica e matemática.</p><p><br></p><p><strong>3. Principais Filósofos Racionalistas – Samuel</strong></p><ul><li><p><strong>Descartes</strong>: “Penso, logo existo”, método cartesiano e ideias inatas.</p></li><li><p><strong>Spinoza</strong>: Deus é a natureza; tudo é uma única substância racional.</p></li><li><p><strong>Leibniz</strong>: Mônadas e harmonia pré-estabelecida; criou a lógica formal.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>4. Empirismo – Miguel</strong><br>Defende que todo conhecimento vem da experiência sensível. Valorização do método científico e da observação.</p><p><br></p><p><strong>5. Principais Filósofos Empiristas – Paulo</strong></p><ul><li><p><strong>Locke</strong>: Tábula rasa; conhecimento vem da sensação e reflexão.</p></li><li><p><strong>Berkeley</strong>: “Ser é ser percebido”; realidade depende da percepção.</p></li><li><p><strong>Hume</strong>: Crítica à causalidade; ideias derivam de impressões sensoriais.</p></li></ul><p><strong>6. Kant: Síntese entre Racionalismo e Empirismo – Bryann</strong><br></p><p>Propõe que o conhecimento começa na experiência, mas depende de estruturas da mente. Criação dos “juízos sintéticos a priori”. Obra principal: <em>Crítica da Razão Pura</em>.</p><p><br></p><p><strong>7. Aplicações na Administração – Luiz</strong></p><ul><li><p><strong>Empirismo</strong>: Gestão baseada em evidências, resultados, feedback e aprendizado.</p></li><li><p><strong>Racionalismo</strong>: Planejamento estratégico, administração científica (Taylor) e uso de modelos matemáticos.<br>Conclusão: ambas as abordagens se complementam na prática administrativa.</p><p><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 15:29:04 UTC</pubDate>
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         <title>grupo 2: política comteporânea Hannah Arendt(Ana luiza, luiza,Jhenifer,                   Juliana,Luiza,Manoella e Thaynara)                                    </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pontesgabriel367/nnn4fsfwq6s3gcez/wish/3473876656</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1.Introdução Geral </strong></p><p>Hannah Arendt (1906-1975) foi uma das mais influentes pensadoras da filosofia política no século XX. Exilada nos EUA após fugir do regime nazista, dedicou sua obra a refletir sobre o totalitarismo, a liberdade, os Direitos Humanos e a importância do espaço público. Suas ideias ajudam a compreender não apenas a política, mas também oferecem reflexões valiosas para a Administração contemporânea. Esta apresentação organiza os principais conceitos de Arendt e suas aplicações no ambiente organizacional, divididos entre os integrantes do grupo.</p><p><br></p><p><strong>2.Conceito histórico de Hannah Arendt</strong></p><p><strong>Responsável:- Luiza</strong></p><p>Hannah Arendt destacou-se como uma das pensadoras mais originais da filosofia política no século XX. Recusava o título de “filósofa”, preferindo se definir como teórica política. Foi presa na Alemanha e exilou-se nos EUA, onde desenvolveu sua obra. Escreveu com clareza, ligando acontecimentos históricos a reflexões profundas sobre a liberdade.</p><p>Seus principais temas: totalitarismo, condição humana e espaço público.</p><p>Obras centrais: As Origens do Totalitarismo e A Condição Humana.</p><p>Influências:</p><p>Sócrates: pensamento como prática moral.</p><p>Santo Agostinho: responsabilidade individual pelas ações.</p><p>Kant: cosmopolitismo e paz perpétua.</p><p>Heidegger: “pensar apaixonado”, apesar das críticas ao envolvimento dele com o nazismo.</p><p>Ela criticou o marxismo usado por regimes totalitários e defendia que o Estado deveria garantir as liberdades individuais, jamais suprimi-las.</p><p> </p><p><strong>3.Origens gregas do público e do privado Responsável: - Juliana</strong></p><p>Na Grécia Antiga:</p><p>Oîkia (privado): espaço doméstico, regido por necessidade e sobrevivência. Onde mulheres e escravos viviam e trabalhavam. É pré-político.</p><p>Pólis (público): espaço de liberdade, ação e fala. Cidadãos discutiam e decidiam os rumos da cidade.</p><p>Para Aristóteles, a pólis é onde o ser humano realiza sua natureza social.</p><p>Arendt retoma essa ideia, defendendo que o espaço público é o lugar da liberdade e pluralidade.</p><p> Citação: “A distinção entre uma esfera de vida privada e uma esfera de vida pública corresponde à existência das esferas da família e da política como entidades diferentes e separadas.” (ARENDT, 2007, p. 37)</p><p><br></p><p><strong>4.Características do espaço público e do espaço privado Responsável:-Thaynara</strong></p><p>Espaço Público e Privado</p><p>Quando olhamos para a cidade, vemos dois tipos de espaço:</p><p> Público – como praças e ruas, onde todos podem estar;</p><p> Privado – como casas e empresas, de acesso restrito.</p><p>Na Grécia Antiga, a ágora era o espaço público de debates e decisões. O oikos, o privado, era voltado à vida doméstica.</p><p>A filósofa Hannah Arendt diz que liberdade se constrói no espaço público, onde nos mostramos, falamos e participamos. Já o privado cuida das necessidades básicas.</p><p>Hoje, a divisão é mais complexa. Alguns lugares privados, como shoppings, funcionam como espaços de convivência. E a preservação dos espaços públicos exige participação de todos.</p><p><br></p><p><strong>5.Como Hannah Arendt desenha o espaço público ?-Responsável: Ana Luiza</strong></p><p>Ação é a atividade central do espaço público: só acontece na presença dos outros.</p><p>A esfera privada é voltada ao trabalho e à sobrevivência; a pública, à liberdade.</p><p>A modernidade distorce isso: a esfera social invade o espaço público e o transforma em uma extensão do privado.</p><p>Isso gera: Conformismo e apagamento das diferenças.</p><p>Perda da liberdade política.</p><p>Substituição do debate pela uniformidade.</p><p><br></p><p><strong>6.Por que o nazismo destrói o espaço público ? -Responsável: Ana Luiza</strong></p><p>O nazismo transformou o espaço público em instrumentos de dominação.</p><p>Acabou com a liberdade de expressão e instalou o medo.</p><p>A propaganda estatal substituiu os fatos por ideologias.</p><p>Com isso: O cidadão comum perdeu a referência da realidade.</p><p>O isolamento social facilitou o controle totalitário.</p><p>O espaço público virou palco de violência legitimada pelo Estado.</p><p>Arendt mostra que o totalitarismo elimina a ação política, o pensamento crítico e a convivência entre diferentes.</p><p><br></p><p><strong>7.O que isso tem a ver com a Administração? Responsável:-Manoella</strong></p><p>Organizações também têm espaços públicos e privados.</p><p>O gestor precisa equilibrar:</p><p>as necessidades privadas (resultados, metas)</p><p>com a ação coletiva e a escuta plural.</p><p>Culturas organizacionais autoritárias se aproximam do totalitarismo: controle excessivo, silenciamento, uniformidade.</p><p>Já culturas mais democráticas valorizam a pluralidade, a liberdade de fala e a responsabilidade conjunta.</p><p><br></p><p><strong>8.Como se aplica na Administração?</strong></p><p><strong>-Responsável: Jhenifer</strong></p><p>Aplicações práticas:</p><p>Promover escuta ativa e participação dos colaboradores.</p><p>Incentivar diálogo e responsabilidade compartilhada.</p><p>Diferenciar o espaço da vida privada do espaço de ação no ambiente organizacional.</p><p>Valorizar a pluralidade de perspectivas para decisões mais justas e humanas.</p><p>Gestores conscientes devem criar ambientes onde todos possam aparecer, se expressar e participar ativamente.</p><p> </p><p><strong>9.Conclusão -Responsável: Jhenifer</strong></p><p>Arendt nos ensina que a liberdade nasce no espaço público, por meio da ação, do diálogo e da pluralidade.</p><p>Em tempos de polarização e autoritarismo, sua filosofia é atual e urgente.</p><p>Na Administração, é essencial valorizar a diversidade, a escuta e a participação.</p><p>Líderes precisam ser éticos, humanos e conscientes da responsabilidade coletiva.</p><p>O verdadeiro gestor é aquele que fomenta um espaço onde todos possam aparecer e agir juntos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 12:38:10 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 3: ESCOLA FRANKFURT( Gabriel Pontes, Gustavo, Emily, Alexia, Alice e Maria Eduarda)</title>
         <author>pontesgabriel367</author>
         <link>https://padlet.com/pontesgabriel367/nnn4fsfwq6s3gcez/wish/3481630358</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Alice – Introdução</strong><br>A Escola de Frankfurt surge no início do século XX com o objetivo de criticar e transformar a sociedade capitalista. Pensadores como Adorno, Horkheimer, Marcuse e Benjamin analisaram dominação, ideologia e alienação a partir da Teoria Crítica, com base no marxismo.</p><p><strong>Alexia – Theodor Adorno</strong><br>Adorno usa a <em>dialética negativa</em> para criticar a razão instrumental, que deixou de servir à liberdade e passou a servir à dominação. Na sociedade moderna, a razão é usada para manter o controle e reforçar o sistema, e não para promover justiça.</p><p><strong>Madu – Max Horkheimer</strong><br>Horkheimer critica a <em>razão instrumental</em> e a <em>dialética da dominação</em>, mostrando como a razão moderna pode ser usada para justificar atrocidades, como no nazismo. Ele também resgata o <em>materialismo dialético</em>, mas com uma visão mais crítica que a de Marx, focando na necessidade de conscientização sobre a dominação. O <em>fetichismo da mercadoria</em> reforça esse sistema ao atribuir valor simbólico aos bens.</p><p><strong>Gabriel – Dialética do Esclarecimento e Indústria Cultural</strong><br>Adorno e Horkheimer mostram que a lógica da produção em massa invadiu a cultura. O lazer virou consumo, moldando pensamentos e comportamentos. A <em>Indústria Cultural</em> promove a alienação ao oferecer entretenimento padronizado, gerando uma <em>sociedade espectadora</em> que não questiona o sistema.</p><p><strong>Gabriel – Walter Benjamin</strong><br>Benjamin critica a <em>reprodutibilidade técnica da arte</em>, que faz a obra perder sua "aura". Porém, ele vê na arte reproduzida (como o cinema) um potencial revolucionário, capaz de democratizar o acesso à cultura e à crítica social.</p><p><strong>Gustavo – Herbert Marcuse</strong><br>Inspirado em Freud, Marcuse fala da <em>mais-repressão</em>: no capitalismo, há repressão excessiva dos desejos para manter as pessoas produtivas e conformadas. Ele propõe uma sociedade menos repressiva, voltada ao prazer, arte e liberdade.</p><p><strong>Emily – Aplicação na Administração</strong><br>A racionalidade instrumental também moldou a Administração, tratando o trabalhador como engrenagem. Com o tempo, surgem práticas que humanizam esse processo:</p><ul><li><p><strong>Gestão Comportamental</strong>: considera emoções e motivações no ambiente de trabalho.</p></li><li><p><strong>Colaboração nas Organizações</strong>: valoriza a troca e a criatividade em equipes.</p></li><li><p><strong>Clima Organizacional</strong>: promove confiança e bem-estar, aumentando o engajamento.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 17:51:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>GRUPO 4: Ciência, Tecnologia e o Trabalho Comteporâneo (Gustavo Araujo, Thayrone, Kauã, Bruno, Manoel)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pontesgabriel367/nnn4fsfwq6s3gcez/wish/3489834722</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Gustavo - Introdução</strong></p><p>  Francis Bacon considerado o fundador da ciência moderna e do método Cientifico, onde usaremos como base no nosso assunto geral, suas principais contribuições foram o método cientifico ou indutivo, Utilização da Ciência a serviço da sociedade (conhecimento) e a Critica sobe o Pensamento Aristotélico (Racional), onde falaremos sobre suas Principais Obras - Novum Organum, -The Advancement of Learning</p><p><strong>Manoel - Livro Nova Organum</strong></p><p>   Publicado em 1620, Novum Organum (ou Novo Instrumento) é uma das principais obras do filósofo inglês Francis Bacon. O título faz referência ao Organon de Aristóteles, que durante séculos foi o modelo de lógica e investigação científica. Bacon propõe um novo método de raciocínio e investigação, baseado na observação empírica e na indução, como forma de superar os erros do pensamento tradicional.</p><p><strong>Thayrone - <em>THE ADVANCEMENT OF LEARNING (O avanço do conhecimento)</em></strong></p><p>   A obra descreve uma ruptura das limitações do conhecimento e faz uma conexão com o descobrimento de novas terras, com descobertas no âmbito intelectual. Sendo assim, o conhecimento que vinha das crenças, espiritualidade e conformismo, poderia ser muito mais além, indo para um lado de descobertas e uma reforma do que seria o conhecimento e a promoção do saber. Sendo assim, dando a entender sobre a plenitude de conhecimentos, que poderiam ser explorados, e também traria uma melhora de condições de vida da sociedade daquela época ou seja, criatividades e o saber poderiam favorecer perspectivas novas do rumo de vida, é são extremamente necessários para o desenvolvimento pessoal e geral das pessoas.</p><p><strong>Kauã Contribuições para o Trabalho Contemporâneo: </strong></p><p>Método científico: Bacon criou um método baseado em observação e experimentação, rompendo com a lógica dedutiva de Aristóteles.</p><p>Influência no Iluminismo: Suas ideias reforçaram o valor da ciência e da educação para o progresso.</p><p> Trabalho e produtividade: Inspirou práticas como a administração científica, focada em eficiência e dados.</p><p>Empirismo x racionalismo: Defendia o conhecimento baseado na experiência, em contraste com o racionalismo.</p><p>Profissões atuais: O trabalho moderno exige domínio técnico-científico, refletindo a visão de Bacon.</p><p><strong>Bruno - Conclusão</strong></p><p>   Conclusão geral e relacionando o Empirismo e o Iluminismo na idade atual, como o iluminismo influencia até hoje na racionalização e na democratização das empresas, e o empirismo contribui para a ciência e nos métodos na realização de pesquisas e coletas de dados, onde a ciência se trata de entender como funciona algo, com base de investigação e, a tecnologia na aplicação de resolver problemas usando o conhecimento cientifico tanto para criar ferramentas e produtos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 19:27:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ideologia em Karl Marx e Gramsci: o trabalho entre igualdade e meritocracia (João Pedro, Kaylane, Laisa e Thiago)</title>
         <author>kaylanecampi</author>
         <link>https://padlet.com/pontesgabriel367/nnn4fsfwq6s3gcez/wish/3489917156</link>
         <description><![CDATA[<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ideologia - Kaylane</p><p>Karl Marx: Ideologia é criada pela classe dominante para manter a exploração. Ela oculta as desigualdades e naturaliza o capitalismo.</p><p>Antonio Gramsci: A ideologia é construída culturalmente (hegemonia) e pode ser usada para dominação ou transformação, se houver consciência crítica.</p><p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Trabalho, Igualdade e Meritocracia – Kaylane e Laisa</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Trabalho: Para Marx, é base da exploração. Para Gramsci, também forma ideológica e pode ser espaço de resistência.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Igualdade: Marx defende igualdade real, com fim das classes. Gramsci destaca a luta cultural por igualdade.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Meritocracia: É criticada por ignorar desigualdades de origem, funcionando como ideologia que justifica privilégios.</p><p>&nbsp;</p><p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Gramsci e a Hegemonia - Laisa</p><p>O que é hegemonia? O poder de uma classe dominar as outras não só pela força, mas pelo convencimento, pela cultura e pelas ideias.</p><p>Tipos de hegemonia:</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Hegemonia ideológica → A classe que domina mantém seu poder não apenas pela força, mas por meio da produção de consenso nas instituições (escola, igreja, mídia), naturalizando a desigualdade e apresentando a meritocracia como justa.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Hegemonia Econômica → A classe que controla os meios de produção também controla a produção das ideias (Marx).</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Hegemonia Cultural → Gramsci amplia a análise marxista ao destacar o papel das instituições culturais na reprodução da ideologia dominante.</p><p>&nbsp;</p><p>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Igualdade x Meritocracia – João Pedro</p><p>Igualdade (coletivo):</p><p>- Redistribuição de oportunidades</p><p>- Superação do capitalismo</p><p>- Justiça social</p><p>Meritocracia (individual):</p><p>- Desigualdade naturalizada</p><p>- Manutenção do status quo</p><p>- Ênfase no sucesso pessoa</p><p>&nbsp;</p><p>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Administração e Sociedade - Thiago</p><p>Administração pode reforçar exclusões ou transformar realidades.</p><p>Diversidade, escuta ativa e inclusão quebram hegemonias injustas.</p><p>Gestão carrega valores: deve promover justiça, consciência e equidade.</p><p>&nbsp;</p><p>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Reflexão Final - Thiago</p><p>Administração: ferramenta de dominação ou transformação?</p><p>Marx e Gramsci nos convidam a usar o conhecimento para transformar a realidade e construir uma sociedade mais justa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 23:42:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A ÉTICA DO CAPITALISMO: MAXWEBER, ASCESE E PROSPERIDADEA PARTIR DA MODERNIDADE. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pontesgabriel367/nnn4fsfwq6s3gcez/wish/3504431843</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Autores: Martiony Krause, Érica Silva, Thaís de Oliveira, Alex Reis</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>1. Contexto Histórico e Sociológico da Obra de Max</strong></p><p><strong>Weber</strong></p><p>Max Weber (1864–1920) viveu durante um período de profundas transformações</p><p>sociais, políticas e econômicas na Europa. Acompanhou a transição de uma sociedade</p><p>tradicional — marcada por valores religiosos, estruturas comunitárias e estabilidade</p><p>social — para uma sociedade moderna, urbana, capitalista e altamente racionalizada.</p><p>Weber foi um dos fundadores da Sociologia moderna e dedicou sua vida intelectual a</p><p>investigar como ideias, crenças e valores influenciam o comportamento humano,</p><p>especialmente no campo econômico. Sua obra mais conhecida, <em>A Ética Protestante e o</em></p><p><em>Espírito do Capitalismo</em> (1905), tornou-se referência para entender a relação entre</p><p>religião, ética e desenvolvimento econômico.</p><p><strong>2. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo</strong></p><p>A principal tese de Weber é que a ética protestante, especialmente no calvinismo, foi</p><p>decisiva para o surgimento do capitalismo moderno. Diferentemente da visão católica</p><p>tradicional, que valorizava o desapego aos bens materiais e a vida monástica, os</p><p>protestantes passaram a ver o trabalho, a disciplina e a acumulação racional de riqueza</p><p>como virtudes espirituais.</p><p>O calvinismo introduziu a ideia de <strong>predestinação</strong> — segundo a qual os salvos já</p><p>estariam definidos por Deus. Isso levou muitos fiéis a buscar sinais de salvação em sua</p><p>conduta, especialmente no sucesso econômico. Trabalhar com dedicação, evitar luxos,</p><p>controlar os impulsos e poupar tornaram-se práticas valorizadas e espiritualmente</p><p>significativas.</p><p><strong>3. Ascese: Disciplina, Renúncia e Racionalização da</strong></p><p><strong>VidaAscese</strong> é o nome dado à prática da autodisciplina rigorosa e da renúncia a prazeres</p><p>mundanos com o objetivo de aperfeiçoamento espiritual. No protestantismo calvinista,</p><p>essa ascese não é vivida em isolamento (como nos mosteiros), mas no cotidiano: através</p><p>do trabalho disciplinado, da racionalização do tempo e do autocontrole.</p><p>Essa vivência prática do ascetismo no mundo é o que Weber chama de <strong>ascese</strong></p><p><strong>intramundana</strong>. A vida regrada e metódica passou a ser considerada um sinal de graça</p><p>divina. O trabalho, então, não era apenas um meio de sobrevivência, mas um dever</p><p>moral e espiritual.</p><p><strong>Autodisciplina → Produtividade → Racionalização da vida.</strong></p><p><strong>4. Prosperidade Capitalista como Consequência Moral</strong></p><p><strong>e Cultural</strong></p><p>A ética protestante ascética moldou um novo tipo de mentalidade econômica. A</p><p>prosperidade deixou de ser vista como vaidade ou pecado e passou a ser compreendida</p><p>como um sinal de virtude. Isso contribuiu para o surgimento de uma cultura de</p><p>desempenho, produtividade e acumulação racional.</p><p>Com o tempo, o espírito original religioso foi perdendo força, mas os comportamentos</p><p>permanecem. A cultura contemporânea da produtividade ainda carrega essa herança</p><p>ética: valorização do esforço, da eficiência e da performance. O sucesso deixou de ser</p><p>um dom ou uma dádiva e tornou-se uma obrigação individual.</p><p><strong>Principais transformações:</strong></p><p> O trabalho tornou-se central na identidade das pessoas.</p><p> O sucesso passou a ser medido por desempenho e metas.</p><p> A racionalidade técnica substituiu a espiritualidade.</p><p> A pressão por resultados gerou autocobrança, estresse e ansiedade.</p><p><strong>5. Impactos na Administração e no Mundo do</strong></p><p><strong>Trabalho</strong></p><p>Com o avanço do capitalismo, especialmente a partir do século XIX, o mundo do</p><p>trabalho passou a ser organizado de maneira cada vez mais racional. Segundo Weber, a</p><p>sociedade moderna passou a operar segundo um modelo de <strong>dominação racional-legal</strong>,</p><p>em que o poder se baseia em regras, normas, contratos e hierarquias burocráticas.</p><p><strong>Características da organização racional do trabalho:</strong></p><p> <strong>Especialização técnica:</strong> cada trabalhador ocupa uma função específica e é</p><p>selecionado por mérito. <strong>Relações impessoais:</strong> os vínculos não se baseiam mais em afetos ou tradições,</p><p>mas em função e desempenho.</p><p> <strong>Eficiência com custo humano:</strong> apesar de eficaz, o modelo pode provocar</p><p><strong>alienação</strong>, fazendo com que os trabalhadores se sintam peças de uma máquina,</p><p>desconectados do sentido do que produzem.</p><p><strong>Conflitos e efeitos:</strong></p><p> <strong>Conflito de agência:</strong> tensão entre os donos do capital (principais) e os</p><p>administradores (agentes).</p><p> <strong>Alienação simbólica:</strong> muitos empregados sentem que não compreendem o valor</p><p>real do que fazem, o que afeta sua saúde mental e motivação.</p><p> <strong>Pressão por resultados:</strong> em vez de propósito, o trabalho é motivado por metas</p><p>e cobranças.</p><p><strong>Considerações Finais</strong></p><p>Max Weber nos ajuda a compreender como as ideias religiosas podem influenciar</p><p>práticas econômicas e estruturas sociais. A ética protestante contribuiu para a formação</p><p>de um modelo capitalista racional e disciplinado, que molda até hoje nossas relações de</p><p>trabalho, nossos hábitos e nossas expectativas sociais.</p><p>A ascese calvinista deixou como legado uma cultura que valoriza o desempenho, o</p><p>controle do tempo e a eficiência — mas também impôs desafios, como a alienação, a</p><p>sobrecarga e a perda de sentido no trabalho.</p><p><strong>Referências</strong></p><p> WEBER, Max. <em>A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo</em>. 1905.</p><p> THIRY-CHERQUES, Hermano Roberto. “A Racionalidade da Burocracia</p><p>segundo Max Weber”. <em>Revista de Administração Pública</em>, v. 43, n. 5, 2009.</p><p> FRANKLIN, Benjamin. <em>Advice to a Young Tradesman</em>, 1748.</p><p> FERNANDES, Florestan. <em>Sociedade de Classes e Subdesenvolvimento</em>. São</p><p>Paulo: Cortez, 1975.</p><p> IBGE. Censo do Trabalho 2023.</p><p> Brasil Escola, Mundo Educação (UOL), Estudo Prático, Wikipedia (com</p><p>cautela), artigos acadêmicos via Google Scholar, livros didáticos de Sociologia</p><p>do Ensino Mé</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-27 21:25:41 UTC</pubDate>
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