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      <title>MOOC Autonomia e Flexibilidade Curricular I by António Gonçalves</title>
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      <description>Registo de atividades do MOOC Autonomia e Flexibilidade Curricular I</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-09 11:46:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa A.4.2 - Carta de Apresentação</title>
         <author>afgoncalves61</author>
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         <description><![CDATA[<div>O meu nome é António Gonçalves, sou licenciado em Engenharia Civil, mestre em Educação e Tecnologia pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, sou professor há 29 anos, profissionalizado no grupo 530 e leciono área técnica do CEF de Operador de Informática e TIC numa escola profissional em Seia, da qual fui Diretor Pedagógico durante 9 anos. <br><br></div><div>Na minha prática letiva sempre privilegiei o trabalho articulado entre várias disciplinas adotando a metodologia de projeto para o desenvolvimento de atividades com os alunos. Tratando-se de uma escola particular e de interior, os projetos desenvolvidos são quase sempre de âmbito local, com objetivo de ligar a escola e as aprendizagens à realidade local. Tenho também promovido a participação em concursos nacionais ligados a competências TIC, por exemplo a Segurança na Internet e a programação em Scratch. A nível internacional comecei no ano passado um projeto eTwinning, em cooperação com uma colega da Turquia.<br><br></div><div>A minha motivação para a frequência deste MOOC reside na vontade de entender melhor como é possível implementar uma prática de autonomia e flexibilidade na minha prática diária como professor.<br><br></div><div>As expectativas em relação ao MOOC são elevadas, dado que já participei em várias promovidos pela DGE e a qualidade foi sempre bastante boa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 11:52:24 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.4 Implicações do Perfil dos Alunos nas práticas pedagógicas</title>
         <author>afgoncalves61</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Fórum 1</strong>: <strong>Do Perfil dos Alunos à minha sala de aula</strong> – Por onde devo começar?<br><br>Estamos prontos?<br>As necessidades de um ser humano integrado e participante na sociedade vigente, não são as mesmas da sociedade de 20 anos. Em todo o século XX o paradigma era a industrialização com as suas caraterísticas próprias, como a divisão do trabalho em tarefas simples e repetitivas, normalmente para toda a vida, a organização em pirâmide com a massificação na base e a especialização no topo, a burocracia extremada. Nessa altura pedia-se à escola que preparasse, acima de tudo, pessoas que soubessem seguir regras sem as questionar e que se conseguissem integrar, na sua maioria, em massas seguidistas e satisfeitas com a realidade. Neste século, fruto das transformações políticas e sociais que alguns promoveram, fugindo da norma e transformando a realidade, a Escola tem de ser capaz de preparar os seus alunos para serem participantes e agentes transformadores da sociedade onde estão integrados, pois esta não é estática e tende para a constante melhoria, nomeadamente na salvaguarda de direitos e deveres iguais para todos de acordo com as suas capacidades, ou seja respeitando as diferenças. Essa preparação só existe se na atividade pedagógica houver uma atitude que promova a autonomia e o espírito crítico na aprendizagem do mundo, deixando de lado o papel passivo do aluno e “espevitando” a sua curiosidade e vontade de intervir, quer na execução de tarefas práticas, quer na produção mais intelectual. É essa alteração que, no meu entender, o Perfil do Aluno pretende introduzir nas práticas letivas, na “sala de aula”, a questão é: estamos, nós que fomos educados no anterior paradigma, prontos para o fazer?<br><br>António Gonçalves<br><br><a href="http://edx.dge.mec.pt/courses/course-v1:DGE+AFC+I/discussion/forum/users/9783"><strong>rodrigojbn</strong></a>about 17 hours ago<br>Nós temos de estar prontos para o fazer, porque também vivemos nesta nova época. Temos capacidade para fazer isso. Julgo que o desafio que se propõe está muito mais perto do que julgamos. Julgo que a sala de aula terá de se tornar um espaço alargado, quer em tempo, quer em espaço. As salas de aula podem ser levadas para contextos reais, os desafios propostos podem ser mais reais e os problemas colocados podem ser reais, com respostas reais. Todo o universo relacionado com as novas tecnologias pode levar os nosso alunos para uma realidade muito virtual. Acho que durante o nosso caminho podemos também trazê-los para o nosso mundo real. O que achas?</div><div><br>posted about 15 hours ago by <a href="http://edx.dge.mec.pt/courses/course-v1:DGE+AFC+I/discussion/forum/users/8526"><strong>mariolina</strong></a><br>Estamos prontos para a mudança porque alguns dos nossos alunos não sabem mais estar sentados, calados e quietos a ouvir um professor falar sobre coisas que eles não entendem e muito menos sabem para que é que servem.Temos "montanhas" de conflitos nas nossas salas de aulas devido a esse desfasamento entre o que a escola quer ensinar e as necessidades dos nossos alunos que, à sua maneira, sabem muito bem o que querem e para onde devem ir. É preciso romper muitas barreiras, entre elas devolver aos professores o espaço para criar ambientes de aprendizagem em vez de se afogar em papeis alguns necessários mas muitos estéreis e sufocantes. Marina Oliveira</div><div><br></div><div>posted about 13 hours ago by <a href="http://edx.dge.mec.pt/courses/course-v1:DGE+AFC+I/discussion/forum/users/10350"><strong>paulovasco</strong></a><br>Concordo com a resposta dada pela Marina. Infelizmente, no que concerne às aprendizagens essenciais, nestas não encontro resposta, enquanto os currículos estiverem desajustados dos níveis etários e se mantiverem extensos. Reitero a abordagem feita em relação às barreiras, também plasmadas pela colega.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-01 12:31:28 UTC</pubDate>
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         <title>  Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos, as Aprendizagens Essenciais e o desenvolvimento de competências - Tricider 7 </title>
         <author>afgoncalves61</author>
         <link>https://padlet.com/afgoncalves61/nmwcdn7gx1a1/wish/299731864</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 12:02:30 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre os desafios que se colocam à prática pedagógica, tendo em conta as Aprendizagens Essenciais e a forma de alcançar as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória - &quot;Módulo 3 - Tarefa 3.6. Reflexão&quot;  - António Gonçalves - mural 2</title>
         <author>afgoncalves61</author>
         <link>https://padlet.com/afgoncalves61/nmwcdn7gx1a1/wish/300931826</link>
         <description><![CDATA[<div>Sendo professor do ensino profissional há 25 anos, tendo exercido também as funções de coordenador de curso, desde o início e ainda neste momento que senti haver a necessidade de ajustar as metodologias de ensino-aprendizagem e os conteúdos programáticos ao perfil profissional de saída do aluno de cada curso profissional específico. Essa adaptação deu-se sobretudo nas disciplinas da área sociocultural, como o Português, o Inglês, as TIC, etc, uma vez que, apesar de haver necessidades de aprendizagem comuns em cada curso, também havia necessidades específicas para cada um deles. Se a necessidade de saber comunicar adequadamente era comum, já a necessidade de elaboração de relatórios e outros documentos tinham especificidades próprias a cada curso, ou seja em cada perfil de saída. Mas, não eram apenas as especificidades dos cursos que eram tidas em conta. Sendo os cursos profissionais, desde a sua génese, devido à realidade imposta pelos preconceitos desta sociedade, cursos destinados ao desiludidos da escolaridade dita regular, a disparidade de capacidades, interesses e motivações e conhecimentos de base eram de uma disparidade tremenda, exigindo do professor uma atenção especial a cada aluno, criando grupos de nível de acordo com necessidades individuais. O objetivo de criar competências adequadas ao perfil profissional de saída do aluno, obrigava à prática da interdisciplinaridade e até da transdisciplinaridade, sendo criados projetos de turma ou de grupos em que cada disciplina contribuía com os seus conteúdos científicos e técnicos para alcançar um produto final que evidenciasse as aprendizagens significativas realizadas pelos alunos durante a execução dos referidos projetos. Esta era uma realidade concreta nas Escolas Profissionais em relação ao perfil profissional de saída do aluno, numa altura em que Portugal vivia num paradigma eminentemente industrial, como já referi em texto anterior, “pedia-se à escola que preparasse, acima de tudo, pessoas que soubessem seguir regras sem as questionar e que se conseguissem integrar, na sua maioria, em massas seguidistas e satisfeitas com a realidade”. Por outro lado, o paradigma está a mudar e são necessários cidadãos com uma formação humanista, autónomos, com flexibilidade para se adaptarem rapidamente a novas realidades e interventivos, para quando necessário e possível, serem capazes de pensar o seu papel no mundo e nele intervirem, mudando-o. Eram estas capacidades e atitudes que faltavam no perfil profissional de saída do aluno e que agora estão presentes neste projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular. Ou seja, a prática desenvolvida, na generalidade dos cursos profissionais, tem de ser complementada agora com o novo perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória, atendendo a novas realidades, já referidas. Posso concluir, face à minha experiência profissional, que as práticas anteriormente adotadas estão corretas, tendo no entanto, de ser orientadas também, para resultados de aprendizagem de caráter mais pessoal, permitindo a entrada no novo paradigma.<br><br>António Gonçalves<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 12:28:59 UTC</pubDate>
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