<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Padlet do grupo CARLA, JULIA, LUCIANE  E ROSENILDA by grupo2 ufrgs</title>
      <link>https://padlet.com/grupo2ufrgs/nmq6siy4o6d0okgi</link>
      <description>Criado pelas alunas do polo de Santana da Boa Vista</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-07-09 00:05:30 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2020-07-12 17:21:58 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f30e.png</url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>rosamelosbv</author>
         <link>https://padlet.com/grupo2ufrgs/nmq6siy4o6d0okgi/wish/652438288</link>
         <description><![CDATA[<div>  Entre os autores que nos Estados Unidos ajudou a desenvolver uma teoria crítica sobre currículo, destaca-se Henry Giroux. Embora começado um pouco tarde, Giroux contribui de forma decisiva para traçar os contornos de uma teoria crítica que depois iria florescer de modo inesperado.<br> Na análise de Giroux as perspectivas dominantes ao se concentrarem em critérios de eficiência e racionalidade burocrática, deixavam de levar em consideração o caráter histórico, ético e politico das ações humanos e sociais em especial no caso do currículo do conhecimento. As teorias tradicionais sobre currículo, assim como o próprio currículo, contribuem para a reprodução das desigualdades e das injustiças sociais.</div><div>  O desenvolvimento das teorias críticas sobre currículo, esteve estreitamente ligado em contraposição aí empiricismo e ao pragmatismo vulgar das perspectivas tradicionais à utilização da teoria social mais ampla. Giroux foi talvez um dos poucos autores a se utilizar nessa fase dos insights teóricos dos investigadores da escola de Frankfurt.<br>  A escola de Frankfurt fornecia uma crítica a epistemologia implícita na racionalidade técnica que podia ser prontamente aplicada a crítica tanto das perspectivas dominante sobre currículo quanto ao próprio currículo existente.</div><div>Na Inglaterra, uma parte importante da chamada, “nova sociologia da educação” também estava preocupada em desenvolver análises que levassem em conta as formas pelas quais estudantes e docentes desenvolvem, através de processos de negociação, seus próprios significados sobre o conhecimento, o currículo e a vida educacional em geral.</div><div>  Giroux desenvolveu em seus primeiros trabalhos a possibilidade de resistência. Ele acredita que é possível canalizar o potencial de resistência demonstrado por estudantes e professores para desenvolver uma pedagogia e um currículo que tenham um conteúdo claramente político e que seja crítico das crenças e dos arranjos sociais dominantes. Giroux argumenta que a escola e o currículo devem funcionar como uma “espera pública democrática”.<br>  A escola e o currículo devem ser locais onde os estudantes tenham a oportunidade de exercer as habilidades democráticas da discussão e da participação de questionamento dos pressupostos do senso comum da vida social. Por outro lado, os professores não podem ser vistos como técnicos ou burocratas, mas como pessoas ativamente envolvidas nas atividades da crítica e do questionamento, a serviço do processo de emancipação e libertação.</div><div>  Paulo Freire não desenvolveu uma teoria específica sobre currículo. Em sua obra, entretanto como ocorre em outras teorias pedagógicas, ele discute questão que estão relacionadas e associadas com teorias mais propriamente curriculares, Freire desenvolveu uma obra que tem implicações importantes para a teorização sobre o currículo. Pedagogia do oprimido, por outro lado, difere em aspectos fundamentais, das outras teorizações que iriam constituir as bases de uma teoria educacional crítica. Na verdade, em pedagogia do oprimido, Freire adia a transformação da educação formal para depois da revolução.<br>  Pode-se dizer ainda que os conceitos humanistas utilizados por Freire em sua análise estão claramente ausentes de análises mais estruturalistas da educação. Paulo Freire antecipa na pedagogia e no currículo, alguns dos temas que iriam, depois se tornar centrais a teoria pós colonialista. A perspectiva de Freire era já em pedagogia do oprimido, claramente pós-colonialista. Sobretudo em sua insistência no posicionamento privilegiado dos grupos dominados: por estarem em posição dominada na estrutura que divide a sociedade entre dominantes e dominados.</div><div>  Tal como ocorre em outros locais, a “realidade” é constituída daqueles significados que são intersubjetivamente construídos na interação social. Assim na situação educacional, qualquer mudança curricular “objetiva” deve passar por esse processo de interpretação e negociação em torno dos significados em que estão envolvidos professores e alunos na sala de aula. Embora ESLAND destaque a importância de se concentra no conhecimento dos professores quanto dos alunos, ele se concentra no conhecimento dos professores. Para ele o problema consiste em tentar compreender quais as perspectivas entendidas aqui como “visões de mundo”, que os professores trazem para a sala de aula.</div><div>  Dentre os estudos mencionados o de NELL Keddie é o único que tem um base empírico. A partir de uma perspectiva fenomenológica, Keddie argumenta que o conhecimento prévio que os professores tem dos alunos determina a forma como eles irão tratá-los. A capacidade intelectual dos alunos tal como avaliada pelos professores acaba sendo determinado pela tipificação que os professores fazem deles. Essa tipificação é determinada, em grande parte pela classe social dos alunos. Em sua pesquisa, Keddie chega a conclusões similares àquelas que foram desenvolvidas pelas chamadas “teorias da rotulação”.</div><div>  Bernstein insiste, entretanto que não se pode separar questões de currículo de questões de pedagogia e avaliação. Ele concede particular atenção a questão da pedagogia, à questão da transmissão. Os critérios de avaliação podem ser mais ou menos explícitos. O professor decide o que ensinar, quando ensinar, em que ensinar quando ensinar, em que ritmo; decide os critérios pelos quais se pode dizer se o estudante aprendeu ou não. O espaço da transmissão é também rigidamente limitado. Comparemos essa situação com uma sala de aula centrada-no-aluno, com uma sala de aula construtivista, por exemplo.</div><div>  Aqui, a organização do espaço é muito mais livre. Os estudantes tem um grau muito maior de controle sobre o tempo e o ritmo da aprendizagem. Nas palavras de Jackson, os grandes grupos, a utilização do elogio e do poder que se combinam para dar um sabor distinto a vida de sala  de aula coletivamente formam um currículo oculto, que cada estudante ( e cada professor) deve dominar se quiser se dar bem na escola. Numa perspectiva mais ampla, aprendem-se, através do currículo oculto é constituída pelas relações sociais, da escola: as relações entre professores e alunos, entre a administração e os alunos, entre a administração e os alunos, entre alunos e alunos.<br>  A organização do espaço escolar é outro dos componentes estruturais através dos quais as crianças e jovens aprendem certos comportamentos sociais. O espaço rigidamente organizado da sala de aula tradicional ensina certas coisas; o espaço frouxamente estruturado da sala de aula mais aberta ensina outro tipo de coisas.</div><div>Algo similar ocorre com o ensina do tempo onde se aprende o controle do tempo, a divisão do tempo em unidades e um tempo para cada tarefa etc.<br>  Aprende-se também através das diversas divisões e categorizações explícitas ou implícitas próprias da experiência escolar: entre os mais “capazes” e os menos “capazes” entre meninos e meninas, entre um currículo acadêmico e um currículo profissional.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-07-11 22:48:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/grupo2ufrgs/nmq6siy4o6d0okgi/wish/652438288</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>julia33021548</author>
         <link>https://padlet.com/grupo2ufrgs/nmq6siy4o6d0okgi/wish/652448074</link>
         <description><![CDATA[<div>UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS LITORAL NORTE DEPARTAMENTO INTERDISCIPLINAR LICENCIATURA EM GEOGRAFIA EaD LABORATÓRIO DE DOCÊNCIA III: O CURRÍCULO E A DIDÁTICA Prof.ª Dr.ª ALINE DE LIMA RODRIGUES GRUPO: CARLA OLIVEIRA, JULIA GARCIA, LUCIANE REIS E  ROSENILDA LOPES <br><br>Resumo:<br><br>SILVA, Tomaz Tadeu da. <strong>Documentos de Identidades</strong>: uma introdução às teorias do currículo. 3 ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2015 <br><br></div><div>INTRODUÇÃO E II. DAS TEORIAS TRADICIONAIS ÀS TEORIAS CRÍTICAS</div><div><br></div><div>O conceito de currículo é algo muito discutido, porém se trata verdadeiramente de uma identidade, pois cada um tem um conceito diferente e nenhum é errado, contanto que sejam em pró da educação. Existem três teorias de currículo, as tradicionais que zelam pelas disciplinas tradicionais como já se diz no nome, já as críticas aparecem para questionar o currículo tradicional e saber o “por quê?” de certas disciplinas fazerem parte e não outras, e, por fim, existem as pós-críticas que sugerem mudanças bastante significativas e contemporâneas sobre o que deveria constituir o currículo.<br><br></div><div>Primeiro começa com a teoria de Bobbitt que fala que o currículo é simplesmente uma mecânica, ele acreditava que com o currículo poderia padronizar o ensino, como citam o exemplo, muitas vezes dependendo da turma uma criança da mesma idade acabava aprendendo bem mais que outra, por esta razão deveria ter uma regra para que todos ficassem no mesmo nível e fossem somente até “certo ponto”.<br><br></div><div>A teoria apresentada por Tyler apoia a feita por Bobbitt, porém levanta outras questões, ele acredita que o currículo precisa ser bastante técnico, foca mais em organização e desenvolvimento. Para Tyler é importante estipular um cronograma entendendo qual o objetivo da escola, quais os temas que devem ser passados, como se pode apresenta-los aos alunos e como saber se estão de fato absorvendo o conteúdo, tudo claramente definido e estabelecido.<br><br></div><div>Todos os modelos de currículo tanto os tecnocráticos como os de Bobbitt e Tyler quanto os mais progressistas como o de Dewey (início do século XX) constituíam uma reação ao currículo clássico, humanista, que reinava desde sua institucionalização, ele é uma continuação do currículo das “artes liberais” (Idade Média e Renascimento), onde além de estudar os chamados trivium (gramática, retórica, dialética) e quadrivium (astronomia, geometria, música, aritmética) sempre focaram muito, mesmo que implicitamente, no estudo das obras clássicas. Porém, esse novo ajuste, veio para focalizar no crescimento do aluno, no que realmente interessa ele a aprender, quais são os interesses do aluno, enquanto o humanista ignorava a psicologia infantil.<br><br></div><div>As teorias críticas servem para questionar o status quo, ela está presente não para definir o currículo e sim entender qual é a utilidade dele, o “por quê?” de ele ser importante.<br><br></div><div>Em 1970 um francês chamado Louis Althusser publicou um ensaio chamado “A ideologia e os aparelhos ideológicos de Estado”, que serviu de base para as críticas marxistas da educação, nesse ensaio ele fez uma importante conexão entre educação e ideologia, como a escola passa essa ideologia? Para ele, a ideologia atuava de maneira discriminatória, pois ela moldava as pessoas de acordo com as classes, colocando as classes subordinadas a aprenderem a submissão. Acabando por excluir alunos de classes de trabalhadores para que não frequentassem aulas específicas para classes dominantes. Já Bowles e Gintis trazem o questionamento da conexão entre escola e produção, como a escola prepara o aluno para trabalhar na sociedade capitalista, obviamente não seria no seu currículo, mas sim na maneira que a própria escola funciona, assim “espelhando” a sociedade. Bourdieu e Passeron entenderam que “a dinâmica da reprodução social estava centrada no processo de reprodução cultural”, fato que para a sociedade a real cultura seria a exercida pelas classes dominantes, todos os costumes, modos de comportamento, por si só essas coisas já identificavam uma pessoa de alto escalão, e poderia se pensar que então a escola dividia seus alunos por classe para que os alunos de classe baixa não tivessem acesso a este ensino, porém era bem o contrário, eles aplicavam o ensino para todos, como os alunos das classes dominantes sempre conheceram aquela linguagem, não teriam problema algum, porém os de classe baixa não entendiam nada e ficavam perdidos até que desistiam, por esta razão que só quem conseguia chegar em um nível mais avançado de ensino fosse os que já pertenciam à classe dominante. Bourdieu principalmente acreditava que todos deveriam ser ensinados na linguagem em que sempre aprenderam, para que tivessem oportunidades iguais.<br><br></div><div>Em 1973, William Pinar, começa a criticar os modelos antigos de currículos, onde reinavam as teorias relacionadas à ideologia, capitalismo, controle, dominação de classe, expondo sua crítica a esse modelo antiquado. Então naquele ponto se dividiram dois grupos, o primeiro utilizava das ideias marxistas para fazer critica a educação e ao currículo e no outro estava o que fazia critica ao currículo tradicional utilizando de estratégias interpretativas de investigação, como fenomenologia e hermenêutica, enfim, qualquer uma delas existia para desafiar os modelos tradicionais.<br><br></div><div>Com isso a concepção contemporânea de fenomenologia teve origem em Edmund Husserl e depois por Heiddeger e Merleau-Ponty, eles consideravam que o ato fenomenológico fundamental consistia em fazer dúvida ao próprio jeito de viver, como se tivesse que desconstruir tudo o que você acha que é certo e achar a verdadeira essência. Foi considerada a mais radical entre as perspectivas, pois ela apresentava um rompimento fundamental com epistemologia tradicional, para a fenomenologia as disciplinas regradas das teorias clássicas serviam como uma segunda ordem, que deveria estar entre parênteses, pois o que importava era a experiência, o mundo vivido, o currículo clássico defende que os alunos devem ter disciplina e aprender os conteúdos técnicos, já o fenomenológico defende o ato de exercer seus conhecimentos no cotidiano assim como critica-los e questiona-los.<br><br></div><div>Também tem a hermenêutica que destaca que um texto pode ter vários significados dependendo do ponto de vista de qualquer um que leia, já o método autobiográfico enfatiza e da liberdade para que cada um faça sua avaliação e detalhe sua vida escolar, para explicar quais foram suas experiências e o que foi realmente levado para a vida cotidiana e até qual o conhecimento formal adquirido. <br><br></div><div>Michael Apple apresenta uma crítica um pouco mais aprofundada, ele procura examinar e dar importância para as duas partes do currículo, o que é passado e como é passado, para ele é importante saber por que o currículo é composto de certos conteúdos e não de outros? Por que esses são essenciais e não outros? Estende-se também ao fato de muitas vezes o currículo ser moldado de acordo com o que a classe dominante acha que deve ser e não com o que realmente é importante aprender. Apple enfatiza que para que aconteça a reprodução social é preciso causar o convencimento da população, porém isso não pode acontecer num processo tranquilo, não se pode conseguir o convencimento sem oposição, conflito e resistência, é assim que se faz a diferença.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-07-11 23:35:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/grupo2ufrgs/nmq6siy4o6d0okgi/wish/652448074</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lucianereis1993</author>
         <link>https://padlet.com/grupo2ufrgs/nmq6siy4o6d0okgi/wish/652452494</link>
         <description><![CDATA[<div> III- AS TEORIAS PÓS-CRITICAS</div><div>  A diversidade cultural é muito comum no mundo contemporâneo, com visíveis manifestações culturais de grupos dominados.</div><div>  O multiculturalismo e o currículo devem ser analisados, pois o multiculturalismo é ambíguo e legítimo de reivindicações de grupos culturais em que são representadas na cultura nacional. Essas culturas são de raças diferentes, não podem terminá-las, pois além de terem culturas diferentes ainda são obrigados a viverem no mesmo espaço.</div><div>  A antropologia contribui para tornar-se aceitável toda cultura humana, sem nenhuma se julgar superior a outra. Devem-se manter respeito e tolerância ao multiculturalismo, porque só existe diferença na aparência, sob tudo há uma mesma humanidade que merece ser respeitada. Esse fato da humanidade comum deveria chamar-se de “humanista” ou “multiculturalismo liberal”. O diferente sempre será criticado, isso deverá ser acabado, por exemplo, o racismo. Acabar com o racismo não é simplesmente combater as expressões linguísticas raciais, mas sim incluir a descriminação racial na saúde, no emprego, na educação, entre outros.</div><div>  O multiculturalismo mostra que a desigualdade na educação e no currículo, é em função de raça, sexualidade e de gênero, que para obter igualdade deverá ser feita no currículo existente, uma modificação substancial. O feminismo também é estendido á educação e currículo, mulheres são vistas como de menor potencial do que os homens, caracterizando desigualdade de gênero.</div><div>  Nos Estados Unidos e Inglaterra surgiu a teoria que unificou os estudos gays e lésbicos, que funcionou como uma declaração política, onde o objetivo é o de complicar a questão de identidade sexual, também da identidade cultural e social. A identidade sexual não é apenas definida pela biologia, ela é como a identidade de gênero, sendo uma construção social e cultural. A heterossexualidade é problematizada pela teoria <em>Queer, </em>pois só é vista como anormal a homossexualidade em que são vistos como um desvio da sexualidade dominante, hemôgenica(normal).</div><div>  A autora Deborah Britzman, propõe uma pedagogia <em>queer</em> para estimular a sexualidade no currículo exista uma atitude de respeito ou tolerância à identidade homossexual, com uma abordagem terapêutica, tratando individualmente do preconceito e da discriminação.</div><div>  O modernismo na literatura e nas artes é caracterizado pela pureza e abstração, possui importantes implicações curriculares. A educação em que conhecemos hoje tem o objetivo de transmitir o conhecimento científico, em formar seres humanos racionais e autônomos e em transformar cidadãos da moderna democracia representativa. O sujeito moderno é centrado e guiado unicamente por sua razão e sua racionalidade, é unitário, não aceitando divisões ou contradições.</div><div>  No pós-modernismo, o sujeito não pensa, fala e produz, ele não é o centro da ação social. O sujeito moderno é uma ficção. O pós-modernismo privilegia a mistura de culturas e estilos de vida. O currículo existente e o pós-moderno possuem incompatibilidade, o existente destaca o sujeito racional, centrado e autônomo da modernidade. Já o problema da pós-modernidade é a própria teoria do currículo que é colocada sob suspeita.</div><div>  O pós-modernismo acaba com qualquer vanguardismo, assinalando o fim da pedagogia crítica.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-07-11 23:57:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/grupo2ufrgs/nmq6siy4o6d0okgi/wish/652452494</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>julia33021548</author>
         <link>https://padlet.com/grupo2ufrgs/nmq6siy4o6d0okgi/wish/652455998</link>
         <description><![CDATA[<div>IV. DEPOIS DAS TEORIAS CRÍTICAS E PÓS-CRÍTICAS<br><br></div><div>A separação entre uma teoria crítica e uma teoria pós-crítica do currículo é descrita como uma análise materialista (marxista) para a primeira e uma análise textualista para a segunda. A teoria pós-crítica procura entender os processos de dominação de maneira mais completa e complexa também, pois focaliza em farias questões como etnia, relações de gênero, sexualidade e raça, nos apresentando um mapa social bem mais complexo, enquanto a teoria crítica focava mais em relação a dominância das classes sociais em geral, porém para a contemporaneidade acaba se tornando muito genérico e superficial. <br><br></div><div>A teoria pós-crítica apareceu para explicar e questionar várias lacunas que a teoria crítica não explicou, porém não se pode ignorar as teorias críticas, pois as relações sociais de dominâncias não desapareceram de uma hora para outra, elas ainda estão presentes e mais evidentes que nunca. Enquanto a pós-crítica nos ensina que o poder está em toda a parte e é desigual, a teoria crítica ensina que existem vários tipos de poder, uns mais perigosos que outros. Mas não se pode negar que ambas nos ensinam que o currículo é uma questão de saber, identidade e poder.<br><br></div><div>As teorias críticas ensinam que é através da formação da consciência que o currículo coopera para refletir a estrutura da sociedade capitalista. O desenvolvimento da consciência, dominante e dominada, é definido pela gramática social do currículo. Para as teorias pós-críticas o poder é algo descentrado, não está conexo exclusivamente ao estado, e sim que está presente por toda a organização social, para essa teoria o poder é ampliado para incluir os processos de dominação centrado em questões de raça, etnia, gênero e sexualidade.<br><br></div><div>Depois de examinar as teorias críticas e pós-críticas não podemos considerar que o currículo é simplesmente uma listagem de normas e deveres como as teorias tradicionais ensinavam e sim saber que currículo é documento de identidade, o curriculum vitae é nossa autobiografia, nossa vida.<br><br>SILVA, Tomaz Tadeu da. <strong>Documentos de Identidades</strong>: uma introdução às teorias do currículo. 3 ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2015 </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-07-12 00:15:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/grupo2ufrgs/nmq6siy4o6d0okgi/wish/652455998</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>carlinhaoliveir91</author>
         <link>https://padlet.com/grupo2ufrgs/nmq6siy4o6d0okgi/wish/652666820</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro de Tomaz Tadeu da Silva vem abranger os métodos de compreensão das mudanças sobre as teorias curriculares, aplicando discussões das teorias tendo como objetivo agregar mais conhecimento e descobertas sobre os métodos de ensino critico e pós critico.</div><div>Esta é uma obra que vem para analise geral das teorias, onde se analisa o reforço que a teoria é aplicada e entendida.</div><div>Nos dias atuais há grandes modificações, mas muitas teorias antigas ainda persistem no processo ensino aprendizagem, pois tem como finalidade a organização dos conteúdos tratados.</div><div>Este livro traz diferentes teorias diagnosticadas por diferentes estudos, onde realizaram a analise do campo curricular com diferentes teorias.</div><div>O livro faz o questionamento do que se trata o currículo como é desenvolvido, suas teorias e o que diferencia.</div><div>Teorias tradicionais e as teorias críticas.</div><div>O inicio dos estudos tiveram sua origem nos Estados Unidos, onde se abriram duas convergências. Um método conservador, com Bobbitt, que idealizava uma ideia de trabalhar a educação com o método industrial, onde buscou o método como modelo  utilizado do Frederick Taylor.</div><div> Bobbitt ainda analisou as teorias de  Ralph Tyler e do  John Dewey.  Ralph tinha a idéia de organizar, desenvolver o currículo e o John defendia a ideia de construir, uma democracia liberal e acreditava na ideia dos mais novos.</div><div>Nos anos 60 aconteceram modificações, onde se iniciou as criticas sobre os métodos tradicionais aplicados, onde acabou tendo uma grande reviravolta sobre as teorias aplicadas.</div><div>A teoria critica vieram e ficaram e a cada ano nos mostra métodos que fazem com que busque por novos entendimentos e a teoria tradicional é a aceitação sem questionamentos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-07-12 16:34:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/grupo2ufrgs/nmq6siy4o6d0okgi/wish/652666820</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
