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      <title>PAINEL COLETIVO DE HISTÓRIA GERAL by Michel Farah Valverde</title>
      <link>https://padlet.com/michelfarah/nliaskfndbckoh9k</link>
      <description>Reunião de pesquisas e produções sobre temas da História Geral, feitas pelos estudantes da EE Hélio Del Cistia.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-16 21:59:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>características importantes da organização política e econômica do estado nacional (Espanha)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/michelfarah/nliaskfndbckoh9k/wish/3180359225</link>
         <description><![CDATA[<p>A organização política e econômica da Espanha, como Estado nacional, possui várias características importantes. A seguir, destaco as principais:</p><p><br></p><p>Política:</p><p><br></p><p>1. Monarquia Parlamentarista: A Espanha é uma monarquia constitucional, onde o rei é o chefe de Estado, mas seu poder é majoritariamente simbólico. O poder político é exercido pelo governo, chefiado pelo primeiro-ministro.</p><p><br></p><p><br></p><p>2. Divisão de Poderes: O poder é dividido em três ramos:</p><p><br></p><p>Executivo: Com o primeiro-ministro (Presidente do Governo) como líder, nomeado pelo monarca após ser aprovado pelo Congresso.</p><p><br></p><p>Legislativo: O parlamento espanhol, chamado de Cortes Generales, é bicameral, composto pelo Congresso dos Deputados e pelo Senado. Ele tem a função de criar leis e supervisionar o governo.</p><p><br></p><p>Judiciário: Independente, garante a aplicação das leis. O Tribunal Constitucional e o Tribunal Supremo são os órgãos mais altos.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>3. Autonomias Regionais: A Espanha é formada por 17 comunidades autônomas e duas cidades autônomas, com suas próprias instituições de governo e um grau considerável de autogestão, especialmente nas áreas de educação, saúde e cultura. Isso reflete o caráter plurinacional do Estado espanhol.</p><p><br></p><p><br></p><p>4. Partidos Políticos: O sistema multipartidário da Espanha inclui partidos de alcance nacional, como o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) e o Partido Popular (PP), além de partidos regionais que representam interesses específicos das comunidades autônomas, como o Partido Nacionalista Basco (PNV) e a Esquerda Republicana da Catalunha (ERC).</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>Econômica:</p><p><br></p><p>1. Membro da União Europeia: A Espanha é parte da União Europeia (UE) e usa o euro como moeda oficial. Isso significa que o país adota políticas econômicas em conformidade com as diretrizes da UE, incluindo a política monetária administrada pelo Banco Central Europeu.</p><p><br></p><p><br></p><p>2. Economia Diversificada: A Espanha possui uma economia diversificada, com setores importantes como o turismo, a indústria automobilística, a agricultura (especialmente azeite e vinho), e a manufatura. O turismo é particularmente relevante, representando uma grande parte do PIB.</p><p><br></p><p><br></p><p>3. Política de Bem-estar Social: A Espanha tem um estado de bem-estar social relativamente desenvolvido, com serviços públicos gratuitos ou subsidiados, como saúde e educação, além de sistemas de previdência social e seguro-desemprego.</p><p><br></p><p><br></p><p>4. Desafios Econômicos: Apesar de sua recuperação econômica após a crise de 2008, a Espanha enfrenta desafios como o desemprego, especialmente entre jovens, a precarização do trabalho e as disparidades regionais em termos de desenvolvimento econômico.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>Essas características são centrais para entender o funcionamento da Espanha enquanto Estado nacional e suas inte</p><p>rações tanto internas quanto externas.</p><p><br></p><p>Ana Beatriz F, Kerollyn, Raquel, Bianca, Mariana C, Larissa Arruda. 2B</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-21 23:39:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo A: Anna Júlia - Ana Laura - Gabriel R. - Lucas - Isabela - Laís - Lucas - Pedro - Yuri</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> Eram autossuficientes (política,social e econômica), Leis e organizações próprias. Incentivou a propriedade privada, tinha complexidade social .</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-21 23:41:13 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo A: Anna Júlia - Ana Laura - Gabriel R. - Lucas - Isabela - Laís - Lucas - Pedro - Yuri</title>
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         <description><![CDATA[<p>Império Romano</p><p> </p><p>O controle das províncias era feito por romanos, politeísta, governo tinha cargo vitalício. A extensão territorial obtida por conquistar ou golpes militares.</p><p><br/></p><p>República Romana</p><p>Com a sua chegada, o Rei é o poder e se dividem os Cônsules, tribunais de plebe.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-21 23:44:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <pubDate>2024-10-21 23:49:12 UTC</pubDate>
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         <title>Roma imperial</title>
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         <pubDate>2024-10-21 23:49:41 UTC</pubDate>
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         <title>República romana </title>
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         <pubDate>2024-10-21 23:50:05 UTC</pubDate>
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         <title>Roma Imperial </title>
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         <pubDate>2024-10-22 00:01:17 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Flávia, Anni e Gabriela 2C</title>
         <author>michelfarah</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Pólis Grega (atenas democrática)</strong></p><p><strong>A organização política de Atenas era uma democracia&nbsp; direta considerada uma das primeiras da história.&nbsp; Essa organização política evolui ao longo do tempo especialmente sobre a liderança de figuras como So'Lon, Clístenes e Péricles.</strong></p><ul><li><p><strong>Embora fosse uma democracia, os escravos, as mulheres e os estrangeiros(metecos) eram excluídos e apenas homens nascidos em Atenas podiam participar.&nbsp;</strong></p></li><li><p><strong>Seus principais aspectos eram:Eclésia, Bulé, Arcontes, Helieia e Estrangeiros.&nbsp;</strong></p></li></ul><p><br><br></p><ul><li><p><strong>Eclésia: É uma assembleia de todos os cidadãos Atenienses&nbsp; ( Homens Livres), onde se discutem e decidem questões políticas, leis e guerras. Todos os cidadãos podem votar diretamente nas decisões.&nbsp;</strong></p></li><li><p><strong>Bulé: Foi conselho com 500 membros,&nbsp; sorteados entre cidadãos, que preparam leis e organizava&nbsp; as decisões para Eclésia.&nbsp; Sua função era mais para a administrativa.&nbsp;</strong></p></li><li><p><strong>Arcontes: Eram os magistrados que ocupavam o cargo de liderança,&nbsp; também sorteados entre os cidadãos,&nbsp; responsáveis por diferentes áreas da cidade, como região e justiça.</strong></p></li><li><p><strong>Hélieia: Eram os tribunais compostos por jurados sorteados,&nbsp; que julgavam crimes e questões legais.</strong></p></li><li><p><strong>Estratégicos: Eram os generais anualmente, que comandavam&nbsp; o exército e tinha grande influência política,&nbsp; como o famoso Péricles.</strong></p></li></ul><p><strong>&nbsp;Como as figuras de liderança puderam colaborar?</strong></p><ul><li><p><strong><em>Sólon</em>: contribuiu implementando reformas que limitaram o poder de aristocracia e aumentou a participação popular.&nbsp;</strong></p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Suas três principais contribuições políticas incluem:</strong></p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Correção de novas classes sociais:</p></li></ul><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Essa criação é baseada na renda, permitindo que os cidadãos fiquem mais ricos, mas não aristocratas tivessem acesso a cargos políticos.</p><ul><li><p>Fundação do conselho dos quatrocentos</p></li></ul><p>Um órgão que preparava leis e permitia mais movimento popular nas decisões políticas.&nbsp;</p><ul><li><p>Fim da escravidão por dívidas</p></li></ul><p>Reduzindo a desigualdade social estabilizando a sociedade ateniense.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Clístenes:Reformador ateniense do final do século VI a.C, cujas reformas foram cruciais para o desenvolvimento da democracia ateniense.&nbsp;</strong></p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Suas principais contribuições políticas incluem:</strong></p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Reorganização das tribos</p></li></ul><p>Clístenes dividiu a população de Atenas em 10 novas tribos, &nbsp;baseadas na residência geográfica, não na linguagem, enfraquecendo o poder de aristocracia e promovendo maior idade entre dois cidadãos.</p><ul><li><p>Criação da assembleia e do conselho de quientos</p></li></ul><p>Essa assembleia ganhou mais poder, com todos os cidadãos livres podendo votar nas decisões, e o conselho do Quientos organizava as questões a serem debatidas pela Assembleia.&nbsp;</p><ul><li><p>Introdução do ostracismo&nbsp;</p></li></ul><p>Um mecanismo para evitar a tirania, permitindo que a Assembleia exilasse, por voto, qualquer cidadão considerado ameaça à democracia.&nbsp;</p><ul><li><p><strong>O “ século de Péricles”: Foi um período para Atenas liderado por Péricles, um importante estadista e estrago ateniense. No decorrer do período, a cidade atingiu o auge de seu poder político, cultural e econômico.</strong></p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Suas quatro principais contribuições políticas incluem:</strong></p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Fortalecimento da democracia</strong>&nbsp;</p></li></ul><p>Ele ampliou a participação popular no governo, introduzindo o pagamento por serviços públicos, o que permitiu que cidadãos mais pobres participassem da política.</p><ul><li><p><strong>Democracia direita</strong>&nbsp;</p></li></ul><p>Ele reforçou a cidadania ativa, com os cidadãos atenienses participando diretamente nas decisões políticas por meio da Assembléia e Tribunais populares.</p><ul><li><p><strong>Expansão imperial</strong>&nbsp;</p></li></ul><p>Sob uma comanda de Péricles, Atenas usou a Liga Delos para fortalecer seu império, aumentando seu poder militar e econômico.&nbsp;</p><ul><li><p><strong>Estabilidade política</strong></p></li></ul><p>Péricles promoveu um governo estável , resistentes a golpes internacionais, e manteve Atenas preparada para inimigos externos, comoesparta .</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-22 20:28:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Kauê, Yuji, Denilson, Gustavo Almeida, Ludmila (2°C)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/michelfarah/nliaskfndbckoh9k/wish/3182346903</link>
         <description><![CDATA[<p>A monarquia absolutista foi um sistema político que vigorou na Europa entre os séculos XVI e XIX, sendo caracterizado pela concentração de poder nas mãos do monarca. Na França e na Inglaterra, o absolutismo se manisfesta de formas diferentes:</p><p>*França*: O absolutismo na França ocorreu após a vitória na guerra dos cem anos (1337-1453), que fortaleceu o nacionalismo e a autoridade real. Luiz XIV Durante o seu longo reinado, que na prática exerceu de 1661 a 1715 (54 anos), reorganizou e equipou o exército francês, tornando-o o mais poderoso da Europa) </p><p>*Inglaterra* : O absolutismo inglês se fortaleceu após a guerra dos cem anos e a guerra das duas rosas(1455-1485).</p><p>O rei era o administrador supremo, chefe de exército, representante de Deus em seu domínio, com poderes de legislador, juiz e executor. Durante essa época, o Anglicanismo foi criado pelo Rei da Inglaterra Henrique VIII. Ele surgiu no século XVI após a insatisfação do rei com algumas decisões tomadas pela Igreja Católica no século. Outra figura muito importante durante a monarquia, foi a Rainha Elizabeth I, adotando uma política mercantilista e associando-se a corsários, o seu governo contribuiu para que a Inglaterra se tornasse uma grande potência econômica e naval.</p><p><br/></p><p>Algumas características da monarquia absolutista são: O monarca era o único a ditar as regras na gestão pública.</p><p>- As leis impostas pelo monarca não podiam ser revogadas ou questionadas</p><p>- O monarca tinha. Ao controle absoluto sobre o país.</p><p>- O monarca tinha o poder de criar impostos, determinar e impor as leis, garantir a segurança do reino, sufocar rebeliões  e revoltas e impedir invasões e ataque estrangeiros.</p><p>Outra característica importante das monarquias é o fato de a sucessão na maioria delas ser hereditária, isto é, passando de pai/mãe para filho/filha.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-22 21:07:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo:Julia Drey-Rafael pazzini-Fellype Jesus - Marcos Vinicius </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/michelfarah/nliaskfndbckoh9k/wish/3184430694</link>
         <description><![CDATA[<p>Portugal e Espanha nos séculos XIV a XVI, abordando os principais eventos e características:</p><p><br/></p><p>Portugal (Séculos XIV a XVI)</p><p><br/></p><p>Crise de 1383-1385: Disputa dinástica levou à independência de Portugal e ao início da dinastia de Avis com D. João I.</p><p><br/></p><p>Expansão Marítima: Portugal iniciou as grandes navegações, lideradas por figuras como Infante D. Henrique. Descoberta do caminho marítimo para a Índia (Vasco da Gama, 1498) e do Brasil (Pedro Álvares Cabral, 1500).</p><p><br/></p><p>Economia: Riqueza advinda do comércio de especiarias, ouro e escravos. Desenvolvimento de feitorias comerciais ao longo da costa africana e da Ásia.</p><p><br/></p><p>Reforma e Contrarreforma: Portugal seguiu o catolicismo, apoiando a Contrarreforma e reprimindo o protestantismo.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Espanha (Séculos XIV a XVI)</p><p><br/></p><p>Unificação dos Reinos: O casamento de Isabel de Castela e Fernando de Aragão (1479) unificou os dois principais reinos espanhóis, formando a base da Espanha moderna.</p><p><br/></p><p>Reconquista: Em 1492, os Reis Católicos tomaram Granada, finalizando a expulsão dos muçulmanos da Península Ibérica.</p><p><br/></p><p>Expansão Colonial: Cristóvão Colombo descobriu a América (1492). Espanha colonizou grande parte do continente americano, resultando em um vasto império.</p><p><br/></p><p>Inquisição Espanhola: Tribunal religioso usado para combater heresias e impor a unidade católica.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Tópicos Resumidos</p><p><br/></p><p>Portugal: Crise dinástica, expansão marítima, comércio de especiarias, defesa do catolicismo.</p><p><br/></p><p>Espanha: Unificação, Reconquista, descobrimento da América, Inquisição.```</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-23 21:05:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2° C - Ana Laura, Beatriz Souza, Gustavo Acuyo e Vitória Talyta.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/michelfarah/nliaskfndbckoh9k/wish/3184451086</link>
         <description><![CDATA[<p><em><mark>Roma Republicana (509 a.C. - 27 a.C.)</mark></em></p><p><br/></p><p><strong>1. Fundação da República (509 a.C.):</strong></p><p>   - Fim da monarquia, criação do Senado e magistraturas.</p><p><br/></p><p><strong>2. Lutas de Classes:</strong></p><p>   - Conflito entre patrícios e plebeus, surgimento do Tribunato da plebe e das Leis das Doze Tábuas.</p><p><br/></p><p><strong>3. Expansão Territorial:</strong></p><p>   - Conquista da Península Itálica e vitórias nas Guerras Púnicas contra Cartago.</p><p><br/></p><p><strong>4. Crise da República:</strong></p><p>   - Reformas agrárias dos irmãos Graco, Guerras Civis, ascensão e morte de Júlio César.</p><p><br/></p><p><strong>5. Fim da República:</strong></p><p>   - Vitória de Otaviano em Áccio, início do Império com Augusto (27 a.C.).</p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p><em><mark>Roma Imperial (27 a.C. - 476 d.C.)</mark></em></p><p><br/></p><p><strong>1. Principado de Augusto (27 a.C. - 14 d.C.):</strong></p><p>   - Centralização do poder, reformas e Pax Romana.</p><p><br/></p><p><strong>2. Dinastias Imperiais:</strong></p><p>   - Julio-Claudiana, Flaviana, Antonina, e crise política na dinastia Severa.</p><p><br/></p><p><strong>3. Expansão e Consolidação do Império:</strong></p><p>   - Expansão máxima com Trajano, fortificação das fronteiras.</p><p><br/></p><p><strong>4. Crise do Século III:</strong></p><p>   - Instabilidade interna e invasões externas.</p><p><br/></p><p><strong>5. Reformas de Diocleciano (284-305 d.C.):</strong></p><p>   - Divisão do Império com a Tetrarquia.</p><p><br/></p><p>6<strong>. Ascensão do Cristianismo</strong>:</p><p>   - Legalização e oficialização do Cristianismo.</p><p><br/></p><p><strong>7. Queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C.):</strong></p><p>   - Invasões bárbaras e deposição de Rômulo Augústulo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-23 21:30:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A sociedade feudal, predominante na Europa durante a Idade Média (séculos IX a XV), era estruturada de forma rígida e estamental, com pouca mobilidade social entre os grupos. Dividia-se principalmente em três classes: a nobreza, o clero e os servos (ou povo). Cada grupo tinha papéis específicos e obrigações distintas dentro desse sistema econômico e social.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>1. Nobreza: A elite feudal incluía reis, senhores e cavaleiros, que detinham terras e poder político. A relação entre senhores feudais e vassalos era fundamentada em juramentos de lealdade, onde o vassalo recebia terras (feudos) em troca de serviços militares e proteção ao senhor. Os nobres não pagavam impostos e eram responsáveis pela administração local, exercendo controle sobre os camponeses que trabalhavam em suas terras.</p><p><br/></p><p>2. Clero: A Igreja Católica tinha uma influência significativa e possuía vastas extensões de terra, atuando como autoridade espiritual e social. O clero dividia-se entre o alto clero (bispos e abades) e o baixo clero (padres e monges). Além do controle ideológico, também tinham privilégios fiscais e recebiam o dízimo (um imposto cobrado sobre a produção dos servos), o que sustentava suas atividades religiosas e políticas.</p><p><br/></p><p>3. Servos e Vilões: A maioria da população feudal era composta por camponeses e trabalhadores rurais. Os servos estavam presos à terra, trabalhando em troca de proteção do senhor e pagando tributos em produtos ou serviços. Já os vilões, embora fossem homens livres, também deviam obrigações aos senhores feudais. Essa base social produzia o sustento de toda a sociedade feudal, mas tinha pouca ou nenhuma possibilidade de ascensão social.</p><p><br/></p><p>A economia feudal era essencialmente agrária, com baixa circulação de moedas e um comércio limitado, o que fortaleceu as relações de dependência entre nobres e servos. Com o tempo, fatores como o crescimento das cidades, o desenvolvimento do comércio e o surgimento da burguesia impulsionaram a transição para uma economia de trabalho assalariado e o enfraquecimento do sistema feudal a partir do século XIII.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 23:34:15 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo f, gabriel f, marcos, hiago, ryan e erik</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 23:34:58 UTC</pubDate>
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         <title>Monarquia Absolutista</title>
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         <description><![CDATA[<p>Nomes: Umberto Carlos, Kaiki Vinicius, Jorge Fernado e Isaac Silveira</p><p><br/></p><p>MONARQUIA ABSOLUTISTA</p><p>A monarquia absolutista foi uma forma de governo consolidada na Europa entre os séculos XVI e XVIII, em que o rei possuía controle quase total sobre o Estado, geralmente justificado pela ideia de "direito divino dos reis", que afirmava que o poder do monarca vinha diretamente de Deus. Na França e na Inglaterra, essa forma de governo teve características e desfechos distintos:</p><p><br/></p><p><strong><em>Monarquia Absolutista na França</em></strong></p><p><br/></p><p>Na França, a monarquia absolutista teve seu auge no reinado de Luís XIV (1643-1715), conhecido como o "Rei Sol". Ele centralizou o poder em suas mãos, retirando autoridade da nobreza e estabelecendo uma burocracia eficiente que permitia o controle direto das províncias. Luís XIV construiu o Palácio de Versalhes, que simbolizava a opulência e o poder real, onde ele mantinha a nobreza sob vigilância, garantindo sua lealdade. O rei francês se tornava uma figura quase divina, com o lema "O Estado sou eu". No entanto, o custo elevado de suas políticas e guerras gerou uma crise financeira no século XVIII, que ajudou a levar à Revolução Francesa.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong><em>Monarquia Absolutista na Inglaterra</em></strong></p><p><br/></p><p>Na Inglaterra, o absolutismo foi desafiado e acabou sendo superado. A tentativa de estabelecer uma monarquia absolutista foi protagonizada principalmente pelos reis da dinastia Stuart, como Carlos I. Este tentou governar sem o Parlamento, controlando as finanças e impondo impostos, o que gerou atritos com a população e os parlamentares. Essa tensão culminou na Guerra Civil Inglesa (1642-1651), na qual o Parlamento, liderado por Oliver Cromwell, derrotou as forças reais, levando à execução de Carlos I em 1649. A monarquia foi temporariamente abolida, e a Inglaterra tornou-se uma república. Embora a monarquia fosse restaurada em 1660, as limitações ao poder do rei se mantiveram, e, com a Revolução Gloriosa de 1688, uma monarquia parlamentar foi consolidada, onde o poder do monarca era subordinado ao Parlamento.</p><p>Assim, enquanto a França fortaleceu seu absolutismo, a Inglaterra seguiu rumo a um modelo de monarquia constitucional, em que o poder do rei era limitado e a autoridade legislativa cabia ao Parlamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 23:36:20 UTC</pubDate>
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         <title>2B</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 23:44:55 UTC</pubDate>
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