<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>resistência na arte by Miguel Faria Att</title>
      <link>https://padlet.com/miguelfaria_10/nldk75lh4p9o</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-06-08 08:19:16 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-03 11:47:34 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-assets.s3.amazonaws.com/icons/Moderncam.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Resistência Nas artes plast</title>
         <author>miguelfaria_10</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfaria_10/nldk75lh4p9o/wish/175688028</link>
         <description><![CDATA[<div>Arlindo Vicente - pintor -&nbsp;<br>Desde muito novo que demonstra grande capacidade para o desenho. Ao longo de toda a sua vida nunca esquece o gosto pela sua arte.<br>Personalidade multifacetada, advogado, pintor autodidata, militante antifascista e declarado opositor ao Regime do Estado&nbsp;novo, Arlindo Vicente destaca-se de modo particular no panorama político e cultural português entre as décadas de 1930 e 1950.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/79183824/1e51043e7761e3a6c9313c38e9262373/gypsies_partying_english_school.jpg" />
         <pubDate>2017-06-08 08:20:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miguelfaria_10/nldk75lh4p9o/wish/175688028</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Residência na Musica</title>
         <author>miguelfaria_10</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfaria_10/nldk75lh4p9o/wish/175692694</link>
         <description><![CDATA[<div>Zeca Afonso - música - Nasceu no dia 2 de Agosto de 1929, na Freguesia de Gloria l, em Aveiro, filho de José Nepomuceno Afonso dos Santos, juiz, natural do Fundão, e de sua mulher Maria das Dores Dantas Cerqueira, professora primária, de Ponte de Lima</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.pt/search?ei=ORM5WYOBI8H-UMLsodgM&amp;q=zeca+afonso+grandola&amp;oq=zeca+afonso+grand&amp;gs_l=mobile-gws-serp.1.0.0l5.171.2164.0.2216.6.4.0.0.0.0.688.1109.0j1j1j5-1.3.0....0...1.1j4.64.mobile-gws-serp..3.3.1105...35i39k1j0i67k1.KH_F9niELWs" />
         <pubDate>2017-06-08 08:50:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miguelfaria_10/nldk75lh4p9o/wish/175692694</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Resistência na literatura</title>
         <author>miguelfaria_10</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfaria_10/nldk75lh4p9o/wish/175781296</link>
         <description><![CDATA[<div>Manuel Fonseca - escritor<br>Nasceu a 15 de outubro de 1911 em Santiago do Cacém, Portugal.<br>Escritor, poeta, contista, romancista e cronista.<br>Estudou em Lisboa. <br>Poema: <br><strong>OS OLHOS DO POETA</strong></div><div><strong><br></strong>O poeta tem olhos de água para reflectirem todas as cores do mundo,<br>e as formas e as proporções exactas, mesmo das coisas que desconhecem.<br>Em seu olhar estão as distâncias sem mistério que há entre as estrelas,<br>e estão as estrelas luzindo na penumbra dos bairros da miséria,<br>com as silhuetas escuras dos meninos vadios esguedelhados ao vento.<br>Em seu olhar estão as neves eternas dos Himalaias vencidos<br>e as rugas maceradas das mães que perderam os filhos na luta entre as pátrias<br>e o movimento ululante das cidades marítimas onde se falam todas as línguas da Terra<br>e o gesto desolado dos homens que voltam ao lar com as mãos vazias e calejadas<br>e a luz do deserto incandescente e trémula, e os gelos dos pólos, brancos, brancos,<br>e a sombra das pálpebras sobre o rosto das noivas que não noivaram<br>e os tesouros dos oceanos desvendados maravilhando como contos de fada à hora da infância<br>e os trapos negros das mulheres dos pescadores esvoaçando como bandeiras aflitas<br>e correndo pela costa de mãos jogadas prò mar amaldiçoando a tempestade:<br>‑ todas as cores, todas as formas do mundo se agitam nos olhos do poeta.<br>Do seu olhar, que é um farol erguido no alto de um promontório,<br>sai uma estrela voando nas trevas,<br>tocando de esperança o coração dos homens de todas as latitudes.<br>E os dias claros, inundados de vida, perdem o brilho nos olhos do poeta<br>que escreve poemas de revolta com tinta de sol na noite de angústia que pesa no mundo.</div><div><br></div><div>                </div><div><br></div><div>Manuel da Fonseca, “Rosa dos Ventos”<em> </em>(1940)<br>in <em>Obra Poética</em>, Lisboa, Editorial Caminho, 1984, 7ª ed. revista pelo autor.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/prod/79183824/7f1ff254955d501166957fa652188155/_20170609_084856.jpg" />
         <pubDate>2017-06-08 18:28:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miguelfaria_10/nldk75lh4p9o/wish/175781296</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grândola vila morena</title>
         <author>miguelfaria_10</author>
         <link>https://padlet.com/miguelfaria_10/nldk75lh4p9o/wish/175842578</link>
         <description><![CDATA[<pre>Grândola, vila morena,
Terra da fraternidade,
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade.

Dentro de ti, ó cidade,
O povo é quem mais ordena,
Terra da fraternidade,
Grândola, vila morena.

Em cada esquina um amigo,
Em cada rosto igualdade,
Grândola, vila morena,
Terra da fraternidade.

Terra da fraternidade,
Grândola, vila morena,
Em cada rosto igualdade,
O povo’é quem mais ordena.

À sombra duma azinheira,
Que já não sabia a idade,
Jurei ter por companheira,
Grândola’a tua vontade.

Grândola’a tua vontade
Jurei ter por companheira,
À sombra duma azinheira,
Que já não sabia a idade.</pre><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-06-09 08:02:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/miguelfaria_10/nldk75lh4p9o/wish/175842578</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
