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      <title>Ser Diretor de Turma  by Artur Matos</title>
      <link>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt</link>
      <description>Contar com a Biblioteca Escolar</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-28 23:52:53 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-06-27 18:36:42 UTC</lastBuildDate>
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         <title>SOBRE A OFICINA DE FORMAÇÃO</title>
         <author>arturmatos</author>
         <link>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt/wish/225453670</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>SER DIRETOR DE TURMA - Contar com a Biblioteca Escolar</strong><br><br>Oficina de Formação promovida pelo <a href="http://www.cfaevr.org/">CFAE - Vila Real</a>.<br><strong>Formadora: </strong>Rosário Caldeira<br><strong>Grupo de Trabalho:</strong> Todos os trabalhos de grupo foram realizados em parceria com&nbsp; a colega Palmira Eira (<a href="mailto:palmira.cristino@gmail.com">palmira.cristino@gmail.com</a>).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/257711540/14580ad998d9cb0443993b2a17053cc5/Apresenta__o_da_oficina.pdf" />
         <pubDate>2018-01-29 00:02:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt/wish/225453670</guid>
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         <title>SESSÃO DE TRABALHO 01 (Presencial) - 25-01-2018</title>
         <author>arturmatos</author>
         <link>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt/wish/225454416</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Objetivos da Sessão:</strong></div><ol><li>Mobilizar os docentes responsáveis pela coordenação e gestão pedagógica intermédia das escolas para o valor e o impacto da leitura e das novas literacias no percurso educativo e escolar dos alunos;</li><li>Refletir sobre o papel das bibliotecas escolares como espaços inovadores de aprendizagem e formação no domínio da leitura e das literacias e infraestruturas básicas de apoio ao currículo.</li></ol><div><br><strong>TAREFA 1 (grupo): Análise de um Plano de grupo/turma e resposta ao questionário:</strong></div><div>Foi pedido que, em grupo, respondêssemos a um questionário: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfkd-Ui_q9zuezo5bhtvAtF2komRP4xdTds5eQvlwUbPZVaag/viewform">https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfkd-Ui_q9zuezo5bhtvAtF2komRP4xdTds5eQvlwUbPZVaag/viewform</a>&nbsp;</div><div>Todas as respostas foram compiladas e daí resultou uma análise dos planos de turma apresentados por todos os formandos (respostas no documento em baixo).&nbsp; <br>O questionário colocava, essencialmente, questões destinadas a aferir se estes planos contemplavam a interdisciplinariadade, a utilização da BE como parceira numa estratégia de sucesso e a&nbsp; promoção de práticas de rotina de pesquisa e seleção de informação.<br><br><strong>TAREFA 2 (individual): Comentários aos pontos 4 e 7 do questionário:<br></strong>Após análise às respostas do questionário, optei por comentar os pontos 4 e 7 do mesmo. A resposta foi submetida no fórum 2. Segue a respetiva transcrição:<strong><br><br></strong><em>Relativamente ao </em><strong><em>ponto 4</em></strong><em>, no que concerne à forma como a interdisciplinaridade e a articulação curricular são promovidas, sou pouco crédulo, e temo que boa parte das estratégias apresentadas não passem do papel. Temos um ensino de estrutura disciplinar, e um </em><strong><em>espaço</em></strong><em> e </em><strong><em>tempo </em></strong><em>escolar organizado nesse mesmo sentido. Temos professores formados em práticas já ancestrais de disciplinaridade - as coisas funcionam desta forma, pelo menos desde o Iluminismo. Por inerência destes factos será sempre muito difícil levar a cabo uma real interdisciplinaridade. Digo-o com algum conhecimento de causa, não só arvorado na minha experiência de mais de 20 anos de ensino, mas também no estudo que fiz em 2006, no âmbito da minha tese de mestrado, que grosso modo versava sobre o assunto. A interdisciplinaridade talvez possa funcionar relativamente bem, em alguns ciclos de ensino, com um grupo de professores bem-intencionados. Mas mesmo assim, será tão só um momento, pois a verdadeira interdisciplinaridade só é possível numa lógica educacional de estrutura e conceito completamente diferente daquele que efetivamente vigora. &nbsp;<br><br>Em meados do século XX, mais propriamente nos anos 60, foram feitas tentativas, defendidos princípios e conceitos interdisciplinares arvorados na forma como o conhecimento estava organizado, por exemplo, na Grécia antiga. Edgar Morin terá sido um dos seus principais defensores. Para além de experiências pontuais, o conservadorismo, a defesa de interesses pessoais, institucionais, económicos e mesmo governamentais, sempre deixou cair por terra a boa intenção. E fomos formando pessoas, na exata lógica em que nós fomos formados, e por inerência, a sala de aula foi o palco inabalável do nosso saber, lugar onde do alto da nossa cátedra ensinávamos aos nossos alunos as lógicas, regras e conceitos da nossa área disciplinar. Até aos anos 80 as coisas foram correndo de feição, com a “escola para todos” e a economia a avançar em ritmo fulminante. Os problemas começaram já na segunda metade dos 90’s e sobretudo com o novo milénio.<br><br>Entretanto a escola manteve-se firme e à margem de todas as transformações sociais, económicas e sobretudo comunicacionais que então se operavam. Assim, com políticas erráticas e a prazo, com o nosso medo de invadirmos a cátedra alheia, com metas curriculares muitas vezes estapafúrdias, exames que parecem querer dar sentido ao sucesso que uma sociedade híper-materialista aspira, chegamos à segunda década do séc. XXI, ainda crentes de querer ensinar aos alunos aquilo que há muito eles já não querem aprender. O desfasamento é notório e na equação vai-se culpando tudo e todos.<br><br>O mundo mudou de forma acelerada, nos últimos 20 ou 30 anos e a Internet contribuiu em larga medida para o processo. Hoje a informação circula de forma global e está em permanente mutação e reformulação. Existem no mesmo espaço cibernético o que é válido e o que não vale nada, as causas mais justas e as mais injustas, a informação fidedigna e as falsas verdades, as notícias credíveis e as falsas notícias (fake news).<br></em><br></div><div><em>Em suma, vivemos num tempo novo com uma escola velha (embora, por vezes, as paredes sejam novas). E isto leva-me a comentar a segunda questão: <br><br></em><strong><em>“7 - São promovidas práticas de rotina de pesquisa e seleção de informação?”</em></strong><em> Cerca de 94% dos Planos de Turma (PT) dizem que sim. Temo também neste aspeto ter uma visão particularmente pessimista e em completo desacordo com as conclusões a que esta amostra de PT parecem dar resposta positiva.<br></em><br></div><div><em>Chegamos ao busílis da questão. Onde está a informação? como analisamos essa informação? Quem a valida? E, mais importante, como transformamos isto tudo em conhecimento?<br></em><br></div><div><em>A nossa escola, ainda essencialmente, e diga-se, estranhamente baseada em manuais escolares, não pode e não vai dar resposta aos desafios de hoje, e muito menos aos de amanhã. Enquanto antes a informação e o conhecimento estava nas bibliotecas e nos livros que ela albergava, hoje encontra-se em múltiplas plataformas, e os meios de acesso para além de rápidos são inumeráveis. Hoje temos um problema de excesso de informação que está silenciosamente a transformar a forma como se aprende e se constrói conhecimento. Hoje vivemos numa sociedade multidimensional, onde não parece haver limites para as interseções disciplinares, o lazer, o prazer, a informação e o conhecimento.<br></em><br></div><div><em>Se dantes íamos obrigatoriamente há biblioteca quando queríamos investigar sobre um determinado assunto, hoje antes de o fazermos vamos ao Google para uma pesquisa “avançada”. Talvez por isso, sabiamente as bibliotecas escolares portuguesas, se transformaram em “Centros de Recursos”, aqui há uns anos.<br></em><br></div><div><em>O que urge, pois, questionar é o que a escola está a fazer neste sentido. Na minha opinião muito pouco. Por vezes, devido à inercia dos professores, outras vezes por dificuldades operacionais, já que apesar dos inúmeros avanços continuamos com uma escola analógica. Como pode um professor criar lógicas de pesquisa digital, quando apenas as salas de TIC têm computadores. Como podemos ensinar os alunos a pesquisar digitalmente quando os Regulamentos Internos não querem “telemóveis” na sala de aula (esquecendo que o “telemóvel” é agora um computador). E já agora (porque tudo isto me irrita solenemente), muito disto se deve ao facto de vivermos numa sociedade injusta em que 1% da população detém a riqueza dos outros 99%. Às vezes até parece que há um interesse “superior” que nos pretende manter na mediania, já que esta escola só parece continuar a interessar aos mesmos de sempre, ou seja, aos que conhecem as suas regras e lógicas. E no final sempre podemos aprender tudo que importa fora da escola, só temos de nascer nas famílias certas e estar “integrados” naquilo que nos dizem ser o melhor dos mundos.<br></em><br></div><div><em>Talvez tenha sido um pouco longo no discurso, talvez seja um discurso algo filosófico, talvez seja pessimista, talvez não aponte soluções, talvez esteja irritado com o rumo das coisas… foi um desabafo, um grito para dizer aquilo que já todos saberão e às vezes não dizem… tudo a propósito de PT’s*.<br></em><br></div><div><em>*será que a escola do futuro necessita de turmas? (também tenho as minhas dúvidas acerca disto, mas fica para outro fórum).<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-29 00:11:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt/wish/225454416</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SESSÃO DE TRABALHO 02 (Online síncrona) - 05-02-2018</title>
         <author>arturmatos</author>
         <link>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt/wish/225454429</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Objetivos da Sessão:</strong></div><ol><li>Refletir sobre as literacias no contexto da sociedade do século XXI;</li><li>Reconhecer a importância destas literacias para o exercício de uma cidadania crítica, criativa, ativa e responsável;</li><li>Confrontar as orientações programáticas com as exigências da sociedade do século XXI.</li></ol><div><br><strong>TAREFA 1(individual): Tendo por referência o documento Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória </strong>(documento abaixo)<strong>, o texto da sessão e a apresentação, debater os desafios que se colocam à Escola.</strong></div><div><br>A resposta ao pedido foi publicada no fórum 1:<br><strong><em>A forma como a escola já desenvolve as competências do século XXI?<br></em></strong><em>O perfil do aluno à saída do Ensino Básico (PASEB) tem pressupostos, intenções e anseios particularmente válidos e ajustados ao mundo atual, mas que chocam violentamente com muitas das práticas pedagógicas, com a forma como o currículo se organiza e com a natureza dos próprios currículos. Em suma, temos um perfil do aluno a apontar numa direção e a generalidade das práticas a apontar noutra. Esta esquizofrenia está a fazer vítimas de um lado e do outro da barricada, e temo que não esteja para breve estancar a hemorragia.<br></em><br></div><div><em>Tentando responder à pergunta que aqui se coloca, julgo que esta tem pressupostos “levemente” ideológicos, que partem do princípio de que a escola “já” está efetivamente a desenvolver competências que vão de encontro às necessidades do século XXI. Na minha opinião, embora o desígnio seja válido e existam no sistema de ensino muito boas vontades e algumas práticas particularmente interessantes (o trabalho de muitas bibliotecas escolares é exemplo disso), no final, todos chocamos com uma série exigências que deitam por terra uma grande parte dos esforços. Neste sentido, aquilo que deveria fazer parte de uma estratégia concertada rumo ao PASEB, não passa de um momento bom, um vislumbre daquilo que deveria ser a escola, pois nas sacrossantas disciplinas, o que importa, são as metas, o cumprimento do programa, e até à última página, os conteúdos inscritos no manual escolar. Nesta lógica, a generalidade dos professores não é capaz de levar o efetivo conhecimento e muito menos as competências do século XXI aos alunos. O professor é, neste pressuposto, um mero burocrata do sistema, que a uns dá jeito, aos outros (espero que a maioria), apenas frustra.<br></em><br></div><div><strong><em>&nbsp;Dificuldades encontradas e sugestões para ultrapassar esses constrangimentos?<br></em></strong><em>Tentando elucidar de forma prática aquilo que venho dizendo, vejamos o caso de uma qualquer turma do 7º ano de escolaridade: tem 12 ou 13 diferentes disciplinas, num horário de cerca de 40 horas semanais. Cada professor coloca aos alunos os seus diferentes problemas, faz as suas exigências, nomeadamente os famigerados trabalhos de casa… Interrogo-me onde um aluno de 12 ou 13 anos vai arranjar tempo para existir, para ser ele mesmo, para viver a alegria e a inocência da descoberta, para fazer as traquinices próprias da idade… interrogo-me como podemos querer que um miúdo desta idade vá encontrar lógica, sentido, ânimo para encaixar isto tudo, interrogo-me como será ele capaz de transformar a informação que obtém em conhecimento, quanto mais desenvolver competências, no que quer que seja. Assim, a escola vem sendo entendida e vivida pelos alunos, mais como um espaço de socialização, do que um espaço de aprendizagem e desenvolvimento de competências, mais um lugar onde se têm de estar, do que um lugar onde se constrói conhecimento.&nbsp; Claro que a escola pode e deve comportar ambas as valências, mas julgo ser fundamental que a construção de conhecimento se efetive, pois só assim será possível termos cidadãos críticos, criativos e pró-ativos, enfim, cidadãos com C grande. Neste aspeto as Bibliotecas Escolares são parte importante e tem os meios, as valências e até a capacidade de gerar sinergias para levar a bom porto este desiderato. Mas o que pode fazer uma Biblioteca Escolar, perante as metas, os testes, os objetivos curriculares de cada uma das disciplinas. Por experiência própria sei da dificuldade que temos em organizar atividades que envolvam turmas fora da hora de OC… E vale tudo como desculpa -&nbsp; são os testes ou o tão habitual “estou tão atrasado/a no programa… e se as coisas são assim no 3º ciclo, no que respeita ao secundário é muito, muito pior. A pressão dos exames nacionais é tal, que em muitas áreas disciplinares os professores passam o ano a “treinar” os alunos…<br></em><br></div><div><em>Neste generalizado panorama, temo que mesmo o bem-intencionado trabalho das BE’s esteja cerceado pelas referidas contingências, e só com muito boa vontade podemos dizer que as coisas efetivamente funcionam. E bem podem ser criados Planos de Melhoria e avaliações do trabalho realizado, e submetermos formulários para isto, e para aquilo… pois sinto tantas vezes, que ficamos quase sempre, a meio caminho do desejo.<br></em><br><strong>TAREFA 2 (grupo): Seleção de um programa curricular; identificação de um tópico/conteúdo/aprendizagem; descrever sumariamente o modo de operacionalização.</strong></div><div><br>A resposta ao pedido foi publicada no fórum 2 e seguidamente se transcreve:<br><br><strong>Metas curriculares | Ensino Básico - Educação Visual – 9º Ano<br>META CURRICULAR. Objetivo geral (8) – Página 20<br>Refletir sobre o papel das manifestações culturais e do património</strong></div><div>8.1: Distinguir a diversidade de manifestações culturais existentes, em diferentes épocas e lugares (cultura popular, artesanato, valores, crenças, tradições, etc.).</div><div>8.2: Identificar o património e identidade nacional, entendendo-os numa perspetiva global e multicultural (tipos de património: cultural, artístico, natural, móvel, imóvel, material, imaterial, etc.).<br><strong>OPERACIONALIZAÇÃO<br>Tema:</strong> Carnaval de Lazarim<br><strong>Trabalho interdisciplinar:</strong> História, Português, Matemática, Educação Visual<br><strong>Fases de trabalho:<br></strong>• Pesquisa online sobre o tema;<br>• Elaboração de um questionário a realizar no local;<br>• Saída de campo: realização de uma reportagem fotográfica e entrevistas vídeo à população;<br>• Edição do material captado;<br>• Montagem de uma exposição.<br><strong>Plano de ação:<br></strong>História: Pesquisa online sobre o tema e contextualização histórica.<br>Português: Elaboração do questionário e edição do material captado.<br>Matemática: Orçamentação da atividade e estudo da geometria da Máscara de Lazarim.<br>Educação Visual: Captura e edição fotográfica e audiovisual; Montagem da exposição.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/257711540/9618a963daa08abdf2045a3c9b3ff12a/04_perfil_dos_alunos.pdf" />
         <pubDate>2018-01-29 00:11:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt/wish/225454429</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SESSÃO DE TRABALHO 03 (Presencial) - 20-02-2018</title>
         <author>arturmatos</author>
         <link>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt/wish/225454822</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Objetivos da Sessão:</strong></div><ol><li>Inteirar os formandos das potencialidades da biblioteca escolar enquanto espaço físico e virtual de recursos de informação de apoio ao currículo.</li><li>Refletir sobre o papel das bibliotecas escolares como espaços inovadores de aprendizagem e formação no domínio da leitura e das literacias e infraestruturas básicas de apoio ao currículo.</li><li>Estimular a utilização de ferramentas tecnológicas que proporcionam a exploração de novos ambientes de aprendizagem e de colaboração.</li></ol><div>....<br><br>Nesta sessão presencial realizou-se um debate sobre o papel da biblioteca escolar no contexto da escola atual, tendo em conta as transformações originadas pela revolução tecnológica, nomeadamente sobre a biblioteca escolar como lugar físico e virtual de acesso a uma diversidade de fontes de informação e de recursos de apoio ao currículo, em diferentes formatos e espaço de promoção da inclusão escolar e social da competência digital.<br>Foi fornecido um tutorial destinado compreender o funcionamento da plataforma padlet.<br><br>No que se refere ao trabalho de pares foi sugerido que se desenvolvesse uma apresentação apelativa da biblioteca de forma a mostrar as suas potencialidades e lógicas de funcionamento.<br><br></div><div>Guia de Utilizador das Bibliotecas do Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia, em Peso da Régua (vídeo). O Guia apresenta-se em versão bilingue (PT e LGP).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=v0qodFDr49o" />
         <pubDate>2018-01-29 00:16:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SESSÃO DE TRABALHO 04 (Online assíncrona) - 06-03-2018</title>
         <author>arturmatos</author>
         <link>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt/wish/225454888</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Objetivos da Sessão:</strong></div><ol><li>Apresentar o referencial nas suas diferentes representações estruturantes e concetuais;</li><li>Estimular os formandos ao debate e à troca de ideias sobre a representação das funções da biblioteca escolar enquanto recurso formativo;</li><li>Refletir sobre o papel das bibliotecas escolares como espaços onde se pode exercitar a pedagogia diferenciada, articulando com os planos curriculares.</li></ol><div><br><strong>TAREFA (grupo): num ficheiro partilhado no Google Drive, partindo do Plano de Turma analisado na 1.ª&nbsp; sessão, identificar três competências que se considere serem facilmente articuláveis com as orientações do Referencial AcBE (documento abaixo).<br><br></strong>Para<strong> </strong>a concretização deste trabalho propusemos o tema/conteúdo "A importância da água para os seres vivos", relativo à disciplina de Ciências Naturais de uma turma do 5.º Ano de Escolaridade. A grelha pode ser visualizada a partir da seguinte hiperligação no <a href="https://drive.google.com/open?id=1ksRHvi_cfe2XdeXgFxajoVUrpQGnBgvRkC2QKykbvaQ">Google Drive</a>:<strong><br><br>APRENDER COM A BIBLIOTECA ESCOLAR (2ª Edição):</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-29 00:17:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt/wish/225454888</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SESSÃO DE TRABALHO 06 (Online assíncrona) - 03-04-2018</title>
         <author>arturmatos</author>
         <link>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt/wish/225455042</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Objetivos da Sessão:</strong></div><ol><li>Valorizar as bibliotecas escolares como instrumento de formação pessoal e profissional dos docentes e espaço de partilha e de relação com as famílias e as comunidades, motivando para o seu uso e rentabilização;</li><li>Estimular a utilização de ferramentas tecnológicas, recursos digitais, e-books, apps, jogos educativos, plataformas virtuais e outros meios que proporcionem a exploração de novos ambientes de aprendizagem e de colaboração.</li></ol><div><br><strong>TAREFA: implementação da planificação elaborada na sessão 5<br></strong>Optámos por utilizar a aplicação<a href="https://kahoot.com/"> kahoot</a> para desenvolver com os alunos o trabalho proposto.<strong><br>Atividades/metodologia:</strong></div><ol><li>Desenvolvimento de um questionário sobre o tema e inserção do mesmo na aplicação kahoot;&nbsp;</li><li>Dividir a turma em grupos de 3 alunos;&nbsp;</li><li>Explicação do funcionamento da aplicação Kahoot;&nbsp;</li><li>Instalação da aplicação Kahoot nos telemóveis dos alunos;</li><li>Interação professor/grupos de trabalho (questionário na aplicação Kahoot);&nbsp;</li><li>Análise dos resultados aplicando conhecimentos de análise e tratamento de dados.&nbsp;</li></ol><div>Todos os materiais elaborados (planificação, materiais de apoio, tutoriais, instrumentos e balanços de avaliação) foram partilhados no <strong>Google Drive</strong>. Pode aceder aos documentos na seguinte hiperligação:<br><a href="https://drive.google.com/open?id=18Bevf3IFxvin3nh1YQwNrm3LA3BOzTz0">https://drive.google.com/open?id=18Bevf3IFxvin3nh1YQwNrm3LA3BOzTz0</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-29 00:18:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SESSÃO DE TRABALHO 05 (Presencial) - 20-03-2018</title>
         <author>arturmatos</author>
         <link>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt/wish/225455099</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Objetivos da Sessão:</strong></div><ol><li>Desenvolver práticas de trabalho colaborativo com a Biblioteca Escolar (BE);</li><li>Planificar atividades curriculares utilizando o referencial Aprender com a biblioteca escolar (AcBE);</li><li>Refletir sobre as potencialidades da BE e do referencial Aprender com a BE ao serviço das aprendizagens e do sucesso dos alunos.</li></ol><div><strong>TAREFA (grupo): a partir do currículo da área/disciplina que lecionam, selecionar uma unidade ou conteúdo e elaborar a respetiva planificação em articulação com a biblioteca escolar e com base no referencial Aprender com a Biblioteca Escolar.<br><br></strong>Para<strong> </strong>a concretização deste trabalho propusemos o tema/conteúdo "Conhecimento e valorização do corpo", para alunos do 2º Ciclo. Planificámos uma atividade interdisciplinar que envolve Ciências Naturais, Matemática e Educação para a Cidadania, com o apoio da Biblioteca Escolar. Este documento foi publicado no Fórum 1 e pode ser visualizado abaixo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-29 00:19:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt/wish/225455099</guid>
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         <title>SESSÃO DE TRABALHO 07 (Presencial) - 08-05-2018</title>
         <author>arturmatos</author>
         <link>https://padlet.com/arturmatos/ser_dt/wish/225455202</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Objetivos da Sessão:</strong></div><ol><li>Partilhar o resultado das tarefas realizadas nas sessões anteriores;</li><li>Refletir sobre esta oficina de formação e os seus potenciais efeitos na prática pedagógica dos formandos;</li></ol><div><br><strong>TAREFA: Submissão do portefólio digital (trabalho final).<br></strong>Nesta última sessão os formandos apresentaram o trabalho realizado na sessão 6 e foi igualmente feita uma análise do trabalho realizado ao longo da oficina de formação <strong>"Ser Diretor de Turma - contar com a biblioteca escolar"</strong>.<br><br><strong>ANÁLISE GERAL DA OFICINA DE FORMAÇÃO<br></strong>O papel das Bibliotecas Escolares é há vários anos uma ferramenta muito importante ao nível do desenvolvimento das diferentes literacias e mesmo da inovação pedagógica, que nem todos os professores e/ou direções de escola têm sabido valorizar. Existem dois documentos fundamentais que definem aquelas que são as linhas orientadoras deste caminho, respetivamente o <strong>Perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória</strong> e o referencial<strong> Aprender com a Biblioteca Escolar</strong>. Nesta oficina de formação ambos os documentos foram, e bem, largamente explorados e consubstanciaram-se numa série de trabalhos práticos que são exemplos de boas práticas em qualquer BE.<br><br></div><div>Para este tempo de acelerada transformação, que exige a todos novas capacidades e competências, necessitamos de uma escola viva, disponível e atenta às novas realidades. Necessitamos de uma<em> Escola que Aprenda</em> (<em>Escolas que Aprendem</em>, de Peter Senge), uma escola que saiba ajustar-se às necessidades do seu tempo.<br><br></div><div>As dificuldades são imensas e o Sistema de Ensino é uma máquina pesada e as políticas educativas ambivalentes, que por um lado lançam um <em>Perfil do Aluno à Saída do Ensino Obrigatório</em> bastante ajustado ao nosso tempo, por outro lado, mantém tudo e todos reféns de práticas e lógicas de ensino ancestrais, que nada se ajustam às necessidades de agora. <br><br></div><div>Foi objetivo desta oficina aproximar, ainda mais, a BE dos Conselhos de Turma e por inerência de cada um os alunos. Quis fazê-lo, e bem, por via do Diretor de Turma, interlocutor privilegiado nesta equação. <br><br></div><div>O trabalho desenvolvido ao longo dos anos pela RBE, dotou as nossas bibliotecas de recursos e <em>know-how</em> por demais importante para ser desperdiçado. Daí a importância de um permanente foco na formação dos seus principais atores (Professores bibliotecários e restantes colaboradores). <br><br></div><div>O que se exige hoje às Bibliotecas Escolares é desafiante e muitas vezes mal compreendido, pelo que para além de um alto sentido de missão, exige-se aos seus colaboradores força, determinação e resiliência. <br><br></div><div>Gosto de acreditar que o sucesso dos nossos alunos está longe de se esgotar em exames, mas antes está numa série de aprendizagens, tantas vezes “ocultas” que a biblioteca proporciona. Na minha já longa colaboração com a BE e curta experiência como bibliotecário, tenho visto e sentido as vozes interiores que se revelam, os sorrisos autênticos, a curiosidade latente e o gosto pelo saber. Neste sentido, a biblioteca é na sua informalidade, motor de inúmeras transformações humanas, onde o livro e a leitura continuam a ser parte importante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-29 00:20:21 UTC</pubDate>
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