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      <title>TEACHING SKILLS, GRAMMAR AND ASSESSMENT by Maria Eugenia Batista</title>
      <link>https://padlet.com/meugenia_bat/njiad4afu0fmjui</link>
      <description>Com base nas leituras e nas gravações dos encontros síncronos, adicione pontos chaves a cada tópico e estabeleça a conexão entre eles. REGISTRE PELO MENOS 5 CONTRIBUIÇÕES. Registre seu (nome) </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-17 17:03:38 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-03-07 05:59:49 UTC</lastBuildDate>
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         <title>SPEAKING</title>
         <author>meugenia_bat</author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/njiad4afu0fmjui/wish/1212009083</link>
         <description><![CDATA[<div>Os alunos fogem muito do speaking, seja por vergonha, por medo de errar entre outras coisas. Por isso, é interessante que não aja apenas um momento da aula para se conversar em inglês, mas que se converse em inglês o tempo todo como vimos acontecer no colégio Santa Cruz no semestre passado. (Lara) <br><br>Uma das partes mais complicadas de ensinar uma língua, é de fato começar a falar ela. É um processo repetitivo, e queira ou não, é muito difícil aperfeiçoar esse aspecto completamente. Não só isso, mas os alunos podem acabar desmotivados por sentirem que falam "errado", não conseguem aprender, ou simplesmente por falta de interesse. É necessário que exista confiança e um feedback do professor, para que os alunos se sintam o mais confortável possível para falar a língua nas aulas, e aperfeiçoar a fala, mas sem a pressão de soarem perfeitos. (Gilberto)<br><br>O speaking é uma competência social, discursiva e estratégica que deve também ser inserida se possível em todas as aulas. O professor pode iniciar com cumprimentos, instruções das atividades e ir aos poucos aumentando a complexidade de acordo com o desenvolvimento da habilidade listening dos alunos. (Josilene) <br><br>Algumas estratégias implementadas por Tsang e Wong para estimular os alunos a falarem são: providenciar vocabulário para os aprendizes como forma de input, usar conversation starters e realizar sugestões ou descrever fatos para estimular a comunicação realista. Uma outra estratégia seria gravar as práticas conversacionais dos alunos para minimizar o medo de falar e maximizar a participação dos aprendizes. (Gabriele)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 17:03:54 UTC</pubDate>
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         <title>LISTENING</title>
         <author>meugenia_bat</author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/njiad4afu0fmjui/wish/1212010041</link>
         <description><![CDATA[<div>O listening é a porta de entrada para a fala. Ao entrarem em contato com atos reais de comunicação, incluindo a interação entre eles nas aulas, os alunos automaticamente conseguirão produzir seus próprios repertórios, pois a escuta proporciona aos estudantes o input, o que é fundamental no aprendizado de uma língua. O professor deve apresentar uma grande variedade de diálogos, inclusive, monólogos, para que os alunos tenham contato com diferentes tipos de listening e aprendam toda a sonoridade da língua, as diferentes maneiras de se falar a mesma língua, enfim, não esquecendo de levar em consideração os próprios gostos dos alunos para que haja maior estímulo ao aprender. É importante ainda que os alunos sejam capazes de perceber as diferenças entre a língua falada e a escrita, que saibam identificar suas nuances. (Ana Paula)</div><div><br><br></div><div>O listening pode ser feito de diversas formas, com filmes, séries, músicas, e trazendo essas alternativas a aula fica muito mais atraente para o aluno. (Verônica) <br><br>Além de versátil, o listening é essencial para o aprendizado do aluno, o fato que ele pode ser exercitado não só com atividades de ensino, mas também com lazer torna ele uma ferramenta extremamente útil. O aluno pode exercitar o seu contato com a língua enquanto se diverte, além de trazer a opção de se utilizar um material com que os alunos se relacionem melhor, como por exemplo um filme. (Gilberto)<br><br>Ouvir é essencial para a fala, e é por isso que o professor deve:<br>- Proporcionar atividades com audiotextos com questões e instruções específicas para realizar determinada ação;<br>- Conversas interativas por meio de diálogos, mesmo que não seja uma conversa real, mas gera um nível de envolvimento dos alunos;<br>- Tarefas de escuta (listening tasks);<br>Por meio dessas tarefas, os alunos se tornarão melhores ouvintes, pois foram dadas oportunidades para se concentrarem e refletirem sobre os processos da sua própria aprendizagem. (Josilene)<br><br>- Bottom-up approach: supõe que listening é um processo de decodificação de sons que são ouvidos de maneira linear, começando pelas menores unidades de significado (fonemas) até textos completos. Unidades fonêmicas são decodificadas e conectadas até formarem palavras, palavras são conectadas até formarem phrases, phrases são conectadas até formarem utterances e utterances são conectadas até formarem textos completos.<br>- Top-down approach: envolve o aluno num processo ativo de construção de significado baseado em inferências e conhecimentos prévios. O ouvinte leva em conta o contexto e a situação em que se encontra no momento do listening, o que inclui seu conhecimento sobre o tópico em questão, sobre os falantes,  sobre a relação dos participantes da interação com o tópico etc. (Clara) <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 17:04:05 UTC</pubDate>
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         <title>READING</title>
         <author>meugenia_bat</author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/njiad4afu0fmjui/wish/1212011249</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura é o meio mais efetivo no aprendizado de uma língua. Através da leitura, o aluno terá repertório para outras habilidades, como a escrita, por exemplo; pois aprenderá como a língua se estrutura na prática, dentro de um contexto, e terá acesso a um grande número de palavras novas para aumentar seu vocabulário. O professor deve estar atento às leituras que proporá a seus alunos, respeitando a diversidade da turma, os níveis de entendimento, e às tarefas de pós reading para que a aprendizagem ocorra de fato. (Ana Paula)</div><div><br></div><div>Ler é a melhor maneira de ensinar gramática e vocabulário em uma outra língua.(Verônica)<br><br>Reading strategies: as estratégias de leitura ajudam o aluno a processar o texto dinamicamente, e a monitorar sua compreensão. <br>Modeling: o trabalho que o professor faz de apresentar aos alunos um modelo de estratégias de leitura que estes desenvolverão sozinhos posteriormente. <br>(Clara)<br><br>A leitura auxilia no lisneting e na pronúncia também. (Lara)<br><br>A leitura é um dos elementos mais primários no aprendizado de uma língua, pois ela trabalha indiretamente o vocabulário, a gramática e a escrita do aluno. É importante tomar nota dos níveis de proficiência porém. Textos devem ser cuidadosamente selecionados de acordo com o nível dos alunos, a fim de não causar um excesso de informação ou desmotivação por apresentar um desafio grande demais para os alunos. (Gilberto)<br><br>A leitura é a habilidade essencial para o aluno aprimorar a escrita e ampliar seu vocabulário, e sabendo disso o professor deve proporcionar atividades com diversos gêneros textuais e aumentando o desafio conforme o desenvolvimento dessa habilidade. (Josilene)<br><br>De acordo com Renandya and Jacobs, algumas estratégias que podem ser usadas para engajar os alunos em atividades pós-leitura são: transcrever palavras interessantes e expressões úteis em um caderno de anotações, escrever uma carta para o autor, expressar suas opiniões para um grupo de colegas e desenvolver um pôster para promover o livro lido, por exemplo.  (Gabriele) </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 17:04:19 UTC</pubDate>
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         <title>TEACHING GRAMMAR</title>
         <author>meugenia_bat</author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/njiad4afu0fmjui/wish/1212012265</link>
         <description><![CDATA[<div>A gramática é sim parte importante de uma língua e se faz necessária no processo de ensino e aprendizagem, porém não deve ser ensinada com um fim nela mesmo, como já sabemos. Exatamente por ela ser parte da língua, deve ser estudada dentro do contexto de uso, seja com tarefas de reading, writing, listening e até speaking, os alunos precisam analisar a estrutura da língua em funcionamento para que assim sejam capazes de compreender o todo. O que realmente funciona é o ensino de inglês e não apenas gramática. (Ana Paula)</div><div><br><br></div><div>- O ensino de gramática não pode partir da gramática pela gramática, mas do uso contextualizado da língua, que irá exigir que o aluno faça as escolhas léxico-gramaticais mais coerentes de acordo com o contexto em que ele se encontra<br>- Acesso por meio da interlanguage <br>- Task-focused: trabalho por meio de tarefas ao invés de explicações formais sobre a gramática<br>- Conscious Raising: fazer com que o aluno torne-se consciente sobre a importância da gramática e assim chegue às respostas de forma indutiva ou dedutiva (Clara)<br><br>Num contexto de Inglês como língua estrangeira, é importante focar nesse aspecto, pois os alunos costumam aplicar alguns aspectos da sua língua materna quando estão aprendendo outra língua. Por isso, é importante trabalhar com eles para que eventualmente eles internalizem as regras da língua Inglesa e saibam separá-la da sua língua materna. (Gilberto)<br><br>O ensino da gramática é importante para a escrita e a fala formal, e ela pode ser trabalhada em qualquer outro aspecto da língua. Por exemplo, durante uma aula de speaking o professor pode questionar os alunos porque determinada fala de um diálogo tem um estrutura específica (verb to be or present perfect), e assim ir explanando sobre  o uso dessas estruturas na língua. (Josilene) <br><br><br>De acordo com Michael Swam, o ensino de Língua Inglesa já mudou abruptamente de um cenário onde havia a necessidade de ensinar muita gramática, para um cenário onde não se ensinava nada de gramática. Ambos momentos tiveram suas consequências, tanto para os alunos quanto para os professores e até mesmo para os materiais didáticos. Um bom cenário seria ensinar a gramática considerando as necessidades dos alunos.  De acordo com Jack C. Richards, é preciso abordar a gramática de uma maneira mais prática, que diminua o esforço mental para realizar esta tarefa e reduza as possibilidades de erros dos alunos. Uma destas formas seria providenciar aos alunos a oportunidade de planejar sua produção textual através de modelos que exemplificam como as estruturas e vocabulário podem ser usados. (Gabriele) <br><br>-       O ensino de gramática deve ser baseado nas necessidades dos estudantes e não porque o material exige ou porque é mais simples fazer avaliações por meio da gramática.</div><div>-       O ensino de gramática é muito importante para a melhora da fala, levando em consideração a questão de coesão, coerência e da aceitabalidade, e para a escrita também.</div><div>-       É importante também que seja construído um senso interno para auto correção do estudante. <br>(Isabelle)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 17:04:33 UTC</pubDate>
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         <title>ASSESSMENT</title>
         <author>meugenia_bat</author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/njiad4afu0fmjui/wish/1212014090</link>
         <description><![CDATA[<div>A princípio a avaliação precisa ser considerada como um processo contínuo, dinâmico e essencial para a aprendizagem, pois além de me mostrar o que aluno aprendeu, ela irá guiar o meu processo de planejamento e replanejamento das minhas aulas. <br>(Leandro de M.)<br><br>A avaliação precisa levar em consideração o processo de aprendizagem do aluno, e não apenas provar sua competência a partir de testes descontextualizados. Tudo o que foi aprendido em sala de aula, as especificidades da turma, as jornadas de aprendizagem, e até mesmo os gostos dos alunos por determinados assuntos, tudo isso precisa entrar no processo de avaliação. Ela precisa acontecer como parte de um todo, e não separadamente. As correções precisam ser feitas como forma de estimular os alunos a escreverem/lerem/falarem mais sobre o assunto proposto, por exemplo, a pensarem sobre o que aprenderam e fazerem suas autoavaliações, assim, acontece a avaliação de forma não tradicional, o que é muito mais eficaz no processo de ensino e aprendizagem. (Ana Paula)</div><div><br></div><div>- Avaliação contínua.<br>- Não atrapalha as atividades regulares propostas. <br>- É um reflexo do currículo. <br>- Fornece informações sobre pontos fortes e fracos de cada aluno e índices de progresso.<br>- É mais multiculturalmente livre e menos exclusório.<br>- Mais conectado com uso situado (real-life tasks). (Ana Caroline) <br><br><br>De acordo com Richards, atualmente as avaliações apresentam um novo padrão de elaboração: elas estão focadas na comunicação, são focadas no aprendiz, possuem habilidades integradas, dão ênfase no processo, possuem múltiplas soluções (open-ended) e também ensinam coisas novas. (Gabriele) </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 17:04:54 UTC</pubDate>
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         <title>WRITING</title>
         <author>meugenia_bat</author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/njiad4afu0fmjui/wish/1212036710</link>
         <description><![CDATA[<div>Fazer com que os alunos escrevam em inglês é mais uma forma de colocá-los em contato com a língua e moldar o seu pensamento. Acredito que essa abordagem se encaixe no cognitivismo (Verônica)<br><br>Outra parte importantíssima, pois creio que ela ajude os alunos a internalizarem como a estrutura das sentenças funcionam em Inglês. Não só isso, mas ajuda a treinar o vocabulário, visto que o professor pode corrigir erros de grafia, ou até mesmo diretamente ensinar palavras que se encaixariam melhor em frases específicas. (Gilberto)<br><br>É na escrita que o aluno irá começar expressar seus pensamentos consolidando o conhecimento que teve quando em contato com a leitura, e assim aos poucos ir compreendendo as estruturas gramaticais também. (Josilene)<br><br>Para Anthony Seow, ensinar os alunos a escrever pode englobar as seguintes etapas: planning, drafting, revising and editing.  O planning ou pre-writing pode ser qualquer atividade que encoraje os alunos a começar a escrever. No estágio do drafting, os alunos estarão preocupados com o fluxo da escrita, mas não com os detalhes gramaticais. No estágio de revising, os alunos podem revisar os textos com base no feedback do professor. E no último estágio, os alunos se concentram em aperfeiçoar o texto e entregar a versão final. (Gabriele)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 17:09:32 UTC</pubDate>
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         <title>VOCABULARY</title>
         <author>meugenia_bat</author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/njiad4afu0fmjui/wish/1216435505</link>
         <description><![CDATA[<div>Destacando esse trecho do texto sobre vocabulário: <em>“Vocabulary is a core component of language proficiency and provides much of the basis for how well learners speak, listen, read, and write.”</em> (Methodology in language teaching; p.255), concluo que a aquisição de vocabulário é parte fundamental para a fluência de uma língua, e fluência no sentido de repertório, e é consequência de práticas de reading e listening. Os aprendizes precisam estar atentos às novas palavras que vão surgindo a cada novo contato com a língua para que possam expandir seus vocabulários, e cabe aos professores treinarem esse olhar atento dos alunos com as tarefas propostas. (Ana Paula)</div><div><br><br></div><div>Existem diversas formas de serem aprendidas novas palavras em inglês, e a melhor maneira para isso é literalmente entrar no mundo em inglês e trazer para os alunos diversos gêneros textuais para eles aprenderem isso. (Verônica)<br><br>Além disso, é interessante mostrar aos alunos as palavras em inglês que eles já conhecem e incentivá-los e pensar em palavras parecidas com elas, isto é, encontrar palavras derivadas para aprender seu significado. (Lara)<br><br>- Incidental learning: aquisição de vocabulário por meio de extensive reading (e listening). <br>- Explicit instruction:<br> -&gt; Vocabulary lists, cards: exposição a palavras novas.<br> -&gt; Oportunidades para usar o vocabulário novo.<br>    -&gt; Desenvolver fluência com o vocabulário aprendido.<br> -&gt; Vocabulário para uso: será usado em produções escritas e orais. Vocabulário para reconhecimento: não será usado pelo aprendiz, mas o ajudará na compreensão de textos escritos e falados; o aprendiz será capaz de inferir os significados das palavras, porém não necessariamente ativá-las para uso. <br>- Independent strategy development: <br> -&gt; Inferir o significado pelo contexto.<br> -&gt; Uso correto de dicionários. (Clara)<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-18 18:16:43 UTC</pubDate>
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         <title>PRONUNCIATION</title>
         <author>meugenia_bat</author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/njiad4afu0fmjui/wish/1216469391</link>
         <description><![CDATA[<div>É importante mostrar para os alunos que, assim como no português, a língua inglesa também tem seus sotaques e diversas formas de se pronunciar uma palavra. Para mim essa é uma abordagem essencial e se encaixo no socio-histórico-cultural. (Verônica)<br><br>É interessante mostrar aos alunos as diferentes pronuncias das palavras em inglês para que eles não pensem que existe apenas um jeito único de falar. Para isso, é interessante trabalhar com o listening, mostrando séries com diferentes sotaques e até séries em outras línguas que contém traços do  inglês. (Lara)<br><br>- Listen and repeat: método behaviorista que envolve drills de imitação (reforço do estímulo).<br>- Interlanguage phonology: a interferência da L1 na L2 é um estágio natural no processo de aquisição do sistema fonológico da língua inglesa, por isso o trabalho com atividades que construam conscientização sobre as diferenças entre os sistemas da L1 e da L2 é essencial e bem mais benéfico do que a simples correção de erros de pronúncia. <br>- Communcation and contextualization: o que se busca com o ensino de pronúncia em inglês é levar o aluno a uma comunicação de forma contextualizada. O que se preza é a língua em uso e como a pronúncia afeta o contexto de comunicação do falante; ou seja, se ele se faz inteligível ou não. (Clara)<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-18 18:24:11 UTC</pubDate>
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