<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Sociologia para Pensar. Para pensar a Sociologia by Diáologos Sociológicos - Prof. Tiago Vaz</title>
      <link>https://padlet.com/professortiagovaz/nje3082vevi71bo7</link>
      <description>Espaço de informação e reflexão sobre temas sociológicos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-22 16:29:00 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-17 14:20:47 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Cinco Definições sobre os Seres Humanos</title>
         <author>professortiagovaz</author>
         <link>https://padlet.com/professortiagovaz/nje3082vevi71bo7/wish/3338641542</link>
         <description><![CDATA[<p>Blaise PASCAL:<br>"Caniço pensante". "Mesmo se o universo aniquilasse o homem, este ainda seria mais nobre do que aquilo que o mata, porque sabe que morre; o universo não o sabe. O pensamento é, portanto, a nossa suprema dignidade". "O homem transcende infinitamente o homem".</p><p><br>ROUSSEAU:<br>"Tudo é bom, quando sai das mãos do Criador, tudo degenera sob as mãos do homem". "O homem de si mesmo é bom, a sociedade o corrompe".</p><p><br>KIERKEGAARD:<br>O homem é uma "relação que se relaciona consigo mesma".</p><p><br>Karl MARX:<br>O homem não passa de um "conjunto de relações sociais".</p><p><br>NIETZSCHE:<br>O homem é "um animal doente", "o animal ainda não fixado". "Percorrestes os caminhos, do verme ao homem e muita coisa em vós ainda é verme. Outrora éreis macaco e mesmo agora o homem é mais macaco do que qualquer macaco... O homem é um cabo, preso entre o animal e o super-homem, - um cabo sobre um abismo".</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3441108096/da845d14383d81c57b1a3e99571d266b/conceito_da_sess_o_de_reflex_o_98509541.webp" />
         <pubDate>2025-02-22 16:58:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professortiagovaz/nje3082vevi71bo7/wish/3338641542</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Sociologia é para Todas as Pessoas</title>
         <author>professortiagovaz</author>
         <link>https://padlet.com/professortiagovaz/nje3082vevi71bo7/wish/3338644990</link>
         <description><![CDATA[<p>"A Sociologia não valeria nem uma hora de esforço se fosse um saber de especialistas reservado aos especialistas", Pierre Bourdieu<br></p><p><br/></p><p>Existo, logo penso!</p><p>“De nada valem as idéias sem homens que possam pô-las em prática”, Karl Marx.<br></p><p><br/></p><p>“Não é a consciência do homem que lhe determina o ser, mas, ao contrário, o seu ser social que lhe determina a consciência”, Karl Marx</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3441108096/46d49c46bca397c312063740e8c3250d/6_upscayl_4x_remacri.jpg" />
         <pubDate>2025-02-22 17:07:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professortiagovaz/nje3082vevi71bo7/wish/3338644990</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maternidade em Xeque?</title>
         <author>professortiagovaz</author>
         <link>https://padlet.com/professortiagovaz/nje3082vevi71bo7/wish/3338649441</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Livros com títulos provocativos com 40 razões para não ter filhos, empreendimentos comerciais com áreas livres de crianças e clubes para casais sem herdeiros fazem sucesso em países desenvolvidos. Mas até que ponto a maternidade perdeu espaço na vida social?                      </em>Por Mara Figueira</p><p><br/></p><p>Kid-free zone. Eis uma Expressão cada vez mais empregada nos Estados Unidos. Usada para designar áreas em que crianças não são admitidas, ela tem um sinônimo de utilização também cada vez mais corriqueira em restaurantes, salões de beleza ou mesmo trechos de praias: Adults only (somente adultos).</p><p><br/></p><p>Mas não é apenas em terras americanas que ações deste tipo têm espaço. Os benefícios de uma vida sem crianças, por exemplo, têm sido propagandeados por diversos livros no mundo ocidental e se tornando um sucesso de vendas. Escrito pela psicanalista e economista Corinne Maier, No Kid – 40 razões para não ter filhos (No Kid – Quarante raisons de ne pas avoir d’efant, no original) já se tornou um Best-seller na França, com mais de 45 mil exemplares vendidos, mostrando quão popular pode ser um mercado que também tem, entre seus títulos disponíveis, Child-Free and Loving It (em tradução livre, Livre de filhos e amando isso), da jornalista britânica Nicki Defago.</p><p><br/></p><p>Até mesmo clubes e associações voltadas para casais ou solteiros sem filhos têm crescido – e aparecido – em nações como o Canadá e a Inglaterra. Cerca de oito mil pessoas, por exemplo, já fazem parte do clube canadense No Kidding (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.nokidding.net/">http://www.nokidding.net/</a>), uma idéia do professor de inglês Jerry Steinberg, que conta atualmente com 45 filiais espalhadas por três países: Inglaterra, Estados Unidos e Austrália. A Inglaterra, aliás, também possui a chamada Associação Britânica dos Sem-Filhos (Britain Childfree Association,também intitulada Kidding Aside).</p><p><br/></p><p>Vendo, nessa tendência, um novo nicho de mercado, corporações e empreendimentos comerciais lançam produtos e fazem adaptações. Segundo a revista Newsweek, que já dedicou espaço ao tema, a montadora Honda está criando carros em que os assentos de bebês são substituídos por lugares especialmente feitos para abrigar cachorros, uma idéia inspirada pelo crescimento sem precedentes do hábito de ter animais de estimação entre os japoneses, que amargam baixíssimas taxas de fecundidade. Na Terra do Sol Nascente, há cerca de 1,25 filho por mulher, sendo que 56% das mulheres com 30 anos de idade ainda não tiveram filho, mais que o dobro do percentual registrado em 1985 (24%).</p><p><br/></p><p>Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil contará, em 2050, com uma população total de quase 260 milhões de habitantes, um crescimento absoluto de mais de 75 milhões de pessoas em relação ao ano de 2005. Por trás desses números gigantescos, porém, a realidade é que a taxa de fecundidade total – o número médio de filhos que uma mulher tem ao final do seu período fértil – tem declinado. Entre 1995 a 2005, ela caiu, por exemplo, de 2,5 para 2,3 filhos por mulher.</p><p><br/></p><p>O resultado prático dessa média pode ser visto na composição da população. Em 1995, o percentual de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos na população total era de 32,2%. Em 2005, essa participação caiu para 26,5% e, em 2050, as projeções populacionais indicam que a proporção de crianças e adolescentes alcançará 17,8%.</p><p><br/></p><p>Segundo o IBGE, em 2005 o número de mulheres em idade reprodutiva somava 51,2 milhões de pessoas sendo que, destas, 63% tinham pelo menos um filho nascido vivo. Porém, entre 1995 e 2005, reduziu-se o percentual de casal com filhos. Ele era de 63,7% e passou pra 53,3% na região nordeste, mudança também ocorrida no sudeste. A queda é creditada a redução da fecundidade das mulheres no país como um todo. No período de dez anos estudados pelo IBGE, em lares “chefiados” por homens, observou-se um aumento de 3,6 pontos percentuais das famílias formadas por casal sem filho. No caso da “chefia” feminina, também houve um aumento na proporção de casais sem filhos (3,5 pontos percentuais).</p><p><br/></p><p>Já nos países europeus, a situação é bem diferente da realidade do Brasil. “A fecundidade já é muito baixa, levando a uma situação de envelhecimento populacional muito séria, com implicações na capacidade de sustento da sociedade pela presença de muitos idosos e poucos adultos em idade produtiva”, diz Dória Bilac.</p><p><br/></p><p>As baixas taxas de natalidade européias já preocupam de tal maneira os governantes que ações têm sido tomadas – e discutidas – para tentar reverter o quadro. Algumas chamam a atenção por suas peculiaridades. Da Alemanha à Rússia, por exemplo, há uma crescente discussão sobre sanções para pessoas sem filhos. Na Eslováquia foi proposta, em março de 2006, a substituição de um imposto sobre a folha de pagamento – pouco popular entre os contribuintes – por um tributo sobre todos os eslovacos sem filhos com idade entre 25 e 50 anos. Na Rússia, onde a taxa de fecundidade baixou de 2,3 filhos por mulher nos anos de 1980 para 1,3 atualmente, há ainda um lobby que propõe um acréscimo do imposto de renda para casais sem crianças. Por fim, na Alemanha, país que já gasta mais do que qualquer outra nação européia em subsídios para as famílias, mas tem a segunda maior taxa de solteiros sem filhos, economistas e políticos sugerem que a pensão para as pessoas que não tenham tido crianças seja cortada pela metade.</p><p><br/></p><p>Políticas de incentivo financeiro à maternidade, porém, têm sido o caminho escolhido pelos governantes europeus para tentar aumentar a taxa de fecundidade de seus países. Em novembro, por exemplo, entra em vigor na Espanha uma lei especial. Anunciada pela vice-presidente Maria Tereza Fernández de La Veja, a nova legislação concede 2.500 euros por cada filho nascido ou adotado por famílias de espanhóis ou imigrantes que residam legalmente no país.</p><p><br/></p><p>“As baixas taxas de natalidade despertam muito medo no pensamento conservador sobre o futuro ‘branco’ da Europa e da cultura européia. Nos tempos atuais, é preciso pensar em um mundo multicultural e multiétnico, o que é muito difícil para o pensamento conservador europeu, que ainda defende a superioridade branca”, explica a socióloga Elisabete Dória Bilac.</p><p><br/></p><p>Graças a políticas de estimulo à natalidade postas em prática desde os anos de 1970, a França lidera hoje a taxa de fecundidade entre os países da União Européia, com 1,89 filho por mulher e o número recorde de mais de 830 mil nascimentos no ano de 2006, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Estudos Econômicos francês. “A História tem mostrado que políticas de estimulo à redução de fecundidade têm se mostrado muito mais eficientes do que as políticas de estímulo ao seu aumento. Mas a França mostra que isso tem ocorrido com algum sucesso e, atualmente, não só a Espanha, mas também outros países, como a Itália, estão tentando estimular o crescimento da fecundidade. É preciso aguardar para ver o resultado. Uma coisa, porém, é certa: os governos terão que colocar muito dinheiro em serviços sociais – educação infantil, creches, saúde, ampliação do tempo das licenças maternidade/paternidade bem remuneradas, entre outras ações – se quiserem ver sua população voltar a crescer”, diz a pesquisadora.</p><p><br/></p><p>Embora com uma taxa de fecundidade considerada baixa e com uma tendência ao envelhecimento da população, o Brasil ainda não está com a capacidade de sustento atual de sua população comprometida e, dessa forma, incentivar a maternidade no país não é algo com que a nação tenha que se preocupar no momento, diferentemente do que ocorre na Europa. “A sociedade brasileira, de forma geral, ainda valoriza ter filhos”, aponta a socióloga Lucila Scavone. “O nosso principal desafio, na verdade, é garantir que todas as crianças tenham acesso à educação e á saúde, além de garantir a todas as mulheres o direito à saúde reprodutiva e ao planejamento familiar”, completa Elisabete Dória Bilac.</p><p><br/></p><p>Revista Sociologia – Ciência&amp;Vida. Ano II. Número 13. Pág. 18-25.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3441108096/6dd5c16971ab2b0770e7cf15d00278c6/R_SOCIOLOGIA13_977198087400413b.png" />
         <pubDate>2025-02-22 17:19:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professortiagovaz/nje3082vevi71bo7/wish/3338649441</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Religiões Estimulam Poligamia</title>
         <author>professortiagovaz</author>
         <link>https://padlet.com/professortiagovaz/nje3082vevi71bo7/wish/3338666024</link>
         <description><![CDATA[<p>                        Por Rodrigo Gallo</p><p><br/></p><p>A poligamia não é uma prática exclusiva de sociedades onde o total de mulheres supera o dos homens. Em muitas crenças, o relacionamento amoroso entre mais de duas pessoas é permitido e, em alguns casos, até mesmo incentivado pelos líderes religiosos. O próprio catolicismo, hoje defensor da monogamia, apresenta personagens com comportamentos que podem ser considerados poligâmicos nos livros sagrados.</p><p><br/></p><p>De acordo com o Velho Testamento, Jacó foi casado com duas esposas, com quem teve 13 filhos – alguns, inclusive, foram concebidos através de relacionamentos extraconjugais. Muito tempo depois, após um longo período de adaptações sociais e culturais, esses herdeiros dariam origem às tribos de Israel, cujos descendentes teriam imigrado para os Estados Unidos da América. Os mórmons um grupo religioso norte-americano bastante numeroso, acabaram incorporando, de início, essas tradições poligâmicas praticadas séculos antes pelos seus ascendentes.</p><p><br/></p><p>Joseph Smith, o fundador desta religião, usou textos bíblicos para criar a tese de que os homens deveriam encontrar mais de uma esposa para se casar e procriar. Ele próprio seguiu esta orientação à risca: teve 50 esposas e algumas dezenas de filhos. Contudo, a igreja mórmon abandonou a prática da poligamia no século XIX. Ainda assim, estima-se que milhares de seguidores de seitas dissidentes do movimento original continuam se casando com mais de uma mulher na América do Norte, sobretudo nos Estados de Utah e Arizona.</p><p><br/></p><p>O Islamismo continua propagando o casamento plural para seus seguidores até hoje. O profeta Maomé, que teria escrito o Alcorão, livro sagrado do Islã, foi casado com diversas mulheres simultaneamente, tradição que ainda estimula os mulçumanos a fazer o mesmo em diversas partes do mundo. Em algumas nações árabes é comum encontrar relacionamentos múltiplos, como no Marrocos por exemplo. Nestes locais, a mulher também é tratada de forma considerada submissa pelos ocidentais (que possuem hábitos culturais bem diferentes dos árabes), pois deve andar coberta com véu e não pode freqüentar determinados lugares públicos.</p><p><br/></p><p>Contudo, há diversos outros países como, por exemplo, o Brasil, Chile e Argentina onde o casamento poligâmico já tem sido abolido por conta do contato entre as culturas islâmica e cristã. Boa parte dos descendentes dos imigrantes árabes convive afetiva e sexualmente com apenas uma mulher, pois, do contrário poderiam chocar os sul-americanos, acostumados com o casamento convencional do Ocidente (família nuclear formada por homem, mulher e filhos).</p><p><br>Revista Sociologia – Ciência&amp;Vida. Ano I, Número 12. Pag. 44.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3441108096/e1286c2b4415798c750156822535b600/R_SOCIOLOGIA12_977198087400412b.png" />
         <pubDate>2025-02-22 18:01:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professortiagovaz/nje3082vevi71bo7/wish/3338666024</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
