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      <title> Respostas aos questionários do manual sobre Fernando Pessoa ortónimo by Respostas aos questionários do manual</title>
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      <description>12º C</description>
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      <pubDate>2022-10-13 21:22:29 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta questionário Jose Maria </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. A realização da "obra"está, em primeiro lugar,condicionada pela vontadedivina, e depois pelo sonhodo homem. Cumpridas estasduas fases, a obra nascerá.<br>2. Deus quis que a terra fosseapenas uma e que o mar fosseum fator unificador. Para tal,seria necessário primeirodesvendá-lo para permitira união entre continentes epovos.<br>3. Deus escolheu o Infantepara cumprir a missão deunificação da terra através domar. Este é, assim, o símbolodo herói, o agente da vontadedivina, predestinado para ogrande feito do domínio dosmares.<br>4. A forma verbal “Sagrou-te” é sugestiva, uma vez quesemanticamente se associaà predestinação, à eleiçãodivina, assumindo, por isso,uma conotação religiosa.Foneticamente, remete parao nome do eleito, conhecidocomo “Infante de Sagres”e também para a escola denavegação que este fundoue que simboliza o início daexpansão marítima.<br>5. O apelo final é dirigidoa Deus e justifica-se pelodesalento causado pelofim do Império marítimo.Torna-se, assim, urgenteum novo sonho, que potenciea construção de um impériode outra ordem, maiscompleto porque integraráuma dimensão materiale outra espiritual.<br>6. A gradação, presenteno primeiro verso, refleteas etapas que permitirãoa concretização da obra:querer, sonhar, nascer.A personificação, a sugerir arapidez das descobertas, estápresente em “E a orla brancafoi de ilha em continente, /Clareou, correndo, atéao fim do mundo” (vv. 5-6).Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) paraidentificar o interlocutor e anecessidade da intervençãodivina para o nascimento deum novo império.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:02:43 UTC</pubDate>
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         <title>André Tavares e Samuel Paulino </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. A realização da "obra" está, em primeiro lugar,condicionada pela vontade divina, e depois pelo sonho do homem. Cumpridas estas duas fases, a obra nascerá.</div><div>2. Deus quis que a terra fosse apenas uma e que o mar fosse um fator unificador. Para tal,seria necessário primeiro desvendá-lo para permitir a união entre continentes e povos.</div><div>3. Deus escolheu o Infante para cumprir a missão de unificação da terra através do mar. Este é, assim, o símbolo do herói, o agente da vontade divina, predestinado para ogrande feito do domínio dos mares.</div><div>4. A forma verbal “Sagrou--te” é sugestiva, uma vez que semanticamente se associa à predestinação, à eleição divina, assumindo, por isso,uma conotação religiosa.Foneticamente, remete para o nome do eleito, conhecido como “Infante de Sagres”e também para a escola de navegação que este fundou e que simboliza o início da expansão marítima.</div><div>5. O apelo final é dirigido a Deus e justifica-se pelo desalento causado pelo fim do Império marítimo.Torna-se, assim, urgente um novo sonho, que potencia a construção de um império de outra ordem, mais completo porque integrará uma dimensão material e outra espiritual.</div><div>6. A gradação, presente no primeiro verso, refletes as etapas que permitirão a concretização da obra:querer, sonhar, nascer.A personificação, a sugerir a rapidez das descobertas, está presente em “E a orla branca foi de ilha em continente, /Clareou, correndo, até ao fim do mundo” (vv. 5-6).Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) para identificar o interlocutor e a necessidade da intervenção divina para o nascimento de um novo império.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:03:36 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Abreu</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1 - A realização da "obra"está, em primeiro lugar,condicionada pela vontadedivina, e depois pelo sonhodo homem. Cumpridas estasduas fases, a obra nascerá.<br>2 - Deus quis que a terra fosseapenas uma e que o mar fosseum fator unificador. Para tal,seria necessário primeirodesvendá-lo para permitira união entre continentes epovos.<br>3 - Deus escolheu o Infantepara cumprir a missão deunificação da terra através domar. Este é, assim, o símbolodo herói, o agente da vontadedivina, predestinado para ogrande feito do domínio dosmares.<br>4 - A forma verbal “Sagrou-te” é sugestiva, uma vez quesemanticamente se associaà predestinação, à eleiçãodivina, assumindo, por isso,uma conotação religiosa.Foneticamente, remete parao nome do eleito, conhecidocomo “Infante de Sagres”e também para a escola denavegação que este fundoue que simboliza o início daexpansão marítima.<br>5 - O apelo final é dirigidoa Deus e justifica-se pelodesalento causado pelofim do Império marítimo.Torna-se, assim, urgenteum novo sonho, que potenciea construção de um impériode outra ordem, maiscompleto porque integraráuma dimensão materiale outra espiritual.<br>6 - A gradação, presenteno primeiro verso, refleteas etapas que permitirãoa concretização da obra:querer, sonhar, nascer.A personificação, a sugerir arapidez das descobertas, estápresente em “E a orla brancafoi de ilha em continente, /Clareou, correndo, atéao fim do mundo” (vv. 5-6).Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) paraidentificar o interlocutor e anecessidade da intervençãodivina para o nascimento de um novo&nbsp;império </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:05:34 UTC</pubDate>
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         <title>Daniel Alves </title>
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         <description><![CDATA[<div>1. A realização da "obra"está, em primeiro lugar,condicionada pela vontadedivina, e depois pelo sonhodo homem. Cumpridas estasduas fases, a obra nascerá.<br><br>2. Deus quis que a terra fosseapenas uma e que o mar fosseum fator unificador. Para tal,seria necessário primeirodesvendá-lo para permitira união entre continentes epovos.<br><br>3. Deus escolheu o Infantepara cumprir a missão deunificação da terra através domar. Este é, assim, o símbolodo herói, o agente da vontadedivina, predestinado para ogrande feito do domínio dosmares.<br><br>4. A forma verbal “Sagrou--te” é sugestiva, uma vez quesemanticamente se associaà predestinação, à eleiçãodivina, assumindo, por isso,uma conotação religiosa.Foneticamente, remete parao nome do eleito, conhecidocomo “Infante de Sagres”e também para a escola denavegação que este fundoue que simboliza o início daexpansão marítima.<br><br>5. O apelo final é dirigidoa Deus e justifica-se pelodesalento causado pelofim do Império marítimo.Torna-se, assim, urgenteum novo sonho, que potenciea construção de um impériode outra ordem, maiscompleto porque integraráuma dimensão materiale outra espiritual.<br><br>6. A gradação, presenteno primeiro verso, refleteas etapas que permitirãoa concretização da obra:querer, sonhar, nascer.A personificação, a sugerir arapidez das descobertas, estápresente em “E a orla brancafoi de ilha em continente, /Clareou, correndo, atéao fim do mundo” (vv. 5-6).Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) paraidentificar o interlocutor e anecessidade da intervençãodivina para o nascimento deum novo império.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:06:29 UTC</pubDate>
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         <title>Guilherme,Vicente, Daniel caleiro</title>
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         <description><![CDATA[<div>1. A realização da "obra" está, em primeiro lugar,condicionada pela vontade divina, e depois pelo sonho do homem. Cumpridas estas duas fases, a obra nascerá.<br>2. Deus quis que a terra fosse apenas uma e que o mar fosse um fator unificador. Para tal,seria necessário primeiro desvendá-lo para permitir a união entre continentes e povos.<br>3. Deus escolheu o Infante para cumprir a missão de unificação da terra através do mar. Este é, assim, o símbolo do herói, o agente da vontade divina, predestinado para ogrande feito do domínio dos mares.<br>4. A forma verbal “Sagrou--te” é sugestiva, uma vez que semanticamente se associa à predestinação, à eleição divina, assumindo, por isso,uma conotação religiosa.Foneticamente, remete para o nome do eleito, conhecido como “Infante de Sagres”e também para a escola de navegação que este fundou e que simboliza o início da expansão marítima.<br>5. O apelo final é dirigido a Deus e justifica-se pelo desalento causado pelo fim do Império marítimo.Torna-se, assim, urgente um novo sonho, que potencia a construção de um império de outra ordem, mais completo porque integrará uma dimensão material e outra espiritual.<br>6. A gradação, presente no primeiro verso, refletes as etapas que permitirão a concretização da obra:querer, sonhar, nascer.A personificação, a sugerir a rapidez das descobertas, está presente em “E a orla branca foi de ilha em continente, /Clareou, correndo, até ao fim do mundo” (vv. 5-6).Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) para identificar o interlocutor e a necessidade da intervenção divina para o nascimento de um novo império.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:07:45 UTC</pubDate>
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         <title>Simão Gonçalves </title>
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         <description><![CDATA[<div>resposta ao questionário<br><br><br>1. A realização da "obra" está, em primeiro lugar,condicionada pela vontade divina, e depois pelo sonho do homem. Cumpridas estas duas fases, a obra nascerá.<br><br>2. Deus quis que a terra fosse apenas uma e que o mar fosse um fator unificador. Para tal,seria necessário primeiro desvendá-lo para permitir a união entre continentes e povos.<br><br>3. Deus escolheu o Infante para cumprir a missão de unificação da terra através do mar. Este é, assim, o símbolo do herói, o agente da vontade divina, predestinado para ogrande feito do domínio dos mares.<br><br>4. A forma verbal “Sagrou--te” é sugestiva, uma vez que semanticamente se associa à predestinação, à eleição divina, assumindo, por isso,uma conotação religiosa.Foneticamente, remete para o nome do eleito, conhecido como “Infante de Sagres”e também para a escola de navegação que este fundou e que simboliza o início da expansão marítima.<br><br>5. O apelo final é dirigido a Deus e justifica-se pelo desalento causado pelo fim do Império marítimo.Torna-se, assim, urgente um novo sonho, que potencia a construção de um império de outra ordem, mais completo porque integrará uma dimensão material e outra espiritual.<br><br>6. A gradação, presente no primeiro verso, refletes as etapas que permitirão a concretização da obra:querer, sonhar, nascer.A personificação, a sugerir a rapidez das descobertas, está presente em “E a orla branca foi de ilha em continente, /Clareou, correndo, até ao fim do mundo” (vv. 5-6).Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) para identificar o interlocutor e a necessidade da intervenção divina para o nascimento de um novo império.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:09:11 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta-Bernardo Couto 20/01</title>
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         <description><![CDATA[<div>1. A realização da "obra"está, em primeiro lugar,condicionada pela vontade divina, e depois pelo sonhodo homem. Cumpridas estas duas fases, a obra nascerá.<br><br>2. Deus quis que a terra fosse apenas uma e que o mar fosse um fator unificador. Para tal,seria necessário primeiro desvendá-lo para permitira união entre continentes epovos.<br><br>3. Deus escolheu o Infante para cumprir a missão de unificação da terra através do mar. Este é, assim, o símbolo do herói, o agente da vontade divina, predestinado para ogrande feito do domínio dos mares.<br><br>4. A forma verbal “Sagrou-te” é sugestiva, uma vez que semanticamente se associa à predestinação, à eleição divina, assumindo, por isso,uma conotação religiosa.Foneticamente, remete para o nome do eleito, conhecidocomo “Infante de Sagres”e também para a escola de navegação que este fundou e que simboliza o início da expansão marítima.5. O apelo final é dirigidoa Deus e justifica-se pelo desalento causado pelo fim do Império marítimo.Torna-se, assim, urgente um novo sonho, que potencie a construção de um império de outra ordem, mais completo porque integrará uma dimensão materiale outra espiritual.6. A gradação, presenteno primeiro verso, reflete as etapas que permitirão a concretização da obra:querer, sonhar, nascer.A personificação, a sugerir a rapidez das descobertas, está presente em “E a orla branca foi de ilha em continente, /Clareou, correndo, até ao fim do mundo” (vv. 5-6).Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) parabidentificar o interlocutor e a necessidade da intervenção divina para o nascimento de um novo império.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:09:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Catarina e Nicole, pág.124.125</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. A realização da “obra” está condicionada pela vontade divina e depois pelo sonho do homem, compridas estás 2 fases a obra nascera.<br>&nbsp;<br>2. Deus quis que a terra fosseapenas uma e que o mar fosseum fator unificador. Para tal,seria necessário primeiro desvendá-lo para permitir a união entre continentes e povos.<br><br>3. Deus escolheu o Infante para cumprir a missão deunificação da terra através domar. Este é, assim, o símbolo do herói, o agente da vontade divina, predestinado para o grande feito do domínio dosmares.<br><br>4. A forma verbal “Sagrou-te” é sugestiva, uma vez que semanticamente se associa à predestinação, à eleição divina, assumindo, por isso,uma conotação religiosa. Foneticamente, remete para o nome do eleito, conhecido como “Infante de Sagres”e também para a escola de navegação que este fundo que simboliza o início daexpansão marítima.<br><br>5. O apelo final é dirigidoa Deus e justifica-se pelo desalento causado pelo fim do Império marítimo.Torna-se, assim, urgente um novo sonho, que potencie a construção de um império de outra ordem, mais completo porque integrará uma dimensão materiale outra espiritual.<br><br>6. A gradação, presente no primeiro verso, reflete as etapas que permitirão a concretização da obra:querer, sonhar, nascer.A personificação, a sugerir arapidez das descobertas, está presente em “E a orla branca foi de ilha em continente, /Clareou, correndo, atéao fim do mundo”.Emprega-se ainda a apóstrofe para identificar o interlocutor e a necessidade da intervenção divina para o nascimento de um novo império.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:10:45 UTC</pubDate>
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         <title>Anastácia, Rita Branco, Jéssica, Beatriz Galamba </title>
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         <description><![CDATA[<div>1. A realização da "obra"está, em primeiro lugar,condicionada pela vontade divina, e depois pelo sonhodo homem. Cumpridas ambas as fases, a obra nascerá.<br><br>2. Deus quis que a terra fosse apenas uma e que o mar fosse um fator que conduz à unificação. Para isto acontecer, deveria desvendá-lo para permitir a união entre continentes e povos.<br><br>3. Deus escolheu o Infante para cumprir a missão de unir a terra através do mar. Este é, assim, o símbolo do herói, o agente da vontade divina, predestinado para o grande feito do domínio dos mares.<br><br>4. A forma verbal “Sagrou-te” é sugestiva, uma vez que, semanticamente, se associa à predestinação, à eleição divina, assumindo, por isso,uma conotação religiosa.Foneticamente, associa-se ao nome do eleito, conhecido como “Infante de Sagres”e também para a escola de navegação que este fundou e que simboliza o início da expansão marítima.<br><br>5. O apelo final é dirigido a Deus e justifica-se pelo desalento causado pelo fim do Império marítimo.Torna-se, assim, um novo sonho, que potencia a formação de um império de outra ordem, mais completo porque integrará uma dimensão material e outra espiritual.<br><br>6. A gradação, presente no primeiro verso, reflete as etapas que permitirão a concretização da obra: querer, sonhar, nascer.A personificação, a sugerir a rapidez das descobertas, está presente em “E a orla branca foi de ilha em continente, /Clareou, correndo, atéao fim do mundo” (vv. 5-6).Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) para identificar o interlocutor e a necessidade da intervenção divina para o nascimento de um novo império.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:14:31 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta feita por Gonçalo Florêncio, João Grazina e Tomás Vieira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. A realização da "obra" está, primeiramente, condicionada pela vontade divina, e depois pelo sonho do homem. Cumpridas estas duas fases, a obra nascerá.<br>2. Deus pretendeu que a terra fosse apenas uma e que o mar fosse um fator unificador. Para que o mar fosse tal fator, seria necessário primeiro desvendá-lo para haver a união entre continentes e povos.<br>3. Deus escolheu o Infante para cumprir a missão de unificação da terra através do mar. Este é, assim, o símbolo do herói, o agente da vontade divina, predestinado para o grande feito do domínio dos mares.<br>4. A forma verbal “Sagrou-te” é sugestiva, uma vez que se manticamente se associa à predestinação, à eleição divina, assumindo, por isso,uma conotação religiosa. Foneticamente, remete para o nome do eleito, conhecido como “Infante de Sagres” e também para a escola de navegação que este fundou e que simboliza o início da expansão marítima.<br>5. O apelo final é dirigido a Deus e justifica-se pelo desalento causa do pelo fim do Império marítimo. Torna-se, assim, urgente um novo sonho, que potencie a construção de um império de outra ordem, mais completo porque integrará uma dimensão material e outra espiritual.<br>6. A gradação, presente no primeiro verso, reflete as etapas que permitirão a concretização da obra: querer, sonhar, nascer. A personificação, a sugerir a rapidez das descobertas, está presente em “E a orla branca foi de ilha em continente, /Clareou, correndo, até ao fim do mundo” (vv. 5-6). Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) para identificar o interlocutor e a necessidade da intervenção divina para o nascimento de um novo império.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:17:29 UTC</pubDate>
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         <title>João Grazina </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. A realização da "obra" está, em primeiro lugar,condicionada pela vontade divina, e depois pelo sonho do homem. Cumpridas estas duas fases, a obra nascerá.</div><div>2. Deus quis que a terra fosse apenas uma e que o mar fosse um fator unificador. Para tal,seria necessário primeiro desvendá-lo para permitir a união entre continentes e povos.</div><div>3. Deus escolheu o Infante para cumprir a missão de unificação da terra através do mar. Este é, assim, o símbolo do herói, o agente da vontade divina, predestinado para ogrande feito do domínio dos mares.</div><div>4. A forma verbal “Sagrou--te” é sugestiva, uma vez que semanticamente se associa à predestinação, à eleição divina, assumindo, por isso,uma conotação religiosa.Foneticamente, remete para o nome do eleito, conhecido como “Infante de Sagres”e também para a escola de navegação que este fundou e que simboliza o início da expansão marítima.</div><div>5. O apelo final é dirigido a Deus e justifica-se pelo desalento causado pelo fim do Império marítimo.Torna-se, assim, urgente um novo sonho, que potencia a construção de um império de outra ordem, mais completo porque integrará uma dimensão material e outra espiritual.</div><div>6. A gradação, presente no primeiro verso, refletes as etapas que permitirão a concretização da obra:querer, sonhar, nascer.A personificação, a sugerir a rapidez das descobertas, está presente em “E a orla branca foi de ilha em continente, /Clareou, correndo, até ao fim do mundo” (vv. 5-6).Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) para identificar o interlocutor e a necessidade da intervenção divina para o nascimento de um novo império.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:31:15 UTC</pubDate>
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         <title>Jose Maria Ulisses</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. ”O mito é o nada que é tudo”porque, sendo mito, não temexistência concreta; porém,como corresponde a umacrença/ fé, pode ser tudo, dadoque as crenças alimentam/dãosentido à realidade.<br>2. Para comprovar a tese,o sujeito poético serve-se dedois conjuntos de argumentos:(1) o Sol, um elementoda realidade física, e umelemento transcendente,Deus, que é “morto”, “vivo edesnudo”, apontando paraa ressurreição e para o seupoder regenerador, apesar denão ter existência física.(2) A crença de que Ulissesaportou no local onde agorase situa Lisboa e aí teráfundado a cidade.<br>3. Depois de ter fundamentadoa sua tese, o sujeito poéticopassa para a generalização,pondo a realidade nadependência da lenda, como sea primeira não fizesse sentidosem a segunda, porque é alenda que fecunda a realidade.Sem o mito, a vida seria umvazio.<br>4. Uma das metáforaspresentes surge na utilizaçãodo verbo “fecundar”, que,no contexto, sugere o poderregenerador do mito, a suacapacidade de dar sentidoà vida e de fazer surgir arealidade.<br>5. Em ambos os textos, afigura simbólica de Ulisses deusentido à vida dos portuguesesporque, ao fundar a cidade deLisboa, colocou a primeirapedra do império português.<br>6. “Este” e "aqui" têmreferência deítica de naturezaespacial; “aportou” é temporale pessoal.<br>7. O pronome “(l)a” temcomo referente “a realidade”e exemplifica a coesãogramatical referencial</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:43:03 UTC</pubDate>
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         <title>João  Grazina Ulisses</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. ”O mito é o nada que é tudo”porque, sendo mito, não temexistência concreta; porém,como corresponde a umacrença/ fé, pode ser tudo, dadoque as crenças alimentam/dãosentido à realidade.2. Para comprovar a tese,o sujeito poético serve-se dedois conjuntos de argumentos:(1) o Sol, um elementoda realidade física, e umelemento transcendente,Deus, que é “morto”, “vivo edesnudo”, apontando paraa ressurreição e para o seupoder regenerador, apesar denão ter existência física.(2) A crença de que Ulissesaportou no local onde agorase situa Lisboa e aí teráfundado a cidade.3. Depois de ter fundamentadoa sua tese, o sujeito poéticopassa para a generalização,pondo a realidade nadependência da lenda, como sea primeira não fizesse sentidosem a segunda, porque é alenda que fecunda a realidade.Sem o mito, a vida seria umvazio.4. Uma das metáforaspresentes surge na utilizaçãodo verbo “fecundar”, que,no contexto, sugere o poderregenerador do mito, a suacapacidade de dar sentidoà vida e de fazer surgir arealidade.5. Em ambos os textos, afigura simbólica de Ulisses deusentido à vida dos portuguesesporque, ao fundar a cidade deLisboa, colocou a primeirapedra do império português.6. “Este” e "aqui" têmreferência deítica de naturezaespacial; “aportou” é temporale pessoal.7. O pronome “(l)a” temcomo referente “a realidade”e exemplifica a coesãogramatical referencial</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:43:14 UTC</pubDate>
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         <title>Questionário Ulisses Carolina Abreu </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. A realização da "obra" está, em primeiro lugar,condicionada pela vontade divina, e depois pelo sonho do homem. Cumpridas estas duas fases, a obra nascerá.<br>2. Deus quis que a terra fosse apenas uma e que o mar fosse um fator unificador. Para tal,seria necessário primeiro desvendá-lo para permitir a união entre continentes e povos.<br>3. Deus escolheu o Infante para cumprir a missão de unificação da terra através do mar. Este é, assim, o símbolo do herói, o agente da vontade divina, predestinado para ogrande feito do domínio dos mares.<br>4. A forma verbal “Sagrou--te” é sugestiva, uma vez que semanticamente se associa à predestinação, à eleição divina, assumindo, por isso,uma conotação religiosa.Foneticamente, remete para o nome do eleito, conhecido como “Infante de Sagres”e também para a escola de navegação que este fundou e que simboliza o início da expansão marítima.<br>5. O apelo final é dirigido a Deus e justifica-se pelo desalento causado pelo fim do Império marítimo.Torna-se, assim, urgente um novo sonho, que potencia a construção de um império de outra ordem, mais completo porque integrará uma dimensão material e outra espiritual.<br>6. A gradação, presente no primeiro verso, refletes as etapas que permitirão a concretização da obra:querer, sonhar, nascer.A personificação, a sugerir a rapidez das descobertas, está presente em “E a orla branca foi de ilha em continente, /Clareou, correndo, até ao fim do mundo” (vv. 5-6).Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) para identificar o interlocutor e a necessidade da intervenção divina para o nascimento de um novo império.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:46:35 UTC</pubDate>
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         <title>simão gonçalves </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/niw6t2qrp7o0g96x/wish/2450964396</link>
         <description><![CDATA[<div>questionário Ulisses pagina 121<br><br>1. ”O mito é o nada que é tudo”porque, sendo mito, não tem existência concreta; porém,como corresponde a uma crença/ fé, pode ser tudo, dado que as crenças alimentam/dão sentido à realidade.</div><div><br></div><div>2. Para comprovar a tese,o sujeito poético serve-se de dois conjuntos de argumentos:(1) o Sol, um elemento da realidade física, é um elemento transcendente,Deus, que é “morto”, “vivo e desnudo", apontando para a ressurreição e para o seu poder regenerador, apesar de não ter existência física.(2) A crença de que Ulisses Aportou no local onde agora se situa Lisboa e aí terá fundado a cidade.</div><div><br></div><div>3. Depois de ter fundamentado a sua tese, o sujeito poético passa para a generalização, pondo a realidade na dependência da lenda, como sea primeira não fizesse sentido sem a segunda, porque é a lenda que fecunda a realidade.Sem o mito, a vida seria um vazio.</div><div><br></div><div>4. Uma das metáforas presentes surge na utilização do verbo “fecundar”, que,no contexto, sugere o poder regenerador do mito, a sua capacidade de dar sentido à vida e de fazer surgir a realidade.</div><div><br></div><div>5. Em ambos os textos, a figura simbólica de Ulisses deu sentido à vida dos portugueses porque, ao fundar a cidade de Lisboa, colocou a primeira pedra do império português.</div><div><br></div><div>6. “Este” e "aqui" têm referência de crítica de natureza espacial; “aportou” é temporal e pessoal.</div><div><br></div><div>7. O pronome “(l)a” tem como referente “a realidade”e exemplifica a coesão gramatical referencial</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 11:51:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ulisses, resposta feita por Gonçalo Florêncio e Tomás vieira  pág 121</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/niw6t2qrp7o0g96x/wish/2451221019</link>
         <description><![CDATA[<div>1. ”O mito é o nada que é tudo”porque, sendo mito, não temexistência concreta; porém,como corresponde a uma crença/ fé, pode ser tudo, dadoque as crenças alimentam/dão sentido à realidade.<br><br>2. Para comprovar a tese,o sujeito poético serve-se dedois conjuntos de argumentos:(1) o Sol, um elementoda realidade física, e umelemento transcendente,Deus, que é “morto”, “vivo e desnudo”, apontando paraa ressurreição e para o seupoder regenerador, apesar denão ter existência física.(2) A crença de que Ulissesaportou no local onde agorase situa Lisboa e aí teráfundado a cidade.<br><br>3. Depois de ter fundamentadoa sua tese, o sujeito poéticopassa para a generalização,pondo a realidade nadependência da lenda, como sea primeira não fizesse sentidosem a segunda, porque é alenda que fecunda a realidade.Sem o mito, a vida seria um vazio.<br><br>4. Uma das metáforaspresentes surge na utilizaçãodo verbo “fecundar”, que,no contexto, sugere o poderregenerador do mito, a suacapacidade de dar sentidoà vida e de fazer surgir a realidade.<br><br>5. Em ambos os textos, afigura simbólica de Ulisses deusentido à vida dos portugueses porque, ao fundar a cidade de Lisboa, colocou a primeirapedra do império português.<br><br>6. “Este” e "aqui" têmreferência deítica de natureza espacial; “aportou” é temporale pessoal.<br><br>7. O pronome “(l)a” temcomo referente “a realidade”e exemplifica a coesãogramatical referencial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 15:45:00 UTC</pubDate>
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         <title>Catarina e Nicole- pag.121 (Ulisses)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/niw6t2qrp7o0g96x/wish/2451419558</link>
         <description><![CDATA[<div>1. ”O mito é o nada que é tudo”porque, sendo mito, não tem existência concreta; porém,como corresponde a uma crença/ fé, pode ser tudo, dado que as crenças alimentam/dãosentido à realidade.<br><br>2. Para comprovar a tese, o sujeito poético serve-se dedois conjuntos de argumentos:(1) o Sol, um elemento da realidade física, e umelemento transcendente,Deus, que é “morto”, “vivo e desnudo”, apontando para a ressurreição e para o seu poder regenerador, apesar denão ter existência física.(2) A crença de que Ulisses aportou no local onde agorase situa Lisboa e aí terá fundado a cidade.<br><br>3. Depois de ter fundamentado a sua tese, o sujeito poético passa para a generalização,pondo a realidade na dependência da lenda, como se a primeira não fizesse sentido sem a segunda, porque é a lenda que fecunda a realidade.Sem o mito, a vida seria um vazio.<br><br>4. Uma das metáforas presentes surge na utilização do verbo “fecundar”, que , no contexto, sugere o poder regenerador do mito, a sua capacidade de dar sentido à vida e de fazer surgir a realidade.<br><br>5. Em ambos os textos, afigura simbólica de Ulisses deu sentido à vida dos portugueses porque, ao fundar a cidade deLisboa, colocou a primeira pedra do império português.<br><br>6. “Este” e "aqui" têm referência deítica de natureza espacial; “aportou” é temporal e pessoal.<br><br>7. O pronome “(l)a” tem como referente “a realidade”e exemplifica a coesão gramatical referencial</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 18:31:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sofia Kras - Respostas ao questionário da página 124 &quot;O Infante&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/niw6t2qrp7o0g96x/wish/2452108879</link>
         <description><![CDATA[<div>1. As condições necessárias à concretização da "obra" são a vontade divina ("<em>Deus quer, [...]</em>") e a ambição/sonho do Homem ("<em>[...] o homem sonha [...]</em>"). Isto é, assim que Deus querer e o homem sonhar, a obra nascerá.<br><br>2. Segundo o autor da obra, Deus quer que o mar funcione como uma ligação entre as terras de modo que o mundo seja uno. Isso será possível, apenas depois de desvendar o mar, pois uma vez que não há mar inexplorado, pode ocorrer uma união da terra ("Deus quis que a terra fosse toda uma,").<br><br>3. A predestinação ao Infante está associada ao facto deste ter sido eleito por Deus para desvendar o mar e cumprir a missão de unificar a terra. Torna-se assim um herói predestinado a uma missão importante.<br><br>4. Uma vez que a forma verbal "Sagrou-te" está semanticamente associada à eleição divina (da palavra sagrado), consideramos que a palavra insinua uma conotação religiosa. <br>Foneticamente, remete para o nome do eleito, conhecido como “Infante de Sagres" e também para a escola de navegação (símbolo da expansão marítima e dos descobrimentos) que este fundou.<br><br>5.&nbsp; O apelo final dirigido a Deus justifica-se pela tristeza que ocorreu com o fim do Império marítimo. O sujeito sente que há necessidade um novo sonho que resultará numa motivação para a construção de um império de dimensão espiritual e universal (o 5º Império). <br><br>6.&nbsp; A gradação, presente no primeiro verso, refletes as etapas que permitirão a concretização da obra: querer, sonhar, nascer. <br>A personificação, a sugerir a rapidez das descobertas, está presente em “<em>E a orla branca foi de ilha em continente, /Clareou, correndo, até ao fim do mundo</em>" (vv. 5-6).<br>Emprega-se ainda a apóstrofe(“<em>Senhor</em>”, v. 12) para identificar o interlocutor e a necessidade da intervenção divina para o nascimento de um novo império.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-22 00:36:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sofia Kras - Respostas ao questionário da página 121 &quot;Ulisses&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/niw6t2qrp7o0g96x/wish/2452116896</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Ao afirmar que "O mito é o nada que é tudo", o sujeito poético admite a falta de&nbsp; de qualquer mito, no entanto reconhece que este mito corresponde a uma fé, dando assim sentido à realidade.<br><br>2. Para comprovar a tese, o sujeito poético serve-se de 2 argumentos:&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;- dá o exemplo do Sol que é um elemento físico mas também um elemento transcendente e o exemplo de Deus que é "Vivo e desnudo";<br>&nbsp; &nbsp;- crença de que Ulisses apostou no local onde agora se situa Lisboa e aí terá fundado a cidade.<br><br>3. A última estrofe funciona como uma conclusão pois começa por "Assim [...]" e porque a sua ideia principal é uma generalização de que uma lenda incentiva a realidade, isto é, a primeira não faz sentido sem a segunda.<br><br>4. A metáfora está presente no verso "E a fecundá-la decorre." e sugere que o mito faz surgir a realidade.<br><br>5. Em ambos os textos, a figura simbólica de Ulisses deu sentido à vida dos portugueses porque, ao fundas a cidade de Lisboa, colocou a primeira pedra do Império Português.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-22 01:01:51 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Reis e Rodrigo Ferreira </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1. A realização da "obra" está, em primeiro lugar,condicionada pela vontade divina, e depois pelo sonho do homem. Cumpridas estas duas fases, a obra nascerá.<br>2. Deus quis que a terra fosse apenas uma e que o mar fosse um fator unificador. Para tal,seria necessário primeiro desvendá-lo para permitir a união entre continentes e povos.<br>3. Deus escolheu o Infante para cumprir a missão de unificação da terra através do mar. Este é, assim, o símbolo do herói, o agente da vontade divina, predestinado para ogrande feito do domínio dos mares.<br>4. A forma verbal “Sagrou--te” é sugestiva, uma vez que semanticamente se associa à predestinação, à eleição divina, assumindo, por isso,uma conotação religiosa.Foneticamente, remete para o nome do eleito, conhecido como “Infante de Sagres”e também para a escola de navegação que este fundou e que simboliza o início da expansão marítima.<br>5. O apelo final é dirigido a Deus e justifica-se pelo desalento causado pelo fim do Império marítimo.Torna-se, assim, urgente um novo sonho, que potencia a construção de um império de outra ordem, mais completo porque integrará uma dimensão material e outra espiritual.<br>6. A gradação, presente no primeiro verso, refletes as etapas que permitirão a concretização da obra:querer, sonhar, nascer.A personificação, a sugerir a rapidez das descobertas, está presente em “E a orla branca foi de ilha em continente, /Clareou, correndo, até ao fim do mundo” (vv. 5-6).Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) para identificar o interlocutor e a necessidade da intervenção divina para o nascimento de um novo império.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-23 10:28:46 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Mendes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Página 124 "O Infante "<br>1. A realização da "obra" está, em primeiro lugar, condicionada pela vontade divina, e depois pelo sonho do homem. Cumpridas estas duas fases, a obra nascerá.<br>2. Deus quis que a terra fosse apenas uma e que o mar fosse um fator unificador. Para tal, seria necessário primeiro desvendá-lo para permitir a união entre continentes e povos.<br>3. Deus escolheu o Infante para cumprir a missão de unificação da terra através do mar. Este é, assim, o símbolo do herói, o agente da vontade divina, predestinado para o grande feito do domínio dos mares.<br>4. A forma verbal “Sagrou--te” é sugestiva, uma vez que semanticamente se associa à predestinação, à eleição divina, assumindo, por isso, uma conotação religiosa. Foneticamente, remete para o nome do eleito, conhecido como “Infante de Sagres” e também para a escola de navegação que este fundou e que simboliza o início da expansão marítima.<br>5. O apelo final é dirigido a Deus e justifica-se pelo desalento causado pelo fim do Império marítimo. Torna-se, assim, urgente um novo sonho, que potencia a construção de um império de outra ordem, mais completo porque integrará uma dimensão material e outra espiritual.<br>6. A gradação, presente no primeiro verso, refletes as etapas que permitirão a concretização da obra: querer, sonhar, nascer. A personificação, a sugerir a rapidez das descobertas, está presente em “E a orla branca foi de ilha em continente, /Clareou, correndo, até ao fim do mundo” (vv. 5-6).Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) para identificar o interlocutor e a necessidade da intervenção divina para o nascimento de um&nbsp;novo&nbsp;império.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-23 10:48:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ana Faria/ Joana Margarida- Respostas ao questionário pág.124 &quot;O infante&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/niw6t2qrp7o0g96x/wish/2456512861</link>
         <description><![CDATA[<div>1. A realização da "obra" está, em primeiro lugar, condicionada pela vontade divina, e depois pelo sonho do homem. Cumpridas estas duas fases, a obra nascerá.</div><div>2. Deus quis que a terra fosse apenas uma e que o mar fosse um fator unificador. Para tal, seria necessário primeiro desvendá-lo para permitir a união entre continentes e povos.</div><div>3. Deus escolheu o Infante para cumprir a missão de unificação da terra através do mar. Este é, assim, o símbolo do herói, o agente da vontade divina, predestinado para o grande feito do domínio dos mares.</div><div>4. A forma verbal “Sagrou--te” é sugestiva, uma vez que semanticamente se associa à predestinação, à eleição divina, assumindo, por isso, uma conotação religiosa. Foneticamente, remete para o nome do eleito, conhecido como “Infante de Sagres” e também para a escola de navegação que este fundou e que simboliza o início da expansão marítima.</div><div>5. O apelo final é dirigido a Deus e justifica-se pelo desalento causado pelo fim do Império marítimo. Torna-se, assim, urgente um novo sonho, que potencia a construção de um império de outra ordem, mais completo porque integrará uma dimensão material e outra espiritual.</div><div>6. A gradação, presente no primeiro verso, refletes as etapas que permitirão a concretização da obra: querer, sonhar, nascer. A personificação, a sugerir a rapidez das descobertas, está presente em “E a orla branca foi de ilha em continente, /Clareou, correndo, até ao fim do mundo” (vv. 5-6).Emprega-se ainda a apóstrofe(“Senhor”, v. 12) para identificar o interlocutor e a necessidade da intervenção divina para o nascimento de um novo império.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-25 17:26:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ana Faria/Joana Margarida- respostas ao questionário pág.121 &quot;Ulisses&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mnfassuncao/niw6t2qrp7o0g96x/wish/2456518157</link>
         <description><![CDATA[<div>1. ”O mito é o nada que é tudo” porque, sendo mito, não tem existência concreta; porém, como corresponde a uma crença/ fé, pode ser tudo, dado que as crenças alimentam/dão sentido à realidade.<br><br>2. Para comprovar a tese, o sujeito poético serve-se de dois conjuntos de argumentos:(1) o Sol, um elemento da realidade física, e um elemento transcendente, Deus, que é “morto”, “vivo e desnudo”, apontando para a ressurreição e para o seu poder regenerador, apesar de não ter existência física.(2) A crença de que Ulisses aportou no local onde agora se situa Lisboa e aí terá fundado a cidade.<br><br>3. Depois de ter fundamentado a sua tese, o sujeito poético passa para a generalização, pondo a realidade na dependência da lenda, como se a primeira não fizesse sentido sem a segunda, porque é a lenda que fecunda a realidade. Sem o mito, a vida seria um vazio.<br><br>4. Uma das metáforas presentes surge na utilização do verbo “fecundar”, que, no contexto, sugere o poder regenerador do mito, a sua capacidade de dar sentido à vida e de fazer surgir a realidade.<br><br>5. Em ambos os textos, afigura simbólica de Ulisses deu sentido à vida dos portugueses porque, ao fundar a cidade de Lisboa, colocou a primeira pedra do império português.<br><br>6. “Este” e "aqui" têm referência deítica de natureza espacial; “aportou” é temporal e pessoal.<br><br>7. O pronome “(l)a” tem como referente “a realidade” e exemplifica a coesão gramatical referencial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-25 17:30:12 UTC</pubDate>
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