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      <title>Informações Necessárias by Samanta G Porto</title>
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      <description>Criado com intuito de reforçar conhecimentos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-25 10:59:54 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-20 17:37:30 UTC</lastBuildDate>
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         <title>             Racismo e Descriminação Social</title>
         <author>SamantaGPorto</author>
         <link>https://padlet.com/SamantaGPorto/niie6h6xgh9lrfj5/wish/2355279381</link>
         <description><![CDATA[<div>  O Brasil é um país de cultura escravocrata e com grande miscigenação de raças, fatores estes que contribuíram para a existência de diversidades de culturas, valores e crenças. Somando-se a isso encontramos as desigualdades oriundas dos vários anos de exploração econômica do proletariado, aos 350 anos de escravidão negra e da subsequente abolição sem a acolhida no mercado de trabalho dos negros e sem que fossem propiciadas as condições mínimas para eles subsistissem.<br>&nbsp; O Ministério do trabalho lançou um documento chamado: <em>"Brasil, Gênero e Raça"</em> em que distingue Racismo, Preconceito, Estereótipo e Discriminação.<br>&nbsp; Mas e você, sabe diferenciar Racismo, Preconceito e Descriminação?</div><ul><li>&nbsp; Racismo é a ideologia que postula a existência de hierarquia entre grupos humanos, que no caso em tela pode ser traduzida na pretensão da existência de uma certa hierarquia entre negros e brancos. É a doutrina que sustenta a superioridade de certas raças, podendo representar ainda o preconceito ou discriminação em relação à indivíduos considerados de outras raças.</li><li>&nbsp; Preconceito é uma indisposição, um julgamento prévio negativo que se faz de pessoas estigmatizadas por estereótipos. Aprendemos que preconceito é uma ideia pré-concebida ou mais precisamente, a suspeita, a intolerância e a aversão a outras raças religiões e credos.</li><li>&nbsp; Discriminação é a denominação atribuída a uma ação ou omissão violadora do direito das pessoas com base em critérios injustificados e injustos tais como: raça, sexo, idade, crença, opção religiosa, nacionalidade, ou qualquer coisa que possa atingir alguém de forma direta ou indireta.</li></ul><div>&nbsp; Na mesma esteira de pensamento e proteção, a Constituição Federal de 1988, conhecida como Constituição Cidadã, estabeleceu a proibição da tortura e da humilhação de todo e qualquer indivíduo, independente de sexo, raça, cor, idade, etc...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 11:40:28 UTC</pubDate>
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         <title>Objetificação Feminina</title>
         <author>SamantaGPorto</author>
         <link>https://padlet.com/SamantaGPorto/niie6h6xgh9lrfj5/wish/2357079953</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Quando falamos de objetificação do corpo feminino estamos nos referindo à banalização da imagem da mulher, ou seja: a aparência das mulheres importa mais do que todos os outros aspectos que as definem enquanto indivíduos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 11:09:55 UTC</pubDate>
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         <title>Preconceito Linguístico </title>
         <author>SamantaGPorto</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Preconceito linguístico é o julgamento preconceituoso sobre o modo como alguém fala, principalmente se a fala é influenciada por características culturais, regionais ou históricas do local em que a pessoa vive ou nasceu. Outras características, como etnia e gênero, também podem influenciar o modo de falar.<br>&nbsp; A língua é dinâmica e está em constante desenvolvimento. Por isso, ela se adapta aos seus falantes e às novas realidades, cumprindo seu papel de garantir a comunicação. A&nbsp;expressão preconceito linguístico foi criada na década de 1980 pela linguista finlandesa Tove Skutnabb-Kangas, que pesquisou a discriminação da linguagem usada por grupos minoritários.<br>&nbsp; A ideia de que só existe uma forma certa de se expressar faz com que todas as outras formas sejam consideradas erradas. Como consequência disso, as pessoas ou grupos que não seguem as regras formais podem ser vítimas de preconceito linguístico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 11:18:22 UTC</pubDate>
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         <title>Pobreza no Brasil</title>
         <author>SamantaGPorto</author>
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         <description><![CDATA[<div>  Existem vários índices que buscam definir o que seria uma pessoa que vive em situação de pobreza ou pobreza extrema. No Brasil, o Ministério do Desenvolvimento Social definiu que a linha de pobreza no Brasil é quem vive com uma renda de até 140 reais por mês. Mais de 28 milhões de brasileiros estão nessa condição. No Brasil, 8% da população ou um pouco mais de 16 milhões são considerados extremamente pobres. Mais da metade dos extremamente pobres vive no Nordeste e das 50 cidades mais pobres do Brasil, 26 estão no Maranhão.No entanto, com a crise econômica, o cenário pode mudar. Dados do Banco Mundial indicam que o Brasil terá um aumento de 3,6 milhões de pobres até o fim de 2017. Igualmente, o perfil do pobre no país se transformou. Agora, são brasileiros com menos de 40 anos, chefes de família e que há dois anos estavam empregados. Possuem pelo menos o ensino médio e 90% vive na cidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-01 11:39:35 UTC</pubDate>
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         <title>Família Contemporânea </title>
         <author>SamantaGPorto</author>
         <link>https://padlet.com/SamantaGPorto/niie6h6xgh9lrfj5/wish/2364781042</link>
         <description><![CDATA[<div>  As famílias compostas por dois pais, duas mães, duas mães e um pai, dois pais e uma mãe, entre outras organizações, são as chamadas famílias “alternativas”. Antigamente, era inaceitável esse tipo de configuração familiar “fora da curva”. A relação baseada no amor não se limita facilmente aos papéis tradicionais claramente demarcados, cuja natureza, de qualquer maneira, se modificou à medida que se alteraram as funções da família.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/2u_A0iN89o4" />
         <pubDate>2022-11-01 11:53:05 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho Infantil</title>
         <author>SamantaGPorto</author>
         <link>https://padlet.com/SamantaGPorto/niie6h6xgh9lrfj5/wish/2364795521</link>
         <description><![CDATA[<div>  Trabalho infantil refere-se ao emprego de crianças em qualquer trabalho que priva-as da sua infância, interfere na capacidade de frequentar a escola regularmente e é considerado mentalmente, fisicamente, socialmente ou moralmente perigoso e prejudicial. O trabalho escravo na infância abrange muitas ocasiões, por exemplo: trabalhar para ajudar em casa, trabalhar porque vive em situação de rua, ou até mesmo para que possa adquirir algum tipo de alimento ou moradia, nunca saberemos de fato qual a situação, só temos certeza de que é errado. Inegavelmente suas formas mais extremas, o trabalho infantil envolve crianças escravizadas, separadas de suas famílias, expostas a sérios riscos e doenças e/ou deixadas para se defender sozinhas nas ruas das grandes cidades, muitas vezes em idade muito precoce.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-01 12:05:50 UTC</pubDate>
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         <title>Intolerância Religiosa </title>
         <author>SamantaGPorto</author>
         <link>https://padlet.com/SamantaGPorto/niie6h6xgh9lrfj5/wish/2374830723</link>
         <description><![CDATA[<div><br>  Assim como o racismo, a xenofobia também está intimamente relacionada à intolerância religiosa. Como a religião é uma característica muito marcante na cultura de um povo, pode-se usar o ataque à religião como o ataque àquele povo. Dados levantados pelo antigo Ministério dos Direitos Humanos apontam que, entre 2015 e 2017, houve uma denúncia de intolerância religiosa a cada 15 horas no Brasil. O disque 100, número destinado à denúncia gratuita de intolerância religiosa, inclusive quando praticada por parte de agentes públicos e órgãos estatais. Segundo as estatísticas, 25% de todos os agressores são identificados como brancos e 9% das ocorrências dizem respeito a atos praticados dentro de casa. A maior parte das vítimas de intolerância é composta por adeptos de religiões de matriz africana. Os católicos (64,4% dos brasileiros) registram 1,8% das denúncias de intolerância, e os protestantes (22,2% da população) registram 3,8% das denúncias. Ao mesmo tempo, os adeptos de religiões de matriz africana (candomblé, umbanda e outras denominações), que, juntos, representam 1,6% da população brasileira, também representam cerca de 25% das denunciantes de crimes de ódio e intolerância religiosa.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=PicQzw2Kw5w" />
         <pubDate>2022-11-08 11:34:01 UTC</pubDate>
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         <title>Xenofobia</title>
         <author>SamantaGPorto</author>
         <link>https://padlet.com/SamantaGPorto/niie6h6xgh9lrfj5/wish/2374850363</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; A xenofobia está diretamente relacionada com o fenômeno da migração, que caracteriza o mundo atualmente. A migração de pessoas ocorre por fatores múltiplos, como fuga de violência ou de guerra, procura por melhores oportunidades de vida etc. Isso faz com que determinadas pessoas de nacionalidades ou regiões específicas sejam alvos de preconceitos e estereótipos, além de vítimas da xenofobia. Em diferentes partes do mundo, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, destaca-se a xenofobia contra pessoas de origem árabe ou que praticam o islamismo. Esse preconceito está diretamente relacionado com o estereótipo que existe a respeito de árabes e muçulmanos, vistos como terroristas. A xenofobia, geralmente, está diretamente relacionada com o racismo, o preconceito contra pessoas por causa de suas características físicas, principalmente cor de sua pele. Isso é perceptível quando presenciamos pessoas de origens distintas recebendo um tratamento diferente por causa de sua aparência.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/rVilPGIgIpU" />
         <pubDate>2022-11-08 11:49:36 UTC</pubDate>
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         <title>Ditadura da Beleza</title>
         <author>SamantaGPorto</author>
         <link>https://padlet.com/SamantaGPorto/niie6h6xgh9lrfj5/wish/2380047036</link>
         <description><![CDATA[<div>  Estamos inseridos em uma sociedade pautada pela mídia que, por sua vez, estabelece padrões de beleza praticamente inalcançáveis. É esperado um corpo magro, cabelos maravilhosos, pele impecável, entre outros, tudo vale na busca da perfeição. A partir dos anos 90, tornou-se evidente a cobrança a respeito da beleza masculina. Desde então, eles têm se mostrado mais vaidosos e interessados na forma física. Porém, a preocupação com a estética ainda é mais acentuada entre as mulheres. Na busca pelo corpo perfeito, muitas vezes, as pessoas acreditam valer qualquer artifício. Pensando nisso, existem pílulas que emagrecem dietas mirabolantes, procedimentos cirúrgicos, cosméticos e outros inúmeros “caminhos” para chegar ao padrão desejado. As pessoas comuns, principalmente as mulheres, ao olhar para a mídia, não encontram nenhuma representatividade. A falta de uma representação do seu corpo aumenta, por sua vez, a crença de que o corpo que se possui não é o ideal. Desse modo, a autoestima de varias pessoas acaba sendo abaladas. Apesar da existência de muitos profissionais qualificados, como médicos, nutricionistas, endocrinologistas e outros, quem busca se encaixar no padrão de beleza tem pressa. Portanto, muitas vezes, esses profissionais são deixados de lado para se alcançar um emagrecimento mais rápido, ou um rosto mais “bonito” da maneira mais fácil possível. Sendo assim, muitos recorrem a dietas absurdas que prometem perca de muitos quilos em poucos dias. Alguns a procedimentos cirúrgicos desnecessários e que, apesar de seguros em sua maioria, continuam sendo cirurgias e envolvendo riscos. Algumas mulheres se tornam escravas da maquiagem por não conseguirem aceitar bem seu próprio rosto. Essa busca desenfreada por um corpo considerado bonito pode causar diversos problemas sérios para a saúde, seja ela física ou psicológica. Alguns deles são: anorexia, bulimia, depressão, estresse, problemas financeiros, problemas de autoestima e sentimento de inadequação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 10:59:02 UTC</pubDate>
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         <title>Bullying nas escolas</title>
         <author>SamantaGPorto</author>
         <link>https://padlet.com/SamantaGPorto/niie6h6xgh9lrfj5/wish/2380051707</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Geralmente são agressões verbais, físicas e psicológicas que humilham, intimidam e traumatizam a vítima. Os danos causados pelo bullying podem ser profundos, como a depressão, distúrbios comportamentais e até o suicídio. O bullying escolar não tem uma motivação única. Uma criança ou adolescente pode sofrer bullying no ambiente escolar por diversas razões: um aspecto físico considerado fora do padrão, um traço de personalidade menosprezado pelos demais, um jeito de pensar que não é aceito.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/P9fwSvJCMJc" />
         <pubDate>2022-11-11 11:04:24 UTC</pubDate>
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         <title>Maioridade Penal</title>
         <author>SamantaGPorto</author>
         <link>https://padlet.com/SamantaGPorto/niie6h6xgh9lrfj5/wish/2380060248</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; No Brasil, para as infrações cometidas por menores de 18 anos, deve-se observar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Este privilegia a educação do indivíduo e não sua punição. De tempos em tempos, contudo, volta à discussão no Brasil sobre a necessidade de reduzir a maioridade penal. Em 2015, a iniciativa coube ao do deputado Efraim Filho (DEM/PB) que pretendia reduzir a maioridade pena de 18 para 16 anos em caso de crimes hediondos. Como no Brasil a maioridade é um assunto consagrado no texto constitucional, o deputado propôs uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) a fim de que fosse incorporada à Constituição brasileira. A PEC foi votada e passou pela Câmara dos Deputados, em 2015, mas foi rejeitada no Senado.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/0WRcSmp_3t8" />
         <pubDate>2022-11-11 11:13:29 UTC</pubDate>
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