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      <title>A Travessia de Escravizados no Atlântico Sul by Caetano Rocha de Oliveira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-13 14:04:31 UTC</pubDate>
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         <title>Brasil</title>
         <author>caetano_r_oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>O tráfico negreiro transatlântico foi um comércio de escravos que envolveu a migração forçada de africanos para as Américas, entre os séculos XVI e XIX. Foi iniciado no ano de 1568, sendo uma atividade econômica fundamental na colônia brasileira, tendo milhões de pessoas escravizadas trazidas da África pelos portugueses.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 14:56:49 UTC</pubDate>
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         <title>Cais do Valongo - Avenida Barão de Tefé - Saúde, Rio de Janeiro - RJ</title>
         <author>caetano_r_oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p><br>Pelo Cais do Valongo, na região portuária da cidade, passou cerca de um milhão de africanos escravizados em cerca de 40 anos, o que o tornou o maior porto receptor de escravos do mundo.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="zReHs" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1605/#:~:text=Principal%20porto%20de%20entrada%20de,9%20de%20julho%20de%202017.">Sítio Arqueológico Cais do Valongo - Rio de Janeiro (RJ)</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="zReHs" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1605/#:~:text=Principal%20porto%20de%20entrada%20de,9%20de%20julho%20de%202017.">IPHAN</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.iphan.gov.br">http://portal.iphan.gov.br</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="zReHs" href="http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1605/#:~:text=Principal%20porto%20de%20entrada%20de,9%20de%20julho%20de%202017."> › pagina › detalhes</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 15:08:16 UTC</pubDate>
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         <title>Cape Coast Castle, Victoria Road, Cape Coast, Gana</title>
         <author>caetano_r_oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Costa do Ouro, antiga colônia portuguesa e atualmente conhecida como Gana, foi um dos principais centros do comércio transatlântico de escravizados. Entre os mais de 40 castelos e fortes erguidos pelos portugueses, usados como locais de confinamento para africanos escravizados, o Castelo da Costa do Cabo se destaca como o mais famoso. Aproximadamente 1,5 mil pessoas escravizadas eram mantidas nas masmorras do castelo, aguardando sua partida para o Novo Mundo. O portão principal do castelo, conhecido como Porta do Não Retorno, representava a última visão da terra natal para esses indivíduos antes de embarcarem, atravessando o Atlântico.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2021/03/rio-de-janeiro-salvador-africa-escravidao-escravizado-memorial-viagem-turismo#:~:text=Considerado%20o%20%E2%80%9Cmarco%20f%C3%ADsico%20mais,escravocrata%20pelo%20Atl%C3%A2ntico%20foi%20proibido">https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2021/03/rio-de-janeiro-salvador-africa-escravidao-escravizado-memorial-viagem-turismo#:~:text=Considerado%20o%20%E2%80%9Cmarco%20f%C3%ADsico%20mais,escravocrata%20pelo%20Atl%C3%A2ntico%20foi%20proibido</a>).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 15:18:25 UTC</pubDate>
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         <title>Porto de Salvador </title>
         <author>larissa_kussler</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os primeiros africanos escravizados desembarcaram no porto de Salvador, na Bahia.</p><p>A Bahia foi responsável pela importação, principalmente através do porto de sua capital, de cerca de 15% dos cerca de 11 milhões de africanos traficados para as Américas, e de 33% dos quase cinco milhões embarcados para o Brasil.</p><p>Esse local era o ponto de recepção dos escravos antes da proibição do tráfico de africanos em 1831.&nbsp;</p><p>Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.salvadorescravista.com/lugares-esquecidos/cais-do-porto-de-salvador">https://www.salvadorescravista.com/lugares-esquecidos/cais-do-porto-de-salvador</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 15:19:56 UTC</pubDate>
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         <title>Luanda, Angola</title>
         <author>caetano_r_oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Luanda, a capital da ex-colônia portuguesa de Angola, foi o principal porto do tráfico transatlântico de escravizados até a metade do século XIX, quando Portugal proibiu a exportação de cativos de seus territórios africanos. Entre os séculos XVI e meados da década de 1840, aproximadamente 1,5 milhão de pessoas escravizadas foram embarcadas a partir de seu porto.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="zReHs" href="https://www.redalyc.org/journal/1346/134658381006/html/#:~:text=Luanda%2C%20a%20capital%20da%20col%C3%B4nia%20portuguesa%20de%20Angola%2C%20ocupou%20a,partir%20dos%20seus%20territ%C3%B3rios%20africanos.">Donas, pretas livres e escravas em Luanda (Séc. XIX) - Redalyc</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Redalyc.org">Redalyc.org</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.redalyc.org">https://www.redalyc.org</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="zReHs" href="https://www.redalyc.org/journal/1346/134658381006/html/#:~:text=Luanda%2C%20a%20capital%20da%20col%C3%B4nia%20portuguesa%20de%20Angola%2C%20ocupou%20a,partir%20dos%20seus%20territ%C3%B3rios%20africanos."> › journal › html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 15:27:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Estátua de Eduardo Chivambo Mondlane, Estatua de Eduardo Mondlane, Maputo, Maputo, Moçambique</title>
         <author>caetano_r_oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em Maputo, antiga Lourenço Marques, há a Fortaleza, que ainda hoje conserva o muro de tijolo laranja. Fica junto ao Porto de Pesca e lá dentro está a estátua de Mouzinho de Albuquerque, governador de Moçambique entre 1896 e 1897. Está também conservado o símbolo máximo deste tipo de edifícios: o canhão, para defender e atacar.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://acervo.publico.pt/mundo/noticia/mocambique-a-escravatura-nao-desaparece-com-tratados-1729884">https://acervo.publico.pt/mundo/noticia/mocambique-a-escravatura-nao-desaparece-com-tratados-1729884</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 15:33:03 UTC</pubDate>
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         <title>Porto-Novo, Benin</title>
         <author>caetano_r_oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Só em Ouidah, no litoral do antigo Daomé (atual Benin), estima-se que embarcaram cerca de 1 milhão de africanos escravizados, sem retornar. Uma triste história que deu origem à Porta do Não-Retorno, inaugurada em 1995 como parte do projeto internacional “A Rota do Escravo”, organizado pela UNESCO.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.atlasdochao.org/ponto/porta-do-nao-retorno/">https://www.atlasdochao.org/ponto/porta-do-nao-retorno/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 15:37:10 UTC</pubDate>
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         <title>Porto do Recife - Recife, PE</title>
         <author>caetano_r_oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>O porto do Recife <strong>foi um dos cinco maiores locais de desembarque do tráfico de africanos escravizados nas Américas</strong>, o que envolveu a construção de cais, locais de quarentena e mercados para a venda de negros e negras recém-chegados da África.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="zReHs" href="https://memoriaescravidaope.wordpress.com/2019/02/06/porto-do-recife/#:~:text=O%20porto%20do%20Recife%20foi,negras%20rec%C3%A9m%2Dchegados%20da%20%C3%81frica.">Porto do Recife</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://WordPress.com">WordPress.com</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://memoriaescravidaope.wordpress.com">https://memoriaescravidaope.wordpress.com</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="zReHs" href="https://memoriaescravidaope.wordpress.com/2019/02/06/porto-do-recife/#:~:text=O%20porto%20do%20Recife%20foi,negras%20rec%C3%A9m%2Dchegados%20da%20%C3%81frica."> › porto-do...</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 15:40:10 UTC</pubDate>
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         <title>Porto de Lisboa, Rua General Gomes Araújo, Lisboa, Portugal</title>
         <author>caetano_r_oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Lisboa tornou-se o centro da escravatura em Portugal, onde famílias abastadas e comerciantes adquiriam escravizados africanos para trabalhar em casas luxuosas e nas movimentadas docas ao longo do rio Tejo.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.buala.org/pt/cidade/desenterrando-a-esquecida-historia-da-escravatura-em-lisboa?utm_source=chatgpt.com">https://www.buala.org/pt/cidade/desenterrando-a-esquecida-historia-da-escravatura-em-lisboa?utm_source=chatgpt.com</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 03:29:41 UTC</pubDate>
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         <title>Porto de Leixões, Portugal</title>
         <author>caetano_r_oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Porto, através de seu porto de Leixões, participou do tráfico de escravizados no século XVI, com documentação revelando a vida dos escravizados na região e a preparação de embarcações destinadas ao tráfico.  </p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ojs.letras.up.pt/index.php/AfricanaStudia/article/download/7152/6571/23625?utm_source=chatgpt.com">https://ojs.letras.up.pt/index.php/AfricanaStudia/article/download/7152/6571/23625?utm_source=chatgpt.com</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 03:34:54 UTC</pubDate>
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         <title>Nantes, França</title>
         <author>caetano_r_oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nantes foi o principal porto francês envolvido no tráfico negreiro, com navios partindo carregados de mercadorias para a África e retornando com escravizados destinados às colônias americanas, incluindo o Brasil.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ppghc.historia.ufrj.br/images/publicacoes/rhc_volume012_Num002_002.pdf?utm_source=chatgpt.com">https://ppghc.historia.ufrj.br/images/publicacoes/rhc_volume012_Num002_002.pdf?utm_source=chatgpt.com</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rfi.fr/br/podcasts/rendez-vous-cultural/20230623-mostra-revela-a-normandia-como-palco-desconhecido-do-tr%C3%A1fico-negreiro-e-a-presen%C3%A7a-do-pau-brasil?utm_source=chatgpt.com">https://www.rfi.fr/br/podcasts/rendez-vous-cultural/20230623-mostra-revela-a-normandia-como-palco-desconhecido-do-tr%C3%A1fico-negreiro-e-a-presen%C3%A7a-do-pau-brasil?utm_source=chatgpt.com</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 03:45:22 UTC</pubDate>
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         <title>Liverpool, Reino Unido</title>
         <author>caetano_r_oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p>Liverpool tornou-se um dos principais portos britânicos no tráfico de escravizados, com navios partindo regularmente para a África Ocidental para obter cativos destinados às plantações nas Américas.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistas.ufrj.br/index.php/RevistaHistoriaComparada/article/view/22623/12721?utm_source=chatgpt.com">https://revistas.ufrj.br/index.php/RevistaHistoriaComparada/article/view/22623/12721?utm_source=chatgpt.com</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gaz.com.br/liverpool-riqueza-e-sofrimento-no-triangulo-maritimo/?utm_source=chatgpt.com">https://www.gaz.com.br/liverpool-riqueza-e-sofrimento-no-triangulo-maritimo/?utm_source=chatgpt.com</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 03:52:02 UTC</pubDate>
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         <title>A Revolta dos Malês </title>
         <author>larissa_kussler</author>
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         <description><![CDATA[<p>No ano de 1835, as ruas de Salvador, capital da Bahia, foram palco de um dos episódios mais marcantes da história brasileira: a <strong>Revolta</strong> dos Malês. O levante, protagonizado por cerca de 600 escravizados africanos, surgindo como grito de resistência contra a opressão e a injustiça da escravidão.</p><p>Se destacou pela forte presença de africanos muçulmanos.</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/palmares/pt-br/assuntos/noticias/revolta-dos-males-um-levante-contra-a-escravidao-na-bahia#:~:text=No%20ano%20de%201835%2C%20as,e%20a%20injusti%C3%A7a%20da%20escravid%C3%A3o">https://www.gov.br/palmares/pt-br/assuntos/noticias/revolta-dos-males-um-levante-contra-a-escravidao-na-bahia#:~:text=No%20ano%20de%201835%2C%20as,e%20a%20injusti%C3%A7a%20da%20escravid%C3%A3o</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 22:57:10 UTC</pubDate>
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         <title>Dados com as Estimativas de Pessoas Transportadas </title>
         <author>larissa_kussler</author>
         <link>https://padlet.com/caetano_r_oliveira/niaqfvxdwlikmruk/wish/3368165375</link>
         <description><![CDATA[<p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.slavevoyages.org/assessment/estimates">https://www.slavevoyages.org/assessment/estimates</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 23:05:59 UTC</pubDate>
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         <title> Legado Social do Período Escravagista Brasileiro no Tempo Presente.</title>
         <author>larissa_kussler</author>
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         <description><![CDATA[<p>O legado social do período escravista brasileiro foi a desigualdade, a discriminação, a exclusão e a violência.&nbsp;</p><p>Apesar de ser o país com a maior população negra fora da África, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores, essa população está sub-representada em todos os setores da vida social no Brasil. São 56,10% pessoas que se autodeclaram negras no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), equivalente a 19,2 milhões de indivíduos. No entanto, no mercado de trabalho, pretos e pardos ocupam apenas 29,9% dos cargos de gerência segundo a pesquisa “Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil” do IBGE.</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/o-legado-da-escravidao-e-o-futuro-do-brasil/">https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/o-legado-da-escravidao-e-o-futuro-do-brasil/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 23:23:51 UTC</pubDate>
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         <title> Economia Escravista no Brasil</title>
         <author>larissa_kussler</author>
         <link>https://padlet.com/caetano_r_oliveira/niaqfvxdwlikmruk/wish/3368184188</link>
         <description><![CDATA[<p>O plantio da cana-de-açúcar foi realizado em grandes propriedades rurais denominadas de latifúndio monocultor ou plantation.</p><p>Para o processo de produção e comercialização do açúcar ser lucrativo ao empreendimento colonial, os engenhos introduziram a forma mais aviltante de exploração do trabalho humano: a escravidão, cerca de 80%. A introdução do trabalho escravo nas grandes lavouras baixava os custos da produção.</p><p>egundo, as condições do clima e do solo do nosso litoral nordestino eram propícias a esse plantio. Em 1542, o donatário da próspera capitania de Pernambuco, Duarte Coelho, já havia introduzido a cana-de-açúcar em suas terras.</p><p>Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/economia-colonial-cana-e-trabalho-escravo-sustentaram-o-brasil-colonia.htm">https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/economia-colonial-cana-e-trabalho-escravo-sustentaram-o-brasil-colonia.htm</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/engenho-de-acucar-no-brasil-colonial/">https://www.todamateria.com.br/engenho-de-acucar-no-brasil-colonial/ </a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/vh/a/J78YQTr9ssvPDfj9Mq5k3kp/#:~:text=O%20mais%20comum%20era%20os,cada%20um%2C%20totalizando%204200%20canas">https://www.scielo.br/j/vh/a/J78YQTr9ssvPDfj9Mq5k3kp/#:~:text=O%20mais%20comum%20era%20os,cada%20um%2C%20totalizando%204200%20canas</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 23:36:53 UTC</pubDate>
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