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      <title>De Salvador ao Beiru: História, Resistência e Transformação na Rua Paraíba by Quele Liberato</title>
      <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru</link>
      <description>Pesquisa organizada com intuito da divulgação dessa página para investigar a história da rua Paraíba no bairro Beiru, em Salvador, ressaltando seu contexto histórico e cultural, desde a importância de Salvador, passando pelo Quilombo do Cabula/Beiru até sua urbanização, para engajar os leitores sobre a relevância histórica de resistência e a transformação da região. Pesquisa orientada pelo professor Alfredo Matta, docente da disciplina FTM de História no Ensino Fundamental da Universidade do Estado da Bahia (UNEB).</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-06 01:49:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-08 07:33:50 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>A IMPORTÂNCIA DE SALVADOR</title>
         <author>zidu16</author>
         <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru/wish/3019748948</link>
         <description><![CDATA[<p>A região portuária da <strong>Bahia de Todos os Santos</strong> era segura e privilegiada, servindo como capital da colônia e adquirindo prestígio internacional através dos migrantes e populações atraídas pelo tráfico de escravizados. Salvador se destacou como um dos principais locais de tráfico humano naquele contexto histórico, o que foi fundamental para o crescimento da cidade. <strong>Sua localização privilegiada, influenciada pelo regime de ventos e correntes marinhas do Atlântico Sul, fazia com que muitas navegações a vela convergissem para Salvador, tornando-a uma parada obrigatória para navios que transitavam pelo Atlântico Sul em direção a outras partes do mundo. </strong>Devido a essas vantagens, Salvador cresceu e se desenvolveu como a capital da colônia, atraindo populações de diversas partes do mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 02:11:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A ORIGEM DO QUILOMBO DO CABULA</title>
         <author>zidu16</author>
         <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru/wish/3021885957</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A ocupação das terras do Cabula começou após a chegada dos colonizadores portugueses e dos proprietários de terras destinadas à produção, que se estabeleceram nas áreas próximas à zona portuária e seu entorno. </strong>Essa região, chamada de Cabula, era de difícil acesso devido aos morros, colinas e mata fechada, tornando-se propícia para a resistência contra a escravidão e inviável para os proprietários dessas terras.</p><p>A classe opressora, composta por proprietários de terras, monopólios do grande comércio atlântico, e influentes na igreja, na cultura, nas relações sociais e modelos estéticos, criavam ideologias e padrões racistas. </p><p><strong>O Cabula, que incluía o caminho da Casa da Torre e o litoral norte da Bahia, abrigava um quilombo formado por indígenas e negros, libertos ou fugidos. </strong>Esse quilombo se tornou um território de resistência, acolhimento e refúgio, estrategicamente localizado próximo as estradas usadas para o transporte de pessoas e o abastecimento da cidade de Salvador.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-08 14:12:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TENTATIVA DE DESTRUIÇÃO DO QUILOMBO DO CABULA</title>
         <author>zidu16</author>
         <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru/wish/3021888220</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Para legitimar a destruição do antigo Quilombo do Cabula a classe dominante usou o racismo para justificar seus privilégios e infortúnios das classes escravizadas. </strong>Desgastando politicamente, social e moral o povo negro. As tentativas de destruição do quilombo do Cabula ocorreram sob o comando do capitão de Entradas, Severino da Silva Lessa do governo do Conde da Ponte em 1807, pessoas que integravam os sítios das barreiras, Campo Seco (atualmente região do Arenoso e Beiru) e Saboeiro foram atacados covardemente pelas forças militares. Isso fazia parte da política de controle de escravos implementada pelo Conde da Ponte. </p><p>Após as tentativas de destruição do quilombo do Cabula tentaram transformar esse local acolhimento e subsistência para os povos escravizados como zona rural. As terras dessas regiões foram vendidas para fazendeiros voltado a produção de laranja de umbigo. Lá trabalhavam os descendentes de quilombolas, a maioria de origem banto ou gegênagô que mantinham tradições quilombolas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-08 14:18:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A HISTÓRIA DO BAIRRO BEIRU</title>
         <author>zidu16</author>
         <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru/wish/3021888371</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O negro Beiru foi comprado pela família dos Garcia D,avila e trazido pela fazenda Campo Seco.</strong></p><p>A história do bairro do Beiru está relacionada ao negro Gbeiru (nome ioruba, língua nativa) que em 1845 recebeu uma parcela de terra do seu Senhor Hélio Silva Garcia, dono da fazenda Campo Seco, conhecida como Capoeirão, passando a esconder negros fugidos. Diz a história que ele nasceu em Oió, uma cidade da Nigéria, país africano, segundo registra as escrituras das terras&nbsp; que recebeu&nbsp; da família Silva Garcia. <strong>A família Garcia permite que os escravizados comercializem abricó, uma das frutas mais cobiçadas da roça. Quando ocorre a abolição da escravidão em 1888 os africanos escravizados permanecem na terra até 1910, pois a família não tinha condições de substituir a mão de obra. </strong>Até 1985 o nome do bairro era Beiru, depois passaram a mudar para Tancredo Neves. Após a morte de Beiru as terras voltaram a família de origem, pois Beiru não tinha herdeiros libertos. <strong>O dono para homenageá-lo deu o nome da fazenda de Beiru, depois essas terras foram vendidas em 1910 a Miguel Arcanjo, primeiro residente da área. Ele fundou em 1912 terreiro de Candomblé no local da fazenda grande Beiru.</strong> A partir dessa fundação nasce a nação Amburoxó na área conhecida como Jaqueira da Cebolinha, hoje chamada de Largo do Anjo Mau.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-08 14:18:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A URBANIZAÇÃO DO BEIRU</title>
         <author>zidu16</author>
         <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru/wish/3021888431</link>
         <description><![CDATA[<p>Localizada na região do Cabula, miolo de Salvador, faz parte dos 17 bairros (Arenoso, Engomadeira, Cabula, Arraial do Retiro, Beiru/Tancredo Neves, Doron, Estrada das Barreiras, Fazenda Grande do Retiro, Mata Escura, Narandiba, Novo Horizonte, Pernambués, Resgate, Saboeiro, São Gonçalo do Retiro, Saramandaia e Sussuarana) que são historicamente quilombolas.<strong> </strong></p><p><strong>A configuração atual do bairro Beiru começou na década de 1920, quando José Evangelista de Souza adquiriu partes das terras e as dividiu em lotes, consolidando a região como Beiru. </strong>Em 1985, após um plebiscito, o nome do bairro foi alterado para Tancredo Neves em homenagem ao presidente Tancredo Neves. A mudança também foi motivada por uma tentativa de dissociar o nome Beiru de conotações negativas.</p><p>A urbanização do antigo Quilombo do Cabula começou de forma tardia e, a partir das décadas de 1940, ocorreu com a militarização e a expansão da cidade de Salvador. A chegada do Estado e das instituições públicas incluiu o 19° Batalhão de Caçadores do Exército Brasileiro e a construção do presídio da Mata Escura em 1950. Na década de 1960, destacou-se a construção da Avenida Silveira Martins, e em 1970, a Embasa/Coelba, o Hospital Roberto Santos e a UNEB.</p><p>Durante as gestões de Antônio Carlos Magalhães (1971-1975, 1979-1983) e Roberto Figueira Santos (1975-1979), foram criadas formas de desapropriar terras no Beiru para a urbanização. Em 1979, Antônio Carlos Magalhães comprou terras para construir um bairro urbano usando o projeto Beiru. Segundo Costa (2018), os governos estaduais têm feito isso desde os anos 1970. Em 1979, Antônio Carlos Magalhães desapropriou as terras dos terreiros para urbanizar o bairro, através do projeto Beiru. <strong>A partir de 2005, o bairro passou a ser conhecido por ambos os nomes, Beiru e Tancredo Neves, fruto da luta da Associação Comunitária e Carnavalesca Mundo Negro (ACCMN) e do Fórum Comunitário. Somente a partir de 2017, o bairro foi oficialmente denominado Beiru/Tancredo Neves. </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-08 14:18:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ENTREVISTA SOBRE A HISTÓRIA DA RUA PARAÍBA - PARTE I</title>
         <author>zidu16</author>
         <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru/wish/3021888631</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Meus pais, Adezi e Valter, foram entrevistados a respeito da urbanização do bairro Beiru. A rua Paraíba foi escolhida  por localizar duas instituições que eu estudei: Colégio Estadual  Edvaldo Fernandes e Zumbi dos Palmares.</strong></p><p><br></p><p>Nascida em 1949, Adezi, natural de Gandu. Veio para Salvador em busca de melhores condições de vida, chegando ao Beiru antes do meu pai. <strong>Tinha entre 24 e 25 anos quando chegou, por volta de 1973 ou 1974, durante a administração de Antônio Carlos Magalhães (1971–1975),</strong> que desapropriou terras no Beiru para urbanização, dividindo-as em lotes. Adezi adquiriu um terreno na rua Jaci Greco, onde está a nossa residência. Na época, as ruas eram de barro, havia muita vegetação e não havia energia elétrica, água encanada ou escolas. Adezi adquiriu o terreno por meio de Milton, um corretor do bairro. Havia um ônibus passando, mas as estradas de terra tinham muitos buracos. <strong>A água consumida vinha do Rio Saboeiro, e a energia era clandestina, vinda da Engomadeira.</strong> Diversos vizinhos utilizavam candeeiros. Na rua Belo Horizonte, onde está a padaria do Edy, havia uma grande árvore cortada para a construção de um depósito chamado Del Afonso, que, depois, se transformou no bar Cantinho Nordestino, que também servia de moradia. <strong>Após a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (COELBA) instalar os postes de energia elétrica, as vias foram batizadas. A rua Jaci Greco foi nomeada em memória a uma das primeiras moradoras. Minha mãe foi a segunda moradora da rua, mas, como a primeira vizinha (D. Maria)e ela não estavam presentes no dia da nomeação, escolheram o nome de Dona Jaci, uma enfermeira que logo vendeu sua casa e se mudou. O Mesmo processo ocorreu na rua Jaime Jansen Muller, que foi nomeado com o nome do primeiro morador do local. </strong>Após a energia elétrica, foi instalada a água encanada. Adezi afirmou que, antes da construção dos colégios estaduais Zumbi e Edvaldo Fernandes, a rua Paraíba era uma chácara. </p><p><br></p><p>Valter, nasceu em 1951, na cidade de Santo Amaro, filho de José Liberato e Aristina Carneiro Fiuza. Chegou ao Beiru por volta de 1977,<strong> situado o governo de Roberto Figueira Santos (1975–1979). </strong>Ao chegar, encontrou-se uma abundância de vegetação, porcos-espinho, cobras e muitas mangueiras. Na rua São Jerônimo, havia um rio que ia até a Engomadeira (Rio Saboeiro), mas entulharam com lixo. As ruas não eram asfaltadas, e não havia energia elétrica, nem água encanada, exceto nas ruas principais. Também não havia escolas. Tinha um mercado chamado Couto, hoje o Forte Supermercado. O terreiro São Roque, no Largo do Anjo Mau, já existia no local. Tinha esse nome devido à novela. Antigamente, o fim do Beiru era no Largo do Anjo Mau, onde está o Terreiro São Roque. Com o tempo, transferiram o fim de linha para o final da rua Paraíba, onde hoje está o Colégio Estadual Zumbi dos Palmares. Nesse terreno, foram construídos os colégios estaduais: Zumbi dos Palmares e Edvaldo Fernandes, antes era uma chácara com muitas mangueiras, jenipapeiros e coqueiros. Sobre a fundação dos colégios Edvaldo e Zumbí tem a hipótese que foram fundados na década de 70.</p><p><br></p><p>Os entrevistados deixaram a hipótese que a origem do nome da rua Paraíba é o nome de uma árvore da região. Nas pesquisas bibliográficas não existe informações de espécies de árvores com essa denominação.</p><p><br></p><p><strong><em>*Entrevista ocorrida dia 15/06/2024.</em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-08 14:19:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A RELEVÂNCIA DO BEIRU E CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA</title>
         <author>zidu16</author>
         <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru/wish/3021937926</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>A mudança do nome do bairro é um processo de luta e resgate da história afrodescendente, possibilitado por uma revisão histórica e a valorização das memórias orais dos moradores antigos, que preservaram as tradições dos primeiros terreiros implantados na região. </strong>No entanto, os moradores de Beiru/Tancredo Neves ainda enfrentam desafios para reconhecer plenamente sua ancestralidade afrodescendente.</p><p>A ideia de bairro está intimamente ligada ao vínculo de uma comunidade com uma região geográfica específica. Acredita-se que essa identidade coletiva começou com a criação do Quilombo do Beiru, fortalecendo o sentido de pertencimento e identidade cultural (LOPES, BORGES; ARAUJO, 2022).</p><p>Por isso, é fundamental divulgar essa pesquisa na escola e na comunidade, reforçando a importância de resgatar e preservar a história e a identidade cultural do bairro.</p><p><br></p><p>Conforme Jornal A Tarde (2024) um projeto de lei tramita na Câmara Municipal de Salvador (CMS) para manter o nome original do bairro Beiru ao invés de associado com Tancredo Neves, ex-presidente falecido. Esse projeto visa a reparação histórica, valorização da identidade local, combate a intolerância religiosa e discriminação racial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-08 16:42:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REFERÊNCIAS UTILIZADAS</title>
         <author>zidu16</author>
         <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru/wish/3021938240</link>
         <description><![CDATA[<p>ARAUJO, G. <strong>Vereador quer mudar nome do bairro Beiru/Tancredo Neves. </strong>Portal A tarde. Publicado em 15 de maio de 2024. Disponível em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://atarde.com.br/politica/bahia/vereador-quer-mudar-nome-do-bairro-beirutancredo-neves-entenda-1270683">https://atarde.com.br/politica/bahia/vereador-quer-mudar-nome-do-bairro-beirutancredo-neves-entenda-1270683</a></p><p>&nbsp;</p><p>ALVES, K. <strong>Construindo Contexto Histórico do Antigo Quilombo Cabula para a Formação de Estudantes do Ensino Médio em Turismo de Base Comunitária.</strong> Dissertação. Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2013.</p><p>&nbsp;</p><p>ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA E CARNAVALESCA MUNDO NEGRO. <strong>Beiru.</strong> Salvador: 2007. (Edição Educativa, n°1).</p><p>&nbsp;</p><p>SANTOS, Elisabete; PINHO, Jose Antonio Gomes de; MORAES, Luis Roberto Santos; FISHER, Tania. <strong>O caminho das águas em Salvador: Bacias hidrográficas, bairros e fontes.</strong> Salvador: CIAGS/UFBA; SEMA, 2010.</p><p>&nbsp;</p><p>LOPES, I. I. F; BORGES, A.G.A; ARAÚJO,M. M. S. OBSERVA SSA. <strong>Beiru/ Tancredo Neves</strong>. Publicado em 27 de outubro de 2022. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://observatoriobairrossalvador.ufba.br/bairros/beiru-tancredo-neves">https://observatoriobairrossalvador.ufba.br/bairros/beiru-tancredo-neves</a>. Acesso em: 6 abr. 2024.</p><p>&nbsp;</p><p>MATTA, A. E. R.; SILVA, F. P. S.; AMORIM, A. <strong>O Contexto Histórico do Cabula: Base Dialética para a Compreensão do Projeto TBC</strong>. Anais do X Encontro Turismo de Base Comunitária e Economia Solidária (X ETBCES), 2020, ISSN 2447-0600.</p><p>&nbsp;</p><p>SANTOS, M. C.; BRASIL, A. S. <strong>A Importância do Contexto Histórico: Os Processos de Lutas e o Desenvolvimento do Antigo Quilombo do Cabula</strong>. Anais do X Encontro Turismo de Base Comunitária e Economia Solidária (X ETBCES), 2022.</p><p><br></p><p><strong><em>* Padlet elaborado no mês de junho de 2024.</em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-08 16:43:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REGISTROS/FONTES IMPORTANTES DA PESQUISA</title>
         <author>zidu16</author>
         <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru/wish/3028876870</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>A primeira foto é sobre “Projeto Beiru beneficia mais de 80 mil pessoas” - A TARDE, 28.02.1985, Caderno 1, p.4.</p></li><li><p>A segunda foto é “Beiru quer mudar de nome. Para acabar com rimas e trocadilhos”- TRIBUNA DA BAHIA,29.05.1985, Caderno.</p></li><li><p>A terceiro registro é &nbsp;“Bairro muda de nome, mas os problemas continuam” - A TARDE, 20.04.1987, p.4.</p></li><li><p>A quarto registro é Plebiscito deu nome à Tancredo Neves- A TARDE, 01.04.2000, Caderno 1, p.4, Iza Calbo.</p></li><li><p>A quinta foto é a primeira 1º do Jornal do Beiru em novembro de 2022. Narra a história do bairro.</p></li><li><p>A sexta, sétima e oitava foto do Jornal do Beiru se trata da 7º edição que explica a história do Quilombo do Cabula e a origem do seu nome.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Referência:</strong></p><p><br></p><p><strong>CULTURATODODIA. Fundação Gregório de Mattos. Beiru/Tancredo Neves. Disponível em </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.culturatododia.salvador.ba.gov.br/vivendo-polo.php?cod_area=4&amp;cod_polo=58">http://www.culturatododia.salvador.ba.gov.br/vivendo-polo.php?cod_area=4&amp;cod_polo=58</a>. Acesso em 10 de junho de 2024.</p><p><br></p><p>JORNAL DO BEIRU. História do Beirú. Publicado em 27 de outubro de 2007. Disponível em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornaldobeiru.wordpress.com/2007/10/27/historia-do-beiru/">https://jornaldobeiru.wordpress.com/2007/10/27/historia-do-beiru/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-15 21:43:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DOCUMENTÁRIOS DE REFERÊNCIA SOBRE O BAIRRO BEIRU</title>
         <author>zidu16</author>
         <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru/wish/3028907841</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>minidocumentário "Meu Nome é Beirú"</strong> foi lançado em 2022, resgata a origem da história do bairro Beiru e a ascentralidade juntos aos moradores, ativistas e artistas. O projeto é apoiado pelo Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura (Prêmio Cultura na Palma da Mão/PABB). </p><p>Esse não foi o primeiro minidocumentário sobre o bairro. O Cine Arts, escolas da comunidade, moradores e parcerias locais também realizaram uma produção chamada "Beiru" sobre o legado histórico do bairro.</p><p><br></p><p><strong>Segue o endereço eletrônico para assistir:</strong></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=jXAG0lTg1k0">https://youtu.be/4ncdTvacPqY?si=Ruk-RZubkVTeHwqV</a></p><p><br></p><p><strong>Visite também o canal "Biblioteca Comunitária Zeferina Beiru" e acesse o seu acervo virtual. </strong></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtube.com/@bibliotecacomunitariazefer9774?si=HHj6L_uM1qNauFm2">https://youtube.com/@bibliotecacomunitariazefer9774?si=HHj6L_uM1qNauFm2</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-16 01:25:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>VISITEM OUTRAS HISTÓRIAS DE SALVADOR</title>
         <author>zidu16</author>
         <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru/wish/3029062436</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/rosayeshua39/vamos-falar-das-caj-s-nz4uyec3c3sjjveb">https://padlet.com/rosayeshua39/vamos-falar-das-caj-s-nz4uyec3c3sjjveb</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/daianercha21/s-o-sebasti-o-do-pass-ba-gskbz2c0w3keqzna">https://padlet.com/daianercha21/s-o-sebasti-o-do-pass-ba-gskbz2c0w3keqzna</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/maridias8/cabula-um-eterno-quilombo-nt6yed213i5q98a2">https://padlet.com/maridias8/cabula-um-eterno-quilombo-nt6yed213i5q98a2</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/edynhasantosvanda/rua-do-maragogipinho-ilhota-vera-cruz-ba-wr6it5xqlppn323n">https://padlet.com/edynhasantosvanda/rudo-maragogipinho-ilhota-vera-cruz-ba-wr6it5xqlppn323n</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/merciacaroline16/saubara-phtcjtcsvjg975im">https://padlet.com/merciacaroline16/saubara-phtcjtcsvjg975im</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/virginialeite18/cidade-de-itapicuru-bahia-828h18bgs4hj21co">https://padlet.com/virginialeite18/cidade-de-itapicuru-bahia-828h18bgs4hj21co</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/naialopes95/mussurunga-passado-presente-e-futuras-oidepk051vl3x7gk">https://padlet.com/naialopes95/mussurunga-passado-presente-e-futuras-oidepk051vl3x7gk</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/smariaesteva1/a-hist-ria-do-bairro-de-brotas-uvip84e9sg3gcpu2">https://padlet.com/smariaesteva1/a-hist-ria-do-bairro-de-brotas-uvip84e9sg3gcpu2</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/meubairrotemhistorias?igsh=NmlrbnYyejZ2MjZu">https://www.instagram.com/meubairrotemhistorias?igsh=NmlrbnYyejZ2MjZu</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/ms6125038/pernambu-s-i1txixeqe9gdk563">https://padlet.com/ms6125038/pernambu-s-i1txixeqe9gdk563</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/ssstyles2/sete-de-abril-um-interior-na-cidade-va80yps4zx4sxdk5">https://padlet.com/ssstyles2/sete-de-abril-um-interior-na-cidade-va80yps4zx4sxdk5</a> </p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/lurdeslurdinha895/luiz-anselmo-era-uma-regi-o-quilombola-9yd6k8wjqqrxe5dp">https://padlet.com/lurdeslurdinha895/luiz-anselmo-era-uma-regi-o-quilombola-9yd6k8wjqqrxe5dp</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/p/C7RL8pSOzGg/?igsh=MWFhaHd4bzJzcXdieQ==">https://www.instagram.com/p/C7RL8pSOzGg/?igsh=MWFhaHd4bzJzcXdieQ==</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/nadysouza18/rua-silvano-ferreira-catu-ba-9kthrm2en3yrfpvu">https://padlet.com/nadysouza18/rua-silvano-ferreira-catu-ba-9kthrm2en3yrfpvu</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/hellenport/bairro-pau-mi-do-rua-xangai-4f8tqbvhv763l16u">https://padlet.com/hellenport/bairro-pau-mi-do-rua-xangai-4f8tqbvhv763l16u</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/caroldiasfly/condom-nio-vale-das-rvores-rua-silveira-martins-cabula-salva-xee6nvkjsjvw7f54">https://padlet.com/caroldiasfly/condom-nio-vale-das-rvores-rua-silveira-martins-cabula-salva-xee6nvkjsjvw7f54</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/juliapbraga1/castelo-branco-r3xis39bb2vs8mn0">https://padlet.com/juliapbraga1/castelo-branco-r3xis39bb2vs8mn0</a></p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-16 12:23:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ENTREVISTA SOBRE A HISTÓRIA DA RUA PARAÍBA - PARTE II</title>
         <author>zidu16</author>
         <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru/wish/3031379603</link>
         <description><![CDATA[<p>Considerado como os colégios mais antigos do bairro, o colégio Estadual Zumbi dos Palmares e Edvaldo Fernandes, atual <strong>colégio Estadual de Tempo Integral Zumbi dos Palmares, </strong>reinaugurado em 2023, foi investigado sobre seu contexto histórico, bem como dados sobre a urbanização da localidade e a origem do nome da rua. No entanto, apesar de conversar com professores e funcionário mais antigos, não foi possível obter informações aprofundadas, visto que a maioria dos funcionários e sua gestão não são da época de sua criação. Em relação ao nome dos colégios, foi explicado que Zumbi dos Palmares se refere ao líder do quilombo. Em relação a Edvaldo Fernandes, provém do professor de matemática, o nome da escola seria em sua  uma homenagem. Quanto a origem do nome da rua Paraíba não souberam informar, mas uma das professoras ressaltou que pode está  relacionada a alguma espécie de árvore nativa da região com o mesmo nome. Em pesquisas, não foram encontradas árvores com esse nome.</p><p>Percebe-se que muitas ruas do bairro Beiru são nomes de pessoas e outras nomes de estados e cidades. A hipótese é que as ruas com nomes de pessoas sejam nomes dos primeiros moradores da localidade, enquanto a de nomes de cidades e estados pode ter sido nomeada de forma aleatória pelos próprios moradores que não quiserem ter seu nome vinculado ou simplesmente porque não tinha moradores. É uma história relevante a ser estudada. </p><p><br></p><p><strong><em>*Visita ocorrida na Escola dia 17/06/2024.</em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 17:26:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CONTE UMA CURIOSIDADE HISTÓRICA!</title>
         <author>zidu16</author>
         <link>https://padlet.com/zidu16/Salvadoraobeiru/wish/3031523643</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Cultura Áfricana os <strong><em>Griots</em></strong><em> </em>são guardiões de memórias. Transmitindo por meio da oralidade sua cultura e tradições ancestrais. </p><p><strong>Comente alguma curiosidade histórica sobre sua cidade, bairro ou rua. Algo que seu bisavô, avó, tio, tia ou pais contaram para manter viva a identidade cultural e tradições de sua região. </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 22:56:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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