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      <title>África:  conflitos étnicos - culturais by </title>
      <link>https://padlet.com/isisclemente23_/geo_africa_conflitos</link>
      <description>Trabalho de geografia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-28 16:20:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Quais são os motivos que levam a um conflito?</title>
         <author>isisclemente23_</author>
         <link>https://padlet.com/isisclemente23_/geo_africa_conflitos/wish/2767173880</link>
         <description><![CDATA[<p>Os conflitos na África são basicamente motivados por disputas territoriais; golpes de estados, que geram crises políticas; rivalidades tribais, motivadas por questões étnicas ou religiosas; disputas por água e recursos minerais; e imersão do povo na miséria. Essas motivações são provenientes do processo de colonização do continente, da Guerra Fria, da intervenção de terceiros Estados e de eleições conturbadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-28 16:32:19 UTC</pubDate>
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         <title>Quais foram os conflitos mais violentos da África até os dias de hoje?</title>
         <author>isisclemente23_</author>
         <link>https://padlet.com/isisclemente23_/geo_africa_conflitos/wish/2767175313</link>
         <description><![CDATA[<p>Os conflitos mais violentos da África  aconteceram em Ruanda, Mali, Senegal, Libéria, Congo, Somália, Serra Leoa, Sudão, e Nigéria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-28 16:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>Sudão:</title>
         <author>isisclemente23_</author>
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         <description><![CDATA[<p> Sob a alegação de que o poder público sudanês abandonou completamente as regiões do oeste, grupos armados de maioria não árabe ergueram-se e começaram a atacar alvos do governo, que responde, desde então, pesadamente com ataques diretos e também com o auxílio de milícias e organizações armadas, embora os órgãos oficiais do país neguem essa prática.</p><p><br></p><p>Os dois principais grupos que atuam em Darfur são o Movimento de Justiça e Igualdade (MJI) e o Exército de Libertação Sudanesa (ELS).</p><p><br></p><p>Embora um acordo de paz tenha sido assinado no ano de 2006 (não aderido por todos os grupos rebeldes), a escalada de violência foi retomada mais intensamente no ano de 2013, elevando novamente o número de mortos e refugiados. Nesse meio-tempo, ocorreu, em 2011, a Independência do Sudão do Sul.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/VopIRYMq93U?si=PR6MueZdKjy0KnqG" />
         <pubDate>2023-10-28 16:43:07 UTC</pubDate>
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         <title>Nigéria:</title>
         <author>isisclemente23_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em 2009, o conflito iniciado pelo Boko Haram – uma organização terrorista – vitimou mais de 15 mil pessoas com o objetivo de combater os princípios ocidentais. Em 2014, esse grupo radical islâmico ganhou notoriedade quando raptou cerca de 270 mulheres nigerianas para serem escravas sexuais e para serem usadas em combates. Já no ano de 2017, segundo a Unicef, cerca 83 crianças foram usadas como bombas pelo Boko Haram, o que chocou o mundo.</p><p><br></p><p>No que tange a disputa por recursos naturais, em 2010, houve um ataque no estado de Plateau (região central da Nigéria). Nessa região, predominam cristãos, contudo, muitos muçulmanos migram para lá, fazendo com que haja disputa e contestação dos recursos naturais e também da terra. Esse conflito vitimou cerca de 700 pessoas, deixando, aproximadamente, 500 mortos e 200 feridos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-28 16:47:09 UTC</pubDate>
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         <title>Angola:</title>
         <author>isisclemente23_</author>
         <link>https://padlet.com/isisclemente23_/geo_africa_conflitos/wish/2767182266</link>
         <description><![CDATA[<p>Iniciado após a independência do país, o conflito na Angola perdurou por quase três décadas. A Guerra Civil Angolana iniciou-se em 1975 e cessou-se em 2002 por meio de acordos de paz. Essa guerra foi protagonizada pelo Movimento Popular de Libertação da Angola e pela União Nacional para a Independência Total de Angola, que travaram uma luta pelo poder. Considerada uma das guerras mais prolongadas em território africano, teve como vitorioso o Movimento Popular de Libertação da Angola em 2002, porém vitimou cerca de 500 mil pessoas, devastando o território angolano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-28 16:50:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ruanda:</title>
         <author>isisclemente23_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Entre os anos de 1990 e 1994, ocorreu a Guerra Civil de Ruanda. Nessa época, a oposição formada pelos tutsis atacou as tropas do governo, cujo presidente era Juvénal Habyarimana (hutus).</p><p><br></p><p>O maior desdobramento dessa guerra civil ocorreu em 1994 e ficou conhecido como Genocídio de Ruanda. O presidente Habyarimana foi assassinado. Extremistas hutus, então, começaram um intenso massacre, que vitimou 800 mil pessoas em Ruanda. Atualmente, como forma de evitar outros conflitos, é ilegal falar sobre etnia no país. O genocídio, além de dizimar o país, empobreceu ainda mais a população, que vive em estado de miséria</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-28 16:52:22 UTC</pubDate>
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         <title>Mali:</title>
         <author>isisclemente23_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Mali é tomado por vários conflitos. Vários grupos armados encontram-se no país e realizam diversos ataques, gerando uma crise humanitária. O governo é culpado por discriminar grupos minoritários, que alegam ser marginalizados.</p><p><br></p><p> As revoltas desses grupos aconteceram nos anos de 1962, 2000, 2006 e 2012. No território de Mali, já existe uma missão de paz da ONU por meio da operação Organização das Nações Unidas de Estabilização Multidimensional Integrada no Mali.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-28 16:54:08 UTC</pubDate>
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         <title>República Democrática do Congo:</title>
         <author>isisclemente23_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os conflitos no Congo iniciaram-se em 1996 e são provenientes do Genocídio em Ruanda, no qual hutus mataram cerca de 800 mil pessoas e seguiram para a República Democrática do Congo. Os tutsis também migraram para Ruanda com medo de uma nova ofensiva. Após o intenso fluxo migratório, os tutsis, novamente, começaram a sofrer represálias por parte dos congoleses e também dos hutus. Esse cenário deu origem à Primeira Guerra do Congo, na qual os tutsis, que voltaram ao poder por meio de Laurent Kabila, acreditavam que era necessário rebelarem-se contra os hutus, envolvendo nessa represália todos os países constituídos por essa etnia.4</p><p><br></p><p>Kabila encontrou dificuldades para governar. Sem apoio político, passou a enfrentar o descontentamento dos tutsis, que cobravam o cumprimento das promessas feitas pelo então presidente do Congo. Para demonstrar controle e proteger os tutsis, Kabila expulsou tropas de Ruanda e Uganda, dando início à Segunda Guerra do Congo. O conflito só cessou em 2002 com a intervenção das Nações Unidas</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-28 16:58:57 UTC</pubDate>
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         <title>Burundi:</title>
         <author>isisclemente23_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante os anos de 1993 e 2004, o território sofreu com a intensificação de conflitos étnicos entre hutus, que representam cerca de 85% da população, e tutsis, que representam aproximadamente 14%.</p><p><br></p><p>No ano de 1972, os hutus levantaram-se contra o poder que estava nas mãos dos tutsis, sofrendo uma grande represália que deixou cerca de 200 mil hutus mortos. Em 1993, os tutsis assassinaram o presidente hutu Melchior Ndadaye, dando início a uma guerra civil entre as duas etnias. Em 2006, houve um acordo de paz para cessar fogo, porém a situação de Burundi ainda é conflituosa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-28 17:00:33 UTC</pubDate>
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         <title>Consequências desses conflitos:</title>
         <author>isisclemente23_</author>
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         <description><![CDATA[<p>As principais consequências desses conflitos são <strong>diversidades étnicas e religiosas,</strong> <strong>enfraquecimento dos governos</strong> dos Estados, <strong>empobrecimento das populações</strong> imersas em crises humanitárias, <strong>crises econômicas,</strong> milhares de <strong>pessoas mortas</strong> e <strong>má assistência à</strong> <strong>população</strong>. A pobreza é característica de diversos países do continente africano, e a fome é um dos maiores desafios a serem superados.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-28 17:01:45 UTC</pubDate>
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         <title>Serra Leoa:</title>
         <author>pietrardsantos</author>
         <link>https://padlet.com/isisclemente23_/geo_africa_conflitos/wish/2767214289</link>
         <description><![CDATA[A Guerra Civil de Serra Leoa começou em 23 de março de 1991, pela Frente Revolucionária Unida (FRU), sob comando de Foday Sankoh, que lutava para derrubar o governo central do país. Dezenas de milhares de pessoas morreram e mais de 2 milhões de pessoas (bem mais de um terço da população) foram deslocadas por causa dos 11 anos de conflito. Os países vizinhos tornaram-se abrigo para os refugiados que tentavam escapar da guerra civil. O conflito tornou-se conhecido por muitos dos massacres, amputações de membros, uso massivo de crianças-soldado e tráfico de diamantes de sangue como um método de financiamento das forças rebeldes. A guerra foi declarada oficialmente como encerrada em 18 de janeiro de 2002.]]></description>
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         <pubDate>2023-10-28 18:04:25 UTC</pubDate>
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         <title>Somália</title>
         <author>pietrardsantos</author>
         <link>https://padlet.com/isisclemente23_/geo_africa_conflitos/wish/2767218622</link>
         <description><![CDATA[<p>Em sua história recente, o território somali foi mais uma das várias regiões subordinadas ao mando e à exploração da ordem imperialista. Nesse caso, a porção norte do território ficou sob o mando da Inglaterra e a região leste dominada pelos italianos. Chegada a década de 1960, sob o contexto de descolonização, os dois espaços conquistaram a sua autonomia e se unificaram para a formação de um único estado independente.</p><p>Ao longo de sua primeira década de independência, a Somália foi conduzida por um governo de orientação democrática. Isso até 1969, quando o general das Forças Armadas, Mohamed Siad Barre, promoveu um golpe de estado que o transformou em líder máximo do país nos vinte anos seguintes. No ano de 1991, o general acabou sendo destituído do posto ditatorial pela força militar imposta pelos grupos políticos armados que se formaram durante esse tempo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-28 18:15:59 UTC</pubDate>
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