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      <title>Mural Interativo  by Ana Júlia</title>
      <link>https://padlet.com/AnajuCouto/Bookmarks</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-14 18:42:13 UTC</pubDate>
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         <title>TIPOS DE RACISMO </title>
         <author>ana8687010</author>
         <link>https://padlet.com/AnajuCouto/Bookmarks/wish/2092618637</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>→ Preconceito e discriminação racial ou crime de ódio racial</strong></div><div>Nessa forma direta de racismo, um indivíduo ou grupo manifesta-se de forma violenta física ou verbalmente contra outros indivíduos ou grupos por conta da etnia, raça ou cor, bem como nega acesso a serviços básicos (ou não) e a locais pelos mesmos motivos. Nesse caso, a lei 7716, de 1989, do Código Penal brasileiro prevê punições a quem praticar tal crime.<br><br></div><div>.<strong>→ Racismo estrutural</strong></div><div>De maneira ainda mais branda e por muito tempo imperceptível, essa forma de racismo tende a ser ainda mais perigosa por ser de difícil percepção. Trata-se de um conjunto de práticas, hábitos, situações e falas embutido em nossos costumes e que promove, direta ou indiretamente, a segregação ou o preconceito racial. Podemos tomar como exemplos duas situações:<br><br></div><div>1. O <strong>acesso de negros e indígenas</strong> a locais que foram, por muito tempo, espaços exclusivos da elite, como universidades. O número de negros que tinham acesso aos cursos superiores de Medicina no Brasil antes das <strong>leis de cotas</strong> era mínimo, ao passo que a população negra estava relacionada, em sua maioria, à falta de acesso à escolaridade, à pobreza e à exclusão social<br><br></div><div>2. Falas e hábitos pejorativos incorporados ao nosso cotidiano tendem a reforçar essa forma de racismo, visto que promovem a exclusão e o preconceito mesmo que indiretamente. Essa forma de racismo manifesta-se quando usamos expressões racistas, mesmo que por desconhecimento de sua origem, como a palavra “<strong>denegrir</strong>”. Também acontece quando fazemos piadas que associam negros e indígenas a situações vexatórias, degradantes ou criminosas ou quando desconfiamos da índole de alguém por sua cor de pele. Outra forma de racismo estrutural muito praticado, mesmo sem intenção ofensiva, é a adoção de eufemismos para se referir a <strong>negros</strong> ou <strong>pretos</strong>, como as palavras “moreno” e “pessoa de cor”. Essa atitude evidencia um desconforto das pessoas, em geral, ao utilizar as palavras “negro” ou “preto” pelo estigma social que a população negra recebeu ao longo dos anos. Porém, ser negro ou preto não é motivo de vergonha, pelo contrário, deve ser encarado como motivo de orgulho, o que derruba a necessidade de se “suavizar” as denominações étnicas com eufemismos.<br><br></div><div><br><br></div><div>→ <strong>Racismo institucional</strong></div><div>De maneira menos direta, o racismo institucional é a manifestação de preconceito por parte de instituições públicas ou privadas, do Estado e das leis que, de forma indireta, promovem a exclusão ou o preconceito racial. Podemos tomar como exemplo as formas de abordagem de policiais contra negros, que tendem a ser mais agressivas. Isso pode ser observado nos <strong>casos de Charlottesville</strong>, na Virgínia (EUA), quando após sucessivos assassinatos de negros desarmados e inocentes por parte de policiais brancos, que alegavam o estrito cumprimento do dever, a população local revoltou-se e promoveu uma série de protestos.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 20:08:57 UTC</pubDate>
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         <title>RACISMO NO BRASIL </title>
         <author>ana8687010</author>
         <link>https://padlet.com/AnajuCouto/Bookmarks/wish/2092620167</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Quando a Lei Áurea foi promulgada, em 13 de maio de 1888, ficou proibida a escravização de pessoas dentro do território brasileiro. O Brasil foi o último grande país ocidental a extinguir a escravidão e, como aconteceu na maioria dos outros países, não se criou um sistema de políticas públicas para inserir os escravos libertos e seus descendentes na sociedade, garantindo a essa população direitos humanos, como moradia, saúde e alimentação, além do estudo formal e posições no mercado de trabalho.</div><div>Os escravos recém-libertos habitavam os locais onde ninguém queria morar, como os morros, na costa da Região Sudeste, formando as favelas. Sem emprego, sem moradia digna e sem condições básicas de sobrevivência, o fim do século XIX e a primeira metade do século XX do Brasil foram marcados pela miséria e sua resultante violência entre a população negra e marginalizada.</div><div><br></div><div>Quanto à população indígena sobrevivente do genocídio promovido contra o seu povo, havia cada vez mais invasão de suas terras e desmembramento de suas aldeias. Essas ações sistêmicas promoveram e sustentam até hoje a exclusão racial em nosso país, o que resultou em diversos estudos sociológicos.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 20:11:31 UTC</pubDate>
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         <title>CAUSAS DO RACISMO</title>
         <author>ana8687010</author>
         <link>https://padlet.com/AnajuCouto/Bookmarks/wish/2092621521</link>
         <description><![CDATA[<div>A discriminação pela origem pode ser reportada desde a Antiguidade, quando povos gregos e latinos classificavam os estrangeiros como <strong>bárbaros</strong>. A origem da designação do preconceito de raça, em específico, é mais nova, tendo sido alavancada nos séculos XVI e XVII pela expansão marítima e colonização do continente americano. O domínio do “novo mundo” (assim chamado pelos europeus), o genocídio dos povos nativos e a escravização sistêmica de povos africanos geraram um movimento de tentativa de justificação de tais relações de poder por uma suposta <strong>hierarquia das raças.</strong></div><div>Os europeus acreditavam que, em sua visão eurocêntrica,os povos de origem europeia nata seriam mais inteligentes e capazes,enquanto negros e indígenas eram inferiorizados e até considerados animais.</div><div>&nbsp;Hoje em dia, contudo, os estudos sérios tanto com base sociológica e psicóloga,quanto com base genética não dão mais crédito às teorias racistas do século passado.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>No Brasil, as causas do <strong>racismo </strong>podem ser associadas, principalmente, à longa escravização de povos de origem africana e a demora na abolição da escravidão, que foi feita de maneira irresponsável, pois não se preocupou em inserir os escravos libertos na educação e no mercado de trabalho, resultando em um sistema de marginalização que perdura até hoje.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 20:13:22 UTC</pubDate>
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         <title>RACISMO E PRECONCEITO</title>
         <author>ana8687010</author>
         <link>https://padlet.com/AnajuCouto/Bookmarks/wish/2092625441</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Não podemos resumir <strong>preconceito</strong> à <strong>racismo</strong>, visto que o preconceito pode vir de várias outras diferenças, como gênero, local de origem e orientação sexual. Porém,o racismo é uma forma de preconceito e, como as outras formas, manifesta-se de diversas maneiras, fazendo vítimas todos os dias.</div><div><br></div><div>O <strong>preconceito racial</strong> não é exclusivo do Brasil, visto que, em maior ou menor escala, todos os países colonizadores e colonizados apresentam, em algum grau, índices de preconceito racial contra negros ou, no caso de países colonizados, nativos daquele local. Também é importante ressaltar que uma ação de preconceito somente é considerada racista quando há uma utilização sistêmica e baseada em uma estrutura de poder e dominação contra a etnia da vítima.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 20:18:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ana8687010</author>
         <link>https://padlet.com/AnajuCouto/Bookmarks/wish/2092627060</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Racismo</strong> é a denominação da discriminação e do preconceito (direta ou indiretamente) contra indivíduos ou grupos por causa de sua etnia ou cor. É importante ressaltar que o preconceito é uma forma de conceito ou juízo formulado sem qualquer conhecimento prévio do assunto tratado, enquanto a discriminação é o ato de separar, excluir ou diferenciar pessoas ou objetos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 20:21:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ana8687010</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 20:22:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>AnajuCouto</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Escola Estadual Celestino Nunes<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Padlet:Mural Interativo<br><br><br>*Ana Flávia de Oliveira Silva<br>*Ana Júlia Eugênia do Couto Valadares<br>*Sofia Eduarda de Oliveira Santos&nbsp;<br><br>Profª.:Gil.G.Per.&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>Disciplina: Tecnologia e Inovação&nbsp;<br>Turma:1º Ano&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Turno: Vespertino&nbsp;<br>Nível: Ensino Médio<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Brasil-Minas Gerais-Paineiras<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;14 de Março de 2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 16:49:57 UTC</pubDate>
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         <title>TRABALHO CORRIGIDO.</title>
         <author>gilgper</author>
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         <description><![CDATA[<div>Seu trabalho atente ao que foi pedido. Parabéns!!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 01:13:21 UTC</pubDate>
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