<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>POVOS INDÍGENAS DO BRASIL  by Maria Claudia Cardoso Ferreira</title>
      <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u</link>
      <description>Laboratório de ensino, fontes e métodos - 

UNILAB - LICENCIATURA EM HISTÓRIA - BAHIA </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-21 12:30:02 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-27 22:59:48 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>POVOS ORIGINÁRIOS - OS DONOS DA TERRA!</title>
         <author>mariacardoso28</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/848543957</link>
         <description><![CDATA[<div>"Estima-se que existam hoje no mundo pelo menos 5 mil povos indígenas, somando mais de 370 milhões de pessoas (IWGIA, 2015). No Brasil, segundo o Censo IBGE (2010), os mais de 305 povos indígenas somam 896.917 pessoas. Destes, 324.834 vivem em cidades e 572.083 em áreas rurais, o que corresponde aproximadamente a 0,47% da população total do país." <br> </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.socioambiental.org/pt-br/o-isa/programas/povos-indigenas-no-brasil" />
         <pubDate>2020-10-21 13:20:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/848543957</guid>
      </item>
      <item>
         <title>📹Kayapó Mebengokré (PA)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/850763667</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos trabalhar com a temática crianças Kaiapós, com diversidades culturais, rituais, as brincadeiras é destinadas a determinadas funções de aprendizados prático das tarefas que deverão assumir quando adultos, por exemplos, meninos brinca de fabricar arco flecha  e caçar pequenos animais. Já as meninas brincam de fazerem comidas e cuidar de crianças, usando bonecas. Em sala de aulas, trazendo a pesquisas teóricas e colocado algumas em práticas como construção de brinquedos, atividades, pinturas corporais, cantigas... e ainda participar sorteio do site para visitar e vivências o cotidiano dessas  crianças, momentos na aldeia . <br>"São algumas das atividades que integram a programação da XII Aldeia Multiétnica. A etnia Kayapó apresentará as festas, costumes, tradições, ritos de passagem e brincadeiras(diferentes culturas indígenas (como cantos, danças, ritos, arquitetura, artesanato, língua e pintura corporal), inserindo-se às atividades diárias de uma aldeia, relacionadas à infância, sob a perspectiva de diferentes culturas indígenas.Como participar da XII Aldeia Multiétnica:<br><br></div><div>É possível aderir ao pacote completo, de 7 dias de vivência, com hospedagem (em camping), alimentação (café da manhã, almoço e jantar) e acesso à programação completa e aos atrativos naturais do espaço (Cachoeiras Almécegas I e II e Rio Couros). Ou adquirir o bilhete diário de visitação, que permite participar das atividades das 14h às 18h".<br><br></div><div><strong>Informações completas: </strong><a href="http://www.aldeiamultietnica.com.br/"><strong>www.aldeiamultietnica.com.br<br></strong></a><strong>Elisiane, estudante de História, Campus Malês/BA</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/originals/fe/81/2f/fe812fa4c5657ebb6ee463301366581b.jpg" />
         <pubDate>2020-10-22 00:24:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/850763667</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CRIANÇAS KAYAPÓS!</title>
         <author>raiodesol16</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/853740684</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ano:</strong> 4º ano do Ensino Fundamental<br><br></div><div><strong>Unidade temática</strong> Transformações e permanências nas trajetórias dos</div><div>grupos humanos<br><br></div><div><strong>Objeto (s) de conhecimento</strong>:<strong> </strong>A ação das pessoas, grupos sociais e comunidades no<strong> </strong>tempo e no espaço: nomadismo, agricultura, rituais, artesanato, escrita,<strong> </strong>navegações, indústria, entre outras<br><br></div><div><strong>Habilidade(s) da BNCC</strong>: (EF04HI03) Reconhecer a história como resultado da ação do ser humano no tempo e no espaço, com base na identificação de mudanças e permanências ao longo do tempo.<br><br></div><div><strong>Palavras Chave </strong>Mudanças e permanências, sujeito histórico, povo<strong> </strong>indígena Kayapós<br><br></div><div><strong>Conhecer comunidades indígenas Kayapós percebendo as mudanças e permanências no seu modo de vida, ao longo dos tempos.<br></strong><br></div><div><br> Dialogo sobre a temática, crianças Indígenas Kayapós,os curumins da aldeia( meninos e meninas)também possuem determinadas funções. Suas brincadeiras são destinadas ao aprendizado prático das tarefas que deverão assumir quando adultos. Um menino, por exemplo, brinca de fabricar arco e flecha, caçar pequenos animais. Já as meninas brincam de fazer comida e cuidar de crianças, usando bonecas, a pintar corpo, rosto, cabelos. <br> Propor atividade escrita, com as seguintes questões:<br>1. Escreva com suas palavras como vive o povo indígena Kayapós no Brasil atualmente. o que você acha d situação atual dele?<br><br>Após assistir documentário - , pedir para estudante descrever o que mais chamou sua atenção .<br>Pesquisas do povo Kayapós, em especial as crianças das atividades atuais e antigas : pintura, instrumentos musicais, artesanato, cerâmica, <br>Segunda fase da aula:<br>Construção de artesanatos,pinturas, comidas lendas e criar Glossário com a cultura do povo Indígena Kayapós,com  o resultados das pesquisas dos estudantes,com figuras, etc... essa atividade será construção coletiva da turma, pretendo organizar um quadro comparativo com uma coluna para o registro das características das cultura dessas famílias Indígenas Kayapós de antigamente e outra para o registro das características das famílias indígenas Kayapós da atualidade.<br><br></div><div>"Nas comunidades indígenas, a infância é vivida e celebrada de forma muito intensa. É durante esta fase que os saberes tradicionais são compartilhados e a comunidade é fortalecida. As crianças são integradas a todas as atividades da aldeia. Aprendem a caçar, mexer com a roça, subir em árvores, nadar e conhecer o território onde vivem. Habilidades básicas para desenvolver a autossuficiência e a forma como darão continuidade às tradições de seu povo.<br><br></div><div>Como participar da XII Aldeia Multiétnica:<br><br></div><div>É possível aderir ao pacote completo, de 7 dias de vivência, com hospedagem (em camping), alimentação (café da manhã, almoço e jantar) e acesso à programação completa e aos atrativos naturais do espaço (Cachoeiras Almécegas I e II e Rio Couros). Ou adquirir o bilhete diário de visitação, que permite participar das atividades das 14h às 18h. "<br><br><strong>Informações completas: </strong><a href="http://www.aldeiamultietnica.com.br/"><strong>www.aldeiamultietnica.com.br</strong></a><strong><br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://i.pinimg.com/originals/18/f7/b8/18f7b85bafc21c1ba49d696687a6c219.jpg" />
         <pubDate>2020-10-22 18:18:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/853740684</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Parte I - Povos Indígenas: Povo Tuxá!</title>
         <author>lulianessousa</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/857091776</link>
         <description><![CDATA[<div>" Para conhecer sobre o povo Tuxá, é necessário ir para além da homogeneidade que estrutura nosso pensamento quando falamos de povos indígenas.  Dessa forma, é importante saber quem é o povo Tuxá, e onde eles vivem?  O povo Tuxá se autodenomina de uma forma mais geral como povos indígenas e tem como língua o Dzubukuá, uma língua que pertence à família linguística Karirí, mas em sua maioria são falantes da língua portuguesa-brasileira. </div><div>Os registros dos seus primeiros contatos com os não índios se deu entre 1692 e 1694, decorrente do uso do rio São Francisco como rota de entrada do gado para o interior.  Seu território era composto pelas diversas ilhas fluviais ao redor do rio São Francisco, onde trabalhavam com a agricultura, principalmente de arroz e cebola. A ilha, que se concentrava a maior parte dos indivíduos, era a ilha da Viúva.</div><div>  Os Tuxá, que tinham toda a sua interação territorial ligada as águas do São Francisco e com as ilhas da região, por volta da 1977, foram forçados a se retirar de seu território de origem devido a implementação de um projeto que culminou na construção da barragem de Itaparica, atualmente chamada de UHE Luiz Gonzaga, que seria construída na cidade de Petrolândia-PE. </div><div>A UHE de Itaparica, gerou uma inundação e desalojou mais de 40.000 pessoas, e em especial a etnia Tuxá que viu todas as suas ilhas serem inundadas, sendo forçados (as) a se relocarem para a margem do São Francisco. Hoje essa população está concentrada na divisa da Bahia com Pernambuco e em Alagoas, em sua maioria na cidade de Rodelas-BA. </div><div>Nos últimos anos, inúmeros indígenas Tuxá, das mais diversas áreas, entraram nas universidades, com o objetivo de atuar diretamente nas problemáticas geradas pelo modelo dominante - da expropriação de terras a necessidades de pautar as diversas demandas do povo Tuxá. <br>Agrupados em famílias nucleares, os Tuxá mantêm laços interfamiliares muito estreitos que não são rompidos, seja com a ocorrência de casamentos Inter étnicos, seja com a dos novos padrões referidos. Há muito tempo o povo foi liderado pelo conhecido Francisco de Rodelas identificado como o primeiro Cacique, um povo praticante tradicionalmente do Toré.<br><br> Além do cacique, que no caso dos Tuxá tem um papel menos central que nos demais povos indígenas na Bahia, há ainda o pajé, o capitão e o conselheiro. O povo Tuxá Utiliza tanto a medicina tradicional quanto a convencional em caso de doenças.<br><br><br><br><br><br><br>Onde encontro material, <br><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ngZ0gK-vaNc&amp;list=PLSIGD7-rHf2U1mbk7lbbHXBfD-qM2F4e4&amp;index=48&amp;t=0s">Acesse aqui</a> : A história de vida de Yacunã Tuxá. <br><a href="https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2019/09/13/yacuna-tuxa-artista-indigena-ninguem-aqui-e-iracema.htm">E aqui também! </a><br><a href="https://beirasdagua.org.br/item/dzorobabe-autodemarcacao-tuxa/">Luta Tuxá </a><br><a href="https://g1.globo.com/natureza/desafio-natureza/noticia/2019/12/21/com-mais-de-90percent-da-transposicao-concluida-impactos-ambientais-no-rio-sao-francisco-ainda-sao-incertos.ghtml">E sobre o Rio São Francisco?</a>  <br><br><br>Luliane Sousa dos Santos"<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/794042506/a97a00feb00a9c22f1b5c1179b4e826d/povo_tux__2.png" />
         <pubDate>2020-10-23 19:16:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/857091776</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ORGANIZAÇÃO SOCIAL DOS POVOS BORORO</title>
         <author>santoswhelson945</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/858438132</link>
         <description><![CDATA[<div>"A organização social dos povos Bororo, tem a unidade política (Boe Ewo) e plano social mais importante do que a economia. Os rituais despertam uma harmoniosa relação entre eles. Suas casas são postas em círculo e no centro ficar o “baito” (a casa dos homens), ao lado direito a praça cerimonial, o local mais importante para eles. Os rituais são constantes em sua vida, tem os ritos de passagem (nominação), que faz com que as crianças sejam introduzidas na sociedade Bororo. O "nominador" é irmão de sua mãe".<br><br>Proposta de Atividade para o 6º Ano do Ensino Fundamental<br><br>1) Distribuir algumas imagens com a turma para que os/as alunos/alunas tenha contato com o povo Bororo e depois pedir para que os/as mesmos/mesmas análise as imagens distribuídas se existem algumas semelhanças com os costumes de sua localidade como se organizam politicamente com suas hierarquias, alimentação, etapas da vida, rituais (cerimônia), atividade econômica, artesanato, mestiçagem, conhecimento da natureza, entre outros. Depois, o professor/a distribuirá imagens da comunidade local que façam semelhanças com a vivência do povo Bororo. Esta atividade tem a finalidade de relaciona algumas semelhanças e diferenças nas representatividade mostrada nas imagens que o povo Bororo têm com a comunidade não indígena fazendo com que os/as estudantes percebam que os índios Bororo fazem parte do mesmo meio e tempo que a sociedade não indígena vive. Esta atividade finalizará com uma atividade avaliativa que pedirá para que a/o aluna/aluno realize uma síntese sobre o conteúdo trabalhado e um glossário de 5(cinco)  a 10 (dez) palavras encontradas sobre a população Bororo.<br><br>2) Será pedido para que os/as alunos/alunas realizem um Jogo da Memória sobre os costumes dos povos Bororo. O professor distribuirá em trio as imagens para a confecção da atividade com todos os recursos (cola, tesoura, imagens, cartolina). Depois, da secagem, os/as alunos e alunas irão jogar entre si disputa sadia quem perder sai para o/a outro/a entrar no jogo por isso a proposta do trio. <br><br>Proposta BNCC:<br>(EF06HI05) Descrever modificações da natureza e da paisagem realizadas por diferentes tipos de sociedade, com destaque para os povos indígenas originários e povos africanos, e discutir a natureza e a lógica das transformações ocorridas.<br> (EF06HI08) Identificar os espaços territoriais ocupados e os aportes culturais, científicos, sociais e econômicos dos astecas, maias e incas e dos povos indígenas de diversas regiões brasileiras. <br><br>Alunos: Mateus Santos e Whelson Santos<br><br>Informações:<br>https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Bororo<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/808198991/b8e2db6ec9ab772810bb517d40051085/mosaico_de_fotos.jpeg" />
         <pubDate>2020-10-24 21:32:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/858438132</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A diversidade dos povos Indígenas no Brasil - Abordagens para as aulas de História. </title>
         <author>zefacefrancis97</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/860171274</link>
         <description><![CDATA[<div>POVOS TICUNA - ARTE E CULTURA.<br><br><br>Os Ticuna configuram o mais numeroso povo indígena na Amazônia brasileira. somando um total de 53.544 habitantes. Seus territórios estão localizados para além da Amazônia, na Colômbia e no Peru. Segundo a tradição oral, os povos TICUNA foram pescados. Foi Yo'i (um dos principais heróis culturais)que pescou os primeiros Ticuna das águas vermelhas do Igarapé, lugar até hoje sagrado para estes povos. <br><br>ARTE E CULTURA<br><br>A arte certamente faz parte do grande repertório cultural dos povos TICUNA. <br>A variedade e riqueza da produção artística dos Ticuna expressam uma inegável capacidade de resistência e afirmação de sua identidade.<br>Esse fato fez com que a cultura desse povo ganhasse notoriedade a nível internacional. As técnicas de pinturas merecem destaque. Várias espécies de animais são pintados em vestes e máscaras produzidas por eles mesmos, e, essa prática é atividade exclusivamente masculina. <br>A tecelagem está intimamente ligada à mulher. A fabricação de fios é uma das primeiras tarefas desenvolvidas pelas meninas e na adolescência a importância dessa atividade ganha uma expressão ritual. <br><br>USO EM AULA DE HISTÓRIA: <br>1)- Através dos modos de vidas e práticas artísticas dos TICUNA, analisar com os alunos a prática artística desse povo como práticas epistémica  além do conhecimento científico e académico. O principal objetivo será de mostrar a produção de conhecimento ancestral e geracional desses povos nos dias atuais;<br>2)- Por meio disso, iremos por outro lado  refletir com os alunos sobre os protagonismos de meninos e meninas nas divisões de técnicas de pinturas e tecelagem dentro das comunidades indígenas locais.<br>3)- No final da aula, será exibido um documentário que fala do cotidiano dos povos TICUNA e como a natureza serve como fonte de sustento dessas populações através das práticas de extração de fibras em árvores para a produção de tecidos diversos, que já chegaram a impactar internacionalmente. O objetivo será de pensar também com os alunos como a cultura desses povos contribuiu e contribui para a cultura nacional brasileira. <br><br>Site consultado: Site: https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Ticuna.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://player.vimeo.com/video/68870830" />
         <pubDate>2020-10-26 01:37:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/860171274</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Bahia Indígena:Povo Tuxá no Recôncavo e sua representatividade social. </title>
         <author>alcantaralukas182</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/863813654</link>
         <description><![CDATA[<div>PROFESSORES RESPONSÁVEIS:<br>Carla Caroline Santos de Santana <br>Luca Alcântara do Nascimento <br><br>TEMA: <br>MATERIAL DE APOIO: https://terrasindigenas.org.br/pt-br/terras-indigenas/5113 https://www.indios.org.br/pt/Povo:Tuxá<br> <br>OBJETOS DE CONHECIMENTO: As Pautas dos povos indígenas no século XXI e suas formas de inserção no debate local, regional, nacional e internacional. <br><br>HABILIDADES E COMPETÊNCIAS::(EF09HI36) Identificar e discutir as diversidades identitárias e seus significados históricos no início do século XXI, combatendo qualquer forma de preconceito e violência.<br><br>ANO/SÉRIE: 9° Ano, Ensino Fundamental II - Anos Finais. <br>OBJETIVOS: <br>GERAL: Compreender as Sociedades Indígenas pertencentes à Bahia <br>ESPECÍFICOS: Compreender o corpo indígena assim como outros povos; Identificar as participações de indígenas no convívio social; Estudar os povos Tuxá como sujeitos atuantes na História Local; Entender sobre a importância de se ter dentro do espaço escolar temas que envolvam contextos indígenas, assim como reforça a Lei 11.645/08. <br><br>Esta proposta visa propiciar uma maior visibilidade às populações indígenas, torná-las protagonistas, uma vez que a imagem que se dissemina é de uma unidade, desacreditando todas as características que os torna únicos, respaldado pelas Leis 10.639/03 e 11.645/08 junto à BNCC que fundamentam o trabalho docente na perspectiva indígena. <br><br>MOMENTO 01- Serão elaborados propositalmente a indução do interesse dos alunos na temática indígena com base nos povos Tuxá, em pensar a História indígena para além do "descobrimento" do Brasil, pensar numa sociedade como um todo, trazendo-a para a contemporaneidade do século XXI, inclusive, pensar numa sociedade ainda existente no Estado como uma história local, trazer a questão do "despertar" dos alunos como sujeito social que divide a sociedade com diversos povos, descolonizar a imagem estereotipada sobre o que "se sabe de Indígenas", pensar para além de sujeitos atuantes contribuintes para o desenvolver da sociedade. A Aula será completamente expositiva, com exibição de imagens, vídeos contemporâneos sobre os Tuxá. Além disso, propomos uma <strong>roda de conversa</strong> com pessoas da etnia tuxá, pois assim os alunos terão contato direto com suas narrativas e histórias de vida. <br><br>MOMENTO 02- Para essa proposta, iremos expandir essa aula para os outros espaços da escola, a envolver como um todo para a desenvolvermos juntos um projeto que vise trazer para a sociedade o conhecimento histórico dos povos Tuxá, pelos quais vivem no mesmo Estado e que por muitas vezes passam despercebidos. Será pensado um proposta no corpo docente como um incentivo da necessidade em uma formação continuada em áreas de formação indígena. Os professores relatarão suas experiências vividas na aula, e, junto aos alunos, publicarão no blog que seria administrado pela escola, em especial, pelos professores responsáveis com a monitoria de um representante do povo Tuxá.<br><br>CONTEÚDOS: Povos Indígenas na Bahia, O Brasil Indígena Contemporâneo, Povos Tuxá e suas sociedades, A Bahia Indígena. <br><br>REFERÊNCIAS: BURATTO, Lúcia Gouvêa. A educação escolar indígena na Legislação e os indígenas com Necessidade Educacionais Especiais. UFSCar. S/N. <br>Ministério da Educação, Brasil. BNCC, Base Nacional Comum Curricular. História, 9° Ano, Ensino Fundamental II - Anos Finais. <br>SILVA, Marco Antônio. S568n Nas trilhas do Ensino de História: teoria e prática / Marco Silva, Amélia Porto. - Belo Horizonte: Rona, 2012, 128 p. il.: 24 cm. Inclui bibliografia.<br>Povos indígenas no Brasil, Tuxá. Acesso em: 20 Out 2020. Disponível em: https://www.indios.org.br/pt/Povo:Tuxá <br>Terras Indígenas no Brasil, Reserva Indígena Tuxá de rodelas. Acesso em: 22 Out 2020. Disponível em: https://terrasindigenas.org.br/pt-br/terras-indigenas/5113<br>"Foto: Reprodução Apib</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/801903948/0e05409f8a00b789fc72cb547137558c/20201026_183826.jpg" />
         <pubDate>2020-10-26 22:48:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/863813654</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Comunidade Pankararu </title>
         <author>franciscopedagogia2017</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/863989846</link>
         <description><![CDATA[<div>I PARTE<br><br><br>Ano: 3º ano E.F.1<br><br></div><div>Habilidades: (EF03HI02) Selecionar, por meio da consulta de fontes de diferentes naturezas, e registrar acontecimentos ocorridos ao longo do tempo na cidade ou região em que vive.<br><br>(EF05HI01) Identificar os processos de formação das culturas e dos povos, relacionando-os</div><div>com o espaço geográfico ocupado.<br><br>1º momento: <br> <br>Fazer uma tempestade de ideias para saber até que ponto os alunos sabem sobre as diversas culturas indígenas existentes atualmente. <br> <br>Questionar os alunos sobre a nação Pankararu, a fim de saber  o que eles sabem sobre essa nação.  <br> <br> Com essa tempestade de ideias, poderemos ter uma noção do que os alunos sabem, e poderemos direcionar os debates para os tópicos abaixo relacionados, levando em consideração a parte da abordagem oral e cultura imaterial.  <br><br></div><div>Direcionar os debates para os tópicos abaixo relacionados. <br> <br><strong>Quem são? <br></strong><br></div><div>Os pankararus são um grupo indígena brasileiro que habita as proximidades do médio rio São Francisco, nos limites dos municípios de Tacaratu e Petrolândia, ambos no estado de Pernambuco, e o Norte da Serra do Ramalho, no município de Bom Jesus da Lapa, no estado da Bahia.<br> <br><strong>O que querem?</strong>  <br><br></div><div>Reconhecimento enquanto povo indígena detentor de uma cultura peculiar.<br><br></div><div>Onde estão? <br><br></div><div>Atualmente podemos encontrar os Pankararus em algumas cidades de Pernambuco e da Bahia, como também em São Paulo.<br><br></div><div> <br><strong>Como estão organizados: <br></strong><br></div><div>Os Pankararu se organizam basicamente segundo duas classificações, os troncos e as aldeias, ambas relacionadas à organização das famílias, histórica no caso da primeira e espacial no caso da segunda. A classificação dos grupos de famílias em status diferentes, através da sua ligação a "troncos" familiares que se dividem entre os "antigos" e os "recentes”.<br><br></div><div><strong>Religiosidade:</strong> No Toré do povo <a href="http://pib.socioambiental.org/pt/povo/pankararu">Pankararu</a>, por exemplo, existem algumas figuras muito importantes: os Encantados, os Praiá, os pais do Praiá e os dançadores. Quem vai "levantar o Praiá”, deve fazer uma roupa e uma máscara de palha de ouricuri, que serve para encobrir a personalidade do dançador. Durante o ritual, que pode durar várias horas, esse dançador materializa os seres espirituais - ou Encantados.</div><div>A dança do Toré é regida por uma música chamada <strong>Toante</strong>, que é cantado por apenas um “cantador” ou “cantadora” e acompanhado pelos gritos ritmados do grupo de bailarinos<br><br>Colocar o vídeo para ilustrar <a href="https://www.youtube.com/watch?time_continue=65&amp;v=bwPZZHvK65I&amp;feature=emb_logo">https://www.youtube.com/watch?time_continue=65&amp;v=bwPZZHvK65I&amp;feature=emb_logo</a> <br><br><br><strong>Mostrar a imagem em destaque para que os alunos possam apreciar antes de iniciar o debate oral. <br><br>Questionar os alunos sobre o que eles veem na imagem. <br><br></strong>(Driele e Francisco)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/806393727/0f62da61d47c19c0c4c49178667e0211/indio1.jpg" />
         <pubDate>2020-10-27 00:37:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/863989846</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Comunidade Pankararu </title>
         <author>franciscopedagogia2017</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/864032999</link>
         <description><![CDATA[<div>II PARTE<br><br>Trazer uma líder na etnia Pankararu para que os alunos possam entender como acontece o processo de liderança, bem como a forma política e social existente nas comunidades indígenas Pankararu. <br> <br><br></div><div>Quem é essa? Qual papel dela na comunidade Pankararu inserida? <br><br><br></div><div>Fazer uma explanação oral sobre Quitéria Binga. <br><br></div><div>Maria Quitéria de Jesus, mais conhecida como Quitéria Binga, foi uma liderança da nação Pankararu. Foi uma líder de fundamental importância para a manutenção da cultura indígena, sobretudo no nordeste brasileiro. Obteve dois grandes êxitos, o primeiro, foi a conquista ada primeira creche indígena localizada em uma área indígena e a segunda, foi a construção da casa de parto, onde ela atuou por muitos anos como parteira. E mesmo sem saber ler e escrever, teve grande influência em diversos projetos nas universidades do nordeste, participando de encontros regionais e nacionais para debater questões sobre educação, saúde e cultura. Seu papel foi tão importante que ela ficou reconhecida nacionalmente e internacionalmente.  <br><br></div><div><br>Colocar um vídeo para que os alunos possam conhecer um pouco dessa líder indígena... <a href="https://www.youtube.com/watch?v=G2pe8v4Jq6s&amp;ab_channel=indiosonline">https://www.youtube.com/watch?v=G2pe8v4Jq6s&amp;ab_channel=indiosonline</a> <br><br></div><ul><li>(Driele e Francisco)</li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/806393727/3eca484a3f6396d9a930e40ceef082a4/mariiiia.jpg" />
         <pubDate>2020-10-27 00:58:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/864032999</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Comunidade Pankararu </title>
         <author>franciscopedagogia2017</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/864044527</link>
         <description><![CDATA[<div>III PARTE <br><br>Terminar a aula mostrando a imagem abaixo e lendo um poema feito para homenagear essa grande guerreira<br><br></div><div>''Onde nós moramos</div><div>Tem riqueza de montão</div><div>Aqui em Pankararu</div><div>Vivemos de tração</div><div>Tem Quitéria Binga</div><div>Lutando por sua nação</div><div>A nossa obrigação</div><div>É dançar o toré</div><div>No nosso terreiro</div><div>Batemos com o pé</div><div>O menino do Rancho</div><div>Dançamos com fé</div><div>A cultura do coite</div><div>Tem varias facções</div><div>Curar as doenças</div><div>Dos nossos Corações</div><div>E matar toda a sede...'' </div><div> </div><div>Allison Barros da Silva e Irayane Barros da Silva</div><div> <br>Para mais informações:<br><br></div><div>http://www.thydewa.org/downloads/pankararu.pdf <br><br></div><div>Diele e Francisco</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/806393727/ffca7084561734b5902c4b7fc21fe397/maria.jpg" />
         <pubDate>2020-10-27 01:04:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/864044527</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Parte II - Povos Indígenas: Povo Tuxá!</title>
         <author>lulianessousa</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/864868479</link>
         <description><![CDATA[<div>Usos na aula de história:  </div><div> </div><div>Iniciar perguntando: o que sabemos sobre povos Indígenas – uma simples avaliação diagnóstica e continuar introdução da aula com o trecho da música de Luiz Gonzaga, “O Rio São Francisco vai bater no meio do mar....”, para iniciar uma aproximação mais tranquila dos alunos com o espaço geográfico. Continuar com a pergunta:  alguém já ouviu falar sobre o Rio  e sua a importância? Levantar um pequeno debate. </div><div> </div><div>- Apresentar o mapa (google maps), e o texto informado acima, solicitando que os estudantes leiam e localizem o rio, a divisa e cidade de Rodelas no mapa atrelando essas duas fontes pensando coletivamente e tentando responder: Quem são?  Qual a língua pertencente a esse povo – qual língua elxs falam atualmente? Onde vivem? </div><div>- Propor como atividade uma breve pesquisa sobre a luta política do povo Tuxá e esse território, sobre a Hidrelétrica mencionada no texto, verificando os resultados das lutas indígenas, sucessos e fracassos. </div><div> </div><div>- Comparar trechos do texto com as imagens anexadas e assistir vídeo que conta a história de vida de Yacunã Tuxá. </div><div> -Perguntar quem foi Francisco de Rodelas - sugerir pesquisa sobre as  lideranças desse povo.  </div><div>- Perguntar em sala: Qual a importância de estudar a história do povo Tuxá para desconstrução de estereótipos dos povos  indígenas? </div><div>-Verificar se a turma consegue entender a existência da diversidade de povos indígenas, os  processos de transformações sociais e a história do povo Tuxá. <br><br><br>Em relação ao mapa: pode ser localizado no google maps. <br><br>Luliane Sousa dos Santos. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/794042506/29cf8a3c47d3476c7ac25be4d25eb0d4/maps.png" />
         <pubDate>2020-10-27 08:31:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/864868479</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povo Krenák</title>
         <author>cassia152009</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/866815026</link>
         <description><![CDATA[<div>O Povo Krenák é originário da Mata Atlântica no Baixo Recôncavo Baiano, quando foram expulsos pelos Tupis no final da década de 20, passaram a ocupar a faixa da Floresta Latifoliada Tropical Úmida da Encosta ou Mata Pluvial Tropical, e atualmente se encontram em Minas Gerais entre as cidades de Resplendor e Conselheiro Pena, em uma reserva de quatro mil hectares criado pelo SPI (Serviço de Proteção aos Índios), substituído em seguida pela FUNAI (Fundação Nacional do Índio), que vigora até os dias atuais. Os Krenák pertencem ao grupo lingüístico Macro-Jê, falando uma língua denominada Borun, constituem-se nos últimos Botocudos do leste, nome atribuído pelos portugueses no final do século XVIII, aos grupos que usavam botoques auriculares e labiais.</div><div>O povo Krenák, sofreu perseguição estatal, desde a época da colonização portuguesa. Este tratamento se intensificou no início do século XIX, tendo como fechamento deste histórico de violações, os atos cometidos pela Ditadura Militar, quais sejam, a criação da Guarda Rural Indígena (GRIN), a instalação do presídio indígena em suas terras chamado “Reformatório Krenák” e o deslocamento forçado para outro centro de detenção indígena, denominado fazenda Guarani, no município de Carmésia/MG. Os Krenák ganhou visibilidade nacional após a tragédia de Mariana (MG), ocorrida em novembro de 2015.</div><div>Uma barragem da Mineradora Samarco se rompeu trazendo uma enxurrada de lama que percorreu mais de 200 km de distância causou a morte de 19 pessoas. Toda a vegetação e fauna do Rio Doce foram devastadas. O rio que era a principal fonte de subsistência do povo Krenák hoje sofre com a contaminação de metais pesados devido aos rejeitos da barragem. Apesar de ser perseguido e violentado, em 2014 somavam 434, o povo indígena Krenák resistem e sobrevivem na região.</div><div><br>PROPOSTA DE ATIVIDADE:<br><br>1- Apresentação da comunidade Krenák através da exibição do vídeo: </div><div>(<a href="https://canaisglobo.globo.com/assistir/futura/krenak-sobreviventes-do-vale/v/7484834/">https://canaisglobo.globo.com/assistir/futura/krenak-sobreviventes-do-vale/v/7484834/</a>)</div><div>No vídeo é mostrado como a comunidade Krenák vive e como foi afetada devido o rompimento da barragem do Fundão no distrito de Bento Rodrigues em 2015. Após a exploração do vídeo será feito um debate com os alunos no qual alguns questionamentos poderão ser realizados:</div><div>A comunidade mudou o seu modo de viver?</div><div>E o local, mudou com o passar dos tempos?</div><div>Qual a relação da comunidade com o rio? Qual a sua importância?</div><div>Em que aspectos essa comunidade sofreu influências? Quais aspectos de sua cultura foram amplamente preservados?</div><div>A cidade é importante para esse povo?<br><br></div><div>A partir das questões poderá ser feita intervenções para que os alunos compreenda que as comunidades mudam sua forma de organização e estilo de vida, ao longo do tempo, por diversos fatores, e um dos motivos das mudanças na comunidade Krenák foi à luta por terras e que mesmo com uma vida mais urbanizada, o povo consegue manter parte importante da cultura e suas origens.</div><div><br>2- Apresentar um podcast em quatro grupos de cinco estudantes, um membro de cada grupo que gravaria e apresentaria, com os diferentes aspectos do povo Krenak, há cinco, dez anos atrás e atualmente: antes da poluição do rio Doce, pós poluição, antes da pandemia, na pandemia e com as queimadas. Todos os integrantes participará da gravação do podcast que será apresentado na sala de aula de maneira virtual.<br><br>DISCENTES: Cássia e Kátia<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/801903954/c4618fd804464a77aa6feaa655069cf9/20200908161018149636a.jpg" />
         <pubDate>2020-10-27 17:35:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/866815026</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Payayás: povos indígenas em territórios baianos no século XXI</title>
         <author>maia356</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/867157392</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><em>"Com o processo de colonização no território brasileiro muitos povos indígenas desapareceram. Em sua maioria foram vítimas da ação violenta dos colonizadores na luta pelas terras e recursos naturais. Na Bahia temos o exemplo da etnia Payayá. Trata-se de um dos povos que quase teve sua população aniquilada.</em><br><em>Como forma de resistir a esse processo nos tempos atuais, assim como reconstruir a cultura e saberes do seu povo o cacique Juvenal Teodoro constrói sua trajetória de luta em busca dos direitos do seu povo Payayá. N</em>atural da Chamada Diamantina - Ba, reside em Utinga - Ba, escritor e poeta indígena publicou o livro: Nheenguera.<br><em>É referências no que diz respeito as formas de resistência das comunidades indígenas brasileiras no Século XXI. Cocares são utilizados por Juvenal assim como caneta, papel, celular, computadores. Para que possa atingir seus objetivos adentrou a Universidade, lançou livros, participa de colóquios, simpósios e dialoga diretamente com as instâncias públicas reivindicando terra, saúde, educação e demais direitos."</em></blockquote><div><br></div><div>9º ANO</div><div><br></div><div><sub>Objetos de conhecimento: <br>As pautas dos povos indígenas no século XXI e suas formas de inserção no debate local, regional, nacional e internacional.</sub></div><div><br></div><div><sub>BNCC - (EF09HI33) Analisar as transformações nas relações políticas locais e globais geradas pelo desenvolvimento das tecnologias digitais de informação e comunicação.</sub></div><div><br></div><ul><li><strong>Proposta 1-</strong></li><li>Fazer a leitura do texto publicado acima junto com a turma. Disponibilizar fotografias do Cacique Juvenal Payayá e suas ações dentro e fora da comunidade indígena. Refletir sobre o uso das tecnologias virtuais em comunidades indígenas. Partir do questionamento: como estão estruturadas as aldeias indígenas? quais os elementos materiais fazem partes delas? o que sabem sobre a história das tecnologias?</li><li>A partir das respostas dos estudantes questionar sobre o uso de internet, computadores, celulares e perceber de que forma a turma responde a essa problematização.</li><li>De acordo com as respostas dos estudantes falar sobre como os Payayás se organizam no contexto de globalização e nos usos das tecnologias digitais por exemplo. Abordar também sobre a tecnologia escrita e de que forma o acesso a essa tecnologia contribui para que as comunidades indígenas possam reivindicar seus direitos e se comunicar com outras comunidades por meio da publicação de livros, divulgação de estudos com escritores indígenas.</li></ul><div><br></div><div><br></div><ul><li><ul><li><strong>Proposta 2-</strong></li><li>Na perspectiva do resgate da história de vida de pessoas excluídas da História Oficial propor aos estudantes que façam uma busca pela história de vida do cacique Juvenal Payayá.</li><li>Quem é Juvenal Payayá? Como contribui para a afirmação dos Payayás enquanto comunidade indígena?</li><li>O fruto dessa pesquisa será apresentado em um espaço virtual por meio da criação de um perfil no Instagram que será composto por imagens e textos selecionados pelos estudantes e analisados, problematizados em sala junto com a professora.</li><li>Essa proposta é para ser feita durante semanas de forma a se conseguir um produto final informativo de qualidade sobre os Payayás.</li></ul></li></ul><div><br><br></div><div><strong><sub>Mais informações:<br>https://www.youtube.com/watch?v=Qj7kWG_smnw<br>Os payayás: sua história e desafios atuais<br><br>http://fernandojcarneiro.blogspot.com/<br>O resgate da identidade payayá<br><br>http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/335046/1/Lima_JamilleDaSilva_D.pdf<br>O SENTIDO GEOGRÁFICO DA IDENTIDADE:METAFENOMENOLOGIA DA ALTERIDADE PAYAYÁ </sub></strong></div><div><br></div><div><br><br></div><div><em>imagem disponível em: https://www.facebook.com/juvenal.payaya</em></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/810697101/6b9e9feb2b2a054ea8defda4361f7d3c/11390237_10204017860556297_3868059476512487652_n.jpg" />
         <pubDate>2020-10-27 18:48:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/867157392</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povo Krenák</title>
         <author>cassia152009</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/867229609</link>
         <description><![CDATA[<div>“É um narrativa que parte do seguinte princípio, enquanto você poder conversar dialogar, você está adiando um fim de mundo, algum fim de mundo, talvez seja até na própria convivência entre pessoas, porque se as pessoas estiverem conversando uma com as outras o mundo melhor”. Ailton Krenak.<br><br></div><div>“Quando despersonalizamos o rio, a montanha, tiramos dele os seus sentidos, considerando que isso é atributo exclusivo dos humanos, nós liberamos, esses lugares para que se tornem resíduos da atividade industrial e extrativista.</div><div>Do nosso divórcio das interações com a nossa mãe, a Terra, resulta que ela está nos deixando órfãos.”<br><br>Frases contidas no livro “Ideias para Adiar o Fim do Mundo” de 2019, conforme o autor, fruto das três conferências que foram transcritas e se consolidou em um formato de um livro. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/801903954/56a6ba385a3446a9d41c6f24d5358040/maxresdefault.jpg" />
         <pubDate>2020-10-27 19:06:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/867229609</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Umūrekoopino – Comunidade Tatuyo. </title>
         <author>sandilabomfim</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/867545395</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ano</strong>: 9° ano/ 8ª serie<br><br><strong>Unidade Temática:</strong> A história recente.<br><strong>Objeto de Conhecimento</strong>: As pautas dos povos indígenas no século XXI e suas formas de inserção no debate local, regional, nacional e internacional.<br><strong>Habilidade:</strong> (EF09HI36) Identificar e discutir as diversidades identitárias e seus significados históricos no início do século XXI, combatendo qualquer forma de preconceito e violência.<br><br><strong>Proposta de atividade:<br></strong><br>- Iniciar a aula formando um círculo de conversa e fazendo perguntas aos estudantes sobre a comunidade dos Tatuyos: Vocês já ouviram falar sobre os Tatuyos?  <br><br>- Logo após as perguntas e partindo das respostas dadas pelos estudantes, vamos conhecer melhor os costumes dos Tatuyos e sua organização social.<br><br>- Em seguida, falaremos sobre a Cunhaporanga, filha do Cacique Pinõ, e convida-la, bem com sua família, para participar de uma entrevista, usando o Google Meet como ferramenta. A turma deverá conversar com a família, se atentando sempre para o cuidado com os termos ultrapassados, sobre todas as suas dúvidas, e depois desenvolver uma resenha em grupo a respeito dos Tatuyos, seus costumes e sua visão do mundo atual a respeito do mesmo.<br><br>O povo  Tatuyo faz parte da Etnia do Rio Uaupés, habitam na Colômbia, fazendo fronteira com o Brasil e Venezuela, a comunidade é um ponto turístico, e faz uso disso para ganhar sua renda, através da venda de artesanato. O Tukano Oriental é considerado a língua geral, porém, devido à grande quantidade de comunidades indígenas e suas proximidades, o multilinguíssimo é característico da região, numa mesma comunidade muitas vezes se fala mais de uma língua indígena, além do Português e do Espanhol, isso se deve também pelos costumes, afinal o casamento em hipótese alguma é realizado com a mesma etnia, assim os filhos já crescerão aprendendo o idioma e a cultura do pai e da mãe, entretanto os filhos sempre ficam com a etnia do pai. <br>Em uma turma da geração Z, com acesso à internet, seus meios e redes as pessoas passaram a ter facilidade para acessa-la, encurtando assim as distancias, o ponto em questão é, fazer uso da mesma para entender e desmistificar as ideias do “índio genérico”, assim com a ajuda dos posts da Cunhaporanga, inicialmente, entraremos num debate com a turma a respeito das suas dúvidas e opiniões. A aula irá se apoiar nos conhecimentos de fonte histórica primaria da Maira Gomez – com nome de Jūgoa em tatuyo –, mais conhecida como Cunhaporanga, uma indígena de 21 anos que quem vem fazendo sucesso nas redes socias desde o começo da quarentena, mostrando, ensinando e desmistificando coisas sobre os costumes dos Tatuyos. Sendo a filha mais velhas, de seis crianças, Picô, Kavíripô, Nhã (que também fazem o mesmo nas redes), Awií e Ewã, são filhos de uma Wanana com um Tatuyo, o Cacique Pinõ. <br><br><strong>Mais informações:</strong>  </div><div>Instagram: @cunhaporanga_oficial </div><div>Tik tok: <a href="https://l.instagram.com/?u=https%3A%2F%2Fvm.tiktok.com%2FJJsaxXo%2F&amp;e=ATOxPeA8dZdDJdds-d1O_VumBHFs19BEXJqnwEkkeGbMuMZUE8hs6ePR9-Cb33I81yWiSAAsqAemFUxms5xaCw&amp;s=1"><strong>vm.tiktok.com/JJsaxXo</strong></a> <br><br>- Bianca e Sândila.</div><div> </div><div> </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/801903964/45692974f488d2a4b0a00ac68a508fb8/WhatsApp_Image_2020_10_27_at_17_08_52.jpeg" />
         <pubDate>2020-10-27 20:41:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/867545395</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Povo Munduruku</title>
         <author>gomescaomiquenesta</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/867609958</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>EURIZANDO GOMES CAOMIQUE</div><div>SENE CARLOS INDJAI<br><br>Os povos Índios são conhecidos como sendo sociedade originária do continente americano. O Brasil é um dos países das Américas onde diversos grupos e subgrupos indígenas estão alojados. Dentre esses grupos, destacam-se os Munduruku (formigas vermelhas) que ocupam territorialmente a região de Vale do Tapajós. Esse grupo indígena pertence à família linguística Munduruku (do tronco Tupi) bastante diversificada ao longo do tempo e, também em contato com os colonizadores e da dispersão geográfica da sua população. Os Mundurukus estão situados em regiões e territórios dispersos nos estados do Pará, Amazonas e o Mato Grosso.</div><div><br>A organização social da sociedade munduruku é configurada numa forma de descendência patrilinear e a estrutura da moradia é matrilocal. O matrimônio é realizado entre os clãs opostos, que compõem diversos grupos de clãs. Em relação aos aspectos culturais, em contato com outras instituições não indígenas, esses contatos promoveram grandes mudanças da vida cultural dos Mandurukus, entre os quais, o desaparecimento da casa dos homens (unidade importante na permanência de alguns rituais); os rituais de mãe de mato, que visa obter a permissão das atividades de caça, de proteção e bons resultados de caça. Algumas atividades que ainda permanecem intactas são aquelas relacionadas com atividade de pesca, toque de flautas, etc.</div><div><br>A religiosidade dos munduruku é exercida fundamentalmente pelos pajés principalmente no que tange a cura através da manipulação das ervas, são uma das práticas que resistiram ao processo colonial, ou seja, a religiosidade, como aspecto primordial da vida cotidiana dos munduruku  constitui uma das marcas da resistência dessa sociedade. Em termos produtivos, entre os mundurukus, a obtenção de alimentos constitui a forma mais importante do campo da economia tradicional com inclusão de alguns produtos não indígena.  A atividade agrícola é praticada com base nos conhecimentos ancestrais, entre os mais presentes são: mandioca, bananas, batatas, cana e cará, etc. A divisão social do trabalho, nesta sociedade, as atividades nas matas são incumbidas aos homens e o plantio cabe a mulheres e homens.  Para resistir a demarcação da terra e de outros problemas enfrentados pela população, criaram forma de organização formal em 1991, neste processo surgiu o conselho Indígena Munduruku do Alto Tapajós (CIMAT).<br><strong><br>Assuntos:</strong> Caraterística de povo Munduruku, forma de resistência contemporânea, religiosidade e espiritualidade, cultura, atividade agrícola, interferência da cultura não do povo munduruku.</div><div><br>Atividades<br><br>Proposta 1:<br>A leitura do texto apresentado acima com os alunos, com menção as diferentes carateristicas do povo Manduruku, sugerindo aos alunos a elaborarem um texto mostrando as suas percepções acerca do povo manduruku como forma de saber se os estudantes aprenderam algo ou não sobre o povo em questão.<br>A duração da atividade será de 45min.<br> </div><div><br>Proposta 2:<br>A turma será dividida em dois grupo de dez alunos para pesquisar e apresentar qual é a influência e a importância religiosa e espiritual dos pajés na sociedade munduruku atrávez de plataforma:https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Munduruku#Aspectos_culturais</div><ul><li> Nesse sentido, cada grupo irá criar um mural onde serão colocadas imagem de diferentes ritos da praticas da cultura e artesenato do povo munduruku:https://aalquimiadacura.blogspot.com/2016/08/munduruku-forca-da-floresta-iii.html </li></ul><div> </div><div> </div><div>REFERÊNCIA </div><div><br></div><div><a href="https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Munduruku">https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Munduruku</a> – Acessado em: 25/10/2020.<br><br>https://medium.com/@pakalil/povos-munduruku-e-a-resist%C3%AAncia-social-cultural-e-ecol%C3%B3gica-da-bacia-do-tapaj%C3%B3s-12edd0434297 <br><br><br><br></div><div> FONTE:https://medium.com/@pakalil/povos-munduruku-e-a-resist%C3%AAncia-social-cultural-e-ecol%C3%B3gica-da-bacia-do-tapaj%C3%B3s-12edd0434297</div>]]></description>
         <enclosure url="https://miro.medium.com/max/3000/1*WZUVv-0mR1hhbX2-tMJNPw.jpeg" />
         <pubDate>2020-10-27 21:06:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/867609958</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povos indígenas Brasileiros na Bahia: Os pataxós. </title>
         <author>Samaraconceicaodias</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/867653266</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Série  de Ensino: 5 ano do Ensino Fundamental. <br>Unidade Temática: Povos e Culturas meu lugar no Mundo e meu Grupo Social. <br>Objetivo de conhecimento: Cidadania, Diversidade Cultural e Respeito as Diferenças sociais, culturais e Históricas. <br>Habilidades  da BNCC: (EF05HI04) Associar a noção  de cidadania com os princípios de respeitar a diversidade a pluralidade e os direitos  Humanos.<br><br>Como introduzir  essa temática  na aula: Iniciar a aula por indagar os alunos e alunas se os mesmos conhecem algum grupo indígena que pertença  à Bahia. A partir daí, apresentar para os mesmos o grupo escolhido, nesse caso os pataxós.<br><br>Quem são: os povos indígenas  pataxós, são  um grupo étnico  indígena que reside na região  do extremo sul da Bahia. Há relatos  que há mais de dois séculos  e meio. Há presença  de indígenas  pataxós  no Norte do estado de Minas  Gerais. Segundo o Sistema de Formação da Atenção e Saúde Indígena ( SIASI) FUNAI 2014, existem cerca de 12.326 Indígenas  do grupo  pataxós entre os estados da Bahia e Minas Gerais. As danças  e os cantos são instrumentos de comunhão  entre os pataxós e a natureza. Dentre seus rituais de  cantos e danças  o mais famoso é o awê, que é um tipo de boas  vindas. Conhecido  como um povo guerreiro  e grande conhecedor de plantas  medicinais e produtores  de belíssimas artes de   artesanatos.<br><br>Como viviam/e como vivem: Antes da chegada dos portugueses no Brasil no século XV, os indígenas  pataxós viviam  como nômades, sempre próximos a  regiões  de matas e rios,  ou mar,  onde poderiam caçar  e se alimentar. Após  o processo de colonização aproximadamente por volta do século  XVI, os indígenas  pataxós  passaram a viver  em aldeamentos passando pelo o processo de aculturação dos portugueses.  Hoje os indígenas pataxós  como já foi falado residem na Bahia com presença  em Minas  Gerais, porém  como o foco é a Bahia a regiões  onde eles residem é: Porto Seguro, Santa Cruz Cabralia, Itamaraju  e região  de Prado, possuindo  um total de 19 aldeias distribuídas  entre esses municípios. Dessas aldeias a mais famosa e conhecida como a aldeia mãe  é a aldeia da Barra velha, que detalhe 🤬 próximo  ao monte pascoal, situada em porto seguro. <br>Como o objetivo  da aula, vai além de conhecer as diversidades culturais,  mas entender também  o conceito  de Cidadania,  trago o texto abaixo, para pensarmos questões de cidadania.<br><br>" No início  da década  de 1950, houve um massacre na aldeia pataxós de Barra velha, com grande números  de mortos.  Fato esse que ficou  conhecido  como  fogo  de barra velha. Matança feita pela força  policial do estado da Bahia,  vindo do município  de Prado e Porto  Seguro, tanto  ao norte quanto  ao sul, os policias mataram  mesmo, isso é uma verdade! Mas mataram de uma certa forma, os que eles  consideravam como mau feitores...."<br><br>Essa situação  que ocorreu  na aldeia da Barra  velha, ocorreu na tentativa de esvaziamento da presença  indígena  da região.  Provavelmente  por situação  econômica,  de exploração territorial. Na décadas de 1980 e 1990 , o governo  do estado da Bahia, concedeu  títulos de propriedade a fazendeiros em território  indígenas pataxós. Ou seja  até hoje esses povos tem de lutar por direito  a uma terra que são  suas, como nativos. <br><br>Pensando nessas questões, de cidadania,  desigualdade entra as propostas de atividades.<br>Levando em conta que cidadania refere-se a conjuntos de direitos  e deveres pertencentes a indivíduos  de uma sociedade, pensamos  juntos, por que os indígenas  como parte desse meio tem seus direitos negados e como podemos fazer  como educadores em sala de aula para conscientizar  a nova geração?<br><br>Atividade  1: Propor aos alunos uma realização  de uma paródia  em trio. Na qual eles tragam no contexto  da paródias situações,  assuntos,  que possa debater as questões  indígenas no que se refere  questões  voltadas a cidadania.<br><br>Atividade  2: propor aos alunos realização  de uma  peça  teatral, onde eles vão  se organizar em grupo  de 05. E apresentará uma peça  teatral, voltado para  algum grupo indígenas escolhido por eles, onde terão  como regra: Desenvolver modos de vidas indígenas que vão além de culturais  e costumes.  Ex; ( lutas,  resistências,  seu desenvolvimentos como povo  e  etc;)<br><br>Referências:http://redeglobo.com/globoecologia/noticias/2011/11/conheca-historia-dos-indios-pataxos.<br>Https://pib.socioambiental.org/pt/povo:patax%c3%B3.<br>Https: youtu.be/Vblr6PrWYs4.<br>Abaixo imagem de índio  pataxós  e do mapa de suas aldeias.<br><br>Samara Conceição. <br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/801903951/a3344a179d35c293f5eab8eac2ea86d3/612eac83d2d7590c57fe5fbb5ef55a9c.jpg" />
         <pubDate>2020-10-27 21:25:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/867653266</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ORGANIZAÇÃO/MOVIMENTO SOCIAL E RELAÇÕES DE GÊNERO DOS POVOS GUAJAJARA.</title>
         <author>isaacsanbarbosa</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/868343497</link>
         <description><![CDATA[<div><br>“Os Guajajara são um dos povos indígenas mais numerosos do Brasil. Habitam mais de 10 Terras Indígenas na margem oriental da Amazônia, todas situadas no Maranhão. Sua história de mais de 380 anos de contato foi marcada tanto por aproximações com os brancos como por recusas totais, submissões, revoltas e grandes tragédias. A revolta de 1901 contra os missionários capuchinhos teve como resposta a última "guerra contra os índios" na história do Brasil.”<br><br></div><div>“As relações de gênero estão marcadas por desequilíbrios em favor dos homens, o que se manifesta principalmente na política e na educação: lideranças costumam ser masculinas e a educação para os meninos é mais liberal do que para as meninas. Nas esferas econômica e cosmológica, as atividades femininas estão mais relacionadas com a agricultura do que as masculinas, mais voltadas para a caça.”<br><br></div><div> <strong>PROPOSTA DE ATIVIDADE </strong><br><br></div><div>1º Apresentar pra turma através de um texto simplificado a história dos povos Guajajara, e todo o seu processo de resistência, trazendo como ênfase a revolta de 1901 contra os missionários capuchinhos, criando assim um debate sobre a importância dos movimentos sociais na história, fazendo esse recorte do povo indígena Guajajara. Pedir aos alunos que citem que tipo de movimentos sociais ainda são presentes nos dias de hoje entre as comunidades indígenas e por quais causas eles lutam? Assim, teremos um paralelo do passado com o presente.<br><br>2º Trazer para a turma o trecho do texto que fala sobre como eram as relações de gênero entre os povos Guajajara e trazer a história de uma mulher pertencente a esse povo a Sonia Guajajara que é uma liderança indígena feminina e chegou a ser a primeira mulher indígena a concorrer numa chapa à presidência da República, em 2018, aos 44 anos. <br><br>Através disso propor uma discussão sobre o avanço do lugar que a mulher indígena  ocupa abordando todo o processo de resistência e logo após pedir  aos alunos que  se dividam em grupos e façam uma pesquisa sobre mulheres indígenas inspiradoras, trazendo assim como é que a mulher é vista entre o seu povo e o papel de influência que ela conseguiu chegar e exercer dentro dessa comunidade. Sugiro que o trabalho seja apresentado em forma de esquetes ( em que o grupo fará uma breve apresentação teatral sobre a mulher que pesquisou). <br><br>Para mais informações:<br>https://www.brasildefato.com.br/2020/06/09/povos-indigenas-vivem-momento-traumatico-afirma-sonia-guajajara<br><br>http://www.funai.gov.br/index.php/comunicacao/galeria-de-imagens/5558-liderancas-guajajara-cacique-libiana-em-reuniao-com-o-presidente-da-funai<br><br>https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Guajajara<br>https://www.brasildefato.com.br/2020/06/09/<br><br><br>DISCENTE: Isaac Barbosa dos Santos<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/814821866/b9a317fbd54f280b00ec60959cd2cc6f/image_processing20200609_12871_1r2p0iq.jpeg" />
         <pubDate>2020-10-28 04:28:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/868343497</guid>
      </item>
      <item>
         <title>POVO TEMBÉ (KATIA CILENE E MARJORI)</title>
         <author>cilenekw45</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/869368877</link>
         <description><![CDATA[<div>PARTE I<br><strong><br>POVO TEMBÉ<br>Nome:Tembé,Timbé<br>Autodenominação:Tenetehara<br>Onde estão:MA,PA<br>Quantos são: 1879<br>Idioma: Tupi-Guarani<br><br>ORGANIZAÇÃO SOCIAL: a unidade básica da estrutura social Tembé é a família, que se constitui na unidade de produção. Um líder familiar atrai jovens trabalhadores e fortalece o seu grupo por meio das próprias filhas e as filhas de seus irmãos, de modo que ele procura sempre "adotar" as mulheres cujos pais venham a falecer. <br>ATIVIDADES ECONÔMICAS: praticam atividades de subsistência de acordo com o ciclo das chuvas. Os tembé do Gurupi têm melhores condições para cultivo de plantas alimentares e prática da caça e pesca. Quanto aos Timbé do Guamá, tiveram a terra, a fauna e os rios degradados pelos projetos de auto-manutenção do posto indígena e pelas invasões autorizadas da terra indígena.Ademais, para obtenção de produtos industrializados, eles caçam e criam galinhas para venda.<br>RELIGIÃO: Xamanismo e Ritual<br><br>ALONSO, Sara Arroyo. Os Tembé de Guamá : processo de construção da cultura e identidade Tembé. Rio de Janeiro : Museu Nacional-UFRJ, 1996</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/813856873/b6d762da9e44b5bb23fae504afe891a0/Temb_.jpeg" />
         <pubDate>2020-10-28 12:52:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/869368877</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povos Yanomami </title>
         <author>santossouzaj282</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/869718088</link>
         <description><![CDATA[<div>Grandes caçadores e agricultores da floresta tropical do Norte da Amazônia os Yanomami, creem em uma visão de mundo composto por três aspectos de terra, finas e sobrepostas a de cima sempre frágil e prestes a ruir. Para eles, ''urihi'', a terra-floresta, não é um mero espaço inerte de exploração econômica. Trata-se de uma entidade viva, inserida numa complexa dinâmica cosmológica de intercâmbios entre humanos e não humanos. Hoje, esses povos encontram-se constantemente ameaçados por garimpeiros, fazendeiros, até mesmo pelo Governo Federal, devido às riquezas ocultas sob o seu território. <br>Localizados em ambos os lados da fronteira Brasil-Venezuela na região do interflúvio Orinoco no Amazonas. Com território estimado em 192.00 Km², sua população corresponde a 35.000 pessoas divididas entre o Brasil e a Venezuela. Possui um conjunto cultural e linguístico que falam línguas da mesma família como: Yanomae, Yanõmami, Sanima e Ninam. A caça é sempre compartilhada entre amigos e familiares. Assim, nenhum caçador come a carne que matou. Já as mulheres ficam encarregadas de colher nozes, larvas de insetos etc.<br>Contudo, os indígenas no Brasil ainda não têm assegurados os direitos à propriedade sobre as suas terras. Embora o governo tenha assinado a Lei Internacional (Convenção 169 da OIT) que lhes garante o direito a terra, existe uma recusa por parte do governo em reconhecer essas propriedades das terras indígenas. Deste modo, os Yanomami resistem e lutam perante o desmonte dos aparatos de proteção aos indígenas e ao meio ambiente pelo Governo Federal, abrindo o seu território à mineração, a pecuária e a colonização. Embora esteja na constituição de 1988, o direito a demarcação da terra e a proteção desses povos. <br><strong>Proposta de Abordagem para o 6º ano do ensino fundamental.<br>1. Atividade envolvendo a classe <br></strong><br></div><div>· Primeiro, projetar duas imagens sobre as comunidades yanomami uma referente a construções ilegais de pista de pouso para aviões do garimpo, e a outra se trata de uma sessão de inalação do pó alucinógeno yãkõana/Maloca Toototobi pelos pajés. </div><div>· Em seguida, pedir para os alunos descreverem no caderno as duas fotografias.</div><div>· Passados 5 ou 10 minutos, solicitar que alguns alunos leiam em voz alta a descrição realizada. É importante ficar atento para os diferentes olhares, os elementos destacados das duas fotografias e a ordem em que eles aparecem nas descrições, além dos termos utilizados.<br>A partir das descrições, o professor deverá lançar perguntas aos alunos para serem respondidas no caderno como: Nas décadas de 70 e 80 o território yanomami sofreram degradações ambientais a partir do projeto de desenvolvimento do Estado brasileiro? Se sim, quais foram? Os indígenas no Brasil ainda não possuem assegurados os direitos à propriedade sobre as suas terras. Por quais motivos? Qual a importância dos Pajés para suas comunidades? Qual a relação da sessão de inalação do pó alucinógeno yãkõana/ Maloca Toototobi com o poder de conhecimento dos pajés?<br><strong>2. Exibição do documentário “A luta Yanomami” de Cláudia Andujar com duração de 15 minutos e 36 segundos. <br></strong>Link:  <a href="https://youtu.be/b3aBVk3mYTA">https://youtu.be/b3aBVk3mYTA<br></a>O documentário mostra a luta Yanomami a partir das fotografias de Cláudia Andujar, uma suíça que perdeu quase toda a família no Holocausto. Após passar por muitos países, chega ao Brasil aos 24 anos e começa a fotografar. Nos anos 1970, vai para a Amazônia a trabalho e faz seu primeiro contato com esses povos. Dali em diante, sua vida se transformaria por completo e sua obra se tornaria instrumento de luta em favor desse povo. <br>A ideia é exibir este documentário que trata da luta Yanomami, a partir dos projetos de desenvolvimento do Estado em 1970 a 1980. Onde foram submetidos a formas de contato maciço com a fronteira econômica regional em expansão, principalmente no oeste de Roraima: estradas, projetos de colonização, fazendas, serrarias, canteiros de obras e primeiros garimpos.<br>Explicar aos alunos que se trata de uma obra verdadeira, baseada em fatos da história do Brasil sobre os povos Yanomami. <br><strong>Temas e problemas que podem ser abordados a partir da exibição do documentário.<br>1. </strong>Mostrar a resistência indígena a estes projetos de desenvolvimento do Estado brasileiro.</div><div><strong>2. </strong>Como o uso da fotografia foi importante para a proteção desta comunidade.</div><div><strong>3. </strong>Ressaltar o conjunto cultural e linguístico composto de, pelo menos, quatro subgrupos adjacentes que falam línguas da mesma família (Yanomae, Yanõmami, Sanima e Ninam).<br>O documentário pode funcionar como ponto de partida para posterior aprofundamento dos estudos, bem como para a abordagem de outros temas, como a cosmovisão dos indígenas, questões linguísticas, religiosas etc. <br>Mais informações em: <br><a href="https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Yanomami">https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Yanomami<br></a><a href="https://www.survivalbrasil.org/povos/yanomami">https://www.survivalbrasil.org/povos/yanomami<br></a>* imagem para a atividade envolvendo a classe. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/815834703/610dba5b71afaac4ba7d0b19c0f89825/foto_3.jpg" />
         <pubDate>2020-10-28 14:13:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/869718088</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os crenaques ou Krenak e a resistência indígena (ETELVINO E JULIANA CONCEIÇÃO)</title>
         <author>thellgoes</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/869841585</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><var><em><sub>6º ano - Ensino Fundamental II - anos iniciais</sub></em></var><div><strong><sub>Na atualidade os crenaques ganharam visibilidade nacional e internacional após a tragédia de Mariana (MG). Nesse contexto o líder indígena Ailton Krenak teve destaque demonstrando que não existe homens mulheres e crianças passivas nas diversas comunidades indígenas. A história de vida de Ailton é repleta de ações de enfrentamento contra as opressões vivenciadas pelos indígenas. Dessa forma junto com sua comunidade demonstra a resistência indígena efetiva na luta em defesa da terra, água, recursos naturais, dentre outros elementos que são fundamentais para as comunidades indígenas.</sub></strong></div><div><br><sub>BNCC - (EF09HI36) Identificar e discutir as diversidades identitárias e seus significados históricos no início do século XXI, combatendo qualquer forma de preconceito e violência.</sub></div><div><strong><br></strong><strong><sub>OBJETIVO GERAL:<br></sub></strong><sub>Identificar de que forma pode ser feita a resistência indígena na atualidade por meio do estudo sobre a trajetória de Ailton Krenak</sub><br><br><strong><sub>POSSÍVEIS OBJETIVOS ESPECÍFICOS:</sub></strong></div><ul><li><sub>Conhecer contribuições da etnia crenaque a nação brasileira;</sub></li><li><sub>Conhecer momentos históricos relacionados aos crenaques;</sub></li><li><sub>Apresentar de forma sucinta as propostas das leis 11.645/08 e 10.639/03</sub></li><li><sub>Conhecer a trajetória do líder indígena Ailton Krenak.</sub></li></ul><div><br></div><div><strong><em><sub>PROPOSTAS PARA AULAS DE HISTORIA:</sub></em></strong></div><div><br></div><div>1- O professor iniciará com uma aula expositiva sobre a história dos Crenaques, durante a narrativa falará sobre  Ailton<strong> Alves Lacerda Krenak</strong>. Trata-se de um líder indígena, ambientalista e escritor brasileiro. É considerado uma das maiores lideranças do movimento indígena brasileiro, possuindo reconhecimento internacional. Ailton pertence a etnia indígena crenaque ou Krenak. A atividade terá seguimento com a exposição de um vídeo informativo sobre os crenaques na atualidade e de que forma se organizam na luta pelos seus direitos. O professor se encarregará de realizar intervenções durante a sequência do vídeo com vistas a desconstrução da ideia de indígena como um ser homogêneo e desprovido de História. Enfatizar na exposição oral as mudanças e adaptações feitas pelos crenaques nas últimas décadas. Para os alunos compreenderem como vivem os índios do século XXI, utilizaremos, um vídeo de máximo vinte minutos da etnia crenaque. Logo após uma discussão sobre o vídeo e apresentação das falas coletivas a aula será encerrada.<br><br></div><div>2- O professor se encarregará de levar para sala de aula textos curtos contendo fatos da biografia de Ailton Krenak e sua luta pela resistência do seu povo. A leitura dos textos será feita em grupos pelos estudantes. Após esse momento será construída uma linha do tempo contendo principalmente momentos em que os crenaques resistiram por meio de ações diretas frente a outras etnias indígenas ou frente as limitações impostas pelo Estado brasileiro. O produto final dessa aula será a linha do tempo da vida de Ailton Krenak construída pela turma que será exposta em mural coletivo na escola ou na sala.<br><strong><br>PARA TER ACESSO A MAIS INFORMAÇÕES ACESSE:<br></strong><br></div><h1><sub>GUERRA SEM FIM - Resistência e Luta do Povo Krenak (Endless War - 2016) https://www.youtube.com/watch?v=DfkGVfkJpAM<br></sub><br></h1><h1><sub>Ailton Krenak – culturas indígenas (2016)</sub></h1><div><sub>https://www.youtube.com/watch?v=LEw7n-v6gZA<br></sub><br></div><div><sub>Instituto Socioambiental </sub><a href="https://www.socioambiental.org/pt-br/o-isa/programas/povos-indigenas-no-brasil"><sub>https://www.socioambiental.org/pt-br/o-isa/programas/povos-indigenas-no-brasil<br></sub></a><br></div><div><sub>Livraria maracá </sub><a href="https://www.livrariamaraca.com.br/cinco-ideias-equivocadas-sobre-os-indios-de-jose-ribamar-bessa-freire/"><sub>https://www.livrariamaraca.com.br/cinco-ideias-equivocadas-sobre-os-indios-de-jose-ribamar-bessa-freire/<br></sub></a><br></div><div><sub>Site índio educa </sub><a href="https://www.indioeduca.org/"><sub>https://www.indioeduca.org/</sub></a></div><div><br></div><div><br></div><div><em><sub>Imagem disponível em: https://www.google.com.br/search?q=povos+krenak</sub></em></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/801890686/afa189bca2d402f64021467c72d35f97/20200908161800701424a.jpg" />
         <pubDate>2020-10-28 14:39:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/869841585</guid>
      </item>
      <item>
         <title>POVO TEMBÉ</title>
         <author>cilenekw45</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/870391154</link>
         <description><![CDATA[<div>PARTE II<br><br>A pintura corporal Tembé-Tenetehara é uma das principais singularidades deste povo indígena. Antes de tudo,no cotidiano,ela é uma demonstração de afeto entre eles.Os Tembé usam esta pintura em duas festas importantes do seu ritual de vida. Na ordem que acontecem, primeiro realizam a Festa do Mingau da Moça,Kuzátág Káwi Uhaw(pintura representativa da Lua em transformação; <br>neste momento, as meninas também usam esta pintura. Na sequência do ritual, pouco tempo depois, realizam a Festa do Moqueado. Nesta ocasião, são os meninos que passam a usá-la.<br>A pintura da lua é usada para marcar os<br>momentos de transição. Por isso os rituais<br>devem acontecer quando a Lua está crescendo, para que sua energia dê sorte ao casal.<br>O desenho não traz a lua cheia. A vida se<br>encarregará de completá-la.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/813856873/c4150fa773c6d7cc495815819b1b9b61/Design_sem_nome.png" />
         <pubDate>2020-10-28 16:33:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/870391154</guid>
      </item>
      <item>
         <title>POVO TEMBÉ</title>
         <author>cilenekw45</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/870622708</link>
         <description><![CDATA[<div>PARTE III<br>Assim como muitas outras etnias indígenas aqui no Brasil, este grupo demonstra grande resiliência; tendo em vista os muitos ataques infligidos aos seus territórios desde os anos 1861,período em que abusos e extorsões praticados pelos regatões(comerciantes que percorriam os rios de barco), provocaram um grande conflito resultando na morte de nove oficiais da polícia local e apreensão de nove crianças que foram conduzidas à cidade de Vizeu. As lutas pela resistência vão além da mantença de seus territórios;elas envolvem também a busca pela preservação e difusão de sua cultura, haja visto que em muitas momentos seus estudantes são confrontados em escolas não indígenas, com atitudes preconceituosas.<br>Este povo,tem colhido,por assim dizer, muitos frutos por todo trabalho árduo para atingir alguns de seus objetivos.Tais como, ensino-aprendizagem ministrado por professores/as indígenas   com formação superior e liberação de recursos engavetados nos cofres do governo federal.<br>A todo momento eles buscam alternativas  mais avançadas para defender  seu território; e neste contexto, as m<strong>ulheres desta comunidade tem exercido muita influência;como exemplo, debatem mudanças climáticas para garantir proteção territorial.<br></strong>ttps://pib.socioambiental.org/pt/Not%C3%ADcias?id=199932<br><br></div><div><strong>Unidade temática: Transformações e permanências nas trajetórias do grupos humanos</strong></div><div><br></div><div><strong>Objeto (s) de conhecimento: O passado e o presente: a noção de permanência e as lentas transformações sociais e culturais</strong></div><div><br></div><div><strong>Habilidade(s) da BNCC: (EF08HI07) Identificar as transformações ocorridas nas terras indígenas em território Tembé ao longo do tempo e discutir suas interferências nos modos de vida de seus habitantes, tomando como ponto de partida o presente.</strong></div><div><br></div><div><strong>Atividade proposta: análise comparativa de fontes históricas antigas e atuais notícias em jornais e imagem iconográfica</strong></div><div><strong>todos em formato digital.<br><br>Discentes: Marjorie e Katia Cilene</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/813856873/8f37a6b4219bc3261e99569fdfde4049/images__1_.jpeg" />
         <pubDate>2020-10-28 17:22:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/870622708</guid>
      </item>
      <item>
         <title> O povo Terena (THAINARA SANTOS) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/871076552</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A populaçao indigena no Brasil é constituida por varios povos diferentes ente si, cada povo com suas crenças, costumes e falam diferentes linguas. O direito para manter essas crenças e costumes é atualmente garantido pela constituição Brasileira de 1995 pelo Artigo 231:<br>" sao reconhecidos aos indios sua organizaçao social, cistumes, linguas, crenças e tradições e os direitos originarios sobre terras que tradicionalmente ocupam competindo à União demarca las proteger e fazer respeitar todos os seus bens."<br>Os Terena, também conhecidos como Tereno, Guaná, e Etelena, encontram se na região sudoeste do estado de Mato Grosso do Sul. A língua falada pelos Terena pertence a família Arawák, sendo que, podem ser considerados uma sociedade bilíngue, pois além da língua Terena, utilizam a língua de contato (o português) mesmo assim a língua terena não corre risco de extinção, devido ao numero alto de falantes. <br><br>Esse POVO encontram se também nas áreas indígenas no interior do estado de São Paulo e tem como tradição, a agricultura, plantio de mandioca, através dela eles produzem farinha de mandioca, que é fundamental para alimentação dos terena. A pintura corporal expressam um código de comunicação visual, possuindo uma diferenciação de gênero, as mulheres e meninas reproduzem o desenho corporal em suas vestes e a dança feminina é diferente da masculina; usam essa pintura apenas em ocasiões especiais: nas festas na aldeia, em protestos ou quando vão apoiar outra etnia.<br>A população terena é bastante numerosa e mantém um contato intenso com a população, o povo indígena cuja presença no estado se revela de forma mais explícita, seja através das mulheres vendedoras nas ruas de Campo Grande ou das legiões de cortadores de cana-de-açúcar que periodicamente se deslocam às destilarias para changa, o trabalho temporário nas fazendas e usinas de açúcar e álcool.<br>Essa sociedade tem uma certa preocupação em preservar a cultura de seus antepassados, e repassar às crianças como forma de manter vivo o sentimento de pertencimento ao povo indígena, através do resgate e da valorização da cultura e do orgulho étnico desde a infância, para superação da discriminação e preconceito em relação aos povos indígenas.<br><br><br>Proposta de atividade<br>Grupo 5 Educação infantil<br><br>1° momento: linguagem oral<br>Levar uma boneca indígena para sala de aula, despertar a curiosidade das crianças através de perguntas, em seguida explicarei onde ela mora, a qual POVO pertence, alimentação, cultura e costumes. <br>2° momento:lenda do surgimento do povo TerenA. Ler a lenda, mostrando as imagens.<br><br>3° momento: explorar as imagens fazendo perguntas para as crianças.<br><br>4° momento: hora do lanche. Fazer um piquenique com alimentos saudáveis<br><br>5° momento: confeccionar um instrumento musical indÍgena (maracá),com garrafa pet. <br>* linguagem musical e expressão corporal.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://1.bp.blogspot.com/-Ba4kAsyItDk/UhTVRo0oE6I/AAAAAAAAAdw/Hhr7k6g0I3E/s1600/InTe+13ab+795.jpg" />
         <pubDate>2020-10-28 19:10:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/871076552</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povo Pataxó  (PARTE I) </title>
         <author>veravbispo</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/871142642</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Clemilda França  e Vera Lúcia<br><br></div><div>Os Pataxós são descendentes dos índios Macro-Jês  que já habitavam na região da Costa do Descobrimento em 1000 a.C.  Em 1861 nas margens do rio Corumbau, perto do Monte Pascoal, o Governo concentra várias etnias indígenas numa aldeia chamada Barra Velha e que funciona até hoje. Ha presença de indios Pataxós nos estados de Minas Gerais,  Espirito Santo e Bahia. </div><div>Em sua totalidade, os índios conhecidos sob o etnônimo englobante <em>Pataxó Hãhãhãe</em> abarcam, hoje, as etnias Baenã, Pataxó Hãhãhãe, Kamakã, Tupinambá, Kariri-Sapuyá e Gueren. Habitantes da região sul da Bahia, o histórico do contato desses grupos com os não-indígenas se caracterizou por expropriações, deslocamentos forçados, transmissão de doenças e assassinatos. A terra que lhes foi reservada pelo Estado em 1926 foi invadida e em grande parte convertida em fazendas particulares. Apenas a partir da década de 1980 teve início um lento e tortuoso processo de retomada dessas terras, cujo desfecho parece ainda longe, permanecendo a Reserva <em>sub-judice</em>. <br><br></div><div><br> A<em> </em>língua dos pataxós é a Patxohã - “língua do guerreiro pataxó” Atualmente empreende-se grande esforço para ampliar o repertório de vocábulos falados e recuperar a sintaxe por meio de pesquisas realizadas por professores e estudantes universitários das diversas comunidades pataxós.   Patxohã é uma língua do tronco Macro-Jê e da família linguística Maxakalí.  A rigor, a língua indígena não é  a mais falada, a comunicação sendo feita através do português mesclado com vocábulos da língua indígena. Embora já esteja sendo ensinada nas escolas indigenas. <br><br></div><div><br>Na Bahia os Pataxó vivem no extremo sul do Estado, em 36 aldeias distribuídas em seis Terras Indígenas -- <a href="http://ti.socioambiental.org/pt-br/#!/pt-br/terras-indigenas/3568">Águas Belas</a>, <a href="http://ti.socioambiental.org/pt-br/#!/pt-br/terras-indigenas/4132">Aldeia Velha</a>, <a href="http://ti.socioambiental.org/pt-br/#!/pt-br/terras-indigenas/3615">Barra Velha</a>, <a href="http://ti.socioambiental.org/pt-br/#!/pt-br/terras-indigenas/3692">Imbiriba</a>, <a href="http://ti.socioambiental.org/pt-br/#!/pt-br/terras-indigenas/3651">Coroa Vermelha</a> e <a href="http://ti.socioambiental.org/pt-br/#!/pt-br/terras-indigenas/3763">Mata Medonha</a> -- situadas nos municípios de Santa Cruz Cabrália, Porto Seguro, Itamaraju e Prado.  São engajados em lutas pela preservação de sua cultural para isso criaram escolas indigenas , desenvolveram os jogos indigenas que já fazem parte do calendário internacional, as mulheres estão enganjadas em movimentos  e algumas assumem  a liderança de movimentos que englobam mulheres não índias como é o caso Kayrana Pataxó.<br><br></div><div>Kayrana Pataxó, líder indígena naquela aldeia e que está à frente de diversos outros movimentos, ressaltou a importância do encontro e já deixou vários compromissos na agenda para o trabalho de fortalecimento dos vínculos entre as mulheres da cidade. Entre eles, a criação oficial do grupo AMUVA – “Avante Mulheres Valentes”.<br><br></div><div>A meta é, a partir do engajamento das mulheres, buscar forças no poder público e privado a fim de que sejam ofertados cursos e capacitações para possibilitar a formação dos moradores da aldeias e de toda Santa Cruz Cabrália, já que o movimento é aberto à participação de todos.</div><div>Esta nova agenda se iniciou com uma visita e apresentação da candidata Neila aos líderes e moradores da aldeia Juerana logo após o encerramento do evento. </div><div>Na oportunidade, ficou agendado um novo encontro feminino para o dia 27/06/2019, ocasião em que serão ofertados serviços de estética/beleza e de saúde (aferição de pressão, pesagem, etc), além de palestras e algumas capacitações.</div><div>A meta é, a partir do engajamento das mulheres, buscar forças no poder público e privado a fim de que sejam ofertados cursos e capacitações para possibilitar a formação dos moradores da aldeias e de toda Santa Cruz Cabrália, já que o movimento é aberto à participação de todos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/801890694/a36ae7f73b2cab8eab79af6267239582/Kaynara.jpg" />
         <pubDate>2020-10-28 19:30:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/871142642</guid>
      </item>
      <item>
         <title>POVO PATAXÓ </title>
         <author>veravbispo</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/871231213</link>
         <description><![CDATA[<div>(Vera e Clemilda) <br><br>Parte II<br><strong>Primeiros Jogos Mundiais dos Povos Indígenas Janeiro em 2016</strong></div><div><strong>O </strong>Secretário de Esporte e Inclusão Social do Ministério do Esporte, Evandro Garla Pereira da Silva, destacou nesta quarta-feira (19 de agosto de 2016 a importância dos primeiros Jogos Mundiais dos Povos Indígenas para o planejamento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016. Ele participou de reunião da Comissão do Esporte que discutiu o assunto e informou que o ministério vai destinar R$ 10 milhões ao desporto indígena no ano de 2015.</div><div>Esporte e a cultura indígena estão interligados, acredita Karkaju da etnia Pataxó da Bahia, coordenador da 8ª edição dos Jogos Pataxó. "O desafio é não deixar se tornar esporte apenas por esporte. Agente precisa ter consciência de que essas práticas têm um cunho cultural muito forte, e não podem perder de forma alguma esse vínculo cultural. Ele não pode passar a ser simplesmente uma competição”, defendeu. Ele afirma ainda que  os jogos indígenas é uma forma resgatar e valorizar as culturas dos povos indígenas</div><div>  </div><div> </div><div>Proposta de atividades  em aula:</div><div>1.        Assistir o vídeo do link <a href="https://youtu.be/PVQCKMFgsU8"><strong>https://youtu.be/PVQCKMFgsU8</strong></a>  com os alunos e ao final abordar a importância dos jogos para a manutenção das culturas dos povos indígenas.</div><div>2.        Pedir para os alunos realizarem uma pequena dissertação sobre o que eles conseguiram observar no vídeo destacando o modo de vida.  </div><div>3.        Discussão da Mulher Indígena na atualidade, o papel que essa mulher tem frente a sua comunidade dando ênfase a índia Kayrana.</div><div>4.        Pedir que os alunos destaquem o que mais o surpreendeu na matéria sobre as mulheres indígenas?</div><div> </div><div>(EF06HI08) Identificar os espaços territoriais ocupados e os aportes culturais, científicos, sociais e econômicos dos dos povos indígenas de diversas regiões do  Brasil. </div><div><br><br></div><div>REFERÊNCIAS:<br><br>Pataxós- Índios do Brasil<br>&lt;https://www.pib.socioambiental.org/pt/Povo:Patax%C3%B3&gt;. Acesso em: 25 out. 2020. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/801890694/57e1a686b61bed66b79e9fbe1520ee20/patax_.jpg" />
         <pubDate>2020-10-28 19:57:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/871231213</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Xakriabá !Um mergulho nos rios da  memória.</title>
         <author>rgestt28</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/871507115</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Xakriabá habitam o norte de Minas Gerais, e suas terras estão situadas na margem oeste do rio São Francisco, no município de São João das Missões. São cerca de 8 mil indígenas, divididos em mais de trinta aldeias e diversos grupos de parentesco. Tiveram seu território ocupado por fazendeiros e hoje lutam para ampliar suas terras demarcadas e recuperar parte dele. Também estão vivendo um processo de valorização cultural, buscando identificar e registrar itens e aspectos de sua cultura de modo a proteger esse patrimônio.Os indígenas contam que o seu território não foi todo demarcado, a outra parte está nas mãos dos não-índios.</div><div><br>Uma das questões geográfica e histórica mais falada é a questão do territórios indígenas, ou seja, a questão da demarcação de  suas terras. A constituição federal defende sendo elas para uso de atividades produtiva de plantio, meio de sobrevivência,produção e preservação das tradições e cultura.</div><div>  A expectativa seja que nos próximos anos os indígenas tenha suas terras demarcadas e seus direitos garantidos como: condições de sobrevivência física,ter direito a atendimento médico,garantia de espaço territorial e punições a práticas de genocídio.</div><div>seja de responsabilidade do poder publico, dos movimentos dos grupos sociais se articularem e as lideranças dos próprios indígenas se organizarem e lutarem pela sua soberania territorial.</div><div> Os indígenas se capacitaram e aprenderam a fazer novas técnicas de  bijuterias .A fabricação desses artesanatos  gerar mais trabalho e garantir sustento de várias famílias na aldeia, e garante a  divulgação da cultura e a identidade do seu povo.</div><div>   </div><div>A lembrança dos nomes dos ancestrais costuma ocorrer até a quarta geração anterior. Ao ocorrer a ausência do nome, os Xakriabá chamam o seu ancestral pela designação que atribuem ao ser mítico protetor da comunidade, Yayá, a onça-cabocla, que se transforma na figura da índia Yndaiá. </div><div>A organização política entre os grupos das terras na figura de um chefe.Os representantes das aldeias são escolhidos pelos membros de sua comunidade e atendem ao princípio de que a unidade política maior é a aldeia Xakriabá, que se subdivide em aldeias menores, e estas nas famílias que as compõem. O cacique, que representa a comunidade como um todo, é responsável pela sua representação externa, pela solução de questões interétnicas . Cada aldeia também tem o seu conselho, que é composto pelos chefes das famílias daquela comunidade.</div><div>Na atualidade o candidato Jair Xakriabá (Republicanos) concorre ao cargo de prefeito em São João das Missões, na região Norte do Estado de Minas Gerais nas eleições de 2020 é auto declarado indígena, município com cerca de 12 mil habitantes, dos quais aproximadamente 10 mil são da etnia (83%). Do total de candidatos a prefeito e vereador na cidade, 6,3% são auto declarados indígenas.</div><div>Foto: Wilson Dias/ABr, 2011Guarani Kaiowá</div><div><br></div><div><strong>Sugestão de como trabalhar com esse povo no ensino-aprendizagem de história.<br></strong><br></div><div>1) T<strong>rabalhar com ciberdocumentário</strong></div><div>Destacar o documentário indígena como uma ferramenta eficaz de informação na rede de Internet conhecendo a fundo a realidade virtual na mídia estabelecendo uma comunicação do índio de ontem e o indígena de hoje trabalhado em sala de aula e fazendo novas reflexões  de informações importantes sobre os povos indígenas e suas histórias.Assistir ao vídeo que traz a desconstrução para construção sobre como os indígenas vivem ,sua organização social ,política e como são vistos pela sociedade não indígena captando as contribuições dos povos indígenas e que cada denominação indígena tem seu sistema de  cultura,vida social e tradições que passam  de geração em novas conexões.<br><br></div><div>2) T<strong>rabalhar com O gênero discursivo charge</strong></div><div>Trabalhar com comparação de charges sobre o indígena do tempo do descobrimento e o indígena da atualidade. Em seguida produzir textos sobre quem são os povos indígena da contemporaneidade.O educador para motivar a leitura de charges poderá perguntar aos educandos se gostam de textos que criticam de forma irônica e por meio do humor como os problemas sociais.</div><div>Na escola que tiver laboratório de informática o educador pode incentivar o manuseio da ferramenta para os alunos realizarem uma pesquisa sobre o assunto e terem acesso a charges animadas na internet.O educador deverá solicitar aos estudantes que criem charges relacionadas ao tema estudado. Todos os trabalhos construídos serão expostos no mural da escola e no blog da escola.</div><div> Solicitar aos estudantes que dividam em cinco grupos , cada grupo receberá um texto diferente para analisar propondo reflexões sobre a trajetória histórica das relações entre os povos indígenas e os não indígenas. A partir de um texto chave os estudantes construirão um novo texto.Ao final da aula os alunos receberão uma atividade relâmpago  com questões como: <br>O que eu já sabia? <br>O que foi novidade? <br>Como vou ver o indígena a partir de agora?</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/804911188/e0a19090333bd68d4a0580b119425a5f/ind_livro.jpg" />
         <pubDate>2020-10-28 21:56:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/871507115</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povos Indígenas: OS PATAXÓ (HELEN E ANA CAROLINA)</title>
         <author>helenbotelho</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/871554683</link>
         <description><![CDATA[<div>DISCENTES: Ana Carolina Veloso; Helen Barreto Botelho.<br><br>A partir do processo da colonização e mais tarde o de nacionalização, a língua portuguesa foi posta como oficial. Tendo o objetivo de integrar os povos indígenas à população nacional, foi fomentado que as línguas nativas eram “primitivas”. Com o passar dos anos os povos indígenas foram sendo forçados a utilizar o português por conta de diversas pressões sócio-políticas e econômicas, o que para muitos grupos indígenas levou a perca de grande parte do seu vocabulário, como é o caso dos Pataxó.<br><br>Na chegada dos portugueses eles (os Pataxó) estavam divididos entre 12 aldeias nas terras próximas ao Monte Pascoal, no Sul da Bahia,  e datam o aparecimento nessas regiões a partir do séc. XVI. Além disso, sofreram embates com as comunidades indígenas aliadas aos portugueses, onde os colonizadores fomentavam esses embates para ter acesso as terras ocupadas pelos Pataxó para a extração de riquezas. Na década de  50 alguns Pataxó se viram formados a migrar para o norte de Minas Gerais por disputas de terras com latifundiários no Governo Varguista.<br> </div><div>O Grupo de Pesquisadores Pataxó desde 1999 vem trabalhando para o resgate da sua língua nativa atualmente denominada patxohã. O Grupo é composto por pesquisadores indígenas Pataxó. Os mesmos fazem uso de fontes impressas e orais para o resgate da língua assim como construindo novos vocábulos, escrevendo histórias e músicas em patxohã.<br><br>Proposta de atividade (6 ano – Fundamental anos finais)<br><br></div><div><strong>Unidade temática (BNCC): </strong>HISTÓRIA: TEMPO, ESPAÇO E FORMAS DE REGISTROS</div><div><strong>Competências</strong></div><div><br></div><div><strong>EF06HI02</strong></div><div>Identificar a gênese da produção do saber histórico e analisar o significado das fontes que originaram determinadas formas de registro em sociedades e épocas distintas.<br><br></div><div><strong>EF06HI05</strong></div><div>Descrever modificações da natureza e da paisagem realizadas por diferentes tipos de sociedade, com destaque para os povos indígenas originários e povos africanos, e discutir a natureza e a lógica das transformações ocorridas.</div><div> </div><div><strong>Descrição da proposta:<br></strong><br></div><div>Exibir para a turma o documentário <strong>Patxohã - Língua Retomada </strong>produzido pelo <em>Núcleo de Pesquisa Linguística, </em>impulsionar um debate sobre o papel do idioma como marco cultural e os impactos do processo de nacionalização para as comunidades indígenas.</div><div>Propor aos estudantes uma busca (em grupo) de materiais (contos, musicas, rezas, etc) relacionados a língua Patxohã. O tipo desse material (escrito, oral, audiovisual) será determinado por meio de um sorteio mediado pelo docente. Os estudantes deverão pesquisar(tendo como indicação o site da funai e a cartilha do povo pataxó http://www.funai.gov.br/arquivos/conteudo/cogedi/pdf/Series/Aragwaksa_Pataxo/Aragwaksa_PlanoGestao_Pataxo.pdf) um material de acordo com o tipo delimitado pelo sorteio e, após essas etapas, trazê-lo para a turma (referenciando de onde o tirou) apresentando-o numa feira, organizada pelo professor com a ajuda dos alunos, com a temática “Os pataxós e as diversas maneiras de ressignificações históricas de um povo indígena”. Essa feira será criada no intuito de apresentar outras formas de fontes históricas, partindo da língua do povo em especifico e das questões de como a mesma vem sendo ressignificada e transmutada com o passar do tempo. </div><div>Além de trazer a fontes, os alunos deverão apresenta-las na feira em paralelo com alguma  ilustração/personificação que represente o tema proposto. </div><div> </div><div> Referências/links: <br><br></div><div><br></div><div><a href="https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/23957/1/dissertacao_ABBomfim.pdf">https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/23957/1/dissertacao_ABBomfim.pdf<br></a><br></div><div><a href="https://pib.socioambiental.org.br/pt/Povo:Patax%C3%B3">https://pib.socioambiental.org.br/pt/Povo:Patax%C3%B3<br></a><br></div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aN9JhkkuMpw&amp;feature=emb_title">https://www.youtube.com/watch?v=aN9JhkkuMpw&amp;feature=emb_title<br></a><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/801903946/563e1e5d302007c10d5725e1eae75029/Sem_t_tulo.png" />
         <pubDate>2020-10-28 22:24:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/871554683</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povos Ticunas </title>
         <author>lucaskas851</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/872043112</link>
         <description><![CDATA[<div>Parte I<br>Povos Ticunas<br>Os Ticunas se configuram como um dos povos mas numerosos da população indígena na Amazônia.<br>Localização: Amazônia <br>Idioma: Língua Ticuna<br>Religião: Xamanismo<br>Os Ticunas configuram-se o mais numeroso povo indígena na Amazônia brasileira. Com uma história marcada pela entrada violenta de seringueiros, pescadores e madeireiros na região do rio Solimões, rio esse que cerca o povo ticuna foi somente nos anos 1990 que os Ticuna lograram o reconhecimento oficial da maioria de suas terras. Hoje enfrentam o desafio de garantir sua sustentabilidade econômica e ambiental, bem como qualificar as relações com a sociedade envolvente mantendo viva sua riquíssima cultura.<br><br>HABILIDADES E COMPETÊNCIAS:(EF09HI36) Identificar e discutir as diversidades identitárias e seus significados históricos no início do século XXI, combatendo qualquer forma de preconceito e violência.<br><br>Objetivo geral: Problematizar as questões identitárias, culturais, e de resistência da população ticuna,visto que os mesmos passaram por diversos ataques de invasão territorial.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-29 03:29:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/872043112</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povo Tupinambá  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/874019321</link>
         <description><![CDATA[<div>Patrícia N' zalé                                          Tupinambá<br>Os Tupinambá é um povo que vive na região de Mata Atlântica, no sul da Bahia, em uma extensa faixa territorial da costa do Brasil, os índios tupinambás ocupavam uma área desde literal norte paulistano e atravessava os estados do Maranhão e Pará até chegar no rio Amazonas. Porém, eles são habitantes do território hoje conhecida como Olivença fundada por missionários jesuítas em 1680, os tupinambás residiram lá desde então. O escritor Eduardo Bueno, baseado nos escritos de Teodoro Sampaio, afirma que o termo "Tupinambá" é oriundo do tupi tubüb-abá, que significa "descendentes dos primeiros pais", através da junção dos termos tuba (pai), ypy (primeiro) e abá (homem). <br><br></div><div>Antigamente Tupinambá também pode ser referida, a todos os povos que, durante o início do contato colonial português, falavam alguma variante do idioma tupi antigo, Entre esses povos estavam os tupiniquins, potiguaras, tupinambás, temiminós, caetés, tabajaras, tamoios, tupinaés etc. <br><br>É importante lembrar que os índios tupis e outros diversos povoados das tribos indígenas já habitavam as terras brasileiras bem antes da chegada dos colonizadores. Os estudiosos por muito tempo, acreditaram que os Tupinambás já não era mais possível existência deles. No entanto, um grupo de índios que vive em Ilhéus, na Bahia, foi considerado pela FUNASA como sendo parte dos tupinambás. Assim, receberam a denominação de índios Tupinambás de Olivença. No ano 2001, obtiveram o reconhecimento étnico pela FUNAI, em 19 de abril de 2009, foi publicado no Diário Oficial da União, o relatório circunstanciado de identificação e delimitação da TI Tupinambá de Olivença, totalizando 47.376 hectares. Os Tupinambás de Olivença ainda preservam as características dos seus antepassados, e os seus ritos se adaptaram ao novo mundo, dentre eles estão o cultivo de alimentos, pesca entre outros, e por outro lado, apesar de toda civilização atual, os nativos não deixaram para trás os seus costumes e lutam todos os dias contra o Estado para preservar o seu patrimônio cultural e histórico. <br><br></div><div>Hoje em dia uma da questões que mais preocupam os Tupinambás é a demarcação de terra, o desmatamento e o avanços dos latifúndios causando a eles diversos problemas como ameaça ao habitat natural, genocídio e etnocídio da população indígena.Com o passar do tempo é visível, o esforço desse povo na luta pela sobrevivência e preservação da sua cultura e dos seus costumes, não obstante, todas as adversidades enfrentadas por eles, tudo pela persistência na lutar pelos seus direitos. Os tupinambás é um povo que preserva a sua cultura e sua identidade, cientes dos avanços e das influências culturais causadas pelas transformações social, mesmo assim eles não perderam sua identidade cultural.<br><br><br></div><div>Proposta trabalhar com esse povo<br><br></div><div> Pensar o processo de desenvolvimento social desse povo, fazendo comparação do passado com presente, analisar as atuações politicas realizadas por eles e de como eles vem conquistando os seus espaços na sociedade brasileira como uma das partes pertencentes a ela, com foco na busca de igualdade e no respeito ao espaço territorial sagrada indígena. Será pedido aos alunos que façam um resumo sobre a visão deles dos povos indígenas antes e depois deles terem conhecimento da história do povo tupinambá.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Material Base<br><br></div><div>Texto: Os índios na visão dos índios; Nós Tupinambá<br><br></div><div><a href="http://www.thydewa.org/downloads/nostupinamba.pdf">http://www.thydewa.org/downloads/nostupinamba.pdf<br><br></a><br>Referência<br><br><a href="https://brasil500anos.ibge.gov.br/territorio-brasileiro-e-povoamento/historia-indigena/modos-de-vida-dos-tupinamba-ou-tupis.html">https://brasil500anos.ibge.gov.br/territorio-brasileiro-e-povoamento/historia-indigena/modos-de-vida-dos-tupinamba-ou-tupis.html<br></a><br></div><div><a href="https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Tupinamb%C3%A1_de_Oliven%C3%A7a">https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Tupinamb%C3%A1_de_Oliven%C3%A7a<br></a><br></div><div><a href="https://conhecimentocientifico.r7.com/tupinamba/">https://conhecimentocientifico.r7.com/tupinamba/<br></a><br></div><div><a href="https://conhecimentocientifico.r7.com/tupinambas/">https://conhecimentocientifico.r7.com/tupinambas/<br></a><br></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tupinamb%C3%A1s">https://pt.wikipedia.org/wiki/Tupinamb%C3%A1s<br></a><br></div><div><a href="http://www.funai.gov.br/index.php/comunicacao/galeria-de-imagens/4437-reuniao-com-os-tupinamba-de-olivenca">http://www.funai.gov.br/index.php/comunicacao/galeria-de-imagens/4437-reuniao-com-os-tupinamba-de-olivenca<br></a><br></div><div><a href="http://www.thydewa.org/downloads/nostupinamba.pdf">http://www.thydewa.org/downloads/nostupinamba.pdf<br></a><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/818059683/761301aa5ff0f308f3ada3fd7c611933/ReuniaoTupinamba_foto_MarioVilela_Funai_16.jpg" />
         <pubDate>2020-10-29 16:56:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/874019321</guid>
      </item>
      <item>
         <title>   POVO KIRIRI (ZINHA NANQUE)                                                  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/875033171</link>
         <description><![CDATA[<div>O povo Kiriri é um dos povos que constituem a população nativa do Brasil, localizado, numericamente, na região Nordeste do país, distribuídos em subgrupos populacionais.  Historicamente, os Kiriri falavam Kipeá, o Dzubukuá, o Kamuru e o Sapuyá pertencentes à família da língua Cariri (outro substantivo utilizado para designar o mesmo povo). Devido a brutalidade  da imposição colonial, perseguição, repressão e estigmatização cultural, os ´´dialetos´´ que formavam a língua do povo, começaram a cair em desuso, de modo que  a língua portuguesa começou a ganhar espaço e a conquistar os falantes no seio do povo e, atualmente, tornou-se  no idioma de comunicação franca de quase toda a  população, pouquíssimas pessoas conhecem e falam língua ancestral, outrora a língua de toda a população. Apesar da perseguição intrínseca que levou ao processo de aculturação, vários aspectos da cultura desse povo resistiram aos obstáculos da colonização. <br>Indubitavelmente, a cosmovisão desse povo abarca a crença na existência dos seres superiores, os deuses responsáveis pela criação do mundo, da sua estruturação e provedores da sapiência aos seres humanos. Por conseguinte, uma das divindades do panteão Kiriri, é o criador Nhanderuvuçú, foi ele o responsável pela criação do deus Tupã (este último seria ação do anterior, ele foi o desdobramento do Nhanderuvuçú). Foi no decorrer do tempo que Tupã passou a ser considerada e conhecida como um deus independente, senhor dos trovões (equivalente ao Zeus da mitologia Grega) e detentor da ciência de cura. Estas divindades são seres geralmente ligadas à natureza, o que explica o prezar do povo para com a natureza e a terra.  <br>Evidentemente, os Kiriris empenham, apesar dos desafios, na reconstrução de suas personalidades históricas e na luta política de reconquista dos seus territórios, posto que a terra possui um valor espiritual, a terra, não apenas como base de morada em si, como também é o espaço na base da qual  descansam os ancestrais, terras inspirados pelos deuses.  </div><div>Certamente, Marcação, Mirandela, Baixa Cangalha, Araçá, Pau Ferro são algumas das aldeias habitadas pelos Kiriris. Eles reaveram estes territórios através de uma luta que teve como ncora a CULTURA. Portanto, após confirmação e da demarcação jurídica da posse destas terras, os Kiriris começaram o processo de rehabitacão em 1990, com base no decreto número 98.828 de 15 de janeiro, o que levou ao abandono destes locais pelos não Kiriris. Todavia, a luta política deste povo para a reconquista de suas terras ainda continua.<br><br></div><div> Por certo, a sociedade ou a cultura é a base onde a educação escolar é apoiada, ou seja, a escola fundamenta todos os aspectos da vida de um povo, seja elas de cunho cultural, econômico, social. Sob o mesmo ponto de vista, os Kiriris lutam por uma educação inclusiva, uma escolarização baseada na representatividade da cultura no ensino local, posto que cada indivíduo, ao sair de seu meio cultural, já carrega consigo um nível considerado de capital cultural de seu povo. É um povo que almeja uma educação de cariz horizontal frente a uma sociedade educacional brasileira que, em grande marco, carrega fortes resquícios da colonização, o que podemos pensar como uma espécie da colonização psicológica dentro do ensino escolar.<br>Por conseguinte, a base econômica do povo Kiriri, é a agricultura familiar ou de subsistência com a cultura da mandioca (base da atividade produtiva), do milho e de outros produtos tropicais. Praticam o artesanato ´´tradicional´´ e criação de animais. Outras formas de aquisição de renda se traduzem na venda dos produtos extraídos de outros alimentos, atividades resultados de novas dinâmicas do povo.<br><br></div><div>O povo Kiriri é um grupo de indivíduos valentes que acreditam em suas forças de luta, são povos que labutam e lutam em prol do que acreditam e da preservação de suas identidades a todos os desafios. E é essa vontade de luta e esperança que os impele e os ajudará nas suas lutas contínuas de reconquista de terras e de reafirmação cultural contínua na contemporaneidade.<br><br><strong>#COMO TRABALHAR COM ESSE POVO NA SALA DE AULA:<br></strong><br></div><div>-Levando em consideração de que as construções identitárias são propensas às mudanças e alterações no decurso do tempo, provocar uma discussão a volta da questão do dinamismo cultural;<br><br></div><div>-Pensar as especificidades e peculiaridades dos tempos históricos, isto é, o entendimento de um povo dentro de um determinado espaço e período histórico e como também certos aspectos da mentalidade e da cultura dentro do panorama de longa duração; pensar os aspectos da resistência cultural; <br>-Trabalhar com o conceito de alteridade, colonização e etnocentrismo;<br><br></div><div>-Problematizar o conceito ´´Índio´´ enquanto uma generalização do povo nativo e enquanto um substantivo exterior ao povo;<br><br></div><div>-Trabalhar com os conceitos da civilização, identidade, aculturação, cosmologia, miscigenação e europocentrismo.     </div><div>  <a href="http://www.justicasocial.ba.gov.br/modules/noticias/visit.php?fileid=108">http://www.justicasocial.ba.gov.br/modules/noticias/visit.php?fileid=108<br></a><br></div><div><a href="https://terrasindigenas.org.br/es/noticia/78707">https://terrasindigenas.org.br/es/noticia/78707<br></a><br></div><div><a href="http://www.car.ba.gov.br/sites/default/files/2018-02/Folder%20Kiriri.pdf">http://www.car.ba.gov.br/sites/default/files/2018-02/Folder%20Kiriri.pdf<br></a><br></div><div>https://www.gazeta5.com.br/dia-do-indio-conheca-as-tradicoes-e-costumes-da-aldeia-kiriri/      </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/817083784/f30c97d5b0bcc9e12ceb7b5de88a300e/KIRIRI_POSTAR.jpg" />
         <pubDate>2020-10-29 22:06:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/875033171</guid>
      </item>
      <item>
         <title>POVOS XAVANTES (FLÁVIA E TATIANA)</title>
         <author>flavinharocha012</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/876021949</link>
         <description><![CDATA[<div>                </div><div>Ao sinalizar sobre os grupos indígenas nesta unidade, iremos fomentar as transformações que ocorreram com a cultura dos indígena Xavante. Os povos xavantes ficaram conhecidos na década de XX, em 1940 no Estado Novo (1937- 1946). Nesse período, o governo de Getúlio Vargas iniciou uma expedição para o Centro-Oeste do país, com o objetivo de ampliar e integrar as regiões Centro-Oestes e Norte do Brasil. Entretanto, esse desenvolvimento direcionado para a região modificou as estruturas de vida dos povos nativos que residiam ali, eles dividiram o espaço com outras pessoas que não faziam parte de sua cultura. Segundo os xavantes quem foi pacificados foram os brancos e não os nativos, ao permanecer nesse território os trabalhadores aderiram alguns costumes dos povos xavantes. </div><div>Nota-se que, habitualmente, os indígenas são vistos ainda como “parte intacta” da História, não os considerando como agentes  históricos e, portanto, sujeitos a transformações. Então, com base nessa afirmação supracitada iremos  no segundo momento da explanação trabalhar com construções de ideias que possibilitem os alunos\as a notarem que os povos indígenas, neste caso os Xavantes são parte integrante da sociedade. </div><div>Vamos nos afastar e fazer com os estudantes se afastem das visões que recaem sobre esse povo. Um olhar voltado para período colonial e imperial, o que se estabelece nesse ensejo, é a visão desses povos no século XX e no século XIX. </div><div><br><br></div><div>1ª Proposta:</div><div><br></div><div>Com qual finalidade é comemorado o dia do “índio”? Por que estudarmos o povo indígena? Qual o real sentido? Por que será que temos distanciamento desses povos? Bom, sei que por aí vem uma tempestade de ideias, alguns questionamentos, certo? Mas, por que reagimos dessa maneira quando nos referimos a essa cultura? Será que essa cultura evolui? Ou ainda permanece estática? Essas são algumas perguntas norteadoras para iniciarmos a aula. A tempestade de ideias permite ao(a) aluno(a) descrever seus conhecimentos sobre o tema adquirido ao longo da vida. </div><div>A formação cultural do Brasil é fruto da miscigenação entre povos, principalmente dos indígenas, portugueses e africanos. Com a colonização, os europeus estabeleceram uma cultura padrão, impedindo que qualquer outra cultura se manifestasse. Mesmo conquistando a independência, o país ainda não conseguiu se libertar do eurocentrismo, pois herdou o seu racismo, preconceito e toda discriminação diante de outros povos. Incluir outras vozes que foram silenciadas ao longo da história, ou seja, diferentes perspectivas epistemológicas, que vão para além de saberes que são tradicionalmente considerados pelo conhecimento ocidental. A partir desse processo de desconstrução, é possível legitimar as culturas/identidades perdidas com desigualdades/diferenças culturais, resultado de um processo que foi iniciado com a expansão marítima europeia e reverbera até os dias atuais.</div><div><br></div><div>Através do projetor multimídia, apresentar um slide com características sobre história, geografia, cultura, política, sociedade e personalidades xavantes, com imagens, musicas e videos. Além desses recursos utilizados para enriquecer a aula, iremos dividir a turma em grupos, disponibilizando 4 cópias do “ Os Xavante E As Políticas De Desenvolvimento Para A Amazônia Legal Brasileira (Da Era Vargas Ao Final Da Ditadura Militar): De Símbolo Da Brasilidade A Obstáculo Ao Progresso”, da sociologa Natália Araújo de Oliveira com proposito de os estudantes usarem como material de apoio para responderem 5 perguntas referente ao texto disponibilizado. Iremos  realizar posteriormente uma batalha do saber entre os grupos, quem responder mais perguntas corretamente, vence a batalha. Essa metodologia, incentiva os/as discentes a trabalhar em equipe e a se dedicar melhor para realização das atividades. Utilizar os fatos transcritos acima, possibilita uma melhor visualização dessa cultura e compressão do tema estudado.</div><div><br></div><div><strong>Materiais de Apoio:</strong></div><ul><li>Disponivel em <a href="https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Xavante">https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Xavante</a>. Acesso 27 de outubro de 2020.</li><li>Disponivel em <a href="https://www.youtube.com/watch?v=zW2w4uUSFQs">https://www.youtube.com/watch?v=zW2w4uUSFQs</a>. Acesso 27 de outubro de 2020.</li><li>Disponivel em <a href="http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/view/30374/pdf">http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/view/30374/pdf</a>. Acesso 27 de </li></ul><div><br></div><div><strong>2ª Proposta:</strong></div><div><br></div><div>No segundo momento da aula um dos objetivos a serem trabalhados em sala são:</div><ul><li>Nortear a aula com propostas que diluem pensamentos arcaicos atribuídos aos indígenas; </li><li>Identificar que ao longo do processo de transformação da sociedade essas pessoas também se modificaram, não ficaram presas no tempo, em um passado que o “índio” usa cocar, residem em uma oca e usam arco e flechas para se defenderem.  </li></ul><div>Depois das explanações, iremos exibir um pequeno documentário para os alunos visualizarem as semelhanças entre o cotidiano das crianças xavantes e o cotidiano dos estudantes quando eram crianças. </div><div>Após assistirem o vídeo iremos ouvir as interpretações dos estudantes. </div><div>Ao finalizar essa parte, iremos trabalhar com o Cacique xavante Mário Juruna, eleito deputado federal (PDT). </div><div><br></div><div><br></div><div>Será que os nossos estereótipos associam um indivíduo pertencente a uma tribo ou aldeia na assembleia legislativa? </div><div>O índio “ideal” deve ser forte, fala sua língua nativa, não fala portugues, morar na mata, vivem basicamente da agricultura de subsistência, da caça e da pesca, eles não consomem Coca Cola e entre outros fatores. Como trouxemos a imagem do Cacique xavante Mário Juruna lutando pelos direitos dos indígenas, existem outras pessoas que pertenci a um grupo étnico que estão inseridos em distintos espaços, como universidades, dando aulas em escolas e na área da saúde. Ainda sobre o deputado, Mário Juruna nasceu em Couto Magalhães (MT) no dia 3 de setembro de 1943, filho dos índios xavantes Isaías Butsé e Mercedes Ro Otsitsina,  em 17 de julho de 2002 faleceu em Brasília. </div><div>Será pertinente trabalhar algumas leis criadas pelo deputado </div><div>Juruna fez parte da  comissão do Índio, nessa ocasião ele conseguiu aprovar um programa que mudava a organização da diretoria da Funai. A partir deste momento, o deputado fomentou a criação de um conselho diretor com a finalidade de fiscalizar a atuação da entidade nas áreas indígenas. Um momento importante para esse grupo social, pois, estava ocorrendo um controle mais assíduo das arbitrariedade cometida pelos funcionários deste órgão.    </div><div>Para finalizar a aula iremos sugerir que os alunos formem grupos de até quatro integrantes para apresentar o trabalho sobre os xavantes na atualidade: os ou o território que estão inserido, sua moradia, costumes e a assistência social que são direcionadas para esse grupo. </div><div><strong>Materiais de Apoio:</strong></div><ul><li>Disponível em:https://www.youtube.com/watch?v=HaDhPYi5QwQ. Acesso em: 27, outubro de 2020. </li><li>Disponível em:https://outraspalavras.net/sem-categoria/visita-aos-xavante-povo-guerreiro-e-sonhador/. Acesso em: 27, outubro de 2020. </li><li>Disponível em: <a href="http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/juruna-mario">http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/juruna-mario</a>. Acesso em: 27, outubro de 2020.</li></ul><div> </div><div><strong>Docentes: </strong>Flávia Rocha Silva e Tatiana Florentino Santana</div><div><strong>Unidade Temática:</strong> A História recente</div><div><strong>Objeto(s) de Conhecimento:</strong> Pluralidades e diversidades identitárias na atualidade. As pautas dos povos indígenas no século XXI e suas formas de inserção no debate local, regional, nacional e internacional </div><div><strong>Habilidade(s) da BNCC:</strong> (EF09HI36) Identificar e discutir as diversidades identitárias e seus significados históricos no início do século XXI, combatendo qualquer forma de preconceito e violência.</div><div><strong>09º ano do Ensino Fundamental Anos Finais</strong></div><div><strong>Objetivo Geral: </strong>trabalhar com ideias que levem os estudantes/as a se afastarem de pensamentos estereotipados que ainda recaem sobre o grupo indígena xavante.  </div><div><br></div><div><strong>Objetivo(s) Específicos:</strong></div><ul><li>Romper com imagens negativas forjadas por diferentes meios de comunicação.</li><li>Conhecer e valorizar a história do povo Xavante para construção de saberes anti-preconceituosos.</li><li>Apreciar e reconhecer o poder dos indígenas, pela presença que se traduz em força, ousadia, inteligência na formação do povo brasileiro </li><li>Entender que a sociedade é formada por pessoas que pertencem a grupos étnicos distintos, que possuem e constroem a cultura brasileira.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-30 11:45:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/876021949</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo Indígena Paumari (Part I)</title>
         <author>biasfsantos19</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/876283052</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><mark>Autodenominação</mark></strong><mark>: </mark>Pamoari<br><br><strong><mark>Onde estão</mark></strong><mark>: </mark>Amazonas<br><br><strong><mark>Quantos são</mark></strong><mark>: </mark>1804 (Siasi/Sesai, 2014)<br><br><strong><mark>Família linguística</mark></strong><mark>:</mark> Arawá<br><br><mark>Quem são eles:</mark><br>O povo Pamoari tem esse nome pelo contato com pessoas brancas seu nome mudou e<br>agora é conhecido como Paumari, a relato que os Paumari que no sec. XIX tinham o<br>nome de Purupuru que na tradução da língua nheengatu significa pintados. O significado da palavra Paumari é homem, povo ou pessoas, a palavra freguês que é mais<br>contato com os comerciantes. Mas, uma coisa curiosa e que os a língua nativa deles e a mesmo nome de origem da tribo, além de falar outras línguas o português é uma delas.<br><br><mark>Onde vivem:<br><br></mark>Eles vivem em beira de rios, várzeas e lagos e por morarem perto de águas eles tomaram o apelido de “povo d’água”, na região onde os paumari vivem outros povos vivem como os Apurinã, Jamamadi na (TIs Caititu), Paumari do Lago Mahanã, Kutukina entre outros. No sec. XIX os Paumari viviam em casas flutuantes  para se proteger dos inseto mas, nos dias de hoje são poucos que ainda permanecem em casas flutuantes  alguns moram na área terrestre, em uma aldeia vive 8 a 15 casa onde em cada casa vime de uma a duas família.<br><br><mark>Politica e casamento:<br></mark><br>De acordo com Steere fala em relação a política dos Paumari dizendo que existe mudanças nas aldeia e que em algumas delas não tem cacique. <br>A tradição dos Paumari em relação ao casamento, tudo começa pelo namoro em um tempo antigo os casamentos entre primos era realizada desde o primeiro suspiro da criança. O casamento começa quando o casal se começa a morar na casa dos pais, e isso durarem meses e anos. Depois que acabam esses tempos eles passa mais tempos como os pais e depois só podem construir suas próprias casas após o nascimento de seus filhos. <br><br><mark>Rituais:</mark><br><br>Outra tradição que é feita pelos Paumari é a Ihinika, o ritual tem como objetivo mostrar a alma da criança aos espíritos dos alimentos, depois do parto a mãe e o filho não podem consumir nenhum alimento ate o ritual Ihinika ser feita. Se a restrição não for respeitada corretamente ocorre consequência que pode levar à criança a morte.</div><div>As mulheres Paumari além de passar pelo ritual Ihinika elas passam por um ritual chamado Amamajo que basicamente é uma reclusão da menina na sua primeira menstruação elas não podem toca no chão e se for sair ela tem que ser carregado por alguém da família, além de que enquanto elas passam muitos meses entocados elas não podem ser visitadas por nenhum homem.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://img.socioambiental.org/d/726328-4/amamajo_banho.jpg" />
         <pubDate>2020-10-30 13:27:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/876283052</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Proposta de abordagem para as aulas de história – 6º. Ano ensino fundamental. (Part II)</title>
         <author>biasfsantos19</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/876390851</link>
         <description><![CDATA[<div><br><mark>Ritual Amamajo– Paumari</mark><br><br>“No momento da primeira menarca, a moça Paumari entra em reclusão. Ela não pode<br>ser vista pelos homens e deve evitar o contato direto com o chão. Para isso, ela <br>protegida debaixo de uma esteira confeccionada especialmente para a ocasião e que<br>respeita sempre o mesmo formato e desenho de ‘rabo de onça’. Quando precisa sair de<br>sua casinha, ela é carregada nas costas por alguém de sua família.”<br>(...) “Antigamente, os Paumari se casavam nesta mesma ocasião. De fato, durante a<br>noite do ritual, os rapazes devem carregar as moças nas costas, dançando o maior<br>tempo possível. Aquele que aguentava mais tempo com a moça nas costas tinha muitas<br>chances de se casar com ela. Muitas vezes, o casamento era arranjado pelas famílias<br>antecipadamente. Hoje em dia, essa prática foi abandonada, porém, o ritual permanece<br>e os rapazes ainda dançam a noite toda, carregando as novas mulheres da comunidade.”<br>“As melhores desenhistas pintam o corpo das moças com uma mistura de urucum e<br>jenipapo. Os desenhos realizados no corpo da moça não variam, assim como não varia<br>a forma e o desenho do chapéu ritual que simboliza o ‘peito do peixe-boi’. “O peixe-<br>boi é um animal central na alimentação e nas representações simbólicas dos Paumari.”<br>(...)<br>“Depois da noite de dança, a moça sai definitivamente da reclusão. Ela se senta em<br>uma esteira, do lado de fora da casa ritual. Os participantes se paramentam como<br>queixadas (com folhas e fibras de palmeiras) e dão um banho nela com água e uma<br>substância mágica que a protegerá contra maus encontros na floresta.<br>Para finalizar a festa, várias “brincadeiras” são organizadas: a dança do sol, a chegada<br>dos predadores (bonecos ou representações de onça, cobra, sucuri, arraia, morcego) e<br>do branco (Jara) que perseguem a moça e têm de ser dominados e destruídos pelas<br>mulheres. Tratam-se de “brincadeiras” porque elas são vividas com alegria e<br>descontração, mas formam uma parte importante do ritual e sua realização garante<br>também longevidade à moça. No fim, todas as figuras são retalhadas em pedaços<br>miúdos pelos homens.<br>Assim, termina o ritual Amamajo, que representa e assegura o equilíbrio do universo social Paumari: fertilidade, longevidade, socialidade e a garantia da alternância das<br>estações são as condições de vida mínimas que devem ser preservadas.”<br>(https://www.indios.org.br/pt/Povo:Paumari)<br><br><mark>Proposta:</mark> <br><br>1) Professores trabalhe na aula de história o ritual amamajo, pois muitas crianças<br>podem se identificar, principalmente as meninas. Você pode fazer uma leitura coletiva e<br>depois pedir que as crianças relatem com suas palavras o que entenderam. Anote no<br>quadro as falas das crianças. Depois passe as seguintes atividades para os/as estudantes:<br>- Registrar em um parágrafo o que entenderam do ritual.<br>- Retirar do texto lido as passagens que indicam passado e presente, destacando as<br>mudanças ocorridas no ritual amamajo.<br>- Citar algum ritual ou comemoração na vida das meninas não indígenas que tenha alguma semelhança com o ritual amamajo.<br>2) As imagens sobre o Amamajo também podem servir de fontes históricas para que as<br>crianças compreendam ainda mais essa tradição Paumari. Assim, distribua ou projete<br>pelo menos duas fotos do ritual. Elas podem ser encontradas nos links abaixo:<br><mark>https://img.socioambiental.org/v/publico/Paumari/amamajo_banho.jpg.html<br>https://img.socioambiental.org/v/publico/Paumari/amamajo1.jpg.html</mark><br>Peça para as crianças analisarem com atenção e descreverem o que veem. Peça também que eles leiam de novo o texto e mostrem que fase do ritual representada na imagem está relacionada com o texto. Você pode fazer algumas perguntas para os/as estudantes<br>como quem está nas fotos? O que as pessoas estão fazendo? Quais objetos aparecem nas<br>imagens e para que servem? Que desenhos aparecem no corpo das meninas e para que<br>servem. No final você pode pedir que eles façam um desenho que expresse o que sentiram conhecendo um pouco mais do modo de vida, das tradições e festejos do povo Paumari.<br><br><mark>Referencias:</mark><br><br>https://www.indios.org.br/pt/Povo:Paumari<br><br>https://amazonianativa.org.br/paumari-o-povo-da-agua/</div>]]></description>
         <enclosure url="http://img.socioambiental.org/d/226373-2/paumari_6.jpg" />
         <pubDate>2020-10-30 13:56:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/876390851</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HISTÓRIA DOS KIRIRIS. (Rute, Paloma e João)</title>
         <author>ruterocalio2017</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/877440603</link>
         <description><![CDATA[<div>PARTE I <br>O nome Kiriri é originário do Tupi, que significa povo "calado", "taciturno". Essa designação teria sido atribuída pelos Tupi da costa aos índios habitantes do sertão. A nação Kiriri antes do contato com portugueses detinham um vasto território que ia do litoral Norte da Bahia à margem do Rio Itapicuru Açu e Mirim até a margem do Rio São Francisco ao sul do estado do Piauí, Ceará e oeste de Sergipe. Os kiriris de Mirandela na Bahia, falam a língua Quipeá-Kiriri, situado no Nordeste da Bahia, em uma área de transição do agreste para a caatinga, município de Banzaê. Hoje o povo kiriri constitui um grande exemplo de luta para outros povos indígenas localizados na região Nordeste do país. No espaço de quinze anos, eles se estruturaram politicamente e promoveram, em fins dos anos noventa do século passado, a exclusão de cerca de 1.200 não-índios incidentes na Terra Indígena Kiriri, homologada desde 1990.O final do século XIX e a Proclamação da República foi um marco desastroso para os Kiriris, uma vez que na oralidade é sabido que “as mulheres Kiriris eram caçadas nos matos com cachorros”. Outro fato marcante do povo kiriri foi a adesão em massa ao movimento messiânico liderado por Antônio Conselheiro, onde vai refletir no pós guerra que segundo Reesink, morreu mais de 500 homens Kiriris. A luta, a conquista e o processo de resistência vêm através da vivência e observação do povo no território de transformação.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/816984390/6f066121bee5ff4b57201e4d952c528d/1563548834XIII_Festival_de_Cultura_Indigena_Kiriri_movimenta_municipio_de_Banzae.jpg" />
         <pubDate>2020-10-30 18:11:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/877440603</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ETNIA KIRIRI. Abordagem, Ensino e Aprendizado.</title>
         <author>ruterocalio2017</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/877446178</link>
         <description><![CDATA[<div> - PARTE II - <br>Proposta I<br>Mostrar o material de apoio, vídeo 1, e perguntar o que eles viram no vídeo, o que eles entenderam, se gostaram e o que eles gostariam de perguntar para os indígenas. <br>Explicar que aquele material é uma fonte histórica, como e porquê. No documentário a cultura e memória da etnia pode ser eternizada para a nossa sociedade “tecnológica”. Perguntar quem promoveu a ação do vídeo, se houve ou não participação dos alunos do 6º ano que foi a visita de campo e o que eles fariam no lugar dos alunos e se eles têm interesse de conhecer uma comunidade indígena. E um dia antes pedir pra eles levarem revistas e jornais contendo conteúdos sobre indígenas como fontes primárias e secundárias das fontes históricas.  <br><br>Proposta II <br>Fazer/Passar atividade/pesquisa escrita com eles, estimulando o senso crítico, desenvolvimento de escrita, leitura e construção de texto e interpretação da história. <br>1- Como foi a retomada do território do povo Kiriri, ordem dada pelo rei de Portugal D. João VI no século XIX? <br>2-  A nossa cultura escolar tem muitos contextos históricos, adaptações, modificações e elementos, como trabalhar com a costumes e práticas indígenas possam ser mesclados com nossa cultura escolar urbana, pensando que nossa cultura já está inserida na deles, como trazer a deles para a nossa?  (Pensei neles sugerirem os jogos, etc, após pesquisa, claro.<br><br>3- Quando pensamos em povos indígenas, muitas das vezes acabamos caracterizando esses grupos sociais, e pessoas se surpreendem quando ver internet, carros e celulares em uma comunidade indígena. Como podemos desmistificar os estereótipos construídos socialmente?<br>Proposta III<br>Perguntar o que eles já ouviram das pessoas falando e o que eles pensam quando ouvem a palavra índio e indígena, e linkar com o segundo vídeo. <br>Debater o segundo vídeo sobre os (pré)conceitos e estereótipos colocados/construídos  socialmente sobre a população indígena e a questão de gênero e termos. <br><br>Material de apoio:<br>Vídeo 1, UFOB: Documentário - Conhecendo os Kiriris Barreiras-BA;<br><br>Vídeo 2, Youtubers: O QUE NÃO FALAR PRA UMA INDÍGENA <br><br>Docentes:  Rute Jesus, Paloma Anjos e João Bosco <br>Série: 6º ano<br>Unidade Temática:  História recente<br>Objeto(s) de Conhecimento: Os povos indígenas originários do atual território brasileiro e seus hábitos culturais e sociais. <br>Habilidades: (EF06HI05) Descrever modificações da natureza e da paisagem realizadas por diferentes tipos de sociedade, com destaque para os povos indígenas originários e povos africanos, e discutir a natureza e a lógica das transformações ocorrida. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/816984390/8263a3f81401211a381960198d095fe0/kiriri.jpg" />
         <pubDate>2020-10-30 18:12:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/877446178</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povos Tupinambás (Elias  Viviane)</title>
         <author>vivianereis735</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/877585538</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Tupinambás de Olivença vivem na região de Mata Atlântica, no Sul da Bahia. Sua área situa-se a 10 quilômetros ao norte da cidade de Ilhéus e se estende da costa marítima da vila de Olivença até a Serra Trempes e a Serra do Padeiro. Tupinambás residem no território que circunda a vila de Olivença, nas  proximidades do curso de vários rios, entre os quais se destacam os rios Acuípe, Pixixica, Santaninha e Una.<br><br></div><div>Destaca-se no modo de vida dos Tupinambás, a organização em pequenos grupos familiares e certos gostos alimentares, como a preferência pela giropa”, uma bebida fermentada produzida por eles. Ainda que os Tupinambás considerem muitas vezes ‘caboclos” ou mesmo “índios civilizados”, isso nunca significou um abandono de sua condição indígena. O Estado retirou-lhes os direitos indígenas diferenciados a partir do fim do século 19, em função das visões restritivas que os órgãos oficiais tinham a respeito de quem era ou não indígena.<br><br></div><div>Foi somente na Constituição de 1998 que se criou abertura legislativa para que as solicitações dos Tupinambás de Oliveira, e de outros povos. Em 2001, os Tupinambás de Oliveira foram reconhecidos oficialmente como indígenas pela Funai. A primeira fase de demarcação do seu território conclui-se em abril de 2009 com a publicação do resumo do relatório de identificação e delimitação da Terra Indígena Tupinambá de Oliveira.<br><br></div><div>Um documentário disponibilizado no youtube, cujo titulo é “Tupinambás; pelo direito de viver”, disponível em <a href="http://youtu.be/jYLEcmCUL8">http://youtu.be/jYLEcmCUL8</a> conta os ataques enfrentados e denunciam os planos as autoridades públicas estaduais e federais, visando assassinar os indígenas que estão a frente da luta pelo território. Neste documentário o Cacique Babau Relado conta que vem sofrendo estes atentados desde o ano de 2004, mas que em 2008 foi um momento em que sofreram ataques pelo chão e pelo ar, recebendo tiros vindo de helicópteros. Em 2019 com falsas blitz de trânsito, “plantando” drogas e armas em seus veículos.<br><br></div><div><strong>Questões problematizadoras da aula:<br></strong><br></div><div>Qual a importância do território para o povo tupinambá?<br><br></div><div>Como é feita a demarcação das terras, para os tupinambás?<br><br></div><div>Quais são os direitos dos povos tupinambás? Estão sendo respeitados?<br><br></div><div>Quais são as principais causas do genocídio e etnocídio dos tupinambás? <br><br></div><div> <strong>Como se trabalhar com povos Tupinambás no ensino-aprendizagem de História?<br></strong><br></div><div>A imagem a seguir é uma sugestão para se trabalhar a questão da resistência do povo tupinambá em sala de aula. Como forma de resistência e fortalecimento das culturas tupinambás, esse grupo marcha e reivindica seus direitos frente ao atual governo.<br><br></div><div>Fonte: Conselho Indigenista Missionário.<br><br></div><div>Povo Tupinambá de Oliveira reafirma resistência às medidas do governo- Bolsonaro-https://cimi.org.br/2019/02/povo-tupinamba-de-olivenca-reafirma-resistencia-as-medidas-do-governo-bolsonaro/<br><br>      As professoras e professores, poderiam trabalhar com as seguintes indagações: como o fortalecimento da cultura ajuda na resistência de um povo?</div><div>      Será mesmo possível alcançar objetivos, frente ao poder público, apenas com práticas religiosas e culturais? </div><div>      Como a cultura de um povo realmente reafirma sua identidade, de que forma isso chama atenção das autoridades políticas?<br><br></div><div>Fonte: Concentração de índios tupinambás.<br><br></div><div>Podemos a partir desta imagem refletir o quanto são fortes, se unidos em resistências. Pode-se trabalhar a questão da resistência.<br><br></div><div>Sabemos que existem várias formas de trabalhar com os povos indígenas na sala de aula ou em qualquer ambiente que se possa dialogar e discutir sobre o assunto. Vamos além do tradicional “dia do índio”, fugir das imagens generalizadas.<br><br></div><div>·         Podendo substituir o livro, por um representante da comunidade, para uma roda de conversa com os estudantes/professores/ouvintes, é uma maneira super positiva de apresentar parte dessa diversidade.<br><br></div><div>Lideranças tupinambás que foram a Brasília cobrar agilidade no processo de demarcação de terras, ao centro de amarelo, Cacique Ramon tupinambá.<br><br></div><div><strong>PROPOSTA: </strong>Na aula expositiva, fazer um videoconferência com o cacique Ramon e interrogá-lo com as seguintes questões:<br><br></div><div>1.      De que forma o atual governo tem se posicionado diante das resistências que se intensificam ao longo da história com o povo tupinambá.</div><div>2.      Existe algum projeto de inclusão voltado especificamente para os tupinambás?</div><div>3.      Você se sente seguro, como representante tupinambá frente a possíveis ameaças, ou não existe ameaças contra os tupinambás?</div><div>4.      Como você se vê ou ver o seu povo no futuro, diante das políticas voltadas para os tupinambás?</div><div>·         Contar sobre as lendas tupinambás também é muito importante, pois existem diferentes livros, principalmente infantis, que abordam histórias e lendas indígenas, fazer uma roda de conversa/leitura e falar sobre a maneira que interagem no meio ambiente, apresentar umas lendas é uma forma de valorizar a cultura do povo tupinambá. <br><br></div><div> v  <strong>LENDAS.<br></strong><br></div><div>Ø  <strong>LENDA 1<br></strong><br></div><div><a href="http://www.ornithos.com.br/escola/mitos-e-lendas/a-lenda-do-beija-flor-de-fronte-violeta/"><strong>A Lenda do Beija-flor-de-fronte-violeta</strong></a></div><div><br></div><div> A lenda conta a história de uma bela índia Tupinambá que de tão bonita e encantadora que era, o próprio Deus Tupã cessava tempestades para que o sol pudesse brilhar pelo campos onde a jovem caminhava. Todos os homens solteiros da tribo queriam se casar com ela, e sua beleza fazia inveja a todas as mulheres, mas principalmente de uma: a filha do pajé. Adorada por todos, a bela índia também era muito querida pelo Pajé, que a tratava como se fosse sua própria filha, com muitos mimos e presentes, e com isso, acabava desprezando a sua verdadeira filha.</div><div>Não aguentando mais ser deixada de lado, a filha do pajé jurou para si mesma acabar com a bela índia. Em um certo dia, ela convidou a rival para um passeio pelas matas, e ao chegaram perto de um desfiladeiro aproveitou uma distração da bela jovem, e a empurrou penhasco abaixo… por todo o desfiladeiro ouvia se os gritos que antecederiam aquela tragédia, e a poucos metros de se deparar com o chão rochoso, como em uma mágica, a bela índia se transformou em um beija-flor-de-fronte-violeta e ao incessante bater de suas asas pode então voar e se salvar desse terrível destino!</div><div>Complementa a lenda, que ao ouvir os gritos da jovem em perigo mortal, do alto de sua montanha, o próprio Deus Tupã, com sua misericórdia Divina, a transformou na ave. Como Tupã não poderia a transformar mais em ser humano, a bela jovem não pode mais se casar, mas continua viva até hoje como beija-flor, ganhou a imortalidade e a missão de trazer a sua beleza aos jardins, beleza que continua imutável, apenas em outra forma de vida…<strong>Dizem ainda que esse beija-flor trás sorte e prosperidade aos lugares e pessoas a quem ele visita…</strong></div><div><strong> </strong></div><div>Ø  <strong>LENDA 2</strong></div><div><strong>Lenda de Mirindiba</strong></div><div>Uma das mais belas lendas de Magé é sobre a índia Mirindiba. Segundo a história, uma índia do povo Tupinambá (filhos do Pai Supremo) foi encantada pelo pajé de sua tribo, utilizando seu maracá (instrumento mágico), e transformada numa árvore. Essa índia encantada ficou fixa no Morro do Bonfim no centro de Magé, sobre os olhares de Coaraci (o Sol), de Jaci (a Lua) e de Tupã (o deus do raio e da tempestade). A Mirindiba vive acompanhada de Anhangá (o Espírito da Floresta) e de Curupira (protetor dos seres vivos da floresta). Segundo a lenda, no alto do morro, a índia Mirindiba está protegendo o povo da cidade contra as injustiças e opressões.</div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>SUGESTÃO: </strong>A partir das lendas os professores/as poderão também trabalhar o papel da mulher, importância e valorização da mesma, na sociedade tupinambá, mesmo que seja lendas a representatividade feminina é valorizada, mas também levar os alunos a refletirem questão da beleza, da inveja dentre outras observações. Quem sabe uma tempestade de ideias?<br><br></div><div> v  <strong>Conclusão:<br></strong><br></div><div>E, para a finalização desta roda de conversa/aula, utilizando recursos visuais, como filmes e documentários, que abordam o cotidiano desses povos, incentivando a fazerem umas pesquisas e comparações. Neste caso.<br><br></div><div><strong>“Povo Tupinambá resiste: “Querem matar nosso povo e também nossa dignidade”<br></strong><br></div><div>O documentário <a href="https://www.youtube.com/watch?v=STGQmYAaaTU">https://www.youtube.com/watch?v=STGQmYAaaTU</a>, com o Cacique Babal, grande representante do Povo Tupinambá, que vem atuando e resistindo a muito tempo. Este documentário de 10 minutos é um resumo da luta dos tupinambás em resistência, com seu grande líder Cacique Babal, homem de personalidade forte e decidido a lutar pelo seu povo. Tivemos o privilégio de conhece-lo pessoalmente, ministrando sobre resistência no ano de 2019, em um evento da universidade Estadual de Feira de Santana ( UEFS).<br><br></div><div>Neste documentário ele denúncia a tentativa de assassinatos contra a sua família. Afim de atingi-lo, matando o corpo e a dignidade de um povo. Pois ele conta que a policia incrementou acusações contra o povo para justificar as mortes.<br><br></div><div>Devemos aprender com eles, valorizarmos suas culturas, também jogar por terra todo e qualquer estereótipo de incapacidade deste povo, que só sabem caçar, pescar e viver no mato, mas fazê-los entender que podem ser o que quiserem, médicos, professores, engenheiros etc. Babal defende também a valorização dos saberes de casa, aqueles passados pelos pais e pela sua cultura.<br><br></div><div><br><br></div><div>Temática da aula na UEFS, com o cacique Babal:  “O que a luta dos povos indígenas tem a nos ensinar”<br><br></div><div> v  <strong>Referencias:</strong></div><div><strong> <br></strong><br></div><div>Instituto Socioambiental -<a href="http://.www.socioambiental.org/pt-br/o-isa/programas/povos-indigenas-no-brasil">http://.www.socioambiental.org/pt-br/o-isa/programas/povos-indigenas-no-brasil</a>, acesso em 23 de outubro de 2020<br><br></div><div>Povo Tupinambá de Oliveira reafirma resistência às medidas do governo Bolsonaro-Disponivel em em: <a href="https://cimi.org.br/2019/02/povo-tupinamba-de-olivenca-reafirma-resistencia-as-medidas-do-governo-bolsonaro/">https://cimi.org.br/2019/02/povo-tupinamba-de-olivenca-reafirma-resistencia-as-medidas-do-governo-bolsonaro/</a>acesso em 22 de outubro de 2020<br><br></div><div>Criança e cassuás com mandioca, em Sapucaeira. Foto: Susana Viegas, 1999. Disponível em: <a href="http://www.ornithos.com.br/escola/mitos-e-lendas/a-lenda-do-beija-flor-de-fronte-violeta/">http://www.ornithos.com.br/escola/mitos-e-lendas/a-lenda-do-beija-flor-de-fronte-violeta/</a> acesso em 22/10/2020 <br><br></div><div>Disponível em: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=STGQmYAaaTU">https://www.youtube.com/watch?v=STGQmYAaaTU</a> acesso em 27/10/2020<br><br></div><div>Disponível em: <a href="http://blogdafeira.com.br/home/2019/10/14/cacique-babau-tupinamba-profere-aula-magna-do-semestre-na-uefs/">http://blogdafeira.com.br/home/2019/10/14/cacique-babau-tupinamba-profere-aula-magna-do-semestre-na-uefs/</a> acesso em 27/10/2020<br><br></div><div>Disponível em: <a href="https://cimi.org.br/contato/">https://cimi.org.br/contato/</a> acesso em: 27/10/2020<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-30 18:53:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/877585538</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povo Guarani Kaiowá Proposta de atividade. </title>
         <author>huhusani</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/877819654</link>
         <description><![CDATA[<div>Usar as letras e a produção áudio visual dos Guarani Kaiowá em sala de aula. Primeiro, passar as produções áudio visual e tirar as impressões dos alunos ao colocar 3 tipos de vídeo clipe do grupo de rap (Eju Orendive, Retomada, Nhe `ê Mbaratê). Analisar quais foram as impressões, questionamentos que serão levantadas pelos alunos. Se espera dessa primeira parte que os alunos reproduzam o conhecimento do senso comum sobre povos indígenas no Brasil. Dessa forma, usaremos numa segunda parte da aula as letras das músicas. Dividiremos a sala em 3 grupos, farão um debate entre eles acerca da letra, cada grupo vai trazer um ponto que traduza o que foi debatido, com objetivo de trazer a visão de uma passagem importante na música, que possa vir a ser significativo. Nesse momento é importante notar como e qual parte das letras vai ser trazido pelos alunos enquanto contexto histórico social, deixando que eles escolham livremente. Terceiro e último momento da aula é troca entre os grupos os pontos importantes e fazer com que busquem os questionamentos numa pesquisa pela internet, fazendo com que os próprios alunos busquem o tema e tente se interessar mais pela história e cultura dos povos indígenas.    <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-30 20:24:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/877819654</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brô Mcs - Nhe`ê Mbaratê</title>
         <author>huhusani</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/878388220</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora, infelizmente não achamos as letras das músicas, teríamos  que transcrever música por música. Devido alguns problemas técnicos, não vai ser possível fazer isso. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=6lSX5e52hco" />
         <pubDate>2020-10-31 07:33:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/878388220</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povo Guarani Kaiowá</title>
         <author>huhusani</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/878389809</link>
         <description><![CDATA[<div>Os povos Guarani Kaiowá estão localizados no Mato Grosso do Sul e também no Paraguai, segundo os dados da Funai (2008) são 31.000 mil no Brasil. No Paraguai são 15.000(2012). Se reconhecem como Paí tavyterã (Habitantes do povo) - São também conhecidos como <strong>caaguás do norte</strong>, <strong><em>kaiowá</em></strong>-<strong>guaranis</strong>, <strong><em>kaynguás</em></strong>, <strong>terenobés</strong>, <strong><em>teyís</em></strong>, <strong><em>kaa'wás</em></strong>, <strong><em>païs</em></strong>, <strong><em>paï-cayuäs</em></strong>, <strong>painguás</strong> e <strong>pan</strong> no Paraguai ou ainda como <strong>cainguás</strong>, <strong><em>kaiwás</em></strong>, <strong><em>caiwás</em></strong>, <strong><em>cainwás</em></strong>, <strong>caiovás</strong> e <strong>caiuás</strong> no Brasil e na Argentina.<br>Língua dos Guarani Kaiowá é o Guarani, pertencente ao tronco linguístico Tupi. <br>A base da religião dos guaranis-kaiowá é a natureza, o nome de seu deus é Ñane Ramõi que significa "Nosso grande avô eterno". <br> Para os guaranis, a terra indígena é denominada <em>tekoha</em>. Essa denominação apareceu com o tempo, sendo visto como algo recente na história dos Guarani Kaiowá, essa expressão faz luz ao entendimento do modo de ser, um conceito muito importante para eles como reconhecimento dos modos de vida e de suas relações ancestrais com a terra e com as antigas terras que foram arrancadas pela colonização. <br>A agricultura é a principal atividade econômica Guarani Kaiowá, mas apreciam a caça e a pesca,  praticando-as sempre que possível. Realizam uma economia de subsistência, marcada pela distribuição e redistribuição dos bens produzidos e na qual relações de produção econômica, seja qual for a atividade, são pautadas por vínculos sociais definidos pelo parentesco. <br>Segundo os estudo da arqueologia sobre os Guarani Kaiowá, eles eram da parte do litoral brasileiro e entre os rios de água doce como o rio Paraná e Paraguai e que durante os processos de colonização foram retirados de suas localidades, entre. <br><br>Referências bibliográficas: <br>https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Guarani_Kaiow%C3%A1<br><br>https://fianbrasil.org.br/guarani-e-kaiowa/  </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-31 07:36:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/878389809</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povo Galibi-Marworno </title>
         <author>kakagaroti</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/879948228</link>
         <description><![CDATA[<div>Galibi-Marworno </div><div> (Caio Teixeira)<br><br></div><div>A população Galibi-Marworno vive na TI Uaçá, no norte do Estado do Amapá seu nome é fruto de uma recente substituição o termo "Galibi do Uaçá"e é caraterizado como uma auto determinação proveniente da Comissão de Inspeção de Fronteiras e do Serviço de Proteção aos Índios, a toda a população do rio Uaçá. Esse rio é de total relevância para esses povos e está localizado aproximadamente, sul- norte entre o Oiapoque e o Cassipore. Como principal atividade comercial e de subsistência os Galibi-Marworno contam com algum meios naturais como a pesca e caça de animais e da agricultura local, isto é, a depender das ofertas anuais proveniente de cada estação do ano.  </div><div>O processo de comercialização dos produtos produzidos pelos Marworno, segue toda uma organização prevista por lei, na qual estabelecem que as produções ali desenvolvidas sejam repassadas de forma direta, sem nenhuma ou qualquer interferência de terceiros.  </div><div>Visto que não a idealização de uma lei que desenvolve uma seguridade de comércio que favorece os seus produtores.  </div><div>Uma forma de aplicabilidade de ensino-aprendizagem, seria de uma proposta didática voltada para essa temática explorando o pensar historicamente dos alunos com os processos-históricos desses povos indígenas, através dos objetos artesanais culturais desses povos no intuito de promover uma valorização da história indígena, desmistificando estereótipos.  </div><div>Tendo em vista as habilidades da Bncc, que tem como Objeto de Conhecimento: Os povos indígenas originários do atual território brasileiro e seus hábitos culturais e sociais, sendo que iremos trabalhar os povos indígenas  Galibi-Marworno e seus hábitos culturais, sociais e comerciais, trabalhando as habilidades prevista pela (EF 06HI08)  “Identificar os espaços territoriais ocupados e os aportes culturais, científicos, sociais e econômicos dos astecas, maias e incas e dos povos indígenas de diversas regiões brasileiras” trabalhando a Unidade Temática: A invenção do mundo clássico e o contraponto com outras sociedades.  </div><div>Como sugestão de atividade, tendo em vista os alunos do 6 ano do ensino fundamental, a pesquisa/reprodução de objetos artesanais tipicamente produzidos pelos povos Galibis, ex: objetos de palha, barro, cipós, peixe secos entre outros. </div><div>Obs 1: o intuito da atividade de proposta é trabalhar o pensar historicamente dos alunos fazendo-os conhecer mais as histórias dos povos originários no Brasil através dos Galibi-Marworno, fazendo com que os alunos aprendam mais sobre história local, história dos povos indígenas, e a  valorizar os produtos produzidos por esses povos, e para além disso buscar através desta proposta didática assegurar que os alunos desmistifique o máximo possível os indígenas do passado do indígena no tempo hoje, estudando suas atividades comerciais-culturais através dos seus objetos artesanais. </div><div>Obs 2: todas as atividades artesanais propostas devem ser orientadas pelo professor mediador. Utilizar com os alunos materiais recicláveis.  <br>REFERENCIAL:<br><br>https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Galibi_Marworno<br><br></div><ul><li>ARNAUD, Expedito C. Os índios da região do Uaçá (Oiapoque) e a proteção oficial brasileira. In: --------. O índio e a expansão nacional. Belém : Cejup, 1989. p. 87-128. Publicado originalmente no Boletim do MPEG, Antropologia, Belém, n.s., n. 40, jul. 1969.</li></ul><div><br>Base Nacional Comum Curricular (<strong>BNCC</strong>). Educação é a Base. Brasília, MEC/CONSED/UNDIME, 2017.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/808208412/63d95b177c7abd0583002901250278c2/caio_lab.jpeg" />
         <pubDate>2020-11-01 13:52:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/879948228</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povo Wapichana (Kaick Yuri)</title>
         <author>kaickyvs</author>
         <link>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/884134023</link>
         <description><![CDATA[<div>Wapichana que na língua portuguesas significa Homem Gato. <br><br>O território Wapichana abrange o vale do rio Branco, no Brasil, e o vale do Rupununi, na Guiana. A população de aproximadamente 13mil indígenas é dividida em vários grupos na região. Sua forma de sustento baseasse basicamente com a produção agrícola em pequenas roças, da caça e da pesca.</div><div> <br>Cosmologia Wapichana</div><div>Existem diversos mitos, eles podem variar de acordo com cada grupo e de onde eles vivem. Segundo os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mito">mitos</a> wapichanas. No princípio todos os seres falavam. Nessa época, a palavra teria força criadora, e teria sido capaz de criar todos os elementos da natureza, como rios, cachoeiras e montanhas. Com o decorrer do tempo, a fala teria perdido essa capacidade criadora. Além disso, a maior parte dos seres teria perdido a habilidade de falar, e somente a espécie humana teria preservado essa capacidade. Os Wapichanas também creem na existência de um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitalismo">princípio vital</a> chamado udorona, presente na fala, no sangue e na respiração.<br><br>Proposta I - abordagem para as aulas de História, 6º Ano Ensino Fundamental II: <br><br></div><div>Objetos(s) de Conhecimento: Os povos indígenas originários do atual território brasileiro e seus hábitos culturais e sociais.<br><br></div><div>Habilidades: <br><br></div><div>(EF06HI08) Identificar os espaços territoriais ocupados e os aportes culturais, científicos, sociais e econômicos dos astecas, maias e incas e dos povos indígenas de diversas regiões brasileiras.<br><br></div><div>1º Momento<br><br></div><ul><li>Divisão da turma em três grupos. </li><li>Distribuição dos livros: O Sopro da vida, Putakaryy Kakykary e Kamuu Dan Wapichana; A boca da noite, Cristino Wapichana; Sapatos Trocados, Cristino Wapichana. </li><li>Propor aos grupos que explorem os textos e imagens presentes nas capas dos livros entregues. </li></ul><div> </div><div>2º Momento </div><div> </div><ul><li>Os grupos devem fazer uma leitura coletiva dos livros. </li><li>Cada grupo deve apresentar a leitura realizada para toda a turma. </li></ul><div> </div><div>3º Momento </div><div> </div><ul><li>Apresentação da bibliografia dos autores dos livros trabalhados em sala para a classe. </li><li>Exibição do vídeo “Cristino Wapichana e a Literatura Indígena”. Link disponível em: &lt;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=prFQcffwnho">https://www.youtube.com/watch?v=prFQcffwnho</a>&gt;. </li></ul><div> </div><div>Proposta II - abordagem para as aulas de História, 1º Série Ensino Médio:</div><div> </div><div>Competência: Identificar e combater as diversas formas de injustiça, preconceito e violência, adotando princípios éticos, democráticos, inclusivos e solidários, e respeitando os Direitos Humanos.</div><div> </div><div>(EM13CHS502) Analisar situações da vida cotidiana, estilos de vida, valores, condutas etc., desnaturalizando e problematizando formas de desigualdade, preconceito, intolerância e discriminação, e identificar ações que promovam os Direitos Humanos, a solidariedade e o respeito às diferenças e às liberdades individuais.</div><div> </div><div>1º Momento </div><ul><li>Exibição do vídeo: Cristino Wapichana - culturas indígenas. </li><li>Círculo de conversa a respeito do vídeo exibido. Chaves de apreciação: Quais os estereótipos construídos socialmente é desmistificado na fala do entrevistado? Quais as marcações históricas presentes na fala de Cristiano? </li></ul><div> </div><div>2º Momento</div><ul><li>Leitura da reportagem “Destaque ONU News Especial - Joênia Wapichana, Prêmio de Direitos Humanos da ONU”. </li></ul><div> </div><div>3º Momento </div><ul><li>Direcionar a turma para a realização de uma pesquisa sobre representatividades Wapichana no cenário nacional.  </li></ul><div> </div><div>Para refletir… </div><div> </div><div>Quais escritores indígenas vocês conhecem ou já leram? Quantos escritores indígenas têm na sua estante? </div><div>“Vamos brincar de índio”? A música, aparentemente tão inocente e em tom de homenagem, reflete os estereótipos que estão arraigados na nossa sociedade até os dias de hoje. </div><div>Como podemos, como sociedade, estruturar mecanismos para realmente impedir que esses estereótipos não impossibilitem a inserção destas pessoas no meio social, no mercado de trabalho, no meio acadêmico? <br>Referências: <br><br></div><div>Disponível em: &lt;<a href="https://www.itaucultural.org.br/cristino-wapichana-culturas-indigenas">https://www.itaucultural.org.br/cristino-wapichana-culturas-indigenas</a>&gt;. Acesso em: 01/11/2020. <br><br></div><div>Disponível em: &lt;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=prFQcffwnho">https://www.youtube.com/watch?v=prFQcffwnho</a>&gt; . Acesso em: 01/11/2020. <br><br></div><div>Disponível em: &lt;<a href="https://www.livrariamaraca.com.br/escritores-indigenas/">https://www.livrariamaraca.com.br/escritores-indigenas/</a>&gt; . Acesso em: 01/11/2020. </div><div><br><br></div><div> </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/690451841/cc9b23c8a3d206e73e2f2cb0051f4389/povo_ind_gena.jpg" />
         <pubDate>2020-11-02 21:13:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacardoso28/nfffhd0icn5wue9u/wish/884134023</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
