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      <title>Movimento LGBTQIA+ by André Mendonça Dalírio Ferraz</title>
      <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld</link>
      <description>Uma perspectiva sobre o significado do Orgulho LGBTQIA+, sobre o preconceito dentro da comunidade e sobre a importância do respeito à diversidade na sociedade contemporânea.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-20 00:35:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A evolução dos direitos LGBTQIA+na história</title>
         <author>andrelucas1</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322222845</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O caso do Reino Unido indica que os direitos LGBTQIA+ começaram a ser reconhecidos há pouco tempo nas sociedades ocidentais da Europa e das Américas. Mais precisamente apenas na segunda metade do século XX, após a publicação da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), que apesar de expressar que todos os seres humanos, sem exceção, devem ter os seus direitos fundamentais e dignidades respeitadas, não menciona especificamente a comunidade LGBTQIA+.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 19:29:32 UTC</pubDate>
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         <title>Panorama Histórico</title>
         <author>gabrielledamasio</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322223634</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;De acordo com historiadores, os primeiros registros históricos da homossexualidade datam de 1.200 A.C. Civilizações antigas da Índia, Egito, Grécia e América têm registros de períodos em que a homossexualidade era retratada em cerâmicas, esculturas e pinturas. Por isso, muitos afirmam que ela foi “aceita” em diversas civilizações ao longo da história. Apesar disso, em muitos países, gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais foram e ainda são constantemente violentados, presos, torturados e mortos sem a proteção das leis, que podem ser omissas, conter brechas ou até mesmo respaldar a violência contra essa comunidade.<br><br>Referência: https://mercadizar.com/noticias/orgulho-lgbtqi-conheca-a-historia-do-movimento-por-direitos/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 19:31:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Indicação de filme</title>
         <author>gabrielledamasio</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322227495</link>
         <description><![CDATA[<div>É muito importante frisar que essas violências não ficaram no passado distante: até os anos 60, a homossexualidade ainda era ilegal em todos os estados dos EUA, com exceção de Illinois. Alan Turing, o pai da computação retratado no filme <em>O Jogo da Imitação</em>, foi quimicamente castrado sob ordens do governo inglês em 1952, por exemplo.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 19:39:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As origens da discriminação por orientação sexual</title>
         <author>andrelucas1</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322227597</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Muitos estudiosos e historiadores enxergam a influência católica como determinante no estabelecimento da discriminação por orientação sexual. Devido à grande relevância e poder que a Igreja possuía nesse período e no posterior, que viria a ser conhecido como a Idade Média (476 até 1453). Durante esse período, por exemplo, o movimento da Inquisição considerava a sodomia (prática de sexo anal entre dois homens ou entre um homem e uma mulher) uma das formas de heresia (comportamentos que não seguiam os dogmas da Igreja). Nesse sentido, adultos que cometiam tais atos eram condenados a pagar multas, sofrer torturas, ou até mesmo serem mortos em fogueira. Como consequência, a homossexualidade foi cada vez mais perseguida e criminalizada na Europa. Como no Reino Unido, onde o parlamento britânico criminalizou a homossexualidade em 1533, com penas que incluíam a pena de morte. Para se ter uma ideia, manter relações homo afetivas na região foi considerado crime até 1967, quando foi promulgada a chamada Lei Alan Turing.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 19:39:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rebelião em 1969 é considerada o marco-zero da luta pelos direitos LGBT nos EUA e no mundo</title>
         <author>gabrielledamasio</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322230577</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos Estados Unidos, batidas policiais em bares que reuniam homossexuais eram comuns nos anos 1960. Em 28 de junho de 1969, policiais decidiram expulsar cerca de 200 clientes do bar Stonewall Inn, localizado no Greenwich Village, Nova Iorque. Ao saírem à rua, porém, foram recebidos por uma multidão revoltada com os abusos, munida por pedras e garrafas. Os protestos duraram dias e deram início aos primeiros movimentos organizados e marchas pelos direitos homossexuais. Essa rebelião lançaria as bases para o movimento pelos direitos LGBT no país e no mundo. O episódio, conhecido como Stonewall Riot (Rebelião de Stonewall), teve duração de seis dias e foi uma resposta às ações arbitrárias da polícia, que rotineiramente promovia batidas e revistas humilhantes em bares gays da cidade.</div><div>Este episódio é considerado o marco zero do movimento LGBTQI+ contemporâneo e, por isso, é comemorado mundialmente em 28 de junho, Dia Internacional do Orgulho LGBT. A data é dedicada a celebrar vitórias históricas, mas também para relembrar que ainda há um longo caminho a ser percorrido.</div><div>Em 2015, a Prefeitura de Nova York tornou o bar monumento histórico da cidade. Um ano depois, o ex-presidente Barack Obama decretou que o bar seria o primeiro monumento nacional aos direitos dos LGBTQ.<br><br>Referência: https://mercadizar.com/noticias/orgulho-lgbtqi-conheca-a-historia-do-movimento-por-direitos/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 19:46:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>andrelucas1</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322231153</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Sendo assim, a LGBTfobia e a discriminação por motivos de orientação sexual e identidade de gênero continuaram sendo uma realidade para esse grupo. Tornando cada vez mais evidente a necessidade de leis e direitos específicos que garantissem os princípios da igualdade e da liberdade para esses indivíduos. As exigências e as reivindicações por esses direitos ganharam força especialmente após a Revolta de Stonewall.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 19:47:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>INDICAÇÃO DE PODCAST</title>
         <author>andrelucas1</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322272648</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 21:28:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Políticas dos direitos da comunidade LGBTQIA+ no Brasil </title>
         <author>andrelucas1</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322279748</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil, a Constituição Federal de 1988 não expressa de maneira explícita garantias voltadas para o grupo LGBTQIA+. Assim como não há leis federais específicas de combate à homofobia&nbsp; e à transfobia. Entretanto, apesar de não haver um trecho específico para a população LGBTQIA+, os princípios fundamentais declarados na Constituição de 1988 abrangem todos os indivíduos do país, incluindo toda a comunidade LGBTQIA+.&nbsp;<br><br></div><div>Além disso, existem diversas leis municipais e estaduais que dizem respeito aos direitos LGBT+. Como a Lei&nbsp; n° 2615 do Distrito Federal, que estabelece penalidades administrativas a qualquer pessoa física ou jurídica, bem como a qualquer órgão e entidade da administração pública, que promover ou permitir a discriminação por motivos de orientação sexual.<br><br></div><div>No âmbito constitucional, temos em seu artigo 1° inciso III, a defesa da dignidade humana, fazendo com que todos os direitos fundamentais, como o direito à vida, à saúde, ao trabalho, à liberdade, à igualdade e à justiça sejam garantidos a todos os cidadãos&nbsp; brasileiros. Assim como o artigo 5° garante a igualdade entre todos e a proibição de qualquer discriminação que viole os direitos fundamentais de qualquer ser humano. &nbsp;<br><br></div><div>Além disso, o casamento homoafetivo&nbsp; é permitido no país, com base no artigo 226&nbsp; da Constituição, assim como a adoção de crianças e adolescentes, com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).&nbsp;<br><br>Referências:<br>https://www.politize.com.br/equidade/blogpost/historia-dos-direitos-lgbt/<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 21:50:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Indicação de documentário</title>
         <author>andremendonca2</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322351916</link>
         <description><![CDATA[<div>https://drive.google.com/file/d/1_We8o2QgzJ1lx4wns3L1c2dNuGGsrLtB/view?usp=sharing</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 02:17:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Movimento LGBTQIA+ no Brasil</title>
         <author>andremendonca2</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322353881</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O Movimento LGBTQIA+ brasileiro nasceu em um contexto de grande repressão e injustiça social: a <a href="https://www.stoodi.com.br/blog/2016/03/31/especial-regime-militar-tudo-sobre-ditadura-no-brasil/">Ditadura Militar</a>, que foi de 1964 a 1985. Assim, o surgimento de algumas publicações LGBT como os jornais Lampião da Esquina e ChanacomChana foram essenciais para o crescimento e o amadurecimento do movimento no Brasil.<br><br></div><div><br>O jornal Lampião da Esquina surgiu no ano de 1978 e tinha um cunho abertamente homossexual, apesar de abordar também outras importantes questões sociais. Uma de suas principais ações era denunciar a violência contra a população LGBT.<br><br></div><div><br>Três anos depois, em 1981, um grupo de lésbicas fundou o jornal ChanacomChana, vendido e distribuído no Ferro’s Bar, conhecido bar de público lésbico. Não aprovada pelos donos do bar, as mulheres foram expulsas em 1983, resultando em um ato político que deu origem ao que ficou conhecido como o Stonewall brasileiro. Por conta desse levante, que resultou no fim da proibição da comercialização do ChanacomChana, o dia 19 de agosto é o marco no qual se comemora o Dia do Orgulho Lésbico em São Paulo.<strong><br><br>Referência: https://www.stoodi.com.br/blog/atualidades/movimento-lgbt-o-que-e/#:~:text=O%20Movimento%20LGBT%20brasileiro%20nasceu,amadurecimento%20do%20movimento%20no%20Brasil.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 02:24:08 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação de artigo</title>
         <author>andremendonca2</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322360369</link>
         <description><![CDATA[<div>https://doi.org/10.1590/S1678-4634202248241630por</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1813279052/06efb4ffa499a068bd8e320e9b4bde5c/_Mar_de_bullying____turbilh_o_de_viol_ncias_contra_l_sbicas__gays__bissexuais_travestis_e_transexuais_na_escola.pdf" />
         <pubDate>2022-10-02 02:45:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Indicação de artigo</title>
         <author>andremendonca2</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322361113</link>
         <description><![CDATA[<div>https://doi.org/10.1590/0103-335220203206</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 02:48:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Indicação de artigo</title>
         <author>andremendonca2</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322362376</link>
         <description><![CDATA[<div>https://doi.org/10.1590/1984-6487.sess.2019.33.16.a</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1813279052/bd850a3381d1e10f9ec9fc02234d793e/Uma_fam_lia_como_outra_qualquer___Casamento_igualit_rio_e_novas_fam_lias_em_igrejas_evang_licas_LGBT.pdf" />
         <pubDate>2022-10-02 02:53:07 UTC</pubDate>
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         <title>O movimento LGBTQIA+ na Escola</title>
         <author>andremendonca2</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322366871</link>
         <description><![CDATA[<div>A formação da cidadania de crianças, adolescentes e jovens para a construção de um futuro melhor para todos passa, principalmente, pela escola enquanto ambiente de formação de ideias e opiniões que contribuem para o fortalecimento democrático de direito.&nbsp;<br><br>O art.206, da CF/88 estabelece, entre vários princípios, o da liberdade de aprender e ensinar, bem como o pluralismo de ideias. no entanto, existem fatores&nbsp; crônicos que contribuem para o fracasso da realização desse e de outros direitos no país.&nbsp;<br><br>Longe de ser uma dificuldade superada, reside, sobretudo, no modo de operar dos membros de instituições estatais que insistem em colocar os interesses pessoais e partidários à frente do interesse público e dos preceitos da lei fundamental.&nbsp;<br><br>Isso se verifica, sumariamente, quando temas primordiais ligados, por exemplo, à sexualidade, são levantados em sala de aula e episódios corriqueiros contrários aos preceitos constitucionais objetivam a vedação da abordagem dos temas de gênero e de orientação sexual ligados ao movimento LGBTQIA+ no âmbito escolar, impedindo, assim, que a escola desempenhe adequadamente seu papel de promover o respeito às diferenças.<br><br>Referência: https://www.agazeta.com.br/artigos/tema-lgbtqia-nas-escolas-e-busca-pela-reducao-da-homofobia-0621#:~:text=Tema%20LGBTQIA%2B%20nas%20escolas%20%C3%A9%20busca%20pela%20redu%C3%A7%C3%A3o%20da%20homofobia,-Epis%C3%B3dios%20como%20o&amp;text=O%20art.,de%20outros%20direitos%20no%20pa%C3%ADs.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 03:08:41 UTC</pubDate>
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         <title>O movimento LGBTQIA+  e a Religião</title>
         <author>andremendonca2</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322370208</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil, país majoritariamente cristão, é comum ouvirmos discursos de pastores e padres condenando a homossexualidade e a transexualidade. Entretanto, não é possível afirmar que todas as denominações cristãs ou mesmo que outras religiões não se relacionam bem com a comunidade <a href="https://queer.ig.com.br/2021-02-11/veja-o-que-significa-cada-letra-da-sigla-lgbtqiap.html"><strong>LGBTQIA+</strong></a> . Há estudos que indicam ser possível surgir até quatro mil novas nomenclaturas religiosas todos os anos, de diferentes vertentes, e algumas das religiões mais tradicionais do mundo possuem discursos diferentes de líderes brasileiros de grande expressividade.<br><br>Segundo o último censo do IBGE, realizado em 2010, 64,6% dos brasileiros (cerca de 123 milhões de pessoas) declaram-se católicos e 22,2% (cerca de 42 milhões de fiéis) são protestantes. O que significa que os cristãos são a maioria da população brasileira. Por isso, é comum que as pessoas, mesmo que ateias ou praticantes de outros credos, já tenham ouvido algum discurso dos principais líderes religiosos cristãos do país sobre a comunidade LGBTQIA+, comumente condenando-a como pecadora.<br><br><strong>Veja o que algumas religiões dizem:<br></strong><br></div><div><strong>Judaísmo</strong><br>A homossexualidade é citada no livro Levítico do Torá, quando diz que a relação sexual entre dois homens é uma abominação. (Lv18, 22): "Não te deites com um homem como se fosse com mulher, é uma abominação".<br><br>No passado, o sexo entre dois homens era considerado um crime nas comunidades judaicas e podia ter como consequência a pena da morte. Hoje, não há mais a pena de morte e o judaísmo ortodoxo, inclusive, reconhece a atração entre dois homens e a existência da homossexualidade, mas não permite o ato sexual e pede para os homens controlarem os desejos deles. A lesbianidade não é citada diretamente no Torá, mas também não é aceita. As práticas orais da religião proíbem relações sexuais entre duas mulheres.<br><br>Em um artigo sobre a passagem do Torá, o filósofo e psicanalista francês Pierre-Israël Trigano afirma que a bíblia hebraica não é homofóbica, mas “convida a humanizar a relação do masculino e do feminino no casal”. A homossexualidade sempre foi um fenômeno comum na sociedade judaica. Há registros de judeus importantes que assumiram suas orientações sexuais publicamente e, mesmo assim, continuaram sendo respeitados em suas comunidades.<br><br><strong>Cristianismo</strong><br>A mesma citação do Torá está presente no Antigo Testamento da Bíblia Cristã, considerada por católicos e tida como única bíblia para os protestantes. Entretanto, no Brasil, já existem diversas nomenclaturas cristãs – adventistas, anglicanos, batistas, católicos, ortodoxos, luteranos, metodistas, mórmons, pentecostais, presbiterianos, entre outros – e, dentro dessas vertentes, uma série de templos que fazem novas interpretações da Bíblia, adaptadas ao tempo de hoje, como é o caso das igrejas inclusivas, que aceitam a homo e a transexualidade.<br><br><strong>Espiritismo</strong><br>Apesar de muitos afirmarem que o espiritismo é uma religião cristã, por terem fé na figura de Jesus Cristo, a maioria desses fiéis são regidos dentro do Kardecismo. Na obra “Vida e Sexo”, publicada pela Federação Espírita Brasileira, psicografada por Chico Xavier e atribuída a Emmanuel, os espíritas abordam as definições de casamento, homossexualidade, amor livre, aborto, prostituição, adultério e até terapia.<br><br>Os temas são tratados com naturalidade e o que importa é a provação dos indivíduos em suas reencarnações, buscando sempre melhorar o espírito. Já no Livro dos Espíritos, fica claro que não importa se a pessoa reencarnou homem ou mulher, mas as escolhas da pessoa durante a vida para enfrentar as dificuldades.<br><br><strong>Umbanda</strong><br>Religião brasileira, resultado de sincretismo, a Umbanda possui orixás que se apresentam em mais de uma forma, como o caso de Oxumaré, que pode aparecer como mulher, homem ou serpente. A religião acolhe os LGBTQIA+ e os aceita em seus cultos e reuniões.<br><br><strong>Candomblé</strong><br>As religiões de matriz africana acolhem a população LGBTQIA+. Entretanto, em alguns centros candomblecistas, é possível que haja costumes específicos que ferem a dignidade dessa população, principalmente de pessoas trans, que podem ser impedidas de viver a identidade de gênero plenamente.<br><br><strong>Islamismo</strong><br>As opiniões islâmicas sobre a homossexualidade são muito variadas e têm sofrido modificações ao longo da história. O Alcorão e alguns Hadith condenam de forma quase explícita a relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Duas suratas mencionam a história do "povo de Lot", que teria sido destruído por permitirem “atos homossexuais”. No islamismo, é possível ter a homossexualidade caracterizada como sodomia, que pode ser punida com a morte, como acontece em diversos países majoritariamente islâmicos.<br><br><strong>Hinduísmo</strong><br>Há diversos exemplos de LGBTQIA+ na mitologia e crença hindu. Há divindades que mudam de gênero, manifestando-se com sexos opostos ou até de forma intersexual. A modificação acontece com o objetivo de facilitar a relação sexual deles entre as divindades. Também há seres não-divinos que passam por mudanças de sexo por meio da intervenção dos deuses, como resultado de maldição ou bênção ou ainda como resultado natural de sua reencarnação.<br><br><strong>Budismo</strong><br>Os praticantes dessa fé e filosofia de vida, costumam encarar o ato sexual como prejudicial na busca pela iluminação, que é o objetivo central do budismo. Contudo, a prática sexual não é distinguida entre homo e heterossexual. Toda relação é uma distração desnecessária. Algumas vertentes do budismo não pedem para reprimir os desejos ou os pensamentos, mas, tem-se claro que para atingir o estado de Buda, de iluminado, o caminho é outro que não o dos desejos mundanos.<br><br></div><div>Referência: https://queer.ig.com.br/2021-04-16/o-que-dizem-as-religioes-do-mundo-sobre-a-comunidade-lgbtqia-.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 03:19:11 UTC</pubDate>
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         <title>Significados do Movimento LGBTQIA+</title>
         <author>marcellaferreira6</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322842909</link>
         <description><![CDATA[<div>É um movimento civil e social que busca defender a aceitação das pessoas representativas por esses termos na sociedade, além de respeito integral aos direitos dessas pessoas. O LGBTQIA+ age em busca da igualdade social. Seja por meio da conscientização das pessoas contra a bifobia, homofobia, lesbofobia e transfobia.&nbsp;<br><br>O arco Íris é o símbolo da comunidade, que transmite ideias de diversidade e inclusão, a partir do arco íris, um elemento da natureza usando para representar que a sexualidade é um direito humano. Cada cor possui um significado, o vermelho simboliza a vida; o laranja, cura; o amarelo, a luz; o verde, a natureza; o azul, a arte; e o lilás, o espírito.<br><br>O significado da sigla LGBTQQICAPF2K+:&nbsp;<br><br>• Lesbicas: são mulheres que sentem atração sexual pelo mesmo gênero, ou seja, outras mulheres.&nbsp;<br><br>• Gays: São homens que sentem atração sexual, por homens.&nbsp;<br><br>• Bissexuais: São homens e mulheres que sentem atração afetivo sexual pelo gênero masculino e feminino. Ainda segundo o manifesto, bissexualidade não tem relação direta com a poligamia. Promiscuidade, infidelidade ou comportamento sexual seguro. Esses comportamentos podem ser tidos por quaisquer pessoas, de qualquer orientação sexual.&nbsp;<br><br>• Transgênero: Diferente das letras anteriores, o T não se define por uma orientação sexual, mas a identidade de gênero. Que prestigia a defesa das pessoas trans, podendo ser transgênero (homem ou mulher), travesti (identidade feminina).&nbsp;<br><br>• Queer: São as pessoas que transmitem entre nações de gênero, como é o caso dos drag queens. A teoria defende que a orientação sexual e a identidade de gênero não são resultadas da funcionalidade biológica, mas de uma construção social.&nbsp;<br><br>• Questionando: é uma pessoa que não sabe qual a sua identidade ou orientação sexual.&nbsp;<br><br>• Intersexo: A pessoa intersexo está entre o feminino e o masculino. As combinações biológicas e desenvolvimento corporal cromossomos, genitais, harmônicos, etc. Não enquadram na norma binária. (masculino e feminino).&nbsp;<br><br>• Curioso: é para quem tem curiosidade de experimentar outras coisas, mesmo tendo certeza do que é.&nbsp;<br><br>• Assexuais: não sentem atração sexual por outras pessoas, independente do gênero. Existem diferentes níveis de assexualidade e é comum essas pessoas não verem as relações sexuais humanas como prioridade.&nbsp;<br><br>• Pansexual: O pansexual não se preocupa com a identidade de gênero ou orientação sexual do eleito, o que inclui pessoas não-binárias.&nbsp;<br><br>• Polissexual: polissexual é quem sente por vários gêneros, mas não necessariamente todos.&nbsp;<br><br>• Familiares e Amigos: também conhecido como aliados. São pessoas que se consideram parceiras da comunidade.&nbsp;<br><br>• Não-binário: O termo não-binário refere-se às pessoas que não se encaixam como pertencentes a um gênero exclusivamente. Isso significa que sua identidade de gênero e expressão de gênero não são limitadas ao masculino e feminino.&nbsp;<br><br>• Demissexual: Esta expressão da sexualidade designa o sujeito que necessita de envolvimento emocional para se entregar ao parceiro. O demissexual erotiza o envolvimento mais intenso, magnetismo e a intimidade psíquica.&nbsp;<br><br>• Two-spirit (dois espíritos): é uma identidade indígena americana, bastante antiga, que não possui o padrão de gênero da sociedade como homem e mulher. Eles acreditam ter nascido com espíritos masculino e feminino dentro delas.&nbsp;<br><br>• Kink: significa fetiche, ou seja, simplesmente pessoas com fetiches. • O símbolo + (mais): aparece para incluir outras identidades de gênero e orientação sexuais que não se encaixam no padrão as heteronormativa.&nbsp;<br><br>Referências: https://www.fundobrasil.org.br/blog/o-que-significa-a-sigla-lgbtqia/<br>https://www.dicionariodesimbolos.com.br/significado-bandeira-lgbt-e-historia/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 19:21:36 UTC</pubDate>
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         <title>O movimento LGBTQIA+ Indígena</title>
         <author>tauaneseixas</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322853662</link>
         <description><![CDATA[<div><br>-A diversidade no Brasil é uma pauta bem antiga e já está presente desde antes da chegada dos portugueses.&nbsp;<br><br>-Há relatos de uma diversidade sexual, como: poligamia, homossexualidade e até algo semelhante ao transgeneridade e ao não-binarismo.<br><br>-Há uma ideia muito errada de se achar que os brancos tiveram uma "influência negativa" sobre os povos indígenas e os ensinaram outras práticas sexuais, mas na verdade foi a homofobia que desembarcou com os portugueses, não o homossexualidade.&nbsp;<br><br>-A liberdade sexual não costumava ser motivo de preconceito entre os próprios indígenas até a chegada dos colonizadores.&nbsp;<br><br>-Ao analisar os relatos e contos dos europeus, os pesquisadores acharam várias acusações de "sodomia", "perversão sexual" e "pederastia".<br><br>-Há casos como o de um nativo que era tido como hermafrodita e foi amarrado a um vulcão pelos europeus e depois disparado com ele.&nbsp;<br><br>-Isso nos mostra que, desde a chegada dos europeus, tentam apagar e reestruturar a sua diversidade.&nbsp;<br><br>-A colonização foi cortando pouco a pouco costumes, crenças e práticas culturais do indígenas.&nbsp;<br><br>-Partindo da atualidade, podemos dizer que o processo de colonização nunca parou de acontecer, pois muitas pessoas ficam surpresas ao ouvir relatos de lgbts indígenas e, tem uma visão preconceituosa de que os portugueses corromperam a população indígena ao apresentar outras formas de interação social.<br><br>-Ocorre um discurso de que o LGBT seria menos indígena do que o heterossexual, como se fosse um vírus que gerasse uma perda da identidade cultural.<br><br>-Essa ideia foi incorporada pelos líderes das aldeias, mas que chegam a eles ao longo do tempo pelos agentes de instituições oficiais ou de igrejas.&nbsp;<br><br>-Isso tudo ocasionou em altas taxas de suicídio entre indígenas LGBT, assassinato por homofobia e pouca visibilidade para o assunto, pois a maioria prefere se calar do que correr risco de vida.&nbsp;<br><br>-Os indígenas LGBTs sofrem uma exclusão dupla.&nbsp;<br><br>-Até hoje há povos indígenas que utilizam termos homofóbicos para se referirem a índios LGBTs. Em outras aldeias, onde homossexuais e transgêneros são mais reconhecidos e respeitados, pode ser difícil identificar a própria sexualidade usando os termos defendidos pelo homem branco.&nbsp;<br><br>-Para alguns, não há sentido em definir a sexualidade indígena por terminologias ocidentais, afinal são 300 povos que habitam o território brasileiro com suas próprias visões sobre diversidade sexual.<br><br>Referências: https://revistacult.uol.com.br/home/estudo-mostra-diversidade-de-praticas-sexuais-entre-indigenas-no-brasil-pre-colonial/<br>https://www.cedefes.org.br/29359-2/#:~:text=Em%202017%2C%20o%20Acampamento%20Terra,mais%20aberta%20sobre%20o%20tema</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 19:39:11 UTC</pubDate>
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         <title>Movimento LGBTQIA+ Negro</title>
         <author>tauaneseixas</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322857699</link>
         <description><![CDATA[<div>"A cada 25 horas, um LGBT é assassinado no Brasil. Em 2016, 343 foram mortos no país, segundo o Grupo Gay da Bahia (GGB), mas quando se é preto sabemos que a chance de estar nas estatísticas aumenta. Afinal, o tempo todo estamos sujeitos ao genocídio da população negra."<br><br>-Sofrem duplo preconceito por viverem em um país racista e homofóbico.&nbsp;<br><br>-Enquanto os LGBTQIA+ brancos lutam por respeito, matrimônio e igualdade, a maioria dos LGBTQUIA+ negros lutam por sobrevivência. &nbsp;<br><br>-Não há visibilidade e pouco representatividade.&nbsp;<br><br>-"O estudo, intitulado “Qual é a cor do invisível? A situação dos direitos humanos da população LGBTI negra no Brasil”, revela que as motivações para a violência contra essa parcela da sociedade eram dadas por orientação sexual, identidade de gênero e/ou expressão de gênero, marcadores sociais que rompem com a ideia de cis-heteronormatividade."<br><br>-"Uma pesquisa inédita analisou as notificações de violência contra a população LGBT brasileira entre 2015 e 2017 e verificou que metade das agressões teve pessoas negras como alvo. Nos três anos analisados, foram registradas 24.564 notificações de violências contra a população LGBT, o que resulta em uma média de mais de 22 notificações de violências interpessoais e autoprovocadas por dia, ou seja, quase uma notificação a cada hora."<br><br>Referências: https://descomplica.com.br/d/vs/aula/movimentos-sociais-negro-feminista-lgbtqi/<br>https://www.cut.org.br/noticias/como-e-ser-lgbt-negro-em-uma-sociedade-racista-f666<br>https://br.noticias.yahoo.com/como-e-ser-negro-a-e-lgbtqia-no-pais-do-racismo-e-da-transfobia-080021114.html?guccounter=1&amp;guce_referrer=aHR0cHM6Ly93d3cuZ29vZ2xlLmNvbS8&amp;guce_referrer_sig=AQAAADIXpea4vhYPAkmKbY7FA20_Wnmxi3LPOMIBb-JZxLNHeoGCJIUnSCyNIrvUu1pOGX8e04tSqIoffkEsBIZGYwvs63vitzZ5Phh6oh-WZcPtgwVsJhsR0G6SqOoVAWFXTSJ6mXzlIpN3WtVQrAYVo6uYWTJ94nrPK5xEwr5Z8L5W</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 19:45:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dificuldades enfrentadas pelos LGBTQIA+</title>
         <author>beatricequinta</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322888152</link>
         <description><![CDATA[<div>Principais desafios no mercado de trabalho: Uma pesquisa feita pelo Center for Talent Innovation, 38% das empresas afirmam que não contratariam pessoas LGBT+, cerca de 61% dos funcionários gays e lesbicas, preferem esconder sua sexualidade dos seus chefes e colegas trabalho, 33% das empresas do Brasil não contratariam para cargos de chefia pessoas LGBT+ e 41% das pessoas LGBT+ afirmam terem sofrido algum tipo de discriminação em razão da sua orientação sexual ou identidade de gênero no ambiente de trabalho. As pessoas LGBT+ sempre se preocupam com sua identidade, por medo de virar alvo de piadas inapropriadas e comentários maldosos, preferem omitir e esconder sua vida pessoal. Quando mostram sua verdadeira identidade, muitas vezes são solicitadas a mudá-las como: não falar ou a se vestir de uma certa maneira para apagar sua identidade. Outro dado chocante que a pesquisa mostra, cerca de 90% das trans e travestis se prostituem por não terem conseguido nenhum outro emprego, até mesmo aquelas que têm boas qualificações. As pessoas trans sofrem uma forte exclusão social, familiar e escolar. Por causa do preconceito das pessoas que insistem desmerecer e a não querer travestis no seu siclo social, acaba inviabilizando contratação e permanência no mercado. Além da falta de oportunidade, o Brasil é o país que mais mata pessoas trans e travestis no mundo, em média a cada 48h uma pessoa trans é assassinada. De forma contraditória, é o lugar onde mais se consome pornografia deste grupo. Por isso que cerca de 70% das vítimas assassinadas eram prostitutas, 55% desses assassinatos aconteceram nas ruas. O que acontece é que muitas das vezes os homens são atraídos sexual e afetivamente por mulheres trans e travestis, mas não sabem lidar com esse sentimento, por não verem mulheres trans como pessoas dignas de um relacionamento sério e sim como um objeto de fetiche. O medo de serem descobertos os tornam violentos.&nbsp;<br><br>Dificuldades no acesso a saúde: É um direito de todo cidadão brasileiro ter acesso a saúde pública ou particular, atendendo todas as pessoas de forma humana, respeitosa e integral. Mas isso não se aplica aos membros LGBT+. Alguns profissionais de saúde não estão aptos a atender os integrantes da comunidade. Os tratando com negligência mediante à saúde física, sexual e mental de pessoas LGBTQIA+. Um exemplo é o estereótipo de que todos têm alguma infecção sexualmente transmissível (IST). É uma prática comum que médicos peçam um exame sorológico para detectar HIV sem ao menos perguntar sobre as práticas sexuais dos pacientes. Para travestis e transexuais, a principal barreira é fazer valer o uso do nome social e ser tratado conforme o gênero com o qual se identifica. Ainda que o serviço de saúde SUS tenha sido o primeiro a utilizar o nome social, o atendimento na prática não leva isso em consideração. Um fator mais grave do atendimento é a falta de especialidade para tratar pessoas trans, por exemplo. As dificuldades que os profissionais de saúde têm para tocar ou examinar esses pacientes, pode levar à busca por tratamentos de forma clandestina, o que coloca ainda mais em risco a saúde dessa população.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 20:37:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Representatividade</title>
         <author>beatricequinta</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322889849</link>
         <description><![CDATA[<div>A importância da representatividade LGBTQIA+: a representatividade é essencial acima de tudo para combater a LGBTfobia, inserindo cada vez mais os LGBT+ na sociedade, seja por meio de cargos de liderança em empresas, na política lutando pelos direitos da comunidade, artistas da comunidade ganhando visibilidade, mais personagens LGBT+ em filmes, séries e livros. Ser representado é sentir-se capaz e acolhido na sociedade, sabendo que suas diferenças são respeitadas e valorizadas; é mostrar para as crianças e jovens LGBT+ que tudo bem em ser diferente, e que elas não estarão sozinhas na luta contra o preconceito.&nbsp;<br><br>Representatividade LGBTQIA+ na televisão: Nos últimos anos, tem se visto mais personagens LGBT+ na televisão. Contudo, algumas representações não retratam a realidade dos membros da comunidade, como os personagens estereotipados com trejeitos afeminados, sensíveis e escandalosos (quando são gays) ou serem constantemente associadas à prostituição e perversões sexuais (quando são lesbicas, trans ou travestis), também tem o fator que personagens LGBT+ retratados como desequilibrados e muitas vezes são assassinados. Mas apesar de tudo, o cenário vem evoluindo. Obras cinematográficas brasileiras e também estrangeiras vêm aumentando aos poucos as representações nas telas. Obras como a novela A Força do Querer (que mostrou a história do homem transexual Ivan e da travesti Elis), as séries americanas Pose e Heartstopper e a espanhola Elite vêm ampliando a representatividade cada vez mais, tanto no Brasil quanto em outros países.&nbsp;<br><br>Representatividade na literatura: Na literatura é possível encontrar muitos livros com protagonistas LGBT+ ou falando sobre as causas de luta da comunidade e até mesmo sobre a história do movimento. Mas infelizmente o que acontece é que esses livros sofrem boicotes em suas divulgações e censuras que muitas vezes é até mesmo apoiada pelo poder público, como aconteceu na Bienal no Rio de Janeiro em 2019 uma HQ foi censurada pelo então prefeito Marcelo Crivela, gerando revolta nas redes sociais contra a decisão do político. Mas o problema maior é a falta de livros nas bibliotecas públicas e escolares, são poucos livros ou até mesmo nenhum se encontra nessas bibliotecas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 20:40:16 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação de livro </title>
         <author>beatricequinta</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322892135</link>
         <description><![CDATA[<div>O Menino dos Meus Poemas traz a história de Gwen Evergloth, uma mulher altamente bem-sucedida em todos os aspectos. É uma brilhante editora de livros, linda o suficiente para parar o trânsito, tem um namorado maravilhoso, e uma coleção de amigos incríveis também. Se ela tivesse que mudar algo, seria apenas para que seus irmãos tomassem jeito. Porém a vida perfeita é abalada quando seus colegas de trabalho descobrem que ela é uma mulher trans. E seu chefe já famoso por ser insuportável rapidamente encontra um jeito de se livrar dela: colocando-a para trabalhar com o autor mais odiado e problemático entre os departamentos editoriais de Nova York. Yadriel Avellán é um escritor tão aclamado que até sua lista de compras seria capaz de vender milhões. O que ninguém sabe, é que, por trás de seus romances tão venerados, há um homem completamente fracassado em todos os outros âmbitos da vida. Um coração partido em sua adolescência deixou que suas desesperanças com a felicidade atrapalhassem todo o resto de sua vida. Com meros 30 anos, ele possui inúmeras brigas com a família, vício em álcool e tabaco, três certidões de divórcio, e uma filha vítima de bullying na escola. O embate entre Yadriel e Gwen acaba sendo ainda mais forte e difícil do que o esperado, mas antes mesmo que possam perceber, estão mergulhando numa jornada de autodescoberta sobre suas vidas, que inclusive, eles descobrirão que estão interligadas há mais tempo do que pensavam. Escolhermos esse livro pôr da visibilidade a comunidade trans, já que livros com protagonistas transgêneros são muito pouco encontrados no mundo da literário. Por isso perguntamos a Letícia Naito, escritora de O Menino dos Meus Poemas, o que a levou escolher uma mulher trans para ser a protagonista do seu livro. “Na verdade, eu escolho trabalhar com uma protagonista trans justamente pela falta de representatividade dessa comunidade como personagens principais na literatura. Eu tenho um irmão que é transgênero, e ele sempre falava o quanto queria ler um livro onde se sentisse bem representando, então daí surgiu o enredo de O Menino dos Meus Poemas”&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 20:43:32 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação de livro</title>
         <author>beatricequinta</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322893203</link>
         <description><![CDATA[<div>Triangulo Rosa conta a história dos identificados como "triângulos-rosa", milhares de homossexuais foram enviadas para campos de concentração pelo regime de Hitler. Rudolf Brazda, que recebeu a matrícula 7952, ficou preso em Buchenwald - e é seu último sobrevivente gay. Hoje com 97 anos, ele nos traz um relato ímpar, sustentado por um rigoroso trabalho de pesquisa histórica e marcado pela dor e pela esperança de quem sobreviveu aos horrores do nazismo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 20:45:32 UTC</pubDate>
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         <title>Incidência de HIV</title>
         <author>marciagabriela1</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2322900237</link>
         <description><![CDATA[<div>A epidemia de HIV no Brasil tem um padrão que chamamos de concentrado. Isso significa que temos, na população geral, uma prevalência baixa da infecção, se mantendo estável em torno de 0,4%, enquanto, em alguns subgrupos específicos, ela sobe para valores muito mais altos.<br><br>Entre homens gays e bissexuais, por exemplo, a prevalência de HIV subiu de 12 para 18% entre 2009 e 2016, e entre as mulheres trans e travestis, já passa de 30%.<br><br>A análise rasa e equivocada que frequentemente é feita desses números é a de culpabilização das populações que apresentam as altas prevalências, quando, na verdade, todo o universo acadêmico e científico mundial que estuda HIV entende que elas são as vítimas de uma epidemia que é mediada por fenômenos sociais.<br><br>Homens gays e bissexuais, assim como mulheres trans e travestis, são vulnerabilizados ao HIV pela discriminação e exclusão social a que são submetidos, não acessando, portanto, todo o pacote disponível de prevenção e tratamento existente para esse vírus.<br><br>Referência: https://ricovasconcelos.blogosfera.uol.com.br/2019/09/13/entenda-por-que-e-um-erro-associar-o-aumento-do-hiv-a-homossexualidade/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 21:00:22 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação de série</title>
         <author>andremendonca2</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2323000118</link>
         <description><![CDATA[<div>Positivos é uma série escrita e dirigida por Daniel Sena, voltada para o publico lgbt e que mostra o cotidiano de pessoas que convivem com o vírus HIV e a luta contra o preconceito e a discriminação e através de seus personagens fazem um alerta sobre a situação da AIDS no Brasil. A serie ganhou reconhecimento por seu alcance e por tratar o tema de forma direta e verdadeira.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/UflLueTrJX8" />
         <pubDate>2022-10-03 00:47:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teoria da Ideologia de gênero</title>
         <author>mariasilva237</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2323009297</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideologia de gênero é uma expressão usada pelos críticos de que na realidade os gêneros são uma construção social. Para aqueles que defendem essa ideologia não existe somente o gênero masculino e feminino. Acredita que esse termo surgiu pela primeira vez em 1998 e desde então carrega um sentido pejorativo – negativo, ofensivo. Algumas mentes mais conservadoras da sociedade que vão contra essa ideologia e protestam a respeito, dizem que realizar atividades e falar sobre questões de gênero e ou sexualidade, por exemplo, principalmente em ambientes escolares, afirmam que as escolas irão ferir os valores da família, como por exemplo o medo de menosprezar crenças familiares e trazer intolerância religiosa e também induzir as crianças a serem parte desse movimento.&nbsp;<br><br>A identidade de gênero é automaticamente ligada a sexo atribuído, correspondente ao órgão sexual que o indivíduo nasceu, contudo, o fato de determinada pessoa ter nascida com o órgão sexual masculino não faz com que essa pessoa se identifique necessariamente como homem, isso é o que a ideologia de gênero quer dizer. A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que a identidade de gênero é a maneira como um indivíduo se reconhece, como ele percebe sua própria identidade.&nbsp;<br><br>A ideologia de gênero no Brasil Em 2014 o termo ideologia de genro se tornou famoso quando o MEC quis incluir educação sexual, dentre outros assuntos dentro dessa abordagem, no Plano Nacional de Educação. Em 2018 nas eleições o termo volto com ainda mais forças quando um candidato fazia uso de um termo pejorativo a um projeto nomeado como “Escola se Homofobia”, porém o Tribunal Superior Eleitoral decretou tudo como fake news e mesmo diante de ter sido declarado como uma informação falsa isso levantou novamente a questão de gênero.&nbsp;<br><br>Referências: https://www.significados.com.br/ideologia-de-genero/<br>https://www.politize.com.br/ideologia-de-genero-questao-de-genero/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 01:03:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Indicação de filme </title>
         <author>mariasilva237</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2323010528</link>
         <description><![CDATA[<div>Tomboy (Céline, Sciamma, 2012) Em uma cidade do interior da França, Laure, 10 anos, muda com sua família, durante as férias de verão, para um novo bairro. Laure passa os dias brincando com sua irmã mais nova, ao lado do pai e da mãe, grávida de um irmãozinho. Aos poucos, vai se enturmando com as outras crianças do condomínio, dedicadas a uma rotina de brincadeiras e descobertas. Tudo perfeito se não fosse por um detalhe: Laure não se identifica como menina, mas como menino e se apresenta aos novos colegas como Michael. Os pais, ainda que bastante afetuosos, não conseguem lidar com a complexidade da situação. Classificação indicativa: 10 anos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 01:05:56 UTC</pubDate>
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         <title>Ideologia de gênero nas escolas</title>
         <author>enzogabriel5</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2323014950</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideologia de gênero é uma teoria que propõe que uma criança pode ser<br>direcionada a escolher uma orientação sexual a partir de influencia externa,<br>como escola, família e amigos. Com base nessa linha de pensamento podemos<br>afirmar que um garoto hétero pode vir a ser homossexual por influencia de um<br>professor , familiar ou um amigo.<br>&nbsp;&nbsp;<br>O sexo é determinado no momento da fecundação do óvulo. Nos mamíferos ocorre a partir dos cromossomos sexuais encontrados nos gametas masculinos, que são os espermatozóides (XY), e no gameta feminino, que é o óvulo (XX).&nbsp;<br><br>Compreendemos que a espécie humana tem 46 cromossomos, sendo que 23 desses cromossomos são doados pela mãe (no óvulo), já os outros 23 cromossomos foram doados pelo pai<br>(no espermatozoide). Por as fêmeas terem cromossomos homólogos, ou seja, iguais<br>(XX), elas poderão doar a seus filhos somente o cromossomo sexual X, pode-se<br>concluir que a mãe não tem papel significativo na determinação do sexo. Com<br>isso, afirmar-se que a determinação do sexo é feita pelo pai, pois pode doar o<br>cromossomo sexual X, dando origem a um bebê do sexo feminino, ou o cromossomo<br>sexual Y, dando origem a um bebê do sexo masculino. Nos mamíferos, é conhecido<br>um gene presente no cromossomo Y, chamado de SRY (sex-determining region Y), que determina o desenvolvimento de testículos e, tendo por fim o o sexo<br>masculino no feto.<br>&nbsp;&nbsp;<br>A orientação sexual é um termo que se relaçona com as diferentes formas de<br>atração afetiva e sexual de cada ser humano. Esse conceito veio fazer a<br>substituição de “opção sexual” já que os indivíduos não escolhem sua<br>orientação, por isso, desenvolvem sua sexualidade ao longo da vida. Dessa<br>forma, uma pessoa não escole ser heterossexual ou homossexual.<br>&nbsp;&nbsp;<br>Assim vemos que ninguém escole ser heterossexual ou homossexual, já que isso<br>está relacionado com uma atração afetiva e sexual de cada pessoa. Por tanto é<br>muito mais do que uma simples escolha ou influencia do interno.<br><br>Referências: Ideologia de gênero | Coluna #121<br>https://youtu.be/9kowwGuS_-8<br>MORAES, Paula Louredo. "Determinação do sexo em bebês"; Brasil Escola.<br>&nbsp;https://brasilescola.uol.com.br/biologia/determinacao-sexo-bebes.htm. Acesso<br>Orientação Sexual: o que é, tipos e na escola - Toda Matéria<br>https://www.todamateria.com.br/orientacao-sexual/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 01:12:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Representatividade na política</title>
         <author>andremendonca2</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2323026581</link>
         <description><![CDATA[<div>A legislação eleitoral do Brasil, como forma de diminuir a sub-representatividade de gênero, vem implementando regras que visam o aumento significativo de candidaturas dos segmentos minoritários nas eleições proporcionais de suas Casas Legislativas.<br><br></div><div>Na visão de Gomes (2020), entende-se por <strong>cota eleitoral de gênero</strong> como a ação afirmativa que visa “espaço mínimo de participação de homens e mulheres na vida política do País”, em obediência aos valores da cidadania e no pluralismo político, enquanto fundamentos do Estado Democrático de Direito.<br><br></div><div>Desde o ano de 1997, a Lei das Eleições é a responsável por expandir as noções sobre ações afirmativas eleitorais e participação política. Após uma série de alterações legislativas, atualmente, determina o seu art. 10, §3º que as cotas de gênero sejam aplicadas nas Câmeras Legislativas Municipais, Assembleias Estaduais e Câmara dos Deputados, na proporção de 30%, devendo serem preenchidas desde a oficialização do pedido de registro de candidaturas pelo partido.<br><br></div><div>Vale ressaltar que apesar da cota de gênero ter origem em um contexto que tem por objetivo neutralizar a questão da sub-representatividade eleitoral e incluir a participação feminina nos espaços públicos de poder, atualmente, esta ação afirmativa é interpretada em benefício do gênero menos representado, e não unicamente em prol de candidaturas femininas. Por esta razão, veda-se apenas registro de candidaturas de mulheres ou apenas de homens na formação da chapa partidária.<br><br>Referência: https://www.politize.com.br/representatividade-lgbtqia-politica/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 01:31:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eleições 2022</title>
         <author>andremendonca2</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2323030747</link>
         <description><![CDATA[<h1>São Paulo elege primeira mulher trans como deputada federal; Erika Hilton está entre as dez melhores votações.</h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 01:37:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eleições 2022</title>
         <author>andremendonca2</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2323033373</link>
         <description><![CDATA[<div>Duda Salabert (PDT) é a primeira trans eleita para a Câmara dos Deputados, com terceira maior votação em Minas, neste domingo (2/09), com mais de 204 mil votos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 01:41:33 UTC</pubDate>
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         <title>Representatividade no meio musical brasileiro</title>
         <author>andremendonca2</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2323039192</link>
         <description><![CDATA[<div>Além de Pabllo Vittar, Liniker, Linn da Quebrada, Pepita, Lia Clark, Jão, entre outros cantores LGBTQIAP+ que se destacam no cenário musical brasileiro em diversos gêneros, há aqueles que não possuem notoriedade nacional, mas ainda assim continuam buscando um lugar sob os holofotes. A vida dos músicos LGBT independentes pode ser resumida, entre outras coisas, à constante tentativa de conquistar espaço para expor a própria arte – de preferência sem estarem sujeitos a represálias.<br><br>Referência: https://queer.ig.com.br/2022-04-22/dificuldades-dos-musicos-lgbt-independentes-no-brasil.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 01:50:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Representatividade no meio cinematográfico brasileiro</title>
         <author>gabrielledamasio</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2323052433</link>
         <description><![CDATA[<div>Conhecida como a “travesti da família brasileira” numa época em que a ditadura militar reinava e demarcava o retrocesso em termos de visão de mundo. Rogéria nasceu no dia 25 de maio de 1943 e se tornou uma das figuras emblemáticas da comunidade LGBT.<br><br>Referência: https://observatoriog.bol.uol.com.br/noticias/famosos/13-famosos-lgbt-brasileiros-que-fizeram-historia</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 02:09:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vera Verão </title>
         <author>gabrielledamasio</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2323055956</link>
         <description><![CDATA[<div>Vera Verão, um dos maiores nomes de drag queens que já existiu no Brasil.&nbsp;<br>Negro e homossexual, o artista teve que enfrentar os preconceitos – racismo e homofobia – e todos os percalços para ser quem era.<br><br>Referência: https://observatoriog.bol.uol.com.br/noticias/famosos/13-famosos-lgbt-brasileiros-que-fizeram-historia</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 02:15:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paulo Gustavo</title>
         <author>gabrielledamasio</author>
         <link>https://padlet.com/andremendonca2/nez0z25jw6tikld/wish/2323061695</link>
         <description><![CDATA[<div>Paulo Gustavo Amaral Monteiro de Barros (1978-2021) foi um ator, humorista e apresentador brasileiro. <br>Nascido em 30 de outubro de 1978 em Niterói (RJ),ganhou enorme reconhecimento com sua personagem Dona Hermínia, uma mãe e dona de casa, protagonista dos três filmes da série <em>Minha Mãe é Uma Peça</em>.&nbsp;<br>Assumidamente homossexual, Paulo tratou assuntos relevantes como a valorização da população LGBTQIA+ de maneira leve e bem humorada, levando o debate para milhares de pessoas.<br><br>Referência: https://www.ebiografia.com/paulo_gustavo/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 02:23:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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