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      <title>Literatura indígena by PRISCILLA CRISTIANE DOS SANTOS</title>
      <link>https://padlet.com/priscillacristiane/neg7rzdvcu8rsxu6</link>
      <description>Vozes: povos originários do Brasil</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-03 18:08:45 UTC</pubDate>
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         <title>Um poema de Eliane Potiguara</title>
         <author>priscillacristiane</author>
         <link>https://padlet.com/priscillacristiane/neg7rzdvcu8rsxu6/wish/2168816070</link>
         <description><![CDATA[<div>Eliane se define cidadã do mundo. É formada em Letras e especialista em Educação. É professora, escritora, poeta, ativista descendente do povo potiguara.</div><div>É fundadora e coordenadora do GRUMIN – Grupo Mulher/Educação Indígena, que é a primeira organização de mulheres indígenas surgida no País, com isso tornando-se participe da criação e evolução do movimento indígena brasileiro.</div><div>Durante uma década participou da elaboração da Declaração Universal dos Direitos Indígenas na ONU em Genebra. Em 1988 foi eleita uma das dez mulheres do ano no Brasil. Foi agraciada com o título de Cavaleiro da Ordem do Mérito Cultural. É Embaixadora da Paz pelo Círculo de Escritores da França.</div><div>Sua obra obteve reconhecimentos e premiações em nível nacional e internacional, entre os quais o Pen Club da Inglaterra, o Fundo Livre de Expressão dos EUA. As múltiplas atividades por ela desenvolvidas vertem em torno dos direitos dos povos indígenas, da biodiversidade, dos conhecimentos tradicionais. Edito pela Global Editora, seu livro de grande sucesso é <strong><em>Metade cara, metade máscara</em></strong>.<br><br></div><div>O titulo do poema de sua autoria que escolhi vos apresentar é:<br><br></div><div><strong><em>Oração pela libertação dos povos indígenas</em></strong><br><br></div><div><em>Parem de podar as minhas folhas e tirar a minha enxada<br></em><br></div><div><em>Basta de afogar as minhas crenças e tirar minha raiz.<br></em><br></div><div><em>Cessem de arrancar os meus pulmões e sufocar minha razão<br></em><br></div><div><em>Chega de matar minhas cantigas e calar a minha voz.<br></em><br></div><div><em>Não se seca a raiz de quem tem sementes<br></em><br></div><div><em>Espalhadas pela terra pra brotar.<br></em><br></div><div><em>Não se apaga dos avós – rica memória<br></em><br></div><div><em>Veia ancestral: rituais pra se lembrar<br></em><br></div><div><em>Não se aparam largas asas<br></em><br></div><div><em>Que o céu é liberdade<br></em><br></div><div><em>E a fé é encontrá-la.<br></em><br></div><div><em>Rogai por nós, meu Pai-Xamã<br></em><br></div><div><em>Pra que o espírito ruim da mata<br></em><br></div><div><em>Não provoque a fraqueza, a miséria e a morte<br></em><br></div><div><em>Rogai por nós – terra nossa mãe<br></em><br></div><div><em>Pra que essas roupas rotas<br></em><br></div><div><em>E esses homens maus<br></em><br></div><div><em>Se acabem ao toque dos maracás.<br></em><br></div><div><em>Afastai-nos das desgraças, da cachaça e da discórdia,<br></em><br></div><div><em>Ajudai a unidade entre nações.<br></em><br></div><div><em>Alumiai homens, mulheres e crianças,<br></em><br></div><div><em>Apagai entre os fortes a inveja e a ingratidão.<br></em><br></div><div><em>Dai-nos luz, fé, a vida nas pajelanças,<br></em><br></div><div><em>Evitai, ó Tupã, a violência e a matança.<br></em><br></div><div><em>Num lugar sagrado junto ao igarapé.<br></em><br></div><div><em>Nas noites de lua cheia, ó MARÇAL, chamai<br></em><br></div><div><em>Os espíritos das rochas pra dançarmos o Toré.<br></em><br></div><div><em>Trazei-nos nas festas da mandioca e pajés<br></em><br></div><div><em>Uma resistência de vida<br></em><br></div><div><em>Após bebermos nossa chicha com fé.<br></em><br></div><div><em>Rogai por nós, ave-dos-céus<br></em><br></div><div><em>Pra que venham onças, caititus, seriemas e capivaras<br></em><br></div><div><em>Cingir rios Juruena, São Francisco ou Paraná.<br></em><br></div><div><em>Cingir até os mares do Atlântico<br></em><br></div><div><em>Porque pacíficos somos, no entanto.<br></em><br></div><div><em>Mostrai nosso caminho feito boto<br></em><br></div><div><em>Alumiai pro futuro nossa estrela.<br></em><br></div><div><em>Ajudai a tocar as flautas mágicas<br></em><br></div><div><em>Pra vos cantar uma cantiga de oferenda<br></em><br></div><div><em>Ou dançar num ritual lamaká.<br></em><br></div><div><em>Rogai por nós, Ave Xamã<br></em><br></div><div><em>No Nordeste, no Sul toda manhã.<br></em><br></div><div><em>No Amazonas, agreste ou no coração da cunhã.<br></em><br></div><div><em>Rogai por nós, araras, pintados ou tatus,<br></em><br></div><div><em>Vinde em nosso encontro<br></em><br></div><div><em>Meus Deus, NHENDIRU!<br></em><br></div><div><em>Fazei feliz nossa mintã<br></em><br></div><div><em>Que de barrigas índias vão renascer.<br></em><br></div><div><em>Dai-nos cada dia de esperança<br></em><br></div><div><em>Porque só pedimos terra e paz<br></em><br></div><div><em>Pra nossas pobres – essas ricas crianças.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 18:52:47 UTC</pubDate>
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         <title>Índio eu não sou</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Márcia Wayna Kambeba é indígena, do povo Omágua/Kambeba no Alto Solimões (AM). Nasceu na aldeia Belém do Solimões, do povo Tikuna. Mora hoje em Belém (PA) e é mestra em Geografia pela Universidade Federal do Amazonas.<br>Escritora, poeta, compositora, fotógrafa e ativista, Márcia percorre todo o Brasil e a América Latina com seu trabalho autoral, discutindo a importância da cultura dos povos indígenas, em uma luta descolonizadora que chama para um pensar crítico-reflexivo sobre o lugar atual dos povos originários sul-americanos.<br><br></div><div><strong>Índio eu não sou<br></strong><br></div><div>Não me chame de “índio” porque<br>Esse nome nunca me pertenceu<br>Nem como apelido quero levar<br>Um erro que Colombo cometeu.<br><br></div><div>Por um erro de rota<br>Colombo em meu solo desembarcou<br>E no desejo de às Índias chegar<br>Com o nome de “índio” me apelidou.<br><br></div><div>Esse nome me traz muita dor<br>Uma bala em meu peito transpassou<br>Meu grito na mata ecoou<br>Meu sangue na terra jorrou.<br><br></div><div>Chegou tarde, eu já estava aqui<br>Caravela aportou bem ali<br>Eu vi “homem branco” subir<br>Na minha Uka me escondi.<br><br></div><div>Ele veio sem permissão<br>Com a cruz e a espada na mão<br>Nos seus olhos, uma missão<br>Dizimar para a civilização.<br><br></div><div>“Índio” eu não sou.<br>Sou Kambeba, sou Tembé<br>Sou kokama, sou Sataré<br>Sou Guarani, sou Arawaté<br>Sou tikuna, sou Suruí<br>Sou Tupinambá, sou Pataxó<br>Sou Terena, sou Tukano<br>Resisto com raça e fé<br><br><br><br>Maria Eduarda, Ellen, Gabriela<br>atividade sala de informatica 2A</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 11:21:48 UTC</pubDate>
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         <title>Oz Guarani</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/priscillacristiane/neg7rzdvcu8rsxu6/wish/2169748941</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo de Rap indígena, formado pelos jovens guerreiros Guarani Mbya residentes da Terra Indígena Jaraguá, na cidade de São Paulo, interpretam canções de resistência e de fortalecimento da luta indígena por seus direitos, por meio do Rap e do Hip Hop. Representam, por meio da música, a luta do seu povo, relatando os problemas diários sofridos na comunidade, além de narrar o histórico conflito pela demarcação das terras e a resistência indígena.<br><br></div><div>Com Xondaro, Wera MC, Vlad MC e Mano Glovers<br><br>Os mano firmeza já vêm chegando<br>Salve, salve, no corre, na correria<br>Pode pá, é nóis que tá<br>Pode crer, estamo aqui no ar<br>Representando no Rap<br>O dia a dia de batalha do índio guerreiro<br>Atrás da paz, verdade, anhete [verdade]<br>Com a fé de Deus na mente<br>M´Bya kuery [O indígena] não desiste<br>Direto da Aldeia Jaraguá<br>Na responsa pra somá<br>A nossa voz está no ar<br>Aqui mais um rapaz, humilde sobrevivente,<br>Eu manjo mesmo no som, a minha rima está aqui<br>No meu rap eu vou seguindo meu caminho<br>Até o fim, muitas vezes já caí<br>Meus parceiros me levantam, me levanto e mais forte fico<br>Assim que é truta, no mundão a batalha é que não falta<br>O meu coração bate forte na missão de conseguir demarcação<br>Pois então, eu num quero desandar<br>Acredito no que sou, em cima vou rimando, vou gritando<br>Chega de corrupção<br>Xondaros [guerreiros], guerreiros, herdeiros da aldeia, sou índio Guarani<br>Eu rimo e vou mandando em Guarani, escuta aí:</div><div>Kunimin Gué Kunha Taingué kyri guei Py tu nhavó jerekoike<br>[os jovens e as crianças toda noite entram na casa de reza]<br>Opy ojerojy mborai omonhendu tataxinare ko haxy´i Pavé hapotei omombey<br>[Fazem sua dança e pedem força para todos os parentes]</div><div>Morô...</div><div>Nóis tá de pé, firme e forte assim que é<br>Se liga na fita é Hip Hop Guarani nessa quebrada<br>Oz Guarani chegou,<br>Tekoa [aldeia] representou,<br>Satisfação total<br>Yvy kaguy yy opa´mbaé [a terra, a natureza e outras coisas] que é natural<br>Orembaé Xondaro kuery rovae orereko´ma roxauka<br>[Nossos jovens guerreiros chegaram mostrando nosso modo de vida]<br>Um dia de sol, na zona oeste, Jaraguá, Tekoa<br>Os mano e as mina no campo jogando bola<br>A criançada brincando, com o sorriso no rosto<br>Sendo feliz, assim que é, no meu olhar<br>Xerexa´py aexá tekoa [No meu olhar eu vejo] é bom lugar<br>Mas então por que não demarcar?<br>Prazer sou mano Glovers<br>Sobre, sobreviver no Inferno, vou mandando o meu som<br>Pros irmãos lá do fundão, agora nóis barra pesada<br>Da aldeia Jaraguá, com total confiança<br>Pode crer, Oz Guarani, com vocês para somar<br>Pode crer, Oz Guarani, com vocês para somar<br>Pode crer, Oz Guarani, com vocês para somar</div><div>O índio é forte e sobrevive jogado à própria sorte<br>O índio é forte e sobrevive jogado à própria sorte</div><div>Como pode, sem terra pra morar, sem rio para pescar<br>O Juruá [não indígena] desmata a mata e mata os M´bya [indígenas]<br>Mas Wera MC e Oz Guarani<br>Não cansa de lutar, e seguiremos assim até a morte<br>O índio é forte</div><div>Tekoa´pyma oiko peteí xondaro<br>[na aldeia vive um guerreiro]<br>Pytu nhavó omaé jaxy tatare<br>[toda noite olha as estrelas]<br>Pavé Japorai nhanderu ete´pe<br>[vamos rezar todos juntos]<br>A luta não para, a luta não para</div><div>Tekoa´pyma oiko peteí xondaro<br>[na aldeia vive um guerreiro]<br>Pytu nhavó omaé jaxy tatare<br>[toda noite olha as estrelas]<br>Pavé Japorai nhanderu ete´pe<br>[vamos rezar todos juntos]<br>A luta não para, a luta não para<br><br><br>Geovanna Lopes, Nicole Rodrigues, Giovana Alves e Murilo Oliveira<br>2A</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 11:27:00 UTC</pubDate>
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         <title>Márcia Vieira da Silva, conhecida pelo nome artístico de Márcia Wayna Kambeba (Benjamin Constant , 1979) é uma poeta e geógrafa brasileira .</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/priscillacristiane/neg7rzdvcu8rsxu6/wish/2169762066</link>
         <description><![CDATA[<div>De etnia Omágua/Kambeba, nasceu numa aldeia ticuna, onde viveu até os oito anos de idade, quando se mudou com a família para São Paulo de Olivença. Graduou-se em Geografia pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Fez o mestrado na Universidade Federal do Amazonas e pesquisa o território e identidade da sua etnia .<br><br>Como poeta, adotou o nome indígena Wayna. Sua poesia mostra semelhanças com a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel">literatura de cordel</a> e reflete a violência contra os povos indígenas e os conflitos trazidos pela vida na cidade.<br><em>Chega de matar minhas cantigas e calar a minha voz</em>:</div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É preciso que a pessoa relate.</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esta é minha história/Tenho muito pra contar!</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Estão nas linhas invisíveis, nas sombras das folhas, no silêncio dos parágrafos.</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Abre esses teus olhos de ver e esses teus ouvidos de ouvir e vem ver o mundo além da tua cela.</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;-Você me olhou com o coração e não com os olhos.</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Vem sentir minhas raízes, espalhadas nesse chão.</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Tive um sonho e uma voz disse que era pra nóis segui o caminho do sol, que nós vai encontrar nossos parentes!</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Seu pássaro preferido é a arara-azul</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Gente, animal e planta se afinam juntos.</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Fazemos arte como expressão do cotidiano [...] para lembrar os nossos encantados!</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Em volta da fogueira: memória, história/O mundo se recria</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Na busca pelo direito/De ter nosso território ancestral</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;E eternizar o ciclo encantado que sustenta os povos originários pelo mundo afora e pela tradição adentro.</em></div><div><br>Diego Alves 2A<br>Matheo Lorenzo 2B</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 11:40:22 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura Indígena</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/priscillacristiane/neg7rzdvcu8rsxu6/wish/2173320472</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Os filhos das águas dos Solimões </mark><br><br>A água é a mãe que sustenta<br>A vida que nasce como flor<br>Alimenta a planta e o ser vivente<br>É estrada onde anda o pescador.<br><br>Na enchente, vem veloz e furiosa<br>Derrubando ribanceiras e plantações<br>Afeta a vida do indígena e ribeirinho<br>É um ciclo, que se renova a cada estação.<br><br>Na vazante o rio quase some<br>E a praia começa a surgir<br>A água, agora bem calminha<br>Não tem forças para a roça destruir.<br><br>Nas margens de um rio em formação<br>Vive um povo que a água fez nascer<br>Em um parto de dor e emoção<br>Na várzea o Kambeba escolheu viver.<br><br>Mas em um contato fatal<br>Com um povo mais socializado<br>Fez dos herdeiros das águas<br>Um povo desaldeado.<br><br>Tomando seu solo sagrado<br>Sem dor, piedade ou compaixão<br>Os Kambebas foram escravizados<br>Apresentados a “civilização”<br>Exploraram a sua força<br>Forjando uma falsa proteção.<br><br><br></div><div><em><mark>BIOGRAFIA </mark></em></div><div><br>Pertencente a etnia <br>Omágua/Kambeba, a poeta e geógrafa Marcia Wayna Kambeba nasceu na aldeia ticuna, em Belém do Solimões (1979).<br><br>Aos oito anos, mudou-se com a família para São Paulo de Olivença, onde estudou até o ensino médio. Por influência da avó, que era professora e poeta e lecionou por mais de 40 anos na aldeia onde nasceu, compartilhando toda sua vivência ribeirinha, Marcia Kambeba começou a escrever seus primeiros versos aos 14 anos.<br><br>Mais tarde, Marcia Kambeba fez nova mudança para Tabatinga, também no Amazonas, onde se graduou em Geografia pela UEA.<br><br>Apesar das dificuldades, trabalhou como radialista por mais de 10 anos, passando a conciliar o trabalho com os estudos em determinado momento. Junto com o marido, lutava para conseguir quitar o apartamento em que moravam, bem como as demais despesas.<br><br><br><br><mark>Guilherme Vinicius 2ºa</mark><br><mark>Julia barbosa 2ºa<br>Larissa vieira2ºa</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-06 18:41:38 UTC</pubDate>
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