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      <title>Diálogos sobre alfabetização: na dimensão discursiva by Leticia Lima</title>
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      <description>Padlet produto educacional da disciplina de Linguagem Oral e Escrita ministrada pela prof. Dr. Elizabeth Orofino Lúcio na Universidade Federal do Pará/Campus Belém produzido pela equipe Mariposa Atlas composta pelas integrantes Fernanda Assis, Letícia Conceição, Luana Aila, Mayara França</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-10 20:56:20 UTC</pubDate>
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         <title>2.4 ALFABETIZAÇÃO DISCURSIVA (LETICIA)</title>
         <author>leticia82lima</author>
         <link>https://padlet.com/leticia82lima/nd6s9epnu9pwz78x/wish/2379285249</link>
         <description><![CDATA[<div>Alfabetização é um ato político de resistência, o conhecimento move, comove, transforma e revoluciona. Revoluciona é importante, além do mais se for através de método que alfabetize de forma correta os indivíduos.<br>Uma das teses onde podemos extrair a Alfabetização discursiva é por meio do livro de doutorado de Ana Luiza Smolka, através dela vemos uma grande mudança importância no processo alfabético, trás grandes autores como Paulo Freira, Bakhtin e Levi Vigotsky, Smolka aponta resistênci&nbsp; de rupturas presentes na escola, construiu uma prática de linguagem significativa capaz de dialogar os saberes das crianças, evidência uma visão crítica da escola.<br>No livro smolka deixa evidente que o modo de falar, sentir, agir e pensar das crianças são constituídos e absorvidos pelas relações sociais.<br>A autora destaca isto perfeitamente quando relata sua pesquisa com crianças de diferentes contextos socio-econômicos, as crianças que tinham contato com mundo dentro e fora da escola frequentando, restaurantes, supermercado, assistindo televisão, escutavam seus parentes lendo livros, tinham respostas correspondentes a escrita.<br>Enquanto as que não tinham esse contato com mundo, não estavam com esse desenvolvimento da escrita e assim percebi-se que o avanço da escrita está no processo de elaboração e construção do mundo.<br>(...) a escola tem ensinado as crianças a escrever, mas não a dizer - e sim, repetir - palavras e frases pela escritura; não convém que elas digam o que pensam, que elas escrevam o que dizem, que elas escrevam como dizem (porque o "como dizem" revela as diferenças); a escola tem ensinado as crianças a ler um sentido supostamente unívoco e literal das palavras e dos textos e a escola tem banido aqueles que não conseguem aprender o que ela ensina, culpando-os pela incapacidade de entendimento e de compreensão. O que a escola, como instituição, não percebe; é que a incompreensão não é fruto de uma incapacidade do indivíduo, mas é resultado de uma forma de interação. Assim sendo, as formas de interação nas escolas têm produzido tanto os alfabetizados quanto os considerados iletrados e analfabetos. Isto porque o processo de aquisição da escrita nas crianças se realiza não só na margem ou no percurso do "ilegível" para o legível, mas no espaço do "inter-dito", da "ilegalidade", da provocação até, na medida em que se processa nas tentativas de legitimação de diferentes modos de dizer pelo trabalho de escrever, SMOLKA, 1993, p. 112<br>Desta maneira Smolka trás a Alfabetização discursiva como maneira importante a ser utilizado nesse processo, a aproximação da escrita convencional e assim o aluno alcança alternativas de escrita, ele elabora por meio da língua que está inserido, faz o fundamental que é pensar e elaborar sobre ação sobre a língua que usufrui no seu processo cultural e social.<br><br><br><strong>Referência</strong> <br>SMOLKA, Ana Luiza Bustamantw. <strong>A criança na fase inicial da escrita: A alfabetização como processo discursivo.</strong> São Paulo: Cortez; Campinas; SP: Editora da Universidade de Campinas, 6. ed. 1993</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-10 20:58:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.3 CONCEPÇÃO DE LINGUAGEM (LETICIA)</title>
         <author>leticia82lima</author>
         <link>https://padlet.com/leticia82lima/nd6s9epnu9pwz78x/wish/2379285785</link>
         <description><![CDATA[<div>A linguagem é essencial no desenvolvimento mental da criança, através dela&nbsp; nos expressamos seja por meio da leitura, fala ou oralidade. É importante conhecer as concepções de linguagem para desenvolver atividades que trabalhem o desenvolvimento das crianças corretamente.<br>Existe três diferentes concepções de linguagem:<br>A linguagem como instrumento de comunicação: a qual a unidade passa ser a frase e a oralidade tem indícios para ser considerada de forma síncrona. A leitura se baseia em interpretar os códigos da comunicação e entender o estabelecimento das relações superficiais, o texto é tido como modelo a ser seguido, mas com um sentido único, a linguagem é descritiva, a língua tem função de transmitir informações e&nbsp; produção textual se baseia nas tipologias textuais sendo elas discrição, narração e dissertação.<br>Linguagem como expressão do pensamento: nesta o sujeito é visto como consciente e individual , baseada na gramática, é uma reflexão do nosso raciocínio lógico, não tem espaço para o estudo das variações linguísticas,&nbsp; o texto é determinado como pronto e acabado, não está disponível para novas interpretações, imerso na formação de palavras fonema e morfema, a leitura é vista como apenas um processo de decodificação de códigos e a oralidade deve seguir a forma escrita.<br>O texto não é priorizado e muito menos ocorre diálogo com ele, porém segundo FUZA, OHUSCHI, MENEGASSI, 2011, p. 483<br>(...) o texto é constituído da representação do pensamento do produtor e é visto como um produto. A partir disso, não cabe questioná-lo, mas sim, exercer um papel passivo diante dele, apenas recebendo informações. <br>Linguagem como processo de interação: o indivíduo é um ser psicossocial , a leitura é um processo de interação entre texto e diversos contextos, predomina a interação social, o texto é denominado como processo de interação entre os seres humanos, o mesmo passa a ser a unidade básica de análise,&nbsp; a escrita e oralidade passar a ter relevância juntos e as variações linguísticas são usadas.<br><br><strong>Referências</strong> <br>VIGOTSKY, L.S. <strong>Pensamento e Linguagem</strong>. São Paulo: Martins Fontes, 1989.<br>FUZA, Angela F. OHUSCHI, Márcia C. G. MENEGASSI, Renilson J. <strong>Concepções de linguagem e o ensino da leitura em língua materna.</strong> Petolas, v. 14, n.2, p. 479-501, 2011.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-10 20:58:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.2 O TRABALHO INICIAL: OS GÊNEROS DISCURSIVOS (MAYARA)</title>
         <author>leticia82lima</author>
         <link>https://padlet.com/leticia82lima/nd6s9epnu9pwz78x/wish/2379286493</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Gêneros discursivos na visão de Mikhail Bakhtin<br><br></strong>Para Bakhtin (2003), os gêneros do discurso resultam em formas-padrão “relativamente estáveis” de um enunciado, determinadas sócio-historicamente. Dessa forma, os gêneros são, <strong>formas de enunciados</strong> produzidas historicamente, que se encontram disponíveis na cultura, como notícia, reportagem, conto etc. <br><br>Trabalhar<strong> </strong>os diversos gêneros discursivos na alfabetização das crianças, diz respeito à aquisição de valores, seja na construção do aprendizado e no despertar do interesse pela leitura de maneira específica. Assim, Sales (2011) acredita-se que o texto seja ele um conto, uma poesia, uma receita ou mesmo um texto publicitário contribuem para auxiliar ao aluno no entendimento e interpretação de determinado assunto, facilitando e enriquecendo assim sua leitura e escrita.<br><br></div><div>Na pespectiva discursiva de Smolka (2012), a proposta pedagógica deve estar organizada para dar voz e vez a esta criança.&nbsp;<br><br>A voz do aluno seriam as suas histórias, suas reflexões sobre o mundo em que está inserido, pois, como nativo da língua, a utiliza em situações significativas culturalmente constituídas.<br><br>Essa proposta deve favorecer um trabalho com oralidade, a leitura e a escrita como função social e a criança como um sujeito do discurso.&nbsp;<br><br></div><blockquote><strong><em>Como explorar essa oralidade?</em></strong></blockquote><div><br></div><div>Possibilitando a explorar seu pensamento para depois trabalhar com a linguagem na sua forma escrita, exemplos: conversas, leitura de textos, debates e brincadeiras, explorando de forma intensa os elementos da oralidade.<br><br></div><blockquote><strong><em>A leitura e a escrita como função social</em></strong></blockquote><div><br>Produzir textos nas suas formas mais variadas, textos reais que fazemos uso socialmente. Exemplos: propagandas, o livro, a música, a poesia, os jornais, avisos, placas de anúncio, os bilhetes, as listas etc.&nbsp;</div><div><br></div><div>A criança precisa refletir sobre o que escreve, para quem escreve, quando escrever e como escrever, uma vez que a escrita será mais um instrumento de interação nas suas relações cotidianas.&nbsp;</div><div><br></div><div>Dentro dessa perspectiva, os discursos orais que poderão se organizar em discurso escritos das crianças serão os conteúdos de trabalho do professor alfabetizador.<br><br>A apropriação da leitura e da escrita deve ser pensada dentro de um processo de troca e compreensão de sentidos que se dão nas interações entre os diferentes sujeitos. <br><br>Portanto, é importante saber <strong>selecionar o gênero</strong> para organizar um discurso implica <strong>conhecer suas características</strong>, para avaliar a sua adequação aos objetivos a que se propõe e ao lugar de circulação, por exemplo. Quanto mais se sabe sobre esse gênero, maiores são as possibilidades do discurso ser eficaz.<br><br><br><br></div><div><br><strong>Referências<br><br></strong>BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In: BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003. p.261-306. <br><br>SALES, G. M. Literatura infantil e os contos de fadas na construção de valores e formação da criança. Artigo Maio de 2011.<strong><br><br></strong>SMOLKA, Ana Luiza Bustamante. A Criança na Fase Inicial da Escrita: a alfabetização como processo discursivo. 13ª ed. São Paulo, Cortez e Editora, 2012.&nbsp;</div><div><br></div><div><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-10 20:59:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.1 O NOME NA ALFABETIZAÇÃO (MAYARA)</title>
         <author>leticia82lima</author>
         <link>https://padlet.com/leticia82lima/nd6s9epnu9pwz78x/wish/2379286742</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ao escrever o nome próprio a criança pensa e aprende muito sobre como a escrita funciona.</strong></div><div><br>O trabalho do nome próprio durante o processo da alfabetização serve como ponto inicial para a criança conhecer as letras, sua quantidade, variedade, posição e ordem, confrontando seu conhecimento pessoal com o sistema da escrita.<br><br>As crianças desde de cedo começam a ter contato com a linguagem escrita, antes mesmo de frequentarem a escola. Apesar de não terem aprendido a ler e escrever, elas possuem contato direto com a escrita através do meio que estão inseridas e tudo que faz parte do seu ambiente familiar. A apropriação e utilização de recursos comunicativos se iniciam muito antes da escolarização propriamente dita.&nbsp;<br><br>ESCOLA, NOVA. A conquista do nome próprio.&nbsp;</div><div>‌</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-10 20:59:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2. O INICIO DO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO (LUANA)</title>
         <author>leticia82lima</author>
         <link>https://padlet.com/leticia82lima/nd6s9epnu9pwz78x/wish/2379287030</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; No Brasil o inicio do processo de alfabetização de acordo com a BNCC( Base Nacional Comum Curricular) deve acontecer por volta de seis a sete anos de idade, entre o 1° e o 2° ano do ensino fundamental. Entretanto, esse processo acontece desde a primeira infância, pois desde muito cedo as crianças através do convívio social tem interações com diversos meios e objetos que possibilitam desde a tenra idade esse aprendizado, pois '' A leitura do mundo precede a leitura da palavra''(FREIRE, 1989).<br>&nbsp; &nbsp; As crianças desde muito cedo aprendem, e essa aprendizagem ocorre através das brincadeiras e interações, por isso , nesse momento de descoberta das palavras do contato com os textos, com os livros, aconteça de uma forma prazerosa e lúdica, que por meio dos mais variados gêneros elas sejam instigadas no desejo de querer aprender a ler e a escrever. Uma das maneiras de incentivar a vontade de ler e escrever nas crianças é através da contação de histórias, pois, esse é um momento lúdico onde elas ouvem alguém contar, imitar e mostrar as figuras que estão inseridas no livro, esse é um momento divertido mas também de muito aprendizado. Dessa forma, vai sendo produzido nas crianças o desejo de aprender a ler e a escrever, possibilitando que elas mesmas leiam os livros e produzam seus próprios escritos, e para isso é preciso '' Que as crianças queiram ler e escrever, que saibam ler e escrever e tenham espaços e condições concretas nas instituições para faze-lo são objetivos do ensino fundamental e de seu importante papel na formação cultural e humana''( KRAMER, 2010).<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Segundo Kramer( 2010, p. 3),'' A educação infantil tem papel central na na formação leitor, de garantir o direito à cultura oral e escrita e convívio com diversos gêneros discursivos ( fabulas, contos, provérbios, poemas) e suportes ( em especial livros literários)''. Nesse sentido, a educação infantil tem como foco principal preparar as crianças para o processo de alfabetização. Os professores nessa etapa precisam estimular e possibilitar a interação das crianças com os diversos gêneros, principalmente com a contação de histórias que possibilitam as crianças a ouvir, mais também contar a sua própria história, mesmo que elas ainda não tenham o domínio da leitura e da escrita, mas que através de livros que tenham ilustrações elas possam ser capazes de contar a sua própria versão da história, por isso, é de extrema a importância que nessa etapa se possibilite livros divertidos, interessante e lúdicos, pois, segundo Gontijo(2010, p. 3),'' As crianças gostam de ouvir histórias; elas não se importam de ouvi-las por mais de uma vez. Gostam ainda de imitar as pessoas, recontando as histórias ouvidas''. <br><br><br><strong>Referência:<br></strong><br><em>BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.<br></em><br>FREIRE.<strong> A importância do Ato de Ler</strong>: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados. Cortez, 1989. <br><em>BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.<br><br>KRAMER, Sônia. VERBETE ALFABETIZAÇÃO. Fonte: https://sededeler.wordpress.com/ Revista semestral do PROALE/UFF. Versão digital. ... Revista Sede de Ler | Ano 1 | nº01 · 4 nov · sede de ler digital n.01 CONTIJO, Claudia. VERBETE ALFABETIZAÇÃO. Fonte: https://sededeler.wordpress.com/ Revista semestral do PROALE/UFF. Versão digital. ... Revista Sede de Ler | Ano 1 | nº01 · 4 nov · sede de ler digital n.01</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-10 21:00:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1. VERBETE ALFABETIZAÇÃO (LUANA)</title>
         <author>leticia82lima</author>
         <link>https://padlet.com/leticia82lima/nd6s9epnu9pwz78x/wish/2379287272</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; &nbsp; primeiramente destacaremos segundo o dicionário Aurélio algumas definições da palavra alfabetizar. <br><strong>ALFABETIZAR</strong>: Ensinar a ler e a escrever.<br><strong>alfabet+ iza-</strong> sufixo, indica: tornar, fazer com que.<br>Alfabetizar é tornar o individuo capaz de ler e escrever.<br><br><strong>ALFABETIZAÇÃO: </strong>&nbsp;Ação de alfabetizar.<br><strong>alfabet+ iza(r) +çaõ-</strong> sufixo que forma substantivos indica: ação. <br>Alfabetização é a ação de alfabetizar.<br>&nbsp; &nbsp; O processo de alfabetização que é a ação de ensinar um sujeito a ler e a escrever, vai muito além do que apenas fazer uso da leitura e da escrita, essa ação possibilita a mudança do individuo no âmbito social, cultural, cognitivo, politico, entre outros. Nesse sentido, muito mais do que apenas oferecer acesso a leitura e a escrita por meio de repetição de palavras ou de memorização, é necessário que o sujeito no processo de alfabetização se aproprie da leitura e da escrita, ou seja, faça o uso socialmente da leitura e da escrita, é aquele que ler e compreende o que se lê, e escreve para que os outros também entendam o que se escreveu. Segundo, Kramer (2010, p. 2), "alfabetizar é atuar para garantir que crianças, jovens ou os adultos atribuam sentido aos textos e produzam seus escritos com sentido''. <br>&nbsp; &nbsp; De acordo com a BNCC " esses conhecimentos de alfabetização até o 2° ano incluem a criança compreender diferenças entre escrita e outras formas gráficas, dominar as convenções gráficas, conhecer o alfabeto, compreender a natureza alfabética do nosso sistema de escrita, dominar as relações entre grafemas e fonemas, saber decodificar palavras e textos escritos, saber ler, reconhecendo globalmente as palavras, ampliar a sacada do olhar para porções maiores de textos que meras palavras, desenvolvendo assim influência e rapidez da leitura'' ( BRASIL, 2018, P. 35). Nesse sentido, A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), define que os estudantes possam ser alfabetizados entre o 1° e o 2° anos do ensino fundamental, isto é, que as ações pedagógicas nesses anos devem estar voltadas prioritariamente para o processo de alfabetização, que nessa etapa de alfabetização os alunos realmente aprendam a ler e a escrever e não apenas a decifrar códigos.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;para a aquisição da leitura e da escrita é de suma importância que as ações pedagógicas estejam associadas as práticas sociais em que esses sujeitos estejam inseridos, para que a compreensão e a apropriação da leitura e da escrita aconteça de maneira satisfatória. Gontijo (2010, p. 3 ) afirma que: "A alfabetização pode ser pensada, ao mesmo tempo, como um campo de conhecimento e uma prática sociocultural".<br><br><br><strong>Referência:</strong><br><br>ALFABETIZAR. <em>In</em>: DICIO, Dicionário Online de Português. Porto: 7Graus, 2020. Disponível em: &lt;https://www.dicio.com.br/risco/&gt;. Acesso em: 27/11/2022.</div><div><br></div><blockquote>BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.<br><br>KRAMER, Sônia. VERBETE ALFABETIZAÇÃO. Fonte: https://sededeler.wordpress.com/ Revista semestral do PROALE/UFF. Versão digital. ... Revista Sede de Ler | Ano 1 | nº01 · 4 nov · sede de ler digital n.01 CONTIJO, Claudia. VERBETE ALFABETIZAÇÃO. Fonte: https://sededeler.wordpress.com/ Revista semestral do PROALE/UFF. Versão digital. ... Revista Sede de Ler | Ano 1 | nº01 · 4 nov · sede de ler digital n.01</blockquote><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-10 21:00:35 UTC</pubDate>
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         <title>2.5. ROTINA (FERNANDA)</title>
         <author>leticia82lima</author>
         <link>https://padlet.com/leticia82lima/nd6s9epnu9pwz78x/wish/2406775200</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao receber a turma a professora iniciará trabalhando a oralidade com uma música dos dias da semana, em seguida partirá para uma roda de conversa onde as crianças compartilharão suas vivências, contando algo que fizeram no dia anterior, a professora aproveitará o momento para fazer os combinados do dia com as crianças, após esse momento de dialogo ainda na roda ela apresentará o texto a ser lido para as crianças, podendo ser um poema, conto de acumulação ou outras histórias infantis,&nbsp; em seguida&nbsp; perguntará a elas qual a ideia que a capa e o título do livro traz, deixando assim florescer a imaginação de cada um e provocando curiosidade sobre o texto trabalhado, em seguida o texto será lido pela professora que mostrará cada gravura nele presente durante a leitura para envolver os alunos a cada momento. Em seguida para continuar trabalhando a oralidade com êxito e desenvolver a imaginação, será perguntado as crianças se elas mudariam algo na história e porque, fazendo assim com que elas criem um pedaço para a história e exponha oralmente, modificando-a para que o final fique de seu agrado, depois a professora faria uma votação de melhor final para a história e escreveria no quadro para que todos os alunos passem para os seus cadernos, trabalhando assim a escrita. Após esse momento de escrita, a professora disponibilizaria alguns jogos pedagógicos para a turma ,dividida em grupos pequenos, para que fosse possível realizar a atividade com nomes, desta forma, ela iria selecionando cada uma das equipes para realizar a atividade de reconhecimento dos nomes, que seria feito de modo a trabalhar com o som da silaba inicial e o som da silaba final, com intuito de trabalhar a fonética dos nomes e fazer com que a criança reconheça o som inicial do seu nome e o som final, poderá ser trabalhado&nbsp; também a letra inicial e final do nome, e&nbsp; a quantidade de letras no nome de cada aluno, pra que ele aprenda a noção de tamanho dos nomes, e número de letras. Ao final será cantada a mesma musiquinha das semanas para encerrar a aula.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>ZENTNER, Camila. Como organizar a rotina diária de alfabetização. Nova escola gestão, 2019. Disponível em:&lt; <a href="https://gestaoescolar.org.br/conteudo/2250/como-organizar-a-rotina-diaria-de-alfabetizacao">https://gestaoescolar.org.br/conteudo/2250/como-organizar-a-rotina-diaria-de-alfabetizacao</a> &gt;. Acesso em: 29, novembro de 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-02 15:16:41 UTC</pubDate>
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         <title>2.4. ALFABETIZAÇÃO DISCURSIVA (LETICIA)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticia82lima/nd6s9epnu9pwz78x/wish/2407270057</link>
         <description><![CDATA[<div>CORTELLA, Bárbara. Perspectiva discursiva para Alfabetização. 2020, Disponível em: &lt;https://youtu.be/mrMmVXVBYeI&nbsp; Acesso em: 28 de nov. de 2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-03 01:39:53 UTC</pubDate>
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