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      <title>A ética deontológica de Kant by Inês Samagaio (2023/EBSAS/10E)</title>
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         <title>Criticas à ética de Kant</title>
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         <title>Dever</title>
         <author>24468_19</author>
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         <title>Teses</title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<ol><li><p>O que determina a moralidade de uma ação é a intenção do agente;</p></li><li><p>a única boa motivação é o cumprimento do dever.</p></li></ol>]]></description>
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         <title>Vontade boa</title>
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         <description><![CDATA[<ol><li><p>A única coisa boa em si mesma pois nunca pode ser usada para o mal; </p></li><li><p>inteiramente dirigida pela racionalidade/ imparcialidade;</p></li><li><p>torna-me digno da felicidade. </p></li></ol>]]></description>
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         <title>Uma pessoa tem uma vontade boa quando quer cumprir sempre o dever</title>
         <author>24468_19</author>
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         <title>Tipos de ações</title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>As ações só têm valor moral se a única intenção for a de cumprir o dever.</p>]]></description>
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         <title>Ações contra o dever</title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>As ações contra o dever são ações que violam o dever, como matar, mentir, roubar...</p>]]></description>
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         <title>Ações conformes ao dever</title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>São ações que não têm como única motivação o cumprimento do dever, mas um interesse pessoal. Cumprem o dever com a intenção de evitar uma má consequência. Por exemplo: perder dinheiro, reputação, etc...</p>]]></description>
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         <title>Ações por dever </title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>As ações por dever são realizadas porque reconhecemos que são corretas, por exemplo, se virmos uma carteira no chão, entre ficar com ela e entregar ao dono, entregamos ao dono.</p>]]></description>
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         <title>A lei moral e o imperativo categórico</title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>A lei moral é uma ordem que me diz como devo agir, independentemente de quaisquer condições.</p>]]></description>
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         <title>Imperativos</title>
         <author>24468_19</author>
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         <title>Hipotético</title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>O imperativo hipotético é uma regra que nos diz que meios devemos usar se queremos atingir certos resultados. Enquanto o imperativo hipotético está vinculado a desejos individuais e ações condicionais, a lei moral é baseado na ideia de dever e na universalidade dos princípios éticos. Por exemplo: " Se não queres ser apanhado, então deves ser cuidadoso ao dizer mentiras ". </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-07 11:03:52 UTC</pubDate>
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         <title>Categórico</title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>A lei moral exige respeito absoluto pelo dever, pelo cumprimento de certas normas como não matar, não roubar e não mentir. A palavra categórico significa absoluto, incondicional.</p><p>A lei moral ordena cumprir o dever de forma pura e simples. respeito pelo dever, isto é ,para Kant uma exigência que tem a forma de um imperativo categórico.</p><p>Ex: Cumpre o Código da Estrada!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-07 11:03:52 UTC</pubDate>
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         <title>Heteronomia da vontade</title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>A heteronomia da vontade refere-se à ideia de que a vontade é determinada por fatores externos, como desejos, inclinações ou circunstâncias, em vez de ser dirigida pela razão e pelo dever moral. Imperativos hipotéticos são expressões dessa heteronomia, pois prescrevem ações condicionais baseadas em desejos pessoais ou interesses particulares. Como resultado, as ações orientadas por imperativos hipotéticos não são consideradas morais, pois não são realizadas por dever, mas sim em busca de algum objetivo pessoal. Assim, como exemplo: "Se tu quiseres passar no exame, então estuda". Neste caso, a ação de estudar é condicionada pelo desejo de passar no exame. A pessoa não estuda, porque é o seu dever moral fazê-lo, mas sim, porque deseja alcançar um resultado específico que lhe trará benefícios pessoais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-07 11:03:52 UTC</pubDate>
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         <title>Autonomia da vontade</title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os imperativos categóricos manifestam a autonomia da vontade e, por isso, as ações por eles determinadas são morais. Expressam a ideia de um mandamento moral que é universal e incondicional, baseado na razão prática pura e na exigência do dever. Ao contrário dos imperativos hipotéticos, que são condicionais e dependentes de desejos pessoais, os imperativos categóricos vêm da autonomia da vontade, pois prescrevem ações que devem ser realizadas por respeito ao dever moral, independentemente de quaisquer circunstâncias ou interesses pessoais. Por exemplo: : "Trata a humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre como um fim e nunca como um meio apenas". Kant enfatiza o respeito pela dignidade e autonomia de todas as pessoas, instruindo que devemos agir de maneira a valorizar e proteger os interesses e a liberdade de cada indivíduo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-07 11:03:52 UTC</pubDate>
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         <title>O critério ético da moralidade: como sei qual é o meu dever?</title>
         <author>24468_19</author>
         <link>https://padlet.com/24468_19/nd64rpqvavkuc9as/wish/2983224886</link>
         <description><![CDATA[<p>   Para saber se uma ação é moral, diferentes teorias éticas oferecem critérios distintos, refletindo suas visões sobre o que constitui o correto e o bom.</p><p>    Por exemplo, a&nbsp;máxima <strong>«quando me encontro em apuros, faço uma promessa sem intenção de a cumprir» </strong> pode constituir uma lei moral? </p><p>De acordo com a ética deontológica de Immanuel Kant, a máxima "quando me encontro em apuros, faço uma promessa sem intenção de a cumprir" não poderia ser universalizada como uma lei moral.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-07 11:03:52 UTC</pubDate>
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         <title>1.A ética de Kant é acusada de ser demasiado fria e racional, ao ignorar os sentimentos/emoções, que, muitas vezes, estão na base das nossas ações</title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um exemplo ilustrativo dessa crítica à ética de Kant pode ser encontrado em situações onde a compaixão e a empatia são fundamentais para tomar decisões morais complexas. Imagina que uma pessoa está numa posição de autoridade e precisa de tomar uma decisão que afetará a vida de muitas outras pessoas. Por exemplo, ela é responsável por decidir se uma fábrica deve ser fechada devido à poluição que está a causar na comunidade local. Seguindo estritamente os princípios da ética de Kant, essa pessoa avaliaria a situação com base no dever moral e na universalização da máxima da ação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-07 11:03:52 UTC</pubDate>
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         <title>2. A ética de Kant desvaloriza as consequências da ação</title>
         <author>24468_19</author>
         <link>https://padlet.com/24468_19/nd64rpqvavkuc9as/wish/2983224888</link>
         <description><![CDATA[<p>Um exemplo ilustrativo da crítica de que a ética de Kant desvaloriza as consequências da ação pode ser encontrado em situações onde ações que produzem resultados positivos são desconsideradas se não estiverem alinhadas com o dever moral.</p><p>Por exemplo, considera o seguinte cenário: uma pessoa encontra uma carteira perdida na rua. Dentro da carteira, há uma grande quantia em dinheiro e documentos de identificação. Seguindo os princípios da ética de Kant, essa pessoa decidiria devolver a carteira ao seu legítimo proprietário, independentemente das consequências.</p>]]></description>
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         <title>3. A ética de Kant nem sempre permite resolver conflitos entre deveres morais, uma vez que é uma ética demasiado formal. </title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>Imagina um médico que se depara com um paciente gravemente ferido que precisa de atenção médica imediata para sobreviver. Ao mesmo tempo, esse médico também é um soldado e recebeu ordens de se apresentar imediatamente para cumprir uma missão crucial para a segurança nacional. Segundo a ética de Kant, tanto o dever de salvar vidas quanto o dever de obedecer às ordens superiores são imperativos categóricos.</p>]]></description>
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      <item>
         <title>Fórmula da lei universal
</title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>«<em>Age apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal.</em>»</p>]]></description>
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      <item>
         <title>Fórmula da humanidade (fim em si)
</title>
         <author>24468_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>«<em>Age de tal maneira que uses a humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre e simultaneamente como um fim em si e nunca simplesmente como um meio.</em>»</p>]]></description>
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