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      <title>MUSEU DE ARTE DO RIO GRANDE DO SUL (MARGS) by </title>
      <link>https://padlet.com/kamillasjf/ncdmwd74vyooyxv5</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-08 17:30:51 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o MARGS</title>
         <author>kamillasjf</author>
         <link>https://padlet.com/kamillasjf/ncdmwd74vyooyxv5/wish/3442288156</link>
         <description><![CDATA[<p>O&nbsp;<strong>Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS)</strong>&nbsp;é uma instituição museológica pública, vinculada à Secretaria de Estado da Cultura do RS (SEDAC), voltada à história da arte e à memória artística, assim como à produção contemporânea em artes visuais.</p><p><br></p><p>Criado em 1954, o MARGS é o principal museu de arte do Estado do Rio Grande do Sul e um dos mais importantes do país. Seu acervo reúne mais de 5.700 obras de arte, desde a primeira metade do século XIX até os dias atuais,&nbsp;abrangendo diferentes linguagens das artes visuais,&nbsp;como pintura, escultura, desenho, gravura, cerâmica, arte têxtil, objeto, fotografia, instalação, performance, arte digital, vídeo, filme e design, entre outras.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 18:50:26 UTC</pubDate>
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         <title>Foco e objetivo</title>
         <author>kamillasjf</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esse acervo de arte do Museu é composto por arte brasileira, com ênfase na produção de artistas gaúchos, e também por obras de artistas estrangeiros, das quais conta com nomes significativos da arte mundial. Além disso, o MARGS possuiu um Acervo Documental com mais de 8 mil publicações bibliográficas e 5 mil pastas contendo documentos sobre a história institucional e a trajetória de artistas, agentes e instituições do campo artístico sul-rio-grandense.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 18:54:38 UTC</pubDate>
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         <title>EXPOSIÇÕES - 14ª Bienal do Mercosul (ESTALO)</title>
         <author>kamillasjf</author>
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         <description><![CDATA[<p>O gesto de friccionar o dedo polegar e o dedo médio a fim de produzir um barulho rápido que se expande no espaço provoca o encontro entre corpo humano, movimento, efemeridade e questões sônicas.</p><p><br></p><p>Na língua portuguesa — diferente das palavras ‘chasquido’, em espanhol, e ‘snap’, em inglês —, a palavra “estalo” tem um significado que está para além de uma relação direta com esse gesto. O termo designa muitas situações em que um movimento súbito altera o estado em que se encontram diferentes matérias e, possivelmente, gera sons de diferentes vibrações. O movimento das placas tectônicas que resulta em um terremoto, a sensação de pisarmos sobre o galho caído de uma árvore e o tilintar de um copo cheio de gelo quando derramamos um líquido em seu interior: todas essas ações geram estalos. Alguns possuem uma proporção macro, capazes de alterar e mesmo destruir toda uma cidade; outros estão no campo da micro-história e dos prazeres carnais que às vezes passam despercebidos. No português, a palavra também tem uma camada de leitura que remete à violência: um “estalo” pode ser simplesmente um tapa na cara&nbsp; assim como a mesma palavra pode se referir a objetos violentados — um vidro estalado — ou a um ruído associado à violência, como o estalo de um chicote.</p><p><br></p><p>Na 14ª Bienal do Mercosul, este título — ‘Estalo’ — é um convite para habitar o&nbsp; movimento e a transformação de um estado para outro. Um ser vivo age sobre o outro por meio da dança, da matéria sonora, do desenho, da pintura, do vídeo, ou da instalação; queremos reunir artistas e trabalhos interessados em ‘estalos’ relacionados a seres humanos e mais que humanos. Se algumas das pesquisas presentes na Bienal trazem algo explosivo devido ao seu caráter agitado, brusco e iconófilo, outros artistas criam visualidades que, por mais que pareçam mais silenciosas, apenas pelo fato de existirem, já podem ser enxergadas como um estalo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 18:59:59 UTC</pubDate>
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         <title>Nomes de influência</title>
         <author>kamillasjf</author>
         <link>https://padlet.com/kamillasjf/ncdmwd74vyooyxv5/wish/3442307900</link>
         <description><![CDATA[<p>A 1ª Exposição de Arte Brasileira Contemporânea, que deu origem ao MARGS em 1955, contou com a participação de artistas como Alice Brueggemann, Bustamante Sá, Caterina Baratelli, Di Cavalcanti, Henrique Cavalleiro, Iberê Camargo, Frank Schaeffer e Paulo Flores.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 19:12:10 UTC</pubDate>
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         <title>Por que ir no MARGS? Um relato</title>
         <author>kamillasjf</author>
         <link>https://padlet.com/kamillasjf/ncdmwd74vyooyxv5/wish/3442333592</link>
         <description><![CDATA[<p>Além de tornar o contato com a arte acessível proporcionando a entrada gratuita, o MARGS apresenta através de suas coleções um toque com a arte contemporânea e com a trajetória dos artistas. </p><p><br></p><p>É uma ótima oportunidade para conhecer novos artistas e entrar em contato com diversos tipos de arte, como a escultura, o audiovisual, a pintura, o retrato e o paisagismo. </p><p><br></p><p>O espaço organizado e bem centralizado na Praça da Alfândega, Centro Histórico, não pode passar despercebido por uma visita turística por Porto Alegre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 19:43:10 UTC</pubDate>
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