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      <title>Diário de Aprendizagem by Henrique Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh</link>
      <description>Neste mural pretendo expor e refletir  acerca das aprendizagens adquiridas na aula.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-09 16:37:22 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-07-22 10:53:43 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Aquecimento Global  (Causa)</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/290865663</link>
         <description><![CDATA[<div>Como se pode evidenciar a enorme poluição causada pela atividade industrial, que envia para a atmosfera gases com efeito de estufa que retêm o calor, provocando assim um aumento da  temperatura e consequente aquecimento global. (https://goo.gl/images/yCVt88)</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 16:43:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aquecimento Global (Consequência)</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/290872662</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta imagem podemos observar o degelo das calotas polares provocado pelo aumento da temperatura bastante significativo e pelo aumento do nível médio das águas do mar.<br>Além disso está a destruir habitats e cadeias alimentares. (https://goo.gl/images/qNT1kG)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 16:53:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aquecimento Global (Solução)</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/290876000</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das melhores soluções para travar o aquecimento global é o uso dos transportes públicos . Este uso , caso seja utilizado de uma forma acentuada , poderá reduzir as emissões de gases com efeito de estufa para a atmosfera , provocadas pelos automóveis. (https://goo.gl/imagess/E1VHmQ)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-09 16:58:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aquecimento Global (Definição)</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/291960284</link>
         <description><![CDATA[<div>O aquecimento globa<strong>l </strong>é o processo de aumento da temperatura média dos oceanos e da atmosfera da Terra causado por massivas emissões de gases que intensificam o efeito de estufa. (hhttps://goo.gl/images/2QDjYb)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-11 20:51:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rochas ( Atividade Prática )</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/300005883</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade podemos evidenciar seis rochas com caraterísticas muito distintas e conseguimos perceber qual dos tipos de rochas de rochas que sofrem com a efeverscência do ácido ( cloreto de sódio ). As amostras analisadas eram as seguintes:<br>A-Calcário ;<br> B-Granito ;<br> C-Gnaisse ;<br> D-Mármore ;<br> E-Arenito ;<br> F-Basalto.<br>De todas estas rochas as que fizeram efeverscência com o ácido ( ácido clorídrico ) foram o calcário e o mármore  o que nos levou a concluir que o mármore antes de sofrer metamorfismo já foi um calcário</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 22:10:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Video relativo à efeverscência do ácido sobre o calcário </title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/300007131</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 22:23:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Protocolo de Quioto</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312508261</link>
         <description><![CDATA[<div>O Protocolo de Quioto (KP) foi o primeiro (e até à data, o único) tratado jurídico internacional que explicitamente pretende limitar as emissões quantificadas de gases com efeito de estufa dos países desenvolvidos. Como Protocolo à Convenção Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (UNFCCC), herda daquela os princípios fundamentais do regime climático, em particular o princípio das responsabilidades comuns mas diferenciadas. É esse princípio que explica o facto de no KP ser replicada a divisão mundial em:</div><ul><li>Países desenvolvidos : de entre estes países, o KP distingue, ainda, um subconjunto  no qual lista aqueles países que têm limites quantificados às suas emissões. De fora ficam países como a Turquia. </li><li>Países em vias de desenvolvimento : estes países não têm metas quantificadas de redução de emissões.</li></ul><div>(<a href="https://www.apambiente.pt/index.php?ref=16&amp;subref=81&amp;sub2ref=119&amp;sub3ref=500">https://www.apambiente.pt/index.php?ref=16&amp;subref=81&amp;sub2ref=119&amp;sub3ref=500</a>)</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 14:40:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Amostra A</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312509547</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta rocha formou-se a partir da precipitação de carbonato de cálcio numa gruta , que deu origem a um calcário que é uma rocha sedimentar quimiogénica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 14:49:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Amostra B</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312510592</link>
         <description><![CDATA[<div>O magma forma-se a elevadas temperaturas , magma este que solidificou em profundidade sofrendo um arrefecimento lento tendo bastante tempo para desenvolver uma boa cristalização , dando origem cristais bem desenvolvidos e visíveis a olho nu constituintes do granito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 14:57:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Amostra C</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312510975</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma qualquer  rocha ficou exposta a elevadas pressões e temperaturas sofrendo assim uma recristalização dos seus cristais dando origem a uma rocha metamórfica , neste caso o gnaisse.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 15:00:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Amostra D</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312511256</link>
         <description><![CDATA[<div>Um calcário ao entrar em contacto com uma intrusão magmática ficou exposto a elevadas temperaturas e pressões , dando assim origem a uma rocha metamórfica denominada mármore.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 15:03:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Amostra F</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312511423</link>
         <description><![CDATA[<div>O magma presente no interior da Terra , aquando de uma erupção ascende à superfície sob a forma de lava  que solidifica de uma forma bastante rápida não permitindo com que os cristais da rocha posteriormente formada se desenvolvam na sua totalidde , o tipo de rocha formado é o basalto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 15:04:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Amostra E</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312511942</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta rocha denominada Arenito forma-se a partir de rochas pré-existentes que ficaram expostas aos fatores de sedimentarismo e que culmina com a formação de uma rocha sedimentar detrítica consolidada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 15:08:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ciclo litológico</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312513700</link>
         <description><![CDATA[<div>O ciclo litológico é um conjunto de transformações físicas e químicas que ao longo do tempo geológico pode transformar qualquer tipo de rocha , transformando-a numa rocha diferente , na imagem abaixo podemos evidenciar essas mesmas alterações.(<a href="https://www.geocaching.com/geocache/GC4D7FR_metamorfismo-metamorphism-cascais?guid=8cf02903-91f7-4094-9ff8-1cf1600c22dc">https://www.geo vgcfcfm,bjçlvkcfjky,ghing.com/geocache/GC4D7FR_metamorfismo-metamorphism-cascais?guid=8cf02903-91f7-4094-9ff8-1cf1600c22dc</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 15:23:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Placas litosféricas ou tectónicas</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312514629</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como podemos evidenciar na imagem abixo a litosfera encontra-se fragmentada e divida em diferentes porções às quais atribuimos a designação de placas litosféricas.<br>Estas placas são constituídas pela crusta terrestre e continental e encontram-se delimitadas por limites convergentes,divergentes ou transformantes.(<a href="http://cursodoispontos.com/placas-tectonicas/">http://cursodoispontos.com/placas-tectonicas/</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 15:30:41 UTC</pubDate>
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         <title>Correntes de convecção</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312515519</link>
         <description><![CDATA[<div>A litosfera como já referi encontra-se dividida e fragmentad em diferentes porções denominadas placas litosféricas que estão em constante movimentação.<br>Esta movimentação é provocada pelas correntes de convecção localizadas no interior da Terra. As correntes de covecção são alimentadas pelo calor interno da Terra que gera uma circulação lenta de matéria provocada por diferenças de temperatura no interior da Terra . Estas elevadas diferenças de temperatura provoca a ascensão de materiais quentes até ao limite superior da astenosfera que divergem e arrefecem à medida que se vão deslocando, tornam-se mais densos do que os materiais circundantes e mergulham novamente para junto da zona mais quente onde começou o movimento de ascensão , fechando assim o ciclo.(<a href="http://cienciasnaturais-ana.blogspot.com/2008/12/correntes-de-conveco.html">http://cienciasnaturais-ana.blogspot.com/2008/12/correntes-de-conveco.html</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 15:37:51 UTC</pubDate>
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         <title>Tiago Pereira</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312662254</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 16:52:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Rui Castro</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312662691</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 16:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Matias</title>
         <author>henrique_nco</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 16:55:14 UTC</pubDate>
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         <title>Nikita Pavlenko</title>
         <author>henrique_nco</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 16:55:43 UTC</pubDate>
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         <title>Limites de placas: Limite convergente ou destrutivo(oceânica-continental)</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312664655</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste tipo de limite ocorre a convergência entre duas placas que devido à sua colisão irão formar uma zona de subducção , que neste caso ocorrerá com a subducção da placa oceânica sobre a placa continental, devido à densidade da placa oceânica ser superior. Neste tipo de limites ocorre uma destruição da placa oceânica que surge como uma compressão aos riftes oceânicos.<br>A este tipo de limite está associada a formação de cordilheiras , como por exemplo a cordilheira dos Andes.(<a href="https://pt.slideshare.net/guestfa5e9/google-earth-2-2123743">https://pt.slideshare.net/guestfa5e9/google-earth-2-2123743</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 17:04:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limite de Placas: Limite Convergente(Oceânica-Oceânica)</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312667327</link>
         <description><![CDATA[<div>A este tipo de limite de placas associa-se a colisão de duas placas oceânicas , que provoca o afundamento da placa oceânica mais densa sobre a menos densa , que culmina com a formação de arcos insulares , como podemos evidenciar no japão que surge representado na imagem seguinte.(<a href="https://pt.slideshare.net/guestfa5e9/google-earth-2-2123743">https://pt.slideshare.net/guestfa5e9/google-earth-2-2123743</a>)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 17:17:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limite de Placas: Limite Convergente ou destrutivo(continental-continental)</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312669997</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como podemos evidenciar na imagem abaixo, este tipo de limite está associado ao choque entre duas placas continentais que irá originar o levantamento das bordaduras visto que ambas têm a mesma densidade , o que impossibilita a formação de uma zona de subducção.<br>Estes limites podem ser observados , por exemplo na cadeia montanhosa dos Himalaias.(<a href="https://pt.slideshare.net/guestb18602/google-earth-2">https://pt.slideshare.net/guestb18602/google-earth-2</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 17:30:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limite de Placas: Limite Divergente ou destrutivo</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312712261</link>
         <description><![CDATA[<div>Como já referi as placas litosféricas estão divididas por diferentes tipos de limites, sendo que os limites que iremos abordar são os divergentes ou construtivos.<br>Neste tipo de limite ocorre a formação de litosfera , como anteriormente referi por ação das correntes de convecção , onde ocorre a subida de material mantélico a elevadas temperaturas que irá acentar na base da crusta e solidificar muito rapidamente devido à enorme diferença de temperatura e formar , assim nova litosfera levando ao afastamento das diferentes placas litosféricas.<br>Um excelente exemplo deste tipo de limites , que foi abordado na aula é a dorsal médio-atlântica , que é constituída por um rifte ao centro onde ocorre , como já foi mencionado a formação de nova litosfera e, consequente afastamento das diferentes placas litosféricas.(<a href="https://pt.slideshare.net/guestb18602/google-earth-2">https://pt.slideshare.net/guestb18602/google-earth-2</a>)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322444056/814cbdb56d2d95543f71900f90d107b3/google_earth_2_17_728.jpg" />
         <pubDate>2018-12-09 20:48:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limites de Placas. Limite Transformante ou Conservativo</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312712566</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste tipo de limite de placas litosféricas , as placas deslizam lateralmente uma sobre a outra sem ocorrer destruição nem construção de litosfera.<br>Associado a estes limites estão a formação de falhas transformantes, que se formam devido ao desgaste provocado pelo continuo deslizamento lateral e à grande quantidade de energia que se acumula nestas.<br>Um exemplo deste tipo de limite é a falha de Santo André nos Estados Unidos.( <a href="https://pt.slideshare.net/guestb18602/google-earth-2">https://pt.slideshare.net/guestb18602/google-earth-2</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 20:49:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teoria da Deriva Continental </title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312714051</link>
         <description><![CDATA[<div>A Teoria da Deriva Continental é uma teoria que defende que as alterações do aspeto da superfície terrestre deve-se aos movimentos laterais de massas continentais,ou seja, mobilismo geológico.Foi Alfred Wegener defendeu (em 1912) a Teoria da Deriva Continental, segundo a qual há́ cerca de 225 M.a. existia apenas um supercontinente – Pangea – rodeado por único oceano – Pantalassa. A Pangea, há180 M.a. fragmentou-se originando dois continentes, a Laurásia (a norte) e a Gonduana (a sul), que há 70 M.a., começaram a afastar-se. <br><br></div><ul><li>Argumentos que sustentam esta tese:</li><li> Argumentos Morfológicos: o traçado complementar das zonas costeiras de continentes, como a África e América do Sul (encaixam como peças de um puzzle) – que atualmente estão separados. </li><li> Argumentos Geológicos: a presença de rochas com a mesma idade e as mesmas deformações em certas regiões de continentes, que, atualmente, estão distantes – África e América do Sul. </li><li> Argumentos Paleogeográficos e Paleoclimáticos: todos os continentes do Hemisfério Sul e com climas quentes apresentam marcas de glaciação; a existência de depósitos de carvão (que revelam a existência de climas quentes e húmidos no momento da sua formação) em locais do Hemisfério Norte, que atualmente têm climas polares (Noruega). </li><li> Argumentos Paleontológicos: existência do mesmo tipo de fósseis em regiões que atualmente estão muito distantes e com condições ambientais muito diferentes. </li></ul><div>(<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_03_-_Mobilismo_geologico.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_03_-_Mobilismo_geologico.pdf</a>)<br>(<a href="https://www.todamateria.com.br/deriva-continental/">https://www.todamateria.com.br/deriva-continental/</a>)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322444056/62d78b9c6e11d637c4c11a995ddf06af/552ff187e1a31_deriva_continental.jpg" />
         <pubDate>2018-12-09 20:57:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismo</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312718994</link>
         <description><![CDATA[<div>O vulcanismo é um conjunto de atividades e libertação de materiais com origem magmática do interior da Terra até à superfície. O vulcanismo pode ser classificado em dois tipos:</div><ul><li>Vulcanismo Primário;</li><li>Vulcanismo Secundário ou residual;</li></ul><div>A ciência que estuda os fenómenos relacionados com o vulcanismo é a vulcanologia e é praticada pelos vulcanólogos.</div><div>(<a href="https://super.abril.com.br/mundo-estranho/qual-foi-a-pior-erupcao-vulcanica-da-historia/">https://super.abril.com.br/mundo-estranho/qual-foi-a-pior-erupcao-vulcanica-da-historia/</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 21:27:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de Erupções</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312719800</link>
         <description><![CDATA[<div>Os tipos de erupções vulcânicas são condicionados pela composição química das lavas, a sua temperatura e a quantidade de gases dissolvidos.<br>Existem 2 tipos de erupções:</div><ul><li>Erupção vulcânica: Dá-se quando o magma ascende à superfície. Com a perda de fração volátil o magma dá origem a lava, rocha ígnea em fusão cujo arrefecimento e solidificação formará rochas vulcânicas.</li><li>Erupção Fissural: Ocorre ao longo de fendas alongadas , frequentemente , por vários quilómetros.Tal pode resultar na formação de grandes planaltos vulcânicos continentais ou na geração de fundo oceânico.(<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PPTS/07_Vulcanismo_primario_e_secundario_I.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PPTS/07_Vulcanismo_primario_e_secundario_I.pdf</a>)(<a href="https://descomplica.com.br/blog/geografia/lista-vulcao/">https://descomplica.com.br/blog/geografia/lista-vulcao/</a>)</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 21:33:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcão</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312724144</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma estrutura geológica característica de vulcanismo de tipo central , onde ocorre ascensão de materiais com origem no interior da Terra.<br>Geralmente, é formado por uma elevação cónica , o cone vulcânico ( ao cone principal podem estar associados cones secundários ou adventícios),com uma abertura afunilada no seu topo , a cratera. A cratera comunica com o interior da Terra através de uma chaminé vulcânica, uma conduta tubular que permite a ascensão do magma , material rochoso em fusão , rico em gases , que se encontra acumulado na câmara magmática e constitui a bolsada magmática. As câmaras maggmáticas , que podem comunicar entre si , são delimitadas por rochas da  crusta , as rochas encaixantes.(<a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/10-curiosidades-sobre-vulcoes.htm">https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/10-curiosidades-sobre-vulcoes.htm</a>)(<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PPTS/07_Vulcanismo_primario_e_secundario_I.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PPTS/07_Vulcanismo_primario_e_secundario_I.pdf</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 22:04:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Caldeira Vulcânica</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312725661</link>
         <description><![CDATA[<div>A presenças de caldeiras corresponde a vestígios de antigas erupções.<br>A formação de caldeiras pode ocorrer de duas formas:</div><ul><li>Caldeiras de colapso-depressões provocadas pelo abatimento da parte superior do vulcão , devido ao esvaziamento total ou parcial da câmara magmática  após sucessivas erupções vulcânicas, por falta de apoio de sustentação do cone vulcânico. </li><li> Caldeiras de explosão – devem a sua origem à existência de uma explosão que fraturou o cone vulcânico e provocou o seu abatimento. </li></ul><div> Após a formação das caldeiras e com o passar dos anos, estas vão-se enchendo com águas das chuvas e originam lagoas.<br>(<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_06_-_Vulcanismo_primario_e_secundario.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_06_-_Vulcanismo_primario_e_secundario.pdf</a>)(<a href="http://actividadesonline.blogspot.com/2011/03/paisagem-vulcanica.html">http://actividadesonline.blogspot.com/2011/03/paisagem-vulcanica.html</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 22:16:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismo Secundário ou Residual</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312726912</link>
         <description><![CDATA[<div>As manifestações da atividade vulcânica podem perdurar para além das erupções, assumindo um carácter mais suave, como fumarolas, geiseres ou nascentes termais. O vulcanismo secundário surge após ter terminado a erupção vulcânica.</div><ul><li> Fumarolas: são emanações de gases a temperaturas elevadas através de fissuras das rochas, situadas próximas de vulcões ativos. De acordo com a natureza dos gases libertados chamam-se sulfataras, se os gases que predominam são ricos em enxofre, ou mofetas, se o principal gás presente for o dióxido de carbono. </li><li> Nascentes termais: são águas subterrâneas que surgem à superfície a elevadas temperaturas e ricas em sais minerais (daí o seu valor medicinal). Estas águas podem resultar da condensação do vapor de água das fumarolas, quando se verifica um abaixamento da temperatura, do aquecimento de águas subterrâneas, devido a fenómenos de origem vulcânica, ou devido ao aumento da temperatura com a profundidade. As águas juvenis são aquelas que possuem uma origem magmática, isto é, resultam da condensação do vapor de água que se libertou do magma.</li><li> Geiseres: são jatos ou repuxos intermitentes de água quente, através de fraturas, utilizados em algumas regiões vulcânicas, para aproveitamento da energia geotérmica. Geralmente, apresentam uma grande concentração de substâncias minerais. A água vai-se acumulando em pequenos reservatórios, onde vai sendo aquecida. O aumento da temperatura vai provocar a evaporação da água, cujo vapor provoca um aumento da pressão nesse local. O aumento da pressão provoca a expulsão da água sob a forma de repuxo. </li></ul><div>(<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_06_-_Vulcanismo_primario_e_secundario.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_06_-_Vulcanismo_primario_e_secundario.pdf</a>)(<a href="https://mybrainsociety.blogspot.com/2014/07/vulcanismo.html">https://mybrainsociety.blogspot.com/2014/07/vulcanismo.html</a>)</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 22:26:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de Atividade Vulcânic- Atividade Efusiva</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312727982</link>
         <description><![CDATA[<ul><li> Lavas muito fluidas (que se encontram a temperaturas muito elevadas) com origem em magmas básicos (pobres em sílica e com poucos gases); </li><li> Dada a sua elevada fluidez, a lava desliza facilmente, atingindo grandes distâncias. Se as zonas que ela atinge forem planas, formam-se mantos de lava; caso exista um declive acentuado, surgem as correntes ou “rios” de lava; </li><li> A libertação de gases é fácil e a erupção é calma; </li><li> Não há emissão de piroclastos; </li><li> O cone vulcânico é largo, de baixa altitude, de vertentes suaves e constituído exclusivamente por lavas. </li></ul><div>(<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_06_-_Vulcanismo_primario_e_secundario.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_06_-_Vulcanismo_primario_e_secundario.pdf</a>)(<a href="http://blogue7ag1.blogspot.com/2014/03/erupcoes-vulcanicas-atividade-explosiva.html">http://blogue7ag1.blogspot.com/2014/03/erupcoes-vulcanicas-atividade-explosiva.html</a>)</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 22:34:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de Atividade Vulcânica-Atividade Explosiva</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312728742</link>
         <description><![CDATA[<ul><li> Lavas com um elevado grau de viscosidade com origem em magmas ácidos (ricos em sílica e em gases); </li><li> Dada a sua elevada viscosidade fluem com dificuldade (não se formam escoadas de lava) e impedem a libertação dos gases; </li><li> Ocorrem, por isso, violentas explosões devido à pressão de gases existentes na chaminé vulcânica, podendo, por vezes, provocar o desmoronamento do cone vulcânico; </li><li> Ocorre uma grande libertação de piroclastos, de dimensões tanto menores quanto maior for a pressão dos gases (ou seja, quanto mais explosiva for a erupção); </li><li>Os piroclastos podem ter origem no despedaçamento dos materiais rochosos do aparelho vulcânico e/ou na solidificação da pouca lava emitida; </li><li> Se a erupção é muitíssimo explosiva, forma-se uma nuvem ardente (fluxos de gases e cinzas incandescentes que se deslocam velozmente pelas encostas, junto ao solo, destruindo tudo por onde passam); </li><li> A lava, muito viscosa, se solidifica dentro da chaminé, origina agulhas vulcânicas; se solidifica dentro da cratera origina domos ou cúpulas; </li><li> O cone vulcânico é alto, de vertentes íngremes e constituído por piroclastos;</li></ul><div>(<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_06_-_Vulcanismo_primario_e_secundario.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_06_-_Vulcanismo_primario_e_secundario.pdf</a>)(<a href="http://blogue7ag1.blogspot.com/2014/03/erupcoes-vulcanicas-atividade-explosiva.html">http://blogue7ag1.blogspot.com/2014/03/erupcoes-vulcanicas-atividade-explosiva.html</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 22:40:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de Atividade Vulcânica- Atividade Mista</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312729424</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>São erupções que assumem aspetos intermédios, observando-se fases explosivas que alternam com fases efusivas;</li><li>As fases explosivas são pouco violentas e emitem piroclastos; </li><li>As fases explosivas devem-se à entrada de água na chaminé ou na câmara magmática. A água, devido às altas temperaturas existentes, vaporiza-se originando vapor de água. O que provoca um aumento da pressão interior de gases, que causa uma erupção explosiva;</li><li>As fases efusivas emitem lavas fluidas; </li><li>Formam-se cones mistos, em que alternam camadas de lava com camadas de piroclastos. </li></ul><div>(<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_06_-_Vulcanismo_primario_e_secundario.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_06_-_Vulcanismo_primario_e_secundario.pdf</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 22:46:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312729424</guid>
      </item>
      <item>
         <title>José Salsa</title>
         <author>henrique_nco</author>
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         <pubDate>2018-12-10 11:17:59 UTC</pubDate>
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         <title>Classificação dos tipos de lava</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312856687</link>
         <description><![CDATA[<div>A lava pode ser de natureza básica, intermédia ou ácida, dependendo da percentagem em sílica (SiO2).</div><ul><li>Lava Básica: Com baixo teor de sílica (inferior ou igual a 50%). Apresenta temperaturas elevadas (1100 ºC a 1200 ºC), fração volátil reduzida e baixa viscosidade, fluindo com facilidade. </li><li>Lava Ácida: Com alto teor de sílica (superior a 70%). Apresenta temperaturas pouco elevadas (800 ºC a 1000 ºC), fração volátil significativa e elevada viscosidade. </li><li>Lava Intermédia: Apresenta características intermédias entre as lavas básicas e as lavas ácidas. Os teores de sílica oscilam entre 50% e 70%. </li></ul><div>(<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PPTS/07_Vulcanismo_primario_e_secundario_I.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PPTS/07_Vulcanismo_primario_e_secundario_I.pdf</a>)(<a href="http://lavarefuge.com/">http://lavarefuge.com/</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 11:20:53 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia </title>
         <author>henrique_nco</author>
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         <pubDate>2018-12-10 11:40:35 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia </title>
         <author>henrique_nco</author>
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         <pubDate>2018-12-10 11:42:44 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia </title>
         <author>henrique_nco</author>
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         <pubDate>2018-12-10 11:44:09 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia </title>
         <author>henrique_nco</author>
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         <pubDate>2018-12-10 11:45:50 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia </title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/312866048</link>
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         <pubDate>2018-12-10 11:48:10 UTC</pubDate>
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         <title>AP04- Fluxos de Lava </title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/313168755</link>
         <description><![CDATA[<div>A Atividade Prática " Fluxos de Lava " preparamos 3 tipos diferentes de misturas com 20mL cada ,  M1  ( 30% de água + 70% de mel); M2 ( 50% de mel + 50% de água ); M3 (100% de mel ) a diferentes temperaturas ( 5ºC , 22ºC e 50ºC).  Esta experiência tinha como objetivo associar estas três misturas aos diferentes tipos de lava ( básica , intermédia e ácida ) de modo a perceber se a viscosidade e a temperatura influenciam a capacidade de escorrência da lava.<br><br>Material de Laboratório :</div><ul><li>Água;</li><li>Mel;</li><li>Gobelés;</li><li>Placa com superfície não aderente;</li><li>Régua;</li><li>Relógio;</li><li>Lamparina;</li><li>Cubos de Gelo;</li></ul><div><br>Procedimento Experimental:</div><ul><li>1. Usando os gobelés , prepare três misturas: M1( 30% de água + 70% de mel); M2 ( 50% de água + 50% de mel ); M3 ( 100% de mel )</li><li>2. Divida casa uma das misturas por três tubos de ensaio , numerados de 1 a 9;</li><li>3. Coloque os tubos de 1,4 e 7 numa taça com gelo;</li><li>4. Coloque os tubos 2,5 e 8 à temperatura ambiente;</li><li>5. Aqueça os tubos 3,6 e 9 com uma lamparina;</li><li>6. Num plano inclinado , marque dois pontos distanciados 20 cm;</li><li>7. Verta o conteúdo de cada tubo de ensaio no incio da rampa e cronometre o tempo que demora a chegar à linha de baixo;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 20:46:13 UTC</pubDate>
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         <title>Fluxos de Lava- Lava Viscosa</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/313178221</link>
         <description><![CDATA[<div>As lavas viscosas correspondem à msitura M3 (100% mel) e foram tal como as outras misturas colocadas a temperaturas distintas ( 5ºC, 22ºC e 50ºC ).<br>Em relção aos tubos de ensaio correspondentes às lavas viscosas  o tubo mais veloz foi 9 , seguindo - se o 8 e , posteriormente o 7.<br>Esta lava é a mais viscosa ( rica em sílica ) , por isso é aquela que tem maior dificuldade na escorrência.<br>Este tipo de lava tem uma elevada capacidade de retenção de gases, é caraterístico da Atividade Explosiva e devidoà sua vsicosidade tem tendência em solidificar perto da cratera.<br><br>Relação Tempo/Velocidade:</div><ul><li>Tubo 7: 3 min e 47 s-0,09cm/s;</li><li>Tubo 8: 3 min e 10 s- 0,1 cm/s;</li><li>Tubo 9: 1min e 19 s- 0,3cm/s</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 21:14:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fluxos de Lavas: Lava Intermédia</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/313184625</link>
         <description><![CDATA[<div>O conjunto de tubo de ensaios ao qual corresponde as lavas intermédias é o M1 ( 30% de água + 70 % de mel) que forma numerados de 1 a 3 por ordem crescente de temperatura ( 5ºC&lt; 22ºC&lt; 50ºC).<br>O tubo que percorreu o percurso mais rapidamente foi o tubo 3 , seguindo-se o 2 e , posteriormente o tubo 1 em último lugar.<br><br>Relação tempo/velocidade:</div><ul><li>Tubo 1: 4s (5ºC) - 5 cm/s;</li><li>Tubo 2: 2s e 29ms (22ºC) - 8,8 cm/s;</li><li>Tubo 3: 2s (50ªC) - 10 cm/s;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 21:35:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fluxos de Lava- Lava Fluída</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/313192043</link>
         <description><![CDATA[<div>A mistura constituinte dos tubos de ensaios numerados de 4 a 6 , relacionados com a lava fluída é o M2. Os tubos de nsaio , tal como , nas outras misturas encontram se numerados por de cescente de temperatura tubo 4 (5ºC), tubo 5 (22ºC) e o tubo 6 (50ºC).<br>O tubo de ensaio mais rápido a cruzar a meta foi aquele que se encontrava a uma temperatura mais elevada , tubo 6, seguindo-se o tubo 5 e posteriormente o tubo 4.<br>Este tipo de lava é pouco rico em sílica , tem uma fraca capacidade de retenção de gases e caraterísticos da Atividade Efusiva.<br><br>Relação tempo/velocidade:</div><ul><li>Tubo 4: 1s e 73ms (5ºC) - 11,6 cm/s;</li><li>Tubo 5: 1s e 29ms (22ºC) - 15,5 cm/s;</li><li>Tubo 6: 80ms (50ºC) - 25 cm/s;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 22:03:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é o microscópio ótico ?
</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/338468053</link>
         <description><![CDATA[<div>O Microscópio óptico é um instrumento usado para ampliar, com uma série de lentes, estruturas pequenas impossíveis de visualizar a olho nu. <br>O microscópio de luz utiliza como fonte de iluminação a luz branca comum para permitir a observação de materiais. Esse instrumento fornece uma imagem consideravelmente aumentada, geralmente invertida verticalmente (de cima para baixo) e invertida horizontalmente (da esquerda para a direita). O aparelho é constituído basicamente por uma parte mecânica que serve de suporte, e uma parte óptica, constituída por três sistemas de lentes: o condensador, as objetivas e as oculares. (https://images.search.yahoo.com/search/images;_ylt=AwrE1xhW9n9c8.wAMDJXNyoA;_ylu=X3oDMTB0N2Noc21lBGNvbG8DYmYxBHBvcwMxBHZ0aWQDBHNlYwNwaXZz?p=)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 16:31:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Constituição do microscópio ótico </title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/338470888</link>
         <description><![CDATA[<div>Este microscópio é constituído pelos seguintes componentes :<br>Pé ou base – serve de apoio dos restantes componentes do microscópio. <br>Coluna ou braço – fixo à base, serve de suporte a outros elementos. <br>Platina – onde se fixa a reparação a observar; tem uma janela por onde passam os raios luminosos e também parafusos dentados que permitem deslocar a preparação. <br>Tubo ou canhão – suporta a ocular na extremidade superior. <br>Revólver – peça giratória portadora de objetivas de diferentes ampliações. <br>Parafuso macrométrico – a sua rotação é responsável por movimentos verticais da platina, rápidos e de grande amplitude. <br>Parafuso micrométrico – a sua rotação é responsável por movimentos verticais da platina, lentos e de pequena amplitude, permitem aperfeiçoar a focagem. <br>Charriot - Movimenta a lâmina de um lado para o outro <br>Estes componentes referentes á parte mecânica. Ao que diz respeito à porção ótica podemos evidenciar estes componentes :<br>Condensador – conjunto de duas ou mais lentes convergentes que orientam e espalham regularmente a luz emitida pela fonte luminosa sobre o campo de visão do microscópio. <br>Diafragma – é constituído por palhetas que podem ser aproximadas ou afastadas do centro através de uma alavanca ou parafuso, permitindo regular a intensidade da luz que incide no campo de visão do microscópio. <br>Objetivas – permitem ampliar a imagem do objeto 10x, 40x, 50x, 90x ou 100x. <br>Oculares – sistema de lentes que permite ampliarem a imagem real fornecida pela objetiva, formando uma imagem virtual que se situa a aproximadamente 25 cm dos olhos do observador.<br>Fonte luminosa – a mais utilizada atualmente é a luz artificial, fornecida por uma lâmpada de tungsténio ou de halogéneo, incluída no aparelho juntamente com um interruptor com reóstato, que permite regular a intensidade da luz emitida.<br>(https://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=A0geKIwE9n9cWpsA1EtXNyoA;_ylu=X3oDMTByaWg0YW05BGNvbG8DYmYxBHBvcwM4BHZ0aWQDBHNlYwNzcg--?qid=20070227084147AAFEeKy&amp;p=O%20que%20%C3%A9%20um%20microsc%C3%B3pio%20%C3%B3tico) (https://images.search.yahoo.com/search/images;_ylt=AwrE1xhW9n9c8.wAMDJXNyoA;_ylu=X3oDMTB0N2Noc21lBGNvbG8DYmYxBHBvcwMxBHZ0aWQDBHNlYwNwaXZz?p=microscopio+otico&amp;fr2=piv-web&amp;fr=mcafee#id=87&amp;iurl=http%3A%2F%2F4.bp.blogspot.com%2F--LyPdj9NGGA%2FVC6QG8eGYXI%2FAAAAAAAABAA%2FIRPEhuLa6bM%2Fs1600%2F2.png&amp;action=click)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 16:35:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lince ibérico - Breve Caraterização</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341950293</link>
         <description><![CDATA[<div>O lince-ibérico tem uma pelagem castanho-avermelhada coberta de manchas pretas que podem ser desde pequenos pontos a riscas. Como todas as espécies do Género Lynx apresenta como características mais distintivas uma cauda pequena, pinceis nas pontas das orelhas e barbas. O peso médio de um macho adulto é de cerca de 12 Kg enquanto as fêmeas pesam em média cerca de 9 Kg.<br>(https://pontosdevista.pt/2016/03/17/centro-de-reproducao-do-lince-iberico-tem-tres-novas-crias/)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-15 23:07:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Motivos que quase levaram à extinção desta espécie</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341950468</link>
         <description><![CDATA[<div>A população de linces ibéricos tem diminuído nestes últimos 20 anos levando esta espécie quase há extinção, pois estima-se que em 1960 existiam cerca de 4000 indivíduos, em 2000 estima-se que a população tinha diminuído até aos 400 indivíduos, em 2002 eram já menos de 200, e menos de 100 em 2005. Isto deve-se a vários factores que os levaram a desaparecer, como por exemplo a destruição do seu habitat, a caça da sua espécie, a caça e doenças que se propagam pelo coelho bravo, sendo esta a sua presa e alimento de favorito, sem esquecer o numero de indevidos de linces que morrer em vias de circulação rodoviária.<br>(https://observador.pt/2019/01/04/lince-iberico-mistral-morreu-vitima-de-atropelamento-perto-de-mertola/)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-15 23:09:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conservação do Lince Ibérico</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341950780</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a diminuição e quase extinção do lince ibérico foram feitos grandes esforços para conservar esta espécie com a ajuda de diferentes organizações e a utilização de diferentes métodos.<br>(https://www.facebook.com/pg/Salvemos-al-Lince-Ib%C3%A9rico-Save-the-Iberian-Lynx-166422506729673/about/)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-15 23:13:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Métodos utilizados na preservação da espécie </title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341950933</link>
         <description><![CDATA[<div>Alguns métodos utilizados para a conservação dos linces ibéricos são:</div><ul><li>Definição de uma "região do matagal mediterrânico" coincidente com a distribuição potencial desta espécie, onde deverão ser desenvolvidos programas de conservação de longo-termo;</li><li>Correção das politicas florestais, focando na conservação e numa gestão sustentada;</li><li>Evitar a construção de barragens e rodovias em áreas de lince;</li><li>Impor estudos de impacto ambienta a novas atividades  em áreas de lince;</li><li>Criação de 56 hectares de corredores ecológicos para o lince ibérico em Olivias e nas serras de Adica e Ficalho;</li><li>Assinatura de protocolos de colaboração com proprietários, agricultores e caçadores;</li><li> Conservação das populações de coelho bravo;</li><li>Colocação de cercas eléctricas para a preservação das pastagens do coelho bravo.</li><li> Aquisição de coelhos-bravos e criação em arcados próprios.</li></ul><div>(http://linceemportugal.blogspot.com/p/info-lince-iberico.html)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-15 23:15:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Organizações para o salvamento do lin</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341951187</link>
         <description><![CDATA[<div>Mesmo com todos estes método para a preservação desta espécie foram necessários a ajuda de organizações que os posece em prático como por exemplo:<br><br><strong>Projeto Life+IBERLINCE</strong></div><div>Iberlince é o terceiro projeto LIFE aprovado pela Comissão Europeia que aposta na conservação do lince ibérico.Após os resultados obtidos no projeto LIFE – Natureza “Conservação e reintrodução do lince ibérico na Andaluzia (2006-2011)”, Portugal e cinco regiões espanholas uniram-se para a realização do novo projeto LIFE de caráter transnacional, apostando na conservação desta espécie emblemática e do seu habitat, como nunca se terá feito anteriormente.<br><br><strong>Projeto Life Lince “Recuperação das populações de Lince Ibérico  em Andaluzia”</strong></div><div>No ano de 2002 foi aprovado o Projeto Life “Recuperação das populações do lince ibérico na Andaluzia”. Até então estimava-se que existiam menos de 200 linces ibéricos no mundo, distribuídos em duas populações viáveis, uma em Doñana (Huelva e Sevilha) e outra na Serra Morena (Córdoba e Jaén).<br>O objetivo principal deste projeto era estabilizar as populações do lince ibérico na Andaluzia, assegurando a viabilidade a longo prazo das populações existentes.<br>A Consejería do Meio Ambiente, como beneficiária do Projeto Life, lançou uma série de iniciativas que visavam a restauração do habitat natural do lince ibérico, minimizando-se as mortes por razões não naturais, monitorando e estudando a evolução das populações do lince e coelho. <strong><br></strong><br><strong>ICNF- O lince ibérico<br></strong>A reintrodução de lince em Portugal iniciou-se em 2015 na área do Vale do Guadiana, concelho de Mértola. Desde há 20 anos que o ICNF, conjuntamente com parceiros, tinha vindo a desenvolver estudos e projetos de recuperação para a espécie.<br><br></div><div>De forma a selecionar a área mais apta para o futuro estabelecimento de uma população viável de lince, realizaram-se previamente censos de coelho-bravo, uma avaliação das zonas de matagal e coberto arbóreo, um levantamento das ocorrências de armadilhas ilegais e risco de atropelamento. Levou-se também a cabo uma auscultação de opinião a actores locais.<br><br></div><div>No concelho de Mértola foi possível estabelecer acordos com proprietários em áreas com elevada densidade de coelho-bravo e onde se construiu um cercado de adaptação para os primeiros animais vindos de cativeiro. O lince é uma espécie-chapéu, a sua conservação beneficia muitas outras espécies e os territórios.<br><br></div><div>Entre 2015 e 2017 foram libertados 27 animais no Vale do Guadiana. Desde 2016 que há reprodução na natureza e a maioria dos animais apresenta território estável. <br>Acompanhar a reintrodução significa monitorizar os linces por rádio seguimento, foto-armadilhagem, análises genéticas, acompanhar o estado sanitário dos animais, as fêmeas em gestação e a abundância de coelho-bravo nas áreas de ocorrência. O envolvimento de parceiros e potenciar iniciativas nos territórios é parte essencial do sucesso desta reintrodução.<br>(https://notasaocafe.wordpress.com/page/52/)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-15 23:17:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resultados Obtidos com esta pesquisa </title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341952008</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a conclusão destes projetos atingiu-se um aumento mínimio de 40% no número de exemplares e entre 25 a 32% do número de territórios bem como um aumento de superfície da área de distribuição da espécie em 73%.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-15 23:28:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeo: Procriação do lince ibérico</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341952528</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-15 23:35:47 UTC</pubDate>
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         <title>Microscópio ótico - Observação de uma letra</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341953547</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a realização desta atividade prática foram necessários a utilização do seguinte material:</div><ul><li>Microscópio Ótico;</li><li>Lamina;</li><li>Lamela;</li><li>Garrafa de esguicho;</li><li>Folha de Jornal;</li><li>Tesoura;</li><li>Agulha.</li></ul><div><strong>Procedimento:<br></strong>1ª Etapa- Para começar procuramos a letra F mais pequena na folha de jornal que recortamos.<br>2ª Etapa- Colocamos uma gota de água na lamina antes de sobrepor a letra F , colocamos a lamela a 45 graus e com a ajuda de uma agulha deixamos a cair sobre o preparado.<br>3º Etapa- Colocamos o preparado virado para o observador,  sobre a platina do microscópio e começamos a focagem utilizando os parafusos micro e macro métricos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-15 23:47:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusões acerca desta Atividade Prática</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341953717</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a realização desta ativiade prática de observação de uma letra , através do microscópio ótico percebemos que a imagem obtida através do microscópio é invertida , simétrica e e detalhada.<br>Além disso devido ao grande poder de ampliação deste instrumento conseguimos perceber bem as marcas de tinta na letra e existência de alguns " poros " no papel.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-15 23:49:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341954568</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade Prática prentendemos analisar células eucarióticas através da película de uma cebola e através de um pouco de saliva da nossa língua retirada com o auxílio de um palito , para tentarmos identificar os constituintes da célula ao microscópio com a utilização de alguns corantes , para mais facilmente identificarmos alguns dos constituintes da célula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-16 00:03:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é a célula ?</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341954971</link>
         <description><![CDATA[<div> A célula é a unidade estrutural e funcional de todos os seres vivos. Novas células só podem ser formadas a partir de células preexistentes. A célula é a unidade de reprodução, de desenvolvimento e de hereditariedade de todos os seres vivos. <br>No âmbito da disciplina de biologia estudamos dois tipos de células : Células Eucarióticas e Células Procarióticas.<br>De seguida , enumerarei os constituintes básicos destes dois tipos de células-<br><br><strong>- Membrana Celular/Plasmática: </strong>Delimita a célula e regula as trocas entre os meios intracelular e extracelular;<br><br><strong>- Parede Celular: </strong>Confere rigidez, suporte Ce proteção à célula vegetal;<br><br><strong>- Núcleo: </strong>Coordena a atividade e armazena informação genética;<br><br><strong>- Retículo Endoplasmático: </strong>Síntese e transporte de proteínas (RER), síntese de lípidos e hormonas (REL);<br><br><strong>- Ribossoma:</strong> Participam no processo de síntese de proteínas;<br><br><strong>- Complexo de Golgi: </strong>Intervém na secreção de substâncias: forma lisossomas;<br><br><strong>- Lisossomas: </strong>Contêm enzimas digestivas: intervêm na digestão intracelular;<br><br><strong>- Mitocôndria:</strong> Acolhe a maior parte do processo de respiração celular aeróbica: produção de ATP; <br><br><strong>- Centríolos:</strong> Intervêm na divisão celular;<br><br><strong>- Vacúolo:</strong> Armazenamento de água e outras substâncias, Intervêm na regulação do fluxo de água e iões entre o meio interior e o exterior da célula;<br><br><strong>- Citoesqueleto:</strong> Manutenção da forma da célula à custa de uma rede de fibras intercruzadas.<br>(http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PPTS/16_Celula.pdf) (https://melhorcomsaude.com.br/85962-2/)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-16 00:08:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células Eucarióticas</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341955841</link>
         <description><![CDATA[<div> Apresentam uma estrutura mais complexa. Possuem um verdadeiro núcleo, contendo material genético, e uma multiplicidade de organelos membranares no citoplasma. Estas células estão representadas nos animais, plantas, fungos e protistas. <br>Dentro deste tipo de células existem dois tipos : o vegetal e o animal.<br>Em baixo , seguem os constituintes básicos destas células.<br><br> • Células complexas; <br><br>• Possuem um núcleo individualizado por um invólucro nuclear, no interior do qual se encontra o material genético (várias moléculas de DNA associadas a proteínas);<br><br> • Possuem um elevado número de organelos membranares (delimitados por membranas), ou seja, possuem um sistema endomembranar; <br><br>• Os organismos que são constituídos por células eucarióticas dizem-se seres eucariontes;  <br><br>• Os seres eucariontes podem ser unicelulares ou multicelulares (ou pluricelulares);<br><br> • As células eucarióticas podem ser células <br>animais ou células vegetais. <br>(https://brasilescola.uol.com.br/biologia/celula-vegetal.htm) (http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_12_-_Celulas_procarioticas_e_eucarioticas.pdf)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-16 00:23:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células Procarióticas</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341956644</link>
         <description><![CDATA[<div> São as células mais simples. O seu material genético não se encontra delimitado por um invólucro nuclear. Não possuem organelos mem- branares no seu citoplasma. Estas células são próprias das bactérias e cianobactérias. <br>Os constituintes das células procarióticas são :<br><br> • São células muito simples e de dimensões reduzidas;<br><br> • Não possuem um núcleo organizado (por falta de invólucro nuclear), pelo que o DNA (uma molécula) se encontra disperso pelo citoplasma e constitui o nucleoide; • Possui um número reduzido de organelos, sendo o citoplasma totalmente desprovido de organelos membranares (sistema endomembranar);<br><br> • Possui um citoplasma rico em ribossomas; <br><br>• Exteriormente à membrana plasmática a maioria das células procarióticas tem uma complexa parede celular que protege a célula e a ajuda a manter a sua forma;<br><br> • Todos os organismos constituídos por células procarióticas são unicelulares e designam-se por seres procariontes; <br><br>• Alguns procariontes apresentam uma cápsula a rodear a parede celular, que também tem uma função protetora;<br><br> • Alguns procariontes apresentam na superfície prolongamentos chamados pili e flagelo;<br><br> • Os exemplos mais comuns deste tipo de organismos são as bactérias (e as cianobactérias). <br>(https://colegiomoz.blogspot.com/2018/01/diferenca-entre-celula-eucariotica-e.html) (http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_12_-_Celulas_procarioticas_e_eucarioticas.pdf)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-16 00:35:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Realização da Atividade Laboratorial</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341957105</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta 2ª parte, nós realizamos um procedimento muito parecido com o anterior, mas com o mesmo material. Nesta observámos um pedaço de epiderme da face côncava de uma túnica de cebola e saliva.<br><br><strong>- I - Células de epiderme interior das túnicas de cebola (células eucarióticas vegetais):</strong><br><br></div><ul><li><strong>Procedimento:</strong></li></ul><ol><li>Colocamos sobre 3 lâminas distintas, respetivamente, uma gota de vermelho-neutro, uma gota de azul metileno e uma gota de água iodada;</li><li>Com o auxílio da pinça, destacámos um fragmento to de epiderme da face côncava de uma túnica de cebola;</li><li>Com o bisturi, dividimos o fragmento  em pequenas porções (cerca de 5  mm), colocando cada uma delas distendidas sobre o corante, que se encontra em cada uma das lâminas;</li><li>Colocámos sobre as 3 preparações as lamelas e observámos ao microscópio e fotografámos;</li><li>Depois comparámos as 3 fotografias.</li></ol><div><br><strong>- II - Células do epitélio lingual (células animais):</strong><br><br></div><ul><li>Procedimento:</li></ul><ol><li>Colocámos uma gota de azul de metileno numa lâmina;</li><li>Com um palito, raspámos levemente a superfície dorsal da língua, colocando o produto obtido sobre a gota de corante;</li><li>Cubrímos com a lamela e observámos ao microscópio, fotografando depois, os resultados;</li><li>Por fim comparámos as fotografias.</li></ol><div><br>(Ampliação: 40x de uma célula eucariótica vegetal corada com água iodada)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-16 00:41:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células Eucarióticas vegetais</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341957218</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Material:</strong><br>Para a realização desta atividade prática foi necessário o seguinte material de laboratório:</div><ul><li>Microscópio Ótico;</li><li>Laminas e lamelas;</li><li>Bisturi;</li><li>Pinça;</li><li>Palito;</li><li>Vermelho-neutro;</li><li>Azul de metileno;</li><li>Água iodada;</li><li>Material Biológico (Cebola).</li></ul><div><strong>Procedimento:</strong></div><ol><li>Para começar colocamos sobre três laminas diferentes, respectivamente, uma gota de cada um dos três corantes (Vermelho- neutro, Azul de metileno e Água iodada).</li><li>Com o auxilio da pinça, destacamos um fragmento da epiderme da face côncava da cebola.</li><li>Com o bisturi, dividimos o fragmento em porções, colocando cada uma delas distendida sobre o corante, que se encontra em cada uma das lâminas.</li><li>Cobrimos as três preparações com a lamelas e com a ajuda da agulha.</li><li>Após a colocação de cada preparação no microscópio, e após a focagem destas preparações, fizemos uma breve observação.</li></ol><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-16 00:43:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação de células Eucarióticas animais </title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/341957489</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Material:</strong><br>Nesta atividade utilizou-se o mesmo material de laboratório que a na atividade anterior mas há diferença da outra atividade o material biológico não foi a epiderme da cebola mas sim células animais provenientes de um dos .<br><strong>Procedimento:</strong></div><ol><li>Colocamos uma gota de azul de metileno num lmina.</li><li>Com um palito, o meu colega raspou levemente a superfície dorsal da língua, colocando o produto obtido sobre a gota de corante.</li><li>com a ajuda da agulha e de uma lamela cobrimos o preparado.</li><li>Após a colocação e a focagem da preparação, no microscópio passamos a observar o resultado. </li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-16 00:47:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346718091</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 8 de março realizamos uma vista de estudo até Peniche com o intuito de evidencia caraterísticas geológicas desta região e ,também para poder vizualizar a maravilhosa paisagem desta península.<br><br></div><ol><li>Praia da consolação </li><li>Cabo Carvoeiro</li><li>Remédios</li><li>Ponta do trovão e Praia do Abalo</li><li>Papôa</li><li>Balale</li></ol><div>Com a visita a estes majestosos locais aperfeiçoamos os nosso conhecimentos geológicos sobre esta religião.<br>(<a href="http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=cc01d3d0-79a6-40fb-81ae-670f2ac9d9b9&amp;edition=111">http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=cc01d3d0-79a6-40fb-81ae-670f2ac9d9b9&amp;edition=111</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 22:55:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cabo Carvoeiro</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346718650</link>
         <description><![CDATA[<div>De entre estes 6 locais que vistamos irei abordar de uma forma mais aprofundada o Cabo  Carvoeiro.<br>O Cabo Carvoeiro é uma região que se situa no extremo da península de Peniche , é o cabo mais ocidental da costa continental portuguesa onde a oeste se pode avistar o arquipélago das Berlengas , integrado numa reserva natural terrestre e marinha. Além disso , nesta zona situa-se também o Farol do Cabo Carvoeiro por se tratar de uma zona de bastantes naufrágios.<br>As condições do local aquando da visita eram excelentes verificando-se uma temperatura agradável , com ausência de pluviosidade notando-se apenas um vento bastante forte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:02:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346718650</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cabo Carvoeiro - Geologia</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346719633</link>
         <description><![CDATA[<div>Abordando a região do Cabo Carvoeiro geologicamente temos de abordar a região dos Remédios na qual entre estas duas regiões se estende uma paisagem cársica formada por lapiás , com cerca de 1 Km e algumas dezenas de metros de largura. Apresennta cerca de 300 m de estratos , sendo composta por sedimentos carbonatados do Jurássico Inferior a médio ( cerca de 180 M.a). Além disso , podemos evidenciar relevos cársicos caraterizados por um terreno muito erodido , falésias discrerses e muito verticais devido à ação do vento . das águas do mar e das chuvas ácidas . Podemos também observar calcários com fósseis de seres vivos que habitaram esta região no passado</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:13:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cabo Carvoeiro - Lapiás</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346720671</link>
         <description><![CDATA[<div>   Os lapiás do Cabo Carvoeiro encontram-se implantados em calcários. Fazem parte de uma paisagem cársica caracterizada por um conjunto de formas típicas de relevo, como galerias, grutas, algares, pias, pináculos, entre outras. Estas tipologias cársicas são controladas pela disposição dos estratos, bem como pelo seu conteúdo em carbonato de cálcio, e pelas estruturas tectónicas frágeis existentes. A plataforma de abrasão marinha, onde se desenvolve esta paisagem cársica, resultou da subida do nível do mar. Do ponto de vista sedimentar, podem observar-se nos estratos calco-detríticos, estratificação oblíqua e entrecruzada, laminações, entre outras. No seu interior têm grãos de quartzo, grosseiros e irregulares, feldspatos e micas detríticas. Esta zona tem também interesse do ponto de vista paleontológico, uma vez que contêm fósseis de algumas espécies, geralmente fragmentados e provenientes de águas pouco profundas mas posteriormente depositados num leque submarino mais profundo. Estas camadas correspondem às últimas do corte geológico do Liásico de Peniche.<br>(<a href="https://os5dabioegeologia.blogs.sapo.pt/9459.html">https://os5dabioegeologia.blogs.sapo.pt/9459.html</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:27:21 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação Geral sobre a Visita de Estudo</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346721183</link>
         <description><![CDATA[<div>Sinceramente achei esta visita de estudo bastante agradável pois permitiu-me conhecer um sítio do nosso país que desconhecia totalmente e possibilitou consolidar e adquirir novos conhecimentos.<br>A partir desta visita pude perceber como era a vida no passado nesta região , as transformações que existiram e perceber melhor o contexto geológico desta região.<br>Em suma , agradeço aos professores pela fantástica experiência que nos proporcionaram e deixo o pedido de que mais iniciativas como esta no futuro possam existir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:34:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Notícia </title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346723265</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:59:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346725064</link>
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         <pubDate>2019-03-30 00:25:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346725100</link>
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         <pubDate>2019-03-30 00:25:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346773733</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta Atividade Laboratorial tínhamos como objetivo visualizar a reação das células de Camélia ( células vegetais) , mais concretamente os seus vacúolos  , quando colocados em meios com diferentes tipos de concentrações. A célula foi colocada em água destilada , com pouca concentração de cloreto de sódio( meio hipotónico ) e em água salgada , com elevada concentração de cloreto de sódio ( meio hipertónico). Para percebermos melhor a atividade experimental e o comportamento da célula no microscópio devemos compreender a estrutura e funcionamento dos vacúolos.<br>(<a href="https://pixabay.com/pt/photos/cam%C3%A9lia-bloom-planta-vermelho-787516/">https://pixabay.com/pt/photos/cam%C3%A9lia-bloom-planta-vermelho-787516/</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 13:23:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vacúolo - Estrutura e Função</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346775551</link>
         <description><![CDATA[<div>São organelos de tamanho variável , rodeados por uma membrana. Os vacúolos podem armazenar no seu interior gases , pigmentos , açúcares , proteínas ou outras substâncias.<br>Com esta breve informação relativa à estrutura e função dos vacúolos podemos concluir que as células da epiderme das pétalas , para além de possuírem um núcleo , citoplasma e paredes evidentes , apresentam normalmente um vacúolo desenvolvido , que contém pigmentos dissolvidos em água , que conferem a cor caraterística às pétalas que conforme o meio em que estão inseridas irão apresentar colorações diferentes ,  como iremos perceber de seguida.<br>(<a href="https://www.todoestudo.com.br/biologia/vacuolos">https://www.todoestudo.com.br/biologia/vacuolos</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 13:36:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Atividade Laboratorial - Osmose</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346777229</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div><strong>- Material:</strong></div><div><br></div><ul><li>Microscópio Ótico;</li><li>Lâminas e lamelas;</li><li>Pinça;</li><li>Agulha de dissecção;</li><li>Marcador;</li><li>Conta-Gotas;</li><li> Água destilada;</li><li>Água salgada (solução de cloreto de sódio a 12%):</li><li>Pétalas vermelhas de camélia;</li></ul><div><br><strong>-  Procedimento:<br><br></strong>1. Com o auxílio da pinça, destacámos dois fragmentos da epiderme superior das pétalas;<br><br>2. Preparámos duas lâminas distintas a que designámos de A e B;<br><br>3. Na lâmina A, colocámos um dos fragmentos da epiderme da pétala numa gota de água destilada e cobrimos com uma lamela;<br><br>4. Na lâmina B, colocámos o outro fragmento de epiderme numa gota de água salgada e também cobrimos com uma lamela;<br><br>5. Observámos as duas preparações ao microscópio e desenhámos as observações que fizemos; <br><br>-Conclusões<br>Relativamente a esta atividade laboratorial podemos perceber que quando a célula é colocada em água destilada , a água entra para o vacúolo , que aumenta de volume , comprimindo o citoplasma e o núcleo contra a parede celular. Quando isto acontece , diz-se que a célula ficou túrgida , ficando com uma cor mais clara , graças à menor concentração dos pigmentos. Numa célula vegetal em turgescência , todo o conteúdo celular exerce uma pressão sobre a parede da célula ( pressão de turgescência ) , que , por sua vez , oferece resistência a esta pressão.<br>Quando a célula é colocada numa solução concentrada de cloreto de sódio , dá-se um movimento de água do vacúolo diminua de volume e fique com uma cor mais intensa e o citoplasma se desprenda parcialmente da parede celular . Nesta situação diz-se que a célula se encontra plasmolisada.<br>Em suma , concluo que há sempre um fluxo de água do meio com menor concentração do soluto ( meio hipotónico) para o meio com maior concentração do soluto ( meio hipertónico) . Quando a concentração dedo soluto é igual nos dois meios , eles dizem-se isotónicos e o fluxo de água é igual nos dois sentidos.<br> <br>A parir desta atividade laboratorial pude consolidar os meus conhecimentos relativos ao transporte trasmembranar , osmose , e , sobretudo melhorar a minha capacidade de utilização de utensílios relativos a um laboratório.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 13:49:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transportes transmembranares</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346780312</link>
         <description><![CDATA[<div>Além  da osmose existem outros tipos de transportes transmembranares que devemos ter em conta onde está inserida a osmose. Dento destes tipos de transportes existem três grandes grupos Transporte Não Mediado ( As substâncias atravessam a membrana sem a intervenção específica de moléculas transportadoras ) Transporte Mediado ( As substâncias são transportadas por ação de proteínas transportadora ) e Transporte em Quantidade .<br><br>Transporte Não Mediado<br><br>-Osmose<br> • Movimento de água através da membrana plasmática.<br> • Efetua-se de um meio de menor concentração em soluto (hipotónico) para um meio de maior concentração (hipertónico). • É um transporte passivo, isto é, ocorre sem qualquer gasto de energia uma vez que ocorre a favor do gradiente de concentração.<br> • Na sequência dos movimentos osmóticos, a célula pode: - perder água (quando o meio extracelular é um meio hipertónico), diminuindo, assim, o seu volume celular. Nessa situação a célula diz-se plasmolisada ou em estado de plasmólise; - ganhar água, aumentando, assim, o seu volume celular e aumentando a pressão sobre a membrana plasmática e parede celular (pressão de turgescência). Neste caso, a célula diz-se túrgida ou no estado de turgescência. No caso, das células animais, a pressão de turgescência pode levar a uma situação limite, à rutura da membrana plasmática – lise celular. As células eucarióticas vegetais, quando colocadas num meio fortemente hipotónico, não entram em lise celular uma vez que a parede celular (de natureza celulósica) exerce uma pressão contrária à pressão de turgescência.<br> • Quanto maior a diferença de concentração (de soluto) entre dois meios maior é a velocidade osmótica. À medida que a diferença de concentração vai diminuindo também a velocidade osmótica diminui, acabando por estabilidade quando os dois meios se tornam isotónicos (a partir deste momento o fluxo de água é igual nos dois sentidos).<br> • A pressão necessária para contrabalançar a tendência da água se mover de uma solução hipotónica (com elevada quantidade de moléculas de água) para uma solução hipertónica (com baixa quantidade de moléculas de água) designa-se por Pressão Osmótica. Logo, a pressão osmótica é elevada em meios hipertónicos e baixa em meios hipotónicos. <br>Exemplo: Água;<br><br>- Difusão Simples <br> • As moléculas de soluto deslocam-se do meio para o meio hipotónico, ou seja a favor do gradiente de concentração, com o objetivo de os dois meios ficarem isotónicos. <br>• É um transporte passivo isto é, ocorre sem qualquer gasto de energia uma vez que ocorre a favor do gradiente de concentração.<br> • A velocidade de movimentação do soluto é diretamente proporcional à diferença de concentração entre os dois meios. <br>Exemplo: Moléculas Apolares , alguns iões , pequenas moléculas polares sem carga , moléculas lipossolúveis e gases.<br><br>Transporte Mediado<br><br>- Difusão Facilitada<br> • Transporte de substâncias a favor do gradiente de concentração com a intervenção de proteínas transportadoras (permeases). <br>• É um transporte passivo isto é, ocorre sem qualquer gasto de energia uma vez que ocorre a favor do gradiente de concentração. <br>• O processo de difusão facilitada efetua-se em três etapas:<br>     1. Ligação da molécula a transportar à permease (proteína transportadora); <br>    2.Alteração conformacional da permease (proteína transportadora), que permite a passagem da molécula através da membrana e a sua separação da permease (proteína transportadora);<br>     3.Regresso da permease (proteína transportadora) à sua forma inicial.<br> • A velocidade de transporte da substância: - aumenta com o aumento da diferença de concentração de soluto entre dois meios; - mantém-se constante quando todos os locais de ligação das permeases estão ocupados (saturados) mesmo que a concentração de soluto aumente. <br>Exemplos: Moléculas polares , como a glicose e aminoácidos.<br><br>- Transporte Ativo<br>  • Transporte de substâncias de um meio hipotónico (para um meio hipertónico, ou seja, contra o gradiente de concentração com a intervenção de proteínas transportadoras - ATPases. <br>• O transporte ativo mantém o gradiente de concentração entre dois meios (estes nunca ficam isotónicos).<br> • O transporte ativo é um transporte ativo, isto é, implica gasto de energia (ATP) por parte da célula, uma vez que ocorre contra o gradiente de concentração. <br>• No transporte ativo, ao contrário do que acontece na difusão facilitada, as mudanças de forma na proteína transportadora ocorrem devido à energia resultante da hidrólise de ATP. Nesta situação, as proteínas transportadoras comportam-se como enzimas, sendo designadas ATPases. <br>Exemplos: Bomba de Sódio-Potássio<br><br>Transporte em Quantidade<br><br>- Endocitose<br> • A célula inclui no seu citoplasma moléculas provenientes do meio exterior. Este processo inicia-se com a formação de uma invaginação da membrana plasmática que vai, progressivamente, englobando o material extracelular. Esta invaginação acaba por se destacar da membrana, formando uma vesícula endocítica. <br>• A endocitose pode ser classificada em:<br>     - Fagocitose – processo endocítico em que a célula emite prolongamentos citoplasmáticos, os pseudópodes, que envolvem partículas de grandes dimensões ou mesmo células inteiras, acabando por formar uma vesícula fagocítica que se destaca para o interior do citoplasma. <br>    - Pinocitose – processo endocítico em que a membrana celular, por invaginação, engloba fluido extracelular contendo ou não pequenas partículas, formando pequenas vesículas pinocíticas (menores que as vesículas fagocíticas). <br>    - Endocitose mediada por recetor – processo em que as macromoléculas entram na célula, ligadas a recetores membrana, através de vesículas endocíticas. <br>Exemplos: Macromoléculas , gotículas de solutos , bactérias capturadas por glóbulos brancos.<br><br>- Exocitose<br> • A célula liberta para o meio extracelular produtos resultantes da digestão intracelular ou moléculas sintetizadas no seu interior, como produtos do metabolismo celular, certas secreções (hormonas) e proteínas estruturais (colagénio). <br>• Neste processo as vesículas de secreção convergem para a membrana plasmática, fundem-se com ela e libertam o seu conteúdo no meio extracelular. <br>Exemplos:  Resíduos de digestão Intracelular, Proteínas e Hormonas .<br>(<a href="http://materiais.dbio.uevora.pt/jaraujo/biocel/transportes.htm">http://materiais.dbio.uevora.pt/jaraujo/biocel/transportes.htm</a>) (<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_14_-_Transportes_transmembranares.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_14_-_Transportes_transmembranares.pdf</a>)<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 14:15:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Célula Plasmolisada</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346830607</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 22:52:45 UTC</pubDate>
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         <title>Célula Túrgida</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346830623</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 22:53:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Notícia</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/346830803</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 22:55:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/366475805</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta Atividade Prática referente ao subtema Trocas Gasosas nas Plantas observamos estomas ao microscópio ótico composto com o intuituito de perceber primeiramente perceber como é a estrutura dos estomas , comparar a quantidade de estomas na face superior e inferior das folhas e de observar o efeito da luz e da salinidade na abertura e fecho dos estomas. <br>(<a href="https://paraquesirven.es/estomas/">https://paraquesirven.es/estomas/</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 10:15:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estrutura dos estomas </title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/366476502</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes de iniciar a nossa atividade devemos conhecer melhor a estrutura dos estomas.<br>Os estomas são estruturas constituídas por duas células-guarda , que são constituídas por cloroplastos , núcleo e vacúolos. Além disso possui um ostíolo ao centro (trata-se da "zona de abertura" do estoma) e depois são envolvidos por células da epiderme.<br>(<a href="http://fisiologiavegetal.es/2018/05/la-importancia-de-los-estomas/">http://fisiologiavegetal.es/2018/05/la-importancia-de-los-estomas/</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 10:24:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/366476804</link>
         <description><![CDATA[<div>Os objetivos referentes a esta a experiência tal como consta na conclusão são:<br> Objetivos:<br> Observar a estrutura dos estomas ;<br><br>Comparar a quantidade de estomas nas faces superior e inferior das folhas ;<br><br>Observar a influência da luz e da salinidade na abertura e fecho dos estomas.<br><br> Material:<br> • Folhas verdes frescas de Tradescantia (ou outra planta)<br> • Pinça;<br> • Bisturi ;<br>• Conta-gotas ;<br>• Lâminas ;<br>• Lamelas ;<br>• Papel de filtro ;<br>• Água destilada ;<br> • Solução de cloreto de sódio a 12% ;<br>• Solução de Ringer (ou soro fisiológico) ;<br>• Microscópio ótico ;<br>• Candeeiro de mesa ;<br><br>Procedimento experimental:<br> 1. Coloque duas folhas de Tradescantia debaixo da luz direta de um candeeiro durante alguns minutos (evitar uma exposição prolongada ao calor).<br> <br>2. Coloque outras duas folhas de Tradescantia no escuro pelo menos durante 30 minutos. <br><br>3. Faça, com um bisturi, um golpe na epiderme inferior de uma folha que esteve exposta à luz. <br><br>4. A partir deste golpe destaque, com uma pinça, uma película de espessura reduzida da epiderme da folha. <br><br>5. Coloque a película sobre uma lâmina com uma gota de solução de Ringer ou soro fisiológico, de tal forma que a epiderme fique completamente distendida. <br><br>6. Cubra a preparação com uma lamela. <br><br>7. Observe a preparação ao microscópio, usando uma ocular de 10x e a objetiva de 10x. <br><br>8. Desenhe e legende um estoma e algumas células da epiderme circundante. <br><br>9. Conte o número de estomas que se encontram no campo de visão. Repita o procedimento em duas outras áreas da preparação. Registe as observações. <br><br>10. Repita os procedimentos 3. a 9., mas com a epiderme superior da folha. <br><br>11. Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando uma folha que esteve às escuras. <br><br>12. Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando água destilada como meio de montagem. <br><br>13. Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando solução de cloreto de sódio como meio de montagem. <br>(<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PRATICAS/AP_07_-_Observacao_de_estomas.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PRATICAS/AP_07_-_Observacao_de_estomas.pdf</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 10:30:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/366476804</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Trocas Gasosas nas Plantas </title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/366478347</link>
         <description><![CDATA[<div> As trocas gasosas nas plantas bem como a transpiração realizam-se ao nível dos estomas. A abertura e o fecho dos estomas controla as trocas gasosas da planta. Este mecanismo está relacionado com o estado de turgescência ou de plasmólise das célulasguarda. Assim, se as células–guarda (ou células estomáticas) estão túrgidas, o estoma abre-se, pelo contrário, se as células-guarda estão plasmolisadas, o estoma fecha. As células-guarda são estruturalmente diferentes das restantes células epidérmicas onde se localizam. Possuem cloroplastos e a sua parede celular não apresenta sempre a mesma espessura, uma vez que são mais espessas junto do ostíolo e menos espessas junto das células-companhia (restantes células epidérmicas). As zonas mais finas da parede celular das células-guarda são mais elásticas, o que lhes permite reagir de forma diferente à pressão de turgescência e, desta forma, abrir ou fechar. <br>Então:<br> <br>• Se a pressão de turgescência é elevada, significa que entrou água para as célulasguarda, o que vai provocar o aumento do seu volume (as células ficam túrgidas). No entanto, como a parede celular destas células é menos espessa junto das célulascompanhia, logo, mais elásticas, distende-se mais do que a parede junto do ostíolo, pelo que o estoma abre. <br><br>• Se a pressão de turgescência é baixa, significa que saiu água das células-guarda, o que vai provocar uma diminuição do seu volume (regressam à sua forma original, ficando plasmolisadas), pelo que o estoma fecha. <br> <br>A causa da turgescência das células-guarda e consequentemente a taxa de transpiração pode ser atribuída à concentração de iões (Ex: iões K+ que entram nas células guarda por transporte ativo levando à turgescência das células e posterior abertura do estoma), à intensidade luminosa, à concentração de CO2, à temperatura do ar, ao vento, conteúdo do solo em água e ao pH. <br>A partir destes fatores conseguimos prever e p+erceber o efito de cada um na abertura e fech dos estomas.<br><br>Efeito da Temperatura:<br> Quanto maior a temperatura do ar, mais rápida é a transpiração das folhas, pelo que mais rápida é a entrada de água, a partir do xilema, para as células-guarda, hipertónicas em relação ao meio, o que provoca a sua turgescência. Os estomas abrem. <br><br>Efeito da taxa de fotossíntese:<br> Uma maior taxa de fotossíntese implica consumo de CO2, menos acidez e, assim, maior concentração de glicose nas células-guarda, que ficam hipertónicas e túrgidas. Os estomas abrem. <br><br>Efeito da quantidade de água disponível do solo:<br> Com muita água disponível no solo, os estomas abrem. Com escassez de água no solo, as células-guarda ficam hipertónicas mas não ganham água nem ficam túrgidas. Os estomas permanecem fechados.<br><br>Efeito da humidade do ar :<br> Quanto menor for a humidade do ar, maior será a transpiração, pois mantémse um gradiente de concentração entre o ar atmosférico e a folha. A água passa continuamente para as células-guarda, que ficam túrgidas, provocando a abertura do estoma. <br><br>Efeito do vento:<br> O vento, fraco e moderado, arrasta as partículas de água resultantes da transpiração, baixando a humidade junto das células-guarda, mantendo deste modo um gradiente de concentração entre as folhas e a atmosfera. A água sai novamente das células, é novamente arrastada pelo vento, aumentando a transpiração da planta. Se o vento é muito forte, pelo contrário, a transpiração diminui, pois ocorre o fecho dos estomas devido a uma excessiva perda de água. <br>(<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_23_-_Trocas_gasosas_nas_plantas.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_23_-_Trocas_gasosas_nas_plantas.pdf</a>) (<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PRATICAS/AP_07_-_Observacao_de_estomas_-_CC.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PRATICAS/AP_07_-_Observacao_de_estomas_-_CC.pdf</a>) (<a href="http://cienciasdavidaedaterra25.blogspot.com/2012/03/abertura-e-fecho-dos-estomas.html">http://cienciasdavidaedaterra25.blogspot.com/2012/03/abertura-e-fecho-dos-estomas.html</a>)<br> <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 10:58:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/366480505</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta atividade laboratorial conseguimos consolidar os conhecimentos relativos à estrutura dos estomas , aos fatores que influenciam a abertura e fecho dos mesmos , o comportamneto dos mesmos face à obscuridade e à luz , o seu comportamento face à sua interação com meios hipertónicos e hipotónicos e também perceber qual a diferença do número de estomas entre a parte superior e inferior da folha. Além disso através das questões pós-laboratoriais realizadas entemos melhor os objetivos da atividade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 11:41:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/366480505</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Notícia</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/366480671</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/02/plantas-surgiram-na-terra-muito-antes-do-que-se-imaginava-sugere-estudo.html" />
         <pubDate>2019-06-08 11:44:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/366482439</link>
         <description><![CDATA[<div>A foto seguinte em anexo diz respeito a um estoma da face inferir em água destilada , que se encontrou exposto à luz previamente com uma ampliação de 100X .</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 12:22:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/366482692</link>
         <description><![CDATA[<div>A imagem seguinte representa um estoma da parte da parte inferior colocado em água destilada com uma ampliação de 40X. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-08 12:27:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esboço</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/366524785</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta imagem evidenciamos um esboço ilustrativo dos estomas e da sua constituição.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 00:26:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeo sobre a abertura dos estomas</title>
         <author>henrique_nco</author>
         <link>https://padlet.com/henrique_nco/nbfzep1dgvyh/wish/366524952</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 00:30:32 UTC</pubDate>
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