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      <title>Aspectos determinantes para a caracterização do PAEE by Alessandra Campanini</title>
      <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb</link>
      <description>Após a discussão em grupo e terem elencado os aspectos determinantes para a caracterização do PAEE, coloque tópicos que tenham discutido. Aproveite e leia os tópicos do outro grupo!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-18 23:18:17 UTC</pubDate>
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         <title>Postem aqui.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi pessoal, o grupo 1 pode postar aqui. Bons estudos!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-19 23:39:43 UTC</pubDate>
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         <title>Postem aqui</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3334982809</link>
         <description><![CDATA[<p>Oi pessoal, o grupo 2 pode postar aqui. Bons estudos!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-19 23:39:56 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 03 – Debate em grupo</title>
         <author>luaragimenez</author>
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         <description><![CDATA[<p>Falar sobre o Público-Alvo da Educação Especial (PAEE) é reconhecer histórias e desafios únicos. A abordagem clínica foca no diagnóstico médico e nas deficiências individuais, destacando a importância de recursos especializados e atendimento personalizado. No entanto, pode acabar rotulando e isolando o aluno.</p><p>Já a abordagem social amplia o olhar, entendendo que as barreiras estão, muitas vezes, no ambiente e não na pessoa. Ela defende uma educação inclusiva, onde todos possam aprender juntos, com acessibilidade e respeito às diferenças.</p><p>A Política Nacional de Educação Especial (2008) caminha nesse sentido, promovendo um ensino que combina recursos especializados com ambientes inclusivos. No fim, trata-se de enxergar além das limitações e valorizar cada aluno por quem ele é.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-20 12:49:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3337666330</link>
         <description><![CDATA[<p>Muito interessante como Luciene Maria Silva (2006), em seu artigo “A deficiência como expressão da diferença”, apresenta a trajetória histórica da deficiência, inicialmente, interpretada desde sinais de forças sobrenaturais até as explicações pautadas nos estudos da medicina como problemas orgânicos. </p><p>Essa concepção clínica da deficiência se contrapõe ao atual entendimento da diferença em uma perspectiva social com uma normalidade construída por padrões estabelecidos pelo que valoriza determinada cultura.</p><p>A autora apresenta uma importante definição de deficiência Diniz (2003) como um conceito amplo e relacional. É "uma diferença que emerge no processo de produção da existência dos povos, em locais e momentos históricos distintos, assim como são, nesse sentido, as diferenças étnicas, os códigos lingüísticos ou as crenças religiosas" (Silva, 2006, p. 121) </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-21 13:01:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3338570314</link>
         <description><![CDATA[<p>Bom dia, meninas!</p><p>Perfeita  colocação de vocês. Luara conceituou muito bem as diferenças entre as abordagens clínica e social. A abordagem clínica focando na medicalização e a social, na integralidade do alunos, nos recursos necessários para que este aprenda, sendo respeitada sua singularidade e como a política de 2008 abre um leque de possibilidades para que esta seja implementada. Tieme e Débora, enfatizam a necessidade destas duas abordagens caminharem juntas, o que eu concordo plenamente. Há estudantes que necessitam, além das condições estruturais e recursos humanos na escola,  de uma equipe multidisciplinar  atuando, até mesmo para que ele possa se desenvolver melhor na escola, e nós que estamos no chão do ambiente escolar, sabemos o quanto isso é importante e como funciona na prática. Precisamos também conhecer nossos estudantes, e  o trabalho entre docentes e profissionais de saúde deve ser fruto de um constante diálogo.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>política de 2</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-22 14:35:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3338700249</link>
         <description><![CDATA[<p>A abordagem clínica tende a pathologizar a deficiência, enfatizando a "cura", enquanto a abordagem social busca entender como a sociedade pode ser reformada para incluir todos os indivíduos, e o Desenho Universal para Aprendizagem o DUA, vem como modelo para auxiliar os educadores nesta inclusão, pois traz materiais e estratégias que podem beneficiar a todos. E independentemente de suas diferenças a abordagem social é fundamental para a luta pelos direitos humanos e pela inclusão de pessoas com deficiência, propondo uma mudança nas estruturas sociais para eliminar a discriminação e promover igualdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-22 19:43:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3338706575</link>
         <description><![CDATA[<p>Boa tarde, meninas!</p><p>As contribuições de vocês em relação à intervenção clínica são extremamente importantes e fundamentais para alcançarmos o êxito na aprendizagem dos nossos alunos. Tenho observado, em casos específicos na escola, que alguns alunos apresentam surtos quando não tomam a medicação adequada ou quando fazem alterações nas doses, especialmente durante períodos de adaptação. É crucial que trabalhemos juntos para entender essas situações e implementar intervenções que promovam um ambiente mais acolhedor e eficaz para todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-22 20:06:30 UTC</pubDate>
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         <title>Aspectos que são determinantes para a caracterização do PAEE nas abordagens clínica e social</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3339138078</link>
         <description><![CDATA[<p>Na abordagem clínica as questões físicas, ou seja, as deficiências aparentes são relevantes e o indivíduo é encaixado em um diagnóstico (ou CID) padronizado para cada deficiência; o foco é o diagnóstico e os tratamentos necessários para a “cura” ou melhoria das condições de vida da pessoa com deficiência. Assim acontece com os transtornos de desenvolvimento e aprendizagem (TEA, TGD, superdotação).</p><p>Na abordagem social prevalecem as capacidades e condições do individuo em realizar tarefas do seu cotidiano, em estar no ambiente escolar e na oferta de possibilidades de aprendizagem, de modo a torná-lo autônomo e inserido nos diferentes contextos sociais (escola, trabalho, sociedade).</p><p>&nbsp;Silva (2006), afirma que historicamente há uma tendência à marginalização dos “indivíduos que não se encaixam nos padrões de normalidade física ou mental”, porém, as políticas afirmativas como a “oferta de oportunidades necessárias aos aspectos fundamentais da vida, tais como trabalho, educação, habitação e lazer” vieram para compensa/reparar “os prejuízos acumulados no passado”. (pg. 117 e 131).</p><p>De acordo com a autora:</p><p>O risco que existe nas classificações e categorizações dos alunos com deficiência está exatamente no fato de que, ao olhar especificamente para a patologia, se atribui qualquer dificuldade ou insucesso na escola a ela, quando o problema pode estar na escola, e isso não diz respeito apenas aos alunos com deficiência (SILVA, 2006, pg. 130).</p><p>A Política Nacional de Educação Especial (2008) tem como base a abordagem social, que valoriza o individuo e propõe a oferta de recursos necessários para que cada estudante alcance a aprendizagem e o desenvolvimento de acordo com as suas condições e limitações.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Referência</strong></p><p>&nbsp;</p><p>SILVA, Luciene Maria da. A deficiência como expressão da diferença. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 44, p. 111-133, dez. 2006. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/edur/a/MdZKQkP6rry4RnMMcbCPYkB/?format=pdf&amp;lang=pt">https://www.scielo.br/j/edur/a/MdZKQkP6rry4RnMMcbCPYkB/?format=pdf&amp;lang=pt</a>. Acesso em: 19 de fev. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-23 15:34:25 UTC</pubDate>
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         <title>Aspectos determinantes para a caracterização do PAEE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3339283655</link>
         <description><![CDATA[<p>A caracterização do <strong>Público-Alvo da Educação Especial (PAEE)</strong> depende diretamente das concepções que se tem sobre deficiência. As abordagens <strong>clínica e social</strong> apresentam visões distintas, que impactam diretamente a forma como a inclusão escolar é pensada e praticada. A abordagem clínica, historicamente predominante, entende a deficiência a partir de um <strong>paradigma biomédico</strong>. Nessa perspectiva, o foco está nas limitações do indivíduo, que são diagnosticadas e classificadas com base em testes e avaliações médicas ou psicológicas. O PAEE, nesse contexto, é identificado a partir de critérios médicos que enfatizam incapacidades funcionais, sensoriais, cognitivas ou motoras. Como destaca Luciene Maria da Silva, esse modelo “reduz a deficiência a um diagnóstico, ignorando os fatores sociais e culturais que influenciam a experiência da pessoa com deficiência” (Silva, 2008, p. XX).A partir dessa perspectiva, a educação especial tradicionalmente se organizava em <strong>escolas e classes especiais</strong>, separando os estudantes do ensino regular com a justificativa de oferecer-lhes um atendimento mais adequado às suas necessidades. No entanto, essa abordagem desconsidera o papel do meio social na constituição das barreiras que dificultam a aprendizagem e a participação do estudante com deficiência.O modelo social da deficiência propõe uma mudança de perspectiva: em vez de focar nas limitações individuais, passa-se a considerar as <strong>barreiras sociais, pedagógicas e atitudinais</strong> que dificultam o acesso e a permanência das pessoas com deficiência no ambiente escolar. Como afirma Luciene Maria da Silva, “a deficiência não pode ser vista como um problema exclusivamente do indivíduo, mas sim como um fenômeno que emerge das interações entre as características da pessoa e as estruturas da sociedade” (Silva, 2008, p. XX).A <strong>Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008)</strong> adota essa concepção ao definir o PAEE como estudantes <strong>com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação</strong>, mas garantindo-lhes o direito à escolarização em classes comuns, com <strong>atendimento educacional especializado (AEE)</strong> como suporte complementar. Esse modelo rejeita a segregação e enfatiza a necessidade de adaptar o ambiente escolar para acolher a diversidade.</p><p><br/></p><p>Referência</p><p><br/></p><p>SILVA, Luciene Maria da. A deficiência como expressão da diferença. Educação em Revista, Belo Horizonte, n. 44, p. 111-133, dez. 2006.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-23 20:18:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3339288761</link>
         <description><![CDATA[<p>Mesmo com os avanços legais e as diretrizes estabelecidas pela <strong>Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008)</strong>, a realidade da inclusão escolar ainda enfrenta muitos desafios. Embora o modelo social da deficiência tenha sido adotado oficialmente, na prática, a abordagem clínica ainda prevalece em muitos espaços educacionais. Isso se reflete, por exemplo, na exigência do laudo médico como critério determinante para a organização do trabalho pedagógico, dificultando a adoção de estratégias verdadeiramente inclusivas.</p><p>O que se observa é que, muitas vezes, os profissionais da educação ainda aguardam um diagnóstico formal para iniciar qualquer adaptação ou planejamento pedagógico voltado ao aluno com deficiência. Essa postura, herdada do modelo médico, desconsidera o papel essencial da escola na identificação e no atendimento às necessidades educacionais de cada estudante. Afinal, os professores, mesmo sem uma formação específica em educação especial, são formados para ensinar todos os alunos e já lidam diariamente com a diversidade de ritmos, estilos de aprendizagem e necessidades individuais dentro da sala de aula.</p><p>Nenhuma turma é homogênea, e não existe um único modelo de ensino que atenda a todos os alunos da mesma forma. Assim, ao considerar o aluno com deficiência como parte dessa diversidade humana, a escola amplia sua compreensão sobre diferentes formas de ensino e aprendizagem. O desafio da inclusão vai além da simples presença do aluno com deficiência na sala de aula; trata-se de garantir sua participação ativa, respeitando suas especificidades sem reduzi-lo a um diagnóstico ou a um laudo.</p><p>Além disso, a convivência com alunos com deficiência transforma não apenas o ambiente escolar, mas também a própria prática docente. Os professores aprendem continuamente novas formas de comunicação, metodologias alternativas e estratégias diferenciadas, que podem beneficiar todos os estudantes. A educação inclusiva não é apenas um direito legal, mas um processo que contribui para a construção de uma escola mais democrática e equitativa, onde cada aluno, independentemente de suas características, é visto como sujeito da aprendizagem.</p><p>É claro que isso não significa desconsiderar o papel fundamental de uma equipe multiprofissional no atendimento desse aluno. O ideal seria a junção de todas as pessoas que interagem com a criança, promovendo uma relação de colaboração e troca entre diferentes saberes, a fim de encontrar a melhor forma de atendê-lo. No entanto, não podemos depender exclusivamente do que a medicina diz, pois, enquanto educadores, também nos preparamos para ensinar qualquer e todo aluno.</p><p>Dessa forma, para que a inclusão se torne de fato uma realidade, é essencial que os profissionais da educação assumam um papel ativo na criação de práticas pedagógicas acessíveis, sem depender exclusivamente de laudos médicos. A transformação da escola em um espaço verdadeiramente inclusivo passa pelo compromisso de toda a comunidade escolar em reconhecer e valorizar a diversidade como parte fundamental do processo educativo.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-23 20:30:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3341042936</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-25 00:02:31 UTC</pubDate>
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         <title>atividade semana 03</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3342736973</link>
         <description><![CDATA[<p>observando os dois grupos notei que as abordagens convergem para o mesmo ponto.</p><p>Os tópicos por mim levantados foram:</p><p>1- Diferença entre os conceitos Clínica e social.</p><p>a clinica enfatiza as necessidades individuas de cada aluno pautado na sua especificidade, pautado em diagnósticos.</p><p>a social refere-se a importância de como o aluno esta inserido reconhecendo os fatores sociais, ou seja, a sua efetiva inclusão no campo social comum.</p><p><br/></p><p>2- Unificação das duas abordagens;</p><p>a unificação da abordagem clinica e da abordagem social estão entrelaçadas, ou seja, o monitoramento continuo na equilibração emocional do aluno e a sua inserção e atenção no seio da comunidade escolar. O acompanhamento constante do progresso do aluno e a justaposição das duas abordagens.</p><p>3-Deficiência como expressão da diferença.</p><p>Esta abordagem é muito pertinente pois caracteriza que o aluno que tem a deficiência naturalmente é caraterizado ou melhor estigmatizado como o diferente, portanto um ser inferior. Devemos levar este tema para discussão em HTPC e ate em rodas de conversar secular.</p><p><br/></p><p>estes foram os tópicos que me chamou a atenção.</p><p>Agradeço a todos por me ajudarem a refletir a partir do que colhi .</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-25 23:54:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3342771181</link>
         <description><![CDATA[<p>Desenho Universal da Aprendizagem.</p><p><br/></p><p>Criando ambiente que favoreçam a aprendizagem de todos.</p><p>Ambientes e condições que incluam a todos independentemente de suas habilidades, estilos ou necessidades educacionais.</p><p>DUA oferece diferentes formatos  como textos, áudios, vídeos, desenhos, gráficos, textos.</p><p>Conteúdos explorados em diversas formas para atender a formato de compreender de todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-26 00:29:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mrmunhoz</author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3344367581</link>
         <description><![CDATA[<p><br>A leitura do texto “A Deficiência como Expressão da Diferença" da professora Luciene Maria da Silva trouxe muitas informações novas e me fez questionar sobre o conceito do público-alvo da Educação Especial, afinal quais os limites dos fatores biológicos? Como estabelecer uma régua: até aqui é normal, daqui em diante não é.<br>Dentro das políticas nacionais de Educação Especial, parece estar bem delimitado este público-alvo, afinal como uma política que tem de ser nacional, imagino que tem de ter critérios claros.<br>Porém isto não nos impede de fazer este questionamento, um exemplo prático é a obrigação de laudo para que o aluno seja atendido. Despreza-se assim o conhecimento e a percepção dos professores, ao mesmo tempo como impedir os abusos, a inclusão de crianças apenas por que tem atrasos justificáveis pelas próprias circunstâncias?<br>Essas leituras e o curso em si tem aberto janelas sobre assuntos que estavam ocultos e tem trazido questionamentos que ampliam horizontes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 00:08:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mrmunhoz</author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3344377825</link>
         <description><![CDATA[<p>Analisando debate grupo 2</p><p>As colegas do grupo 2 ressaltaram os pontos mais importantes do texto da professora Luciene Maria da Silva, A deficiência como expressão da diferença, sobre a história da deficiência que era vista na Idade Média como possessão por demônios, e comentaram também a visão médica que estigmatiza o diferente</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 00:17:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mrmunhoz</author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3344380058</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta imagem resume a base do DUA, conforme a excelente palestra da profª Ana , extremamente didática e esclarecedora<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 00:19:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mrmunhoz</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 00:32:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mrmunhoz</author>
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         <pubDate>2025-02-27 00:32:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mrmunhoz</author>
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         <pubDate>2025-02-27 00:32:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-02-27 09:56:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No texto estudado a autora propõe uma visão da deficiência não como uma limitação individual, mas como uma expressão da diversidade humana. Desafiando a concepção tradicional da deficiência como um problema a ser corrigido e destaca a importância de compreedê-la no contexto das relações sociais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 17:51:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>professoravivianem</author>
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         <pubDate>2025-02-28 01:38:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.inclutopia.com.br/l/como-implementar-o-desenho-universal-para-a-aprendizagem-dua-na-pratica-pedagogica/">https://www.inclutopia.com.br/l/como-implementar-o-desenho-universal-para-a-aprendizagem-dua-na-pratica-pedagogica/</a></p><p>Sobre o DUA. Considerações que vão de encontro aos nossos estudos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 13:57:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3352731764</link>
         <description><![CDATA[<p>O grupo 2 trouxe bastante a questão da importância do laudo médico, levantando a consideração clínica da deficiência, e apontaram também como historicamente a termologia “deficiência” se modifica ao passar dos anos.</p><p>São questões válidas, quando é falado que a abordagem social visa romper com o processo histórico de exclusão, buscando atualmente maneiras de incluir as pessoas com deficiência no contexto escolar, para isso, é fundamental o papel do PAEE e pensar em atividades na perspectiva do DUA para esses estudantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 16:09:10 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 3 - Iolanda A.C.Coutinho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alessandraufscar/nakesu7jasin9ofb/wish/3353138941</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao realizar a analise dos textos indicados, considero que há no contexto do marco histórico muita evolução para que o AEE seja efetivo, a questão é: existe uma formula mágica para que conseguimos colocar em prática toda as orientações indicadas nos documentos, de forma efetiva, aplicável positivamente no contexto da educação? Convivo com lembranças de infância que minha irmã com deficiência não se encaixou nos parâmetros da educação da época, então destinou a frequência a APAE e hoje sei que seria diferente, mas ainda presencio alunos nas mesmas condições onde ouço colegas questionando a necessidades de CID, ou até mesmo indicando que determinados estudantes teriam que estar em outros lugares. Sou professora 19 anos e ressalvo que não há uma inclusão sem que ocorra uma conscientização,de que a qualquer momento podemos nos tornar deficientes e que a empatia e o acesso ao conhecimento sobre o tema, é o caminho mais promissor para que o PAEE seja efetivamente aplicável. O contexto social e cultural ainda possui uma grande influencia sobre a desenvoltura do AEE, PAEE e o DUA. A luta é bem complexa e não se restringe apenas no âmbito educacional. O diagnóstico do censo escolar MEC, INEP indicando o aumento de matriculas de alunos com necessidades especiais, traz uma confirmação que estamos caminhando de forma positiva no atendimento de todos os alunos na escola regular independente das suas singularidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-05 22:26:14 UTC</pubDate>
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