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      <title>Oncologia by Rita de Cássia Miguel Aleixo</title>
      <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd</link>
      <description>Qual foi sua experiência ou vivência com paciente oncológico. Conte nos a sua historia...</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-15 19:31:42 UTC</pubDate>
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         <title>Familia</title>
         <author>Isasanu19</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aconteceu um caso, com minha tia. Descobriu no começo do ano passado; fez exames e era mola hidatiforme,&nbsp; fez alguns procedimentos mas não houve continuidade. Mais tarde, em algum exame, já deu que era maligno, estava vascularizando, aí ela teve todo o processo de receber quimioterapia em São Paulo.&nbsp; Hoje ela está curada e &nbsp; vai pra lá raramente pra fazer exame de sangue pra ver se não vai voltar, e é um alivio que ela não tenha passado mal durante todo o precesso e agora é só algo que aconteceu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-15 23:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>Jenifer!!!!</title>
         <author>jenifer_gomes10</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/242753379</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá pessoal! Bom minha experiência mais recente com paciente oncológico começou há quase um ano, quando minha cunhada com 35 anos de idade, foi diagnosticada com Linfoma Não Hodgkin (os glóbulos brancos se tornam cancerosos e se desenvolvem de forma descontrolada (acho que é isso)), a principio foi bastante doloroso. Após muitos exames, então foi lhe passado o tratamento de Quimioterapia Vermelha (ainda não sei dizer qual a diferença entre as quimios) e após algumas sessões, foi realizada mais exames e descobrimos que a quimio está fazendo efeito e a médica até diminui a quantidade total de sessões que ela deve fazer! Estamos muito felizes com o resultado do tratamento e a família toda está superando junto com ela essa patologia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-16 11:31:30 UTC</pubDate>
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         <title>Oi professora</title>
         <author>poline1974</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/243381234</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Oi pessoal:<br>Eu tive uma experiência muito próxima e intensa com um paciente oncológico: minha mãe faleceu de adenocarcinoma no reto-sigmóide, câncer maligno com metástase. No início ela simplesmente não estava evacuando e tomou todos os laxantes e achou que não era nada. Aí como não evacuava mesmo foi ao médico,&nbsp; que a internou prontamente no hospital e, inicialmente o diagnóstico parcial de apendicite. Quando a abriram na cirurgia ela tinha 38 pólipos e estouraram. Houve contaminação abdominal e realizado quimioterapia posterior. Quando ela foi ter alta de 1 ano de quimio e na época da realização dos exames de rotina , ela começou a urinar sangue. Foi realizada uma cistoscopia(exame interno da bexiga) e foi verificado a presença do câncer, já enraizado na bexiga, intestino grosso, útero e ovários. Foi realizada novamente cirurgia de grande porte que durou 7 horas e retirado parte da bexiga, útero, ovários e ela ficou com uma extensão de centímetros de intestino. Quando na época dos exames, ela estava bonita , gorda, os cabelos não caíram , estávamos muito&nbsp; confiantes, mas após essa cirurgia foi um processo muito difícil, lembro me de estar no último ano de minha faculdade e estágio e eu faltava muito, porque era um entra e sai do hospital para 'tomar' medicamentos e hemoderivados , além das&nbsp; noites intermináveis&nbsp; de dor. Os períodos diurnos eram meus e os noturnos eram do meu pai, eu tinha 17, meu irmão juliano 16, meu irmão vado 13 e meu irmão caçulinha 2 anos , mais ou menos. Mas eu ficaria com ela todos os minutos de minha vida porque ela era tudo pra mim, o grande amor da minha vida , minha melhor amiga , minha companheira , foi muito difícil, e é muito difícil escrever sobre isso. Sou grata a Deus e a vida porque tínhamos condições de proporcionar um ótimo tratamento para ela e muito amor e carinho , mas o o que eu realmente queria era salvá-la. Tentei negociar , me revoltei , chorei, mas quando pegava meu plantão às 7h , porque eu dormia em casa com meu irmãozinho na cama dos meus pais assistindo Alladin e Timão e Pumba toda noite, e depois o deixava nos meus avós maternos e ia para o hospital, e ás 7h tava eu lá sorridente , alegre , fazendo planos com ela para ela comprar uma chácara ( o sonho dela), maquiando ela, comprando brinquedinhos agarradinhos para colocar no suporte de soro e passávamos um dia como se estivéssemos em casa.<br>Ela faleceu no ano seguinte , com 40 anos e meu pai na época tinha 41 anos, os dois me viram de beca da formatura da faculdade e depois de 15 dias minha mãe faleceu. Quanto aos fatos técnico-médicos, trocamos de onco no final do tratamento devido à grosseria de um deles, ela estava internada no Santa Lu e não tinha como fazer uma tomo e a transferimos de UTI móvel&nbsp; para São Paulo pro Hospital Samaritano , chegou expelindo fezes pela vagina , depois de 2 dias , ela faleceu lá.<br>Meu pai , também o grande amor da minha vida e um guerreiro(faleceu de infarto fulminante em novembro de 2013 com 59 anos ), tinha Unimed pela empresa , mas mesmo assim em março de 1995 , 2 dias e meio de internação na UTI no Hospital Samaritano em São Paulo, custaram a nós um 'extra' de R$ 20.000,00. Se é difícil por si só viver essa experiência com 'suporte' , imagina no SUS , que tem prazos que não são respeitados , que tem negativas, que não tem remédios , etc.&nbsp; e tudo é muito mais perverso . Mesmo com convênio , tive contato com pessoas que trabalhavam nos laboratórios de exames e nos hospitais sem um mínimo de preparo para lidar com doentes, e contra uma delas fizemos uma reclamação formal frente ao convênio porque sua conduta era inadmissível.<br>Mas é isso aí, e meu interesse pela enfermagem já era até mais antigo, todo mundo que adoecia minha mãe me mandava pra eu ajudar a cuidar e , eu amo hospital, sempre gostei o que me ajudou muito nisso tudo. Desculpa se me extendi ou se me excedi , mas espero que tenha sido isso que a professora tenha pedido, bjs , Paoline<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-19 09:49:40 UTC</pubDate>
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         <title>Qual foi sua experiência ou vivência com paciente oncológico. Conte nos a sua historia...</title>
         <author>hetihe</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/244587640</link>
         <description><![CDATA[<div>Não possuo nenhuma experiência com pacientes oncológicos.&nbsp;<br><br></div><div>Bruno<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 15:33:32 UTC</pubDate>
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         <title>Muitas Histórias</title>
         <author>SuzanaDeAzevedo</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/244744160</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>A minha vida toda vi pessoas ficando doentes com algum tipo de câncer, boa parte da minha família paterna morreu de algum câncer: ósseo, pulmonar, cerebral, prostático, mamário...&nbsp;<br><br></div><div>Desde criança eu ouço "Fulano está com aquela doença ruim". Eu nunca nem consegui usar esse eufemismo, tão pouco entender pq não usar o nome comum; é câncer..."Fulano está com câncer". Mas duas histórias que me marcaram muito foram com duas pessoas que tem o mesmo nome, mas que encontrei em momentos diferentes da minha vida, vou chamar elas de Raquel, elas não são da minha família, mas são pessoas que me importei muito e que até hoje quando me lembro delas, ainda acho a vida sem sentido, me questiono por que com elas?&nbsp;<br><br></div><div>Raquel 1: Durante a 5ª série, eu estudava com uma menina e ela sentava na minha frente, não foi uma 'melhor amiga', mas era alguém de quem eu gostava, educada, simpática e muito cheia de vida. No meio do ano me trocaram de sala e aí a gente meio que parou de conversar, mas ainda cumprimentava. Então num sábado meu pai me levou para brincar num parque e ela estava lá e a gente brincou demais, como toda criança saudável e cheia de vida. Então vieram as férias de fim de ano, na volta as aulas, eu notei que não a vi mais, mas achava que ela tinha mudado de escola, mais ou menos no meio do ano, quando estava na sexta série, eu estava conversando com uma menina, a Na, e perguntei da Raquel, ai ela fez uma super cara de espanto e disse: você não sabe? Ninguém te contou? Eu disse que não sabia de nada, e então ela me disse que a Raquel foi diagnosticada com câncer no estomago e estava fazendo tratamento, conversei com uma outra amiga minha da época, a Tassi, q tbm conhecia ela e a Tassi disse q ia ligar na casa de uma amiga em comum pra gente combinar de visitar a Raquel, ai ficamos sabendo que a Raquel teve metástase, do estomago espalhou para o coração e estava progredindo para outros órgãos e que ela tinha resolvido parar o tratamento e aí combinamos de ir ver a Raquel, e dias depois ficamos sabendo que ela tinha resolvido voltar a se tratar, na capital, e nessa época eu morava em São Pedro-SP e tinha um fim de semana que ficou marcado da gente ir ver ela, mas uma semana antes, a Tassi me ligou e me disse: "Cara, a Raquel morreu". Como uma menina de 13 anos morre? Eu senti algo que não sei descrever, mas abriu uma cicatriz, um vazio, eu tinha 13 anos tbm e foi a primeira vez que vi que crianças morrem e o quanto isso me parece tão completamente injusto e surreal.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Raquel 2:&nbsp; Ela é filha dos padrinhos da minha irmã, era alguns anos mais velha do que eu, então passei minha infância toda brincando com ela quando ela ia em casa, ou quando a gente (minha família) ia na casa deles e eu amava essa menina, doce, meiga, carinhosa, generosa. Foi uma luta muito grande para os padrinhos da minha irmã terem ela, se não me falha a memória, eles sofreram nove abortos espontâneos, antes de conseguirem ter um filho. Então o nascimento dela foi uma grande vitória para eles. Quando a gente mudou para São Pedro, a gente não se via mais, mas tem pessoas que a gente não vê por anos, mas quando vê é como se tivesse visto ontem mesmo. Ela foi diagnostica com Linfoma não Hodgkin e por meio da empresa que ela trabalhava e a que o noivo trabalhava conseguiu um tratamento em lugares muito bons, topo de linha, mesmo. Ela passou por todos os processos para tentar reverter inclusive um primeiro autotransplante de medula. Meses depois o avô dela faleceu e aí, eu e meus pais fomos no enterro dele. Quando vi a mãe dela vindo, eu fiquei procurando para ver se ela também estava vindo, quando a mãe dela parou para nos cumprimentar notei uma menina completamente diferente junto, só depois de alguns minutos eu vi que era a Raquel, muito diferente, por causa do tratamento, abracei ela, e ela me abraçou somente com um braço, ela me pediu desculpa, por não me abraçar com os dois,&nbsp; mas o braço esquerdo dela não estava funcional, o tumor estava pressionando o nervo e fez com que ela perdesse o movimento, mas ela estava animada, nos contou do tratamento, conversou sobre a vida, estava firme acreditando totalmente na cura dela e nos contou também que iria fazer um segundo autotransplante, pq o primeiro não funcionou. Meses depois ela fez o transplante no Hospital Albert Einstein e estava internada, então numa segunda de manhã, minha irmã ia sair para ir para a faculdade e eu estava acordada, minha irmã chegou seria e me disse: "A Raquel faleceu." Aos 31 anos. Isso me doeu tanto, ainda dói, choro quando penso nela, porque eu queria tanto e eu acreditei tanto e orei tanto pedindo a cura dela. E para mim, ela merecia mil anos de vida saudável e alegre. Quando a prof. pediu que a gente contasse uma vivencia nossa e disse para a gente isso na aula passada, na mesma noite tive um pesadelo com ela e com esse tumor, eu ainda sonho com ela. Porque eu ainda não sei lidar com a sensação de injustiça da vida que ficou para mim.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 20:11:01 UTC</pubDate>
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         <title>Bem..no meu caso,grande parte de minha família materna morreu de algum tipo de câncer..avó..tios avós..tias..mas nunca me envolvi tão pessoalmente(era criança)..Mas me lembro muito de toda dor e dificuldade ue minja família passou por conta disso..Minha avó,por exemplo,teve câncer no intestino,sofreu muito,muito mesmo...Lembro que ela gritava de dor na casinha dela e minha mãe lá cuidando..por isso,embora possa imaginar a dor que seja pra uma família perder alguem na morte..entendo também o descanso que é pra quem sofre por essa doença..alguns por anos..Recentemente meu cunhado descobriu que estava com câncer na pálpebra..mas algo bem brando..com algumas radioterapias ele teve bom êxito..Resumindo..essa é uma doença muito triste,pra quem descobre e pra toda a familia,e que pesar de toda tecnologia e avanços que a saude teve nessa área..enquanto não houver uma cura..continuará sendo uma doença terrivel..triste..e maldita</title>
         <author>sheilacr28</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/244761866</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 21:01:14 UTC</pubDate>
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         <title>Estagio </title>
         <author>cristina_ingrid13</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/244767794</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom eu nunca tive ninguem da familia com câncer, mas tenho uma amiga que tem um tumor benigno no cérebro, ela nao opera pq esta perto dos olhos e ela pode ficar cega, tbm tive um paciente no estagio do 2 módulo que tinha leucemia, ele infelizmente morreu, quando eu o vi pela ultima vez estava ate andando e uma semana depois morreu, fiquei muito triste era uma pessoa maravilhosa </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 21:25:02 UTC</pubDate>
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         <title>Oi</title>
         <author>julianamaria0806</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/244769057</link>
         <description><![CDATA[<div>A experiência mais próxima que tive foi com meu avô materno; mas ele morreu quando eu tinha 2 anos. Teve câncer de próstata. Minha mãe conta que ele sofreu muito muito mesmo, mas que possuia uma saúde espiritual de ferro que ele nutriu por muitos anos dentro do cristianismo.&nbsp;<br>Ele fez todos os tratamentos que o médico recomendou, inclusive remoção da próstata e testículos, a doença "adormeceu" por um tempo, mas voltou, mas por conta da espiritualidade ele aceitou&nbsp; "a provação que Deus lhe mandou" de forma admirável; não reclamou um dia sequer e agradecia a Deus sempre que conseguia.<br>O tratamento durou uns anos ai, mas depois que o câncer "voltou" ele morreu em uma semana.<br>Pela postura admirável que ele teve durante a vida e a morte meu vô é considerado um exemplo de verdadeiro cristão na nossa família e até hoje os conselhos que ele deu ainda são repetidos de tão bons hahahaha<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 21:30:31 UTC</pubDate>
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         <title>Onco</title>
         <author>apnana</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nunca tive ninguém muito próximo na família com câncer, e nem mesmo pacientes. O que tenho é de uma tia avó, ela sempre foi saudável, trabalhadora, ela veio com minha avó do interior do Ceará. Ela sempre se cuidou muito bem, morou praticamente a vida toda em São Paulo, mas após se aposentar ela ficou meio depressiva, mas ainda sim bem, mas aparentemente já não se cuidava tanto quanto. Ela descobriu câncer de mama quando caiu de um ônibus e fraturou a cabeça do fêmur, tendo q colocar placas e parafusos. O câncer veio, o tratamento foi com quimio, mas os cabelos não caíram. Ela teve que retirar toda a mama esquerda. Foram feitos exames, mas não tinha mais nada. Fez fisioterapia para o braço e seguiu com a vida. Depois de dois anos, durante uma consulta de rotina com o oncologista foi descoberto câncer no seio direito, o mesmo foi retirado tb. Ela fez novamente quimio, e como da vez anterior, seus cabelos não caíram. Ela ainda está viva, tem seus 83 anos, mas agora sofre de outro mal, Alzheimer. Ela voltou para sua cidade natal, no interior do Ceará, onde a maior parte da família se encontra e tem condições de cuidar dela mais facilmente, pois lá tem médico da família q faz um excelente acompanhamento com sua saúde e pessoas que a cercam de amor, carinho e cuidados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 23:17:00 UTC</pubDate>
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         <title>Minha experiência foi com meu pai, quando descobrimos que ele estava com câncer de prostata. Diagnosticado no inicio foi feita cirurgia e radioterapia. Hoje ele segue a vida normalmente, graças a Deus. </title>
         <author>aline_gabriel_com</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/244805310</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 01:02:04 UTC</pubDate>
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         <title>Viviane .....Minha experiência ....</title>
         <author>VivianeAlves</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/244834649</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom são inúmeras experiências quando se trabalha na área da saúde mesmo não sendo específico setor ou hospital oncológico porém tenho 2 experiêcias em minha família... meu tio muito querido senhor simpático amigo de todos dava a roupa do corpo se possível para ajudar ao próximo homem religioso família enorme de 13 filhos ... enfim minha tia irmã da minha mãe faleceu por infecção urinária que na época há uns 10 anos atrás não se tinha nenhum hábito de frequentar médico os mais velhos tem esse bloqueio né, 2 meses após meu tio que sofreu demais em perder ela já estava depressivo, triste descobriu linfoma, em menos de 3 meses ele apresentou muito sofrimento semnforca a lutar sentia falta da esposa e mesmo assim aceitou tratamento em jau onde eu o acompanhei algumas vezes e lá encontramos de tudo em várias formas de lutas pela vida. Meu tio em 6 meses de quimioterapia ,radioterapia faleceu....<br>Outro caso recente menos de 2 meses em minha família sogra da minha irmã não ia ao médico comia de tudo nunca se preocupou com Saúde porém teve um sangramento retal internou descobriu câncer intestino realizou colectomia parcial e 2 meses.apos recebeu alta da oncologia sem.necessitade de tratamento apenas acompanhamento clínico.<br>Mas o que se leva é a vontade do paciente em si lutar por ele mesmo tendo junto de si apoio das pessoas que ele amou a vida toda..... até mesmo das pessoas que ele acaba de conhece dentro de um hospital conta demais para sua melhora ou para sua desistência de vencer ou lutar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 04:16:30 UTC</pubDate>
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         <title>Minha experiência</title>
         <author>camila_saccenti</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/244906955</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom, infelizmente tive experiências bem próximas com o câncer....mas tem duas histórias que marcaram demais, e uma delasnão poderia deixar de compartilhar....<br>Meu avô, com trinta e poucos anos, trabalhador durante toda a vida nos trilhos da Sorocabana, debaixo de muito sol, sem nenhum tipo de cuidado....quando estava as vésperas de se tornar avô pela primeira vez, veio o diagnóstico de câncer de pele, que tinha atingido a orelha dele....na época, o médico informou que a medida correta seria amputação completa da orelha, mas meu avô temia que seus netos tivessem medo dele, e optou por não fazer a cirurgia......<br>Eu me lembro de desde sempre chegar na casa do meu avô, e ele estar sentado no canto da mesa, com as mão na orelha, um vidro de otosporin e algodão do lado, e seu rosto expressando muita dor....<br>Minha família nunca teve muito dinheiro, então minha avó começou a vender sorvete de saquinho para ajudar a custear o tratamento do meu avô, e posso dizer que esse dinheiro realmente custeou tudo, desde às consultas particulares, radioterapia, quimioterapias, internações....por 12 anos ele lutou bravamente, lembro-me dele chegar sozinho, caminhando pela rua de terra, com o rosto e pescoço todo coberto de pontas de caneta, cambaleando de cansaçoe dor, após radioterapia.....mesmo assim, trazia sempre nas mãos uma sacolinha com uma fruta para cada neto, ele sabia qual fruta era a preferida de cada um dos seus 9 netos, e nunca esquecia de nehum.....ja no final, os médicos optaram por não mantê-lo internado, e meu pai o trouxe para casa, nos contando que ele pediu para parar na Catedral antes, para rezar à Nossa senhora Aparecida (por quem ele sempre teve muita devoção), e que o olhar dele parecia estar se despedindo conforme vinha pelo caminho.....ele se alimentava apenas de gelatina, e mesmo assim, tudo escapava pelo nariz, mas minha avó tentava fazer com que aquilo parecesse engraçado para os netos, que estavam sempre rodeando, ate que o dia da despedida chegou, e ele se foi ali, em casa, rodeado pelos filhos, irmão, netos e uma imagem de Nossa senhora Aparecida.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 10:27:25 UTC</pubDate>
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         <title>Bom dia a todos!!Com algumas exceções, é difícil alguém que não tenha tido uma experiência com alguém que temos um carinho enorme e que passou por essa fase difícil.Venho de uma família onde o nome Câncer nunca pode ser pronunciado, era dito sempre “aquela doença”.Meu avô materno foi diagnosticado com câncer muito agressivo no intestino, eu tinha por volta de 9 ou 10 anos, ele estava sozinho no Pará, praticamente abandonado dentro da Santa Casa da cidade, minha mãe conta que nem banho davam mais nele, as moscas ficavam em cima, o prognóstico era de não durar muito, na verdade todos os dias diziam que ele não chegaria no fim do dia. Fizemos uma força tarefa para poder trazê-lo pra SP, o que incluía até pedirmos dinheiro na rua. Mas graças a Deus conseguimos com a ajuda de muitos. E mais próximo da família pudemos oferecer o que na minha opinião é essencial, o Amor! Ele viveu por mais dois anos ao lado da família e dos netos.Há exatos 4 anos, meu tio descobriu um câncer no estômago muito agressivo, na verdade não descobriu, já estava tão grave que nem os médicos quiseram falar, tivemos que ir na ouvidoria da Prefeitura e solicitar ao responsável da área da Saúde que nos dessem um parecer, soubemos em um mês e ele faleceu no outro.Foram situações doloridas, a família praticamente anula sua vida e passa a ser dedicar exclusivamente ao paciente.A experiência que mais mexeu comigo, foi com aminha irmã mais nova, ela descobriu um câncer de colo do útero com 29 anos, fiz questão de acompanhar todas as consultas e exames, ela fez a cirurgia e graças a Deus não precisou de nenhum tratamento mais agressivo. Depois de 2 anos da cirurgia ela engravidou e teve uma gestação super tranquila.Eu acredito que nada é por acaso, todo esse sofrimento e essa dedicação da família não é em vão. E fica a reflexão para todos nós de como estamos levando a vida. Não sabemos o dia de amanhã, nem se acordaremos, o mais importante é a oportunidade de dizer aos que nos cercam, que convivem conosco, o quão eles são importantes em nossas vidas e o quanto são amados! Não devemos nunca deixar para amanhã o que podemos dizer hoje.</title>
         <author>vltazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/244924233</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 11:23:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Elaine_Rodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/244986142</link>
         <description><![CDATA[<div>Elaine...A minha experiência mais próxima foi com a minha cunhada Leila, que com  30 anos descobriu o câncer de mama durante o exame de toque no banho.<br>Ao procurar o médico foi realmente constatado que se tratava de câncer maligno, mas que estava no início e tinha cura. Ela fez uma pequena cirurgia, quimioterapia e radioterapia e hoje 2 anos depois ela está " curada" ,faz acompanhamento semestral e ainda faz uso de medicação.<br>O que mais me chamou a atenção é o psicólogico da pessoa que tem câncer, ela ficou muito debilitada e fragilizada, mas tanto a família como o médico deu todo o suporte físico e psicológico tornando esse processo menos doloroso. <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 13:42:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Oi tia, você esta melhor hoje ? &quot;</title>
         <author>alisson_hassan</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/245125094</link>
         <description><![CDATA[<div>Pra mim é uma historia da qual eu não gosto muito de lembrar,  porem venho a relatar sobre ela.<br>Em 2006 minha tia Rosi descobriu que estava com nódulos no ovário e não demorou muito para ser internada por essa causa, ela era como uma mãe pra mim e na época eu só tinha 11 anos e não entendia muito sobre as doenças, todos da família pensávamos que ela iria se curar e ficar boa,porem isso não aconteceu, o nódulo evoluiu e virou um tumor maligno e em dois meses minha tia ja nao estava mais entre nós.<br>Na ultima vez que eu vi a minha tia, foi quando eu entrei no Leonor (onde ela estava internada) escondido com a minha mãe. Quando chegamos no quarto, estavam case toda a família da parte da minha mãe lá e a ultima coisa q me lembro foi q ela morreu no mesmo dia em que eu fui visitá-la.<br><br>Obrigado a atenção de todos <br>Att: Alisson Pedro</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 17:10:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Karolina...</title>
         <author>kbk_baliza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Minha experiência foi com uma amiga de infância, quando eu tinha 7 anos. Ela tinha um tumor no olho direito, no começo eu achava que ela gostava de se fantasiar de pirata. Foi a primeira amiga que os meus pais deixaram frequentar a casa para brincar e eu demorei para saber que ela estava doente. Ela se mudou para outra cidade para fazer tratamento e eu morria de saudades de brincar com ela, quando eu fiz 11 anos fui desfilar no aniversário da minha cidade e ela estava lá, da última vez que eu vi ela, a mesma tinha um cabelo lindo e grande e no dia do desfile ela estava com a cabeça raspada e no mesmo momento eu soube que o câncer se espalhou por toda a cabeça, meses depois ela morreu. E eu descobri o que eu queria fazer  da minha vida. Poder fazer algo por essas pessoas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 17:22:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>monne_tj</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/245137605</link>
         <description><![CDATA[<div>Minhas experiências com pacientes oncológicos, sao as pessoas q atendo durante o trabalho. Já vivenciei várias etapas, a vão desde o medo da descoberta q antecedem os resultados dos exames, a revolta ou tristeza qd vem a confirmação, o desespero pl demora do sus em iniciar o tratamento,  pq qd a pessoa recebe o o diagnóstico ela qr começar o tratamento imediatamente, com toda a razão.  Os grandes momentos de dor, qd vão até nos para serem medicados. Por fim a grande alegria da cura, ou o descanso na morte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 17:30:03 UTC</pubDate>
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         <title>Boa Tarde!</title>
         <author>astoori</author>
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         <description><![CDATA[<div>Minha tia por parte de pai teve câncer de mama, não lembro totalmente como ocorreram os detalhes, desde a descoberta até o tratamento, porém, ela operou e teve que retirar toda a mama esquerda, fez o tratamento e hoje em dia vive bem, sempre comenta comigo sobre os exames periódicos que tem que realizar. O que deu forças pra ela no começo além de todo apoio de amigos e família, foi o nascimento do primeiro filho das suas filhas, tornando-a vovó.&nbsp;<br>Minhas primas escreveram ela no programa da Eliana, no quadro "Beleza Renovada", contando sua história sobre o câncer e em como isso afetou a sua autoestima e seu casamento, não demorou muito e ela foi uma das escolhidas para participar do programa e com um sorriso no rosto ela sempre nós recorda de como aquele dia mudou a vida dela, se sentindo uma nova mulher que superou todo o processo de um difícil caminho e de um mal inesperado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 18:06:43 UTC</pubDate>
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         <title>Não possuo nenhuma experiência com pacientes oncológicos. </title>
         <author>diego_balduino</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/245202189</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 19:22:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>EricaJDavila</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/245225904</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha experiência foi em família há alguns anos...<br>Minha mãe foi diagnosticada com câncer de útero, passou por 2 cirurgias e 3 anos em tratamento com quimioterapia, radioterapia. O câncer havia se ramificado, teve que retirar ovários e trompas. <br>A família toda adoece, o processo de tratamento é extremamente doloroso. <br>Quando fez a primeira cirurgia o médico de 3 meses de vida à ela. Ela desenvolveu a depressão e diabetes nesse período<br>Graças a Deus, com muita fé e persistência superamos a doença. <br>Fazem 29 anos que foi diagnosticada e após os três quatro primeiros anos ela teve alta do tratamento. Faz prevenção todos os anos e ainda hoje, quando lembra-se dessa época chora revivendo tudo que passou.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 19:54:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Minha experiência com um paciente oncológico foi com a minha avó..a vida inteira ela lutou contra o câncer. Primeiro foi o de pele...ela era bem branquinha sempre se cuidou mas mesmo assim obteve o câncer.. segundo foi o de garganta..fez o tratamento e superou.. e por último foi o mais difícil pra nós que foi o de tumor no cérebro .. eu me lembro que na cirurgia ela ficou com o rosto bastante inchado.. por mais que eu era nova e não sabia Muito bem oque estava ocorrendo eu sabia que se tratava de algo sério.. oramos muito pra ela se recuperar .. e graças a Deus.. as nossas orações e claro a equipe médica ela ficou bem.Infelizmente ela veio a falecer de uma outra doença uma infecção generalizada eu não lembro MT bem do que deu em seu laudo de óbito mas nós desconfiávamos que ela poderia ter desenvolvido mais um câncer.. já que sempre que ela tratava um aparecia outro. O que mais me dói em tudo isso foi que ela nunca pode aproveitar a vida como gostaria.. ficava mais no hospital do que na casa..a debilitou muito.. Mas o que importa de tudo isso é que sempre ela lutou contra o câncer e todas as lutas ela venceu.Enfim oque eu levo com essa experiência é que não importa se o paciente é íntimo ou é aquele que você cuidou no hospital.. sempre sofremos juntos..e lutamos também..eu acho oque é mais importante de tudo isso é nunca perdermos a esperança e a fé mesmo quando tudo provar ao contrário.Me emocionei muito com as histórias.. obrigada por compartilhar cada uma &lt;3.</title>
         <author>joyce_idelfonso</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/245230577</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 20:07:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>renata_ebw</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/245261079</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha experiência foi com o esposo de uma conhecida, ele estava tirando habilitação, quando ele ia tirar o carro da garagem sentia muito nervoso ao ponto de bater o carro no muro, no portão, aí então resolveu ir ao médico e fazer vários exames, aí foi constatado câncer, e não demorou muito ele acabou falecendo, o médico falou que o nervosismo dele ajudou a manifestação do câncer e era hereditário e pediu para o outro irmão começar a fazer exames preventivos, pois também já tinha perdido dois irmãos que até então o motivo era por causa da bebida. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 21:52:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>soaresfernando93</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/247410847</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha experiência com paciente com câncer foi bem interessante, uma das coisas difíceis e não ter uma relação afetiva com o cliente, tivemos ótimos momentos juntos passeios , consultas  indas e vindas ao hospital. <br>Juntos procurávamos estudar sobre a doença, tratamentos clínicos, paleativos e outros.<br> Sempre falávamos com clareza sobre a doença entre nós e com familiares que estavam sempre dispostos a ajudar. O mesmo procurou fazer tudo o que podia pra aproveitar com momentos bons. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-29 23:07:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Um relato </title>
         <author>sabrina_leite</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/249088864</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Estou acompanhando a blogueira Nara Almeida @AlmeidaNara no Instagram. Ela foi diagnósticada com câncer de estômago a 8 meses. Foram realizados vários tratamentos para a diminuição do tumor, mas sem&nbsp; resultados. Depois de alguns meses de tratamento o médico relatou que o câncer não havia diminuído para fazer sua remoção. Por um período ela ficou com a sonda nasogastrica, logo depois foi realizado uma cirurgia de laparoscopia junto com jejustomia (Nesta abertura no intestino delgado posiciona-se uma sonda tubo flexível através da qual se introduz alimentos ou medicamentos ou se faz uma saída artificial de fezes ânus artificial). Atualmente ela sente muitas dores, náuseas, fraqueza. Em seus últimos relatos ela falou que; estava a 5 dias na UTI e ficou 3 dias sedada, agora segue respirando com ajuda de oxigênio. Para mim, ela está sendo muito forte, vivendo intensamente cada momento e mesmo passando por altos e baixos, se mostra um exemplo de força e persistência.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 01:30:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana Paula Carvalho</title>
         <author>ana_paula_nxzero</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/249288355</link>
         <description><![CDATA[<div>Nunca tive nenhuma experiência com pacientes oncológicos.Mas tenho conhecidos que perderam um ente querido por conta da doença.É uma doença que avança muito rápido,lembro de alguns comentários assim.O avô do marido da minha mãe teve câncer de próstata,e ele morreu depois que começou a fazer o tratamento, ele já tinha 91 anos e não resistiu aos antibióticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 16:19:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>michael_ti</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/250532617</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha experiencia foi muito íntima e mesmo que tenha me ajudado a mudar muitos conceitos e valores da vida e apesar de ter aceitado e me conformado, ainda é bastante doloroso e desconfortável para mim de contar e reviver.<br>Meu filho, que na época estava com seis anos, após um final de semana bastante feliz e agitado, pois ele havia participado pela primeira vez de um grupo de escoteiros, sentiu dores abaixo das costelas do lado direito, na região do rim. Até então pensamos que poderia ser uma dor muscular devido ao esforço físico. Como a dor persistia e estava muito forte, levamos no atendimento 24 hs do convênio que tínhamos. Lá o plantonista confirmou o que pensávamos e disse ser dor muscular. Passou a medicação e fomos embora. Doze horas depois, já medicado mas com a dor persistente, fomos para outro atendimento 24hs do convênio. Mesmo diagnóstico. Mais doze horas se passaram e com a chegada da segunda feira, resolvemos levá-lo ao pediatra que cuida dele desde o nascimento. O pediatra ao fazer o exame de palpação percebe um volume anormal e dá inicio aos exames para identificar o tipo de nódulo que está ali. No inicio houve a suspeita de ser um linfoma, mas com o resultado dos exames viu-se tratar de um neuroblastoma. Este que já se encontrava no quarto e ultimo estágio de desenvolvimento.&nbsp;<br>Nosso mundo caiu.&nbsp;<br>Mas como? Por quê? Sempre fomos cuidadosos, sempre buscamos dar todas as vacinas, levar ao médico sempre que algo estivesse errado, ou mesmo para prevenção. Ele sempre foi saudável. Nunca houve sinais ou suspeitas de que algo assim poderia acontecer, e de repente tudo vira no avesso.<br>Imediatamente iniciamos uma rotina de exames, internações, tratamentos. Todas as etapas de quimioterapias diversas. As quedas de cabelo (porque terminado um ciclo o cabelinho voltava a crescer, mas logo vinha outro ciclo e lá se ia o cabelinho outra vez), os vômitos intermitentes, os enjoos, os cuidados com alimentação e tudo o que pudesse causar contaminação.&nbsp;<br>Após um ano de tratamento, houve remissão dos diversos nódulos que haviam em seu abdômen e tórax , ficando apenas um, o primeiro e o que deu o sinal de sua presença. Foi feita a cirurgia para sua retirada, com sucesso!&nbsp;<br>Alguns meses depois foi feito o auto-transplante&nbsp; da medula óssea. Mais um sucesso!&nbsp;<br>Após poucos meses, estávamos todos confiantes, a equipe médica e a família. O pesadelo havia acabado!<br>Até que depois de aproximadamente seis&nbsp; meses de calmaria, em um exame de controle, descobriu-se que o pesadelo não havia acabado. O câncer voltou.&nbsp;<br>Seguramos o choque e sempre esperançosos seguimos na batalha. Reiniciou-se a rotina de tratamento.&nbsp;<br>De todos nós o mais forte sempre foi meu filho, que mesmo com todo o incomodo, dores, mal estares, restrições e tudo o que um adulto mal suporta, ele sempre estava sorrindo, brincando, vivendo e nos dando forças.<br>Após o primeiro ciclo de QT dessa segunda etapa os médicos perceberam que não teria efeito positivo, o câncer havia voltado agressivo demais.&nbsp;<br>Veio então outra bomba. Não havia mais o que fazer. Apenas os cuidados paliativos. E assim foram meses a fio. Cada vez mais debilitado. Pouco a pouco seus sentidos foram se perdendo. Já não podia correr, depois nem andar. Depois foi perdendo o controle das mãos e braços, já não podia brincar. E por fim foi-se a visão.<br>Conforme o tempo avançava, as internações se sucediam. Cada dia podia ser o ultimo.&nbsp;<br>Até que aos nove anos de idade, às vésperas do dia das crianças, acabou seu sofrimento. Acabou sua missão.<br>E ficamos nós, que convivemos e lutamos lado a lado, com sua lição de esperança, perseverança e resiliência.<br>É por esse motivo que decidi seguir na área da saúde. Para poder devolver para a vida o bem que recebemos no momento mais duro da minha vida.&nbsp;<br>No inicio, na primeira bomba que caiu em nossos colos, a pergunta que eu me fazia era: Por quê comigo? Por quê com ele? O que fizemos de errado?<br>Depois entendi que a pergunta a se fazer era: Por quê não comigo? Por quê não com ele? Quantos filhos estão passando por isso? Quantas famílias?!&nbsp;<br>Entendi que cada ser humano têm missões a cumprir. Que espernear ou revoltar-se não muda a situação. Que dias contados todos temos e ninguém sabe qual será o ultimo.&nbsp;<br>Então se é essa a situação que se apresenta, a melhor opção é enfrentar com dignidade e buscar aprender.&nbsp;<br>Essa é a minha experiência com a oncologia.&nbsp;<br>Peço desculpas pelo excesso de detalhes, só quem viveu na pele pode expressar.&nbsp; Espero que valha a reflexão: Ninguém está isento de viver essa experiência.&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-11 01:19:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>dayanecolutti</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/251793667</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Ainda não tive experiencia</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-14 13:55:27 UTC</pubDate>
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         <title>Solidariedade:</title>
         <author>michael_ti</author>
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         <description><![CDATA[<div>Por ter convivido com diversas crianças em tratamento contra o câncer, muitas carequinhas, decidi deixar o cabelo crescer para doar. <br>Infelizmente não consegui contato no Gpaci para confirmar, mas parece que eles estão com dificuldades para confeccionar perucas devido a mão de obra. Em pesquisa recente achei essa ONG: <a href="https://www.facebook.com/anjosdasperucas/">https://www.facebook.com/anjosdasperucas/</a><br>Alguém tem referencia ou conhece alguma instituição idônea?&nbsp;<br>Obrigado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-14 17:34:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>pinila</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/n9wbsnbtzpjd/wish/251824134</link>
         <description><![CDATA[<div>Não tenho nenhuma experiência </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-14 20:57:27 UTC</pubDate>
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