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      <title>&quot;Através dos outros, nos tornamos nós mesmos.&quot; E o isolamento social Vygotsky? by ISABELA CASTRO ALMEIDA</title>
      <link>https://padlet.com/201521124/n9hup0sdpy5mdk84</link>
      <description>Psicologia da Educação II Ensino Remoto da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-30 16:36:29 UTC</pubDate>
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         <title>Destaques sobre a Dissertação de Mestrado de Ana Rita Pinheiro Parada Leitão Hardman, outubro de 2019</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/n9hup0sdpy5mdk84/wish/982739118</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Aprendizagem Colaborativa e Criatividade: a criança como construtora de saberes</div><div>por:<strong> Isabela Castro Almeida </strong></div><div><br><br></div><div>A dissertação aborda a Pedagogia de Participação que tem como objetivo principal promover e facilitar a participação da criança.</div><div><br></div><div>Movimento da Escola Nova: John Dewey, Maria Montessori, Freinet, entre outros.</div><div><br></div><div>O indivíduo é visto como sendo capaz de construir e organizar a realidade à sua volta e de atuar como uma pessoa integrada no seu meio, sendo caracterizado como um indivíduo com personalidade.</div><div><br></div><div>Essa metodologia acaba por facilitar a aprendizagem do aluno, surge a ideia do “aprender fazendo”.</div><div><br></div><div>Teoria da Epistemologia Genética de Piaget: Na teoria o sujeito é visto como um ser ativo que se relaciona com o meio que o envolve, construindo, desta forma, relações significativas.</div><div><br></div><div>Na teoria construtivista, a ação e a interação são dois pressupostos importantes para a aprendizagem baseada na epistemologia genética.</div><div><br></div><div>Ao existir interação, de forma colaborativa, de uma atividade autêntica entre as pessoas, elas partilham as suas próprias perspectivas e pensamentos, o que proporciona uma negociação e gera uma solução para um entendimento que acaba sendo por ser comum.</div><div><br></div><div>Então, a zona de desenvolvimento real consiste nos conhecimentos que o aluno possui, já a zona de desenvolvimento potencial ou proximal, diz respeito a conhecimentos que os alunos precisam de amadurecer, precisando do auxílio e orientação de um adulto ou colega mais experiente. Para Vygotsky, a ZDP é vista como o ponto principal da aprendizagem, onde se encontram funções em processo de maturação. A influência de outros indivíduos, procedendo como promotores do seu crescimento cognitivo e do dos outros, consiste na “espinha dorsal” da aprendizagem colaborativa.(P.19)</div><div><br></div><div>Pedagogia Progressivista:  o aluno é visto como um sujeito ativo, estando totalmente envolvido na sua ação educativa, onde interage quer com o professor, quer com os seus colegas, através de discussões tendo em vista a procura do conhecimento.</div><div><br></div><div>Aprendizagem Colaborativa e Aprendizagem Cooperativa: Os dois termos utilizam a mesma definição, trabalho em equipa, sendo que a aprendizagem colaborativa solicita um compromisso recíproco de todos os intervenientes e um esforço coordenado para resolver um determinado problema, enquanto que a aprendizagem cooperativa requer que cada pessoa assuma a responsabilidade por uma determinada tarefa que será coordenada com as restantes</div><div>secções.</div><div><br></div><div>A <strong>aprendizagem colaborativa</strong> tem vindo a ser fortemente favorecida no meio académico atual, pois promove uma aprendizagem mais ativa, onde os alunos se desenvolvem socialmente, adquirem mais responsabilidades pelo seu processo de ensino e onde assimilam e constroem novos conceitos de forma</div><div>mais autónoma.</div><div>É fundamental realçar que a aprendizagem colaborativa, muitas das vezes, é confundida com a aprendizagem cooperativa, por serem utilizadas como sinônimos, por vários autores, sendo que para outros existe uma diferenciação entre os termos, apesar de existirem semelhanças, ambos evidenciam as suas diferenças.</div><div><br></div><div>Na abordagem colaborativa, como podemos observar, o processo de ensino e aprendizagem já não é tão focado no papel do professor, mas sim no do aluno que assume um papel fundamental no âmbito da sua aprendizagem.</div><div><br></div><div>A Criança como Construtora de Saberes: Pedagogia da Participação </div><div><br></div><div>Esta Pedagogia orienta e organiza a compreensão das inter-relações, onde também</div><div>serve de pilar para um apoio ao educador, que lhe permite fazer com que as crianças se envolvam, aprendam e desenvolvam a sua aprendizagem. Assim sendo, nesta perspetiva pedagógica, o papel do educador assume um papel importante, este deve ser reflexivo e crítico nas ações que desenvolve com os seus pares, ou seja, na sua prática.</div><div>Ritmos de aprendizagem de cada criança </div><div>Experiências múltiplas</div><div>Respeito à diversidade </div><div>Consciência de tempo </div><div><br></div><div><strong>Criatividade</strong>: a criatividade pode ser considerada uma atribuição, onde existe um condicionamento por parte do outro, que observa o produto, podendo ser, por exemplo, o professor quando avalia o trabalho dos alunos, filtrando o que é e não é criativo (Cropley, 2009; Simonton, 2004, citado por Morais, 2011).</div><div><br></div><div><strong>Criatividade e Escola: </strong>necessitamos de criar ambientes onde os indivíduos se sintam inspirados para crescer criativamente.</div><div>Assim, pretende-se preparar os indivíduos para saberem lidar com o mundo atual, de forma a que tenham a oportunidade de desenvolver o seu potencial criativo nos diferentes ambientes como: família, escola e trabalho (Starko, 2010).</div><div><br></div><div><strong>Avaliação da criatividade:</strong>  A criatividade é um conceito<strong> </strong>considerado transversal e influenciado pelo momento e também pelo contexto; assim sendo, tem vindo a gerar muita discussão e investigação. Desta forma, os investigadores têm sido desafiados a construir modelos padronizados de avaliação da criatividade humana. Pode-se estruturar algumas opções para uma medida de criatividade: 🤬 de pensamento divergente; inventários de atitudes e interesses; 🤬 de personalidade criativa; inventários biográficos; avaliações por outros; auto avaliações; estudos de indivíduos eminentes e avaliação de produtos.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 06:57:03 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;O professor não ensina aquilo que diz, mas transmite aquilo que é&quot; José Pacheco</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/n9hup0sdpy5mdk84/wish/982760941</link>
         <description><![CDATA[<div>Saudade de abraçar os meus pequenos!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 07:10:48 UTC</pubDate>
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         <title>Fórum (2): Como (nos) educamos sujeitos da educação para uma sociedade mais humana e sustentável?  17/11/2020</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/n9hup0sdpy5mdk84/wish/982776170</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeiro precisamos assumir a nossa própria humanidade no sentido, do erro, da falha, do aprendizado continuo e individual da cada um em sua trajetória. Dessa forma o nosso olhar para a vida do outro, para as causas, para as lutas tomam outra proporção porque posso sentir, e me colocar no lugar de outra pessoa. Com relação a composição e interpretação de Chico Buarque Roda Viva, a letra trás varias reflexões a respeito do movimento vital, das zonas de conforto, os movimentos que o mundo causa. Chico Buarque escreve essa música no Brasil de 64, Ditadura Militar, com um sentimento de impotência, no contexto da letra a roda vida é algo que aniquila, que interrompe , enquanto está se rodando o cerco pode está se fechando na conjuntura social. Importante destacar que a atividade foi proposta 17 de novembro de 2020, 3 dias antes do dia da Consciência Negra no país, 20 de novembro e o uso da palavra MULATA na composição da música não nos cabe mais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 07:19:09 UTC</pubDate>
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         <title>Fórum (1): O coronavírus atravessou a a vida de todos nós. Como você avalia as consequências educacionais e sociais na vida das crianças?</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/n9hup0sdpy5mdk84/wish/982781400</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que as crianças já inseridas no contexto escolar, sofrem com a saudade dos professores e colegas. a falta de rotina, de ir a creches e escolas, esporte e lazer, trás problemas para o desenvolvimento cognitivo da criança, porque agora a cultura está sendo tecnológica e voltada para o seio familiar, e como está a saúde emocional dentro de casa, nas relações familiares em uma situação de pandemia, principalmente da classe trabalhadora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 07:22:03 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões baseadas na Psicologia sobre efeitos da pandemia COVID-19 no desenvolvimento infantil</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/n9hup0sdpy5mdk84/wish/982791404</link>
         <description><![CDATA[O que mais preocupa dentro do contexto de pandemia mundial devido a covid 19 com relação a questão psicológica, de desenvolvimento cognitivo natural que aconteceria em um ambiente escolar, é a forma que as crianças estão sendo assistidas dentro de casa, crise biológica, crise política e econômica no texto sugerido pela professora na página 4 observamos:

“No micro contexto familiar, as figuras parentais são centrais no desenvolvimento da criança, especialmente
na primeira infância (zero a seis anos), para se atingir o desenvolvimento saudável e adaptativo de um indivíduo.
É nesse período que os pais atuam como co reguladores e modelos de como lidar com as demandas e eventos
estressores que ocorrem durante a infância e adolescência (Skinner &amp; Zimmer-Gembeck, 2016). Os cuidados
parentais de suporte às crianças para o desenvolvimento e aprendizagem em sua trajetória, caracterizado
por afetividade, reciprocidade, responsividade, calorosidade, encorajamento, ensino e comunicação positiva,
constitui-se na parentalidade positiva ou pró-desenvolvimento, especialmente relevante no contexto da
pandemia da COVID-19 (Muratori &amp; Ciacchini, 2020).”

As autoras durante o texto elenca alguns problemas como: falta de estimulação adequada ao nível de desenvolvimento das crianças; violência, maus tratos, negligência e conflitos, práticas parentais com disciplina abusiva e coercitiva, desnutrição, baixa escolaridade, desemprego e instabilidade financeira, alta densidade habitacional no lar, problemas de saúde mental dos pais, entre outros. 
Os tópicos são bem assertivos sobre “Teoria do Caos”, “Estresse tóxico: identificação de sinais em situação de adversidade”; “Processos de enfrentamento do estresse” “Potenciais efeitos psicológicos do estresse tóxico nas crianças,baseando-se em estudos anteriores à pandemia”
Por fim a escola precisa voltar quando for possível entendendendo toda a realidade vivida por estas crianças, compreendendo principalmente o fato social e cultural no qual estão inseridas como as autoras apontam na página 11:

“Será necessário avaliar os impactos na saúde física e mental, associado a uma análise criteriosa do contexto de funcionamento dos serviços de suporte educacional, de saúde, de assistência social e apoio ao exercício da cidadania, no momento da pandemia. Finalizando, a epidemia passará, porém, o desenvolvimento da criança continua e precisa ser protegido. Portanto, será preciso avaliar os impactos da pandemia no desenvolvimento das crianças e de medidas preventivas para mitigar os potenciais efeitos negativos e sequelas no desenvolvimento.”
]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 07:27:28 UTC</pubDate>
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         <title>Discutindo o artigo de forma síncrona </title>
         <author>201521124</author>
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         <description><![CDATA[<div>Todos os alunos leram os artigos e produziram uma lamina de Power Point para ser apresentado junto com a classe com a mediação da professora na plataforma do Google Meet</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 07:33:45 UTC</pubDate>
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         <title>Não poderia deixar de trazer esse texto da brilhante professora Tina Carvalho, que tivemos a oportunidade de conhecer, com as palavras certas, ela consegue tocar na ferida de cada estudante de Pedagogia que sai da Universidade blindado de Teoria e se desmonta com praticas engessadas de escolas tradicionais.</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/n9hup0sdpy5mdk84/wish/982828632</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Disponível em &lt;https://www.blogger.com/profile/07941510592880376000&gt; Acesso 03 de dezembro 2020<br><br><br>... e sem perceber, você se tornou uma Quenga Pedagógica<br>Por Tina Carvalho fevereiro 17, 2019<br>Você tinha um sonho de mudar o mundo, mudando vidas ao se tornar professor ou professora.<br>Passou alguns anos de sua vida em um curso de Pedagogia ou alguma Licenciatura. Outra opção foi o Bacharel, depois pós e quem sabe um mestrado e doutorado.<br>A Pedagogia foi um longo percurso estudando, pesquisando, lendo e desenvolvendo projetos sobre os mais sensacionais teóricos da educação como Carl Rogers, Henri Wallon, Lev Vygotsky, Célestin Freinet, Maria Montessori, Edgar Morin, Rubem Alves, José Pacheco, Lauro de Oliveira Lima, Anísio Teixeira, Paulo Freire, Tião Rocha, Darcy Ribeiro, Florestan Fernandes, entre outros...  e teorias como Construtivismo, Humanismo, Sócio-interacionista, Waldorf, Reggio Emilia... Era tanta coisa encantadora e todos esses estudos sempre apontavam para uma educação que respeitava às necessidades dos alunos. Havia um olhar humano, que levava em conta o ritmo e a curiosidade de cada um. Não se falava em fragmentação dos saberes, padronização, linha de montagem, nem em defesa do pensamento reprodutório.<br><br>Ahhh.... Como a educação é linda. <br><br>Para cumprir as exigências do curso de Pedagogia, consegui estágio em uma escola com uma proposta sensacional. A escola se vendia com uma bandeira inovadora, por ter adotado uma metodologia europeia, onde tudo era baseado em artes e sustentabilidade.<br>Lá fui eu em meu primeiro dia de estágio. Entrei em uma sala de crianças de 4 anos e me sentei em uma cadeirinha no fundo da sala, puxei meu caderninho de anotações e comecei a registrar o que acontecia, pois teria que fazer um relatório. <br>Esforcei-me para manter a serenidade em minha face, apesar de ver crianças muito inquietas, sentadas ao redor de mesas, tendo que cumprir uma tarefa sem sentido de uma apostila de um grande grupo educacional. A professora, com muita doçura se esforçava para controlar a turma e fazer com que as crianças copiassem a resposta da lousa na apostila. Sem sucesso, ela foi de criança em criança para ajudá-las.<br>Na hora do lanche a doce professora chegou até mim e fez meia dúzia de perguntas para me conhecer um pouquinho. Dei respostas concisas, pois eu estava encabulada, mas foi o suficiente para a professora perceber que eu acreditava e vivia uma educação diferente. - Texto recomendado: A professora que não ensinava 'nada'<br>No dia seguinte, o ritual se repetiu. Cheguei na hora da apostila. Sentei e observei a frustração do processo.<br>Na hora do lanche a professora pediu que eu ficasse em sala. Ela sentou do meu lado e com a voz baixinha fez uma pergunta bem direta. “Você acredita no que acontece aqui?”. Ai, caramba. Eu lentamente baixei a cabeça, levantei a cabeça, olhei em seus olhos, respirei fundo e dei um sorriso sem graça. A professora começou a chorar e me pediu ajuda. Eu a abracei e disse que havia alternativas.<br><br>É uma tragédia a educação se olhar no espelho.<br><br>A aprendizagem só acontece quando há encantamento, mas a imposição torna tudo enfadonho.<br>Você sabe que o mundo real lida com saberes complexos, mas você aceita a fragmentação.<br>O ingrediente mais importante deveria ser a curiosidade do aluno, mas o sistema traz uma sequencia pré-determinada.<br>Cada aluno tem um ritmo, mas a esteira da linha de montagem não para.<br>A educação dos pequenos deveria se basear em atividades lúdicas, mas você aplica uma apostila.<br>Você sabe que a individualidade deve ser respeitada, mas na sala há 30 alunos... e este número pode ultrapassar 100, quando falamos de universidades.<br>Seus alunos precisam desenvolver o pensamento crítico e complexo, mas você só os faz decorar o que vai cair na prova.<br>A finalidade da educação deveria ser o aprendizado do aluno, mas a nota é mais importante, logo não importa se o aluno aprende.<br>Você sabe como instigar a curiosidade de seus alunos, mas você tem que cumprir o roteiro.<br>Você, de mãos atadas, finge que ensina e seus alunos fingem que aprendem.<br>Sem perceber, você se enquadrou em um sistema educacional ineficiente e hoje você contribui para que o Brasil continue entre os 10 piores países no mundo em educação. (ranking do PISA)<br>A dor de se perceber prostituindo seus princípios é devastadora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 07:46:19 UTC</pubDate>
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         <title>Roda de Conversa com Tina Carvalho</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/n9hup0sdpy5mdk84/wish/982850650</link>
         <description><![CDATA[<div>Terça feira,24 de novembro,2020 as 19 horas. Pandemia mundial por covid 19.<br>Neste cenário catastrófico surge a oportunidade de um encontro grandioso, uma professora maravilhosa com tanto a ensinar, menos a raiz quadrada. Tanto conhecimento que era um pouco difícil ordenar, indicação de um livro: A escola que com quem sempre sonhei sem nem imaginar que pudesse existir de Rubem Alves e o porque que Rubem era importante para a Educação, varias perguntas no chat, de volta do ensino, as escolas não podem continuar fechadas... e ela risonha com uma gargalhada maravilhosa diz que aprender é inevitável, José Pacheco, Escola da Ponte, Projeto Ancora e porque existem professores em universidades, e ela poderia falar disso, porque é professora universitária... Contou que certa vez encontrou um professor que ministrava aulas de Vygotsky, e que ele todo semestre usava um mesmo caderno caindo aos pedaços, o mesmo conteúdo, palavras, quem sabe até textos decorados, e o maior espanto: era aula de Vygotsky. Quando questionada sobre a situação do ensino remoto, hibrido durante a pandemia, indagou sobre pegar o sistema instrucionista, pegar uma aula pra ser copiada e colocar em vídeo, é a mesma coisa, sem funcionalidade dentro da educação, e que está sendo feita desde o final de março, por centenas de milhares de escolas ao redor do mundo. Estão transpondo do papel ao vídeo, em vez de refletir como a educação vem sendo praticada no país. Porém afirma que há aprendizagem a todo momento, formal e não formal, que ela por exemplo tem conhecimento de engenharia ao fabricar pipas (se não me falha a memoria) na infância. <br>Tina, com sua linguagem acessível e irônica como ela mesma se auto denominou.  Ganhou o coração da turma que pedia para que voltasse mais vezes. Eu entendi o convite da nossa querida professora Jeruza, a sua abordagem em sala de aula, a autonomia que ela nos dá, os ouvidos sempre atentos, a pedagogia colaborativa, participativa, este encontro foi uma matriz diante dos textos, dos nossos encontros em Psicologia da Educação I e agora II, é a Pedagogia progressista, somos alunos sujeitos ativos da nossa aprendizagem, procuramos conhecimentos, somos ouvidos diariamente em sala de aula, como queremos a nossa ementa, claro que com todos os pressupostos que a disciplina precisa ensinar. E vendo aquela mulher brilhante falar, reconheci na pratica o que é mais fantástico ainda um pote de ouro dentro da minha graduação que é a minha professora de Psicologia da Educação. Naquele dia, eu abri minha câmera e disse a Tina Carvalho: não pare de escrever o blog , porque inspirava pessoas, e que seu trabalho era muito bom e através dessa escrita reflexiva, me referindo a professora Jeruza, não pare porque você forma professores com qualidade e diferencial. Parabéns pela pessoa e pela professora incrível que você é. E como diz Pacheco, e iniciei o meu Padlet com essa frase: "O professor não ensina aquilo que diz, mas transmite aquilo que é" e você transmite luz, coerência com teoria e pratica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 07:57:22 UTC</pubDate>
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         <title>Tina Carvalho</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/n9hup0sdpy5mdk84/wish/982941452</link>
         <description><![CDATA[<div>Blog: https://www.blogger.com/profile/07941510592880376000</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 08:43:07 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Para isso existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido.&quot;</title>
         <author>201521124</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rubem Alves</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 08:45:38 UTC</pubDate>
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