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      <title>Parnasianismo  by Matheus Alves e Santos</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-17 19:25:38 UTC</pubDate>
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         <title>O que é?</title>
         <author>matheusasantos0501</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>É uma escola literária contemporânea do realismo, já que ambos vigoraram na segunda metade do século XIX. O mesmo contexto já estudado no Realismo constitui o pano de fundo histórico da estética parnasiana.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 19:29:56 UTC</pubDate>
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         <title>Origem</title>
         <author>matheusasantos0501</author>
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         <description><![CDATA[<div>No centro da Grécia, erguia-se o monte Parnasco, onde se situava a cidade de Delfos, de grande importância na antiguidade. De acordo com a mitologia grega, o monte Parnasco era uma das moradas de Apolo, deus da beleza, da harmonia, da música e da poesia, e também das Musas, divindades inspiradoras da poesia.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 19:30:18 UTC</pubDate>
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         <title>Estética Parnasiana</title>
         <author>matheusasantos0501</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para os poetas da estética parnasiana, razão devia sobrepor-se à emoção. Assim, era mais importante a forma como o sentimento era expresso do que o sentimento propriamente dito. Essa valorização da forma recebeu o nome de Arte pela Arte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 19:33:35 UTC</pubDate>
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         <title>Parnasianismo no Brasil</title>
         <author>matheusasantos0501</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>No início do século XX, as expectativas de renovação foram frustradas. No terreno social e político, as mudanças foram restritas: as relações de poder continuaram as mesmas.&nbsp;<br>No campo cultural, ainda tardaria um pouco para que as pessoas pudessem conhecer os ventos revolucionários de começavam a soprar na Europa.&nbsp;<br>A grande renovação do momento ligava-se à retomada do espírito nacionalista da época da independência, ocorrida em 1822. A poesia parnasiana se enquadrava nesse movimento de retomada do patriotismo, dessa vez com viés republicano.<br>A publicação do livro de poemas Fanfarras, de Teófilo Dias, em 1882, é considerada o marco inicial do movimento parnasiano no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 19:33:56 UTC</pubDate>
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         <title>Escritores Parnasianos</title>
         <author>matheusasantos0501</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Alberto de Oliveira - Com sua poesia de teor clássico.<br><br>• Raimundo Correia - Que teve grande popularidade na época.<br><br>• Olavo Bilac - Que foi o poeta que mais representou a arte parnasiana brasileira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 19:34:15 UTC</pubDate>
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         <title>Poema profissão de fé ~ Olavo Bilac</title>
         <author>matheusasantos0501</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><em>Não quero o Zeus Capitolino<br>Hercúleo e belo,<br>Talhar no mármore divino<br>Com o camartelo.<br><br>Que outro - não eu! - a pedra corte<br>Para, brutal,<br>Erguer de Atene o altivo porte<br>Descomunal.<br><br><br>Mais que esse vulto extraordinário,<br>Que assombra a vista,<br>Seduz-me um leve relicário<br>De fino artista.<br><br>Invejo o ourives quando escrevo:<br>Imito o amor<br>Com que ele, em ouro, o alto relevo<br>Faz de uma flor.<br><br>Imito-o. E, pois, nem de Carrara<br>A pedra firo:<br>O alvo cristal, a pedra rara,<br>O ônix prefiro.<br><br>Por isso, corre, por servir-me,<br>Sobre o papel<br>A pena, como em prata firme<br>Corre o cinzel.<br><br>Corre; desenha, enfeita a imagem,<br>A idéia veste:<br>Cinge-lhe ao corpo a ampla roupagem<br>Azul-celeste.<br><br>Torce, aprimora, alteia, lima<br>A frase; e, enfim,<br>No verso de ouro engasta a rima,<br>Como um rubim.<br><br>Quero que a estrofe cristalina,<br>Dobrada ao jeito<br>Do ourives, saia da oficina<br>Sem um defeito:<br><br>E que o lavor do verso, acaso,<br>Por tão subtil,<br>Possa o lavor lembrar de um vaso<br>De Becerril.<br><br>E horas sem conto passo, mudo,<br>O olhar atento,<br>A trabalhar, longe de tudo<br>O pensamento.<br><br>Porque o escrever - tanta perícia,<br>Tanta requer,<br>Que oficio tal... nem há notícia<br>De outro qualquer.<br><br>Assim procedo. Minha pena<br>Segue esta norma,<br></em>Por <em>te servir, Deusa serena,<br>Serena Forma!<br><br>Deusa! A onda vil, que se avoluma<br>De um torvo mar,<br>Deixa-a crescer; e o lodo e a espuma<br>Deixa-a rolar!<br><br>Blasfemo&gt; em grita surda e horrendo<br>Ímpeto, o bando<br>Venha dos bárbaros crescendo,<br>Vociferando...<br><br>Deixa-o: que venha e uivando passe<br>- Bando feroz!<br>Não se te mude a cor da face<br>E o tom da voz!<br><br>Olha-os somente, armada e pronta,<br>Radiante e bela:<br>E, ao braço o escudo&gt; a raiva afronta<br>Dessa procela!<br><br>Este que à frente vem, e o todo<br>Possui minaz<br>De um vândalo ou de um visigodo,<br>Cruel e audaz;<br><br>Este, que, de entre os mais, o vulto<br>Ferrenho alteia,<br>E, em jato, expele o amargo insulto<br>Que te enlameia:<br><br>É em vão que as forças cansa, e â luta<br>Se atira; é em vão<br>Que brande no ar a maça bruta<br>A bruta mão.<br><br>Não morrerás, Deusa sublime!<br>Do trono egrégio<br>Assistirás intacta ao crime<br>Do sacrilégio.<br><br>E, se morreres por ventura,<br>Possa eu morrer<br>Contigo, e a mesma noite escura<br>Nos envolver!<br><br>Ah! ver por terra, profanada,<br>A ara partida<br>E a Arte imortal aos pés calcada,<br>Prostituída!...<br><br>Ver derribar do eterno sólio<br>O Belo, e o som<br>Ouvir da queda do Acropólio,<br>Do Partenon!...<br></em><br><em>Sem sacerdote, a Crença morta<br>Sentir, e o susto<br>Ver, e o extermínio, entrando a porta<br>Do templo augusto!...<br><br>Ver esta língua, que cultivo,<br>Sem ouropéis,<br>Mirrada ao hálito nocivo<br>Dos infiéis!...<br><br>Não! Morra tudo que me é caro,<br>Fique eu sozinho!<br>Que não encontre um só amparo<br>Em meu caminho!<br><br>Que a minha dor nem a um amigo<br>Inspire dó...<br>Mas, ah! que eu fique só contigo,<br>Contigo só!<br><br>Vive! que eu viverei servindo<br>Teu culto, e, obscuro,<br>Tuas custódias esculpindo<br>No ouro mais puro.<br><br>Celebrarei o teu oficio<br>No altar: porém,<br>Se inda é pequeno o sacrifício,<br>Morra eu também!<br><br>Caia eu também, sem esperança,<br>Porém tranqüilo,<br>Inda, ao cair, vibrando a lança,<br>Em prol do Estilo!</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 19:37:39 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema</title>
         <author>matheusasantos0501</author>
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         <description><![CDATA[<div>A expressão "profissão de fé" corresponde a uma declaração pública de convicções (políticas, religiosas, sociais, artísticas). No poema, essas convicções dizem respeito a princípios artísticos adotados pelo poeta. Em seus versos, ele recusa a associação da poesia com a arte de esculpir. Como no primeiro verso:<br><br>"Não quero o Zeus Capitolino, Hercúleo e belo, talhar no mármore divino com o camartelo".<br><br><br>O poeta parnasiano sempre manifesta seu desejo de produzir uma obra de arte perfeita. Como no trecho:<br><br>"Assim procedo. Minha pena segue essa norma, por te servir, Deusa serena, Serena forma!"<br><br>E como pode se perceber o próprio poema exemplifica o que é afirmado em seus versos usando a metalinguagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 19:39:34 UTC</pubDate>
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         <title>Autores parnasianos vendo que quase ninguém entende os poemas deles:</title>
         <author>matheusasantos0501</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 20:52:40 UTC</pubDate>
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         <title>Alunos</title>
         <author>matheusasantos0501</author>
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         <description><![CDATA[<div>Carlos Gabriel<br>Isabela Santos<br>Joshua Matheus<br>Maria Luiza Queiroz<br>Matheus Alves</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 21:00:30 UTC</pubDate>
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