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      <title>MULHERES HISTÓRICAS - Adriana Varejão by Brayan Caires</title>
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      <description>Proposição de atividade sobre mulheres importantes da Escola Estadual Mário Porto, turma 1º13</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-24 10:30:54 UTC</pubDate>
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         <title>Adriana varejão (aluna Yasmin Bianca)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>ADRIANA VAREJÃO<br>Adriana varejão (Rio de janeiro-1964) pintora<br>Adriana varejão é uma artista plástica contemporânea que vem ganhando cada vez mais destaque no espaço nacional e internacional. Final artista, que se consagrou através de obras viscerais, peles rasgadas, interiores amostra, canibalismo e esquartejamento, começa a trilhar novos caminhos. Atualmente, é uma das artes brasileiras de mais destaque na cena contemporânea no Brasil e exterior. Nascida em 1964, a carioca Adriana começou sua carreira nos anos 80, ainda muito jovem. Entre 1981 e 1985 frequentou cursos livres na escola de artes visuais do parque Lage, no Rio de janeiro e fez sua primeira exposição individual em 1988 na galeria Thomas cole. Filha de um piloto da aeronáutica e de uma nutricionista fez cursinho pré-vestibular no colégio impacto. Foi cursar engenharia na PUC. No meio tempo, fez cursos de arte e. E acho que um dia eu acordei e virei artista", brinca. Alugou um ateliê começou a produzir.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 17:07:49 UTC</pubDate>
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         <title>Adriana Varejão - Comentário crítico</title>
         <author>gabriella9933886</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>No fim da década de 1980, Adriana Varejão produz telas com espessas camadas de tinta, tendo como parâmetro as igrejas barrocas brasileiras e sua azulejaria, como em Altar I, 1987. Posteriormente, </strong><strong><mark>passa a apropriar-se de imagens da história do Brasil, retomando representações etnográficas de indígenas e negros, como, por exemplo, as ilustrações do livro Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, de Debret (1768 - 1848), para comentar o processo de miscigenação no país e a violência do processo de colonização</mark></strong><strong>. A artista percorre, assim, o repertório de imagens relacionadas ao Período Colonial brasileiro: os azulejos, os mapas e os registros dos viajantes.</strong></div><div><strong>Em outras obras, utiliza cacos de louça e pratos da Companhia das Índias, que são moldados e pintados pela artista, como em Linha do Equinócio II, 1997. </strong><strong><mark>Adriana Varejão faz também incisões e suturas em suas telas, como ocorre em Filho Bastardo II, 1997 ou em Parede com Incisões a la Fontana, 2000, nas quais, por meio dos cortes, deixa entrever uma matéria interna, que tem a aparência de carne</mark></strong><strong>. Também reproduz em seus quadros fragmentos anatômicos, fazendo referências a esquartejamentos e canibalismo, em obras de grande densidade simbólica.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 17:32:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna: Meirielly Elias Silva<br>Adriana Varejão (um pouco sobre a artista)<br><br>Atualmente, é uma das artistas brasileiras de mais destaque na cena contemporânea, no Brasil e exterior.<br>Nascida em 1964, a carioca Adriana começou sua carreira nos anos 80, ainda muito jovem. Entre 1981 e 1985 freqüentou cursos livres na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro e fez sua primeira exposição individual em 1988, na galeria Thomas Cohn.<br>Filha de um piloto da aeronáutica e de uma nutricionista fez cursinho pré-vestibular no colégio Impacto. Foi cursar engenharia na Puc. No meio tempo, fez cursos de arte. Alugou um ateliê e começou a produzir.<br>Na década de 90, foi incluída em inúmeras mostras importantes e aos poucos foi revelando o amadurecimento de sua obra. Destacam-se suas participações na Bienal de São Paulo, em 1994 e 1998; nas Bienais de Havana (1994), Johannesburgo (1995) e Liverpool (1999). Adriana também foi uma das figuras centrais da Bienal de Sydney (2000), além das mostras coletivas UltraBaroque (EUA, 2000-2002), TransCulture (Veneza; Tokio, 1995), New Histories (ICA, Boston, 1996), Mapping (MoMA-NY, 1994).<br>Sua obra reproduz elementos históricos e culturais, com temas ligados à colonização, ao barroco e à azulejaria. Investiga também a utilização do corpo humano, da visceralidade e da representação da carne como elemento estético. Apesar de remeter ao barroco, adquire forte contemporaneidade em decorrência do acúmulo excessivo de materiais, camadas de tinta e informações.<br>Suas obras integram as coleções dos principais museus do mundo e tem alcançado recordes de preço em casas de leilão de Londres e Nova York, atestando o reconhecimento internacional. No Brasil, Adriana ganhou um pavilhão inteiramente dedicado a seu trabalho no Instituto Inhotim, em Minas Gerais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:09:49 UTC</pubDate>
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         <title>um pouca da trajetória de Adriana Varejão </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>aluna: Kerolainny Vieira de Jesus&nbsp;<br>turma: 1° 13<br><br>Artista visual. Passou parte da infância em Brasília. Ingressou no curso de engenharia da PUC do Rio de Janeiro em 1981, mas o abandonou no ano seguinte. A partir de 1983, estudou nos cursos livres da Escola de artes visuais do Parque Lage (RJ), e alugou um ateliê no bairro do Horto com outros estudantes. Viajou para Nova York em 1985 e lá tem contato com a pintura do alemão Anselm Kiefer e do americano Philip Guston. Em 1986, recebeu o "Prêmio Aquisição" do 9º Salão Nacional de Artes Plásticas promovido pela Funarte. Quando visitou Ouro Preto (MG) entrou em contato com a arte barroca que se tornou referência para seu trabalho. Em Escrito sobre 'un Cuerpo', do escritor cubano Severo Sarduy, conhece os ensaios sobre esse movimento artístico. Neste período, aspectos do barroco cubano e da filosofia chinesa passam a influenciar sua pintura. Participou da mostra Brasil no Museu Morsbroich (Alemanha) em 1988. No mesmo ano, realizou sua primeira exposição individual na Galeria Thomas Cohn (RJ) e integrou a coletiva U-ABC no Stedelijk Museum em Amsterdam&nbsp; (Holanda). Em 1992 passou 3 meses na China. As experiências da viagem integraram a exposição Terra Incógnita na Galeria Luisa Strina (SP). Produziu a exposição Proposta para uma Catequese (1993) depois de ler as obras do historiador Sérgio Buarque de Holanda , do ensaísta Gilberto Freyre e do crítico literário Alfredo Bosi.</div><div>Em 1993, participou da residência artística promovida pelo Instituto Goethe em Maceió. Em seguida, viajou pelo nordeste brasileiro pesquisando sobre arte sacra e artesanato popular, especialmente ex-votos e azulejaria. Integrou a mostra Mapping no Museu de Arte moderna (MoMA), em Nova York e também a 22ª, 24ª e 30ª edições da Bienal Internacional de São Paulo.</div><div>O arquiteto paulista Rodrigo Cerviño Lopez realiza um projeto para abrigar algumas de suas obras no Centro Inhotim de Arte Contemporânea, em Inhotim (MG) em 2008. Possui obras em coleções internacionais de museus, como o Tate Modern, Londres, o Guggenheim, Nova York, e o Tokyo’s Hara Museum.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 21:18:07 UTC</pubDate>
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