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      <title>O MUNDO DO TRABALHO by Madalena Cs</title>
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      <description>Trabalhos dos alunos do 12º F, no âmbito do PICD.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-09 17:21:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>madalenagda</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Família de emigrantes portugueses no "bidonville" de Champigny-sur-Marne, em 1964 </mark></strong><strong><br></strong>© Gérald Bloncourt / Musée national de l’histoire et des cultures de l’immigration</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-09 18:22:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunaesteves443</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os trabalhadores do setor da construção são os mais mal pagos em Portugal.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 20:08:53 UTC</pubDate>
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         <title>A Entrada da Mulher no Mundo  do Trabalho </title>
         <author>madalenasoares003</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Hoje em dia é normal ver uma mulher no mercado de trabalho, mas nem sempre foi assim.</div><div>&nbsp; Durante muito tempo, o papel da mulher na sociedade limitava-se a cuidar da casa, do marido e dos filhos. Ao mesmo tempo, o homem era visto como o chefe de família.</div><div>&nbsp; Porém, esta imagem da mulher começou a mudar a partir da segunda metade do séc. XVIII,&nbsp; com a Revolução industrial. No século XIX, o movimento feminista começou também a adquirir caraterísticas de ação política.</div><div>&nbsp; As Indústrias estavam a fortalecer-se, a necessidade de mão de obra aumentava e o valor pago pelo trabalho feminino era muito baixo. A mulher, mesmo contribuindo de forma positiva no mercado de trabalho, continuava a sofrer de preconceito e discriminação. Desta forma, a mulher continuava a ser alvo de grandes desigualdades. Mesmo com a presença feminina no mercado de trabalho, os grandes cargos de trabalho continuavam a ser destinados aos homens e tinham um salário muito mais alto em comparação com as mulheres.&nbsp;</div><div>&nbsp; Foi deste modo que começou a inserção da mulher no mercado de trabalho, um processo decisivo e lento para a emancipação feminina.&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br><strong>Fonte:</strong> "<em>Feminismo de A a Ser"&nbsp;</em></div><div><br><strong>A Mulher no Mundo Industrial&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-15 13:05:01 UTC</pubDate>
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         <title>As perspetivas futuras para a economia global .</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O gráfico abaixo representado refere-se à divisão do PIB mundial , e ao ritmo de crescimento das principais economias do globo . Através da análise da economia mundial no passado ( 1995-2011) e no presente (2011-2030)&nbsp; pode construir-se uma perspetiva para o futuro, até 2060 .&nbsp;<br>No passado, os Estados Unidos lideravam as economias mundiais e apareciam como sendo a nação com a maior "fatia" no PIB , seguidos pelos países da OCDE . Atualmente, verificamos que a China cresceu economicamente , devido a vários fatores e ultrapassou&nbsp; os EUA. De acordo com as previsões , no futuro a China continuará a maior economia mundial , seguida pela Índia, que virá futuramente a conquistar um lugar de "prestigio" na economia. Em terceiro lugar, com um decréscimo, estarão os Estados Unidos. Os restantes países e grupos económicos vão registar também uma quebra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-15 16:25:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cristiianaloppes</author>
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         <description><![CDATA[<pre><strong><mark>O que é a GLOBALIZAÇÃO?</mark></strong></pre><div>&nbsp; &nbsp;A globalização é o processo de mundialização da economia, da politica e da cultura.&nbsp;<br><br></div><pre><strong><mark>Mas QUANDO COMEÇOU a globalização?</mark></strong></pre><div><br></div><div>A história remete-nos para o século XV e para o primeiro passo da globalização:<br><br></div><pre> <strong><mark>  As Grandes Navegações</mark></strong></pre><div><br></div><div>Considera-se que neste período, inicia-se a globalização do mundo. Quando pensamentos nas Grandes Navegações lembramo-nos da era dos Descobrimentos – e aqui é possível afirmar que Portugal teve um papel muito importante no primeiro passo da globalização, podendo ser até considerado a <mark>primeira nação globalizadora</mark> no geral, a Europa Ocidental e Atlântica afirmou a sua hegemonia neste processo.<br><br>ilustração da nau portuguesa a navegar</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 09:23:21 UTC</pubDate>
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         <title>Os Descobrimentos e a mundialização da economia</title>
         <author>cristiianaloppes</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1528167953</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Descobrimentos tinham como objetivo encontrar um novo caminho para as Índias Orientais, mas também encontrar novas terras que tivessem matérias-primas, como metais preciosos, novos produtos agrícolas, ou produtos agrícolas já conhecidos, e difundir<mark> a religião católica</mark>.<br><br></div><div>Este período criou um sistema global de frotas, alianças, rotas de comércio. Tudo isto levou ao aumento das trocas comerciais internacionais – <mark>já se notava a mundialização da economia</mark>.<br><br></div><div>Porém, é a partir do século XX que surgem <mark>contextos político-económicos</mark>, <mark>culturais </mark>e <mark>tecnologias </mark>muito <mark>mais favoráveis</mark> à globalização.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 09:34:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>cristiianaloppes</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1528175413</link>
         <description><![CDATA[<pre><mark>Características ECONÓMICAS da globalização:</mark></pre><div><br></div><div>Um dos elementos da globalização é a expansão do <mark>comércio mundial</mark>, iniciada nos Descobrimentos.<br><br></div><div>Esta expansão trouxe consigo <mark>quatro fatores económicos</mark> importantes:&nbsp;<br><br></div><ul><li><strong><em><mark>Aumento da concorrência</mark></em></strong></li></ul><div>Com as trocas comerciais mundiais, os produtos passam a estar a “um passo” de nós. Então, se vários países vendem o mesmo produto, qual escolhemos? Aqui entra o <mark>conceito de concorrência económica</mark>: concorrência económica é o lucro de um produto entre diferentes produtores que querem alcançar um objetivo que é aumentarem o seu lucro e vendas – <mark>como?</mark> Através do preço, da qualidade dos produtos e dos serviços após a venda.<br><br></div><div>Neste momento, temos um exemplo que toda a gente conhece: a concorrência entre a <mark>China</mark> e os <mark>Estados Unidos da América</mark> – quem é o maior exportador?<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 09:39:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cristiianaloppes</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1528181145</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><mark>Grande circulação no mercado financeiro:</mark></strong></li></ul><div>O mercado financeiro é constituído por duas instituições: <mark>&nbsp;bolsas de valores e bancos</mark>, que negociam as ações das empresas. Através das bolsas de valores é atraído o capital especulativo, que é dinheiro que pode entrar ou sair com facilidade num mercado.<br><br>A globalização dos mercados financeiros abre <mark>novas perspetivas</mark> de financiamento e investimento em novas empresas ou até à renovação de antigas empresas.&nbsp;<br>Isto porque o capital ultrapassa fronteiras muito mais livremente, aproveitando a diversificação internacional de moedas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 09:44:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cristiianaloppes</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong><mark>Crescimento de empresas multinacionais</mark></strong></li></ul><div>Empresas multinacionais são empresas com atividade em vários países, apesar de possuírem apenas uma sede. Muitas vezes, estas empresas produzem em países com mão-de-obra barata, e instalam-se em vários países para vender os seus produtos.<br><br></div><div><mark>Exemplos:</mark> Coca-cola, McDonalds, Samsung, Nike, etc.<br><br><br></div><div>imagem: <strong>As grandes multinacionais</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 09:52:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cristiianaloppes</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1528192865</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><mark>Presença de blocos económicos</mark></strong></li></ul><div>Assim que os países perceberam que formar blocos económicos traria várias vantagens, como maior capacidade de competitividade e até maiores ganhos, tornou-se uma prática comum.<br><br></div><div>Estes blocos económicos normalmente começam com acordos que estabelecem <mark>zonas de livre comércio</mark> (ZEE), que são lugares onde não são cobradas tarifas alfandegárias. Um exemplo disto é o <mark>NAFTA </mark>– Tratado de Livre Comércio das Américas – entre os EUA, o Canadá e o México.<br><br></div><div>A estes blocos económicos pode-se adicionar também uma <mark>união aduaneira</mark>, que impõe o estabelecimento de uma taxa comum quanto à importação de bens de países fora do bloco (exemplos: <mark>Mercosul</mark>, <mark>EUCU </mark>– Espaço Económico Europeu, etc.)<br><br></div><div>Um dos maiores blocos económicos e com o qual nós estamos muito familiarizados é a <strong><mark>União Europeia</mark></strong> : tem um mercado único que permite liberdade de circulação de mercadorias, serviços, pessoas e de capitais, tem uma zona de livre comércio e possui uma união aduaneira.<br><br></div><div>Para além disto, a União Europeia tem uma <mark>cidadania</mark>, adotou uma <mark>moeda única</mark> – o <mark>euro </mark>– que exigiu a mudança das políticas económicas dos países que entraram na EU, e todos os países têm <mark>influência na política interna</mark> de cada país.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 09:54:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cristiianaloppes</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1528195734</link>
         <description><![CDATA[<pre><strong><mark>A globalização CULTURAL</mark></strong></pre><div><br></div><div>Com a abertura dos mercados, o mundo consumista passa a ter acesso a todos os produtos importados, muito mais baratos do que seriam se fossem produzidos por nós, devido à produção barata. Temos o exemplo da enorme produção de produtos baratos da Ásia.<br><br></div><div>Um dos maiores ícones da globalização cultural é a <mark>internet</mark>, que conecta o mundo todo através da língua considerada a língua universal, o inglês.<br><br></div><div><mark>Porquê o inglês</mark>? Resumidamente, os processos de partilha de cultura são mais eficazes se forem feitos pelas potências económicas com mais recursos, como os EUA, e isto responde a essa questão e é a razão pela qual os filmes que vemos sejam em inglês, as séries, as músicas. Quanto a produtos, a China é capaz de ser a potência económica com maior influência, com os carros que compramos, as roupas lá produzidas, as televisões, telemóveis, brinquedos, etc. Mas, dificilmente o mandarim se tornará uma língua hegemónica, pelo menos num futuro próximo.<br><br></div><div>Assim, é muito mais difícil um filme português chegar a outros países, por não termos grande influência cultural e económica a nível global.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 09:57:03 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexos da globalização no comércio e na indústria</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Existem novos meios de comunicação e transportes que facilitam a instalação de grandes fábricas e corporações em qualquer lugar do mundo. Esta tendência tem levado mais mão de obra a emigrar para mais países. <br><mark>O que resulta deste processo é que atualmente grande parte dos produtos não têm uma nacionalidade definida.</mark> Um exemplo é a indústria automóvel que está cada vez mais globalizada. Além disto, os produtos são idênticos em cada mercado. Eles têm, muito provavelmente, a mesma plataforma técnica mas o <em>design</em> e as opções características diferenciam-se entre países. Isto também tem a ver com as demandas dos consumidores, que diferem de país para país,. Exemplificando: na América do Sul os salários e as renumerações são mais baixas do que na Europa, logo na América do Sul são fabricados automóveis de modelos mais acessíveis. Na América no Norte, os consumidores optam por carros de maior porte, o que leva o setor a fabricar mais automóveis dessa gama.&nbsp;<br>Não é possível estar presente num mercado de grande escala e oferecer exatamente o mesmo a toda a população.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 10:58:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>madalenasoares003</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Mulher a conduzir um elétrico&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 14:52:08 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres a trabalhar numa fábrica </title>
         <author>madalenasoares003</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1528538604</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 14:52:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Mulher no mundo do trabalho, na 1ª Guerra Mundial</title>
         <author>madalenasoares003</author>
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         <description><![CDATA[<div>No Reino Unido, o número de mulheres que trabalhavam por salário subiu 555 por cento entre 1914 e 1918, para 7,5 milhões; em 1917, em cada três trabalhadores assalariados, um já era mulher. Quase um milhão de mulheres trabalhava na indústria do armamento. No arsenal de Woolwich, no início do conflito, trabalhavam 14 mil homens e nenhuma mulher; em 1918, estas eram já metade dos 100 mil operários. E não se limitavam e trabalhavam duramente.<br><br><strong>Fontes: </strong><em>Noticias UOL</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Diário de notícias</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 14:53:46 UTC</pubDate>
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         <title>O Papel da mulher no mundo do trabalho- crescimento, evolução e dificuldades. </title>
         <author>madalenasoares003</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi a partir de 1970 que as mulheres começaram a entrar com mais força no mercado de trabalho, exercendo profissões importantes para o desenvolvimento da sociedade.</div><div><br></div><div>&nbsp;A presença feminina aumentou e as mulheres passaram a ter novas ocupações, agora com maior destaque e a tendência é que venham a ser a maioria da força de trabalho em Portugal. O Jornal de Negócios analisa dados recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) que mostram que já só são 28,3 mil o número de empregos que separam as mulheres dos homens — nunca a diferença foi tão curta.</div><div>Hoje, por exemplo, elas trabalham como engenheiras, advogadas,&nbsp; juízas, gestoras, médicas, etc. No entanto, embora a realidade seja favorável quando comparada às décadas passadas, as mulheres ainda enfrentam muitas barreiras.&nbsp;</div><div><br></div><div>As mulheres têm salários inferiores aos dos homens em praticamente todas as profissões. É uma desigualdade que se prolonga pela vida fora, de acordo com o estudo "<em>Igualdade de Género ao Longo da Vida -- Portugal no contexto europeu</em>", da Fundação Francisco Manuel dos Santos, com coordenação de Anália Torres.&nbsp;</div><div>Esta situação torna-se ainda mais preocupante quando, em estudos, as mulheres são mais escolarizadas do que os homens, mas quando entram no mercado de trabalho estão em desvantagem e têm empregos mais precários.&nbsp;</div><div><br><strong>Será</strong> <strong>que tudo começa em casa ? </strong>Podemos mesmo esperar que as mulheres sejam igualmente remuneradas pelos seus empregos se, em casa, a divisão de tarefas já não é igual?</div><div>Um dado que salta à vista neste estudo é o facto de uma grande percentagem de trabalhadoras se queixar que sentem um cansaço habitual.</div><div>Esta situação pode dar origem a diversos problemas de saúde. O primeiro indício disso mesmo surge no facto de uma em dez trabalhadoras tomar medicação para aliviar os efeitos do cansaço.</div><div>As mulheres continuam a liderar o trabalho doméstico, desempenhando a maior parte das tarefas em comparação com os homens. Assim, a consequência direta disso é a falta de tempo para descansar, cuidar de si próprias e até para concentrarem as suas energias para a gestão da sua carreira. Como consequência destes sinais de insatisfação das mulheres com a sua vida profissional, contam-se, por exemplo, um menor desejo de ter filhos, a quebra de produtividade, o aumento de crises relacionais, mais divórcios, menos saúde, e menor qualidade de vida.</div><div><br></div><div>É hora de parar de tentar mudar as mulheres e começar a mudar os sistemas que as impedem de alcançar o seu potencial. &nbsp;<br><br>Vídeo -</div><div><a href="https://ensina.rtp.pt/artigo/a-desigualdade-de-genero-no-mundo-do-trabalho/">https://ensina.rtp.pt/artigo/a-desigualdade-de-genero-no-mundo-do-trabalho/</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 18:01:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O dia das mulheres</title>
         <author>madalenasoares003</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1528822681</link>
         <description><![CDATA[<div>A 8 de março de 1908, as trabalhadoras de uma fábrica têxtil em Nova Iorque, nos Estados Unidos, decidiram fazer uma greve como forma de protesto pelas condições precárias de trabalho, pela redução do número de horas laborais e por um aumento salarial. Durante a greve, ocorreu um misterioso incêndio criminoso, que provocou a morte de mais de 100 grevistas. É em homenagem a estas mulheres, assassinadas pelo patriarcado capitalista, que se comemora, no dia 8 de Março, o Dia Internacional das Mulheres.</div><div><br></div><div>O marco da necessidade deste dia internacional:</div><div><br></div><div>No dia 8 de março, ouvem-se&nbsp; afirmações que desrespeitam toda a luta das mulheres por igualdade de todos os géneros. Como, por exemplo: Quando é que se celebra o dia dos homens? As mulheres já têm todos os direitos que precisam. O dia internacional da mulher já não faz sentido.</div><div>Estas afirmações só servem para realçar a realidade. As mulheres estão longe de ter os mesmos direitos que os homens. O dia internacional da mulher serve para assinalar séculos de uma luta levada a cabo por centenas de ativistas em todo o mundo. Sendo assim, é óbvio que faz sentido comemorar este dia, e sempre fará!</div><div>Cabe a cada um de nós seres humanos continuar essa luta, com perseverança, resiliência e esperança. Muito já se conquistou, mas não é o suficiente, continuamos sendo inferiorizadas em vários setores.</div><div>Queremos: respeito, igualdade e liberdade.</div><div>Vale ressaltar que uma sociedade falha de igualdade de direitos é uma sociedade doente e sem futuro.<br><br><strong>Fonte: </strong>https://www.gpp.pt/index.php/noticias/dia-internacional-da-mulher-8-de-marco-de-2021<br>https://m-brasilescola-uol-com-br.cdn.ampproject.org/v/s/m.brasilescola.uol.com.br/amp/datas-comemorativas/dia-da-mulher.htm?amp_js_v=a6&amp;amp_gsa=1&amp;usqp=mq331AQHKAFQArABIA%3D%3D#aoh=16211882829484&amp;referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com&amp;amp_tf=De%20%251%24s&amp;ampshare=https%3A%2F%2Fbrasilescola.uol.com.br%2Fdatas-comemorativas%2Fdia-da-mulher.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 18:08:56 UTC</pubDate>
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         <title>Causas da velha emigração:</title>
         <author>2472011</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1529002865</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Fraca qualidade de vida, num mundo rural estagnado.</li><li>Desemprego&nbsp;</li><li>Emprego precário e baixos salários</li><li>Guerra Colonial</li><li>&nbsp;Regime Ditatorial do Estado Novo - exílio de opositores</li><li>Desenvolvimento das redes de transporte e comunicação</li></ul><div><br><br></div><div><strong><em>Causas da nova emigração:<br></em></strong><br></div><ul><li>Melhor qualidade de vida</li><li>Estudos (pessoas que vão estudar para fora de Portugal)</li><li>Baixos salários </li></ul><div><br><strong><em>Consequências da emigração:</em></strong></div><ul><li>Diminuição da população ativa</li><li>Envelhecimento demográfico</li><li>Diminuição da natalidade</li><li>Aumento da taxa de mortalidade idosa</li><li>Diminuição da taxa de crescimento natural</li><li>Desequilíbrio entre sexos</li><li>Estagnação económica (fecho de comércio e abandono dos campos)</li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 20:17:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2472011</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1529033113</link>
         <description><![CDATA[<div>Para mim, estas histórias valem ouro e são quase como uma herança deixada pelos&nbsp; meus antepassados, que me ajudam a viajar através do tempo e a entender as suas experiências de vida. Espero que gostem de ler!<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Antes da democracia, Portugal vivia num regime totalitário denominado regime Salazarista, governado por António Salazar. Com este regime, muitos foram os portugueses que se viram obrigados a emigrar devido à falta de condições de vida, liberdade e emprego - e a minha família não foi exceção. Através deste relato, contado pela&nbsp; minha família, espero dar-vos a conhecer, e com orgulho,&nbsp; um pouco “mais de perto” esta realidade vivida por muitos portugueses. &nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;A minha bisavó materna (Tomadias, Vila Nova de Foz Côa- local onde nasceu) teve 6 filhos (Adelaide, Mário, Germano, Maria Beatriz e as gémeas- Maria de Lurdes e ...). Infelizmente, duas das suas filhas faleceram de doença, ainda bebés. Estas mortes ocorreram, provavelmente, devido à falta de condições de vida que a minha bisavó tinha para oferecer, ainda por cima depois de o meu bisavô Manuel ter fugido com a cunhada para o Brasil (e com ela, teve mais uma filha, para além dos 6 que abandonou). Como devem saber, na altura, quem geria estas coisas dos partos, era a senhora mais habilidosa da aldeia, não existiam hospitais perto e os médicos dificilmente chegavam a tempo de conseguir ajudar a mãe a ter o filho. Foi o que aconteceu no parto de todos os meus tios-avós e com o irmão da minha mãe (José Salvador), que nasceu na mesma aldeia que todos eles, só que nasceu com a ajuda da minha bisavó (era a habilidosa da aldeia).&nbsp;<br><br></div><div>Para terem uma noção, a&nbsp; alimentação era pobre em nutrientes, uma/duas sardinhas davam para 5 pessoas, comiam batatas cozidas ao pequeno almoço, pão…. Mas ainda assim, pelo que me foi dito, nunca passaram fome porque cultivavam e tinham algum gado, era&nbsp; a safa deles. Não tinham eletricidade e por isso, a única maneira era iluminar a casa com candeeiros a petróleo. Não existia água canalizada, tinham de ir buscá-la ao poço ou à fonte e desde muito cedo as crianças consumiam álcool pois era considerada uma fonte de calorias para trabalhar e então, crianças ou adultos, todos consumiam.&nbsp;<br><br></div><div>A escolaridade não era prioridade e muitas crianças simplesmente não iam à escola, porque a sua presença era necessária nos campos para ajudar a família que vivia miseravelmente. A minha tia Maria de Lourdes, por exemplo, desde tenra idade começou a trabalhar, e portanto, não frequentou a escola de forma contínua, mas a minha avó Maria Beatriz ( raramente trabalhava no campo devido à cegueira do olho direito, provocada pelo sarampo, quando pequena) sim, fez a chamada quarta classe. Para irem à escola tinham de andar a pé 3 quilómetros, porque não havia na aldeia delas. No período em que a minha tia a frequentou, talvez um ano, tinha uma grande falta de concentração, talvez provocado pelo consumo de bebidas alcoólicas e deixou de ir à escola, uma vez que não apresentava bons resultados e não compensava ir à escola, já que a sua ajuda era necessária nas tarefas que a mãe lhe atribuía. Já a minha avó era muito boa aluna. A minha tia ainda pequena,&nbsp; com mais ou menos 9/10 anos, passou a trabalhar no campo com a mãe dela, a cultivar, a regar, muitas vezes ia sozinha para Foz Côa vender galinhas que arranjava numa quinta perto de casa. Andava de porta em porta a vender sardinhas, também em Foz Côa, e ainda, entregava o correio por várias aldeias. Com 8 anos começou também a servir, perto de casa. Tinha, portanto, vários trabalhos em simultâneo. Com a mesma idade foi trabalhar para Lisboa, perto da antiga Feira Popular e foi aí que aprendeu a escrever e a ler, com uma criada da casa. Todos os dias escrevia cartas. Um dia, adormeceu e não abriu a porta aos patrões. Foi agredida, bateram-lhe com a cabeça na banheira, abrindo-lha,&nbsp; e reencaminharam-na de volta para as Tomadias. Com 14 anos, voltou a servir numa aldeia perto da dela, e convidaram-na a ir novamente para Lisboa, só que para trabalhar em casa de um senhor que estava acamado, e aí ficou até o senhor falecer. A patroa ajudou-a e aos meus avós a obterem um passaporte falso e irem clandestinamente para França - Paris, onde vivem até hoje. A minha avó, como ficou cega de um olho,&nbsp; o seu trabalho resumiu-se essencialmente a costurar (aos 10 anos fez o seu primeiro vestido de noiva) e a fazer a lida da casa. Quando chegaram a França viveram nos chamados "bidonvilles" em St Denis, Paris 75 (bairros de lata) e arranjaram emprego a fazer a “ménage” - faziam limpezas em casa de senhoras. O meu avô, Francisco Glória, conseguiu entretanto ir viver para França e arranjou emprego como “chantier” (trabalhador da construção civil). A eles se juntaram, mais tarde, a minha bisavó e o meu tio. Com o dinheiro que foram juntando compraram um apartamento e viviam todos eles num bairro onde apenas viviam portugueses. Para além das limpezas, as minhas avó e tia começaram a trabalhar numa escola. Nasceram, entretanto, a minha tia Christina e a minha mãe Solange. A minha avó, até se reformar, foi sempre trabalhando nas limpezas e a minha tia tirou cursos como cozinheira, um curso de francês, trabalhou na embaixada&nbsp; espanhola e&nbsp; numa empresa de revistas como cozinheira. A minha tia, principalmente, andava sempre a correr de um lado para o outro, pois era ela quem levava os meus tios e a minha mãe ao médico, aos desportos que faziam. A minha bisavó ainda ia ajudando, mas, já estava velhinha e, por isso, era-lhe difícil fazer muita coisa, contudo era ela que levava os netos à escola e lhes fazia as refeições. A minha avó praticamente nunca estava em casa, porque trabalhava de sol a sol. Anos mais tarde, mudaram-se todos para uma casa em Vitry-Sur-Seine, onde vivem até hoje. A minha bisavó já faleceu,&nbsp; o meu avô passa longas temporadas sem ir a França, a minha mãe e tia mudaram-se para Portugal, o meu tio continuou a viver em França e a minha tia-avó Maria de Lourdes, assim como a minha avó, vão indo e vindo entre França-Portugal. É através destes relatos que consigo perceber o quão difícil e desafiante era a vida nessa altura, em Portugal. É verdadeiramente um privilégio ter estas histórias para contar às próximas gerações.<br><br></div><div><br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 20:41:47 UTC</pubDate>
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         <title>Família Ventura/Glória</title>
         <author>2472011</author>
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         <description><![CDATA[<div>Começando do canto superior esquerdo para o canto superior direito- Germano Ventura (meu tio-avô); a seguir, Mário Ventura (meu tio-avô); Salvina Mouco Ventura (a velhinha sentada, minha bisavó); Manuel Ventura (meu bisavô).<br>Na segunda fila de fotos- Maria de Lourdes Mouco Ventura (minha tia-avó, no ano de 1967); na foto em que estão 3 pessoas- Francisco Glória (meu avô)/ Solange Ventura Glória (minha mãe)/ Maria Beatriz Ventura Glória (minha avó);&nbsp;<br>Na última fila - José Ventura (irmão da minha mãe); Christina Ventura Glória (irmã da minha mãe); Solange Ventura Glória (a minha mãe, novamente).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 20:43:32 UTC</pubDate>
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         <title>A mulher no trabalho- Grécia Antiga</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em Atenas, as atenienses consideradas livres, além de serem completamente excluídas da vida política e pública, não tinham direito a nenhuma educação escolar formal pois o único objetivo que era traçado para as suas vidas&nbsp; era aprender a economia doméstica, casar e ter filhos. Podiam, apesar de tudo, cumprir algumas ocupações não relacionadas a tarefas domésticas como: sapateiras, peixeiras, oleiras, etc. Mas não podiam dispor de muito dinheiro, nem de terras ou escravos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 14:36:44 UTC</pubDate>
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         <title>Como era a vida das mulheres antes do 25 de abril</title>
         <author>madalenasoares003</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1532640169</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Antes do 25 de Abril, a mulher era inferiorizada em relação ao homem. Era-lhe atribuído, apenas, o papel de dona de casa e cuidadora dos filhos. Exigia-se-lhe que fosse prendada e recatada. A mulher era considerada num segundo plano, obedecia ao marido e deixava-se ser comandada&nbsp; pelo mesmo.</div><div>Este contexto em que as mulheres viviam passava de mães para filhas, e assim sucessivamente. As filhas eram ensinadas a viver de acordo com o mesmo modelo, que se perpetuava no seu matrimónio.</div><div>Os direitos das mulheres sofriam graves limitações:&nbsp;</div><ul><li>Praticamente excluídas de votar;</li><li>Não podiam exercer profissões relacionadas com as magistraturas e a carreira militar, por exemplo.</li><li>Para abrir uma conta bancária, viajar para fora do país ou tomar contracetivos tinham de ter autorização do marido.</li></ul><div><br></div><div>Sempre que Salazar era questionado sobre este tema não respondia. Ao longo do regime salazarista a condição feminina poucas alterações registou. Até que veio o 25 de Abril e a desejada liberdade. As mentalidades foram evoluindo.&nbsp; Mesmo assim, hoje em dia algumas mentalidades parecem não ter evoluído, muitas mulheres ainda sofrem preconceito e desigualdade.</div><div>Hoje em dia o direito das mulheres à igualdade está consagrado na Constituição da República Portuguesa.<br><br><strong>Fonte:</strong> <a href="https://ensina.rtp.pt/artigo/o-ideal-feminino-do-estado-novo/">https://ensina.rtp.pt/artigo/o-ideal-feminino-do-estado-novo/</a></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 18:26:27 UTC</pubDate>
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         <title>PRECARIDADE DO TRABALHO, EM PORTUGAL</title>
         <author>cfss2001</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1545210770</link>
         <description><![CDATA[<div>Portugal faz parte dos poucos países da União Europeia com uma grande % de população com idade igual ou superior a 64 anos ainda ativa. Segundo os dados da PORDATA, Portugal apresenta taxas de desemprego ligeiramente abaixo da média da UE, porém, a sua situação agrava-se imenso no desemprego "jovem". Este não é o único problema do país pois também ocupa o TOP 10 da lista dos países europeus com mais contratos a prazo: cerca de 1 em cada 5&nbsp; trabalhadores têm um contrato a prazo. Também é um dos países com maior taxa de trabalhadores por conta própria. <br><br><strong>ESTATÍSTICAS PORDATA: </strong>(CLICAR PARA LER):</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 18:45:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Baixos salários em Portugal</title>
         <author>brunaesteves443</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1557620415</link>
         <description><![CDATA[<div>Como todos sabemos, Portugal não é um país onde o salário mínimo permita viver uma vida com dignidade.<br>Portugal é um dos países que mais recorre ao trabalho temporário (sem contrato, muitas vezes os trabalhadores estão a recibos verdes) onde 1 em cada 5 trabalhadores recebe apenas o salário mínimo nacional e apenas 3 em cada 10 trabalhadores tem&nbsp; o ensino superior concluído.<br>Portugal está entre os 5 países da União Europeia (Roménia, Espanha, Itália e Luxemburgo) com maior risco de pobreza entre os trabalhadores, o que mostra claramente que o salário mínimo em Portugal não é suficiente para as pessoas viverem minimamente confortáveis. Em 2019, 11% da população que trabalhava era considerada pobre.<br>Por outro lado, Portugal é um dos seis países com muito baixa produtividade.<br>&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 13:46:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dados do instituto do emprego e formação profissional (IEFP) </title>
         <author>douglasdfhgdfh</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1558099346</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Agravamento do desemprego na mão de obra não qualificada:</mark></strong><br>Em abril de 2021, em Portugal, dos 365.226 desempregados, 25%,4 eram mão de obra não qualificada, ou seja, mais de 1/ 4 dos desempregados portugueses. É notável o agravamento do desemprego neste setor, que por si só já era o maior em Portugal, mas que após a chegada da crise social e económica pandémica, viu a sua taxa de desemprego aumentar.<br><strong>FONTE:</strong><br>https://www.iefp.pt/documents/10181/10581762/Informa%C3%A7%C3%A3o+Mensal+abril+2021.pdf/929afb74-a25d-4d0e-bf33-c1b6826c3a04</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 15:33:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Portugal de sempre, o nosso.</title>
         <author>2148422</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ano de 1930, Pinelo, freguesia do concelho do Vimioso, distrito de Bragança, Trás-os-Montes, nascia a minha bisavó, Maria Berta Rodrigues. O dia não se sabe ao certo, mas foi registada uns dias depois, a 13 de junho. Os seus pais, meus trisavós, Natividade e João Alberto Rodrigues, ambos analfabetos, trabalhavam no campo. Em 25 anos, tiveram mais 10 filhos, a Maria da Assunção, o Henrique, o António, o Amândio, a Maria dos Santos, o Manuel, a Odete e o Nascimento. E mais 2 bebés, que não sobreviveram. Alguns terão aprendido a ler e escrever mais tarde, os mais novos ido à escola, até à chamada na altura quarta classe, e os mais velhos, incluindo a minha bisavó, nunca aprenderam a ler nem a escrever... muitos deles trabalharam no campo, e as mais velhas a tomar conta dos mais pequenos. A minha bisavó veio para Paço de Arcos sozinha, por volta dos anos 50, com 20 anos de idade, para servir nas casas. Ainda dois dos seus irmãos não eram nascidos. Uma das suas irmãs foi para o Brasil, onde permanece até hoje, tendo apenas visitado Portugal 2 vezes. Os restantes, muitos deles foram para França, fazendo com que hoje, entre mais de 60 primos, se misture naturalmente o Português e o Francês, criando uma nova língua. A dos emigrantes. Como com certeza terá acontecido em muitas outras famílias pobres portuguesas, quase todas. A minha avó, Maria Cândida Rodrigues Fernandes, nasceu em casa, em 1956. Pouco ou nada tinha mudado no país. O país continuava pobre e atrasado. A minha bisavó tinha vários trabalhos, lavava roupa no tanque, fazia comida para fora e era empregada em várias casas, enquanto o meu bisavô foi para França. Às refeições, havia um jarro pequeno de vinho, partilhado pelos dois, que tinha que chegar. Só ao fim de semana se comia o bife com batatas fritas. Obedientes, pobres, honestos, trabalhadores e conformados, era o que eram todos eles. Não se atreviam em pensar de forma diferente, porque nem sequer o “pensavam em pensar”.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Toda esta história é património comum, fazem-na as memórias, que ficam para sempre. E que me fazem sentir, ainda hoje, muito do Portugal que já foi. E por isso decidi contá-la . Tudo o que aqui conto, é a história de todos nós. Éramos tudo aquilo, e as histórias de vida provam-no, e falam por si. É esta a história da maior parte dos velhos emigrantes do nosso país.&nbsp; &nbsp; Obviamente que existe hoje a diferença, do que foi e do que é. Somos, certamente, mais evoluídos, mais instruídos, e nunca seríamos o mesmo país de há 60 anos atrás. Por uma principal razão, somos livres. Hoje somos livres, e por isso, mais ricos em todos os sentidos.&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp;Mas seremos sempre, o Portugal das memórias, da lembrança do que já foi, da saudade, do azul, do mar, das descobertas. O Portugal do povo e da união, que sobrevive sempre resistente, à passagem dos séculos, desde 1143. A minha trisavó Natividade, costumava dizer, que um dia, veríamos o mundo através de uma “caixica”. &nbsp;<br><br>Tinha razão! &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-29 19:54:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexos da globalização sobre os empregos e a globalização cultural</title>
         <author>carolinapmars</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos dias de hoje, saber mais que uma língua é essencial para não perder oportunidades no mundo do trabalho. O mundo está cada vez mais aculturado e, apesar da globalização criar oportunidades de emprego, simultaneamente pode resultar na perda de postos de trabalho (isto por causa da concorrência entre as empresas).&nbsp;<br>Os efeitos da globalização passam pela expansão das empresas multinacionais (transnacionais ou empresas globais); muitas destas empresas abandonam os países onde se originaram (algumas apenas expandem as suas atividades para outros sítios) e vão em direção dos locais onde o mercado de procura é maior, onde haja isenção de impostos, onde se possa evitar tarifas alfandegárias e onde haja menor custo de mão de obra e matérias-primas. Este processo de expansão ajudou o avanço da industrialização e da urbanização de diversos países subdesenvolvidos.<br>É importante destacar também que o avanço da globalização culminou a expansão e consolidação do sistema capitalista.<br><br>A globalização cultural é o meio a partir do qual há trocas de culturas, marcas, de um país para o outro. Alguns dos fatores que levam ao aumento da globalização são:<br>-Aumento dos fluxos migratórios;<br>-O turismo;<br>-O aumentos das trocas comerciais entre países;<br>-e a maior abertura dos mercados.<br><br>A aculturação é proveniente da globalização cultural&nbsp; e que tem algumas consequências tais como:<br>-O desaparecimento de elementos culturais locais;<br>-Homogeneização;<br>-Novas formas de dependência.<br><br>Algumas das consequências da globalização cultural pode ser:<br>-A homogeneização de estilos de vida;<br>-Difusão do consumismo;<br>-Consumo em massa de produtos padronizados;<br>-Aldeia global;<br>-Internacionalização de marcas.<br><br>Nem tudo são pontos negativos também se pode evidenciar algumas vantagens como:<br>-A criação de empregos;<br>-O comunicação entre pessoas de lugares diferentes será facilitada;<br>-Maior facilidade de investimentos externos;<br>-Facilidade também nas trocas comercias e culturais;<br>-e o aumento das ajudas internacionais.<br><br>Em suma, a globalização, como todas as coisas na vida, tem os seus prós e contras. E, cada vez mais, hoje em dia é mais fácil evidenciar a globalização iminente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-30 20:58:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexos da globalização no comércio e na indústria</title>
         <author>carolfmpt</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1576555286</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem novos meios de comunicação e transportes que facilitam a instalação de grandes fábricas e corporações em qualquer lugar do mundo. Esta tendência tem levado mais mão de obra a emigrar para mais países.<mark> O que resulta deste processo é que atualmente grande parte dos produtos não têm uma nacionalidade definida.</mark> Um exemplo é a indústria automóvel, que está cada vez mais gloalizada. Além disto, os produtos são idênticos em cada meracdo. Eles têm, muito provavelmente, a mesma plataforma técnica mas o <em>design</em> e as opções de caraterísticas diferenciam-se entre paises. Isto também tem a ver com as demandas dos consumidores, que diferem de país para país. Exempleficando: na América do Sul os salários e as renumerações são mais baixas do que na Europa, logo na América do Sul são fabricados automóveis de modelos mais acessiveis. Na América do Norte,&nbsp; os consumidores optam por carros de maior porte, o que leva o setor a fabricar mais automóveis dessa gama. Não é possivel estar presente num mercado de grande escala e oferecer exatamente o mesmo a toda a população.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-01 15:01:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Empregadores e empregados com poucas habilitações</title>
         <author>brunaesteves443</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1577094161</link>
         <description><![CDATA[<div>Quase metade dos empregadores em Portugal tem no máximo o ensino básico (cerca de 46%).<br>Mesmo com os trabalhadores por conta de outrem a serem mais escolarizados que os empregadores, as diferenças continuam: em Portugal, 37% dos trabalhadores tem no máximo o ensino básico. Na UE esse valor é de 16%.<br>1 em cada 5 trabalhadores em 2018 ganhava o salário mínimo, cerca de 22%, o triplo do valor registado em 2008, mas durante esse tempo o salário mínimo aumentou mais de 100 euros.<br>Um trabalhador que trabalhe por conta de outrem ganhava em 2018 cerca de 1170 euros por mês. Os setores da eletricidade, gás e água, organismos internacionais e atividades financeiras ganham o dobro da média nacional. Os salários mais baixos são nos setores da construção, [como vimos na primeira publicação], na agricultura, pesca, alojamento e restauração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 17:32:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O 1º de maio de 1974 em Portugal</title>
         <author>simaosoares2003</author>
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         <description><![CDATA[<div>O primeiro de maio de 1974 em Portugal foi um acontecimento que marcou a História do nosso país, pois para além de até hoje ser considerada a maior manifestação de sempre, também foi a primeira vez que em muitos anos os cidadãos portugueses puderam exprimir o seu sentimento e a sua vontade pela liberdade e direitos.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Para começar a descrever este acontecimento histórico que mudou a maneira que o mundo olhava para o nosso país, devo começar por referir que o sentimento de muitos cidadãos, principalmente trabalhadores, era que este dia pudesse ser celebrado de maneira livre e sem medo de que algum membro do estado, ou seja, PIDE-DGS, os fosse reprimir. Como se pode verificar em muitos testemunhos de vários opositores do anterior regime, estes estavam felizes por finalmente se poderem exprimir livremente.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Como sabemos, o país vivera numa longa ditadura. Algumas pessoas ficaram em casa com medo de sair para as ruas pois tinham saído de uma ditadura à apenas cerca de 5 dias<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Agora falando das manifestações em si, pode ver-se em várias fotos que as palavras de ordem mais utilizadas eram: “O povo unido&nbsp; jamais será vencido”,” Viva o dia 1º de maio”, “Povo unido”, “A grande lição do povo”, entre muitas outras.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Os manifestantes saíram a rua e fizeram o seu devido clamor para finalmente celebrarem a sua liberdade.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; É também importante afirmar que muitos dos civis que eram reprimidos eram comunistas pois o estado português era uma ditadura fascista e não permitia tais ideologias. Sendo assim, podem ver-se em várias fotografias bandeiras da União Soviética e vários apoiantes do comunismo. Assim sendo, os comunistas finalmente tiveram uma palavra na matéria da politica do nosso país.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; E, por fim, queria referir o que aconteceu depois do 1º de maio e o que os Portugueses conquistaram com este dia. Depois deste acontecimento, os trabalhadores conseguiram os seus direitos de ter salário mínimo repensado, férias pagas e, o mais importante, os sindicatos conseguiram falar livremente e defender os trabalhadores.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Para concluir, queria dizer que com o 25 de Abril conseguiu-se a liberdade do país, e com isso todos os outros eventos que se baseiam em liberdade conseguiram ganhar uma voz, sendo um desses o 1 de maio, que assim impulsionou ainda mais a revolução no nosso país.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 19:32:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Precariedade e condições de trabalho em Portugal </title>
         <author>douglasdfhgdfh</author>
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         <description><![CDATA[<div>Portugal no setor da precariedade laboral encontra-se numa posição de atraso, e este não é um problema novo para o nosso país. Entende-se por precário todo o tipo de trabalho clandestino&nbsp; e ilegal, empregos com remuneração abaixo do salario mínimo, empregos instáveis de pouca duração laboral, ou aqueles em que as condições de trabalho para os empregados não são dignas. Em Portugal este problema afeta principalmente as classes mais pobres e desfavorecidas, mas não só. A classe média também e afetada por este problema, mas moderadamente face às classes pobres. O sistema de remuneração a recibos verdes é ainda a fonte de pagamento salarial de muitos portugueses, e este tipo de remuneração é considerado trabalho precário porque não oferece boas perspetivas de futuro aos trabalhadores. As classes mais desfavorecidas são mais afetadas por precariedade laboral clandestina e pela instabilidade e insegurança nos seus empregos. Os empregos mais afetados pelas más condições de trabalho são aqueles em que o trabalho exige a força física, como é o caso de mineiros e trabalhadores do setor da construção.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-01 20:56:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cartaz de propaganda à redução da jornada de trabalho</title>
         <author>inesserenamessias</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Tradução</strong>:<em> "8 horas para o trabalho, 8 horas para descansar, 8 horas para fazer o que quiseres"</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 18:14:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1º de maio em 2020</title>
         <author>inesserenamessias</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 18:25:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>fonte: RTP arquivos </title>
         <author>inesserenamessias</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 18:26:46 UTC</pubDate>
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         <title>imagem por Hugo costa </title>
         <author>inesserenamessias</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 18:28:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mário Soares e Álvaro Cunhal nas celebrações do 1º de maio </title>
         <author>inesserenamessias</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1580436428</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 18:33:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relatos sobre o 1º de maio</title>
         <author>inesserenamessias</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1580440209</link>
         <description><![CDATA[<div>Pai da Inês: " houve uma grande festa, uma grande comemoração, porém não liguei muito porque há menos de 1 semana tinha sido o 25 de Abril e ainda estava focado nisso"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 18:35:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A origem do 1º de maio</title>
         <author>inesserenamessias</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1580444029</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Quando? Como? Porquê?</strong><br><br><mark>Quando-</mark> o 1º de Maio surgiu na cidade norte americana de Chicago, a 1 de maio de 1886, quando 500 mil trabalhadores saíram à rua, numa manifestação pacífica.<br>Porém esta 1º manifestação foi dissolvida pela policia, o que fez com que os operários voltassem a sair às ruas 5 dias depois. Infelizmente esta 2º manifestação não foi mais pacifica, pois resultou de vários feridos, mortos e também presidiários. No entanto, apesar da violência, o Governo ouviu a opinião pública e, em 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio como o dia Internacional do Trabalhador <br><br><mark>Como-</mark> com manifestações, que não acabaram da melhor maneira. Esta primeira manifestação serviu como impulso para outras manifestações futuras por parte da classe operária.<br><br><mark>Porquê</mark>- tinha como objetivo melhorar as condições de trabalho, principalmente a redução da jornada de trabalho de 17&nbsp; para 8 horas.<br><br>Esta luta persistente da classe trabalhadora não foi em vão, pois foram conquistados vários direitos, como o código de trabalho.<br><br> A frase: "<strong>Eight-hour day with no cut in pay</strong>" foi muitas vezes repetida pelos manifestantes.<br><br><strong>Imagem:</strong> Revolta de Haymarket, em ilustração de Thure de Thulstrup (1886).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 18:36:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O 1º de Maio no século XX português</title>
         <author>martapimenta717</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1582435067</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div><strong>O 1º de Maio de 1900</strong><br>Segundo o historiador José Mattoso, o movimento operário alcançou grande força quando a população portuguesa se juntou em Lisboa no 1º de Maio de 1900, cerca de 40 mil pessoas, numa altura em que,<br><em>“as classes médias ainda viam as organizações de trabalhadores com alguma simpatia”.<br><br></em><strong>A Experiência de um membro da população no tempo da ditadura<br></strong>Júlia Nery, uma professora de português de 35 anos, saiu da casa em Cascais, com medo. Vai com o marido à manifestação de 1º de Maio, em Lisboa. Para se precaver, deixou as três filhas com familiares e enfiou um dicionário dentro de um saco para utilizar como arma de defesa contra a PIDE, tal como nas revoltas estudantis.<br>Júlia que não tinha nenhuma ligação politica/partidária, exclama com emoção,&nbsp;<br><br></div><div><em>“Afinal, toda a gente deseja a mesma coisa!”&nbsp;</em></div><div><br>Antigamente não se tinha a liberdade de, como hoje em dia,&nbsp; falar livremente sobre assuntos políticos sem ir preso pela polícia politica.</div><div><em><br></em><br><strong>O primeiro 1º de Maio celebrado em Portugal depois do 25 de Abril </strong>foi uma das maiores manifestações alguma vez organizadas. Só na cidade de Lisboa juntaram-se mais de meio milhão de pessoas. Por todo o País, as manifestações do 1º de Maio decorreram com maior civismo, Em Lisboa, milhares de portugueses nas ruas, foi verdadeiramente um momento espantoso.<br>Para muitos, foi a forma do povo português demonstrar a sua adesão ao 25 de Abril, que uma semana antes restituíra ao país a democracia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 13:22:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O atual mercado de trabalho em Portugal</title>
         <author>douglasdfhgdfh</author>
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         <description><![CDATA[<div>No contexto de um mundo globalizado, o mercado de trabalho em Portugal sofre com as consequências desta globalização e da afirmação da democracia e dos direitos humanos. De uma forma geral, é licito dizer que o mercado de trabalho e as condições de trabalho em Portugal são melhores do que foram há décadas atrás, e é muito fruto disso a adesão de Portugal a organizações internacionais de regulação e fiscalização do comércio (OMC) ou a organizações que valorizam os direitos do homem e dos trabalhadores (UE).&nbsp; A afirmação da democracia é também importante pois é a partir daí que vão ser criados a segurança social, sindicatos livres e mais direitos reconhecidos aos trabalhadores. É importante ressaltar, e existem alguns estudos sobre este fenómeno social, que o estatuto na sociedade é, em muitos casos, definido pelo emprego e função&nbsp; que o individuo desempenha. Em síntese, hoje o mercado de trabalho em Portugal é mais qualificado e competitivo, sendo os trabalhadores mais valorizados do que antes, mas há ainda muito que se pode melhorar (recibos verdes, proteção aos trabalhadores em caso de crises consequentes da globalização, caso da Troika e a atual pandemia).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 14:44:43 UTC</pubDate>
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         <title>Perfil dos Novos Emigrantes Portugueses </title>
         <author>miguelangelo3420</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1583697867</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; As tendências económicas de estagnação e diminuição do&nbsp;<br>investimento público que se seguiram ao acesso de Portugal ao euro geraram um aumento da emigração durante as primeiras duas décadas do século XXI, principalmente devido à degradação das condições do mercado de trabalho. Este aumento foi interrompido pela crise financeira de 2008−2010 e, posteriormente, novamente relançado.<br>&nbsp; &nbsp; Os emigrantes portugueses do século XXI são mais qualificados<br>do que eram os das anteriores gerações. Contudo, os dados que encontrei não me transmitiam informação se os&nbsp;<br>emigrantes são mais qualificados do que a população portuguesa no geral, que é também mais qualificada do que em décadas anteriores. A intensificação do crescimento da emigração este século e a sua recente estabilização num nível elevado contribuíram para agravar a tendência de envelhecimento na demografia portuguesa.&nbsp;<br>Portugal é hoje um país com elevada emigração e em rápido envelhecimento. O saldo migratório e o crescimento natural são negativos e a população já começou a diminuir.<br>&nbsp; &nbsp; Em termos agregados, é possível caracterizar a população portuguesa emigrada nos países da OCDE, na primeira década do século XXI, como uma população equilibrada na distribuição por sexo, com 51% de homens,<br>e composta maioritariamente por indivíduos em idade ativa.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Ainda em termos agregados, assinale-se o predomínio, na população emigrada, de indivíduos com baixas e muito baixas qualificações, apesar do crescimento significativo da percentagem dos mais qualificados, em linha com a crescente escolarização da população portuguesa na origem. A percentagem dos emigrados com formação superior praticamente duplicou, passando de 6% para 11%, entre 2001 e 2011.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; É estimado haver mais de 2 milhões de portugueses a viverem no estrangeiro, sendo a Europa o principal destino (mais de 60%).&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O Reino Unido é hoje o país para onde emigram mais portugueses: 30 mil em 2013, 31 mil em 2014. Seguem-se, como principais destinos dos fluxos,&nbsp;<br>a Suíça (20 mil, em 2013), a França (18 mil, em 2012) e a Alemanha (10 mil, em 2014). Fora da Europa, os principais países de destino da emigração portuguesa integram o espaço da CPLP: Angola (5 mil  em 2014, 6.º país de destino), Moçambique (4 mil  em 2013, 9.º país de destino) e Brasil (2 mil  em 2014, 11.º país de destino).</div><div>	A França continua a ser o país do mundo onde vivem mais emigrantes portugueses&nbsp;<br>(592,281  em 2011), mesmo não sendo aquele para onde hoje se dirigem mais emigrantes&nbsp;<br>portugueses. A Suíça surge em segundo lugar, com mais de 210 mil emigrantes portugueses (211,451, em 2013). Ainda com mais de 100 mil emigrantes portugueses residentes encontramos, por ordem decrescente, os EUA (177 mil, em 2014), Canadá (140 mil, em 2011),&nbsp;<br>Brasil (138 mil, em 2010), Espanha (117 mil, em 2014), Alemanha (107 mil, em 2014) e Reino Unido&nbsp;<br>(107 mil, em 2013).<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Na emigração portuguesa predominam os indivíduos em idade ativa, mas existe uma tendência geral para o envelhecimento. O grupo etário dos emigrantes com mais de 64 anos passou de 9% para 16% ,entre 2001 e 2011, no conjunto dos países da OCDE, graças sobretudo ao contributo do grande envelhecimento observado nos países de destino do continente americano, para onde diminui muito a intensidade dos fluxos de entrada de novos portugueses. No Canadá, aquela percentagem atingiu os 28% em 2011, valor que contrasta com o de 7% observado no Reino Unido, no mesmo ano.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Predominam também, entre os portugueses emigrados, os indivíduos com baixas e muito baixas qualificações, embora se observe um crescimento da proporção dos mais qualificados. A percentagem dos portugueses emigrados com formação superior a residir nos países da OCDE praticamente duplicou, passando de 6% para 11%, entre 2001 e 2011.  No Reino Unido, a percentagem dos emigrantes com mais de 15 anos que dispunham de um diploma do ensino superior era, em 2011, de 38%. No polo oposto, os emigrantes portugueses a residir em Espanha e no Luxemburgo com, no máximo, o ensino básico, representavam, respetivamente, 74% e 73% dos emigrantes portugueses residentes naqueles países com mais de 15 anos, em 2011.</div><div><strong><br>Motivos da emigração nova:</strong><br>- Fraca qualidade de vida;<br>- Devido a questões religiosas;<br>- Baixos salários;<br>- Prosseguimento de estudos;<br>- Devido a questões políticas.<br><br><strong>Consequências desta emigração:</strong><br>- Diminuição da população ativa;<br>- Envelhecimento demográfico;<br>- Diminuição da natalidade;<br>- Aumento da taxa de mortalidade;<br>- Desequilíbrio entre sexos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 21:01:08 UTC</pubDate>
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         <title>L´immigration portugaise vue par le photographe Gérald Bloncourt</title>
         <author>2472011</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1585731912</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste vídeo, podemos observar através de várias imagens como era o dia a dia de muitos portugueses nos "bidonvilles".</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/DjF35Fs5oao" />
         <pubDate>2021-06-04 16:38:20 UTC</pubDate>
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         <title>Emigrantes Portugueses na Alemanha</title>
         <author>2148422</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vive-se melhor do que em Portugal? O que pensam os portugueses que emigraram para a Alemanha? </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Vml9gFcKngA" />
         <pubDate>2021-06-04 16:49:40 UTC</pubDate>
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         <title>Little Portugal</title>
         <author>2148422</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1585803971</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;É uma região no sul de Londres,&nbsp; <strong>South Lambeth</strong>, onde vive uma significativa comunidade lusitana. <br>A região começou a ser povoada por portugueses nas décadas de 1960 e 1970. Vivem atualmente 27.000 portugueses nesta região.<br><br><strong>Como é viver em Portugal de Londres? <br><br>"</strong>Enquanto se vagueia por Vauxhall, há um barulho de risos&nbsp; do ´Portugal Café´ e do ´Tapas Bar´, onde um grupo de homens de meia-idade jantam. Ouvem-se as conversas em português.<strong><br><br>"Este país deu-me tudo. Portugal não me deu nada. É por isso que fico aqui." - António Lopes<br></strong>Dono do "Fumeiro", um pequeno restaurante ligado a uma loja que vende produtos portugueses autênticos. Diz que se sente dividido entre a sua identidade inglesa e portuguesa:<strong> "Quando vejo futebol e a Inglaterra joga contra Portugal sou sempre meio a meio, acredite".<br><br></strong>&nbsp;Quando chegou, há 30 anos, havia apenas um restaurante português, e hoje, há mais de 35.000 falantes de português vivendo em Lambeth. <br><br>Lambeth <strong>atrai jovens em idade de trabalho</strong> do Reino Unido e do exterior,<strong> particularmente os países severamente afetados pela</strong> <strong>crise da Zona do Euro</strong>. Com esse fluxo de recém-chegados em busca de emprego, não é de admirar que muitos da geração mais velha tenham votado a favor do Brexit.<strong> 51%</strong> <strong>da população</strong> tem entre <strong>20 e 44 anos</strong> — cerca de <strong>163 mil pessoas</strong> — enquanto<strong> 28%</strong> têm entre <strong>25 e 34 anos</strong>. <br>Muitos imigrantes de primeira geração ainda lutam com o inglês, consequência de ser uma comunidade fechada. No entanto, o governo está a financiar uma escola bilíngue anglo-portuguesa, inaugurada em 2018. Ao mesmo tempo, é uma comunidade ansiosa para partilhar a nossa comida e cultura. <br><br> "A <strong>Madeira London</strong> é uma das maiores vendedoras do pastel de nata,&nbsp; produzindo em média 20.000 por dia." - informa António Luís, o gerente. A sua família estabeleceu o café aqui em 1988, quando os arcos ferroviários eram ocupados principalmente por reparadores de carros e garagens. Agora o negócio engloba um restaurante, bar, loja e um par de cafés.<br><br> Os funcionários recomendam falar com os seus amigos, que eram também ex-empregados: António Lopes trabalhou na <em>Luís Deli </em>durante 15 anos antes de abrir o <em>Fumeiro</em>; José Rodrigues foi <em>chef</em> durante quatro anos no <em>A Toca </em>antes de assumir o <em>Grelha D'Ouro</em>, e assim por diante.<br><br>Dá ao lugar um calor e simpatia que só existe entre uma comunidade com conexões profundas entre si e com a área. Muito de Portugal permanece.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 17:04:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Famílias Portuguesas de Velhos e Novos Emigrantes</title>
         <author>2472011</author>
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         <description><![CDATA[<div>Retrato de uma família que emigrou para o Canadá. Retornou a Portugal passado alguns anos (velhos emigrantes). Contudo,&nbsp; estes velhos emigrantes vão estando 6 meses em Portugal, outros 6 no Canadá, porque as filhas decidiram emigrar novamente (novos emigrantes).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Pow5TCkD3z8" />
         <pubDate>2021-06-04 17:27:05 UTC</pubDate>
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         <title>Quando os emigrantes viajam para Portugal</title>
         <author>2472011</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quem tem família emigrante, conhece muito bem as tradições. Como se sabe, agosto é o mês dos emigrantes. Quando viajam para Portugal vêm com quase bagagem nenhuma, quando regressam vão muitíssimo carregados, com os melhores produtos regionais. <br>(A típica pausa a caminho de Portugal)<br><strong><mark>Fotografia tirada do vídeo "</mark></strong><strong><em><mark>Ro et Cut"</mark></em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 17:38:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>2472011</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O regresso dos emigrantes portugueses ao país onde residem:</strong> <br>Como podemos ver nesta imagem, o senhor vai carregado de produtos da terra portuguesa onde foi passar férias. São estes produtos - batatas, melões, chouriços, vinho, ... -&nbsp; que nos fazem lembrar um pouquinho das nossas origens.<br><strong><mark>Fotografia tirada do vídeo </mark></strong><strong><em><mark>"Ro et Cut"</mark></em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 17:51:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Documentação provisória</title>
         <author>2472011</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1586122534</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Documentação provisória de residência em França</mark></em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-04 19:22:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O mundo multipolar no mundo globalizado </title>
         <author>2365210</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1587012352</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br>Com o fim da União Soviética e a fragmentação do mundo socialista, o mundo deixa de ser caraterizado pela sua bipolaridade, (deixa de haver disputa entre os EUA, que representavam o capitalismo, e a URSS, que representava o socialismo), passando a ter um caráter multipolar, ou seja, passam a existir 3 polos de poder económico internacional significativo no mundo, exercendo influência no campo político, económico e militar - os Estados Unidos, o Japão e a Alemanha, da União Europeia. O poder é agora medido pela capacidade económica, isto é, a disponibilidade de capitais, avanço tecnológico, qualificação da mão de obra, nível de produtividade e índices de competitividade. <br>O aumento das relações económicas entre os países gerou a necessidade de expandir os seus mercados e garantir um lugar para os seus produtos. Assim, ocorreu a criação de blocos económicos, cujo objetivo principal é aumentar as relações comerciais entre os membros.<br>A esta nova realidade o presidente norte-americano George Bush designou NOVA ORDEM MUNDIAL.<br>No entanto, apesar do aparecimento de novos polos económicos, a divisão do mundo em relação à distribuição de riqueza era bastante visível, continuavam e existir os países ricos e desenvolvidos (países do hemisfério norte) e os países pobres e subdesenvolvidos ( países do hemisfério sul). A busca de novas estratégias para ganhar mercados passou a ter prioridade na ordenação económica do mundo. <br>Na nova ordem mundial, o conflito Leste- Oeste da guerra fria foi substituído pelo conflito Norte-Sul, que opõe entre si as grandes diferenças que separam a riqueza, a tecnologia e o alto nível de vida, da pobreza, da exclusão dos novos meios técnico-científicos e dos baixos níveis de vida.<br>Em grande parte, foi a revolução dos meios de transporte e das comunicações que possibilitou a economia globalizada. A indústria da informática adquiriu um papel fundamental tanto para o desenvolvimento da economia mundial quanto para a sociedade que se tornou cada vez mais dependente da tecnologia. As redes de comunicação evoluíram drasticamente, cada vez mais rápidas e eficientes, permitindo a comunicação e acesso rápidos a qualquer parte do mundo. Podemos ver e acompanhar acontecimentos de qualquer parte do globo no exato momento em que estão a ocorrer, a informação passou a ser instantânea e próxima, melhorando o desenvolvimento do comércio internacional, o crescimento de empresas multinacionais, etc.<br><br><strong>A hegemonia dos EUA</strong><br>Os Estados Unidos tornaram-se na principal potencia militar, económica e política. São os maiores exportadores de serviços do mundo, sobretudo nas áreas dos transportes, seguros, cinema, audiovisual e setor gropecuário. São também a nação que gasta mais em investigação cientifica com um leque enorme de parques tecnológicos - os tecnopolos .&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-05 14:58:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Número de emigrantes portugueses na época da Troika</title>
         <author>miguelangelo3420</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1587340353</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-05 22:39:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Um exemplo desta nova emigração:</title>
         <author>miguelangelo3420</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1587345733</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; A pessoa em causa é o meu primo, da parte de mãe, que foi estudar para uma universidade dos Estados Unidos da América com  ajuda financeira do Estado português. O curso em causa era Controlador de tráfego aéreo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-05 22:50:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexos da globalização no mercado de trabalho.</title>
         <author>2365210</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1588098009</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Contextualização</strong>: a globalização é o resultado de medidas impostas após a segunda guerra mundial que tinham como objetivo combater os nacionalismos económicos e unir a economia mundial. Como referido no texto da minha colega Cristiana, foram criadas novas associações de comércio mundial (CEE ,EFTA, ASEAN, NAFTA, MERCOSUL, COMESA) . Criaram se também instituições para organizar o trabalho e o comércio a nível mundial (OMC e OMT).<br><br></div><div>A globalização da economia formou conglomerados empresariais que dominam a produção , a oferta e, consequentemente, o consumo . As grandes empresas transnacionais têm um grande poder económico e também um grande poder sobre as economias e as populações .<br><br></div><div>Graças às novas tecnologias de informação e comunicação, o mundo do trabalho sofreu grandes transformações, como, por exemplo, a possibilidade do teletrabalho . No teletrabalho, os funcionários de uma empresa têm acesso nas suas próprias casas ao que teriam no escritório . Outro exemplo das mutações no mundo do trabalho graças às novas tecnologias foi o encerramento de varias lojas físicas que passaram a existir apenas <em>online</em> o que é negativo para os trabalhadores, mas para a empresa é bastante lucrativo pois já não tem o custo do espaço físico nem de muitos empregados .&nbsp;<br><br></div><div>As novas tecnologias facilitaram as empresas na medida em que estas podiam optar por produzir no local mais lucrativo e vender no mercado que preferissem .<br><br></div><div>A instalação de novas unidades fabris em locais remotos com mão de obra e custo de produção baixíssimos teve reflexos positivos para as populações que finalmente tiveram acesso a oportunidades como bens e ordenados fixos, apesar de muito baixos . No entanto, não foram só coisas positivas. Apesar das novas oportunidades, os trabalhadores destas unidades fabris não têm condições de higiene nem de segurança e, muitas das vezes, constituem&nbsp; trabalho escravo ou trabalho infantil devido à falta de regulamentação . Fabricar na Europa é bastante mais caro para as empresas devido às condições impostas logo à partida quanto a regulamentação do trabalho (ordenado mínimo , dias de férias obrigatórios, seguro de trabalho, por exemplo). A mão de obra é também bastante mais qualificada, os custos do solo, água e eletricidade são muito altos, o que aumenta o custo de produção de qualquer produto .<br><br></div><div>Outra consequência da globalização do mercado de trabalho foi a destruição de mercados internos pois estes não conseguiam competir com os grandes mercados globais, o que acabou por deixar muitas pessoas desempregadas .<br><br></div><div>Um exemplo real dos reflexos da globalização no mercado de trabalho mundial é o da empresa da minha mãe , a RICOH .<br><br></div><div>A RICOH é uma empresa multinacional global japonesa que fabrica <em>software</em> , impressoras , fotocopiadoras, entre outras coisas. A minha mãe costumava trabalhar para a RICOH Portugal, mas a partir de 2017 passou a trabalhar para a RICOH Espanha a partir de Portugal. Graças às novas tecnologias, esta empresa conseguiu tornar-se ibérica e com isso a empresa lucrou bastante dado que, por exemplo, em vez de precisarem de uma equipa de <em>marketing</em> para Portugal e outra para Espanha, agora tem apenas uma equipa para ambos os países. Esta mudança gerou muitos despedimentos .<br><br></div><div>Outro reflexo da globalização da economia no mercado de trabalho é a concorrência a nível mundial por postos de trabalho globais . Uma amiga da minha mãe, jovem e bastante qualificada, concorreu aqui em Portugal para ocupar um cargo numa empresa francesa e conseguiu. Para a empresa os custos são os mesmos pois ela vai trabalhar por teletrabalho .&nbsp;A lição que tirei deste caso é que a concorrência é global o que é bastante assustador pois temos de ser cada vez mais qualificados .<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-06 16:17:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As novas TIC no trabalho </title>
         <author>2365210</author>
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         <description><![CDATA[<div>Motor do mundo atual, presente no trabalho de quase todas as pessoas devido à globalização, estes ecrãs pretos tem o mundo                                 (quase) todo lá dentro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-06 16:25:09 UTC</pubDate>
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         <title>Militarismo</title>
         <author>2365210</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Terceira Revolução Industrial também afetou diretamente o setor militar. Durante o século XX ocorreram duas guerras mundiais e a Guerra Fria. Isto levou os países a ter como objetivo, para além do sucesso económico, o sucesso militar, procurando evoluir cada vez mais as tecnologias militares.<br>Logo após a segunda guerra mundial criou-se a OTAN, fazendo parte desta organização os&nbsp; Estados Unidos, Canadá e países da Europa ocidental. <br>O objetivo da NATO passa por garantir a liberdade e segurança dos seus membros através de meios políticos e militares.<br>O tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares foi assinado em 1968 entre os Estados Unidos da América, a União Soviética e o Reino Unido - os estados que não possuem armas nucleares concordam em não adquiri-las e, em troca, os estados que as possuem aceitam partilhar os benefícios da tecnologia atómica com fins pacíficos e comprometem-se a caminhar no sentido do desarmamento, com o objetivo final de eliminar todos os arsenais nucleares.<br><br>Os &nbsp; Estados Unidos são o país que mais gasta com militarismo, com bases militares espalhadas por todo o mundo exercendo uma grande influência na geopolítica militar.<br>&nbsp;<strong><mark>Daniela</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-06 18:08:13 UTC</pubDate>
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         <title>Índices de Desemprego (Jovem)</title>
         <author>cfss2001</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma diferença ligeira em relação à % de desemprego por género  deve-se à inserção da mulher no mundo do trabalho.</div><div>Os salários em Portugal, em comparação com o ano de 1977, registaram um aumento bastante elevado, porém continuam a ser dos mais baixos da União Europeia.</div><div>O desemprego jovem é elevado, tornando grave a situação de Portugal, embora o país se encontre numa situação ligeiramente abaixo da média.</div><div>De entre vários fatores, a pandemia vivida nos dias de hoje é uma das justificações para o aumento do desemprego jovem. A pandemia afetou de forma severa o desemprego e, consequentemente, aumentou os níveis de desemprego do país. O desemprego atingiu de forma drástica e desproporcional os mais jovens.</div><div>Apesar desta situação, a pandemia não justifica na totalidade a precariedade vivida entre os jovens portugueses. Com base nos dados da EUROSTAT, Portugal, em 2019, apresentava uma taxa considerável de desemprego jovem.</div><div>De forma a contornar esta situação, implementaram-se várias medidas, tais como Qualifica, Emprego jovem...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 08:53:26 UTC</pubDate>
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         <title>Salário mínimo em Portugal </title>
         <author>margaridacmsaraiva</author>
         <link>https://padlet.com/madalenagda/n8i1y20a6fjqqy3k/wish/1599222482</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente, o salário mínimo em Portugal é de 665,00€. Cerca de 750 mil trabalhadores ganham apenas o salário mínimo por mês, o que não é suficiente para sustentar uma família.&nbsp;<br>Comparativamente com outros países membros da União Europeia, Portugal surge no 11º lugar com salário mínimo mais baixo, estando apenas à frente de países como Lituânia, Estónia, Polónia e Bulgária.&nbsp;<br>De acordo com o INE (Instituto Nacional de Estatística), o salário médio em Portugal aumentou para 1.326,00€ (salário bruto) em 2020. Ganham esse salário principalmente pessoas com formação superior ou formação técnica e que trabalham nas grandes cidades do país.<br>A grande concentração de empresas multinacionais está na capital e no concelho de Oeiras, havendo aí uma grande oferta de trabalho para profissionais qualificados.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 17:37:26 UTC</pubDate>
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