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      <title>Sthefany Alves Toledo Almeida  by Sthefany Alves Toledo Almeida</title>
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      <description>Criado com a ajuda de um macaco digitando</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-13 13:54:21 UTC</pubDate>
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         <title>ORIGEM DO HIP HOP </title>
         <author>sthefanyalvestalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Surgida nas comunidades de origem africana, caribenha e latina localizadas nos subúrbios de Nova Iorque em meados da década de 1970.</div><div>Em um contexto de excessiva violência urbana e alta criminalidade, os jovens tinham apenas as ruas como forma possível de lazer.<br><br>Hip hop é um gênero musical, com uma subcultura própria, iniciado durante a década de 1970, nas comunidades jamaicanas, latinas e afro-americanas da cidade de Nova Iorque. Afrika Bambaataa, reconhecido como o criador do movimento, estabeleceu quatro pilares essenciais na cultura hip hop: o rap, o DJing, breakdance e o graffiti. Outros elementos incluem a moda hip hop e gírias.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 14:01:43 UTC</pubDate>
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         <title>BREAK DANCE</title>
         <author>sthefanyalvestalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<div>Breakdance (também conhecido como breaking ou b-boying em alguns lugares) é um estilo de dança de rua, parte da cultura do hip hop criada por afro-americanos e latinos na década de 1970 em Nova Iorque, Estados Unidos, normalmente dançada ao som do hip-hop, funk ou breakbeat.<br><br>O mais puro estilo de dança hip hop, o breakdance surgiu no início da década de 1970 como elaborações do modo de James Brown dançar na TV. As pessoas imitavam seus movimentos nas salas de estar, corredores, em festas. E foi numa destas festas que o breaking floresceu e tornou-se um estilo de dança próprio, com a ajuda de um jovem chamado Clive Campbell. Campbell, mais conhecido como DJ Kool Herc, era um DJ jamaico-americano que frequentemente fazia gravações na parte adolescente do bairro do The Bronx. A novela “Can’t Stop Won’t Stop” conta sobre a história da cultura hip hop e o momento “eureka” de Herc.</div><div><br></div><div>O breakdance começou estritamente com o movimento toprock, movimentos de dança realizados em pé. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 13:25:35 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE É RAP E SUAS ORIGENS </title>
         <author>sthefanyalvestalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Estilo musical originário desde os anos 1970. Rap (em inglês, também conhecido como rapped) é um discurso rítmico com rimas e poesias, que surgiu no final do século XX entre as comunidades Afro-descendentes nos Estados Unidos.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 13:40:21 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE É GRAFITE E SUAS ORIGENS </title>
         <author>sthefanyalvestalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<div>Grafite é um tipo de manifestação artística surgida em Nova York, nos Estados Unidos, na década de 1970. Consiste em um movimento organizado nas artes plásticas, em que o artista cria uma linguagem intencional para interferir na cidade, aproveitando os espaços públicos da mesma para a crítica social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 13:47:57 UTC</pubDate>
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         <title>PASSOS DO BREAK DANCE PARTE I</title>
         <author>sthefanyalvestalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<div>AIRPLANES</div><div><br></div><div>Formulário de moinhos de vento com seus braços espalhados em linha reta para os lados tão alto quanto você pode obtê-los.</div><div><br></div><div>AIRSWIPES</div><div><br></div><div>Você começa com as duas mãos e os pés no chão, virado para cima. Então você chuta as pernas para cima com o seu peso em um dos braços e girar sobre para que a terra em seu outro braço antes de sua terra pernas. Se feito corretamente você deve ser capaz de girar o seu corpo totalmente em torno de uma rotação completa.</div><div><br></div><div>APPLEJACKS</div><div><br></div><div>Um movimento de base a um outro desafio bboy para a batalha. Você agachamento em ambas as pernas, em seguida, cair para trás em suas mãos e um chute de perna para o ar, o mais alto possível. Então você mola de volta para ambas as pernas, e repita.</div><div><br></div><div>Backspin</div><div><br></div><div>A rodada realizada no alto da parte traseira. Todo o peso está equilibrado sobre a parte superior das costas, pernas dobradas junto ao corpo. Spin é iniciado através de uma circular de balançar as pernas numa posição chute na direção do spin.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 13:55:45 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE É MC ?</title>
         <author>sthefanyalvestalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/sthefanyalvestalmeida/n81dndwtp9c94g2u/wish/959905936</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Já imaginou qual é o significado da sigla MC? Ela surgiu nas festas dos salões jamaicanos durante a década de 50 graças aos chamados SKA, que eram músicas que misturavam ritmos caribenhos, jazz e blues. Nas festas em que essas músicas eram tocadas, o DJ era quem comandava os discos de vinil e também o microfone. O sucesso foi tão grande que as festas dos SKAs foi bastante divulgada e estavam sempre nas rádios.</div><div><br></div><div>MC-620x360</div><div><br></div><div>Na época, as rádios não tinham locutores, mas sim Mestres de Cerimônia, responsáveis pela condução da festa. Dessa maneira, os DJs começaram a ser chamados de MC, que significava nada mais, nada menos, que Mestre de Cerimônias, ou pessoas que conduzem eventos importantes. Assim como alguns funks atualmente e também o rap e hip hop, a SKA falava de indignação social, marginalização e injustiças sociais. Isso fez com que as músicas se popularizassem ainda.</div><div><br></div><div>mc1-600x295</div><div><br></div><div>Além dos DJs de SKA a sigla MC começou a ser utilizada por outros ritmos. No Brasil, os cantores de funk usam a sigla antes de seus nomes.</div><div><br><br><strong> </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-25 14:04:55 UTC</pubDate>
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         <title>PASSOS DO BREAKDANCE PARTE II</title>
         <author>andressaarteea</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>BACK SWIPE</div><div><br></div><div>A mesma coisa que um airswipe exceto quando as pernas estão no meio caminho através do ar, você muda de direção e voltar para sua posição inicial.</div><div><br>BARRIS</div><div><br></div><div>Moinhos de vento com os braços arredondados na sua frente.</div><div><br></div><div>Battle</div><div><br></div><div>Um desafio entre um indivíduo ou grupo de bboys / bgirls.</div><div><br></div><div>BELLYMILL</div><div><br></div><div>Como um moinho de vento, mas em vez de se virar em suas mãos ou cabeça, você virar em seu estômago.</div><div><br></div><div>Bhudda</div><div><br></div><div>Similer a UFO movimento, exceto os joelhos estão dentro das armas que são mantidos em linha reta e as pernas são mantidas fora do chão.</div><div><br></div><div>BITE</div><div><br></div><div>Roubar ou tomar move alguém ou estilo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:35:53 UTC</pubDate>
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         <title>BANKSY</title>
         <author>andressaarteea</author>
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         <description><![CDATA[<div>Suas obras são carregadas de conteúdo social expondo claramente uma total aversão aos conceitos de autoridade e poder. Em telas e murais faz suas críticas, normalmente sociais, mas também comportamentais e políticas, de forma agressiva e sarcástica, provocando em seus observadores, quase sempre, uma sensação de concordância e de identidade. Apesar de não fazer caricaturas ou obras humorísticas, não raro, a primeira reação de um observador frente a uma de suas obras será o riso. Espontâneo, involuntário e sincero, assim como suas obras.</div><div>Mural Apagado</div><div><br></div><div>Um grande mural do "artista guerrilheiro" Banksy foi coberto de tinta por funcionários contratados pela prefeitura da cidade britânica de Bristol para lidar com pichação. O trabalho artístico, com pouco mais de 7 metros de comprimento e que ficava em um muro ao lado de oficinas na cidade, foi coberto com uma grossa camada de tinta preta. O conselho municipal de Bristol disse que quer que o erro seja investigado e determinou a preservação de todas as obras de Banksy na cidade. Em consequência deste engano, alguém pichou as palavras "wot no Banksy?" (que poderia ser traduzido como "o quê, sem Banksy?") por cima da tinta preta.</div><div>O mural, um dos primeiros trabalhos de Banksy, apresentava uma coleção de formas azuis, com o traço que é sua marca registrada. Há outros grafites dele em uma ponte ferroviária na mesma cidade. Gary Hopkins, do conselho municipal de Bristol, disse que os funcionários da empresa contratada, Nordic, receberam a incumbência de apagar uma pichação ao lado da obra de Banksy, mas se enganaram e cobriram os traços do artista. "Nós teremos que tomar providências contra a empresa, porque o conselho municipal não deu instruções para a remoção de nenhum trabalho de Banksy.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:47:31 UTC</pubDate>
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         <title>OS GÊMEOS </title>
         <author>andressaarteea</author>
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         <description><![CDATA[<div>OSGEMEOS (1974, São Paulo, Brasil), Gustavo e Otávio Pandolfo, sempre trabalharam juntos. Quando crianças, nas ruas do tradicional bairro do Cambuci (SP), desenvolveram um modo distinto de brincar e se comunicar através da arte. Com o apoio da família, e a chegada da cultura Hip Hop no Brasil nos anos 80, OSGEMEOS encontraram uma conexão direta com seu universo mágico e dinâmico e um modo de se comunicar com o público. Exploravam com dedicação e cuidado as diversas técnicas de pintura, desenho e escultura, e tinham as ruas como seu lugar de estudo.</div><div>Nunca deixaram de fazer graffiti, mas, com o passar dos anos, esse universo criado pela dupla, com o qual sonham e se inspiram, ultrapassou as ruas, se transformando numa linguagem própria e em constante evolução, com outras referências e influenciado por novas culturas.</div><div><br></div><div>Acreditam nos encontros e experiências que a vida proporciona, em seu ritmo natural e delicado. Os artistas, hoje reconhecidos e admirados nacional e internacionalmente, usam linguagens visuais combinadas, o improviso e seu mundo lúdico para criar intuitivamente uma variedade de projetos pelo mundo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:47:40 UTC</pubDate>
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         <title>KOBRA</title>
         <author>andressaarteea</author>
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         <description><![CDATA[<div>Da periferia de São Paulo para o mundo. Nascido em 1975 no Jardim Martinica, bairro pobre da zona sul paulistana, o artista Eduardo Kobra tornou-se um dos mais reconhecidos muralistas da atualidade, com obras em 5 continentes</div><div><br></div><div>Desde os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, ele detém o recorde de maior mural grafitado do mundo – primeiro com ‘Etnias’, pintado para celebrar o evento, com 2,5 mil metros quadrados; marca superada por ele mesmo em 2017, com uma obra em homenagem ao chocolate que ocupa um paredão de 5.742 metros quadrados às margens da Rodovia Castello Branco, na Região Metropolitana de São Paulo.</div><div><br></div><div>Uma de suas obras mais famosas é ‘O Beijo’, executada em 2012 no High Line, em Nova York – apagada quatro anos mais tarde. Trata-se de uma releitura cheia de cores da imagem feita pelo fotojornalista norte-americano Alfred Eisenstaedt (1898-1995) em 13 de agosto de 1945, quando o povo saiu às ruas para comemorar o fim da Segunda Guerra Mundial.</div><div><br></div><div>Kobra começou a desenhar em muros na clandestinidade, como pichador, ainda durante a adolescência. O gosto pela espontânea arte de rua já era visível no garoto, que colecionava advertências por intervenções não autorizadas na escola e chegou a ser detido três vezes por crime ambiental – justamente por conta do uso irregular de sprays em muros das redondezas.</div><div><br></div><div>Nos anos 1990, trabalhou fazendo cartazes, pintando cenários de brinquedos e criando imagens decorativas para eventos naquele que era o maior parque de diversões do Brasil. Era a primeira vez que ele, filho de um tapeceiro e de uma dona de casa, ganhava dinheiro com suas imagens. O trabalho foi bem-sucedido, tanto que lhe rendeu convites para atuar também em outras empresas e junto a agências de publicidade.</div><div><br></div><div>Sua arte urbana começou a ganhar visibilidade na década seguinte. Em 2007, apareceu com destaque na mídia pela primeira vez por causa do projeto Muro das Memórias, em que mergulhou no universo das fotos antigas de São Paulo e passou a reproduzi-las nas ruas em tons de sépia ou em preto e branco, apresentando um estilo de grafite diverso daquele que se espalhava pela cidade.</div><div><br></div><div>Esse projeto acabou se tornando uma marca, embrião de muito do que viria a seguir.</div><div><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:47:45 UTC</pubDate>
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         <title>TEC</title>
         <author>andressaarteea</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nascido em Córdoba, Argentina, 1975</div><div>Vive em Brasil e Argentina</div><div><br></div><div>A combinação de suportes e técnicas é a tônica do trabalho do artista cordobés, que faz da rua sua fonte de inspiração estética. Tec explora a ambiguidade dos espaços públicos e privados da arte, usando métodos diversos: intervenção performática, instalação de site-specific e filmagem de ação.</div><div><br></div><div>O artista inovou e ampliou o cenário da arte urbana com seus desenhos gigantes pintados no asfalto, fazendo uso da perspectiva a distância. Para registrar esses trabalhos, mapeando o circuito de sua produção, filma e captura as imagens com uma câmera acoplada a um drone.</div><div><br></div><div>Nas telas, ele une a velocidade da action painting ao rigor formal das camadas que se sobrepõem. Seu traço e o manejo da cor fogem ao conhecimento estabelecido e à aparência das coisas para instaurar pelo ato criativo uma nova interpretação do real. Suas obras reverberam e reafirmam sua relação com a cidade, expressa num intenso diálogo entre a ação e o controle.</div><div><br></div><div>No conjunto de sua produção, manifesta-se uma notável identificação com o universo poético infantil, seja nos grafismos, seja nas imagens, seja nas cores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:47:49 UTC</pubDate>
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         <title>CARÃO CAPSTYLE</title>
         <author>andressaarteea</author>
         <link>https://padlet.com/sthefanyalvestalmeida/n81dndwtp9c94g2u/wish/964783911</link>
         <description><![CDATA[<div>O VI Simpósio Estadual de Formação de Professores de Sociologia receberá a exposição "Africanidade em Traços", do grafiteiro Tadeu Roberto de Lima Jr., mais conhecido como Carão. O artista de 32 anos se inspirou em imagens das tribos Hamer, Surma e Mursi, do Vale do Omo, nas fronteiras da Etiópia, Quênia e Sudão para fazer uma releitura com o grafite, arte praticada com spray e tinta.</div><div><br></div><div><br></div><div>"Escolhi esse tema pela minha descendência africana e intervenções corporais, fora a beleza", diz Carão. A mostra tem início nesta quinta-feira (21), no Anfiteatro Maior do CCH da Universidade Estadual de Londrina (UEL), às 20h30 e se encerra na sexta-feira (22).</div><div>Divulgação</div><div><br></div><div>Sobre o artista</div><div>Tadeu Roberto Fernandes de Lima Jr., mais conhecido como Carão, nasceu no bairro João Paz, zona norte de Londrina. Descobriu o talento para a arte ainda criança, ao desenhar nos papéis e cadernos da escola.</div><div>Em 2000, participou da primeira oficina de grafiteiros realizada na cidade. Até então, os traços não passavam de linhas e escrita. "A partir daí, comecei a usar técnicas de spray. Passei a ter contato com o grafite nova-iorquino um pouco depois", conta.</div><div>Carão estreou suas habilidades no grafite pela primeira em um muro da escola do João Paz. "Pratiquei naquele muro. Pedia para o caseiro e ele deixava. Eu pintava com permissão e não cobrava nada", explica. Depois de aperfeiçoar sua técnica, deixou marcas na França, Argentina, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Ponta Grossa. Em Londrina, conheceu outros grafiteiros e formou a crew (nome dado a um coletivo de grafiteiros) "Capstyle". "Temos muitos grafiteiros bons aqui, a qualidade é muito alta. Mas não temos apoio, nem da iniciativa privada, nem da pública", diz.</div><div>Divulgação</div><div><br></div><div>Apesar de não morar mais na zona norte, o artista carrega suas raízes na pele e também as estampa em suas obras. "Tenho tatuagem da zona norte. Hoje não existe mais essa identidade com o lugar de onde você veio. Me orgulho de ter nascido lá. Vi asfaltar o bairro, modificar as coisas. Tenho isso comigo", conta.</div><div>Como poderá ser visto nas obras expostas na UEL, o trabalho de Carão tem como principal característica o realismo. "Grafito o mais real possível. Por exemplo, qualquer coisa que eu vou fazer, tem um 3D na letra, um quê de realismo. Tanto é que, quando comecei a desenhar, fazia caricaturas", detalha.</div><div>Divulgação</div><div><br></div><div>Além de grafiteiro, Carão é tatuador e tem um estúdio em Londrina. "Tem a ver com o mundo underground. Eu já tinha aptidão para o desenho, então decidi fazer tatuagem", revela. "Dá para viver de grafite, mas hoje ele apenas complementa minha renda. Meu trabalho evoluiu, tem uma procura muito legal por grafite", conclui.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:47:52 UTC</pubDate>
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