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      <title>LINHA DO TEMPO DO CONSUMO - 5NA by Filipe Bordinhao</title>
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      <description>Cole o texto e anexe o link com o trabalho.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-21 15:52:59 UTC</pubDate>
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         <title>Título do meu trabalho</title>
         <author>filipebordinhao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Não esqueça de colocar o texto aqui e anexe o link ou arquivo com a parte visual do trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-21 15:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Cruz </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O ano era 1999, eu estava chegando ao mundo dia 08 de fevereiro. Onde ainda era “moda” tirar foto da gente peladão e colocar em álbuns para toda família ver.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Cresci com minha mãe me obrigando a usar Lilica Ripilica, pois sempre foi o desejo dela que eu me tornasse a princesa da família.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Infelizmente ela estava equivocada, pois com 11 anos já usava reef, calça larga de time de futebol e jogava bets na rua. Nessa idade também era fascinada em assistir TV Globinho na hora do almoço e quando voltava do colégio, ligar no canal 19 da TV aberta e assistir os clipes mais hypados dos anos 2000. Beyonce, Britney, Shakira, Lady Gaga entre outras. Tanto que as escuto incansavelmente até os dias de hoje.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Passei pela fase da câmera TekPix, que realmente era um marco naquele tempo. Meu primeiro contato com um telefone foi aqueles nokias azuis, que tinha o famoso jogo da minhoca, era minha diversão. &nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Ao longo dos anos, comecei a ter contato<br></strong><br></div><div><strong>com o Playstation, 1 e 2. Jogar guitar hero tinha se tornado meu novo vício. As lan houses por $2,00 reais a hora era o que nos ocupava nos finais de semana de frio ou chuva. Buddy Poke no orkut, fazenda feliz, comunidade do Garfield… tempos incríveis.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>A adolescência chegou e com ela o facebook, as festas, a febre do crocs e do Iphone 4. Já queria usar roupas mais de marcas como hurley, adidas, nike.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Sempre fui fissurada por tênis e acredito que nessa época que me apaixonei mais ainda. O facebook só ganhava mídia, era a nova rede do momento. O tempo passa e eu me apego ao twitter, e permaneço até os dias de hoje.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Começo o ensino médio e começo a perceber que alguns “gostos” permaneceram. Vestimentas e calçados do estilo skatista, roupas a maioria de cores neutras, Iphone, Apple Watch, Air Pods, óculos de marcas conhecidas. Pode ser pela boa condição que minha família sempre me deu, mas querendo ou não, sempre tive na cabeça que coisas e marca são melhores. E realmente em alguns caso são. Peguei esse apreço até os dias de hoje, mas hoje vou mais pela qualidade do que pelo hype.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 13:38:57 UTC</pubDate>
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         <title>Valéria Zeglin</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na véspera de uma das datas onde mais se consome no Brasil, Valéria veio ao mundo. Foi em uma sexta-feira, dia 24 de dezembro do ano de 1999 no único hospital de Tijucas do Sul, que a jornada da pequena consumista iniciava. Valéria sempre exalou aquele cheirinho de neném que a colônia <strong>Mamãe e Bebe</strong> da <strong>Natura</strong> possuía, o cheiro era tão bom que nem ela aguentava, existe um registro onde ela aparece com o vidro da colônia na boca rs.&nbsp;</div><div>Valéria sempre foi uma menina sapeca e levada, vivia cercada de muitos amigos e juntos aprontavam diariamente no contra turno das aulas. Uma de suas melhores lembranças da infância é que toda semana ela e seus fiéis escudeiros se reuniam em pontos inusitados da cidade e realizavam um piquenique onde tudo era improvisado, mas o que não podia faltar era a garrafa de <strong>Guaraná</strong> e o pacote de salgadinho <strong>Doritos</strong>, para eles, tendo esses dois itens a festa estava garantida!</div><div>Muitas coisas foram passageiras na vida de nossa menina ruivinha, mas o que nunca mudou foi a forte presença dos amigos. Amizades realizadas em diversos momentos da vida, ouso dizer que algumas são amizades desde a mamadeira, e que hoje são amizades de copos, afinal, tomar uma <strong>Brahminha</strong> com os amigos é um dos melhores programas a se fazer na concepção dela.&nbsp;</div><div>Como Lazer, Valéria costuma frequentar a Arena da Baixada e acompanhar o <strong>Athletico Paranaense</strong>, uma de suas paixões. A Sócia apaixonada possuí uma coleção de camisas do Clube com a fornecedoras de uniformes <strong>Umbro</strong>, uma coleção de dar inveja.&nbsp;</div><div>Além do Athletico, Valéria ama viajar. Ela vive ligadinha nas promoções de voos da <strong>Gol</strong> e sempre quando pode dá um pulinho para conhecer algum cantinho brasileiro. Um de seus sonhos é conhecer todos os estados e a diversidade de culturas do nosso País.&nbsp;</div><div>Valéria trabalha das 8h às 17h e estuda no período noturno, ela faz Publicidade e Propaganda na <strong>Universidade Positivo</strong>. Diariamente é fácil encontra-la na universidade, basta passar pelo <strong>Ultra Café</strong> das 21h55 às 22h30, ela provavelmente estará aguardando o horário do seu ônibus para assim retornar a sua casa e começar um novo dia outra vez.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 03:57:57 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Gusso</title>
         <author>gussoleticia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 22 de fevereiro de 2002 as 20:22 nascia eu, Letícia, um bebê de 2kg e 900 g. Nasci na maternidade de Curitiba, onde fiquei as primeiras 48 horas da minha vida, só depois sendo liberada para casa. Chegando em casa, ganhei um quartinho só para mim e uma coberta rosa gigantesca da Minnie Mouse, que eu tenho até hoje. Eu não era a criança mais bonita, era um pouco esquisita, mas minha mãe sempre se esforçava para que eu sempre andasse arrumadinha, me vestindo com itens da Pampili e Triplica, e que muitas vezes ela deixava eu escolher ( eu não gostava muito pois preferia roupas mais confortáveis ja que eu não parava quieta ). Nos finais de semana saiamos com família e amigos, principalmente no verão, para almoçar e a coisa que eu mais queria era a hora da sobremesa e ia direto escolher um sorvete Chambinho ou o Gira boca, que vinha com uma manivela para poder girar o sorvete e a sua boca ficar inteira colorida.&nbsp;</div><div>&nbsp; Eu, como boa parte das crianças que nasceram na minha época, adorava a Xuxa, mas naquele tempo ainda não tinha internet meus pais compravam o DVD com as músicas e os clipes, e eu e minha irmã dançávamos loucamente na frente da televisão. Ate que um dia, Xuxa veio para Curitiba e fez um show, meus pais me levaram e eu achei aquilo a experiência mais incrível do mundo ( deve ter sido nesse dia que meu amor por shows começou )&nbsp;</div><div>&nbsp; Já um pouco mais velha me encantava com os seriados juvenis da Disney e Nickelodeon, como ICarly, os feiticeiros de Waverly Place, mas o que eu mais gostava era Hannah Montana, comprava dvds, e vários brinquedos com o nome dela. Não perdia um episódio dessas series e sabia ate o horário que passava. Eu tinha vários&nbsp; amigos durante o ensino fundamental, que&nbsp; dividiam o mesmo gosto que o meu. Durante o tempo da escola eu e meu grupo de amigos tivemos duas fazes de ‘’obsessões’', a primeira delas, que foi uma febre no colégio inteiro, era Subway Surfers, só que na época só tinha como jogar quem tivesse um aparelho portátil da apple, o que poucas pessoas tinham, então quem tinha revezava com varias pessoas pra jogar. Eu fiquei tão fascinada que implorei meus pais por um Ipod para poder jogar e depois de muito tempo implorando eles me deram um de aniversario e desde então tenho um apego a marca e uso vários produtos deles. A segunda obsessão foi o Club Penguin, todo mundo jogava, todo mundo tinha uma conta e passava horas jogando, eu gostava tanto que completei um álbum de figurinhas, comprava revista que vinham com brindes surpresa e ate pelúcias.&nbsp;</div><div>&nbsp; Ainda no colégio, me inscrevi para participar do time de vôlei e com certeza foi a melhor decisão que eu ja tomei, desde então eu jogo sempre, amava passar finais de semana nos campeonatos,&nbsp; treinar quase todos os dias da semana, eu voltava ralada, roxa e descabelada de todos os treinos mas o que eu mais amava fazer. Amava ver as meninas profissionais em ação, ver o uniforme que elas usavam, a bola, a quadra e era fascinante quando uma delas ia no treino e a gente podia treinar com a bolas oficiais das competições profissionais,  a “Mikasa”, uma das melhores bolas de vôlei e sonho de todas as meninas que estavam em quadras.</div><div>&nbsp;Com 16 anos, meus pais realizaram um sonho meu, como eu sempre gostei muito de filmes e series, sempre quis conhecer Nova Iorque, eu me vi encantada naquela cidade, parecia outra realidade e tinham mil coisas acontecendo ao mesmo tempo toda hora. Comi muito hambúrguer, fui nas franquias famosas dos EUA como Shake Shack, Five Guys, Mc Donald’s e BK visitamos também fomos na confeitaria do reality show “Cake Boss" e eu até parei na lojinha de souvenires e comprei a camiseta mais clichê de todos os tempos escrito “I Love NY”. Depois de lá, fomos para Orlando, completamente diferente de NY, ficamos enlouquecidos com os outlets e eu comprei maquiagens, roupas, calçados, e os moletons da Hollister e da GAP que eram modinha no meu colégio na época. Fomos nos parques da Disney, e eu amo os filmes da Disney, cresci assistindo, mas o meu preferidos de todos é monstros s.a, assistia tanto que meu pai diz que já enjoou, e é claro que eu n podia sair de lá sem uma pelúcia do Mike e do Sullivan.&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>&nbsp; Além dos filmes, eu sempre gostei de música e de ir em lugares movimentados e com bastante gente, então é claro que eu&nbsp; iria gostar de shows, é uma das coisas que eu mais gosto, e sempre que tenho a oportunidade eu vou, principalmente de artistas internacionais, que demoram para fazer shows no Brasil.&nbsp;O mais recente foi do Coldplay e foi o melhor que eu fui até hoje.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 14:48:15 UTC</pubDate>
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         <title>Amandha Padilha </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[O ano era 2002, ano de alegria para os brasileiros, por causa do meu nascimento? Não, não! Ano de copa, ano que conseguimos mais uma estrela para nossa camisa. Chegando em meio a festa no começo de dezembro mais especificamente dia 03, a primeira coisa que meus pais me mostraram foi a nova edição da camisa do Brasil. Patrocinada pela Nike.. e olha só que coincidência, uma das marcas mais presentes em nosso dia a dia. Mas enfim vamos agora para as minhas primeiras lembranças, que eu realmente lembro. 
2007, já tinha 5 aninhos!Meu desenho favorito era os Teletubbies, um ótimo desenho, não falavam nada apenas comiam, que ironia eu em 2023 comer tanto.
Um salto para 2012, completava uma década, já sabemos que eu não tinha os melhores gostos. Foi assim que me apaixonei pelo Restart, e comecei a usar roupas coloridas. Graças a deus eu cresci.
Ops fomos para 2017, 15 anos, data muito especial para as meninas, além da tão sonhada festa, ganhei o tão sonhado Iphone, até hoje amo muito a marca, ou será que amo o status?
2018, uma adolescente com um amor impossível, Justin Bieber. Um comentário sobre esse comentário: 2023, uma adulta com um amor impossível, Justin Bieber. É complicado...
2020, esse ano foi tenso! Quem diria que passaríamos por uma pandemia? Que isso? Um filme? Realmente, parecia um filme. Mas com essa situação começamos novos hábitos, um deles o álcool em gel que até hoje uso diariamente (Giovanna Baby) adoro o cheirinho. 
2023, em decorrência de 2020 me deixou muito mais influenciável pelas redes sociais, com isso veio o meu vício atual. Comprar/desejar maquiagens de grandes marcas, o duro é que sou estagiária.]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 16:26:43 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Vargas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 2002, nasceu o mini Varguinhas no Hospital e Maternidade Santa Brígida. Nesse local, utilizei um dos primeiros serviços de consumo, durante 7 dias, através de um internamento por ter nascido com água no pulmão. Logo após meu nascimento, meu irmão me presenteou com um carrinho e um cachorrinho de brinquedo no hospital.&nbsp;</div><div>Quando completei um ano de vida, participei do grandioso evento do meu aniversário, e ganhei vários presentes como roupas e brinquedos. Também com um ano fiz meu primeiro de corte de cabelo, tomei o meu primeiro chimarrão e andei pela primeira vez de moto (de brinquedo).&nbsp;</div><div>Após um tempo, ainda com um ano de vida, sofri um acidente de carro e novamente necessitei da prestação de serviços de um hospital para que salvassem minha vida e fizessem uma cirurgia de reconstrução facial.&nbsp;</div><div>Já em 2004, ingressei na escola com meu primeiro uniforme e mochila. Adorava comprar material escolar.&nbsp;</div><div>Em 2006, ganhei o Playstation 2 e sempre queria comprar jogos novos.&nbsp;</div><div>Durante o período da infância, assisti a muitos programas televisivos como Bom Dia &amp; Companhia, TV Globinho, TV Kids e Cartoon Network. Também assisti e comprei muitos produtos do Ben 10, Yu-Gi-Oh, Bayblade, Max Steel e Hotwheels.&nbsp;</div><div>No ano 2007, participei da minha formatura da educação infantil com beca e tudo. Após o evento, minha família se reuniu para comemorar minha conquista.&nbsp;</div><div>Por volta de 2010, entrei para a primeira escolinha de futebol, comprei chuteira e uniforme novos. E neste ano ganhei meu primeiro celular de botão.&nbsp;</div><div>Em 2013, ingressei numa nova etapa, com muitos desafios. Fui para o ensino fundamental dois, 6º ano. Nessa época, fiz novos amigos.&nbsp;</div><div>Em 2015, conheci o mundo dos jogos eletrônicos de computador. Até hoje, sou apaixonado por games e compro coisas fora e dentro das telas. Nesse ano também adquiri a minha série de livros favorita, Pegasus.&nbsp;</div><div>E em 2016, me formei no fundamental e, para comemorar, realizei uma viagem de formatura para o Hotel Berro D'Água com meus amigos. Também nesse ano comprei meu primeiro computador e fiz uma atualização de celular para um smartphone.&nbsp;</div><div>Já no ano de 2017, resolvi trocar de ares e mudei de escola, fiz ensino médio técnico em informática, durante 4 anos, na TecPuc, e tive que comprar uniforme e livros novos. E nesse período de ensino médio, em 2019, também realizei um curso de espanhol.&nbsp;</div><div>Ainda nessa época, comecei a utilizar as plataformas de streaming, Netflix para consumir séries e filmes e Twitch TV para assistir a lives de entretenimento.&nbsp;</div><div>Em 2021, ano da pandemia, entrei para a Universidade Positivo cursando PP. E, em 2022, com a volta ao ensino presencial, frequentei alguns bares com meus colegas da faculdade e, nesse ano, também dei início ao meu primeiro estágio.&nbsp;</div><div>2022 também foi o ano em que participei do melhor evento da minha vida, o Major de Counter Strike no Rio de Janeiro. Foi uma experiencia incrível e única e, lá, comprei camisas de vários times.&nbsp;</div><div>E, atualmente, gerando meu próprio dinheiro para consumo, gasto com periféricos, bares, choppadas, além de ser um consumidor fiel de tênis Nike.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 18:23:07 UTC</pubDate>
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         <title>Linha do Tempo Ahmad</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Minha história começou em 1999 com o nascimento do amadinho, desde o começo já utilizei a principal marca, o hospital Santa Brígida.<br><br>Pulando alguns anos para o futuro, pois é onde tenho minha primeira memória, por meados de 2004 eu e minha irmã, éramos viciados em um programa da tv chamado Teletubbies, por conta de seu início eu sempre quis comer cookies.&nbsp;<br><br>Chegando em 2005 meu pai decidiu trocar de carro e comprar uma Mercedes Benz Classe C preta, o carro era lindo e eu curioso, a Mercedes tinha sua logo saltada para fora do capô, e eu como toda boa criança, comecei a mexer nela para frente e para trás, para tentar entender e meu pai ficou louco com isso, pensando que eu ia quebrar, e talvez fosse o que eu queria, porém depois de muita bronca aprendi a não mexer e o carro com sua logo, sobreviveram.<br><br>Chegando em 2007, a famosa tv fechada estava ganhando muita força e meus pais decidiram instalar a TV A, que na época era a melhor marca nesse meio, junto da instalação, eu descobri as maravilhas da Disney e entre tudo o que mais marcou minhas tardes foi o programa chamado Zapping Zone.<br><br>Com 8 anos, em 2008, foi onde descobri o meu hobbie favorito até hoje, o video games, meu pai sempre gostou de jogos e no meu aniversário decidiu me dar meu primeiro console o PolyStation, a partir desse ponto me apaixonei por esse mundo.<br><br>Em 2010, foi o ano de novas aventuras, pois foi quando ganhei minha primeira bicicleta da Caloi, junto dela ganhei minha primeira perna quebrada.<br><br>Com 12 anos , eu tentei embarcar no mundo dos skatistas, pois era a febre do momento, e indo junto da moda, decidi comprar meu primeiro skate, da marca Black Sheep, e durante 2 anos tentei muito aprender, mas nunca consegui.<br><br>Em 2014, desisti do skate normal e comecei a utilizar dele com um transporte, por conta disso comprei meu primeiro long, parcelado em 4 vezes de 50 reias, da marca global, uma das melhores marcas na época, e para mim foi incrível.<br><br>Em 2016, cansado de ouvir apenas músicas, fui atrás de algo diferente, e esse de fato foi o ano do podcast, comecei a ouvir o jovem nerd, e me apaixonei por essa mídia.<br><br>Ao completar meus 18 anos, fui agraciado&nbsp;<br>com o ano da copa do mundo, eu e meus amigos estávamos procurando um local para ver os jogos e achamos, o não tão famoso, na época, o bar do didi e lá vimos quase todos os jogos.<br><br>Chegando em um momento difícil, 2021 foi o auge da pandemia, e quando o zoom se fortaleceu para o mercado, e para nós, pois assim foram nossas primeiras aulas.<br><br>2022 com a retomada das aulas, em um jeito de criar um vínculo com as pessoas da sala, o bar foi um bom jeito de isso acontecer e o nosso bar escolhido foi o Choriway.<br><br>2023 a primeira vez que comprei roupas na internet e a shein foi a marca escolhida, que nós trás ao momento atual.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 18:40:53 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Suczeck</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Exatamente 1 ano e 1 mês antes do atentado ao 11 de Setembro, no dia 11 de outubro de 2000, nasceu em Curitiba o Gustavo. Durante os primeiros meses após seu nascimento, consumiu muito os produtos da linha <strong>Johnson’s Baby</strong>, como também fraldas <strong>Huggies</strong>. O principal desenho que gostava era <strong>Ursinho Pooh</strong>, o qual serviu de tema para sua primeira festa de aniversário. Além disso, Gustavo também fez coleções para a marca <strong>Tigor T. Tigre</strong>. Gus (apelido carinhoso dado por sua família) era um fãzasso da <strong>Turma da Mônica</strong> e do <strong>Sítio do Picapau Amarelo</strong>, não é atoa que seu ursinho de pelúcia mais querido era o <strong>Cascão</strong>. <br><br>Em 2004, com 4 anos, o menino visitou uma livraria no <strong>Shopping Mueller</strong> e ficou escutando algumas músicas. Naquela época era comum as livrarias terem fones de ouvido instalados e CD 's/discos para escutar lá mesmo. Além da música, era apaixonadíssimo pelos carrinhos da<strong> Hot Wheels,</strong> tinha uma coleção deles. <br><br>Gustavo também gostava de livros de histórias, como<strong> Rei Leão</strong> e os contos da <strong>Disney</strong>. Ao entrar no colégio Madre Clélia (Sagrado), conheceu o <strong>Espirobol</strong>, um tipo de brincadeira bem comum entre seus amigos no intervalo, ou após as aulas. Trata-se de uma bola presa a uma corda, que fica amarrada em um poste, onde o objetivo era enrolar toda a corda no poste. Ganhava quem conseguisse enrolar tudo primeiro. <br><br>Com o passar do tempo, em 2011 teve contato com os primeiros <strong>Smartphones Android</strong> e também com o <strong>Futebol</strong>. Se apaixonou pelos celulares <strong>touch </strong>e pelos simuladores de bateria (instrumento), já que seu irmão sempre escutou bandas de <strong>Rock</strong>, como <strong>AC/DC e Metallica</strong>. Não à toa que decidiu aprender a tocar violão nessa época. Nessa época também começou a crescer seu interesse pelas marcas de skate, como: <strong>Lakai, DC, DGK, Diamond, Nike e Adidas</strong>. Tudo porque grandes skatistas e surfistas usavam tais marcas.<br><br>Prestes a se tornar um adolescente, Gustavo começou a andar de skate, e seu interesse nas marcas deste segmento só aumentaram. <strong>Thrasher, Vans, LRG, Nike SB, Flip, High</strong>, entre outras. O estilo nas peças era inconfundível para o rapaz, que ficava indo de loja em loja para encontrar as melhores peças no menor preço (já que todas essas marcas eram caríssimas!).<br><br>Quando completou 18 anos, conheceu as festas e bebidas alcoólicas. Experimentou cerveja, vodka com <strong>Schweppes</strong>, com suco, com refrigerantes e outras bebidas que poderiam ser usadas. Aos 19 anos, foi contratado em uma empresa e promovido com 3 meses de trabalho, o que fez sua preocupação pelo <strong>Dress Code</strong> aumentar e assim procurou roupas mais casuais e sociais. Marcas como <strong>Abercrombie, New Balance e John John </strong>fizeram parte desta época. <br><br>Em 2020 conheceu a festa <strong>Progressive</strong>, e se apaixonou pela <strong>música eletrônica</strong>. Pouco tempo depois, em 2021, conquistou com muito suor a compra de uma moto <strong>Honda</strong> zero na concessionária. O maior motivo da sua felicidade até então (depois da música, é claro).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 22:18:56 UTC</pubDate>
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         <title>Cássia Fonseca</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nove horas da manhã de uma segunda, nove de dezembro de 2002, meu pai nos levou em um Fusca azul calcinha, rumo ao Hospital Nossa Senhora do Rosário, em Curitiba - Paraná. Meio dia e dez nasci, na hora do almoço do serviço do meu pai. Minha primeira foto foi feita no Shopping Total, com 14 dias de vida, no colo do Papai Noel. Mesmo sendo Curitibana, tenho fortes raízes em Telêmaco Borba e até 2019 passei todos os Anos Novos lá, menos em 2020, por conta da pandemia.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Durante a primeira infância, minha boneca favorita era a Nenezinho, da Estrela, que ganhei da minha mãe quando eu tinha dois anos. Conta a minha avó, que meu sapato favorito era uma sandália vermelha que eu não tirava do pé e não trocava por nada.</div><div>Na época, meus pais faziam caminho na Comunidade Canção Nova, meu pai tinha um Saxofone Yamaha, que foi roubado de dentro do nosso carro, que na época era um Ford Fiesta cor vinho. Lembro das manhãs que eles iam aos eventos e eu escovava os dentes meio dormindo, com a pasta de dente da Tandy, sabor Tutti Frutti.</div><div>Em 2005 meus pais se casaram, eu tinha três anos, como minha família materna e paterna é de Telêmaco, uma parte ficou lá em casa até o horário da cerimônia, tinham mais de 20 pessoas num apartamento de 40m², foi inesquecível. Meus pais contrataram o Buffet Mariano, e sobrou tanta comida, que de madrugada levamos para instituições carentes.</div><div>Em 2009, eu era apaixonada pela Barbie, eu tinha o filme Barbie e as 12 princesas bailarinas, que era o meu favorito, seguido de A Era do Gelo 2 e o Bicho vai pegar. Minha primeira Barbie foi morena, de cabelos cor de chocolate, tinha sardinha, uma camiseta vermelha, uma saia jeans e um tênis vermelho.</div><div>O meu sonho e o das minhas primas era ter um Banco Imobiliário, mas não tínhamos condições de comprar, então minha tia trouxe do Paraguai, era inteiro em espanhol, vinha dentro de um saquinho e as casas eram de papel, que você dobrava para ficar em pé.&nbsp;</div><div>Na minha adolescência, eu descobri minha paixão por Oriente Acústico, Hungria Hip Hop, Armandinho, Lagum, além da minha paixão infinita por sertanejo, como Jorge e Mateus, Matheus e Kauan, Marília Mendonça, Bruno e Marrone, entre outros. Eu amava estar com meus amigos, e apesar de ser fora da lei, nas festinhas com os amigos, a gente bebia Catuaba, Schweppes com Bacardi Big Apple e todas as cores de Askov.&nbsp;</div><div>Em 2019 me formei no ensino médio, ingressei na faculdade de biomedicina, no Ecoville. Tive a primeira aula na faculdade, uma imersão, fiquei encantada, e então veio a pandemia. No decorrer das aulas online, descobri que biomed não era meu curso, e no meio de choro e dúvidas, tranquei a faculdade, apesar, tinha apenas 17 anos, e não tinha certeza do que queria da vida, principalmente no meio da quarentena.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Até entrar em Publicidade e Propaganda, aproveitei para aprender coisas novas, aprendi a fazer design de sobrancelhas, fiz curso de manicure e pedicure, trabalhei como nail designer e já fazia uns freelancer na área de criação.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 2021, caloura de PP na Up, no início trabalhei no Telemarketing da Caixa, pegava ônibus às 6h30 da manhã, muitas vezes ainda estava escuro, recebia R$10 de vale refeição e eu comia na padaria ao lado do prédio, eu almoçava pão com Requeijão Tirol e uma Coca-Cola Zero, mas caso estivesse muito frio eu comprava um Cappuccino Três Corações. Em setembro daquele ano eu comecei a trabalhar na Sefa, e meu vício passou a ser café da Go Coffee e a coxinha da Dois Corações.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Hoje trabalho na Agencia Vulgata, onde tive a chance de comprar o meu primeiro tênis de marca, um Puma Carina, uma bolsa da Puma também e um notebook da Lenovo. Pode parecer coisas fúteis, mas para quem não tinha a possibilidade de comprar, se torna uma conquista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 22:53:41 UTC</pubDate>
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         <title>Diovanna Santos</title>
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         <description><![CDATA[<div>A infância de uma menina sempre será rodeada de laços, a cor rosa e ‘frufrus’, mas uma marca que em algum momento será introduzida na vida desta criança é nada menos que a boneca mais famosa do mundo, a boneca Barbie. Seja por meio de um filme, uma pelúcia ou ao ver uma das bonecas na loja de brinquedo, o desejo irá despertar assim que a menina ver o quão bonita e incrível a Barbie é, quantas profissões fantásticas ela tem e o desejo de ser como ela. Os filmes sempre mostram as aventuras da personagem na luta contra o vilão, suas descobertas, novos amigos e transformações mágicas que quase sempre são caracterizadas nas bonecas com o lançamento do longa, assim como as músicas que irão acompanhar o crescimento de muitas crianças.</div><div>Comigo não foi diferente. Até os dias atuais eu me vejo assistindo um dos filmes e tendo memórias gostosas de quando eu queria ser uma princesa de manhã, uma mosqueteira de tarde e uma bailarina de noite - minha paixão por ballet veio por conta dos filmes da Barbie, e os com essa temática são os que mais me cativam. Tive muitas bonecas e consigo ver o impacto que a marca Barbie causou não só na minha vida como de muitas outras meninas, mulheres e até mesmo meninos; lembro de fazer jus ao papel de irmã mais nova e pedir o tempo todo para minha irmã mais velha brincar comigo - ela já tinha as versões mais antigas, um cavalo maravilhoso e uma caixa cheia de roupas.&nbsp;</div><div>Quando criança, eu sempre acordava cedo para ir para a sala assistir Bom Dia &amp; Cia com a Priscila e o Yudi. Primeiro que eu sempre, sempre, sempre, tentava ligar no programa para participar, mas eu gostava mesmo quando passava O Clube das Winx, Bob Esponja, Witch (que parece que só eu assistia esse desenho porque ninguém lembra), Jack Chan e Jake Long. Quando o programa acabava, eu mudava de canal e assistia TV Globinho, e nossa, como eu adorava assistir Liga da Justiça e X-Men antes da aula. Fiquei com muita raiva quando cancelaram e colocaram o programa da Fátima Bernardes.</div><div>Quem foi criança na época de 2010 viu a TV Globinho acabar, o Yudi e a Priscila saírem do Bom dia &amp; Cia e parecia que o mundo não fazia tanto sentido, até que algumas crianças conseguiram fugir ou pro YouTube ou canais de televisão fechados. Eu sempre sentava no chão para assistir iCarly, Drake e Josh e Brilhante Victoria na Nickelondeon e Hannah Montana, Zac e Cody, Sunny entre Estrelas, os Feiticeiros de Waverly Place e Par de Reis.</div><div>Durante a fase dos 10-12 anos, uma nova marca de bonecas entrou no mercado. Monster High, os filhos dos monstros das histórias que conhecemos como Drácula, Lobisomem, Frankenstein, Medusa e Bicho-Papão juntos em uma escola só para monstros. Eu me encantei no mesmo momento quando a marca foi lançada porque sempre adorei histórias assustadoras, lendas urbanas, folclores e filmes de terror, ainda mais com roupas tão estilosas e filmes que me faziam vibrar na cadeira de tão incríveis que eu achava. Até hoje ainda assisto, não acho certo me privar de ver coisas que eu sempre gostei só porque é ‘coisa de criança’. Já cheguei a ter mais de dez bonecas, quartos, motos de controle remoto de tão obcecada que eu fui por essa marca. No ano passado lançaram o filme live-action, mas com narrativas e caracterizações bem diferentes do que o público estava acostumado e não agradou a muitos; eu não cheguei a ver o filme, não estava mentalmente preparada para ver.&nbsp;</div><div>Para ter um equilíbrio, nesta mesma fase eu tinha um PlayStation 2 e jogos como Mortal Kombat, God of War, de corridas e aqueles DVDs com mais de três mil jogos que se comprava em qualquer lugar levando 3 jogos por R$10,00, o famoso ‘3 por 10’. Eu adorava passar o dia todo jogando, mas me empolgava demais e com qualquer vitória eu dava um giro na cadeira giratória e derrubava o aparelho, até ele parar de funcionar e eu ficando triste com isso.</div><div>Em minha adolescência, a fase que quando criança falava que poderia escrever com caneta, a marca Stabilo esteve muito forte na minha fase escolar com suas canetas de ponta fina e marca textos com cores maravilhosas para fazer títulos coloridos e enfeitar os cadernos com vários desenhos. Até hoje uso em meus cadernos - agora com muito mais técnicas de <em>lettering </em>- as mesmas canetas que usava quando estava no fundamental II.</div><div>Agora na fase adulta - que às vezes não parece que eu já cheguei nessa fase - o que me caracteriza muito é a marca Converse com seus modelos de All Star que eu uso desde pequena, mas hoje em dia é muito difícil estar com outro modelo de tênis. O modelo é um clássico e dá para combinar com qualquer tipo de roupa para qualquer ocasião. Já estive com a marca em momentos tristes e felizes da minha vida, momentos que ficaram registrados em mim e eu fico feliz de outros verem o All Star como uma característica marcante minha.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 22:53:59 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Duarte </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No ínicio meu universo era leite NAN, após uns anos, no ensino fundamental, eu ficava com a minha tia na parte da tarde, era de praxe o almoço ser miojo Nissin e Kisuco, vem daí meu histórico saudável. Lembro de sempre andar com minhas sapatilhas da Moleca cheias de brilho me sentindo a própria Barbie no castelo de diamantes, que aliás era meu filme favorito da franquia. As sapatilhas hoje não suporto, Converse que tem meu coração.<br>Lembro do meu primeiro celular, aquele Nokia cor de rosa, e hoje agradeço por gostos mudarem. A parte boa da adolescência é que tanto o celular quanto roupas por exemplo, é que quem pagava eram meus pais, mas, lá pelos 16 anos comecei trabalhar e comprando na Renner só me afundei. Agora o celular Samsung que tenho é por minha conta, o PC com peças da Ryzen junto com o monitor curvo da Samsung que tanto quis por conta da faculdade mas especialmente pra assistir Marvel, animações da Disney e anime na CrunchyRoll com meu namorado, plenamente num sábado após voltarmos do Comodoro Burguer comigo dirigindo meu carrinho da Volkswagen bem feliz.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 23:08:35 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriely Smek</title>
         <author>gabrielysmek1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em setembro de 2003, em União da Vitória, nasceu a "Gábi", que agora virou "Gabí". Fui criada usando Lilica Repilica da cabeça aos pés, até óculos cheguei a ter. Amava usar os óculos escuros dos meus pais, o RayBan do meu pai foi o principal. A marca me acompanhou até recentemente. Desde pequena sou maluca pela marca ElmaChips, em específico a batatinha Ruffles, fiz coleção de todas os possíveis brindes, os adesivos foram os mais marcantes, já que eu colava eles por toda a minha casa, principalmente em mim mesma, a mais recente que fiz foi dos tazos do Pac Man.&nbsp;</div><div>Meu aniversário de dois anos foi de tema Hello Kitty, pois eu era apaixonada, tinha até uma pelúcia que era 3 vezes o meu tamanho.&nbsp;</div><div>Meu tio comprou um carrinho pro meu primo, nas descrições ele era vermelho e azul, porém quando chegou percebeu que era roxo e rosa, e então o presentão ficou para a única menina (até então) da família. O carrinho era da marca Bandeirantes, e pensa em um carrinho que fez história, depois de anos, desbotado e até meio torto, passou para todos os meus primos, porém conforme ficávamos maiores, as brincadeiras ficavam mais radicais, até que ele se quebrou, perdemos uma roda e tivemos que aposentar ele.</div><div>Desde sempre a alimentação foi uma das principais brigas dentro de casa, miojo de galinha caipira e o sorvete de morango da Kibon eram meus refúgios, poderia facilmente viver todos os dias comendo isso. Minha mãe era revendedora da Natura, então sempre que alguma maquiagem empacava, eu ganhava para brincar.&nbsp;</div><div>Durante meus 12 /14 anos eu só sabia tirar foto com o efeito de cachorrinho do Snapchat, amava ter os "foguinhos" dentro do aplicativo. Durante o ensino fundamental, era rotina, chegar na loja que minha mãe trabalhava e ir direto para os fundos jogar Habbo.&nbsp;</div><div>As poucas vezes que vinha para Curitiba, a parada obrigatória era: ir comer no Madero, e quando só meu pai viajava, ficava acordada até de madrugada esperando meu pai chegar com o lanche.&nbsp;</div><div>Ganhei meu primeiro Iphone, virei a pessoa insuportável, tirava foto de tudo e de todos, tinha realizado um super sonho, e foi nessa que descobri minha paixão por fotografia. Com o amor por fotografia, ganhei uma câmera em 2017, uma Canon T6I, minha melhor amiga até hoje.&nbsp;</div><div>E em 2020 eu estava no terceirão e a pandemia começou, e com ela, a mudança de cor de cabelo. Mudei de cor de cabeço tantas vezes que quase não consigo contar, tive cabelo rosa, roxo, azul, platinado, verde, vermelho, laranja neon, e várias outras misturas. E não, não era só uma fase, em 2022 me mudei para Curitiba e pintei o meu cabelo de vermelho, depois de meses de cabelo natural. Porém agora, acho que sosseguei no cabelo ruivo.&nbsp;</div><div>Me mudei para Curitiba por causa da faculdade, e não, não pretendo voltar para União da Vitória, espero construir novas páginas do livro da minha vida aqui.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 23:13:52 UTC</pubDate>
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         <title>Bianca Palmieri </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nossa história começa em 2003, quando uma neném bochechuda e de olhos bem azulzinhos chegou para trazer alegria à sua casa, seu nome, Bianca, foi inspirado na novela <strong>O Cravo e a Rosa.</strong> Quando ela chegou foi uma comoção, a família do pai não parava de fazer visitas, mas a família da mãe morava um pouquinho longe, por isso tiveram que fazer uma pequena viagem para conhecer todos eles, essas viagem se tornaram cotidianas, em todos os feriados iam para casa da vovó Nair.&nbsp;</div><div><br></div><div>Muitas dessas visitas a São João do Ivaí, interior do Paraná, onde a tão amada avó morava, foram feitas a bordo de um Fiat Idea laranja, que a pequena Bianca adorava, a cor era ideal para viajar até a cidade, porque a sujeira não ficava tão perceptível, o que é&nbsp; bem difícil por que a terra lá é vermelha, mas ao contrário do carro a menina não conseguia escapar de ficar toda suja, porque ela adorava brincar na terra, sempre depois da brincadeira seus pais colocavam ela para tomar banho no tanque tomando um <strong>Danoninho</strong>, isso era o combustível para ela se sujar ainda mais.&nbsp;</div><div><br></div><div>Conforme o tempo foi passando as visitas quase semanais passaram a ser anuais, porque Bianca, agora criança, precisava estudar, por só poder ir nas férias, ela aproveitava ainda mais. Na viagem de carro ela gostava de assistir<strong> barbie</strong> em um aparelho DVD que seu pai comprou justamente pensando nas longas horas que precisavam enfrentar até chegar. Na ida seus pais sempre passavam em um restaurante chamado Soledade para comer coxinha, Bianca sempre pedia o Fini das princesas da disney, coisa que sente falta pois o sabor não é mais fabricado.&nbsp;</div><div><br></div><div>Entrando na adolescência&nbsp; sempre que ia frequentava um restaurante que fica localizado na praça da cidade. Com a modernização a sorveteria <strong>Gebon</strong> abriu uma filial no centro de São João do Ivaí, desde então a Bianca é completamente viciada em <strong>sorvete de chiclete com banana</strong>, e sempre que come o sabor em curitiba reclama que não é a mesma coisa.&nbsp;</div><div><br></div><div>Agora já uma jovem, ela conta os meses para poder rever sua família e sua cidade do coração, esperando ouvir os elogios de seus avós, comer um pão caseiro feito pela Dona Nair, e tomar <strong>tubaína na garrafa. &nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 23:37:16 UTC</pubDate>
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         <title>Graziele Kaizer</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><div><strong>Bom, se você está lendo isso, provavelmente se interessou no que eu ando gastando o meu dinheiro. Então vamos lá!</strong></div><div><br></div><div><strong>Tudo começou no dia 15 de outubro de 2002, mais precisamente às 13h15. Minha mãe me vestiu com uma roupinha vermelha comprada em uma lojinha de bairro em Joinville e na volta do hospital, Mucilon, fraldas da Pampers, cobertorzinho da Jolitex e urso de pelúcia era o que tinha na minha bolsa. Ainda bem que não era eu que carregava.&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><strong>Quando cresci mais um pouquinho, os desenhos da Cartoon Network eram sucesso na minha TV Sansung. Com um copinho de Nescau na mão e sem problemas para lidar, eu sabia que aquilo era uma boa vida. Bateu até um vontade de voltar a ser criança, né?</strong></div><div><br></div><div><strong>Descolada eu sempre fui, modéstia à parte, e um All Star no pé entre os 6 e 12 anos era uniforme. Vermelho, verde, azul, rosa, amarelo, enfim,&nbsp; todas as cores possíveis, eu usava. As unhas pintadas de Risqué, arquinhos e pulseiras de miçangas também não podiam faltar.</strong></div><div><br></div><div><strong>Mas de repente mudei de colégio, mudei de idade, mudei de gostos e deixei de ser criança. O All Star ficou na gaveta, os arquinhos quebraram e o cabelo solto alisado por uma chapinha da Philco ganhou espaço. Vans no pé, camiseta da HIGH, Of Monsters and Men no fone da Sony e meias coloridas ganharam a vez e também o coração de alguns meninos. "Meninos, Grazi?", é isso mesmo, meninos. Eu ainda não tinha me apaixonado por uma garota, mas já, já eu falo disso.&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><strong>As responsabilidades chegaram, eu cresci, a adolescência ficou pra trás e o cansaço de fingir ser alguém que não era bateu. Cortei o cabelo no salão Tristano, comprei roupas novas na Hering, Renner e brechós da São Francisco. Mudei totalmente, me vi mais eu e encontrei um amor.&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><strong>Chocolates da Cacau Show, pedidos com bilhetes fofos no IFood e gibis do Silva João eram alguns dos presentes que eu adorava dar pra ela. Nubank que me perdoe por ter essa linguagem de amor.</strong></div><div><br></div><div><strong>Mas tudo que é bom acaba, e as noites de Netflix foram substituídas por um litrão de Brahma com os amigos e viagens de Uber de madrugada.</strong></div><div><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-04 23:44:15 UTC</pubDate>
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         <title>Rayana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Era uma vez, em Manaus, uma garota chamada Rayana que nasceu em um belo dia de sol, no dia 21 de junho de 1998. Desde pequena, ela já mostrava que tinha uma personalidade forte e uma curiosidade insaciável. Ela estudou em uma creche onde aprendeu a ler e escrever e onde sempre tinha eventos culturais. Foi em um desses eventos que ela conheceu a história do boi garantido, um dos maiores símbolos da cultura amazonense.</div><div><br></div><div>Mas, o lugar onde Rayana realmente se sentia em casa era na casa da sua avó. Lá, ela era mimada com comidas deliciosas e era sempre rodeada de primos, parentes e amigos. Um dos seus passatempos favoritos era procurar o leite em pó na cozinha e comer escondido de sua avó haha.</div><div><br></div><div>Apesar de não ter acesso fácil à tecnologia, Rayana tinha uma conexão discada da IG que ela usava para acessar a internet na casa da sua tia, que fica no mesmo quintal da sua avó. Ela se lembra bem do som da caixa de som quando alguém ligava o telefone, o que derrubava a conexão. Seu horário favorito era acordar de manhã cedo para assistir ao programa "TV Globinho", onde passava todos os desenhos animados possíveis. Seu desenho favorito era "Três Espiãs Demais", mas ela também adorava "Floribella", tanto que tinha um CD com adesivos dela.</div><div>Na adolescência, Rayana descobriu uma música da banda Fresno e se tornou fã incondicional. Ela foi a vários shows da banda e, em um deles, usou um all star tão surrado que acabou furando durante a apresentação. Ela acaba de perceber que a marca Coca-Cola sempre esteve presente em sua vida, desde a infância e tinha uma regra no almoço que só podia tomar quando acabasse toda comida que estivesse no prato, e ela só bebia o refrigerante em garrafa de vidro (da época) que hoje ela acha que tem um sabor mais gostoso do que as outras. Seu biscoito preferido era o de chocolate da mabel, hoje não tem mais, porém a marca ainda é presente na sua vida. </div><div><br></div><div>Hoje em dia, Rayana sente falta de sua cidade natal e de toda a comida deliciosa que comia por lá. Ela mantém o mesmo gosto pelas coisas que fazia quando era criança, mesmo que muitas delas nem existam mais. Ela sabe que suas memórias da infância e adolescência a ajudam a manter a conexão com suas raízes e com tudo o que ela mais ama, percebe que as marcas sempre fizeram parte de sua vida, influenciando suas escolhas e criando memórias que a acompanharam ao longo dos anos.</div><div>A vida é uma história repleta de marcas e experiências que nos moldam e nos fazem quem somos. E mesmo que não dê pra narrar todas elas, elas sempre estarão lá, nos lembrando de onde viemos e do que já vivemos.&nbsp;<br><br><br>PS: As fotos não tem ligação com as marcas citadas, mas enquanto escrevia foi o que utilizei pra acessar as memórias e perceber como elas sempre estiveram presente e querendo ou não fazem parte da história de vida e em alguma parte delas estão inseridas;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 01:04:53 UTC</pubDate>
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         <title>Renata Nava </title>
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         <description><![CDATA[<div>Desde criança sempre fui muito diferente comparado a grande maioria, desde as crianças da minha família, quanto as crianças da minha escola. Sempre gostei mais de ficar sozinha assistindo aos meus desenhos, aqueles do canal Futura e da TV Cultura, bate uma saudade só de lembrar a abertura do Castelo-Rá-Tim 🤬… Enquanto o resto das crianças brincavam na rua, como também, na escola ao invés de correr, pular e brincar, preferia sentar e conversar com as minhas amigas durante o intervalo. Para ser sincera, eu achava um pouco chato ver aquelas crianças gritando e correndo, coisas que eram normais para as crianças da minha idade, mas que eu não me identificava.&nbsp;</div><div>&nbsp;	Conforme fui crescendo e obtendo cada vez mais o meu estilo, descobri a música, que desde os meus 6 anos até hoje com meus 23, é a minha grande paixão. Lembro de uma das primeiras vezes em que assisti um clipe na Tv, que na época era no canal&nbsp; Mix, pois ainda não tínhamos tv a cabo lá em casa para ver a tão famosa MTV.&nbsp;<br>	Foi tão mágico, consigo sentir a minha alegria de ver aos clipes como se fosse hoje, chegando da escola e a primeira coisa a se fazer, era ligar a televisão… Não demorou muito pra eu saber que gostava de Rock, o som da guitarra e a presença das cores pretas na roupas me despertava algo bom, eu sentia que aquilo era feito pra mim. Descobri que nem todas as crianças precisavam gostar de xuxa, muito menos de tudo delicado e cor de rosa…&nbsp;<br>	A partir de então, eu fiquei viciada, passava horas em frente a tv cantando as músicas, principalmente as da Avril Lavigne, ela era minha cantora favorita. Eu fiquei tão encantada com ela, sentia alegria só de pensar nas músicas e nos clipes, que nos finais de semana pedia para meu pai me levar na Lan House e tudo que eu queria fazer, era pesquisar sobre ela, e claro, colocar no youtube todas as suas músicas.&nbsp; Quando cheguei perto dos meus 9 anos, eu já sabia que queria um All Star, eu precisa ter um igual aos que via nos clipes. Eu já pintava as minhas unhas de preto e passava lápis de olho, aquele bem preto da Avon. A minha mãe não comprava maquiagens pra mim, mas eu usava as dela emprestado né …&nbsp;<br>	Chegando um pouco mais pra adolescência, eu já tinha total certeza de que eu seria uma rockeira, ou melhor, emo. Queria usar tudo preto, meu pai me levava nessas lojas populares pra comprar roupa, como a Marisa e C&amp;A, eu já escolhia tudo no preto, era uma luta fazer eu escolher algo colorido. Me aprofundando mais em marcas com meu estilo, olhando os colegas da nova escola usando roupas legais, descobri a Vans e ai meu deus,&nbsp; rock e skate, isso tem tudo a ver comigo!&nbsp;<br>	Logo comecei a frequentar os shoppings, onde tinha centenas de lojas com vários itens que eu gostava, principalmente as lojas americanas, fala sério, eu já comprei centenas de cds lá, inclusive o meu primeiro foi do Linkin Park. E não posso deixar de falar, sobre ir no túnel do rock. Eu queria todos aqueles coturnos, camisas de bandas e já pensava quando iria colocar meu primeiro piercing …&nbsp;<br>	Tudo isso já estava fazendo parte da minha essência, o estilo musical, a forma em que eu queria me vestir e até mesmo o meu interesse por esportes, brincadeiras que não eram tão comuns para as garotas do meu tamanho.&nbsp;<br>&nbsp;Falando de tempos atuais, percebi que poderia encaixar tudo isso em quem sou hoje, mesmo na maneira de me vestir, nas tatuagens,&nbsp; como na minha profissão. Ser diferente, ser autêntico, é bem mais legal.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 02:30:16 UTC</pubDate>
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         <title>Alessandra Tavares</title>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Alessandra, nasci em 16/08/1999 em Campina grande do Sul - PR, desde os meus 9 anos&nbsp; ( 2009 ) eu gostava muito de brincar na rua com as outras crianças até tarde da noite,principalmente na quadra de esportes que ficava ao lado da casa do meu tio, ele sempre ia lá jogar bola com os amigos e um dia resolveu me chamar para assistir, desde então comecei a ir sempre, ele me ensinou tudo o que sei hoje sobre futebol, até me treinava para ser uma jogadora, me apaixonei pelo esporte, depois de alguns meses ele me deu uma chuteira da nike, aquilo ficou marcado pois eu não tinha condição, até hoje em dia eu consumo coisas dessa marca, pois me lembro desse momento e também porque sempre gostei de roupas mais esportivas e confortáveis.</div><div>Em 2011 eu assistia muitos desenhos, principalmente na hora do almoço antes de ir para escola, gostava muito de bob esponja e Naruto, quando eu assistia queria comer miojo, pois no desenho tem o famoso “Lamen”,além de querer usar camisetas, broches e tudo o que existia daquele desenho.&nbsp;</div><div>Já em 2013 por aí eu tive meu primeiro celular, era aqueles Pocket de toque na tela, ele vinha com uma caneta para tocar na tela, eu só queria ele por motivo de que era um dos primeiros celulares que dava para tocar na tela, consegui comprar com o dinheiro que ganhava ajudando minha tia na mercearia que ficava ao lado da minha casa, lá eu ganhava 200,00 por mês e na maioria das vezes eu gastava em doce, foi difícil guardar para comprar o celular, mas consegui.&nbsp;</div><div>2015 comecei a estudar em um colégio particular, consegui 100% de bolsa, foi uma das melhores coisas que me aconteceu. Ali que comecei a questionar mais sobre as coisas e por algum momento tive influência na música, gostava de Rock, então virei EMO, foi uma das minhas fases que tenho vergonha “risos” mas também que foi uma fase de muito conhecimento e aprendizado, comecei a consumir camisetas e pulseiras de bandas que gostava muito, nessa época estava acontecendo muita coisa ruim na minha família também, pessoas especiais para mim faleceram e várias outras coisas aconteceram, isso ficou na minha cabeça por muito tempo, então achei refúgio na música, o som que eu escutada não era um dos melhores, mas de alguma forma me acalmava.&nbsp;</div><div>Em 2017 foi um dos anos mais marcantes para mim, pois fui para o Rock in Rio ver Guns´n Roses,fiquei mais de 12 horas de pé sem comer e sem ir ao banheiro para ver eles de perto, foi surreal e valeu muito a pena, no mesmo ano terminei o ensino médio e logo comecei a trabalhar como vendedora em um shopping,era o auge dos meus 18 anos e eu queria comprar tudo o que podia, não gostava de passar vontade, comia do bom e do melhor sem se preocupar com contas, ia para festas e baladas. Comecei a comer muito em fastfood, pois meus intervalos eram curtos e eu não levava marmita, então o Mc Donalds virou meu melhor amigo nesse tempo que trabalhei em shopping.</div><div>2020 Pandemia estava no auge, empresas fechando e o mundo um caos, trabalhei por um tempo em casa, nesse tempo baixei o tiktok, fazia vídeos por puro entretenimento e hobbie até que comecei a ganhar dinheiro com isso, mas não durou muito tempo pois voltei a trabalhar presencialmente, mesmo com a loucura do COVID 19 eu ainda ia para o shopping vender online, que aumentou mais de 100%, pois os clientes não tinha acesso a loja física, nesse meio tempo eu gostava de ficar nas redes sociais da empresa em que eu trabalhava para divulgar as peças e vender, fui eleita a vendedora digital com mais vendas online da rede, então vi que eu me dava bem naquilo.</div><div>2021 ainda com a pandemia decidi fazer faculdade de publicidade e propaganda, simplesmente porque eu me identificava e muitas pessoas falavam que eu tinha cara de publicitária, pois sempre me destacava nos trabalhos criativos na época da escola escola, procurei a faculdade mais barata porque eu já morava sozinha, então tinha que pagar, procurei programas de bolsa e achei um que cabia no meu bolso,me matriculei e fiquei dois anos estudando nessa faculdade, eu nunca estava satisfeita com os conteúdos, pois parecia ser fácil demais.&nbsp;</div><div>Inicio de 2023, eu estava voltando da praia com um amigo, conversa vai, conversa vem, decidi que iria mudar de faculdade e iria voltar a morar com meus pais, e foi isso que fiz.</div><div>E hoje estou aqui, estudando na academia que sempre quis e trabalhando com o que eu gosto, fazendo estágio na área da publicidade e sendo feliz.&nbsp;</div><div>Hoje em dia reconheço que muitas coisas que consumo ou deixo de consumir tem haver com o que eu passei em algum momento da minha vida.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 02:37:20 UTC</pubDate>
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         <title>Fabiana Paolini</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div>No dia 28 de abril de 1995, nascia a pessoa que iria revolucionar uma família, transformar pessoas, causar conflitos e criar incessantemente. Com uma leve antecedência, nasci de 7 meses e meio e 1,700kg. Sinto pena de não poder recordar desde aquele momento, mas me recordo do meu primeiro presente: uma Barbie! Se a Mattel soubesse o quanto mudou a minha vida… E como uma mente criativa (desde sempre), eu montava meu mundo perfeito e resolvia tudo que eu não poderia resolver como uma criança de apenas 2 anos.&nbsp;</div><div>Tive uma infância tranquila, morei com meus avós maternos em uma cidade da região metropolitana (Quitandinha), e convivi muito com animais. Sempre fui extremamente apaixonada por cães e cavalos, e isso me traz na memória o pacote de ração Pedigree que sempre ficava no armário do corredor. A casa era antiga, tinha muitos cômodos e eu conseguia correr e brincar durante o dia todo. Mas quando eu digo “tinha”, na verdade quero dizer que “tem”, pois a casa ainda está no mesmo lugar, porém com novos moradores: meus cachorros!</div><div>Hoje são 19 cães adotados, amados e mimados. Gosto de sempre olhar minhas fotos, do tempo em que eram tiradas com uma máquina Kodak, e reveladas para serem colocadas nos porta retratos. É como voltar no tempo.</div><div>E com esse tempo passando, fui estudando, me formando como pessoa e descobrindo meus gostos. Meu pai tinha dado um rádio para a minha mãe, e eu adorava passar o tempo ouvindo música, mas principalmente, quando ela colocava na Ouro Verde FM bem baixinho, para a gente dormir juntas.&nbsp;</div><div>A vida era muito boa e as preocupações não existiam. Mas a adolescência trouxe uma leve rebeldia, o amor pelo rock n’ roll e uma nova versão de mim mesma. Com 20 anos descobri que tinha nascido com Síndrome de Borderline, onde comecei a fazer um tratamento intenso e me deparo desde então com as caixas de remédio na cabeceira da minha cama.&nbsp;</div><div>2023, após perder meu avô, minha avô e meu pai, continuo tirando forças de onde nem me cabe escrever, quem sabe nem pensar. Trabalho como Analista de Mídias Sociais, já fiz intercâmbio e morei em Portugal, já fiz viagens incríveis e conheci a tão sonhada Disney e hoje continuo sonhando e me reerguendo a cada dia mais. E que venha mais!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 02:59:22 UTC</pubDate>
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