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      <title>Meu padlet sofisticado by SILVIA CARLA MARTINASSO</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-09 11:36:49 UTC</pubDate>
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         <title>Sinopse (Prof. Sílvia) </title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 11:41:39 UTC</pubDate>
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         <title>Sinopse(Coraline e o mundo secreto) Gabrielly e Letícia </title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Entediada em sua nova casa, Caroline Jones (Dakota Fanning) um dia encontra uma porta secreta. Através dela tem acesso a uma outra versão de sua própria vida, a qual aparentemente é bem parecida com a que leva. A diferença é que neste outro lado tudo parece ser melhor, inclusive as pessoas com quem convive. Caroline se empolga com a descoberta, mas logo descobre que há algo de errado quando seus pais alternativos tentam aprisioná-la neste novo mundo.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Resenha:</strong></p><p><strong>Não há mais muito a dizer desse filme, porquê li criticas excelentes aqui. Um filme muito divertido, direção de arte muito fofa, na primeira vez que assisti esse filme tinha 10 ou 11 anos e fiquei muito assustado, até porquê estava acreditando mesmo que o filme todo seria como o começo aparentava ser, tudo fofo e só "viagens" ao "maravilhoso" mundo, porém o que eu vi na época foi algo muito macabro, e o engraçado que mesmo 6 anos depois do lançamento, esse filme consegue me botar um certo medo... O medo que eu tinha de infância de nunca mais ver meus pais, foi algo muito bem retratado neste filme. É um filme bem gostoso de se assistir, ele te envolve ainda mais se for assistido com tecnologia 3D(Que é um dos melhores filmes nesse formato que já assisti), a trilha sonora é bem formidável, suave e sombria muito bom de se ouvir e te transporta a este mundo fantástico. Melhor filme em Stop-motion que já assisti, até hoje sonho com uma continuação deste filme.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 11:42:36 UTC</pubDate>
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         <title>Cidade de Deus - Stefane e Nubia</title>
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         <description><![CDATA[<p>Sinopse: Buscapé é um jovem pobre, negro e sensível, que cresce em um universo de muita violência. Ele vive na Cidade de Deus, favela carioca conhecida por ser um dos locais mais violentos do Rio. Amedrontado com a possibilidade de se tornar um bandido, Buscapé é salvo de seu destino por causa de seu talento como fotógrafo, o qual permite que siga carreira na profissão. É por meio de seu olhar atrás da câmera que ele analisa o dia a dia da favela em que vive, onde a violência aparenta ser infinita.</p><p><br/></p><p>Resenha: <strong>Algumas listas de filmes estrangeiros colocam Cidade de Deus como um dos grandes filmes das últimas décadas. Todas as críticas e o relativo sucesso internacional o credenciam como o maior filme brasileiro de todos os tempos. E tudo isso é justificável. Uma obra-prima, uma história contada como poucas. Lembra muito, inclusive, da série The Wire, incrivelmente aclamada pela crítica americana, pela proximidade com a realidade. Os personagens são marcantes e únicos. Quando terminar de ver vai querer assistir de novo, vai querer comentar sobre o filme, vai querer elogiar. Volto ao inicio: é o maior filme brasileiro de todos os tempos.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 11:42:36 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha (prof Sílvia) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Em 13 de outubro de 1972, um avião fretado, transportando jogadores uruguaios de rúgbi para uma partida no Chile, sofreu um acidente sobre o Vale de Las Lágrimas, na Cordilheira dos Andes. No primeiro impacto significativo, a aeronave foi partida ao meio, resultando na morte de 16 dos 45 passageiros – um número que aumentou nos dias seguintes. Ao longo dos anos, os relatos dos sobreviventes do caso, que ficou conhecido como Milagre dos Andes, foram explorados na literatura e no cinema, e estão de volta no impressionante e visceral <strong><em>A Sociedade da Neve</em></strong>, de <strong>J.A. Bayona</strong>(diretor de <em>O Impossível</em> e <em>Jurassic World: Reino Ameaçado</em>), que está disponível na <strong>Netflix</strong> e foi escolhido pela Espanha para representar o país no Oscar de 2024.<br><br>Com uma sensação de "sem tempo a perder", o filme evita prolongar muito a introdução dos personagens ou o pano de fundo dos acontecimentos. Com pouco mais de 10 minutos, <em>A Sociedade da Neve</em> já transporta o espectador para a sequência aterrorizante do acidente. O trabalho do diretor de fotografia <strong>Pedro Luque</strong> (<em>Besouro Azul</em>), aliado à montagem da dupla <strong>Jaume Marti</strong> (<em>Sete Minutos Depois da Meia-Noite</em>) e <strong>Andrés Gil</strong>(<em>Canção de Ninar</em>), contribui para criar esse momento intenso que retrata a queda da aeronave, onde corpos são esmagados, membros se quebram, e o desespero se reflete nas expressões daqueles que, com sorte – ou azar – testemunharam tudo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 11:43:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sinopse do filme Extraordinário</p><p>Auggie Pullman é um garoto que nasceu com uma deformidade facial e precisou passar por 27 cirurgias plásticas. Aos 10 anos, ele finalmente começa a frequentar uma escola regular, como qualquer outra criança, pela primeira vez. No quinto ano, ele precisa se esforçar para conseguir se encaixar em sua nova realidade.</p><p>Resenha do filme Extraordinário </p><p>O filme é daqueles que justifica a existência dos cinemas. Tocante e inspirador desde o início até os créditos finais, tem o dom de mexer conosco e nos furtar uma boa quantidade de lágrimas.</p><p>A história gira em torno de August Pulmann, um menino com deficiência facial que foi educado em casa até que os pais decidiram que era o momento de atirar o menino aos leões, na visão do pai, ou dar início às saudáveis relações sociais, na visão da mãe.</p><p>Observamos então o mundo e todas as suas dificuldades na visão de Auggie e dos demais protagonistas da história, cada um com seu lote de problemas e dificuldades diárias, assim como suas pequenas e merecidas vitórias, pelas quais devem ser aplaudidos de pé de quando em vez.</p><p>O convite à reflexão que o longa nos oferta é o debate sobre a personalidade humana, encarando temas como bullyng, relacionamento familiar, superação e relações humanas.</p><p>Nenhum dos “vilões” do filme é inteiramente mau, assim como os protagonistas não são inteiramente bons e iluminados – ao menos desta forma enxerguei, para contrabalancear os antagonistas. Cada pessoa é constituída de um grande lote de experiências e uma complexa moldagem de caráter em virtude de tudo que viu e viveu na vida, e como as experiências de todos não são idênticas, nos confundimos com a complexidade alheia, às vezes com a nossa própria complexidade.</p><p>Neste lindíssimo longa, digno de ser aplaudido de pé, com uma Julia Roberts (Isabel Pulmann) comovente, um Owen Wilson (Nate Pulmann) impecável, Jacob Trembley (Auggie Pulmann) e Izabela Vidovic (Via Pulmann) comoventes e ainda uma pontinha de Sonia Braga como mãe de Isabel e consequentemente avó de Auggie, encantadores debates são promovidos, sendo um bom filme para assistir em família.</p><p>Aluna Mirelle</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 11:45:04 UTC</pubDate>
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         <title>O Auto da Compadecida - Leticia Morete</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sinopse: As aventuras de João Grilo e Chicó, dois nordestinos pobres que vivem de golpes para sobreviver. Eles estão sempre enganando o povo de um pequeno vilarejo, inclusive o temido cangaceiro Severino de Aracaju, que os persegue pela região.</p><p><br/></p><p>Resenha: Dirigido por Guel Arraes, o filme nacional “O Auto da Compadecida” foi lançado no ano de 2000. Baseado na peça teatral de Ariano Suassuna, de 1955, foi o filme nacional de 2000 com maior bilheteria – mais de dois milhões de bilhetes vendidos. O Auto se passa em Taperoá, no sertão de Paraíba, e narra a história dos amigos João Grilo (Matheus Natchergaele) e Chicó (Selton Mello). João Grilo – uma figura folclórica do Nordeste que aparece principalmente na literatura de cordel – é um homem esperto, mentiroso e estrategista, que apesar de ser sempre, em um primeiro momento, desprezado pelos outros personagens devido a sua classe social, cria cenários em que ele é a peça central para o alcance de algo de interesse para aqueles com os quais ele dialoga, de forma que ele passa de desprezado a indispensável. Chicó é um homem covarde que com sua beleza atrai Dora (Denise Fraga), a esposa do dono da padaria onde Chicó e João Grilo trabalham, e Rosinha (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Virginia_Cavendish">Virginia Cavendish</a>) filha do rico major Antônio Morais (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Goulart">Paulo Goulart</a>), fato que desperta o interesse de João Grilo devido a riqueza da família de Rosinha, de forma que passa a criar planos para que o major aceite o casamento de Chicó com Rosinha. Além disso, participam do filme Rogério Cardoso, representando o Padre João, e Lima Duarte, representando o bispo da igreja, ambos clérigos corruptíveis, que se deixam levar pelos subornos de João Grilo. Marco Nanini faz o papel do cangaceiro Severino de Aracaju, que após matar o Padre João. o Bispo, a Dora e Eurico, é convencido após uma encenação de João Grilo, de que existe uma gaita mágica capaz de ressuscitar os mortos, de forma que Severino pede para que um de seus capangas, o Cangaceiro “Cabra” (Enrique Diaz) lhe dar um tiro para que ele pudesse se encontrar com seu <strong>Padrinho Padre</strong> Cícero e ser abençoado. Como era tudo um plano de João Grilo, o Cangaceiro “Cabra” o mata. No Céu, João Grilo se encontra com o diabo (Luís Melo), e Jesus Cristo (Maurício Gonçalves), que é um homem negro. Durante seu julgamento e dos outros que foram mortos por Severino e ele também, Nossa Senhora (Fernanda Montenegro) aparece e advoga em defesa de todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 11:46:15 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriela filme guerra do amanhã </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sinopse: colapso quando um grupo de viajantes do tempo chega do ano 2051 para entregar uma mensagem urgente: Trinta anos no futuro, a humanidade está perdendo uma guerra global contra uma espécie alienígena mortal. A única esperança de sobrevivência é que os soldados e civis do presente sejam transportados para o futuro e se juntem à luta. Entre os recrutados está o professor de ensino médio e pai de família Dan Forester (Chris Pratt). Determinado a salvar o mundo para sua filha, Dan se junta a cientista Muri (Yvonne Strahovski) e a seu pai James (J.K. Simmons) em uma busca desesperada para reescrever o destino do planeta.</p><p><br/></p><p>Resenha:O filme é bom e consegue te prender do começo ao fim mesmo sendo bem longo, o roteiro é interessante, as criaturas são realmente assustadoras mas há um problema que me incomodou parece que alguém interferiu no roteiro, como em um filme da dc, no meio de uma cena de medo tem uma piada bem ruim e sem muito nexo. Mas achei a ideia interessante, os efeitos visuais bons e no final vale a experiência.</p><p>10</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 11:49:58 UTC</pubDate>
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         <title>Talita </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><em>SERIE: LÁ CASA DE PAPEL BERLIM</em></p><p><br/></p><p>SINOPSE: Antes de se tornar um dos principais assaltantes da Casa da Moeda da Espanha, Berlim teve uma trajetória árdua. Na história do spin-off, <strong>o ladrão planeja um roubo de joias, que equivalem a 44 milhões de euros</strong>. Para colocar seu plano na prática, Berlim se reúne com um grupo de bandidos em Paris.</p><p><br/></p><p>RESENHA: O romance sempre foi um elemento importante em<strong><em>&nbsp;La Casa de Papel</em></strong>. Ora como efeito colateral em um&nbsp;<em>atraco</em>, ora como ponto de partida para um novo esquema, desde a primeira temporada o amor dividiu os holofotes com os planos elaborados e com o jogo de gato e rato com a polícia. Não a ponto de suplantar a adrenalina das idas e vindas do roubo, mas como um lembrete recorrente de que mesmo os ladrões mais cerebrais eram humanos e, portanto, capazes de colocar a fortuna em risco com uma atitude passional. Logo, não é surpreendente que o desejo e a paixão voltem a operar como um ingrediente relevante em&nbsp;<strong><em>Berlim</em></strong>&nbsp;— até porque o romantismo canalha é um dos principais traços do personagem de&nbsp;<strong>Pedro Alonso</strong>. No entanto, o que salta aos olhos é notar como, no derivado, o DNA de&nbsp;<em>La Casa de Papel</em>&nbsp;se acomoda na comédia romântica. Acredite: aqui, a ambição é menos financeira, e mais amorosa.</p><p>Isso não quer dizer que este Berlim seja menos ganancioso ou, pior, que fique com a consciência pesada por quaisquer atrocidades cometidas. A ousadia e a vilania do agora protagonista ainda estão ali, em evidência, embora esta seja uma história anterior a&nbsp;<em>La Casa de Papel&nbsp;</em>— aliás, anterior a qualquer sinal do seu adoecimento. A questão é que, embora o derivado parta da ambição de roubar joias valiosas em Paris, essa premissa serve apenas como pretexto para que a série reúna um grupo de ladrões habilidosos, sim, mas que, como Berlim, estão cheios de amor para dar.</p><p><strong>Berlim assume de vez seu romantismo canalha no derivado de La Casa de Papel</strong>Agora como protagonista, ladrão põe até seu esquema mirabolante em segundo plano  romance sempre foi um elemento importante em<strong><em>&nbsp;La Casa de Papel</em></strong>. Ora como efeito colateral em um&nbsp;<em>atraco</em>, ora como ponto de partida para um novo esquema, desde a primeira temporada o amor dividiu os holofotes com os planos elaborados e com o jogo de gato e rato com a polícia. Não a ponto de suplantar a adrenalina das idas e vindas do roubo, mas como um lembrete recorrente de que mesmo os ladrões mais cerebrais eram humanos e, portanto, capazes de colocar a fortuna em risco com uma atitude passional. Logo, não é surpreendente que o desejo e a paixão voltem a operar como um ingrediente relevante em&nbsp;<strong><em>Berlim</em></strong>&nbsp;— até porque o romantismo canalha é um dos principais traços do personagem de&nbsp;<strong>Pedro Alonso</strong>. No entanto, o que salta aos olhos é notar como, no derivado, o DNA de&nbsp;<em>La Casa de Papel</em>&nbsp;se acomoda na comédia romântica. Acredite: aqui, a ambição é menos financeira, e mais amorosa.Isso não quer dizer que este Berlim seja menos ganancioso ou, pior, que fique com a consciência pesada por quaisquer atrocidades cometidas. A ousadia e a vilania do agora protagonista ainda estão ali, em evidência, embora esta seja uma história anterior a&nbsp;<em>La Casa de Papel&nbsp;</em>— aliás, anterior a qualquer sinal do seu adoecimento. A questão é que, embora o derivado parta da ambição de roubar joias valiosas em Paris, essa premissa serve apenas como pretexto para que a série 9reúna um grupo de ladrões habilidosos, sim, mas que, como Berlim, estão cheios de amor para dar.Tome Roi (<strong>Julio Peña Fernández</strong>) como exemplo, um assaltante leal e experiente, capaz de abrir qualquer fechadura. Sua confiança é ameaçada no segundo que recebe a missão de ficar de olho na misteriosa novata Cameron (<strong>Begoña Vargas</strong>), com quem não pode sequer cogitar se envolver romanticamente, segundo as instruções do Berlim. Ou, então, pegue a engenheira Keila (<strong>Michelle Jenner</strong>), uma verdadeira gênia que vê seu raciocínio, antes tão afiado, ser bagunçado pelo faz-tudo musculoso Bruce (<strong>Joel Sánchez</strong>). A única exceção aparente no bando é o professor universitário Damián (<strong>Tristán Ulloa</strong>) que, casado há muitos anos, não é capaz de enxergar uma vida para si mesmo que não seja ao lado da sua esposa. Quer dizer, até que ele precisa.<em>Berlim&nbsp;</em>propõe, assim, uma inversão na dinâmica da produção original; uma maneira segura de introduzir alguma novidade à franquia, mas que está posta logo na largada — o plano da vez surge mais como uma distração após o terceiro divórcio de Berlim do que propriamente uma busca por enriquecimento. Por isso, é coerente que tão logo encontre uma mulher atraente e interessante, o líder do esquema não pense duas vezes e se disponha a colocar seus aliados em perigo para viver sua nova paixão. Da mesma forma, não é difícil justificar o uso de tropos clássicos das<em>&nbsp;rom-coms</em>, mesmo quando o protagonista tenta fabricá-los. Quando se estabelece que, mais do que a prisão, o grande risco que todos correm é o da rejeição, todas as peças do tabuleiro, as novas e as antigas, se encaixam sem muito esforço, e&nbsp;<em>Berlim&nbsp;</em>se mostra uma produção que se sustenta em si mesma.Nesse sentido, mesmo que Alicia Sierra (<strong>Najwa Nimri</strong>) e Raquel Murillo (<strong>Itziar Ituño</strong>), a Lisboa, reapareçam, elas não são muletas para prender a atenção do fã. Seu papel narrativo é criar obstáculos para os ladrões e, consequentemente, reintroduzir o roubo à equação — uma espécie de garantia de que ainda se trata de uma história de&nbsp;<em>La Casa de Papel</em>, digamos. Com essa estratégia, que privilegia as reviravoltas,&nbsp;<em>Berlim&nbsp;</em>conserva ainda o desenrolar novelesco da trama — para o bem e para o mal. No entanto, vale dizer que ter apenas oito episódios a torna mais bem resolvida que sua antecessora: há enrolação, mas menos.Essa objetividade é reflexo da decisão de colocar o esquema em segundo plano, já que ela permite que&nbsp;<em>Berlim&nbsp;</em>não perca de vista o desenvolvimento dos seus personagens — ou, em alguns casos, do relacionamento entre eles. Assim, o pé mais no humor se prova preciso para retratar os cabos de guerra internos de Keila e Bruce: a confusão é divertida, sobretudo porque entender a origem dessa atração enquanto ela ocorre é uma tortura sensual para ambos. Já no caso de Damián, descobrir-se alguém fora do seu relacionamento se torna uma aventura ao mesmo tempo dramática — às vezes, até demais — e efervescente.</p><p>Embora os novatos sejam importantes para que amores e&nbsp;<em>atracos&nbsp;</em>sejam envolventes,&nbsp;<em>Berlim&nbsp;</em>não teria razão de ser se seu protagonista não estivesse também suscetível à leveza e às dores das comédias românticas. Esse é&nbsp;<em>o</em>&nbsp;ingrediente que os criadores<strong>&nbsp;Esther Martínez Lobato&nbsp;</strong>e&nbsp;<strong>Álex Pina&nbsp;</strong>não poderiam perder a mão, e contar com o sempre carismático Pedro Alonso faz toda a diferença. Mais uma vez, seu charme transborda em tela, a ponto de compensar alguns dos momentos mais baixos do derivado, sobretudo no miolo da série, quando o arco do seu personagem se torna o menos interessante. Porque não adianta: há um preço a se pagar quando se coloca um gênio do crime para negar a lógica em nome do amor&nbsp;<em>tantas</em>&nbsp;<em>vezes</em>. Agora, o prejuízo poderia ser maior ou menor, a depender da graça do seu protagonista. Nesse caso, depois de cinco temporadas de&nbsp;<em>La Casa de Papel</em>, a aposta foi espertamente precificada. Afinal, às vezes nada é mais irresistível que um canalha romântico no auge do seu atrevimento — e Alonso demonstrou de novo que sabe muito bem como ser esse cara.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 11:52:17 UTC</pubDate>
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         <title>DNA do crime - Maria Luisa Ribeiro e Maria Izabel </title>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>“DNA do Crime” é triunfo do Brasil no universo das séries policiais</p><p>Argentina, Equador, República Dominicana, Jamaica e até a Venezuela estão entre os 21 países onde o seriado DNA do Crime ficou em primeiro lugar no ranking de mais assistidos da Netflix no mês de novembro. A produção brasileira, lançada no começo de novembro, já computa mais de 50 milhões de horas assistidas na plataforma e entrega ao nosso país um triunfo que pode até ser comparado ao de Narcos. Mas o que está gerando todo esse sucesso?</p><p>O roteiro acompanha Benício e Suellen, dois policiais interpretados por Rômulo Braga e Maeve Jinkings. Eles trabalham em casos federais e estão sediados em Foz do Iguaçu, onde vivem uma caçada intensa a uma quadrilha que assalta bancos na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. É da relação da dupla que muitos elementos interessantes do seriado surgem. Enquanto Benício deseja desmantelar a gangue para vingar a morte de seu antigo parceiro, Suellen acaba de voltar da licença-maternidade e sente que precisa provar seu valor dentro da Polícia Federal.</p><p>A relação nessa parceria improvável entre os dois policiais lembra muito a de produções americanas, com falas clichês sobre seguir regras e criticar instituições, mas nada que estrague a imersão – na verdade, isso ajuda o drama a funcionar bem em outros países. Mas problemas tipicamente brasileiros os trazem de volta para a realidade de quem vive no país.</p><p>No primeiro episódio, o espectador entende que está de frente com uma grande produção. Há cenas de perseguição, tiroteio e acidentes mirabolantes de carro que parecem saídos diretamente de alguma série americana, mas rodada em estradas brasileiras e com bloqueios feitos pela Polícia Rodoviária Federal. A caracterização dos bandidos também é bastante convincente para quem já foi vítima da onipresente criminalidade brasileira. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 11:53:16 UTC</pubDate>
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         <title>Através da minha janela (Pedro e Nicolly)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sinopse: Raquel é apaixonada pelo seu vizinho, Ares, um rapaz frio que vive em um mundo completamente diferente do seu. No entanto, o acaso acaba unindo os dois, que se veem envolvidos em uma trama de desejo e amor.</p><p><br/></p><p>Resenha: Raquel leva uma vida simples com sua mãe e nunca teve problema algum em socializar com as pessoas da região, a não ser com os endinheirados e distantes Hidalgo. Sofia e Juan, aparentemente obcecados por mitologia grega, tem três filhos chamados Ártemis, Ares e Apolo. E se Raquel falou com qualquer um deles mais que duas vezes na vida, foi muito.</p><p>Mas nada disso impediu Raquel de desenvolver um amor platônico por Ares, um garoto tão lindo quanto seu homônimo divino. Ares sequer estuda na mesma escola que Raquel e tudo o que ela sabe sobre ele é o que observa através da janela de seu quarto. Por mais que seja obcecada por Ares, Raquel nunca teve motivos para conversar com ele… Até agora!</p><p>Raquel descobre que Ares vem usando sua conexão de wi-fi sem sua permissão. Como ele descobriu a sua senha bastante comprometedora, ela não faz ideia, mas está disposta a confrontá-lo. E é assim que tudo muda… Ares não só nota Raquel como decide desafiá-la. E rapidamente os dois se envolvem em um jogo de sedução. E se Raquel quiser conquistar de vez o coração de Ares, terá que lançar mão de todos os seus feitiços.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 11:54:54 UTC</pubDate>
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         <title>Mayara Rhadassa e Ana Clara </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>filme o som da liberdade </p><p>Sinopse</p><p>Um ex-agente federal embarca em uma perigosa missão para salvar uma menina dos cruéis traficantes de crianças. Com o tempo se esgotando, ele viaja pelas profundezas da selva colombiana, colocando sua vida em risco para libertá-la.</p><p>Resenha </p><p>Um drama que é ousado e surge com o principio de extrapolar as telonas, transmitindo uma mensagem de grande relevância ao “mundo real”. Tráfico sexual de crianças e pedofilia são os tópicos centrais de Som da Liberdade (Sound of Freedom, do original). Produção que busca não apenas contar a história de um herói americano salvando jovens desta realidade, mas também alertar que a circunstância perdura até os dias de hoje e a sociedade precisa seguir combatendo continuamente.</p><p>O enredo, baseado em uma história real, nos coloca na perspectiva de Tim Ballard – interpretado por Jim Caviezel, um militar norte-americano especialista em crimes de tráfico de crianças. Tim se solidariza com um caso peculiar e decide ultrapassar os limites, viajando até a selva colombiana para libertar uma vítima de um bando local de criminosos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 11:55:43 UTC</pubDate>
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         <title>Station 19 ( Heloisa e Maria luiza)</title>
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         <description><![CDATA[<p>https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Station_19</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-09 11:59:31 UTC</pubDate>
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         <title>Mileny </title>
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         <pubDate>2024-02-09 12:07:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2024-02-09 12:08:20 UTC</pubDate>
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         <title>Menu - Maria Julia</title>
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         <description><![CDATA[<p>Sinopse: Um jovem casal visita um restaurante exclusivo em uma ilha remota onde o aclamado chef prepara um delicioso menu e algumas surpresas chocantes.</p><p>Resenha: "Menu" é um filme que mergulha nas complexidades da relação entre comida, cultura e identidade. A história segue a trajetória de um chef renomado que decide voltar para sua cidade natal e abrir um restaurante que celebra a culinária local. A narrativa é habilmente construída, explorando não apenas a arte da culinária, mas também os laços familiares, tradições e a paixão pela comida. Os aspectos visuais do filme são deslumbrantes, com cenas que destacam a beleza e a importância simbólica dos pratos preparados. "Menu" é uma experiência cinematográfica envolvente que cativa os espectadores com sua abordagem sensível e emocionante sobre o papel da comida em nossas vidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-16 11:01:42 UTC</pubDate>
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