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      <title>CLIL NA PRÁTICA - WEEK 2 by Kenia Santos</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Instruções</title>
         <author>keniacs</author>
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         <description><![CDATA[<p>Suba aqui as suas anotações (perguntas, desenhos, ideias, conexões, etc) da atividade colaborativa proposta em sala (individuais ou em grupo). Não se esqueça de identificar as anotações com seu nome ou o nome dos integrantes de seu grupo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>keniacs</author>
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         <description><![CDATA[<p>Conversamos sobre como quase qualquer outra disciplina pode ser integrada ao planejamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo Gustavo Alvares</title>
         <author>keniacs</author>
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         <description><![CDATA[<p>Questão afetiva dos alunos com as cidades; falar sobre porque gosto daquele lugar (é aqui que eu amooooo, é aqui que eu quero fica); Gosto do lugar x porque vou lá com minha vó; conteúdo teria que falar sobre o que tem na cidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo Márcio Pantoja</title>
         <author>keniacs</author>
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         <description><![CDATA[<p>O que mais gosto na cidade ou no bairro, o que você apresentaria, abrir Google Maps, conhecer as redondezas da escola, pontos turísticos populares (padaria do Sr. Zé com brigadeiro delicioso) entrevistas com membros da família, a cidade hoje e no passado, folders e desenhos da cidade com a história, comum também saber a genealogia das famílias e porque elas vivem naquela região.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo Sílvia</title>
         <author>keniacs</author>
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         <description><![CDATA[<p>Problematização dos espaços, housing issues, urbanização, o que seria morar nesses espaços?</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo Tamiris</title>
         <author>keniacs</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pre, While e Post da aula; não conseguiram aprofundar mas pensaram num lead-in sobre uma cidade diferente no mundo para aguçar a curiosidade; andar pelo quarteirão com os alunos, entender o que eles gostam e traçar um paralelo entre passado e presente.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Instruções</title>
         <author>keniacs</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3191408256</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Bússola</em></strong></p><p><em>Com base nos textos, vídeos, e na aula síncrona da semana 2:</em></p><p><em>1. L = Leste (L ou E): O que foi mais </em><strong><em>L</em></strong><em>egal ou </em><strong><em>E</em></strong><em>xcitante essa semana?&nbsp;</em></p><p><em>2. O = Oeste: O que você encontra como </em><strong><em>O</em></strong><em>bstáculo ou preocupação sobre as ideias discutidas essa semana?&nbsp;</em></p><p><em>3. N = Norte: O que mais é </em><strong><em>N</em></strong><em>ecessário saber ou descobrir sobre as ideias discutidas essa semana? Que informações adicionais ajudariam você a compreender melhor o tópico?</em></p><p><em>4. S = Sul: Qual é a sua posição ou opinião atual sobre as ideias apresentadas?&nbsp;</em></p><p><br/></p><p>Em seguida, leia as contribuições dos colegas e escolha uma delas para comentar. Escolha uma postagem que ainda não tenha sido comentada.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Instruções</title>
         <author>keniacs</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3191408259</link>
         <description><![CDATA[<p>Responda a seguinte pergunta:</p><p><br></p><p>Quais questões você leva com você em relação ao conhecimento compartilhado durante a aula da semana, seja pela professora, pelas atividades práticas ou pelos comentários dos seus colegas?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Instruções</title>
         <author>keniacs</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3191408261</link>
         <description><![CDATA[<p>Este é um espaço para compartilhar imagens do material em uso no seu contexto, planos de aula, atividades desenvolvidas, e outros materiais que possam ser discutidos pelo grupo. </p><p><br></p><p>Deixe uma breve referência e explicação do que está subindo aqui. Você também pode deixar perguntas que gostaria de ver respondidas por mim e pelos colegas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Instruções</title>
         <author>keniacs</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3191408262</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Siga os procedimentos descritos abaixo:</p></li></ul><ul><li><p>1) Conecte todas as habilidades possíveis da BNCC ao mapa em conexão com os conceitos e generalizações adicionados previamente.</p></li><li><p>2) Defina os resultados de aprendizagem que você espera que os alunos alcancem em relação às habilidades mapeadas.</p></li><li><p>Você deve continuar o desenho da teia como mostrado em sala de aula (exemplo acessável via este link <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mm.tt/app/map/3492512667?t=EYGDNi2pVB">https://mm.tt/app/map/3492512667?t=EYGDNi2pVB</a>)</p></li><li><p>3) Suba no ambiente virtual da UFMG uma nova foto <strong>nítida</strong>, imagem escaneada ou link para o mapa.&nbsp;</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Instruções</title>
         <author>keniacs</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3191408263</link>
         <description><![CDATA[<p>As leituras semanais são essenciais para enriquecer nossa discussão e aprofundar o entendimento dos conceitos abordados. Elas foram cuidadosamente selecionadas para fornecer um repertório que permitirá a todos uma participação mais fundamentada e produtiva nas atividades e debates do curso. A dedicação a essas leituras fortalecerá seu aprendizado, apoiando a análise e a aplicação prática dos temas explorados.</p><p><br></p><p>Realizado o estudo das fontes sugeridas, responda às seguintes perguntas:</p><p>Anotações de Fibonacci</p><ul><li><p>1 coisa que achei importante (e por quê)</p></li><li><p>1 coisa que achei interessante (e por quê)</p></li><li><p>2 coisas que achei surpreendentes (e por quê)</p></li><li><p>3 perguntas que tenho sobre o que li</p></li><li><p>5 maneiras pelas quais este texto convida à reflexão sobre meu contexto</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Instruções</title>
         <author>keniacs</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3191408276</link>
         <description><![CDATA[<p>Se você avalia seu conhecimento da Abordagem CLIL como:</p><p><br></p><p><strong>Iniciante (Beginner)</strong>: <em>Não tenho familiaridade com a abordagem CLIL. Tenho um conhecimento básico sobre o que é CLIL, mas ainda não compreendo suas práticas ou princípios fundamentais.</em></p><p>Essa semana, recomenda-se a realização das seguintes tarefas adicionais mencionadas abaixo:</p><p> </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Instruções</title>
         <author>keniacs</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3191408282</link>
         <description><![CDATA[<p>Leia o planejamento de módulo abaixo e responda às seguintes perguntas:</p><ul><li><p>Leia o plano de aula e identifique onde os conceitos-chave estão sendo ensinados de forma explícita ou implícita.&nbsp;</p></li><li><p>Revise o plano e pergunte-se: as atividades e conteúdos apresentados promovem a exploração de conceitos e grandes compreensões? Aponte exemplos e registre onde sente a falta de oportunidades para uma compreensão conceitual mais rica.</p></li><li><p>Identifique uma área do plano onde a exploração de conceitos poderia ser mais robusta. Proponha uma modificação ou atividade adicional que incentive os alunos a questionar, generalizar ou aplicar os conceitos abordados.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Instruções</title>
         <author>keniacs</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3191408290</link>
         <description><![CDATA[<p>Links de interesse pertinentes ao conteúdo da semana 2.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Instruções</title>
         <author>keniacs</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3191408297</link>
         <description><![CDATA[<p>Descreva seu contexto de atuação com base nas perguntas abaixo. Acrescente outras informações que julgar necessárias para uma melhor compreensão deste contexto. Você pode gravar um áudio (podcast), registrar sua resposta em vídeo, ou texto mesmo. Se ficar mais à vontade, pode compartilhar diretamente comigo via e-mail: csantos.kenia@gmail.com</p><p><br></p><ul><li><p>Quais são as características principais dos seus alunos (idade, nível educacional, nível de inglês, perfil linguístico e cultural, necessidades específicas, número de horas de exposição à língua alvo por semana)?</p></li><li><p>Quais são suas características principais como docente? (idade, background educacional, experiência com a docência, experiência com integração de conteúdo e linguagem, nível de inglês, treinamento em CLIL, TKT CLIL, sentimentos, crenças, valores, e atitudes com relação à educação, com relação à educação bilíngue, e com relação ao ensino integrado de conteúdo e linguagem, com relação ao uso de L1 na sala de aula, planejamento de aula, número de aulas/turmaX/semana, etc.) </p></li><li><p>Em que tipo de instituição você trabalha (pública, privada, bilíngue, internacional, escola com programa bilíngue (carga horária estendida), escola de idiomas, etc.), tem auxiliar de sala, uma coordenação com experiência em integração de conteúdo e língua que lê, discute e sugere modificações no seu plano de aula, livros didáticos e outros recursos pedagógicos que suportam o ensino de conteúdo através da língua alvo - como isso influencia suas práticas?</p></li><li><p>Quais são os objetivos de aprendizagem mais importantes para seus alunos neste contexto?</p></li><li><p>Quais são as expectativas dos pais e da comunidade escolar em relação ao aprendizado de língua adicional e conteúdo?</p></li><li><p>Como são estruturadas as avaliações e como você mede o progresso dos alunos em ambas as áreas (conteúdo e linguagem)?</p></li><li><p>Que desafios específicos você enfrenta ao aplicar CLIL neste contexto e como tenta superá-los?</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 00:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Teaching for deeper learning</title>
         <author>keniacs</author>
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         <title>Revisiting content as curriculum</title>
         <author>keniacs</author>
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         <title>What features most obviously characterize CLIL?</title>
         <author>keniacs</author>
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         <title>What isn&#39;t CLIL</title>
         <author>keniacs</author>
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         <title>How can CLIL be built into school curriculum?</title>
         <author>keniacs</author>
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         <title>The Ancient Egypt</title>
         <author>keniacs</author>
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         <title></title>
         <author>yuri_amorim1</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3198666509</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>uma coisa que achei importante: o entendimento de que CLIL é conceptual sequencing. Diferentemente das aulas de língua - que focam em assuntos não correlacionados, CLIL precisa de uma sequência e um tempo maior apra ser explorado e bem discutido com os alunos. E acredito que essa é a dificuldade e o desafio de muitos professores, pelo o que eu tenho visto e acompanhado, muito pensam que precisam sempre estar acompanhando o que o professor regente faz com os alunos ou precisam cobrir a sequencia do conteúdo do livro. Ao invés de escolher um tema central e explorar mais tendo como contrapartida o conhecimento adquirido pelos alunos na língua materna e a tranquilidade de experimentar mais em sala com eles. </p><p><br></p></li><li><p>uma coisa que achei interessante - a similaridade de poder explorar  CLIL tendo como base os proincipios do PBL / enquiry / essential questions. Para mim faz total sentido essa correlação pois irá proporcionar um aprendizadoe  discussões mais profundas entre os alunos. Eles terão um maior tempo para analisar, vivênciar e produzir algo mais significativo. </p></li><li><p>duas coisas que achei  surpreendentes:  não que seja surpreendende para mim, mas acredito que seja para muitos professores, é a idéia de que a lpingua dever ser utilizada como veiculo e não ser o foco principal. </p><p>Além disso, a importância de motivar e possibilitar momento para que os alunos trabalhem em dupla, tirando o foco do professor e o modelo tradicional de T-S. Esses dois fatores são imprescindíveis para que as aulas de CLIL consigar trabalhar o C de comunicação de maneira um pouco mais natural e sem a pressão de ser linguísticamente precisa.</p></li><li><p>três perguntas... 1 - os professores conseguem entender e/estão preparados para ter essa flexibilidade do trabalho com a língua e não ficarem tão presos e preocupados com a formalidade em momentos (quase todos) de exponenciar a comunicação? 2 - as escolas conseguem entender que oferecer uma educação bilíngue ou similar é proporcionar um currículo "vivo" que será construído a mutável ano após ano? 3 - Como fazer com que os professores se apropriem da idéia de trabalhar com "essential questions" e fazer com que os alunos descubram seu caminho?</p></li><li><p>5 maneiras pelas quais este texto convida à reflexão sobre meu contexto:  1 - o currículo da educação bilingue ou da abordagem CLIL não é  uma matéria estática e definida, pode ter diferentes vertentes e explorar de acordo com a identidade de cada ano ou turma; 2 - não há necessidade de haver um diálogo com todos os temas abordados pelas regentes (por exemplo) é preferivél escolhar big themes e explorá-los de maneira qualitativa (deep learning; 3 - professores precisam adaptar e avançar na idéia de que projetos são algo pré-definidos por eles, eles ganham forma a partir da evolução e desenvolvimentos dos alunos ao longo do processo; 4 - há diferentes maneiras de trabalhar content em CLIL, o professor precisa escolher o mais apropriado de acordo com a realidade dele e do ano; 5 - A idéia de language em CLILvai muito além de proficiência, o foco principal é usá-la como instrumento de comunicação e reflexão - o professor irá auxiliar (scaffolding) com a language necessária a partir do que os alunos produzem ou precisarão produzir</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-02 20:16:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Check-in 2 | Tamiris</title>
         <author>tamirisneves13</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3198798929</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1- </strong>Extremamente <strong>importante </strong>a parte do texto “Beyond CLIL” que explica que fazer com que o conteúdo se torne mais acessível para alcançar os alunos de todos os níveis, pode causar danos ao aprendizado da turma como um todo. No mesmo sentido, o autor cita a técnica de scaffolding como um ponto de partida essencial para que os estudantes possam estar aptos ao aprendizado por meio de conhecimentos conceituais e específicos para o tema da aula. Creio que tal técnica seja importante pois no momento trabalho em um ambiente privilegiado, no qual os alunos são divididos de maneira multiseriada e por níveis linguísticos, mas quando não estou inserida nesse contexto, sinto ainda mais a necessidade dos momentos de pre-teaching e scaffolding, para que os alunos possam de fato absorver mais profundamente o que é trabalhado em aula.</p><p><strong>2</strong>- Entender que o conceito de CLIL trabalha com a necessidade de ensinar e preparar os alunos não apenas para as próximas salas de aula de suas vidas, mas também para os inúmeros contextos de mundo real que irão encarar durante sua vida e que demandam uma visão mais ampla, é imensamente <strong>interessante </strong>para mim, como aluna e educadora, pois ao observar os 4Cs a partir da “bigger picture”, educadores que são focados em ensino de linguagem - assim como eu - podem preparar suas aulas observando áreas que poderiam ficar esquecidas e subjugadas em meio ao foco nas estruturas linguísticas, que por sua vez são necessárias, mas que devem ser parte componente de um mosaico maior.</p><p><strong>3</strong>- Quanto às informações <strong>surpreendentes</strong>, no texto “Putting CLIL into practice”, logo nos primeiros parágrafos nos é apresentada a linearidade do ensino dentro do CLIL e a falta de linearidade conceitual no ensino de um idioma, exemplificando a mudança brusca de temas ao longo de unidades relativamente curtas. Já o segundo fato que me surpreendeu, foi o efeito dominó da sequência conceitual utilizada no CLIL e que torna a questão da linearidade mais evidente e clara em sua abordagem, fazendo com que a o assunto ou temas escolhidos sejam trabalhados de maneira mais profunda e com desdobramentos complexos.</p><p><strong>4- 3 perguntas que tenho sobre o que li:</strong></p><p><strong>1-</strong> Como fazer com que uma aula de idioma em escola bilíngue - que tem cronogramas mais justos a seguir e conteúdos específicos que são cobrados em provas - se torne mais condizente com a abordagem CLIL?</p><p><strong>2-</strong> É possível ser um docente ter como base o SOFT CLIL e ainda assim trabalhar o conceito de maneira coesa e efetiva? (ainda pensando sobre a fala do especialista citado pela professora Kenia, que afirma que o dito Soft Clil é uma estratégia de marketing editorial).</p><p><strong>3</strong>- “Task as priority, language as vehicle”, no texto “Putting CLIL into practice” a língua é citada como veículo que surge naturalmente ao longo da tarefa, que é a prioridade no ensino. Como nós, language teachers, podemos deixar alguns deslizes cometidos por nossos alunos - gramaticais, por exemplo - de lado, para focar na realização completa da tarefa sem que a qualidade do conteúdo criado por esses estudantes seja prejudicada?&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>5- 5 maneiras pelas quais este texto convida à reflexão sobre meu contexto</strong></p><p><strong>1 </strong>- O texto me convida a refletir sobre como posso ser uma docente de EFL sem deixar de lado a essência do CLIL em minhas aulas de Língua Inglesa;</p><p><strong>2 </strong>- Em minha experiência como professora especialista (comunicação social), sempre deixei o lado da linguagem falar mais alto e interferir exatamente na relação task x language, reflito acerca do meu papel como comunicadora e docente e como ambos podem estar unidos em meu cotidiano escolar;</p><p><strong>3 </strong>- Lecionando em uma escola bilíngue e em uma escola de inglês ao mesmo tempo, penso em como posso tratar das duas realidades de maneiras distintas e ao mesmo tempo complementares, principalmente por conta da abordagem comunicativa e cultural que integra a escola de inglês na qual trabalho.</p><p><strong>4 </strong>- Buscar compreender os pontos fortes e fracos de minha atuação docente e acadêmica até agora - autoavaliação, feedback de alunos, pais, coordenação - e como posso fazer com que me auxiliem numa análise constante do que continuar fazendo e de quais pontos precisam ser melhorados ou modificados.</p><p><strong>5 </strong>- Por fim, muitas vezes sinto que um determinado assunto poderia ser trabalhado com mais profundidade, reflito sobre como estes “core concepts” podem ser atrelados a minha dinâmica escolar, penso em dividir tais reflexões com meus colegas de classe e também de trabalho com o intuito de compreender melhor o conceito de foco nas “big ideas” e como tal abordagem beneficia os estudantes a curto e longo prazo em um mundo moderno&nbsp; de instantaneidade e ideias superficiais no qual estamos fatidicamente inseridos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-03 04:41:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3198798929</guid>
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      <item>
         <title>Check-in 2</title>
         <author>michelesouza5</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3200775399</link>
         <description><![CDATA[<p>1 coisa que achei <strong>importante</strong> (e por quê)</p><p>Um fato importante dentro do texto “Revisiting content as curriculum matter” é o papel do professor CLIL na integração do currículo, conteúdo e aprendizado. O professor deve pensar na natureza desses pontos a fim de encontrar uma maneira de tornar o aprendizado acessível a todos, independente dos diversos níveis linguísticos dentro de uma sala de aula. Portanto, deverá fazer uso de atividades baseadas no conceito de “scaffolding”. O que acontece hoje é que esse é o maior desafio encontrado pelos professores e que deve ser a premissa maior dentro do aprendizado CLIL.</p><p>1 coisa que achei<strong> interessante </strong>(e por quê)</p><p>No texto “Focus on big ideas”, um dos conceitos abordados é a criação de um “Concept Word Wall” para que os alunos possam identificar os conceitos, temas ou processos que serão o foco do estudo dentro do design do currículo. Essa “wall” pode ser usada tanto para uma unidade de estudo ou para a disciplina a ser ministrada e deve ser colocada em um lugar de acesso para professores e alunos. Essa “parede” vai servir de referência para os alunos, sendo importante para a metacognição e para o professor serve de lembrete ao deixar as ideias principais visíveis durante o processo de ensino-aprendizado e ajudando na condução e organização das aulas. </p><p>2 coisas que achei <strong>surpreendentes</strong> (e por quê)</p><p>No texto “Putting CLIL into practice”, é dito que os alunos precisam se expressar a fim de se convencerem e convencerem seus professores de que estão aprendendo. Confesso que não havia pensado por esse viés e fiquei surpresa ao pensar nos contextos que observo nas minhas visitas às escolas e faz total sentido. Aqueles alunos que se sentem à vontade com o conteúdo tendem a ser mais participativos e aqueles que demonstram ter menos conhecimento adotam uma postura mais passiva, onde preferem ouvir e prestar atenção antes de produzirem a linguagem-alvo.</p><p>No mesmo texto, temos a questão do “content” dentro de um framework tridimensional, que envolve o conceito, procedimentos e linguagem. Então, dentro desse esquema, o professor deverá identificar como e o que será trabalhado para atingir seus objetivos de aprendizagem. Para tanto, o planejamento precisa contemplar as tarefas mais relevantes que vão fomentar o aprendizado desejado para aquela aula. Isso não chega a ser tão surpreendente, pois deveria ser aplicado pelo professor em todas as aulas, independente da disciplina. O que acontece hoje é que nem todos usam essa estratégia, pois precisam cobrir todo o conteúdo do livro didático e por isso optam por não adaptar as tarefas que estão no material. </p><p>3 <strong>perguntas</strong> que tenho sobre o que li</p><p>O texto “Putting CLIL into practice" traz a diferenciação entre “soft CLIL” e “hard CLIL”. De acordo com o texto, “hard CLIL” é o ensino do conteúdo oficial (real) enquanto o “soft CLIL” seria a importação do conteúdo temático real. Mas isso não seria o desdobramento natural do conteúdo (CONTENT) trabalhado em sala de aula? Essa diferenciação não seria desnecessária?</p><p>Quais são os principais desafios para adaptar o currículo tradicional dentro da proposta PBL no contexto CLIL? </p><p>Como podemos fomentar a interdisciplinaridade de maneira que ela seja significativa para o aluno dentro da abordagem CLIL? E como fazer o professor dos diferentes conteúdos curriculares ter um olhar mais “carinhoso” para essa nova perspectiva diante da falta de formação específica?</p><p>5 <strong>maneiras</strong> pelas quais este texto convida à <strong>reflexão</strong> sobre o meu contexto.</p><p>1 - Os textos me ajudaram a repensar alguns conceitos, trazendo uma maior compreensão sobre o ambiente CLIL e como ele pode ser melhorado através da ressignificação do papel do professor dentro dessa abordagem. </p><p>2 - A leitura dos textos também traz uma reflexão sobre os materiais didáticos que oferecem o CLIL. O que pude concluir é que esses livros tentam incorporar essa abordagem simplesmente fazendo uma “ponte” bem superficial entre a língua adicional e o conteúdo curricular. Acho que a proposta trazida por esses livros acaba tendo um viés muito mais mercadológico do que pedagógico.</p><p>3 - Na abordagem CLIL, temos como foco o conteúdo e a língua adicional serve como um meio pelo qual o professor irá lecionar. Portanto, o uso dessa abordagem deve priorizar o ensino desse conteúdo e não o desenvolvimento da proficiência do aluno. A proficiência deve ser vista como consequência e não como prioridade.</p><p>4 - CLIL não é algo engessado, é preciso discutir e adaptar estratégias, levando em consideração diferentes cenários em sala de aula. </p><p>5 - Mesmo não estando em sala de aula, sinto-me mais preparada para ajudar os professores a pensarem criticamente sobre as práticas deles em sala com o CLIL, principalmente quando eles se preocupam mais se os alunos estão produzindo linguagem ao invés de focar no ensino do conteúdo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-04 16:01:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3200775399</guid>
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         <title></title>
         <author>nasciju7474</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3201460942</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>No texto <strong><em>Teaching for Deeper Learning, </em></strong>achei importante os pontos abordados sobre as mudanças no ensino e no currículo. Quando tentamos cobrir muito conteúdo, o resultado pode ser um aprendizado muito superficial e sem engajamento. Às vezes me pego correndo com o conteúdo para conseguir encerrar o ano letivo cumprindo o planejamento e as metas estabelecidas pela escola, e me frustro, pois meu aluno absorveu muito pouco.</p></li><li><p>No texto, <strong><em>Beyond CLIL - Revisiting Content as Curriculum</em></strong>, achei interessante o papel do professor em um cenário de conteúdo não especificado, já que o professor decide na maioria das vezes em conjunto com os alunos o que será estudado. Isso traz mais flexibilidade e um maior envolvimento dos alunos.</p></li><li><p>A ideia do mural de conceitos para que haja foco nas grandes ideias me surpreendeu de maneira positiva, pois ajuda os alunos no desenvolvimento de uma compreensão mais profunda do conteúdo e torna os conceitos mais visíveis na sala de aula. Já pensei em adotar.</p></li></ol><p>       No texto, <strong><em>Putting CLIL into Practice</em></strong>,    me surpreendi com os apontamentos feitos sobre a comunicação em sala de aula, especialmente o modelo teacher-student, que funciona, mas limita as possibilidades de interação e comunicação dos alunos. Muitas vezes, nós professores, dominamos muito a comunicação em sala, o que não permite que o aluno participe mais ativamente das aulas. E a peer communication ou student-student faz com que os alunos se sintam mais à vontade para falar e se expor.</p><ol start="4"><li><p>Minhas três perguntas: 1. Quais seriam as estratégias mais adequadas para a implementação de uma aprendizagem com base em projetos? 2. Como garantir que o conteúdo de CLIL seja acessível para todos em salas de aula numerosas e com diferentes níveis? 3. Como trabalhar com as expectativas da família e da escola sobre CLIL e a realidade da prática em sala de aula?</p></li><li><p>CLIL não era uma realidade na escola onde leciono, mas a partir do ano que vem, será. Está sendo implementado um projeto bilíngue. Fico pensando se os meus alunos estão de fato preparados para essa mudança, se haverá engajamento, se vou conseguir tornar as aulas de CLIL interessantes e eficientes. Como avaliá-los, engajá-los, quais estratégias usar. Enfim, muitos questionamentos.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 01:26:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bloom&#39;s Taxonomy</title>
         <author>keniacs</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3202420873</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://uwaterloo.ca/centre-for-teaching-excellence/catalogs/tip-sheets/blooms-taxonomy" />
         <pubDate>2024-11-05 12:14:54 UTC</pubDate>
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         <title>Mindmap coletivo</title>
         <author>keniacs</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 12:15:28 UTC</pubDate>
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         <title>Mapping concepts, standards and learning outcomes</title>
         <author>keniacs</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3202422489</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 12:15:59 UTC</pubDate>
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         <title>Slides Week 2</title>
         <author>keniacs</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3202924588</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://docs.google.com/presentation/d/e/2PACX-1vQnp-pYd2gcdP4vGhN99piFr5g7mzqvWVWfGJWZMgrPsVwx0a9v3VVQ4jp21wlUrLD0DbKybl4FtLUE/pub?start=false&amp;loop=false&amp;delayms=60000" />
         <pubDate>2024-11-05 17:30:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3204554099</link>
         <description><![CDATA[<p>1 Coisa que Achei Importante</p><p>- Uma ideia importante nos textos é a ênfase no ensino centrado em "grandes ideias" ou "big ideas" (como discutido no Teaching for Deeper Learning). Isso é relevante porque reflete uma abordagem pedagógica que favorece a profundidade sobre a quantidade, encorajando os alunos a aplicarem conceitos de forma prática e significativa. Para o ensino público, isso permite que os alunos tenham uma compreensão mais duradoura, essencial em um sistema onde o tempo e os recursos são limitados.</p><p><br></p><p>1 Coisa que Achei Interessante</p><p>- Achei interessante o conceito de conteúdo flexível no CLIL (discutido no Beyond CLIL), que permite adaptar o currículo conforme a necessidade dos alunos e promover o aprendizado interdisciplinar. Isso é particularmente útil no contexto do ensino público estadual, pois permite personalizar o ensino conforme as necessidades dos alunos, integrando diferentes disciplinas e tornando o conteúdo mais relevante.</p><p><br></p><p>2 Coisas que Achei Surpreendentes</p><p>- Foi surpreendente ver a ênfase na personalização do conteúdo, em que o professor e os alunos podem decidir conjuntamente sobre o tema de estudo. Esse modelo valoriza o envolvimento do aluno e o torna co-responsável pelo aprendizado, o que é raro no currículo tradicional.</p><p>- Outra surpresa foi a discussão sobre o papel dos professores de língua em contextos bilíngues, que enfatiza que eles também são parte essencial do desenvolvimento de conteúdos integrados, e não apenas facilitadores de língua. Isso é inovador para contextos escolares que ainda separam rigorosamente o ensino de língua e de outras disciplinas.</p><p><br></p><p>3 Perguntas que Tenho Sobre o que Li</p><p>- Como adaptar a metodologia CLIL e o foco em "grandes ideias" dentro de um currículo que vêm sendo (re)modificado profundamente, como o "Novo" Ensino Médio?</p><p>- De que maneira os professores de disciplinas específicas poderiam colaborar para desenvolver um currículo integrado e interdisciplinar de forma prática</p><p>- Quais estratégias podem ser usadas para garantir que o foco nas “grandes ideias” não comprometa a aprendizagem dos conteúdos exigidos nas avaliações padrão, como o ENEM?</p><p><br></p><p>5 Maneiras pelas Quais Este Texto Convida à Reflexão Sobre Meu Contexto</p><p>- Refletir sobre o valor de ensinar para a compreensão profunda em vez de cobrir extensivamente o conteúdo. No contexto público, isso questiona a abordagem tradicional de “cobrir o currículo” e incentiva priorizar ideias centrais.</p><p>- Avaliar a possibilidade de colaboração interdisciplinar, que pode ser desafiadora no ensino público devido a limitações estruturais e curriculares.</p><p>- Considerar como adaptar o ensino de conteúdo flexível, como proposto no CLIL, para atender as demandas de um currículo padrão que frequentemente deixa pouco espaço para flexibilidade.</p><p>- Pensar em maneiras de integrar questões essenciais e debates (do Teaching for Deeper Learning), que ajudam os alunos a desenvolver habilidades de pensamento crítico, mesmo com recursos limitados.</p><p>- Refletir sobre como o conceito de "ownership" do aprendizado pelos alunos pode ser incentivado em escolas estaduais, especialmente onde a infraestrutura e o suporte para projetos são limitados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-06 14:21:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3204625757</link>
         <description><![CDATA[<p>L/E - O aspecto mais legal/excitante foi o enfoque nos conceitos de "grandes ideias" e o ensino para a compreensão profunda (Teaching for Deeper Learning). Esse modelo promove uma mudança significativa no ensino, estimulando os alunos a pensarem e aplicarem conhecimentos de forma integrada e significativa. Esse foco em ideias transferíveis e exploratórias é motivador e inspira a criação de aulas mais envolventes, que buscam conectar o aprendizado ao mundo real.</p><p><br></p><p>O - O maior obstáculo ou preocupação que me foi despertado tem relação com o Novo Ensino Médio, que por um lado oferece uma maior flexibilidade curricular e permite itinerários formativos diversificados, por outro torna mais desafiadora uma abordagem voltada para "grandes ideias" e ensino interdisciplinar, haja visto a falta de adequação dos recursos e a capacitação docente.</p><p><br></p><p>N - Para entender melhor essas abordagens, seria necessário conhecer estratégias práticas de implementação dessas metodologias no contexto de escolas públicas com estruturas curriculares fixas e escassez de recursos. Também seria útil explorar exemplos específicos de colaboração entre professores de diferentes disciplinas que, devido às suas demandas de trabalho e exigências escolares, pouco tempo lhes sobra para o planejamento em conjunto.</p><p><br></p><p>S - Minha opinião atual é positiva e favorável em relação à metodologia CLIL, aliada às ideias de um ensino baseado em grandes conceitos e integração interdisciplinar, pois acredito que essas abordagens realmente promovem um aprendizado mais significativo e duradouro. No entanto, reconheço que há um longo caminho para implementar essas ideias de forma eficaz no contexto público, mesmo que consideremos apenas o ensino "monolíngue", o que exigirá adaptações cuidadosas e possivelmente apoio estrutural adicional para se tornarem viáveis.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-06 15:01:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3207078396</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir do comentário da Profa Kenia no meu Webbing da Week 1, procurei refazer os conceitos-chave e relacioná-los as competências e habilidades que dialogam com o tema "Meio Ambiente" em Ciências Humanas para o ensino médio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 20:36:55 UTC</pubDate>
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         <title>Lesson Analysis - Week 2 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3208223608</link>
         <description><![CDATA[<p>O plano de aula é voltado para o ensino de arte egípcia antiga, com atividades que abordam o conteúdo de forma estruturada. Abaixo estão exemplos de onde os conceitos-chave são ensinados e sugestões para enriquecer o aprendizado.</p><p><br></p><p>Identificação de Conceitos-Chave:</p><p><br></p><p>1. Introdução ao Tema (Unidade 1, Aula 1)</p><p>Os alunos participam de uma atividade de brainstorming sobre o que sabem sobre o Egito. Aqui, os conceitos de história e cultura egípcia começam a ser explorados de forma explícita por meio de perguntas e geração de uma nuvem de palavras.</p><p><br></p><p>2. Canone de Proporções Egípcio (Unidade 2, Aula 2):</p><p>Os alunos assistem a um vídeo sobre a proporção usada na arte egípcia. Este é um exemplo explícito do ensino do conceito de proporção e técnica de representação egípcia.</p><p><br></p><p>3. Aplicação do Conhecimento ao Desenho (Unidade 2, Aula 2):</p><p>Os alunos utilizam o que aprenderam para desenhar figuras egípcias usando o cânone de proporções, conectando teoria e prática.</p><p><br></p><p>4. Questionamento Colaborativo (Unidade 1, Aula 3):</p><p>Em grupos, os alunos criam e respondem perguntas usando o que aprenderam sobre arte egípcia, reforçando a compreensão por meio da interação e da reflexão.</p><p><br></p><p>Pontos de Aprimoramento:</p><p><br></p><p>As atividades propostas incentivam a exploração de conceitos e permitem o aprendizado colaborativo e prático, mas poderiam incluir mais oportunidades para uma compreensão conceitual mais profunda. Um exemplo é a falta de atividades que incentivem uma análise comparativa da arte egípcia com outras culturas.</p><p><br></p><p>Sugestão de Modificação:</p><p><br></p><p>Adicionar uma atividade comparativa entre a arte egípcia e outra tradição artística. Após os alunos aprenderem sobre o cânone de proporções egípcio, poderiam analisar como outras culturas representavam a figura humana. Uma atividade adicional seria uma discussão em grupos, onde cada grupo compara a arte egípcia com a de uma outra civilização (como a grega ou romana) e apresenta suas conclusões para a turma. Isso ampliaria a compreensão dos alunos sobre estilos artísticos e conceitos de representação, incentivando a reflexão e a generalização dos </p><p>conceitos aprendidos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-08 12:46:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3208223608</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Bússola - Milena Oliveira</title>
         <author>milenaaoliiveira97</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3209422799</link>
         <description><![CDATA[<p>L. Algo que me empolgou muito esta semana foi ler o texto <em>Teaching for deeper learning</em> por trazer uma reflexão extremamente necessária para a educação como um todo. O ensino através de grandes ideias me fez refletir profundamente sobre o meu contexto docente e sobre a urgência de uma modificação no ensino para atender às necessidades emergentes diante do cenário atual de acúmulo de informações e de tendência à superficialidade. Com essa leitura há o convite a repensar a construção de conhecimento e o reforço da noção de que a qualidade da internalização de um conteúdo será dificilmente atingida se houver uma grande quantidade de conteúdos a serem trabalhados.</p><p>Além disso, o C-culture foi mais explorado durante a aula desta semana, o que me trouxe grande satisfação por este ser um dos pilares do CLIL que mais me chama a atenção e por sentir que preciso entende-lo de forma mais aprofundada, a fim de ser capaz de criar oportunidades reais de desenvolvimento intercultural em minhas aulas.</p><p><br></p><p>O. Por nunca ter trabalhado em escolas bilíngues ou em alguma instância educacional onde o CLIL fosse utilizado oficialmente, algo que ainda me intriga e que aparentemente coloca-se como um obstáculo diante do meu contexto docente atual de escola de idiomas é o fato da língua ser apenas o veículo e não a prioridade na abordagem CLIL, na qual o conteúdo deve ser priorizado, conforme elucidado no texto “Putting CLIL into practice”. Sendo assim, ainda me pergunto como permitir que isso aconteça diante de um enfoque na aprendizagem de estruturas linguísticas e de vocabulário.</p><p><br></p><p>N. Uma reflexão importante que me surgiu diante de todas as leituras e do compartilhamento durante a aula foi a questão de que nós educadores devemos fazer escolhas o tempo todo (de conteúdo, de formas de trabalhar algum tópico específico, de como e em que profundidade vamos trabalhar certas questões linguísticas, entre inúmeras outras), as quais, para que sejam bem-feitas, exigem de nós um entendimento profundo de “onde se quer chegar” com tais decisões. E, para podermos ter o olhar sensibilizado diante desta necessidade, é essencial que estejamos munidos das ferramentas necessárias, tais como o embasamento teórico, a reflexão constante e o entendimento do contexto em que estamos inseridos. Sem que haja essa consciência, as nossas escolhas em sala de aula podem não levar nossos estudantes a lugar algum.</p><p><br></p><p>S. Tudo o que nos foi exposto até então tem sido muito enriquecedor para mim, visto que, mesmo sem nunca ter lecionado em um contexto onde o CLIL é usado, estou me deparando com reflexões essenciais ao fazer docente diante do estudo desta abordagem. Posso dizer que o CLIL tem “aberto os meus olhos” para muitas questões importantes em relação à preparação de aulas, ao papel do educador no processo de ensino-aprendizagem, à importância da intencionalidade e dos Cs do CLIL para uma construção significativa de conhecimento e a muitas outras instâncias que reverberam nos contextos educacionais em geral, trazendo possibilidade de transformação para o meu dia a dia em sala de aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-09 21:53:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Check-in: Milena Cardoso</title>
         <author>milenaaoliiveira97</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3209859234</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p><strong>1.</strong> Como foi mencionado no texto 3 “Putting CLIL into practice” o conteúdo é de extrema importância para o CLIL e pensar em sua sequência de aplicação é fundamental, entretanto é citada a falta de reflexão sobre uma sequência coerente de conteúdos e temas nos materiais de ensino de línguas, o que é necessário ser repensado ao fazer o uso do CLIL. Sendo assim, foi muito interessante refletir sobre tal realidade e ter acesso a um exemplo de Soft CLIL em uma aula de inglês como língua estrangeira, pois desta forma consegui visualizar a aplicação desta abordagem ao meu contexto de escola de idiomas e de professora particular de inglês</p><p><strong>2.</strong> Foi muito interessante deparar-me com o trecho de “Putting CLIL into practice” no qual é elucidado que a prioridade do CLIL é o conteúdo, dividido em três dimensões: conceitos (things), linguagem (communicating things) e procedimento (doing things) e sua avaliação deve focar nos âmbitos conceitual e de procedimento, sendo a língua parte importante do processo, por ser o meio de comunicar o aprendizado, mas não a prioridade em si.</p><p>Entretanto, diante das reflexões apresentadas, fico intrigada principalmente em relação a não priorização do ensino de estruturas linguísticas no CLIL ao pensar em aplicá-lo no próprio ensino de idiomas, pois me pego pensando em como isso subverte a lógica de como o ensino de línguas é feito por enfocar no estudo das estruturas linguísticas e no vocabulário, portanto é um grande desafio colocar tais princípios em prática em um contexto mais engessado.</p><p><strong>3.</strong> Achei surpreendente a discussão do texto 1 “Teaching for deeper learning”, pois me fez refletir sobre o ensino em geral e pude atrelar a reflexão em questão ao meu contexto de professora de língua portuguesa do ensino médio. Desta forma, elenco duas coisas surpreendentes sobre este texto:</p><p>A urgência de transformação na educação e formação do currículo para atender às necessidades da sociedade atual, discussão que levanta a dicotomia qualidade x quantidade e nos faz refletir sobre como a quantidade, muitas vezes, é priorizada nas escolas, as quais se preocupam em apresentar aos alunos a maior quantidade possível de conteúdo, mas não há a mesma preocupação em relação à profundidade com que isso está sendo feito, ou seja, a real construção de conhecimento acaba por ficar em segundo plano.</p><p>Essential questions como ferramenta para construir o currículo, destaco principalmente o seguinte excerto:</p><p>“Essential questions are open-ended questions that reflect the big ideas we want our students to come to understand. Rather than being designed to yield a single or final “correct” answer, essential questions are designed to stimulate thinking, spark discussion and debate, and raise additional questions for further inquiry.” </p><p>É extremamente enriquecedor pensar em estimular os estudantes a pensar, discutir, debater sobre uma ideia, tópico que está sendo estudado, visto que muitas vezes o ensino se limita à memorização mecânica de informações ditas corretas, sem que haja a oportunidade de desenvolver o pensamento crítico acerca do conteúdo em questão.</p><p><strong>4. Perguntas</strong></p><p>- Como priorizar o conteúdo em detrimento da língua em um contexto mais engessado (pouco tempo e material com enfoque linguístico) e garantir que o conteúdo e língua sejam trabalhados profundamente?</p><p>- Como tomar a decisão de quais conteúdos e quais grandes temas e ideias devem ser explorados em um determinado contexto? É sempre muito desafiador escolher o que se deve priorizar, o que é mais urgente.</p><p>- Quais são algumas estratégias, além do uso de perguntas essenciais, que podem ser usadas em contextos diversos para promover o pensamento crítico e a internalização significativa de conhecimento de um tema diante de pouco tempo para trabalhar com tal temática (pois há um cronograma rígido a ser seguido)?</p><p><strong>5. Reflexões</strong></p><p>1. O texto “Teaching for deeper learning” convidou-me a refletir sobre o ensino em geral e sobre a minha realidade de professora de língua portuguesa do ensino médio em uma instituição conteudista. Através do reforço de que precisamos priorizar a qualidade em detrimento à quantidade trazido no texto, além da discussão acerca da necessidade de uma reformulação no ensino que traga mais profundidade, uma construção de conhecimento significativa e o incentivo ao pensamento crítico, concretizou-se ainda mais a urgência de como posso tentar promover tais oportunidades de aprendizagem aos meus estudantes, mesmo diante de um contexto não favorável.</p><p>&nbsp;2.<strong> </strong>Esse texto também explicitou como as perguntas são enriquecedoras para o processo de ensino aprendizagem, o que posso aplicar ao meu contexto, pois fazê-los refletir e pensar criticamente sobre os conteúdos, pode ser uma forma de buscar maior profundidade no ensino em um contexto que prioriza o conteúdo.</p><p>3. Através do texto “Putting CLIL into practice” pude refletir acerca da importância de seguir uma sequência de conteúdos que faça sentido aos estudantes, o que reflete na minha realidade de professora de uma escola de idiomas, para que eu possa pensar em buscar conexão entre as temáticas já impostas pelo material e evidenciá-la aos alunos. Além disso, como professora particular de inglês, muitas vezes eu mesma escolho o tema a ser estudado, o que farei com mais rigor e cuidado após essa reflexão.</p><p>4. Esse texto também me proporcionou novas perspectivas de olhar para como é realmente colocar o CLIL em prática, pois ao mostrar uma sequência didática de Soft CLIL, ficou mais possível pensar em como adaptar uma aula para poder aplicar, ao menos em uma pequena escala, os princípios que a fundamentam, a fim de buscar uma construção de conhecimento mais significativa.</p><p>5. Todo o conhecimento em relação ao CLIL a que tive acesso até então, está trazendo diversas ferramentas e reflexões que posso atrelar à minha prática como educadora em geral, mesmo que eu não esteja inserida em um contexto onde o CLIL é utilizado, o que evidencia como os fundamentos desta abordagem são ricos.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-10 15:59:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3209859234</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>michelesouza5</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3210022849</link>
         <description><![CDATA[<p>1. L/E = Gostei muito da análise das ideias pontuadas pelos colegas, ideias essas que fomentaram&nbsp; um compartilhamento de conhecimento muito produtivo e importante.</p><p><br></p><p>2. O = Sobre o que foi discutido, preocupa-me muito ainda saber que a maioria dos materiais que estão no mercado não estão em conformidade com a abordagem CLIL. A maioria desses materiais fornece uma página ou duas no máximo para apresentação de um conteúdo que demanda uma sequência mais longa de aula para que os alunos possam “make the most of it.” E quando alguns materiais apresentam um livro específico só de CLIL, muitos professores ainda ficam inseguros na inserção das aulas CLIL porque tem um planejamento a seguir.</p><p><br></p><p>3. N = Levando em consideração os 4cs, é sempre bom ter estratégias que possam priorizar cada um desses aspectos, principalmente o C de comunicação para que em sala de aula, os alunos possam ter mais tempo de fala e provendo meios para estimular a produção da target-language.</p><p><br></p><p>4. S = O que eu posso dizer sobre as ideias discutidas e apresentadas é que o CLIL pode ser uma abordagem muito interessante e significativa se colocada em prática levando em consideração a sua finalidade e sua adaptabilidade aos diferentes contextos de sala de aula.&nbsp;</p><p>Já assisti a algumas aulas de CLIL nas quais o professor de língua adicional usou a L1 como ferramenta de instrução e isso trouxe muita frustração. Então ao ler uma consideração sua que diz “não exigir dele (do professor) aquilo que ele não é capaz de entregar (...)”, faz com que eu possa amenizar essa frustração já que a aula que esse professor de língua adicional irá ministrar tem um objetivo de aprendizagem tão relevante quanto de um professor CLIL de conteúdo.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-10 21:10:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3210022849</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Check-in Semana 2</title>
         <author>camilaribeiro6_</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3210071841</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1 Coisa Que Achei Importante (e Por Quê)</strong></p><p>Integração de um curriculo que faça sentido para os estudantes, com fatos e associações que estejam dentro de uma situação familiar para eles favorecendo a aprendizagem ativa e inclusiva de todos. Temos em destaque a técnica de scaffolding que poderia oferecer apoio aos estudantes. </p><p><strong>1 coisa que achei interessante e (Por Quê) </strong>entender que podemos usar de Big Questions/Focus on big ideas para auxiliarem nosso processo de construção e planejamento de aula, promovendo o pensamento critico e a possibilidade de análise dos estudantes diante do que será apresentado para eles.</p><p><strong>2 Coisas Que Achei surpreendente (e Por Quê)</strong></p><p>O Focus on Big Ideas como facilitador do que será abordado pelo professor em sala otimizando o processo de aprendizagem e descentralização do papel do professor dando mais autonomia e responsábilidade para os estudantes na construção do conhecimento e do que eles querem trabalhar.</p><p><strong>3 perguntas que tenho sobre o que li</strong></p><p>Como aplicar o conceito de Big ideais em todos as áreas do conhecimento?</p><p>Como o professor pode aprimorar/implementar a técnica de scaffolding em suas aulas levando em consideração as expectativas para conteúdo e language?</p><p>Como selecionar habilidades que sejam desafiadoras e, ao mesmo tempo, acessíveis para os estudantes em um contexto bilíngue?</p><p><strong>5 maneiras pelas quais este texto convida à reflexão sobre meu contexto</strong></p><p>Reflexão sobre a integração de currículos que faça sentido dentro da abordagem CLIL;</p><p>Equilíbrio entre Língua e Conteúdo dentro de uma aprendizagem significatica;</p><p>A ressignificação do papel do professor e do estudantes dentro dessa abordagem;</p><p>Garantir suporte e apoio aos professores para que eles entendam o que é esperado deles em sala quando trabalhamos nesses contextos;</p><p>A necessidade de estar sempre estudando e me atualizando sobre a abordagem CLIL   e as estratégias que dão suporte para sua implementação em difetentes contextos.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-10 22:59:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3210071841</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exit Ticket | Tamiris Neves</title>
         <author>tamirisneves13</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3210271765</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>L</strong>: Foi extremamente <strong>legal </strong>para mim durante esta segunda semana, poder colocar em palavras o que muito me intrigava apenas em minha mente durante a vivência no ambiente escolar bilíngue e poder verificar durante a aula síncrona, que meus pensamentos faziam sentido - sendo comentados por nossa professora - fato que me trouxe muita animação, por sentir que, por mais que tenha muito o que aprender, estou no caminho certo nessa nova jornada de aprendizado. </p><p><br></p><p><strong>O</strong>: Creio que já comecei a notar um dos <strong>obstáculos </strong>para mim durante a leitura do texto “Putting CLIL into practice”, e o mesmo foi reiterado durante a aula: linearidade no ensino com CLIL, digo isso pois em minha vivência atual, seguimos um calendário “apertado”, seguindo as unidades em seu curso comum e focando nas habilidades linguísticas dos discentes. Tentar planejar as aulas olhando mais para essa integração que o CLIL torna possível é um desafio que quero encarar.</p><p><br></p><p><strong>N</strong>: Quando falamos acerca da obrigatoriedade do uso da língua inglesa no contexto das escola bilíngues, me vi questionando profundamente a mim mesma como docente de língua inglesa e também de conteúdo, pois nas aulas de inglês, busco ao máximo que os alunos não se comuniquem nem comigo, nem entre si em língua portuguesa. Até comentava com uma amiga professora outro dia, que esse fato costuma “girar uma chave” em minha mente; até mesmo quando estou fora do ambiente escolar, se vejo um aluno, me dirijo a ele imediatamente em inglês, mesmo sem intencionalidade, pois como trabalho com o idioma o dia todo e o mesmo já se torna regente dos meus pensamentos em longos períodos do dia e parece “natural” ao falar com determinadas pessoas. Sendo assim, vejo como <strong>necessário</strong>, que eu faça uma análise mais detalhada e constante de minha vivência docente neste quesito, pois até mesmo para chamar a atenção dos alunos em sala, costumo usar a L2, muitos já disseram que nem sabem como soa a minha voz em português, e confesso que quando faço uso do mesmo, muitas vezes em situações citadas pela professora na última aula, me sinto extremamente culpada, mesmo que tenha sido algo valioso para aquele momento da aula. Sinto que preciso encontrar um equilíbrio, principalmente na minha rigidez quando professora de língua inglesa.</p><p><br></p><p><strong>S</strong>: Sinto que tudo que foi exposto e discutido até agora tem sido de <strong>indelével valia</strong> para mim como professora e aluna, digo isto pois sentar na cadeira do aluno e se sentir um “lifelong learner” é um dos motivos que me faz amar e admirar essa profissão, mesmo com todas as dificuldade enfrentadas diariamente. E a metodologia CLIL tem se tornado objeto do meu mais profundo interesse, pois sinto que o que eu sabia sobre tem sido intensificado e validado, ao mesmo tempo que sou questionada e desafiada a cada aula e atividade que realizamos. Uma experiência verdadeiramente enriquecedora.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-11 01:49:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3210271765</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lesson Analysis | Tamiris Neves</title>
         <author>tamirisneves13</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3210378698</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Identificação</strong>: Logo no começo do módulo, no qual os alunos recebem input por parte da professora para realizar o primeiro brainstorming em forma de word cloud, creio que o conceito-chave “content” está sendo trabalhada de forma implícita, com foco também na motivação e na autoestima dos alunos, para que os mesmos não se sintam desmotivados nem frustrados por já saberem o conteúdo em italiano - sua língua materna - mas não o dominarem ainda em L2, o mesmo acontece com relação ao vocabulário de partes do corpo.</p><p>Mas logo na próxima atividade, a matching activity, já sinto o conteúdo sendo trabalhado de maneira mais explícita, utilizando positivamente do scaffolding previamente realizado, o mesmo acontece quando os alunos realizam a atividade que visa o uso das -wh questions e o trabalho final do módulo, que tem como objetivo que cada um realize um desenho do corpo humano utilizando as proporções egípcias, atividade que utiliza das aulas anteriores como base explícita.</p><p>Já na atividade que integra reading e listening, vejo que o conceito-chave culture é trabalhado implicitamente, fazendo com que os estudantes passem a localizar informações culturais sobre o Egito Antigo sem que as tenham de maneira automática, o mesmo acontece quando os alunos assistem a um vídeo e são convidados a completar as lacunas das legendas do mesmo.</p><p><br></p><p><strong>Revisão</strong>: Creio que o plano de aula visa positivamente a aquisição de conhecimentos acerca do Egito Antigo e Corpo Humano por meio das proporções egípcias, mas ao mesmo tempo, os conteúdos e atividades me parecem um tanto quanto “robóticos”, sem a inserção de elementos de fato humanos, que incitam a curiosidade genuína nos alunos. Sinto falta dessas oportunidades de compreensão mais profunda principalmente na atividade sobre os ancient artists, na qual os alunos não exploram profundamente esses artistas, mas sim a linguagem usada no vídeo no qual são apresentados</p><p><br></p><p><strong>Sugestões</strong>: Na parte em que uma atividade de desenho é proposta, acredito que uma compreensão conceitual mais robusta poderia ser alcançada se os estudantes pudessem se identificar com o objeto de estudo, talvez por meio de uma atividade na qual a professora promovesse um trabalho de casa no qual eles tivessem que criar uma arte egípcia - dando-lhe um nome - utilizando o conhecimento adquirido nas aulas anteriores, e na aula seguinte, cada estudante explicasse qual o intuito daquela arte e com que materiais “foi feito” (ivory, gold etc) sua importância para aquela civilização e a qual período artístico pertenceria, o que faria com que a aula ficasse ainda mais contextualizada e eles tivessem um pouco da experiência do processo criativo dos artistas estudados. Algo que também seria interessante, é que numa parte gamificada do módulo, os alunos pudessem medir uns aos outros utilizando o sistema estudado e fizessem a colagem post-its em seu próprio corpo, na qual o grupo que o fizesse de maneira mais correta e rápida venceria essa pequena competição. Realizando esse tipo de atividade “hands on”, os estudantes podem ficar mais motivados para as próximas aulas e também incluir os pais no aprendizado por meio de comentários em casa e ajuda na tarefa, fatos que também podem culminar em compreensão e aplicação efetiva dos conceitos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-11 02:50:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3210378698</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3211130805</link>
         <description><![CDATA[<p>L: Na week 2 o que mais chamou minha atenção foi o texto Teaching For Deeper Learning. Acho que apesar dos primerios "treinamentos "sobre CLIL, a long time ago, o texto traz de forma bem clara, idéias importantes para aulas de CLIL mais eficazes para uma aprendizagem mais profunda e relevante.</p><p>O: a organização e seleção de conteúdos junto aos professores das outras disciplinas. Ao escolher cada tema, por quanto tempo deveria durar as aulas? Ex: 4 aulas para cada tema?</p><p>N: Dentro das idéias importantes mencionadas no texto acredito que "A study-in"seria o ponto mais necessário a ser desenvolvido, trabalhado.</p><p>S: Achei a aula bem esclarecedora, trouxe "insight'' Para dúvidas e conflitos que tenho tido ao preparar minhas aulas CLIL como por exemplo a atividade de Concept Word Wall que nunca havia pensado nem feito mas achei de grande relevância para minhas próximas aulas. Preciso me aprofundar mais em beneficio dos meus alunos proporcionando um aprendizado mais profunfo e duradouro.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-11 12:29:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3211130805</guid>
      </item>
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         <title>Lesson Analysis - Milena Oliveira</title>
         <author>milenaaoliiveira97</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3211649029</link>
         <description><![CDATA[<p>Content: O plano de aula analisado se propõe a trabalhar a arte do antigo Egito e relacioná-la aos seus cânones de proporção. O C-content começou a ser trabalhado a partir da primeira aula através da atividade de brainstorming proposta para mapear o conhecimento prévio dos alunos acerca de uma pergunta disparadora “What do you know about Egypt?”. A partir de então o tópico “Art of ancient Egypt” é introduzido e trabalhado nas aulas posteriores através de imagens, leitura de um texto sobre o assunto e criação de perguntas sobre o mesmo. Posteriormente, o tópico “Egyptian canons of proportion” é introduzido através de um vídeo sobre o qual há um exercício individual. Por fim, há a proposição de uma atividade que relaciona ambos os tópicos estudados de forma prática, na qual os estudantes devem aplicar os conhecimentos adquiridos ao desenhar “an Egyptian figure”.</p><p><br></p><p>Communication:</p><p>O C-communication foi desenvolvido através de atividades em grupo como a proposta de criação em grupos de perguntas sobre o texto, além de ser trabalhado durante o enfoque e a prática de estruturas linguísticas (presente na criação de wh questions sobre o texto lido) e estudo de vocabulário relacionado ao conteúdo estudado (sugerido no exercício de relacionar imagens com palavras e na prática de vocabulário relacionado ao corpo humano).</p><p>As atividades propostas nesta sequência didática também possibilitaram a prática das quatro habilidades linguísticas.</p><p><br></p><p>Culture</p><p>O enfoque no C-culture aconteceu através do contato que os alunos tiveram com as formas artísticas egípcias e com os cânones de proporção egípcios, o que os proporciona uma outra perspectiva em relação à arte e em significar o mundo. Além disso, nas interações proporcionadas durante as aulas há a possibilidade de ver a perspectiva do outro.</p><p><br></p><p>Cognition</p><p>O C-cognition foi trabalhado ao fazer brainstormings, recuperando os conhecimentos prévios; ao relacionar imagens e palavras; ao resumir o que fora aprendido; ao relacionar os conteúdos estudados e aplicá-los de forma prática (percebido na atividade final, na qual os estudantes utilizaram tudo o que fora compartilhado para fazer uma produção própria), entre outras.</p><p><br></p><p>Revisão</p><p>Acredito que o plano de aulas sugerido não conseguiu explorar profundamente os conceitos propostos ou não deixou claro como isso seria feito, não promovendo oportunidades para grandes compreensões. Senti certa superficialidade, por exemplo, no estudo do tópico “Egyptian art canions” introduzido a partir de um vídeo, porém praticado apenas através de uma um exercício de “fill in the gaps”, não havendo espaço nem para uma possível discussão posterior sobre o tópico entre os estudantes.</p><p>&nbsp;</p><p>Proposta de modificação</p><p>Uma possibilidade de aprofundar mais a aplicação de tudo o que fora estudado, seria a criação de uma exposição de arte egípcia criada pela turma e que pudesse ser visitada por outros estudantes. Para isso, os alunos deveriam utilizar os próprios desenhos que fizeram utilizando os cânones egípcios e criar esculturas ou outras expressões artísticas para expor. Além disso, para que a exposição ficasse ainda mais rica, os alunos poderiam buscar em suas casas, com suas famílias e conhecidos por objetos/ obras que fizessem referência ou que evidenciassem de certa forma a arte egípcia.</p><p>Na construção da exposição, os alunos poderiam produzir folders que discorressem sobre a arte egípcia e seus cânones, a fim de informar aos visitantes e além disso, poderiam produzir as legendas para as obras que fossem expostas, o que também proporcionaria uma imersão no universo dos museus e exposições de obras artísticas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 18:14:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3211649029</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>nasciju7474</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3220152639</link>
         <description><![CDATA[<p>L - O que achei mais interessante nas leituras, foi sobre a importância de fazermos conexões entre o aprendizado e as questões do mundo real, pois quando trabalhamos CLIL as questões culturais estão totalmente ligadas aos conteúdos e a compreensão da língua. </p><p>O - Um obstáculo seria a integração de content e language, pois pode haver uma limitação de content para que esse possa corresponder ao nível linguístico do aluno. O que pode resultar na falta de desafios significativos já que é o content que determina a language que será usada.</p><p>N - Depois de todas as discussões e leituras, ainda vejo a necessidade de um olhar mais atento do e para o professor. Exercemos um papel fundamental na educação, e na abordagem CLIL isso fica ainda mais evidente. Quando o texto Focus in Big Ideas diz que a educação deve se concentrar em conceitos maiores, ao invés de apenas tópicos e habilidades básicas para que haja a promoção de um aprendizado mais profundo, eu só consigo pensar no papel do professor em meio a todas essas demandas. </p><p>S - As leituras e discussões têm sido importantíssimas, pois tenho aprendido e refletido muito sobre educação e abordagem CLIL. Ainda tenho muitas dúvidas e questionamentos, mas percebo que não estou sozinha nessa jornada, o que me ajuda a seguir em frente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 21:13:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>hadacmarques</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3220447450</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>L = Leste (L ou E): O que foi mais Legal ou Excitante essa semana?</strong></p><p>O mais legal é perceber como a abordagem conecta o aprendizado de um conteúdo curricular ao desenvolvimento de habilidades linguísticas, como meio e objetivo ao mesmo tempo.</p><p><strong>O = Oeste: O que você encontra como Obstáculo ou preocupação sobre as ideias discutidas essa semana?</strong></p><p>Um obstáculo significativo é o preparo do professor e também a faixa etária da turma.</p><p><strong>N = Norte: O que mais é Necessário saber ou descobrir sobre as ideias discutidas essa semana?</strong></p><p>Gostaria de mais estratégias para equilibrar o ensino da língua com o conhecimento acadêmico.</p><p><strong>S = Sul: Qual é a sua posição ou opinião atual sobre as ideias apresentadas?</strong></p><p>Percebo que a abordagem CLIL é extremamente valiosa, pois prepara os alunos para uma fluência em uma língua adicional e aprofunda o conhecimento acadêmico.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-17 10:46:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lesson Analysis - Week 2</title>
         <author>camilaribeiro6_</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3220956182</link>
         <description><![CDATA[<p>Conceitos- Chave:</p><p>Content: Introdução ao tema Egito – com brainstorm inicial para levantamentos de palavras sobre os conhecimentos prévios dos estudantes quanto a cultura egípcia. Culture: exploração de formas artísticas como compreensão cultural – ainda que sem aprofundamento. Communication: atividades colaborativas nos quais os estudantes poderiam criar perguntas e praticar o vocabulário abordado. Cognition: aparece quando os estudantes são estimulados, por meio de atividades, os conceitos aprendidos. Essas atividades poderiam ser mais aprofundadas para garantir uma reflexão maior por parte dos estudantes.</p><p>Revisão e reflexão sobre compreensões:</p><p>As propostas garantem um entendimento básico sobre a temática trabalhada, mas poderiam ter sido criadas oportunidades para uma compreensão mais rica por parte dos estudantes, com discussão e/ou exploração crítica. Os estudantes poderiam ter mais espaço para construírem juntamente com a professora momentos de pesquisa e aprofundamento do tema de uma maneira que fizesse sentido para eles.</p><p>Propostas:</p><p>Mostra cultural com a arte egípcia estudada e seus reflexos na cultura atual. Mostra Cultural digital na qual os estudantes poderiam divulgar suas descobertas e pílulas diárias com curiosidades e fatos importantes sobre a cultura egípcia e sua influência nos dias de hoje.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-17 23:46:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exit Ticket</title>
         <author>camilaribeiro6_</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3220985260</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que foi mais Legal ou Excitante essa semana?</strong></p><p>&nbsp;O que eu achei mais Legal e Excitante foi poder ver que a discussão sobre um novo olhar para ato de ensinar está no radar de muitas pessoas. Precisamos mudar ou nos adaptar a uma nova forma de ensinar. Precisamos dar mais voz aos nossos estudantes e oferecer uma aprendizagem que tenha significado e que esteja integrada as suas vivências. Além disso, poder participar desses momentos de troca com os colegas de turma é enriquecedor e abre nosso olhar para realidades diferentes, mas que compartilham muitos desafios e ansiedades.</p><p><br></p><p><strong>O que você encontra como Obstáculo ou preocupação sobre as ideias discutidas essa semana?</strong></p><p>&nbsp;Acredito que pra mim um Obstaculo segue sendo a integração de Language e Content – percebi, ao longo desse ano, professores focados em Content e quando questionados sobre o que seria abordado de Language nos temas trabalhados, eles ficavam perdidos ou não sabiam como fazer essa integração. Além da falta de material que possibilite essa integração.</p><p><br></p><p><strong>O que mais é Necessário saber ou descobrir sobre as ideias discutidas essa semana? Que informações adicionais ajudariam você a compreender melhor o tópico?</strong></p><p>Precisamos aprender para ensinar. Precisamos conhecer as estratégias que existem para implementar a abordagem CLIL e saber fazer o recorte que melhor se alinhe em nossa realidade. É necessário que os professores estejam preparados para trabalharem CLIL na prática.</p><p><br></p><p><strong>Qual é a sua posição ou opinião atual sobre as ideias apresentadas?</strong></p><p>Minha posição é altamente favorável a abordagem CLIL, mas garantindo que o professor seja preparado para trabalhar com ela – com formações, materiais de apoio e garantindo que a transição para essa abordagem ocorra gradualmente, levando em consideração a realidade da escola na qual está sendo implantada. &nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 00:17:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Webbing</title>
         <author>camilaribeiro6_</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3221018789</link>
         <description><![CDATA[<p><pdlt-mention type="user" mentioner-id="user_pjAE1geGx3oMD6Wn" mentionee-id="user_OxymDqWdyw8N1RgB" mentionee-username="keniacs">Kenia Santos</pdlt-mention> segue o envio da Week 2. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 00:41:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3221155922</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1 coisa que achei importante (e por quê)</strong></p><p><br></p><p>* Quanto mais estudo, aprendo e reflito sobre o CLIL, mais tendo a chegar à conclusão de que é difícil manter um padrão de qualidade e uma consistência desejada no ensino com uma equipe pedagógica dispersa, em desunião. É preciso muito esforço e comunidade para alinhar planejamento e prática em um nível macro!</p><p><br></p><p><strong>1 coisa que achei interessante (e por quê)</strong></p><p><br></p><p>* Achei interessantes as duas formas de guiar multimedia input em What features most obviously charactise CLIL. Acho que essa habilidade, a de ensinar a navegar no mar-de-informação-que-desinforma da Internet, é absolutamente inescapável para que as novas gerações consigam sobreviver no futuro!</p><p><br></p><p><strong>2 coisas que achei surpreendentes (e por quê)</strong></p><p><br></p><p>* Gostei imensamente da forma de conceber unidades como A Study In..., talvez porque esse modo coloca ênfase nas palavras e seu poder evocativo (A Study In Respect para organizar o estudo de formas verbais formais e informais é uma forma extremamente prática e econômica de ensinar esses conceitos!)</p><p><br></p><p>* Gostei também da ideia de que a sala de aula é em si um ser quase vivo, que se desenvolve e muda ao longo da jornada pedagógica. Colocar essential questions e follow-up questions se configura como uma evolução visível do processo de aprendizado e evolução da turma!</p><p><br></p><p><strong>3 perguntas que tenho sobre o que li</strong></p><p><br></p><p>* Como manejar as expectativas do professor com relação ao output dos alunos (How much is good enough for any given task?). Qual a linha divisória entre student language que está em construção, mas "dá conta", e aquela que precisa ser refinada pelos alunos (isso em uma determinada atividade, não no percurso como um todo)?</p><p><br></p><p>* Como fazer com que os alunos saibam e valorizem a importância de se adquirir conteúdo através da língua adicional, e não considerem o CLIL como um "dificultador desnecessário"?</p><p><br></p><p>* Quando dizemos que é necessário não abrir mão do CALP em detrimento dos BICS numa aula de CLIL, não estamos necessariamente criando uma artificialidade em sala de aula, deixando a produção menos autêntica? </p><p><br></p><p><strong>5 maneiras pelas quais este texto convida à reflexão sobre meu contexto</strong></p><p><br></p><p>* Primeiramente, estou intrigado a conceber as etapas micro e macro do meu ensino, e do meu planejamento como coordenador, sob a ótica das Essential Questions!</p><p><br></p><p>* Refleti também sobre a importância de se visualizar os objetivos essenciais de qualquer objeto de estudo, seja dos alunos ou de nosso próprio desenvolvimento profissional. Talvez seja por isso que eu tenho receio de fechar as abas do navegador – preciso enxergar o meu processo!</p><p><br></p><p>* O processo de ensino através do CLIL é algo que se modifica, se expande e caminha para lugares inesperados ao longo da jornada de aprendizado. Talvez seja simultaneamente o meu maior defeito, e minha maior qualidade, estar sempre buscar dos passos, ou etapas de uma aula, e não me abrir para enxergar primeiramente o horizonte da caminhada. Organizações com base em Essential Questions certamente ajudarão com isso!</p><p><br></p><p>* Já havia mencionado acima, mas percebi o quanto a organização coletiva do corpo docente é essencial para o modelo CLIL.</p><p><br></p><p>* Finalmente, a maior reflexão das últimas semanas é que, ao dizer que o CLIL não é um modelo fixo e que as idiossincrasias de cada contexto têm  de ser levadas em conta, não significa que não há um procedimento, um princípio!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 02:09:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yuri_amorim1</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3222652524</link>
         <description><![CDATA[<p>L - Para mim, o mais legal foi a ideia de deep learning e o quão ligado está com a metodologia CLIL. É muito importante que nós professores, coordenadores e etc consigamos entender que para ser meaningful e que seja consolidado, o ensino e aprendizado precisa ser ligado à ideia apresentada pelo texto: conteúdos a serem explorados com o tempo necessário para que seja atingido o deep learning</p><p>O - acredito que o maior obstáculo sejam algumas crenças que muito carregam e precisam abrir a mente e ver que CLIL é muito mais do que discutir determinado conteúdo em L2. Precisa realmente fazer sentido para os alunos.</p><p>N = ---</p><p>S - Eu fico cada vez mais feliz em perceber que muito do que venho estudando e descobrindo está em consonancia com o que você, Kênia, tem apresentado e nos instigado a discutir. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-18 17:51:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Minha resposta em google doc</title>
         <author>smoreiraenglish</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3222912871</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 21:05:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exit ticket:</title>
         <author>smoreiraenglish</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3222929428</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Bússola</em></strong></p><p><em>Com base nos textos, vídeos, e na aula síncrona da semana 2:</em></p><p><strong><em>1. L = Leste (L ou E): O que foi mais Legal ou Excitante essa semana?&nbsp;</em></strong></p><p><em>Ler um texto orientando-nos específica e explicitamente sobre o tratamento da linguagem e do vocabulário na língua-alvo em aulas CLIL.</em></p><p><br></p><p>Além disso, ler sobre como a relação CALP-BICS acontece no dia-a-dia escolar, do ponto de vista do learner. (p.62)</p><p><br></p><p><strong><em>2. O = Oeste: O que você encontra como Obstáculo ou preocupação sobre as ideias discutidas essa semana?&nbsp;</em></strong></p><p>A ideia que está tacitamente sendo construída na minha mente a respeito de language scaffolding é que o prompt de estruturas é imprescindível em aulas CLIL. Não sei se isso está certo. E me preocupa a viabilidade de preparação desse tipo de material, aula a aula.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong><em>3. N = Norte: O que mais é Necessário saber ou descobrir sobre as ideias discutidas essa semana? Que informações adicionais ajudariam você a compreender melhor o tópico?</em></strong></p><p>Compreender como utilizar a matriz Gibbon's learning zones para preparar as aulas e as dinâmicas para turmas específicas. (Alguma zona é off limits, ou todas as zonas cumprem seu papel no processo de aprendizagem? Acaba virando um ciclo?)</p><p><br></p><p><strong><em>4. S = Sul: Qual é a sua posição ou opinião atual sobre as ideias apresentadas?&nbsp;</em></strong></p><p><em>Ler sobre as três dimensões do CLIL me fez lembrar da tipologia de conteúdos do Zabala (conceituais, procedimentais, e atitudinais), que fez muita diferença para o meu desenvolvimento como prof de língua inglesa, pois me ajudou a antecipar as necessidades comunicativas dos alunos de forma mais estruturada (menos intuitiva). </em></p><p><br></p><p><em>Pensar as três dimensões CLIL nos ajuda bastante, no contexto da educação brasileira, na elaboração das habilidades / learning outcomes (What-How-With what language?)</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 21:24:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rosane Magalhães- check in</title>
         <author>rosanemagalhaes2</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3230568422</link>
         <description><![CDATA[<p>Após a leitura do texto “<em>Teaching for deeper learning”,</em> posso destacar como <strong>importante, </strong>priorizar ideias maiores( conceitos que ajudam aquilo que é mais importante para o aluno aprender na disciplina) e que possam ser passadas no currículo porque sem o conhecimento, não é possível cobrir todo o conteúdo. Ideias centrais preparam o aluno para aplicar o aprendizado em diferentes contextos. Por exemplo, na aula de história, ao invés de ensinar somente datas e eventos históricos, os alunos podem aprender o conceito de mudança e continuidade. Ponto <strong>interessante </strong>é a utilização de perguntas essenciais (Essential Questions-EQs) para organizar o ensino. Essas perguntas ajudam os alunos a entender melhor conceitos abstratos e a aprender mais. E <strong>surpreendente</strong> é que os especialistas organizam seus conhecimentos em torno de ideias importantes, enquanto os iniciantes pensam que o conhecimento é uma lista de coisas.Essa distinção mostra que o ensino pode ser planejado para imitar o que especialistas pensam e ajudar os alunos a entender melhor.</p><p>&nbsp;</p><p>Perguntas sobre o texto:</p><ol><li><p>Como priorizar ideias maiores no currículo pode influenciar a motivação e o engajamento dos alunos no aprendizado?</p></li><li><p>Como os professores podem equilibrar o ensino básico com a exploração de conceitos mais abstratos?</p></li><li><p>Quais são os desafios para implementar estratégias como "word walls" e perguntas essenciais em sala de aula?</p></li></ol><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 22:59:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3230568422</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Juliana Borba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3231108462</link>
         <description><![CDATA[<p>Algo que achei importante foi a necessidade de priorização de um currículo moderno o que talvez pode chocar escolas com currículos menos flexíveis. Contudo, Vejo a necessidade de a escola ter um currículo amplo com temas relevantes ao invés de ter um currículo pesado com muitas informações e detalhes que não contribuirão para a retenção do que é necessário.</p><p><br></p><p>A ideia de o aluno ter autonomia e aprendizagem suficiente para transferir o que aprende foi um tópico interessante para mim porque reforça a ideia de que o aluno que ensina o que aprende retém muito mais o que aprendeu e valida para si mesmo o seu processo através da visibilidade do conhecimento.</p><p><br></p><p>Duas coisas surpreendentes foi o design de um currículo baseado em conceitos ao invés de temas ou tópicos. A agilidade da definição das partes como:  Um estudo sobre...  O mural com as palavras conceito e as perguntas essenciais clarearam muita coisa sobre o "como fazer CLIL" para mim. Ao trabalhar em escolas tradicionais com currículo em tópicos, pude perceber quão artificial as coisas são. O alvo desses currículos seria passar em ENEM e outros testes para entrada em estudos universitário. A questão do A study in... leva a uma ideia mais precisa do que se espera do aluno e não usa tópicos fragmentados que acabam não sendo internalizados pelo estudante. </p><p><br></p><p>Gostei muito da ideia de alunos e professores construírem juntos o conteúdo a ser aprendido, da liberdade necessária para que o aluno argumente e questione e não simplesmente engula algum tema ou equações. </p><p><br></p><p>Ao ler os textos, as seguintes perguntas surgiram:  CLIL entrará em nosso ano letivo de 2025, como sair do gesso dos anos e anos tradicionalistas com ensino via tópicos? </p><p>As avaliaçôes de linguagem são mandatórias na escola. Como elaborar avaliações dentro da metodologia CLIL?</p><p>Como engajar e trabalhar com os especialistas de outros conteúdos eliminando o preconceito contra o projeto bilíngue? </p><p>O que fazer quando os conteúdos apresentados são densos demais para alunos A1 e A2, por exemplo. Posso pedir a eles para construírem suas ideias em L1 e apresentá-las em L2? </p><p><br></p><p>Percebo que preciso refletir sobre minha prática tradicional e me abrir para entender a riqueza CLIL. Ainda me sinto engessada e meio sem rumo sobre onde começar essa mudança.  Haverá um treinamento específico da IS em dezembro na escola. Confesso estar apreensiva quanto à implementação. Ainda bem que conheci vocês para começar a jornada. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-23 18:24:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3231108462</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lesson plan</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3231131576</link>
         <description><![CDATA[<p>Acredito que o tema foi ensinado de forma implícita de início -  o tema Egito na primeira aula sugere aos alunos um pouco do que está por vir mas sem detalhes da arte do Egito antigo.</p><p>A atividade sobre partes do corpo contribuiu para o tema de Egyptian Figures. Torna-se necessário o conhecimento de partes do corpo para contribuir na elaboração e explicação do trabalho criado posteriormente. </p><p><br></p><p>A parte em que se fala do material utilizado para a criação e conservação da arte talvez poderia ser melhor desenvolvida no quesito de conhecer os elementos e pedir aos alunos que busquem na natureza ou em áreas comerciais os elementos utilizados para a elaboração desse tipo de arte. </p><p><br></p><p>Talvez fosse interessante ainda comparar estilos artísticos de outras partes do mundo na antiguidade ou usar o próprio país para pesquisar quando e como a arte começou por lá. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-23 19:09:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3231131576</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3231149281</link>
         <description><![CDATA[<p>L: Foi descobrir a importância de um currículo com menos overload de tópicos e com conteúdos significativos e com tempo para ser explorado. O alívio por retirar o "English Only" da minha prática. Confesso que me angustia bastante e às vezes posso ver o terror nos olhos de alguns alunos que se sentem perdidos. </p><p><br></p><p>O: Melhorar a interação com professores de outras disciplinas para enriquecimento do conteúdo. Vencer a barreira de preconceito quanto ao programa bilíngue muito comum entre esses parceiros. Em minha escola o programa bilíngue está em expansão gradual que chegará até o nono ano. A discussão na sala de professores em novembro é:  Quem vai perder aulas para o 'bilíngue' ano que vem? Isso me entristece bastante.  A sensação que tenho é que eles nos veem como ameaças e não como parceiros :(</p><p><br></p><p>N:  A prática de CLIL de fato. Ainda não conheço o material que vou trabalhar no próximo ano. Peguei o material de uma colega para tentar entender um pouco e me ajudar com esse curso aqui também. </p><p><br></p><p>S: O propósito do currículo baseado em conceitos, ensinar com mais profundidade e a redução de tópicos superficiais. Colocar apenas tópicos cruciais para a expansão e enriquecimento da grande ideia. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-23 19:53:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Webbing week 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3231183619</link>
         <description><![CDATA[<p>Segue atualização. Grata</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-23 21:32:20 UTC</pubDate>
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         <title>Lesson Analysis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3232216356</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>* Onde os conceitos-chave estão sendo ensinados de forma explícita e implícita?</strong></p><p><br></p><p>Os conceitos-chave estão sendo ensinados implicitamente nas atividades de produção (criação de Wh- questions sobre o texto pelos alunos e criação de desenhos segundo as regras de proporção egípcias). Em todas as demais atividades, me parece que os conceitos estão sendo explicitamente tratados, tanto nas atividades diretas de vocabulário quanto na leitura dos textos.</p><p><br></p><p><strong>* As atividades promovem a exploração de conceitos e grandes compreensões? Dê exemplos e aponte onde sente falta de oportunidades para uma compreensão coneitual mais rica.</strong></p><p><br></p><p>Na primeira atividade da Lesson 1, os alunos criam duas word clouds, uma em conjunto e outra individualmente. Uma word cloud sem contexto, em que as palavras estão soltas, não explora muito bem os conceitos, pois os alunos podem não saber o que estão copiando. Eu sinto falta de algum procedimento que faça com que os alunos demonstrem compreensão do que copiam (classificar as palavras do word cloud de acordo com algum critério ao copiá-las seria um bom começo);</p><p>O gap-fill na primeira aula da unidade 2 também me parece muito simples, pois só necessita que os alunos identifiquem palavras de um texto, sem interagir com o conceito dessas palavras.</p><p><br></p><p><strong>* Área onde a exploração dos conceitos poderia ser mais robusta. Proponha uma modificação ou atividade adicional que incentive os alunos a questionar, generalizar ou aplicar os conceitos abordados.</strong></p><p><br></p><p>Na aula número 1 da segunda unidade, a professora parece pausar o conteúdo de arte para focar no vocabulário de parts of the body, o que me parece uma oportunidade de juntar os dois conceitos: ela poderia mostrar as imagens de partes do corpo selecionadas de pinturas do Egito Antigo e, ao mesmo tempo em que trabalham com o vocabulário, os alunos poderiam comparar as formas e tentar chegar a uma definição própria das proporções egípcias. Talvez a leitura/ escuta do texto poderia ser feita após essa atividade, para que eles verifiquem se suas definições fazem sentido!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-25 02:56:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nasciju7474</author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3246400691</link>
         <description><![CDATA[<p>No plano de aula proposto pela professora, o <strong>Content </strong>que será trabalhado é: Art in Ancient Egypt e Draw like an Egyptian. Ela inicia a aula com uma atividade de brainstorming (word cloud), sobre o Egito, dando aos alunos a oportunidade de apresentarem conhecimento prévio sobre o assunto (r<em>emembering</em>). <strong>Communication</strong> - os alunos são divididos em grupos para a elaboração de Wh_ questions sobre o texto da atividade anterior, e posteriormente usam essas perguntas para trabalharem a oralidade, fazendo perguntas e respondendo-as (<em>applying</em>). <strong>Cognition</strong> - as atividades de matching the words and pictures, brainstorming, fill in the gaps e draw an Egyptian figure, aparecem como propostas de apresentação e reforço de vocabulário novo (<em>understanding</em>). <strong>Culture</strong> - vídeos e textos são usados para abordagem do C-Culture.</p><p><br>Embora a professora tenha feito uso de atividades que promovem a exploração dos conceitos 4Cs, ela não se aprofunda em nenhum deles. Houve pouca conexão entre os <strong>contents</strong> das duas unidades trabalhadas e não fica claro, no plano de aula, se os conhecimentos da arte egípcia (símbolos, técnicas e significados culturais), foram aprofundados, pois ela só pede que eles coloquem informações em uma timeline, e esses conhecimentos são fundamentais para a aula de Draw like an Egyptian. Ela poderia ter explorado melhor o <strong>C-Culture</strong>, falando mais sobre a arte no Egito, fazendo um link sobre como os egípcios desenhavam (“lei da frontalidade”) e como isso influenciou ou não a maneira como outras culturas desenham.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-04 12:53:46 UTC</pubDate>
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         <title>Andréia Gallas Kirch - Webbing 2 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Áreas do conhecimento: Geografia, História, Língua Portuguesa </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 23:30:00 UTC</pubDate>
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         <title>Check in</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3251527279</link>
         <description><![CDATA[<p>Vale ressaltar a importância do professor fazer a conexão dos conteúdos com situações reais, como por exemplo considerar as experiencias dos alunos e seus contextos culturais. Achei interessante como o autor sugere que  a aprendizagem profundo não acontece apenas no cérebro mas também envolve conexões emocionais e sociais dos discentes. Sendo assim, é necessário ativar ao mesmo tempo: lógica, emoção e valores, pois quando os alunos se sentem conectados ao que estão aprendendo, eles retém o conhecimento de maneira mais eficaz e aplicam com mais facilidade.</p><p>As perguntas sobre o que li são: Como posso integrar estratégias de aprendizado profundo em meu contexto específico de ensino: programa infantil bilíngue considerando as limitações de tempo e currículo? As vezes é difícil pensar em algo que realmente será significativo para determinadas faixas etárias. Qual seria o material mais proveitoso para me guiar nos projetos? Além dessas perguntas de que maneira poderia avaliar se  meus alunos estão tendo uma aprendizagem profunda.</p><p>Esse texto me convida a reflexões pensando no contexto em que atuo, pois sempre que preciso introduzir um conteúdo me preocupo na significância que ele terá na vida de meus alunos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 21:23:40 UTC</pubDate>
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         <title>Lesson analysis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3251542653</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com o planejamento de ensino a temática principal é a arte egípcia antiga, possuindo atividades teóricas e práticas, com apoios visuais. Os conceitos chaves estão sendo ensinados de maneira implícita, já que no início da primeira aula é perguntado o que sabiam sobre o Egito. De acordo com a revisão das atividades propostas, é possível perceber a falta de flexibilização do professor perante ao que os alunos pudessem contribuir ou sugerir. Senti falta de uma compreensão mais rica no momento da unit 2 na lesson 1 , na minha opinião o tema de human body , que ficou um pouco descolado no meio do planejamento, talvez ele poderia utilizar um texto acerca disso e a partir disso fazer a revisão, também poderia utilizar um kahoot para relembrar o vocabulário. Ele poderia usar como uma atividade mais significativa a comparação da arte egípcia com a arte brasileira, fazendo com que os alunos refletissem sobre as similaridades e diferenças entre as duas.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-08 21:58:21 UTC</pubDate>
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         <title>Exit Ticket</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3251545960</link>
         <description><![CDATA[<p>O mais legal da semana dois foi poder perceber que contexto, emoções e cognição andam juntas no processo de ensino e aprendizagem.</p><p>Obstáculo: como avaliar se a aprendizagem está, de fato, sendo profunda.</p><p>Necessário: É essencial termos ferramentas para que possamos aplicar, como um aprofundamento em  metodologias ativas.</p><p>S: Creio que existam muito contextos educacionais e que possa haver desafios em aplicar o que foi estudado em determinadas salas de aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 22:07:06 UTC</pubDate>
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         <title>webbing 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3251548959</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 22:15:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3310665872</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Achei importante </strong>aprender sobre conceptual sequencing porque no CLIL, a sequencia é extremamente importante para desenvolver a complexidade do tema sendo estudado. </p><p><br></p><p><strong>Achei interessante</strong> aprender que em CLIL, focar em big ideas é muito mais produtivo do que dar uma overdose de informações no aluno. Focando em uma ideia maior, somos capazes de destrincha-la e guiar os nossos alunos a alcançar o macro. </p><p><br></p><p><strong>Duas coisas que achei surpreendente</strong> foram, 1- saber que eu não devo diminuir a complexidade do conteúdo porque o aluno não tem a capacidade linguística para desenvolve-lo, portanto, devo entrega-la, também. 2- E saber que numa sequência de atividadades, com o objetivo de alcançar a compreensão/produção de um conteúdo, devo sempre focar no antes e depois. Não há sequencência sem ter isso em mente. </p><p><br></p><p><strong>3 perguntas: </strong></p><p><br></p><p>Em uma sala de aula de uma escola de inglês, quais são os maiores desafios enfrentados pelo professor?</p><p><br></p><p>Como adaptar as perguntas do livro didático para que a aula seja mais student-centered e haja menos teacher talking?</p><p><br></p><p>Soft-CLIL realmente funciona?</p><p><br></p><p>5 maneiras que me convida à reflexão: </p><p><br></p><p>-É um desafio muito grande aplicar isso baseado em um livro didático escolhido por outras pessoas e no qual eu, obrigatoriamente preciso "ensinar" o "conteúdo" ali proposto. </p><p>-O aluno literalmente deve ser o centro da aula e ajuda-lo a desenvolver-se cognitivamente a partir dos seus próprios questionamentos e descobertas. </p><p>-Tornar a língua uma ferramenta para ajuda-lo nesse processo de crescimento cognitivo e crítico. </p><p>- CLIL não é linear. Sequencial sim, lienar, não. </p><p>- Em mundo em rápida mudança, é impossível se aprofundar em uma coisa, mas totalmente possível ter conhecimento das partes de várias outras.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 03:48:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3310691785</link>
         <description><![CDATA[<p>O tópico desta aula foi: THE ART OF ANCIENT EGYPT</p><p><br></p><p>A professora explicitamente ensina conceitos-chave nas Lesson 1 e 2 da unidade 1, e na Lesson 1 da unidade 2. De forma implícita, conceitos-chave são ensinados na Lesson 3 da unidade 1, e na Lesson 2 da unidade 2. </p><p><br></p><p>Acredito que através das atividades que envolvem Brainstorming, trabalho me grupo, o uso de WH-questions, a professora esteja explorando os conceitos e compreensão dos alunos, além de promover também a interação entre eles. Pensando em promoção de oportunidades para uma compreensão conceitual mais rica, essa professora poderia ter explorado o C-Culture mais, lincando, por exemplo, como as ilustrações nas pirâmides naquela época, refletiam as crenças e costumes daquele povo. Ou explorar como a arquitetura egípcia influenciou no que temos/vemos hoje. </p><p><br></p><p>Como já mencionado aqui, também acho que a parte onde a professora trabalha as proporções, poderia ser mais enriquecida. Fazer o alunos pensarem na razão pela qual os egípcios usavam tais proporções e como isso refletia o mundo deles, seriam boas estratégias, ao invés de focar simplesmente no desenho. A professora poderia então explorar o C-Communication colocando os alunos para debaterem, e talvez extender a atividade comparando com outras culturas (consigo pensar nos gregos e suas construções).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 04:26:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/keniacs/n5pkvka7pmhah448/wish/3310696433</link>
         <description><![CDATA[<p>L/E = Para mim, o mais legal foi aprender sobre as "features" que caracterizam o CLIL.</p><p><br></p><p>O = a implementação de tudo o que aprendi até o momento, em um contexto de sala de aula de uma escola de idiomas. </p><p><br></p><p>N = Como sair da linearidade um livro didático (escola de idioma).</p><p><br></p><p>S = Muito positiva. Tem sido uma explosão de sentimentos e uma alegria muito grande por entender que CLIL não se faz sem sequência, que o aluno é sempre o centro e que o conteúdo é o mais importante. A língua é ferramenta, mas que se entregue ao aluno de forma correta, ela também se desenvolverá na complexidade do conteúdo trabalhado. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 04:33:22 UTC</pubDate>
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         <title>Silvia - pdf</title>
         <author>keniacs</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-03 10:40:57 UTC</pubDate>
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