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      <title>Experiences During a Psychoeducational Intervention Program Run in a Pediatric Ward: A Qualitative Study by Ana Monteiro</title>
      <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-05-07 11:28:12 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2019-05-07 21:30:45 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357561042</link>
         <description><![CDATA[•	A hospitalização pode resultar em custos emocionais, sociais e académicos para crianças e adolescentes em idade escolar.
•	 Desenvolver atividades psicoeducativas adequadas e assegurar a colaboração dos professores em sala de aula, permite o aprimorar as competências pessoais e emocionais e manter uma conexão com a vida escolar e acadêmica. 
•	Os programas educacionais foram projetados para pacientes com longas permanências no hospital e/ou com condições crônicas, num formato de escolas hospitalares, em hospitais pediátricos.
•	Os efeitos negativos da hospitalização podem ser sentidos independentemente da duração da hospitalização
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         <pubDate>2019-05-07 11:29:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sobre este estudo...</title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357561391</link>
         <description><![CDATA[<div>·         Esta investigação tem como objetivo (1) apresentar um programa de intervenção psicoeducacional fundamentado na aprendizagem autorregulada, implementado ao longo de 1 ano numa ala pediátrica de um hospital regional para todos os pacientes internados em idade escolar, independentemente da duração do internamento e (2) descrever as experiências e perspectivas relatadas pelos pais / cuidadores e professores da escola. O programa conta com duas facetas (1) o acompanhamento psicoeducacional e (2) a vinculação à escola. O PIP (programa de intervenção psicoeducacional) oferece oportunidades educacionais, garantindo o acompanhamento educacional com atividades adaptadas à duração da estadia. Todos os pacientes participaram em atividades pedagógicas, de lazer e atividades de aprendizagem autorregulada, destinadas a treinar habilidades transversais (por exemplo, estabelecimento de metas). Além disso, as crianças completaram tarefas de estudo resultantes da ligação entre os professores da turma e o professor do hospital. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:30:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A intervenção psicoeducacional é:</title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357562630</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Individualizada<br>2. Focada em atividades lúdicas teoricamente fundamentadas<br>·         permitem que a aprendizagem ocorra naturalmente <br>·         projetada para facilitar a reentrada para a escola. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:35:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357564947</link>
         <description><![CDATA[<div>- A hospitalização é um momento difícil para crianças e adolescentes, tendo sido identificado por Clouser como um momento potencial de crise não só para as crianças, mas também para os pais.</div><div>- O internamento hospitalar pode ser um evento traumático e stressante na vida das crianças </div><div>- 60% das crianças internadas sofrem impactos negativos decorrentes da hospitalização </div><div>- Muitas relatam sentirem-se sozinhas, tristes ou entediadas e às vezes até assustadas com o ambiente ou procedimentos do hospital </div><div>- A idade e a duração do internamento são dois fatores de risco muito associados aos impactos negativos da hospitalização </div><div>- Crianças mais novas são mais vulneráveis ​​aos efeitos negativos da hospitalização do que as crianças  mais velhas</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:44:38 UTC</pubDate>
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         <title>Vantagens reportadas pelos pais:</title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357565267</link>
         <description><![CDATA[<div>1. auxiliou a preparação para a cirurgia </div><div>2. facilitou o processo de hospitalização, </div><div>o   auxiliou na distração da condição de saúde, </div><div>o   promoveu as competências de aprendizagem autorregulada e</div><div>o    facilitou a comunicação e a articulação com a vida escolar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:45:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>No entanto, há alguma controvérsia sobre os efeitos da duração do internamento…</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357566213</link>
         <description><![CDATA[<div>Wright: Crianças com internadas 2 ou 3 dias apresentavam mais comportamentos negativos do que crianças hospitalizadas por períodos mais curtos ou mais longos de tempo. </div><div>- No entanto, este impacto diminui ao longo do tempo e quase desaparece após 2 semanas, podendo demorar um período mais longo de tempo </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:48:45 UTC</pubDate>
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         <title>Questionário dos pais/cuidadores</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357566358</link>
         <description><![CDATA[<div>A maioria avaliou o programa positivamente e a sua ligação entre o hospital e a escola também à indica que a PIP foi compreendida como importante e relevante</div><div> </div><div>Em relação à questão, os resultados dos 5 temas foram:</div><div><strong>1- Prepara para cirurgia e facilita o processo de hospitalização</strong></div><div><em>Os pais referiam que explicar o que ia acontecer acalmava as crianças, as deixava à vontade e a perceber porque tinham de ficam internadas e todo o processo que tinham de passar</em></div><div><strong>2- Distrai da condição de saúde e das dificuldades associadas</strong></div><div><em>Esqueciam o lugar onde estão, a dor que estavam a passar e diminui a isolamento das crianças ao interagirem com outras</em></div><div><strong>3- Promove competências de aprendizagem autorregulada (SRL)</strong></div><div><em>As atividades ajudavam-nos a conhecer estratégias que podem usar na escola, para estudar para os testes e para definir metas a curto, medio e longo prazo</em></div><div><strong>4- A comunicação e ligação com a vida escolar ajuda a minimizar o impacto da hospitalização na aprendizagem </strong></div><div><em>Eles conseguiam aprender as coisas da escola, fazer os testes, ter notas altas. Mantinha-a ocupada no hospital ao mesmo tempo que se mantinha ligada à escola</em></div><div><strong>5- Foi recomendada a continuação do programa, dada a sua importância para crianças hospitalizadas</strong></div><div><em>Era muito útil para a recuperação do filho, ele gostava e estava motivado e facilitava a sua permanência no hospital</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:49:21 UTC</pubDate>
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         <title>Questionário dos professores</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357566535</link>
         <description><![CDATA[<div>A conexão entre o hospital e a escola foi avaliada positivamente – os professores mostravam-se satisfeitos com a forma como o professor hospitalar conduziu esse processo de comunicação</div><div> </div><div>Em relação à questão aberta, os resultados dos 5 temas foram:</div><div><strong>1- Viram o PIP como relevante, importante e com impacto na ligação do aluno com a escola</strong></div><div><strong>Era importante para ligar o hospital e a escola, trazendo muitos benefícios</strong></div><div><em>É muito importante para manter a conexão entre o aluno e a escola. Esta colaboração ajudava o aluno a sentir-se mais calmo em relação à escola</em></div><div><strong>2- Fornecia suporte académico através das tarefas realizadas e das oportunidades de acompanhar a aprendizagem das crianças</strong></div><div><em>Podem seguir as atividades escolares com supervisão e apoio para completar as tarefas escolares</em></div><div><strong>3- Fornecia suporte emocional e de lazer-educacional através das oportunidades fornecidas</strong></div><div><em>Os efeitos vão além de ocupar o seu tempo livre, o programa minimiza os efeitos quer da ausência escolar, como da permanência no hospital. Permite que eles continuam a ser estimulados cognitivamente</em></div><div><strong>4- Ajuda a uma reintegração na escola bem-sucedida</strong></div><div><em>O aluno não deixa de ter contacto com a escola, o que facilita a reintegração na turma, diminuindo as dificuldades de acompanhar a professora e os colegas. Permite recuperar as aprendizagens perdidas</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:49:59 UTC</pubDate>
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         <title>Os professores da turma enfatizaram a relevância do programa…</title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357567280</link>
         <description><![CDATA[<div>Na ligação entre o hospital e a escola, no apoio académico e psico-emocional e de lazer-educacional fornecido, e na suavização da reentrada escolar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:53:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Participantes </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357567341</link>
         <description><![CDATA[<ul><li> 1796 pacientes </li><li>Dos quais 798 crianças, que ficavam internadas em média 4 dias. Destes, 251 ficaram mais de 3 dias </li><li>A idade dos pacientes internados variou entre 6 e 17 anos </li><li>315 eram meninas (39,5%) </li><li>Todas as crianças em idade escolar admitidas durante o período de implementação do PIP tiveram a oportunidade de participar das atividades. Não ocorreu nenhum abandono </li><li>No entanto, os pacientes internados não eram participantes do estudo atual. </li><li>No estudo atual os participantes do presente estudo incluíram os pais / cuidadores desses pacientes e os respetivos professores da turma. </li><li>Critério de inclusão para os pais / cuidadores de participar: estarem a acompanhar crianças em idade escolar; e para os professores: estarem envolvidos na ligação estabelecida entre o hospital e a escola. </li><li>Durante a implementação do PIP, 185 (23%) pais / cuidadores das 798 crianças foram solicitados aleatoriamente a preencher um questionário; </li><li>Em relação aos professores das turmas, 71 escolas públicas e privadas foram contactadas e foi estabelecida uma colaboração eficaz com 56 professores.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:53:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Notas</title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357567429</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Este programa difere das escolas hospitalares no sentido de que não se segue pelo currículo da escola, não “obrigando” os professores a leccionar matérias fora da sua área de especialização;</div><div>2. O objetivo não é transmitir conteúdos específicos, mas equipar as crianças com habilidades que sejam úteis – a intervenção torna-se preventiva.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:53:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O retorno à normalidade após a hospitalização</title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357568564</link>
         <description><![CDATA[<div>Pode ser um desafio e resultar em respostas negativas </div><div>- Como faltar às aulas e perder oportunidades educacionais e sociais para progredir. </div><div>Por causa disso, crianças e adolescentes em idade escolar hospitalizados são mais propensos a apresentar: </div><div>1. maiores taxas de baixo rendimento </div><div>2. maior risco de problemas psicossociais </div><div>3. menor probabilidade de concluir a escolaridade obrigatória ou ingressar na universidade <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:57:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357568818</link>
         <description><![CDATA[<div>Os jovens em idade escolar hospitalizados merecem ter acesso à educação enquanto estão longe da escola; </div><div>Esta experiência educacional (1) proporciona aos pacientes algum senso de normalidade, (2) ajuda na sua recuperação, (3) apazigua as preocupações dos pais e da criança relacionadas com a escola e (4) prepara a criança para a reentrada escolar. Para além disso, (5) permite manter ligações com o exterior, o que também pode garantir o apoio dos professores, escolas e colegas.</div><div><br>Quando os colegas e professores não se esquecem das crianças apesar da sua ausência, estas são mais prováveis de estarem mais envolvidas quando voltam à escola. <br><br></div><div>Nota: os serviços educacionais tendem a diferir entre hospitais, com grande variabilidade de organização, financiamento e estrutura, portanto a comparação dos programas é prejudicada </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:58:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Quadro teórico</title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357569010</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:59:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Quadro teórico</title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357569023</link>
         <description><![CDATA[<div>A intervenção está fundamentada na estrutura cognitiva social que pressupõe que as variáveis ​​contextuais e os contextos de aprendizagem desempenham um papel importante na motivação e autorregulação dos alunos.</div><div>Os modelos de SRL (aprendizagem autorregulada) abordam como os indivíduos assumem um papel de agente enquanto aprendem. </div><div>Papel de agente - capacidade dos indivíduos de influenciar o seu próprio funcionamento cognitivo e comportamental. </div><div>Enquanto autorregulam a aprendizagem, os alunos utilizam os processos cognitivos e metacognitivos para controlar a cognição, motivação, ambiente de aprendizagem e comportamentos, e isso acontece antes, durante e depois da aprendizagem</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 11:59:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O modelo PLE</title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357569164</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 12:00:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O modelo PLEE</title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357569184</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>1.       Planeamento (começa antes de executar a tarefa)</div><div>a.       Definir objetivos e adotar estratégias de aprendizagem para auxiliar o atingir desses objetivos</div><div>2.       Execução (implementação do plano projetado e monitorização do mesmo)</div><div>3.       Avaliação (análise da obtenção de metas)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 12:00:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O modelo PLEE consiste em 3 fases:</title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357569201</link>
         <description><![CDATA[<div>1.       Planeamento (começa antes de executar a tarefa)</div><div>a.Definir objetivos e adotar estratégias de aprendizagem para auxiliar o atingir desses objetivos</div><div>2.       Execução (implementação do plano projetado e monitorização do mesmo)</div><div>3.       Avaliação (análise da obtenção de metas)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 12:00:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357569351</link>
         <description><![CDATA[<div>Em suma, o programa de intervenção hospitalar ancorado na aprendizagem autorregulada visa treinar as crianças sobre como lidar com os problemas e obstáculos resultantes de sua condição de saúde sem perder de vista seus objetivos pessoais e académicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 12:00:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357599747</link>
         <description><![CDATA[<div>· No geral, os resultados mostraram que tanto os pais/cuidadores como os professores enfatizaram o papel relevante do PIP como apoio emocional, educacional e de lazer-pedagógico para as crianças hospitalizadas</div><div>· A hospitalização interrompe as rotinas diárias das crianças e a sua frequência escolar à repercussões negativas no desenvolvimento e educação das crianças</div><div>· Mas os modelos de intervenção educacional atuais geralmente só são implementados em grandes hospitais pediátricos, ou só estão disponíveis para crianças com hospitalizações prolongadas ou com doenças crônicas que envolvem internações repetidas</div><div>· Há necessidade de fornecer à maioria dos pacientes internados sem esses critérios apoio social, que lhes permita manterem-se ligados à escola e à aprendizagem contínua</div><div>· O projeto PIP reconhece que a maioria das internações hospitalares é curta e as crianças recebem alta para se recuperar em casa. Por isso, tentou uma nova abordagem preventiva, concentrando-se na promoção de habilidades transversais, estratégias de SRL (ex. planejamento, pensamento estratégico, estabelecimento de metas, etc.) e atividades de vida diária, em vez de se concentrar em conteúdos ou disciplinas específicas.</div><div>· Os resultados mostraram que é possível utilizar o tempo de hospitalização para promover competências das crianças e contribuir para o reconhecimento de que o treino das estratégias de SRL pode ocorrer em contextos diferentes da escola</div><div>· A ligação com a escola através do trabalho colaborativo entre os professores da escola e do hospital pode ter ajudado a facilitar a reentrada das crianças participantes na escola</div><div>· Algumas experiências positivas indiretas foram ainda relatadas por médicos e enfermeiros, como a importância da dimensão lúdica das tarefas desenvolvidas pelo PIP e do seu impacto positivo na recuperação das crianças; e referiam ainda que os pais/cuidadores mais calmos tinham menor probabilidade de interferir nas suas rotinas e que o PIP permitia um ambiente mais silencioso na enfermaria pediátrica</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 13:12:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>analuisamonteiro13</author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357601590</link>
         <description><![CDATA[<div>· Amostra é geograficamente limitada à estudos futuros poderão incluir a aplicação do PIP noutros hospitais</div><div>· Muitos professores não tinham conhecimento do projeto à pode explicar algumas das dificuldades encontradas no 1º contacto com os professores</div><div>· Curta duração da permanência hospitalar, porque as crianças são mandadas para casa e porque impõe uma rotatividade contínua das crianças internadas à estudos futuros podem avaliar o PIP em questões pessoais, sociais e académicas e desenvolver estratégias de follow-up</div><div>· A dificuldade de aplicar uma intervenção não clínica num contexto clínico (ex. materiais escolares, salas equipadas, etc.)</div><div>· A doença e hospitalização criam angústia e ansiedade nos pais/cuidadores, o que pode atrapalhar a aprendizagem escolar das crianças, por os pais estarem mais focados no tratamento e recuperação de seus filhos que no apoio escolar</div><div>· Os professores não percecionam as curtas ausências dos alunos como uma ameaça à sua aprendizagem, esperam que elas se “atualizem” quando voltam à escola</div><div>· Durante a sua recuperação em casa, o professor do hospital da PIP incentivou as escolas a usar outros meios para manter a conexão da criança com a escola, a aprendizagem e os colegas (ex. aulas pelo Skype) – mas isto não foi aceite pelos professores da turma</div><div>· A comunicação entre o hospital e a escola precisa de ser eficaz para melhorar a qualidade e a efetividade dos serviços educacionais prestados a crianças e adolescentes hospitalizados</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 13:16:07 UTC</pubDate>
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         <title>Intervenções e Procedimentos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357831162</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 21:16:12 UTC</pubDate>
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         <title>Intervenções e Procedimentos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357831707</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A Ala Pediátrica</strong></div><ul><li>A unidade de internação é especializada e projetada para monitorar o desenvolvimento das crianças e acompanhar os diagnósticos e o tratamento de suas condições de saúde </li><li>A sua organização e design são focados em crianças: o ambiente tem paredes coloridas que incluem fotos, personagens e frases de histórias infantis. </li><li>Autonomamente, ou com seus pais ou cuidadores, as crianças podem passar algum tempo lá a desenhar, a jogar jogos de tabuleiro - ou videogames, a ler ou a conversar. </li><li>No entanto, com exceção do PIP, o hospital não organiza atividades educacionais adaptadas às condições clínicas dos pacientes, às necessidades educacionais ou às suas famílias.</li><li>Esta ala pediátrica não é adequada para crianças em condições extremas de saúde. </li></ul><div><strong>A equipe de pesquisa e a implementação do programa</strong> </div><ul><li>A equipe de pesquisa do PIP continha: um psicólogo educacional, um estagiário em psicologia educacional e um professor de hospital. </li><li>Todos os membros da pesquisa têm formação em SRL e o trabalho desenvolvido foi supervisionado pelo coordenador do programa em reuniões semanais. </li><li><em>Primeira faceta do programa:</em> <em>O acompanhamento psicoeducacional</em> foi disponibilizado e oferecido a cada criança hospitalizada escolarizada, sem restrições ou critérios de inclusão. </li></ul><div>-Proporcionou um conjunto de atividades psicoeducacionais adaptadas à duração de cada internação hospitalar. Diariamente, os psicólogos educacionais que trabalhavam na ala pediátrica reuniram os dados pessoais (por exemplo, idade, nome da escola, ano letivo) das crianças recém-hospitalizadas. </div><div>-Todas as crianças e seus pais / cuidadores foram entrevistados no momento da chegada, e os consentimentos informados para participação na intervenção foram recolhidos. O objetivo da entrevista foi coletar informações relevantes sobre a criança, sua família e seu contexto escolar para delinear o plano de intervenção individual. Os pais / cuidadores também foram informados sobre a possibilidade de estabelecer contato com a escola.</div><div>- O psicólogo educacional contatou a equipe de enfermagem e médica da enfermaria sempre que necessário para reunir informações sobre a saúde e a condição clínica das crianças. </div><div>-O treinamento em SRL e atividades recreativas foi realizado individualmente ou em pequenos grupos. </div><div>-as necessidades educacionais de cada criança foram reconhecidas a partir da entrevista dos pais / cuidadores e nos indicadores de desempenho das tarefas. </div><div>-um conjunto de atividades foi projetado para atender às necessidades educacionais específicas de cada criança (por exemplo, gerenciamento do tempo, atenção, velocidade de leitura, regulação emocional) e preocupações gerais (por exemplo, “tenho medo da cirurgia”, no meio da cirurgia? ”).  -As crianças praticaram o seguinte: o conjunto de estratégias de SRL (por exemplo, delinear um texto ou resumir), o modelo PLEE (por exemplo, discussão de cenários educacionais em que as crianças devem aplicar o modelo PLEE às atividades escolares, hábitos alimentares saudáveis ​​ou saúde bucal, regulação emocional, pensamento estratégico e metacognição), e a transferência das estratégias de SRL para a vida diária.</div><div>-Essas competências de SRL foram desenvolvidas usando materiais pedagógicos e didáticos recreativos, jogos sérios e storytools.</div><div>-Em relação ao uso de jogos sérios, estes foram realizados em tablets, sob a supervisão dos psicólogos educacionais. Jogos sérios são jogos projetados com propósitos diferentes de entretenimento.No PIP, os jogos sérios foram usados ​​como uma ferramenta para ajudar os investigadores a aprender sobre as dificuldades de cada criança e avaliar competências específicas, para treinar habilidades específicas.</div><div>-Em relação ao uso das ferramentas de história, as crianças que permanecem por longos períodos de tempo foram o alvo dessa implementação. “Provações e tribulações de Yellow”, projetado para crianças entre 6 e 10 anos de idade e “Desventuras de Testas”, para crianças entre 11 e 15 anos. A análise autorreguladora dessas narrativas representou uma oportunidade para que as crianças tomarem consciência das estratégias de SRL utilizadas no enredo e transferirem essa aprendizagem para o seu cotidiano.</div><div><em>Segunda faceta do programa: A ligação com a escola</em> teve como objetivo facilitar a transição de volta à escola e ajudar a superar o tempo escolar perdido. </div><div>-Foi ativada sempre que a permanência prevista era de pelo menos 3 dias ou, independente da duração da internação, quando a ocasião do ano letivo era crítica (por exemplo, exames, exames), ou quando a criança ou seus pais demonstrou uma grande preocupação com o impacto da ausência escolar no progresso e avaliação da aprendizagem.</div><div>-Foi esclarecido que o objetivo não era substituir o trabalho da escola, mas sim ajudar a manter alguma ligação à escola e facilitar a recuperação ao retornar à escola. Detalhes sobre o desempenho escolar da criança também foram recolhidos. Sempre que a condição clínica da criança permitia, a criança participava das tarefas prescritas pelos professores da turma com o apoio do professor do hospital. Diariamente durante a internação hospitalar, o professor do hospital relatou à escola respectiva de cada criança as tarefas concluídas, o apoio do estudo fornecido e os desenvolvimentos do estado de saúde. </div><div>-Logo após a alta, o psicólogo e o professor do hospital escreveram um relatório sobre as medidas tomadas com a escola, o acompanhamento acadêmico fornecido e a intervenção psicoeducativa desenvolvida com a criança na enfermaria pediátrica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 21:19:01 UTC</pubDate>
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         <title>Instrumentos e Medidas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357832314</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questionário dos pais / cuidadores</strong></div><ul><li>Este questionário, avalia as perceções dos pais / cuidadores sobre o PIP e descreve a ligação do programa com a escola sempre que foi observada pelos pais / cuidadores. Tem duas seções; o primeiro consiste em 11 itens marcada em cinco pontos Escala de Likert variando de 1 (discordo completamente) a 5 (concordo totalmente). A segunda seção consiste numa pergunta aberta na qual pais / responsáveis ​​foram convidados a comentar sua experiência pessoal com o PIP.</li></ul><div><strong>Questionário de satisfação dos professores</strong></div><ul><li>Este questionário possui duas seções. A primeira seção aborda o nível de satisfação dos professores de classe das crianças hospitalizadas com o papel desempenhado pelo professor do hospital enquanto durou a colaboração. Esta seção compreende quatro itens que os participantes responderam em uma escala de Likert de cinco pontos variando de 1 (nada satisfeito) a 5 (completamente satisfeito) .A segunda seção consiste numa pergunta aberta na qual os professores foram convidados a fazer um comentário sobre sua experiência pessoal com a PIP.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 21:21:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357832314</guid>
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         <title>Análise de dados</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/analuisamonteiro13/n5ggpgc0yujf/wish/357834085</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Em relação à primeira seção do questionário Pais / Cuidadores, a estatística descritiva foi realizada utilizando o software SPSS. A análise da questão aberta seguiu a abordagem padrão para dados qualitativos. As respostas foram codificadas.</li><li>Os dados levaram a cinco categorias emergentes: (i) preparação para cirurgia e facilitação do processo de hospitalização, (ii) distração do estado de saúde, (iii) promoção de competências de SRL, (iv) comunicação e ligação com a vida escolar, e (v) expectativas futuras para o PIP. O coeficiente de Kappa de Cohen mostrou uma concordância interexaminadores de 93, que é considerada quase perfeita.</li><li>Em relação à primeira seção do questionário Professores, a estatística descritiva foi conduzida utilizando o software SPSS. A análise da questão aberta seguiu a mesma abordagem descrita para a pergunta dos pais / cuidadores. Os dados levaram a cinco categorias emergentes: (i) relevância do programa, (ii) ligação entre hospital e escola, (iii) apoio acadêmico prestado, (iv) apoio psicoemocional e de lazer-educacional fornecido, e (v) suavização do reinserção escolar. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 21:29:50 UTC</pubDate>
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