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      <title>João Duns Escoto by </title>
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      <description>A vida e a obra</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-18 20:48:36 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia e teologia</title>
         <author>mariajuliamatos</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sup>A grande parte dos ásperos debates entre aristotélico-tomistas e platônico agostinianos depende, no parecer de João Duns Escoto (1266-1308), da delimita ação não rigorosa dos âmbitos de pesquisa da filosofia  demonstrativa, e a outra trata dos objetos de fé com a filosofia do processo persuasivo; um aplica a lógica do natural, a outra a do sobrenatural.</sup></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 19:52:54 UTC</pubDate>
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         <title>Distinção entre filosofia e teologia</title>
         <author>mariajuliamatos</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliamatos/n590n0r3lcaqzg4l/wish/2356101688</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong><sub>A filosofia ocupa-se, de acordo com João Escoto redutível ou dedutível. Já a teologia, ao contrário. A Contra  absorção agostiniana da filosofia pela teologia e contra o concordismo tomista entre filosofia e teologia, Escoto propõe a clara distinção entre os dois campos. A filosofia tem uma metodologia e um objeto não assimiláveis à metodologia e ao objeto da teologia. As disputas que se multiplicavam e as condenações que frequentes se seguiam a elas, na opinião de Escoto, tinham origem comum: a não de limitação rigorosa dos âmbitos de pesquisa. </sub></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 19:54:00 UTC</pubDate>
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         <title>A univocidade do ente</title>
         <author>mariajuliamatos</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliamatos/n590n0r3lcaqzg4l/wish/2356103175</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><sup>Com a intenção de evitar equívocos e deletérias misturas entre elementos filosóficos e elementos teológicos, Escoto propõe submeter à análise crítica todos os conceitos complexos, a fim de obter conceitos simples, com os quais se deve então proceder à construção de um discurso filosófico fundamentado. Se não alcançarmos essa simplicidade, as combinações de conceitos conterão ambiguidades ou passagens injustificadas.<br>Aquilo que existe e sobre o que meditamos é complexo. A função do filósofo é contribuir para dissipar tal complexidade, antes de mais nada ajudando a pôr ordem e ver claro na selva de nossos conceitos.<br>Em tal contexto e com essa função, Escoto elabora a doutrina da distinção (distinção real, formal e modal). Esse é o caminho que leva do complexo ao simples, que supera as incompreensões e vence as falsas pretensões. Entre Sócrates e Platão há uma distinção real; entre a inteligência e a vontade, a distinção é apenas formal, entre a luminosidade e o seu grau de intensidade, a distinção é modal. Se isso é verdade, então pode-se conceber um conceito sem o outro, sendo deletério considerar os conceitos juntos, como se constituíssem uma só noção.</sup></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 19:55:14 UTC</pubDate>
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         <title>O ente unívoco, objeto primeiro intelecto</title>
         <author>mariajuliamatos</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliamatos/n590n0r3lcaqzg4l/wish/2356104035</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><sup>Convencido de que um dos traços específicos do homem é o fato de ser inteligente que é expressão primeira da transcendência do homem em relação a todos os outros seres vivos, Escoto se apressa a precisar o âmbito cognoscitivo do homem, preocupado em não lhe atribuir poderes ilusórios nem privá-lo de suas potencialidades e prerrogativas. Por isso, diante da questão do objeto primeiro do intelecto,  ele responde antes de mais nada que não pretende tratar do objeto que o homem  primeiro na ordem do tempo nem do objeto mais perfeito que o homem esteja em condições de alcançar.<br></sup></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 19:56:06 UTC</pubDate>
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         <title>A ascensão de Deus</title>
         <author>mariajuliamatos</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sup>Sendo privada dos modos concretos de ser, a noção unívoca de ente é definida como  imperfeita. Mas, exatamente por ser imperfeita, tal noção apenas não se choca com os modos de ser, mas também tende a eles como a suas configurações efetivas. Ora, os modos supremos de ser a finitude e a infinitude, que representam o ente em sua perfeição efetiva. Pois bem, estabelecida a necessidade da possibilidade, Escoto pergunta-se qual&nbsp; seu fundamento ou causa. Nessa questão, seu procedimento&nbsp; o tradicional. Fundamento de tal possibilidade não é o nada, porque o nada não é fundamento ou causa. Também não&nbsp; constituído pelas próprias coisas, porque não é possível que as coisas possam se dar a si mesmas a existência . Então, é necessário pôr a razão de tal possibilidade em um ser diferente do ser produtível.</sup></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 19:57:51 UTC</pubDate>
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         <title>A insuficiência do conceito de ente infinito</title>
         <author>mariajuliamatos</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliamatos/n590n0r3lcaqzg4l/wish/2356106272</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><sup>Mas esse elevadíssimo conceito, ao qual o nosso intelecto pode chegar, expressa verdadeiramente a riqueza pessoal de Deus, a ponto de satisfazer as nossas exigências existenciais e mostrar a inutilidade da teologia e, antes dela, da Revelação?<br>Escoto responde com extrema clareza a essa interrogação crucial, afirmando que o conceito de ente infinito.<br>O conceito de "ente infinito" é o mais simples e mais abrangente a que podemos chegar. O intelecto humano, é em si mesmo pobre e insuficiente, porque não consegue nos introduzir na riqueza misteriosa de Deus, como podemos ler na Ordinatio: "Deus não é conhecido naturalmente pelo homem peregrino de forma própria e particular, isto é, segundo a razão de tal essência (divina), enquanto esta é em si[...]". E isso pelo fato de que a essência divina não é uma realidade que possa ser com prendida naturalmente pelo homem.</sup></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 19:58:22 UTC</pubDate>
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         <title>O princípio de individuação e haecceitas</title>
         <author>mariajuliamatos</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliamatos/n590n0r3lcaqzg4l/wish/2356107192</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><sup>Escoto reafirma o primado do individual, negando existir, em si ou em Deus, a natureza ou a essência da qual os indivíduos participariam. Interpretar o singular como participação no universal seria conceder de mais à concepção paga, que desdenha um e exalta o outro, e não leva em consideração o ato criador de Deus e sua providência. Escoto destaca que Deus não nos propôs um esquema ideal ao qual devamos nos referir na vida cotidiana, mas sim Cristo, à cuja imagem nos criou e para cuja perfeição nos impele. Deus conhece a todos singularmente, confiando a cada qual um lugar preciso na economia geral da salvação pessoal.</sup></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 19:59:16 UTC</pubDate>
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         <title>O voluntarismo e o direito natural</title>
         <author>mariajuliamatos</author>
         <link>https://padlet.com/mariajuliamatos/n590n0r3lcaqzg4l/wish/2356108192</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><sup>Escoto tematiza o problema da ordem e da liberdade com a intenção de combater, a partir de outras perspectivas, a necessidade naturalista dos filósofos greco-árabes. Se Deus é livre e, ao criar, quis os entes singulares em sua individualidade, e não suas naturezas ou essências, então a contingência não diz respeito apenas à origem do mundo, mas também ao próprio mundo e a tudo o que está nele, não excluindo sequer as leis morais.<br>No plano moral, a ideia de bem como guia operativo não é dedutível da ideia do ser, mas somente do Deus infinito. O bem é o que Deus quer e impõe. A única lei à qual Deus está vinculado é representada pelo princípio da não contradição. Escoto se preocupa em salvaguardar até as extremas consequências a transcendência de Deus infinito, sem falsos compromissos.</sup></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 20:00:11 UTC</pubDate>
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         <title>O &quot;Doutor sutil&quot;</title>
         <author>mariajuliamatos</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sup>Chamado por seus contemporâneos de Doctor Subtilis pela fineza e profundidade de sua doutrina, João Escoto nasceu no povoado de Duns, na Escócia, em 1266, quando Tomás de Aquino e Boaventura de Bagno-regio encontravam-se no auge de sua produção científica. Ele se formou e trabalhou nos dois maiores centros de estudo da época: Oxford e Paris. Na Universidade de Oxford, caracterizada pela tradição "cientifica" de Grosseteste, Roger Bacon e Peckham, ele aprendeu uma concepção extremamente rigorosa de "procedimento demonstrativo". Em Paris, centro de polêmicas entre tomistas, averroistas e agostinianos, ele amadureceu a necessidade de ir além daqueles contrastes, baseando-se, por um lado, na autonomia e nos limites da filosofia e, por outro, no âmbito específico e na riqueza dos problemas da teologia.</sup></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 20:02:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariajuliamatos</author>
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         <pubDate>2022-10-25 21:03:31 UTC</pubDate>
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         <author>mariajuliamatos</author>
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         <pubDate>2022-10-25 21:05:25 UTC</pubDate>
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         <author>mariajuliamatos</author>
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