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      <title>Emergência Climática: Como sabemos o que está acontecendo? by darrieux matheus</title>
      <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj</link>
      <description>No capítulo 1 do livro Emergência Climática de Matthew Shirts, o autor descreve através de diversas formas e fontes como os cientistas descobriram que haviam problemas muito sérios ocorrendo com o clima no planeta Terra. Cada um de vocês deverá criar uma postagem neste padlet. Primeiro devem escolher um tópico apontado pelo autor no capítulo 1 do livro, depois devem procurar na internet uma reportagem, entrevista, vídeo ou estudo acadêmico que aborde o assunto em concordância ao que aponta o livro. Publique aqui o link da referência escolhida e um resumo de sua autoria de no mínimo 300 palavras. (10 pontos)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-09 15:39:57 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-01 15:06:17 UTC</lastBuildDate>
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         <title>(Escrevam aqui o título da matéria)</title>
         <author>darrieuxprofessor</author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3625545509</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudante: (Escreva aqui o seu nome e sua turma) 9º Ano (A ou B)</p><p><br/></p><p>Para fazer as publicações sigam esta postagem como modelo. Por exemplo, coloquem título, o nome de vocês, o link da referência escolhida e um resumo da referência (que não pode ser copiado, produzido por IA nem plagiado). Após terem publicado, podem comentar e interagir livremente com as publicações dos colegas. Interações saudáveis, bem elaboradas e contextualizadas valem 50% da nota total do trabalho.</p><p>Caso alguém publique a mesma referência, só será considerada a que foi postada primeiro, ou seja, não vale dois estudantes citarem e resumirem o mesmo link.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://brasil.un.org/pt-br/301371-cop30-no-brasil" />
         <pubDate>2025-10-09 15:53:25 UTC</pubDate>
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         <title>Aquecimento Global</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3632700674</link>
         <description><![CDATA[<p>Davi Almeida - 9º ano B</p><p>No capítulo 1 do livro <em>Emergência Climática</em>, Matthew Shirts mostra como os cientistas começaram a perceber que algo muito sério estava acontecendo com o clima da Terra. Com base em dados de temperatura, observações da natureza e estudos ao longo de décadas, eles notaram que o planeta estava esquentando mais rápido do que o normal. Esse aumento da temperatura não é apenas um número — ele afeta diretamente a vida das pessoas, dos animais e dos ecossistemas.</p><p>Um dos pontos mais preocupantes é o limite de 1,5 °C de aquecimento em relação à era pré-industrial. Esse número foi definido por especialistas como um “limite de segurança”. Se ultrapassarmos esse valor, os impactos podem ser muito mais graves e difíceis de reverter. Infelizmente, estudos recentes mostram que já estamos muito próximos — e em alguns momentos, já passamos desse limite.</p><p>A reportagem que escolhi reforça esse alerta. Ela mostra que, em 2024, o mundo ultrapassou pela primeira vez o limite de 1,5 °C, e os cientistas acreditam que isso pode se tornar uma nova realidade. Isso significa mais ondas de calor, secas, enchentes e mudanças nos padrões de chuva. Tudo isso afeta a agricultura, a saúde, a economia e a qualidade de vida das pessoas, especialmente das mais vulneráveis.</p><p>O livro e a reportagem têm uma mensagem clara: precisamos agir agora. Reduzir o uso de combustíveis fósseis, investir em energia limpa e repensar nossos hábitos são passos importantes para tentar frear esse aquecimento. A ciência está fazendo sua parte ao nos alertar. Cabe a nós, como sociedade, ouvir esses avisos e fazer escolhas mais conscientes para proteger o nosso futuro e o do planeta.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2025/02/21/aquecimento-global-acima-de-15c-pode-ser-irreversivel-diz-estudo.ghtml" />
         <pubDate>2025-10-15 01:25:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As petrolíferas sabiam dos riscos climáticos desde os anos 1970, mas esconderam as evidências</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3636352635</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudante: Davi Wendling do Espírito Santo (9° Ano B)Na década de 1970, o pessoal de laboratório que trabalhava para grandes petrolíferas como a <strong><em>Exxon</em></strong> sabia que a queima de combustíveis fósseis poderia aquecer o mundo. A Exxon<strong> </strong>financiou estudos que até colocaram ferramentas em um de seus navios, o <strong><em>Esso Atlantic</em></strong>, para verificar a quantidade de CO2 despejada nos mares. Esses estudos mostraram que a extração de gases usando petróleo, gás e carvão aquecia a Terra e poderia causar sérios problemas com o tempo.</p><p>Mesmo com essa informação, a Exxon não contou a ninguém. Em vez disso, investiu em campanhas e grupos que incutiram dúvidas sobre o aquecimento global. Queriam que as pessoas pensassem que "não era tão ruim assim". Fizeram isso para ficar de olho em quem pagava e para investir em outro projeto com combustíveis e obter mais dinheiro, mesmo sabendo que isso prejudicaria a todos.</p><p>Mais tarde, escolas e jornalistas viram esses documentos internos e mostraram que os cientistas de Exxon fez algumas medições muito precisas sobre o quão quente a temperatura ficaria e mais calor ao redor. Medições que acertaram em cheio.</p><p>Isso mostra como o dinheiro é mais importante para empresas privadas, e não salvar a terra. Se as pessoas tivessem visto isso naquela época, talvez todos tivéssemos feito algo antes, e hoje as mudanças climáticas não seria tão ruim. Toda a história da Exxon nos diz para tomarmos cuidado com o que recebemos e exigirmos mudanças reais das empresas para manter o que é nosso e o mundo seguro.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://news.harvard.edu/gazette/story/2023/01/harvard-led-analysis-finds-exxonmobil-internal-research-accurately-predicted-climate-change/?utm_source=chatgpt.com" />
         <pubDate>2025-10-16 19:03:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3636352635</guid>
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         <title>IPPC e a emergência dos cientistas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3641599649</link>
         <description><![CDATA[<p>Pedro Henrique </p><p>9-ano B </p><p>No livro do autor Matthew Shirts,</p><p>´´Emergência Climáticas``, mostra já no primeiro capítulo apresenta que em 1988 que foi criado acoplando o OMM( Organização Meterológica Mundial) e o PNUMA(Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) para criar um painel para discutir as Mudanças climáticas mundiais á PIMC . </p><p>Esse orgão é dedicado a olhar com precisão possível evoluções terrestres e estudar o clima-tempo do nosso planeta. No mesmo ano da criação, eles chamaram a emergência dos cientistas,para o modo de estudar as evoluções de temperatura terrestres e reverter as Mudanças clímaticas.  </p><p>O livro e o próprio governo do nosso país diz que os dados apresentados ao logos dos tempos já refletiam que a ciência estava emitindo e ainda esta falando que são os impactos que as  Mudanças climáticas estão ocasionando para nosso ecossistema local e mundial e que não só não vai ser ano passado que extrapolou o limite de 1,5 graus Celsius e que as temperaturas vão subir e que os humanos não estão preparados para receber temperaturas que não foram experimentadas.   </p><p>Mas, o livro exalta que não só os órgãos competentes e os próprios governos mundiais que vão combater as Mudanças climáticas , porém também a população mundial deve combater e a ajudar o planeta para o modo de evitar não ter mais as emergências climáticas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202501/temperatura-media-do-planeta-rompe-limite-de-1-5degc-em-2024-apontam-centros-meteorologicos" />
         <pubDate>2025-10-20 19:21:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3641599649</guid>
      </item>
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         <title>Capítulo 1: Como sabemos que o mundo está esquentando?(resumo)</title>
         <author>qito</author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3642930082</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome: Laura Leal&nbsp;</p><p>Turma: 9 ano A &nbsp;</p><p>O autor do livro, Matthew Shirts, explica que estamos vivendo uma crise ambiental sem precedentes, marcada pelo aumento da temperatura global, eventos climáticos extremos e desequilíbrio do ecossistema.&nbsp;</p><p>Ele destaca que esses acontecimentos não começaram do nada, é a consequência dos atos humanos, alguns deles são: queima de combustíveis fósseis, desmatamento e consumo excessivo.&nbsp;</p><p>Matthew apresenta o tema “emergência climática” como mais do que uma preocupação, como uma urgência global que exige solução imediata. Ele também introduz que a ciência climática já tem respostas, porém o maior desafio é transformar esse conhecimento em políticas públicas e mudanças de comportamento.&nbsp;</p><p>O capítulo convida os jovens, a refletir sobre seu papel na crise e a importância de se engajar em ações em grupo e individuais. Ele dá exemplos do cotidiano e faz referência a movimentos ativistas, como o da Greta Thunberg.&nbsp;</p><p>Um dos pontos destacados por ele é mostrar o conhecimento científico sobre o aquecimento global que foi sendo construído ao longo do tempo. Matthew Shirts diz que não se trata de uma opinião ou de uma previsão incerta, mas de um consenso dos cientistas do mundo todo. &nbsp;</p><p>O autor&nbsp;menciona que desde o século XIX, já se sabia que gases como o dióxido de carbono (CO₂) podiam reter calor na atmosfera. Ao longo do século XX, estudos confirmaram que a queima de combustíveis fósseis aumentava a concentração desses gases. Modelos climáticos modernos mostram que, se nada for feito, os impactos serão cada vez mais graves e irreversíveis.&nbsp;</p><p>Esse ponto é importante pois desmistifica a ideia de que a crise climática é exagerada e recente. Ao mostrar bases cientificas confirmadas por trás das preocupações ambientais, o autor convida o leitor a confiar na ciência e agir com responsabilidade. &nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4597669536/b8f2ee74a2cd4efae7918680c892b901/xuLNgmbfeyTQBXrGQSN4jm94ZI7kimV9lDcEgTFa.jpg" />
         <pubDate>2025-10-21 11:09:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A seca na Amazônia em 2023</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3643934710</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudante: Saulo Luis 9° Ano A</p><p>Em 2023, a Amazônia passou por uma das piores secas de todos os tempos. Um grupo de cientistas chamado World Weather Attribution WWA fez um estudo e descobriu que a culpa maior foi das mudanças climáticas causadas pelo ser humano e não só do El Niño, que é um fenômeno natural conhecido por deixar o tempo mais seco em algumas regiões.</p><p>Os pesquisadores compararam o clima atual, que está 1,2°C mais quente por causa do aquecimento global, com o clima de antigamente, antes das fábricas e da poluição aumentarem tanto. Eles analisaram dados de chuvas, temperaturas e evaporação na Bacia Amazônica, entre junho e novembro de 2023, e usaram dois tipos de medição: um para ver quanto choveu a menos e outro para ver como o calor aumentou a secura do solo.</p><p>O resultado mostrou que o El Niño até teve influência, mas as mudanças climáticas foram o principal motivo da seca tão forte. O calor extremo fez os rios baixarem como nunca antes, deixando comunidades ribeirinhas sem água, sem peixes e com dificuldade para navegar. Além disso, os incêndios aumentaram muito, espalhando fumaça e poluição, e a água quente matou mais de 150 golfinhos-cor-de-rosa, uma espécie ameaçada de extinção.</p><p>Os cientistas alertam que, se a temperatura do planeta continuar subindo e chegar a 2°C acima do normal, secas como essa podem acontecer quatro vezes mais e afetar muito mais gente. Isso mostra que o aquecimento global, causado principalmente pela queima de gasolina, carvão e gás, está mudando o clima de forma perigosa.</p><p>Por isso, o estudo serve como um grande alerta para o mundo: se a humanidade não reduzir a poluição e cuidar melhor do meio ambiente, desastres como o da Amazônia vão ficar cada vez mais comuns e mais graves.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-21 22:11:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3645129799</link>
         <description><![CDATA[<p>No capítulo 1 do livro <em>Emergência Climática</em>, o autor Matthew Shirts explica como os cientistas chegaram à conclusão de que mudanças graves estão acontecendo no clima do planeta. Ele mostra que o conhecimento sobre o aquecimento global foi sendo construído ao longo de décadas, por meio de medições, pesquisas e observações realizadas por cientistas do mundo inteiro.</p><p>A partir do século XIX, já se sabia que gases como o dióxido de carbono (CO₂) poderiam aquecer a atmosfera terrestre, mas só no século XX começaram a surgir evidências concretas de que o planeta estava, de fato, aquecendo. Os cientistas passaram a registrar aumentos nas temperaturas médias globais, derretimento de geleiras e calotas polares, elevação do nível dos oceanos e eventos climáticos extremos, como secas, enchentes e furacões mais intensos e frequentes.</p><p>Esses dados foram confirmados por pesquisas recentes, como os relatórios do IPCC, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU. Segundo a reportagem publicada pelo site das Nações Unidas, os cientistas do IPCC afirmam que o aquecimento global é “inequívoco” e que a principal causa é a atividade humana — especialmente a queima de combustíveis fósseis e o desmatamento. De acordo com os dados do relatório, a temperatura média global entre 2011 e 2020 foi cerca de 1,1 °C mais alta do que no período pré-industrial (1850–1900). Essa mudança está ocorrendo de maneira muito rápida e já afeta oceanos, ecossistemas e a vida de milhões de pessoas.</p><p>Matthew Shirts mostra que entender essa realidade é fundamental. Se o problema foi causado por nós, também está em nossas mãos encontrar soluções. O livro nos convida a agir, pressionar governos, mudar hábitos e nos engajar em um movimento coletivo para enfrentar a emergência climática com urgência e responsabilidade.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/04/como-a-acao-humana-mudou-a-temperatura-do-planeta-a-nasa-mostra-9-evidencias-uma-delas-na-groenlandia" />
         <pubDate>2025-10-22 11:34:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3645129799</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aquecimento Global</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3645136191</link>
         <description><![CDATA[<p>O calor extremo é a forma mais letal de clima extremo, causando milhares de mortes por ano, embora muitas vezes seja subestimado em comparação com desastres como enchentes e tempestades. Mesmo pequenos aumentos de temperatura afetam negativamente humanos, animais e plantas. Segundo um relatório da Atribuição Climática Global (WWA) e da Climate Central, o cumprimento dos compromissos do Acordo de Paris pode evitar até 57 dias extras de calor extremo por ano. Sem ações para limitar o aquecimento global, o planeta caminha para um cenário climático catastrófico. As mudanças climáticas estão intensificando as ondas de calor, que causam cerca de meio milhão de mortes por ano e ameaçam ecossistemas como os recifes de corais. Segundo relatório, cumprir as metas do Acordo de Paris é essencial para reduzir os impactos do calor em comunidades ao redor do mundo. A climatologista Friederike Otto alerta que a falta de ambição nas ações climáticas coloca em risco especialmente as populações mais pobres. O aquecimento global já atingiu cerca de 1,4 °C, e mesmo com o cumprimento das metas atuais de emissões, o mundo pode chegar a 2,6 °C até 2100 — o que resultaria em 57 dias extras de calor extremo por ano. Sem o Acordo de Paris, o cenário seria ainda pior: até 4 °C de aquecimento e 114 dias de calor extremo anuais. Especialistas alertam que muitos países ainda estão despreparados para o aquecimento atual, e eventos como as ondas de calor na Europa (que causaram cerca de 47 mil mortes) e o calor extremo nos EUA e México tendem a se tornar muito mais frequentes e intensos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2025/10/16/mundo-caminha-para-26-c-de-aquecimento-e-mortes-por-calor-aumentam-167percent-entre-idosos-aponta-relatorio.ghtml" />
         <pubDate>2025-10-22 11:39:33 UTC</pubDate>
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         <title>Meio ambiente</title>
         <author>liascilla10</author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3645136401</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>9-ano A: Lia </p><p>No mundo que estamos vivendo hoje em dia, cada vez mais as mudanças climáticas estão sendo vista por nós e não só vistas mas sentidas também.&nbsp;</p><p>Este ano o nosso planeta alcançou quantidade de calores extremos sem contar as diversas catástrofes que muitas vezes ofuscam o&nbsp;grande problema das mudanças climática. aí que o acordo de paris entra o Acordo de Paris é um combinado entre vários países pra tentar salvar o planeta do calor extremo. Eles prometeram fazer coisas como usar menos poluentes e cuidar melhor da natureza. Isso tudo tem a ver com a emergência climática, que é o risco real de o clima ficar tão doido que afeta nossa vida, com mais enchentes, secas, calorão e problemas pra todo mundo. É tipo um esforço coletivo pra evitar que o mundo entre em colapso climático.&nbsp;</p><p>Muitas pessoas podem não perceber essas mudanças (mesmo que eu ache muito dificil), isso pode ter a ver com a condição financeira de muitas pessoas, normalmente pessoas que tem menos qualidade financeira tem a sentir mais essas mudanças climáticas. &nbsp;</p><p>Um novo relatório mostrou que, graças ao Acordo de Paris, o mundo conseguiu evitar os piores cenários de crise climática, pelo menos por enquanto. Um exemplo positivo é que, pela primeira vez, as fontes de energia limpa, como solar e eólica, passaram o carvão e se tornaram as principais geradoras de eletricidade no planeta. Mas nem tudo são boas notícias: 2024 foi o ano mais quente já registrado, e a quantidade de CO2 (CO₂ é um gás que sai de carros, fábricas e queimadas. Ele faz o planeta esquentar mais rápido). Muitos países não estão vamos dizer que “levando muito à sério” o acordo, se muitos países não se esforçando tanto já estamos vendo resultado imagine se os presidentes levassem mais a sério este tema? São coisas que se devem pensar.&nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.matinaljornalismo.com.br/matinal/reportagem-matinal/climatica/aquecimento-global-pode-alcancar-4oc-ate-2100-se-pontos-de-nao-retorno-forem-ultrapassados-alerta-carlos-nobre/" />
         <pubDate>2025-10-22 11:39:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3645136401</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Evidências científicas do aquecimento global </title>
         <author>hwangdenora</author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3645866514</link>
         <description><![CDATA[<p>Bárbara, 9 ano A</p><p>Etapa 1: No primeiro capítulo do livro, "Como sabemos que o mundo está esquentando?", Matthew Shirts explica de forma clara como a ciência comprova o aquecimento global. </p><p>Embora seja algo oficialmente notado a muitas décadas (comprovado cientificamente desde o final do século XIX), ainda existem diversas teorias de conspiração que negam a sua existência.</p><p>Entretanto, é impossível abdicar este fato; o clima está mudando — e não por acaso, mas por ação humana.</p><p>-Cientistas usam registros meteorológicos, núcleos de gelo e anéis de árvores para reconstruir o clima do passado e mostrar o aumento constante das temperaturas.</p><p>-O livro destaca o papel do dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄) e óxidos de nitrogênio, que aumentaram significativamente desde a Revolução Industrial devido à queima de combustíveis fósseis.</p><p>-Reportagem sobre aquecimento global da COP 30:</p><p><strong>-</strong>Derretimento de geleiras, aumento do nível do mar, eventos climáticos extremos e alterações nos padrões de chuva são sinais claros de que o clima está mudando.</p><p><strong>-</strong>A obra reforça que mais de 97% dos cientistas climáticos concordam que o aquecimento global é real e causado por atividades humanas</p><p>- O século XX foi o mais quente desde a última glaciação.</p><p>- A temperatura média da Terra aumentou cerca de 1,2 °C em relação aos níveis pré-industriais.</p><p>- A remoção de florestas reduz a capacidade de absorção de CO₂.</p><p>- Os oceanos absorvem parte do excesso de CO₂, tornando-se mais ácidos.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/darrieuxprofessor/emerg-ncia-clim-tica-como-sabemos-o-que-est-acontecendo-n3kj9nbh1y00ozxj">- Reportagem sobre o aquecimento global da COP 30:</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/darrieuxprofessor/emerg-ncia-clim-tica-como-sabemos-o-que-est-acontecendo-n3kj9nbh1y00ozxj">https://padlet.com/darrieuxprofessor/emerg-ncia-clim-tica-como-sabemos-o-que-est-acontecendo-n3kj9nbh1y00ozxj</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-22 18:48:26 UTC</pubDate>
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         <title>EMERGÊNCIA CLIMÁTICA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3646082765</link>
         <description><![CDATA[<p>Ana Júlia Menezes - 9 ano A</p><p><br/></p><p>No aclamado livro "Emergência Climática", Matthew Shirts, um jornalista que se dedica a cobertura de mudanças climáticas, nos traz os desafios da mudança climática de maneira que entendemos que esse desafios possuem uma gravidade extrema. Logo em seu primeiro capítulo, Matthew define seus conceitos e nos mostra que não se trata apenas de uma "mudança climática", mas que a situação do nosso planeta consiste em uma emergência climática.</p><p>O link que eu trouxe entra em concordância com o capítulo, uma vez que é mais um repertório que evidencia a emergência. A reportagem diz que a crise climática já condena gerações futuras, trata que existe uma meta de melhora no fim do século, mas que no meio do século a temperatura deve passar do estimado anteriormente, vivendo o "overshoot". Para amenizar os efeitos precisamos agir! O autor faz uma crítica política, sutil mas bem posicionada, quando aborta um certo negacionismo climático por parte de pessoas com grande influência política. Isso me chama  a atenção, pois dificulta a nossa ação. O capítulo traz observações que afirmam que o planeta está em apuros, está aquecendo, como o derretimento das geleiras e consequentemente o aumento do nível do mar. As observações são outro indicador de que é imprudência negar a emergência que o planeta se encontra, também levando em consideração eventos recentes, frequentes e intensos como tempestades e inundações, ventanias intensas, secas intensas e estações mal definidas devido oscilações de temperatura e extremos climáticos. Vemos que as ações humanas estão tendo respostas visíveis nada agradáveis, ao introduzir os princípios básicos da ciência, Matthew Shirts aborda o efeito estufa e como temos intensificado esse processo através da emissão de gases. Precisamos repensar nossas ações e entender que a emergência climática é uma realidade presente, mas que temos alternativas e trajetórias possíveis.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2025/01/20/crise-climatica-ja-condena-uma-geracao-inteira-a-nascer-e-viver-sob-condicoes-de-calor-sem-precedentes.ghtml" />
         <pubDate>2025-10-22 22:25:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3646082765</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Como sabemos que o mundo está esquentando?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3646336974</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudante: Larissa do Nascimento Rodrigues&nbsp;</p><p>Turma: 9° Ano A</p><p>&nbsp;No primeiro capítulo do livro Emergência Climática de Matthew Shirts, o principal tópico abordado fala sobre como sabemos que o mundo está esquentando. Na verdade, o aumento da temperatura da Terra por conta do petróleo e gás já era de conhecimento das grandes empresas desde a década de 1970, segundo o livro. Pensando nessa questão, trouxe o artigo acima, da Gazeta de São Paulo, cujo título se chama "Eles sabiam e continuaram", fazendo referência às grandes empresas e como elas sabiam que a emissão em massa de poluentes estava e continua afetando o planeta, e mesmo assim, decidiram seguir com essas práticas.</p><p> O artigo contextualiza o tema, falando sobre como o aquecimento global se tornou uma crise planetária, uma preocupação que gerou a união de muitos cientistas e políticos ao redor do mundo. Além disso, cita a ONU (Organização das Nações Unidas) como a responsável por destacar a situação atual do planeta como algo urgente, através de um relatório do Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC) com um "alerta vermelho" para a humanidade.</p><p> Depois, o artigo aborda como a ciência tem certeza de que somos os responsáveis por esse grande aumento de temperatura, dizendo que a resposta se encontra nas diversas evidências claras e comprovadas, responsáveis pela base das ações necessárias para salvar o planeta.</p><p> A publicação também traz alguns questionamentos pertinentes. Mostrando que através de milhões de medições por estações meteorológicas, satélites e embarcações, podemos perceber que a temperatura média na superfície terrestre aumentou 1,1 grau Celsius desde o início da Revolução Industrial, e que através diz tudo já né já árvores, amostra de gelo e corais, é possível reconstruir o clima terrestre em passados distantes.</p><p> O jornal também fala sobre como os seres humanos são responsáveis pelo atual aquecimento do próprio planeta, afirmando que a queima dos combustíveis fósseis e o desmatamento libera dióxido de carbono (CO2), principal gás do efeito estufa, além de se aprofundar na marca química única do carbono, que é encontrada e anéis de árvores e no gelo, para mostrar que a concentrações de carbono de origem fóssil aumentaram significativamente desde o início da Revolução Industrial. A autora da matéria vincula o crescimento industrial com a concentração dos níveis de dióxido de carbono na atmosfera. Afirmando que somente incluindo a ação antrópica, o aumento da temperatura poderia ser explicado.</p><p> O último questionamento é sobre qual o impacto do aquecimento global no planeta. Mostrando que essas consequências são reais e visíveis, autora aponta o desgelo da Antártica e Groenlândia, aumentos no nível do mar e a notória multiplicação do número de desastres climáticos.</p><p> E por fim, a publicação traz um relatório da ONU, que fala sobre como a influência humana quer ser uma atmosfera, os oceanos e a terra.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gazetasp.com.br/cotidiano/eles-sabiam-e-continuaram-pesquisa-revela-os-verdadeiros/1163151/" />
         <pubDate>2025-10-23 01:32:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3646336974</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aumento Da Temperatura Terrestre </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3646355027</link>
         <description><![CDATA[<p>Murilo Mendonça Schuenck- 9 ano A</p><p><br/></p><p>O planeta enfrenta uma crise climática sem precedentes, como destaca Matthew Shirts no livro <em>Emergência Climática</em>. No primeiro capítulo, ele relata uma reunião em Nairóbi, na África, que discutiu medidas urgentes para evitar que a temperatura média global ultrapasse 1,5 °C &nbsp;limite considerado crítico para preservar o equilíbrio ambiental e a vida humana.</p><p>Desde a Revolução Industrial, a temperatura média da Terra já aumentou cerca de 1,1 °C. A preocupação se intensificou após a convenção da ONU em 2015, que alertou para um possível aquecimento de até 2 °C até 2100. Cientistas constataram que o aquecimento é cumulativo e que a recuperação do planeta pode levar séculos.</p><p>Na COP29, realizada em Baku, no Azerbaijão, os dados confirmam o agravamento da situação. Mesmo após nove anos do Acordo de Paris, as emissões de gases de efeito estufa continuam subindo &nbsp;1,3% em 2023 e 2024 deve ser o ano mais quente da história, com a média global já acima de 1,5 °C. Se todas as metas atuais forem cumpridas, o aquecimento pode chegar a 2,6 °C até o fim do século; sem mudanças, pode atingir 3,1 °C, cenário considerado catastrófico pela ONU.</p><p>Cada aumento de 0,5 °C intensifica eventos extremos como tempestades, secas, enchentes e incêndios. Entre 2021 e 2023, esses desastres causaram prejuízos de 162 bilhões de euros na União Europeia. Um aquecimento acima de 2,5 °C traria temperaturas inéditas nos últimos milhões de anos.</p><p>Os efeitos já são visíveis: oceanos aquecem rapidamente, glaciares derretem em ritmo acelerado e o gelo do Ártico atinge níveis mínimos históricos. O nível do mar pode subir até 1,9 metro, afetando 5,3% da população mundial. Em 2022, 32 milhões de pessoas foram deslocadas por eventos climáticos, e 600 milhões vivem fora do “nicho climático” ideal.</p><p>Com 1,5 °C de aquecimento, ondas de calor, doenças tropicais, extinção de espécies e morte de corais se intensificam. Com 3 °C, os danos seriam ainda maiores, incluindo a perda de até 47% da Amazônia. A COP29 busca financiar ações climáticas, com o Brasil propondo reduzir emissões em até 67% até 2035. No entanto, a reeleição de líderes negacionistas, como Donald Trump, gera incertezas sobre o futuro.</p><p><br/></p><p>nicho climático: É o conjunto de condições climáticas que sustentaram a vida humana e as atividades humanas, como a agricultura, nos últimos milênios no planeta Terra.</p><p><br/></p><p>Glaciares: Têm seu nome mais comum como geleira.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://apublica.org/2024/11/cop-do-clima-como-os-riscos-e-danos-crescem-a-cada-meio-grau-de-aquecimento-global/" />
         <pubDate>2025-10-23 01:41:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3646355027</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Temperatura média da terra </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3647304136</link>
         <description><![CDATA[<p>Giovana Quimas- 9 Ano A </p><p>&nbsp;</p><p> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Nesta quarta-feira, dia 22, o secretário geral da ONU, Antônio Guterres, admitiu que a meta de conter o aquecimento global abaixo de 1,5ºC nos próximos anos não será cumprida. Essa meta foi proposta no Acordo de Paris de 2015 com o objetivo de conter o aquecimento global. No entanto, segundo o observatório europeu Copérnico, a temperatura média global já está 1,4ºC mais alta desde a época pré-revolução industrial. As grandes indústrias atuais continuam consumindo quantidades absurdas de recursos naturais, e consequentemente, liberando gases-estufa que contribuem para as mudanças climáticas. Os cientistas e ativistas da área continuam tentando alertar sobre a importância de limitar esse avanço, porém, como pudemos observar, não obtiveram resultados satisfatórios até agora. Guterres em seu pronunciamento alertou a OMM que estas mudanças estão levando ‘’nosso planeta à beira do abismo’’.&nbsp;</p><p>&nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp;Mas porque é tão importante essa meta ser cumprida? Uma série de estudos feitos na época do Acordo de Paris apontaram que o aumento de 1,5º C é um ‘’limite seguro’’ antes que mudanças ainda mais drásticas ocorram. Nos dias de hoje já observamos as consequências dessas ações: a cada ano que se passa, mais desastres naturais ocorrem. Como por exemplo as queimadas, secas extremas, elevação do nível do mar e o próprio aumento da temperatura média. Quanto menor o aquecimento, menores os riscos. No ano de 2024, a temperatura média do globo foi 1,6º C, mas os cientistas não podem afirmar se essa foi uma mudança pontual ou definitiva. Preocupante, não é? &nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em vista disso, o que pode ser feito para conter esses avanços? Infelizmente, a população geral não pode fazer todo o trabalho. Mas podemos colaborar por economizar a energia que podemos, nos locomover de forma mais sustentável, produzir menos lixo e apoiar iniciativas. A COP 30, que irá acontecer em um mês, vai debater assuntos como reduzir a quantidade das emissões dos gases-estufa, mudanças climáticas e o financiamento climático para países em desenvolvimento. Cabe às grandes indústrias e a população fazer o possível para conter esses avanços, e assim, preservar o nosso planeta. &nbsp;</p>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2025/10/22/meta-climatica-de-15c-nao-sera-alcancada-para-frear-o-aquecimento-global-diz-chefe-da-onu.ghtml" />
         <pubDate>2025-10-23 11:57:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3647304136</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os principais efeitos do aquecimento global e como podemos comprovar a causa.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3647796508</link>
         <description><![CDATA[<p>mas ainda é negado ou ignorado, principalmente por grandes empresas e indústrias. No capítulo 1 do livro "Emergência Climática", o autor Matthew Shirts apresenta comprovações do aquecimento global por meio de experiências e dados científicos.</p><p>   Mesmo sendo observado há cerca de 150 anos, o aquecimento global ainda é um tema relativamente recente nos debates públicos. Isso porque seus impactos mais visíveis estão se intensificando nas últimas décadas. Ainda assim, muitas pessoas continuam negando sua existência ou minimizando seus efeitos.</p><p>  É importante lembrar que o aquecimento global é causado principalmente pelas ações humanas, o que também torna a humanidade responsável por combatê-lo.</p><p>Comprovação Científica</p><p>Uma das principais comprovações do aquecimento global  e da responsabilidade humana é o aumento do dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera. Esse gás é liberado principalmente pela queima de combustíveis fósseis (como petróleo, carvão e gás natural), usados por indústrias, veículos e usinas de energia.</p><p>Em 1856, a cientista Eunice Newton Foote publicou um estudo mostrando que o CO₂ intensifica o efeito estufa, contribuindo diretamente para o aumento da temperatura global. Isso já era uma indicação clara de que a ação humana poderia alterar o clima do planeta.</p><p>Principais Consequências</p><p>O aquecimento global tem causado diversos impactos graves no meio ambiente e na sociedade. </p><p>Como por exemplo o derretimento das geleiras e elevação do nível do mar,</p><p>as geleiras da Antártida e do Ártico estão derretendo, o que eleva o nível do mar, causando erosão e aumentando o risco de inundações, especialmente em regiões costeiras como o litoral brasileiro.</p><p>Isso é apenas um dos grandes desastres que o aquecimento global causa no planeta, seguindo essa linha, é visível que chegaremos ao marco de 1,5 graus, que prevê que após isso os efeitos do aquecimento global serão irreversiveis.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/03/os-glaciares-do-mundo-estao-derretendo-mais-rapido-do-que-pensavamos-mostra-nova-pesquisa">https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/03/os-glaciares-do-mundo-estao-derretendo-mais-rapido-do-que-pensavamos-mostra-nova-pesquisa</a></p><p>- Essa reportagem aborda detalhadamente a ocorrencia do derretimento de geleiras e seus efeitos globais</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/03/os-glaciares-do-mundo-estao-derretendo-mais-rapido-do-que-pensavamos-mostra-nova-pesquisa" />
         <pubDate>2025-10-23 17:02:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3647796508</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3648151944</link>
         <description><![CDATA[<p>Ana Júlia Almeida - 9 Ano A.</p><p>   </p><p>   No primeiro capítulo do livro Emergência Climática de Matthew Shirts, aborda sobre o grande problema do aumento da temperatura terrestre gerado pelo aquecimento global. O livro compara a temperatura anual da superfície terrestre de 1880 à 2020 com um gráfico, é perceptível que desde que as medições começaram,2020 foi o segundo ano mais quente, e isso impacta diretamente a população. O aquecimento do planeta, causado pelo acúmulo de gases superaquecedores, gera uma série de efeitos que desestabilizam a forma como os ecossistemas coexistem, provocando diferentes tipos de extremos e toda essa mudança climática. E tudo isso ocorre por ações humanas,mesmo sabendo que isso afeta diretamente à eles. As indústrias e o desmatamento são algumas dessas ações. Todas essas ações afetam diversas regiões causando desregulações, que podem ser vistas através do derretimento de calotas polares. O aquecimento global é acumulativo,então para que ele diminua e volte ao ''natural'' seriam necessários séculos , então para que seja ainda mais rápido a mudança precisa começar agora,pois a temperatura média global está em 1,4°C mais alta desde a pré revolução industrial. Além disso, o aumento da temperatura global provoca o derretimento das geleiras, elevando o nível dos oceanos e ameaçando cidades costeiras. A agricultura também sofre, pois a falta de chuva e o calor excessivo prejudicam plantações e a produção de alimentos. Outro impacto grave é na saúde das pessoas, já que as ondas de calor se tornam mais intensas e frequente.Para reduzir esses efeitos, é necessário investir em fontes de energia limpa, como solar e eólica, e diminuir o uso de combustíveis fósseis. O reflorestamento também é essencial, pois as árvores ajudam a absorver o gás carbônico da atmosfera. A educação ambiental é outra medida importante, já que pequenas atitudes diárias, como economizar energia e reciclar, podem fazer diferença. O futuro do planeta depende de ações no presente para que tudo isso pare de acontecer.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://ipam.org.br/glossario/eventos-climaticos-extremos/?gad_source=1&amp;gad_campaignid=22154491388&amp;gbraid=0AAAAApwpxMr6ljZUizKd85gu6Tlr8pDQx&amp;gclid=CjwKCAjwpOfHBhAxEiwAm1SwEsgkU-fZnZu_ASpF3ElXkX_Pr-vzZ4nfi7ZyOOWw15qJjC2HPY7tSBoCP2AQAvD_BwE" />
         <pubDate>2025-10-23 23:50:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3648151944</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Como sabemos que o mundo está esquentando?</title>
         <author>mariavitoriapmschuvenk</author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649275102</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Vitória 9 ano A </p><p><br></p><p>   O mundo tem passado por diversas mudanças nos últimos anos, causadas, principalmente, pelo aquecimento global. No entanto, essas transformações não passam de consequências de ações passadas. Atualmente, essas consequências são cada dia mais visíveis e preocupantes. O aumento da temperatura média do planeta tem provocado o aumento do nível do mar, o derretimento das calotas polares, além de eventos climáticos extremos e alarmantes, como tempestades intensas e secas prolongadas. Além disso, milhões de pessoas em todo o mundo já sofrem com escassez de água, perda de colheitas, ou seja, dificuldade na alimentação e desastres naturais cada vez mais frequentes. Diversos países desenvolvidos, como Estados Unidos e China, trataram o aquecimento global apenas como uma ideia sem importância e ignoraram os alertas feitos pelos cientistas, o que acabou resultando nas mudanças climáticas que observamos hoje em dia. Esses países eram, e continuam sendo, os principais emissores de gases do efeito estufa do planeta. Apesar de os países desenvolvidos serem os maiores responsáveis pelas emissões históricas de gases poluentes, os países e nações mais pobres são as que mais sofrem com as graves consequências do aquecimento global. A falta de estrutura para lidar com enchentes, crises alimentares e secas agrava ainda mais as desigualdades sociais e econômicas no mundo. Diante dessa realidade, é essencial que todos os países assumam sua responsabilidade e adotem medidas sustentáveis, a fim de tentar diminuir as consequências do aquecimento global. Investir em energias renováveis, reduzir o consumo exagerado e preservar as florestas são passos fundamentais para conter os danos ambientais. O futuro do planeta depende das ações que tomarmos agora e da consciência coletiva sobre a importância de proteger e cuidar da Terra para as próximas gerações.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.neoenergia.com/mudancas-climaticas" />
         <pubDate>2025-10-24 14:11:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649275102</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Desde quando sabemos que isso está acontecendo?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649615383</link>
         <description><![CDATA[<p>Izadora Carvalho - 9ºA </p><p>A maior causa do aquecimento global, a emissão de gás carbônico, vinda de indústrias, já era conhecida por esse nome a, pelo menos, 50 anos.</p><p> Atualmente, a temperatura média da Terra é de 15ºC. Mas nem sempre foi assim. Na reportagem escolhida acima, foi entrevistado o paleontólogo Marcelo Adorna Fernandesn para compreender o início das mudanças climáticas. Nessa entrevista, Fernandes explica que o clima já mudou diversas vezes pela Terra ser um planeta muito dinâmico e cheio de atividades sísmicas, sem contar com outros eventos como asteroides.</p><p> A reportagem comenta que a temperatura do nosso planeta é regulada pelo efeito estufa e seu acumulo de gases. Porém as emissões irregulares e anormais podem causar grande desequilíbrio no clima do planeta, sendo o maior exemplo o aquecimento global atual. A consciência desse problema, sua causa e suas consequências já existia desde de, pelo menos, 1970. Se as empresas da época não tivessem ignorado o dilema e tivessem investido em tecnologias limpas, muito provavelmente as mudanças climáticas estariam muito mais amenas e muitas complicações teriam sido evitadas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.invivo.fiocruz.br/clima/mudancas-climaticas-do-passado/" />
         <pubDate>2025-10-24 19:23:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649615383</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os efeitos que o aumento da concentração de CO² podem trazer para a atmosfera</title>
         <author>euulaviniapar3des</author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649716146</link>
         <description><![CDATA[<p>Lavínia Martins Paredes - 9b </p><p>As ações da humanidade vem alterando profundamente o planeta. Com os avanços das atividades humanas, o aumento do dióxido de carbono (CO²) que nós seres humanos e animais exalamos e é o principal gás responsável pelo efeito estufa vem se estendendo com o tempo. Existe um equilíbrio durante uma fotossíntese e a liberação de CO² dos animais e seres humanos, porém esse equilíbrio está sendo rompido quando o processo de exploração das reservas de carbono acumuladas se tornou frequente. Por muito tempo acreditava-se que o uso de combustíveis como o carvão e petróleo eram a melhor opção para gerar energia, mas as consequências foram grandes, a queima e o desmatamento lançaram grandes quantidades de CO² e outros gases na atmosfera, continuando o assunto iniciado e assim contribuindo e provocando para o aquecimento global. E em nosso dia a dia podemos sentir as consequências, como em secas, enchentes, derretimentos de geleiras e entre outros. Mas como podemos então contribuir para mudanças afinal? A busca de investir em energias limpas e renováveis se torna totalmente essencial na busca de mudar ou ajudar o meio ambiente, além disso proteger e reflorestar áreas degradadas, reduzir o consumo e o desperdício, procurar ajuda política e apoio do governo, e uma opção de educar gerações futuras é sobre alertar e ensinar o que se deve ou não fazer e o que prejudica o lugar onde vivemos, mas devemos saber que não é papel só do governo de ajudar, a busca pela melhoria deve vir de cada ser humano, se a busca for eficaz e persistente, ainda há tempos de reconstruir o equilíbrio que o planeta manteve e procura. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://oglobo.globo.com/blogs/clima-extremo/noticia/2025/10/16/niveis-de-co-disparam-onu-alerta-para-o-maior-aumento-da-historia-e-risco-de-circulo-vicioso-climatico-entenda.ghtml" />
         <pubDate>2025-10-24 22:31:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649716146</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Evidências científicas do aquecimento global e da ação humana sobre o clima</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649717525</link>
         <description><![CDATA[<p>João Miguel Casamasso Pacheco- 9A</p><p>Desde meados do século XX, os cientistas do mundo todo vêm reunindo cada vez mais provas de que o clima da Terra está mudando de forma profunda e que essa mudança não é apenas algo natural, mas tem a marca clara da ação humana. A própria NASA afirma que <strong>“há evidências inequívocas de que a Terra está se aquecendo em um ritmo sem precedentes”</strong> e que <strong>“a atividade humana é a principal causa”</strong>.<br><em>(Fonte: NASA Science)</em></p><p>Esse raciocínio se conecta ao que o autor Matthew Shirts comenta no capítulo 1 de seu livro: para entender o que está acontecendo com o planeta, os cientistas analisaram diferentes tipos de dados como a temperatura da superfície, o derretimento das calotas polares, a elevação do nível do mar e a composição dos gases na atmosfera.</p><p>Entre as provas mais fortes está o aumento constante da temperatura média global. Também observamos fenômenos extremos acontecendo com mais frequência ondas de calor, secas e chuvas intensas que saem do padrão natural. As medições de gases como o dióxido de carbono (CO₂) mostram níveis altíssimos, que não se viam há milhões de anos. E os estudos indicam que isso está diretamente ligado à queima de combustíveis fósseis e ao desmatamento. A NASA lembra que o clima da Terra sempre mudou, mas <strong>o ritmo atual é muito mais rápido do que qualquer outro nos últimos 10 000 anos</strong>.<br><em>(Fonte: NASA Science)</em></p><p>Em resumo, esse tema mostra que não estamos falando de previsões ou teorias, mas de fatos observáveis. Os dados comprovam o aquecimento global e apontam para consequências sérias se nada for feito. Entender essas evidências, como propõe Shirts, é o primeiro passo para agir de forma consciente e buscar soluções que ajudem a proteger o nosso planeta.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://science.nasa.gov/climate-change/evidence/?utm_source" />
         <pubDate>2025-10-24 22:35:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649717525</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Emergência Climática: Como sabemos o que está acontecendo?         </title>
         <author>demanidavi2010</author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649745458</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Davi Demani Galhardo, 9° A.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>A Existência de Fontes de energia renováveis.</strong></p><p> No capitulo 1 do livro "Emergência climática", Matthew Shirts explica como os cientistas descobriram, por meio de observações e pesquisas, que o planeta está enfrentando um aquecimento acelerado. Eles analisaram dados históricos, medições de temperatura e concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera, percebendo que essas mudanças estão diretamente ligadas às atividades humanas, como a queima de combustível fósseis. A partir dessas evidências, surgiu a necessidade de buscar fontes de energia mais limpas e sustentáveis, que não aumentem o impacto ambiental.</p><p> </p><p>As energias renováveis, como a solar, eólica, hidráulica e de biomassa são alternativas essenciais nesse contexto, pois utilizam recursos naturais que se renovam continuamente e emitem menos poluentes. Diferente do petróleo e do carvão, essas fontes não esgotam o meio ambiente e ajudam a reduzir o aquecimento global.</p><p> </p><p>De acordo com o artigo "Energia renovável no Brasil: cenário atual e futuro", publicado pela Flora Energia, o país se destaca no uso de fontes renováveis, especialmente a energia hidrelétrica, que representa grande parte da matriz elétrica nacional. O texto também aponta o rápido crescimento da energia solar e eólica, mostrando que o Brasil tem grande potencial para se tornar um exemplo mundial em sustentabilidade.</p><p> </p><p>Com base no que Matthew Shirts defende, compreender "como sabemos o que está acontecendo" é entender que a ciência revelou tanto os problemas do clima quanto as soluções possíveis. Investir em energias renováveis é transformar esse conhecimento em ação concreta para proteger o planeta e garantir um futuro mais equilibrado.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.floraenergia.com.br/qual-o-cenario-da-energia-renovavel-no-brasil/" />
         <pubDate>2025-10-25 00:01:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649745458</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aumento do nível do mar no Brasil: como as cidades costeiras são afetadas?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649753787</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome: Breno Waldhelm Longo</p><p>Turma: 9 ano A</p><p>O nível do mar tem aumentado na costa do Brasil como é possivel, o que coloca em risco áreas costeiras densamente povoadas. Segundo o artigo do Instituto Oceanográfico da USP, áreas como o litoral de Recife (PE) e regiões no Sul como Florianópolis (SC) já enfrentam inundações mais frequentes e intensas devido à conjugação entre marés, ressacas e o próprio aumento gradual do nível do mar. <br><br>Duas causas principais são destacadas: a expansão térmica da água a medida que os oceanos absorvem calor e o derretimento de geleiras, que adicionam mais água ao oceano. <br><br> No Brasil, embora as taxas variem conforme a costa e o relevo, já foram observadas taxas de aumento do nível médio do mar entre aproximadamente 1,8 mm/ano a 4,2 mm/ano nas regiões do Sudeste desde a década de 1950. <br><br>Os impactos práticos aparecem de diversas formas: erosão de praias, intrusão da água salgada nos aquíferos costeiros, infraestrutura projetada para níveis de mar antigos que agora está em risco, e a maior frequência de inundações costeiras mesmo em marés comuns. <br><br> O fato de que muitas cidades brasileiras litorâneas foram construídas considerando níveis de mar mais baixos amplia a vulnerabilidade calçadas, estradas, portos e sistemas de drenagem, agora a elevação do mar reduz a margem de segurança dessas estruturas. <br><br>Em resumo, esse fenômeno apresenta como uma evidência clara de que as mudanças climáticas não são apenas futuras hipóteses, mas já realidades no Brasil. Para o capit­ulo 1 do livro Emergência Climática de Matthew Shirts — no qual o autor discute como os cientistas identificaram que o clima do planeta está mudando — este tópico representa exatamente isso: cientistas medindo e constatando a subida dos níveis oceânicos, e mostrando que os efeitos não estão apenas em zonas remotas, mas também nas regiões costeiras. O aumento do nível do mar é, uma das evidência importantes que demonstra a urgência climática.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.io.usp.br/index.php/noticias/2065-aumento-do-nivel-do-mar-no-brasil-como-as-cidades-costeiras-sao-afetadas.html" />
         <pubDate>2025-10-25 00:23:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Emergência Climática: Como sabemos o que está acontecendo?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649787047</link>
         <description><![CDATA[<p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/cop-30/">Lendo o livro Emergências Climáticas é um guia  para entendermos o nível da crise que nosso planeta está enfrentando. Ele trás  de forma clara e fácil de entender a pergunta: "Como sabemos o que está acontecendo?". A resposta  trás uma ideia de observação científica, coleta de dados e uma análise importante , que se acumularam ao longo de muitos anos.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/cop-30/">Uma das bases para o nosso conhecimento sobre as mudanças climáticas é a observação da terra. Cientistas monitoram a temperatura do ar e dos oceanos, os níveis do mar, a extensão das geleiras e calotas polares, a frequência e intensidade de eventos climáticos extremos como ondas de calor, secas, inundações e tempestades. Esses dados são coletados por uma grande  rede de estações meteorológicas em terra, boias oceânicas, satélites em órbita e navios de pesquisa. A precisão e o alcance  dessas medições permitem identificar as mudanças  claras e a evidência de aquecimento global.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/cop-30/">Além da observação, a ciência climática utiliza modelos computacionais de ulta geração. Esses modelos são baseados nas leis da física e da química, e simulam o comportamento do sistema climático da Terra. Ao introduzir diferentes cenários de emissões de gases de efeito estufa, os cientistas conseguem prever como o clima pode mudar no futuro e comparar essas projeções com os dados observados. A condição entre os modelos e as observações reforça o consenso das nossas conclusões sobre as causas e os impactos das mudanças climáticas.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/cop-30/">Outro ponto fundamental é o estudo dos registros paleoclimáticos.  Através da análise de núcleos de gelo, anéis de árvores, dos estados  oceânicos e fósseis, os cientistas conseguem reconstruir o clima do passado, muitas vezes de centenas de milhares ou até milhões de anos atrás. Esses registros nos mostram que os níveis atuais de dióxido de carbono na atmosfera são os mais altos em centenas de milhares de anos, e que o aquecimento atual é extraordinariamente rápido em comparação com o clima natural do passado.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/cop-30/">O livro Emergências Climáticas destaca a importância do consenso científico. Milhares de cientistas de diversas áreas e países, ao redor do mundo, chegam a conclusões semelhantes sobre a realidade e as causas das mudanças climáticas. Essas conclusões em evidência, procede  de diferentes linhas de pesquisa e métodos de análise, confere uma ideia  ímpar ao conhecimento científico atual.</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/cop-30/">No entanto , sabemos o que está acontecendo porque há um fato científico  e crescente de evidências, coletadas e analisadas com métodos rigorosos e transparentes. O livro nos convida a confiar nessa ciência e a agir diante da urgência que ela revela.</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cnnbrasil.com.br/cop-30/" />
         <pubDate>2025-10-25 01:38:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649787047</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649818830</link>
         <description><![CDATA[<p>aluno: GAEL 9b</p><p><br/></p><p><br/></p><p>O Brasil está enfrentando uma crise climática cada vez mais grave, causada tanto por fatores naturais quanto pelas ações humanas. Entre 2010 e 2021, o país aumentou suas emissões de gases que aquecem o planeta em cerca de 40%, mesmo depois de estabelecer metas de redução com a Política Nacional sobre Mudança do Clima. Um dos principais problemas é o desmatamento, especialmente na Amazônia. Entre 2019 e 2022, foram destruídos mais de 35 mil km² de floresta, e só em 2022, mais de 10 mil km² foram derrubados – o maior valor em 15 anos. Isso mostra que ainda é difícil controlar a exploração irregular das florestas.</p><p>Quase metade das emissões brasileiras vem das mudanças no uso do solo, principalmente por causa do desmatamento e da expansão da agropecuária. Em 2021, esse setor sozinho foi responsável por mais de 1 bilhão de toneladas de CO₂ equivalente, o maior valor registrado desde 2009. Proteger as florestas, principalmente a Amazônia, é essencial, porque elas ajudam a absorver o carbono e mantêm o clima do planeta mais equilibrado.</p><p>Além disso, as temperaturas médias do Brasil subiram cerca de 1,5 °C nos últimos 60 anos, e estudos indicam que podem subir até 3 °C em algumas regiões, como Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Esse aumento provoca mais eventos climáticos extremos, como ondas de calor, secas prolongadas e enchentes, que já causam perdas médias de R$ 13 bilhões por ano. Esses problemas afetam a vida das pessoas, a agricultura, os rios e a biodiversidade do país.</p><p>Apesar de tudo isso, ainda há esperança. A sociedade civil, os cientistas e os movimentos ambientais estão se mobilizando para pressionar por políticas públicas mais fortes e ações que reduzam os efeitos da crise climática. Com mais conscientização e participação da população, é possível proteger o meio ambiente e construir um futuro mais sustentável para o Brasil e para o planeta.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://ceivap.org.br/ceivap_news/pelas-aguas/15/a-crise-climatica-no-brasil" />
         <pubDate>2025-10-25 02:46:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3649818830</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Qual o grande problema do aumento da temperatura terrestre?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3650426740</link>
         <description><![CDATA[<p>Flayra Helena Anger Brito-9B</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/darrieuxprofessor/emerg-ncia-clim-tica-o-novo-ativismo-jovem-wa7jre46brbsxro5">No livro Emergencia Climatica  de Mattew Shirts no capitulo 1 na pagina 20 é citado o problema que começa com o seguinte frase "O grande problema do aumento de temperatura terrestre gerada pelo aquecimento ,é que ele é acumulativo, ou seja não decresce." Esse problema começou a se destacar no fim do século XVIII durante a revolução industrial e vem se acumulando até os dias atuais.O  principal motivo do aumento de temperatura é o Aquecimento global  gerado pelo famoso efeito estufa  que se torna cada vez mais prejudicial com o cresimento industrial. Aqui esta alguns dados  que confirmam oque foi citado no livro _CCN: "A temperatura gloobal aumentou 1,1 C desde a era pré-industrial,segundo O IPCC.Em 2023 ,a concentração de(CO2)atingiu 419ppm, o  maior nivel em 800.000 anos. Esse problema é gerado principalmente em industrias com queima de combustiveis das quais emitem gases chamados de gases de efeito estufa como :Dioxido de carbono,(CO2),metano(CH4),óxido nitroso(N2O),hexafluoreto de enxofre (SF2) e as outras familias de gases hidrofluorcarbono(HFC) e perfluorocarbono (PFC) assim como é citado no livro.</a></p><p><br/></p><p>A critica e reflexão apontado nesse problema,traz a visão sobre a economia e mercado industrial sempre querendo mais e mais  ao invés de encontrar uma forma sustentavel e equilibrada de investir em um novo jeito de produzir sem poluir e é por isso que não vemos a mudança nesse problema apresentado muito pelo contrario da temperatura terrestre só aumenta e não decresce.Até por que se só da natureza tirar uma hora vai faltar!.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://checklistfacil.com/blog/impactos-da-industria-no-meio-ambiente/" />
         <pubDate>2025-10-25 19:23:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3650426740</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>muriloturque03</author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3650446434</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome: Murilo Rosa Turque</p><p>Turma: 9 ano B</p><p><br></p><p><br></p><p>No livro Emergência Climática, Matthew Shirts destaca que uma das maneiras pelas quais sabemos que o clima da Terra está mudando drasticamente é pelo aumento e intensificação de eventos climáticos extremos  como ondas de calor, chuvas torrenciais, secas severas e vendavais  que superam em frequência e intensidade os padrões históricos. Esse fenômeno ocorre porque o aquecimento global modifica o sistema climático, ampliando variabilidades, criando condições mais instáveis e desafiando nossos modelos baseados no passado.</p><p>A reportagem da Euronews complementa exatamente esse argumento. Um estudo publicado mostra que em cerca de 20 anos aproximadamente 70% da população mundial poderá vivenciar mudanças rápidas em padrões extremos de temperatura e precipitação se a emissão de gases-de-efeito-estufa continuar em alta. O estudo explica que o aquecimento global não apenas eleva as temperaturas médias, mas também intensifica eventos raros  que antes ocorriam com baixa frequência  tornando-os mais comuns, mais severos e menos previsíveis. As mudanças ocorrem porque uma atmosfera mais quente retém mais umidade, altera padrões de circulação atmosférica, eleva a energia disponível para tempestades e prolonga ondas de calor.</p><p>Isso confirma o que Shirts apresenta no capítulo 1: os cientistas identificaram sinais como aumento da variabilidade climática, eventos extremos, derretimento de gelo, mudança de regimes de precipitação, entre outros, para concluir que estamos em uma emergência climática. A reportagem torna esse processo concreto ao estimar que situações antes raríssimas, se tornarão algo vivido por grande parte da humanidade reforçando que não são apenas “coisas que podem acontecer”, mas que já estão começando a acontecer.</p><p>Por fim, a união entre o que o livro aponta e o que a reportagem mostra evidencia como sabemos que algo está errado no clima:por meio de observações, modelagens, estudos de atribuição e pelo fato de que essas situações antes consideradas excepcionais agora se repetem com maior frequência e intensidade</p><p>Dessa forma, a literatura científica, os modelos climáticos e os eventos reais se alinham para mostrar que estamos diante de uma alteração profunda do sistema climático, o que exige uma mudança urgente.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.euronews.com/green/2024/09/14/scientists-warn-70-of-the-worlds-population-to-see-rapid-increase-in-unprecedented-weather?utm_source=chatgpt.com" />
         <pubDate>2025-10-25 20:02:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3650446434</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Desde quando sabemos que o aumento da temperatura está ocorrendo com frequência em nosso planeta?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3650554416</link>
         <description><![CDATA[<p>Rafaela Nogueira T. da Costa - 9° ano B</p><p><br/></p><p>No livro "Emergência Climática" é descrito que de acordo com reportagens veiculadas por "The Guardian" as empresas de petróleo e gás sabiam que seus produtos aumentariam a temperatura do planeta desde a década de 70. Diante disso, o autor escreve que a empresa de petróleo Exxon utilizou o seu maior navio Esso Atlantic para a realização de estudos e pesquisas sobre o impacto que a emissão de CO² (proveniente da queima dos combustíveis fósseis) causam no ar e nos oceanos. Porém, a empresa não divulgou o resultado dessa pesquisa mostrando que preferiram permanecerem calados para não prejudicar a imagem de seus produtos e garantirem o lucro quanto a debater sobre os malefícios para a população sobre essa questão. </p><p>Shirts reforça também que se as empresas tivessem investido em tecnologias limpas, energias renováveis e menos poluentes ao invés de ignorarem os perigos de suas próprias pesquisas, talvez o cenário fosse diferente.</p><p>A revista Globo Rural revela um estudo com base científica pela revista "Nature" no qual aponta que o aquecimento global começou há 180 anos isso devido ao impacto da revolução industrial no clima. </p><p>Além disso, livro aponta gráficos que mostram o aumento da temperatura média entre os anos 1880 a 2020 mostrando que o aquecimento global é causado principalmente pela emissão de gases de efeito estufa como dióxido de carbono e metano, provenientes da queima de combustíveis fósseis, desmatamento e atividades industriais. O autor critica a lentidão governamental mesmo diante de evidências crescentes reforçando que "não estamos mais falando de futuro, mas de presente" destacando as secas, enchentes e as ondas de calor frequentes, ressalta a boa notícia de que hoje em dia existem outras alternativas viáveis ligadas à gasolina e ao carvão além de reforçar que estudiosos concordam que a eletricidade é uma das chaves para combater à crise do clima.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://globorural.globo.com/Noticias/Sustentabilidade/noticia/2016/08/estudo-revela-que-aquecimento-global-comecou-ha-180-anos.html" />
         <pubDate>2025-10-26 01:39:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3650554416</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>josueborgesdasilveira6</author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3651032498</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome: Josué Borges, 9°B</p><p><br/></p><p>   Logo no início do livro Emergência Climática, de Mattew Shirts, o autor já trabalha o tema do aquecimento global e o aumento da temperatura média global. Esse aumento não é apenas perceptível nas estatísticas científicas, mas também nas mudanças climáticas que observamos em nosso dia a dia. Ondas de calor mais intensas, incêndios florestais frequentes, derretimento acelerado das calotas polares e eventos extremos como secas e enchentes são alguns dos efeitos diretos desse aquecimento. Esse fenômeno não é natural: ele é provocado principalmente por ações humanas, especialmente pela queima de combustíveis fósseis e pelo desmatamento em larga escala.</p><p>O estudo publicado pela University of  </p><p>    Leeds, uma das mais prestigiadas universidades do mundo, descreve de forma técnica e detalhada o aumento na média da temperatura global. Segundo o próprio estudo, o aquecimento global induzido pelo homem aumentou em 1,19 °C na última década (2014–2023), em comparação com os níveis pré-industriais. Esse dado demonstra que o aquecimento causado por atividades humanas vem crescendo constantemente, ultrapassando recordes e intensificando os impactos ambientais.</p><p>   Além disso, o estudo aponta que essa alta taxa de aquecimento é resultado de uma combinação de emissões de gases de efeito estufa consistentemente elevadas — equivalentes a 53 bilhões de toneladas de CO₂ por ano. Essas emissões provêm, em sua maioria, da queima de carvão, petróleo e gás natural, além da agropecuária intensiva e da destruição de florestas. Portanto, não só a temperatura global está aumentando, mas também as emissões que a impulsionam continuam crescendo.</p><p>   Diante disso, torna-se essencial que a sociedade global repense suas atitudes. As consequências futuras para o aumento da temperatura e das emissões de gases de efeito estufa são potencialmente catastróficas. Devemos, como cidadãos, nos conscientizar, cobrar ações de governos e empresas e adotar hábitos mais sustentáveis, pois a verdadeira mudança começa em cada um de nós.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.leeds.ac.uk/news-environment/news/article/5587/rate-of-global-warming-caused-by-humans-at-an-all-time-high" />
         <pubDate>2025-10-26 16:04:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3651032498</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Como a aquecimento afeta as calotas polares</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3651097341</link>
         <description><![CDATA[<p>Fernanda Bonan - 9b</p><p><br/></p><p> Desde muitos anos podemos observar as mudanças climáticas que tivemos em poucos anos, e que causaram grandes problemas em varias regiões do mundo. E mesmo com vários desastres acontecendo ainda existe muitas pessoas instem em dizer que não tem nada de aquecimento global não ligando para os desastres, simplesmente iguinorando  os acontecimentos. E sim a maioria desses desastres são culpa das próprias pessoas que falam que ele não existe, que não tem o mínimo de cuidado com a natureza, polui e não ta nem ai, e a ciência já comprovou que sim o crescimento do aquecimento global é responsabilidade humana, com o aumento de dióxido de carbono na atmosfera.</p><p>  E um dos problemas que forma causados com todo esse aquecimento do planeta foi o descongelamento das coltas polares um dos sinais mais visíveis e preocupantes das mudanças climáticas. Segundo a reportagem CNN Brasil, mesmo que a meta de limitar o aquecimento do planeta a 1,5ºc, seja alcançada, talvez não seja o suficiente para salvar a calotas de gelo, mesmo que o mundo mantenha o nível atual de aquecimento, de 1,2 ºC, e com esse problema pode ainda fazer uma elevação catastrófica no nível do mar. E com a elevação do nível do mar pode fazer com que cidades costeiras sejam alagadas fazendo com que milhões de pessoas terem que se deslocar de suas casas nas próximas décadas se continuar do mesmo jeito do descongelamento das calotas polares. Além disso o degelo altera as corrente oceânicas, fazendo com que reduza o habitat de espécies polares. Os cientistas estudam que para a segurança das calotas polares o aquecimento global teria que ser mantido abaixo dos 3ºc, para que ficassem de uma forma segura com um descongelamento natura que deveriam ter.</p><p>  Seria ótimo que o descongelamento das calotas polares tivessem uma solução pois estamos perdendo muita geleiras que a algumas décadas eram imensas eram vistas de longe, e agora são pequenas quase todas descongeladas e sim é um perigo para as próximas décadas se continuar descongelando de uma forma tão rápida como esta.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/derretimento-de-calotas-deve-acelerar-mesmo-com-meta-climatica-diz-estudo/" />
         <pubDate>2025-10-26 17:21:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3651097341</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Derretimento no Ártico desestabiliza o clima global</title>
         <author>uxborabilllaelepoggers</author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3651227470</link>
         <description><![CDATA[<p>Lucas Azevedo</p><p>9b</p><p>No primeiro capítulo do livro Emergência Climática, Matthew Shirts explica como os cientistas perceberam que o planeta está mudando rapidamente. Ele mostra que um dos fatores para essas mudanças é o derretimento das calotas polares. O aquecimento global acelera o derretimento das calotas polares. Essa mudança afeta diretamente o nível do mar e a estabilidade do clima. O autor mostra que as atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis e o desmatamento, aumentam a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, o que aquece a Terra e derrete o gelo.</p><p>A reportagem da CNN Brasil, publicada em 2023, apresenta novos dados sobre o problema. Segundo a matéria, cientistas alertam que o Ártico pode perder todo o gelo até o fim deste século. Os cientistas afirmam que, mesmo que o mundo diminua a pegada de carbono, o processo é irreversível. O gelo reflete a luz solar; quando ele derrete, o oceano absorve mais calor, o que eleva ainda mais a temperatura global. Essa questão não afeta apenas o clima polar, mas também o clima de todo o globo terrestre.</p><p>Esse processo acelera o aquecimento do planeta e causa grandes impactos. O nível do mar aumenta, colocando algumas cidades em risco de alagamento, fazendo com que muitas comunidades precisem se mudar e os ecossistemas do oceano mudem. Alguns animais das regiões polares perdem seu habitat. O derretimento também afeta as correntes do mar e as chuvas em várias partes do mundo.</p><p>A reportagem da CNN confirma o alerta de Matthew Shirts: a crise climática é real, mensurável e já pode ser vista em várias partes do planeta. Assim como ele fala em seu livro, algo tem que ser feito agora para que as mudanças não se tornem irreversíveis no futuro. Entre algumas soluções apontadas estão a redução das emissões de dióxido de carbono, a preservação das florestas, o investimento em energia limpa e a mudança nos hábitos de consumo. A responsabilidade por essas ações é compartilhada entre governos, empresas e indivíduos.</p><p>O derretimento das calotas polares é uma das provas mais fortes de que a emergência climática não é apenas uma previsão científica; ela já está acontecendo diante dos nossos olhos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/artico-deve-passar-por-mudancas-catastroficas-ate-o-fim-deste-seculo/" />
         <pubDate>2025-10-26 20:26:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3651227470</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Emergência Climática: o que está acontecendo com o planeta?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3651308878</link>
         <description><![CDATA[<p>Arthur Souza -9⁰A</p><p><br/></p><p>No primeiro capítulo do livro Emergência Climática, o autor Matthew Shirts fala sobre como os cientistas começaram a perceber que o clima da Terra estava mudando de forma preocupante. Ele explica que o aquecimento global não é algo natural, mas sim resultado das ações humanas, como a queima de combustíveis, o desmatamento e a poluição. O autor também mostra que essa crise afeta diretamente a vida das pessoas, os alimentos, a água e até a economia.</p><p><br/></p><p>Pesquisando mais sobre o assunto, encontrei uma reportagem da ONU News que confirma o que o autor fala no livro. A matéria diz que o ano de 2023 foi o mais quente já registrado na história. As altas temperaturas causaram secas, queimadas e tempestades fortes em várias partes do mundo. Isso mostra que as mudanças climáticas não são mais uma previsão, mas algo que já está acontecendo. Os cientistas alertam que, se continuarmos nesse ritmo, o planeta pode aquecer ainda mais e ultrapassar o limite seguro, o que traria consequências graves para todos.</p><p><br/></p><p>Tanto o livro quanto a reportagem dizem que ainda dá tempo de agir, mas é preciso mudar nossos hábitos. Matthew Shirts fala sobre a importância de reduzir o desperdício, cuidar melhor dos recursos naturais e cobrar atitudes de empresas e governos. Cada um pode fazer a sua parte, e pequenas ações, quando somadas, fazem diferença.</p><p><br/></p><p>A mensagem final é clara: cuidar do planeta é responsabilidade de todos nós. A emergência climática é real e precisamos agir agora se quisermos garantir um futuro melhor e mais equilibrado para as próximas gerações.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ethos.org.br/onu-confirma-que-2023-bate-recorde-de-temperatura-global/?utm_source=chatgpt.com" />
         <pubDate>2025-10-26 23:07:36 UTC</pubDate>
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         <title> Emergência Climática - Como sabemos o que está acontecendo?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3651381465</link>
         <description><![CDATA[<p>Mateus Rosa 9° ano B</p><p>No capítulo 1 do livro emergência climática fala sobre a mudança climática e o livro nos mostra como podemos ver isso. A reportagem que escolhi fala sobre as mudanças climáticas e como podemos combate-las e como o as alterações climáticas podem afetar no planeta. Algumas coisas que a reportagem diz são que as alterações climáticas podem nos afetar no aumento da seca, extinção de espécies, menos alimentos disponíveis e prejudicar na saúde.</p><p>O grande problema do aumento da temperatura terrestre gerado pelo aquecimento global é que ele pode levar séculos para voltar aos patamares naturais. O aumento do desmatamento e a queima de carvão e petróleo lançam na atmosfera gás carbônico e outros gases que quando acumulados geram o efeito estufa. Segundo o livro, estima-se que desde 1970, grandes empresas petrolíferas realizaram estudos sobre o impacto que a emissão de gás carbônico proveniente das queimas de combustíveis fosseis causam no ar e nos oceanos porém esses estudos não foram divulgados.</p><p>O livro nos mostra que uma forma para que possamos combater o aquecimento global é com o uso de energia limpa, como a energia elétrica, e na reportagem diz que a ONU acredita que ainda é possível minimizar os problemas ambientais, mas é essencial a colaboração entre os setores públicos, privados e da sociedade civil para um progresso no combate às mudanças climáticas.</p><p>Um exemplo desse trabalho em conjunto é o Acordo de Paris. Firmado em 2015, o compromisso define metas globais para redução das emissões de gases de efeito estufa e promove a transição para uma economia de baixo carbono, além de limitar o aumento da temperatura do planeta a 1,5 C.&nbsp;</p><p>Em 2016 a ONU convocou o IPCC que é o órgão número 1 quando se trata de crise climática. O órgão reúne e analisa todas as pesquisas feitas ao redor do mundo, avaliando o melhor da ciência realizada no planeta e elaborando seus próprios relatórios científicos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.neoenergia.com/mudancas-climaticas?utm_source=google-search&amp;utm_medium=social&amp;utm_campaign=NEOENERGIA%7CMASSMEDIA%7CGOOGLE-SEARCH%7CGOOGLE-ADS-INSTITUCIONAL-ALWAYS-ON%7CCPC&amp;utm_content=SEARCH%7CGOOGLE-ADS-INSTITUCIONAL-ALWAYS-ON-MUDANCAS-CLIMATICAS%7CDARK%7C2025-05-22&amp;utm_term=VERBA-CAMPANHA%7CCONCESSAO-E-AMPLO%7CSUSTENTABILIDADE%7CINSTITUCIONAL%7C&amp;gad_source=1&amp;gad_campaignid=22593834394&amp;gbraid=0AAAAAqK1wWmKHfQW6OCYmmbDTAR76nbCg&amp;gclid=CjwKCAjwjffHBhBuEiwAKMb8pHf05s5wqxpq3qj3VtPYBrqMmXG1_hY4RqnxDOnY_tlG_iQjkJuKJxoCJV0QAvD_BwE" />
         <pubDate>2025-10-27 00:24:13 UTC</pubDate>
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         <title>Como sabemos que o mundo está esquentando ?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3652638331</link>
         <description><![CDATA[<p>Gabriel Lopes 9⁰ B</p><p><br/></p><p>No primeiro capítulo do livro um dos tópicos citados é "Como sabemos que o mundo está esquentando ?", o aquecimento global que é o fenômeno que da início a que o mundo esteja esquentando, ele é enfrentado desde o século XXI. Sabemos que o mundo está esquentando com varia evidências cientificas reunidas por especialistas de todo o planeta. Desde o século XVIII, com o início da Revolução Industrial, o ser humano passou a emitir grandes quantidades de gases poluentes na atmosfera, como o dióxido de carbono (CO₂) e o metano (CH₄), principalmente pela queima de combustíveis fósseis, desmatamento e produção industrial. Esses gases intensificam o chamado “efeito estufa”, que é um fenômeno natural, mas que, quando ampliado, provoca o aumento da temperatura média da Terra.   O IPCC órgão ligado a ONU, mostra que a temperatura do planeta aumentou 1,1 graus desde o período pré-industrial. Esse crescimento, aparentemente pequeno, tem provocado sérios impactos, como o derretimento de geleiras, o aumento do nível dos oceanos e eventos climáticos extremos — secas prolongadas, enchentes e furacões mais intensos. Cientistas de diversos países monitoram constantemente essas mudanças por meio de satélites, estações meteorológicas e análises de gases atmosféricos, o que permite compreender melhor o comportamento climático global. Os pesquisadores entraram em um consenso entre eles, a temperatura da Terra pode subir mais de 2 C graus até o final do século, trazendo graves riscos à biodiversidade do planeta e à sobrevivência de milhões de pessoas. Por isso, conferências internacionais, como o Acordo de Paris, buscam estratégias para reduzir as emissões de gases poluentes e adotar fontes de energia mais limpas e sustentáveis. Entender que o planeta está esquentando é o primeiro passo para agir de forma responsável e coletiva na busca de soluções que garantam um futuro mais equilibrado para todos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2023/12/aquecimento-global-qual-e-o-problema-da-terra-ficar-2degc-mais-quente" />
         <pubDate>2025-10-27 14:22:18 UTC</pubDate>
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         <title>Concentração de gases de efeito estufa bate recorde</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3652705190</link>
         <description><![CDATA[<p>Arthur Andreatta</p><p>9° ano B</p><p>A emergência climática não é um conceito técnico. É uma sensação. É aquele calor que não passa, mesmo à noite. É o cheiro de fumaça que invade a cidade sem pedir licença. É a fruta que amadurece fora de hora, o peixe que não aparece mais no rio, o céu que parece mais pesado. É o planeta tentando conversar com a gente — e a gente, muitas vezes, fingindo que não escuta.</p><p>No primeiro capítulo do livro <em>Emergência Climática</em>, Matthew Shirts nos convida a olhar para essa conversa com atenção. Ele fala dos gases do efeito estufa — dióxido de carbono, metano, óxido nitroso — como se fossem vozes que se acumulam no ar, gritando por socorro. Em 2018, o CO₂ chegou a 407,8 partes por milhão. Isso é 147% acima do que existia antes da Revolução Industrial. É como se estivéssemos sufocando o planeta com nossas escolhas: carros, fábricas, queimadas, consumo desenfreado.</p><p>E o mais triste é que esses números não são apenas estatísticas. Eles são histórias. Histórias de famílias que perderam suas casas em enchentes, de agricultores que viram suas plantações secarem, de crianças que crescem sem conhecer certas espécies de animais. São histórias de perda, de desequilíbrio, de urgência.</p><p>Shirts nos lembra que a Terra está pedindo ajuda. E esse pedido não vem em palavras — vem em sinais. Vem em tempestades que não eram comuns, em incêndios que duram semanas, em estações que se confundem. Ignorar isso é como ignorar o choro de alguém que amamos.</p><p>Mas ainda há tempo. Tempo de escutar, de cuidar, de mudar. Tempo de transformar culpa em ação, medo em movimento, indiferença em afeto. Porque proteger o planeta não é salvar uma ideia abstrata — é salvar tudo o que nos conecta, tudo o que nos emociona, tudo o que nos faz humanos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.folhavitoria.com.br/geral/concentracao-de-gases-de-efeito-estufa-bate-recorde/" />
         <pubDate>2025-10-27 14:59:23 UTC</pubDate>
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         <title>Mudanças climáticas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3653235837</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome: Maria Luiza Mafort</p><p>Turma: 9°B</p><p>O vídeo que escolhi “Alerta Global: mudança climática é grande ameaça" feito pela Jovem Pan News, é uma reportagem jornalística que apresenta dados recentes sobre as percepções da população brasileira acerca das mudanças climáticas. O tema do livro “emergência climática” que escolhi foi sobre o aquecimento global, que é algo que vem aumentando devido aos altos usos de gases de efeito estufa, como os combustíveis fósseis, o desmatamento e a agricultura intensiva. Fatores como esses que citei aumentam a concentração de gases como o dióxido de carbono e o metano na atmosfera, prendendo o calor e desiquilibrando o sistema climático. Matthew Shirts (autor do livro), no início fala sobre como os cientistas começaram a ver que havia algo errado com o clima de acordo com algumas evidências concretas, medições de temperatura, análise de gelo e observações atmosféricas. O vídeo no qual coloquei de exemplo (vídeo da National Geographic), ajuda a reforçar essa teoria. Essa mesma matéria mostra dados da NASA e da NOAA que afirmam o aumento da temperatura média do planeta desde a revolução industrial. De acordo com os dados mais recentes, a temperatura da Terra aumentou 1,1 °C em comparação aos níveis pré-industriais, o que já acaba alterando ecossistemas inteiros. O vídeo fala sobre os aspectos negativos desse acontecimento, alguns impactos são: derretimento das calotas polares, elevação do nível do mar, ondas de calor, incêndios florestais e secas prolongadas. Esses aspectos confirmam as teorias de Matthew de que o mundo vive em uma emergência climática, porque nada se trata de coisas futuras, e sim, coisas que acontecem atualmente que prejudicam os seres vivos e a biodiversidade. Compreender as causas, efeitos das mudanças é o primeiro passo para ter responsabilidade e agir, ajudando na conscientização e na transformação dos hábitos que acabam contribuindo para o aquecimento global, isso é defendido pelo autor do livro.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/T2NtHnGoRIA?si=VMb4Uvjpy6vpjWfP" />
         <pubDate>2025-10-27 21:19:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mudanças Climáticas </title>
         <author>lallalalala4</author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3653245225</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome: Nina Valle</p><p>Turma: 9b</p><p>No capítulo 1 do livro "Emergência Climática," Matthew Shirts explica como os cientistas identificaram sérios problemas no clima da Terra, destacando que as mudanças climáticas, causadas principalmente pela ação humana, estão acelerando o aquecimento global. Através de diversas metodologias, incluindo análises de dados atmosféricos, registros históricos e modelos climáticos, foram observados aumentos significativos na temperatura, eventos climáticos extremos, secas prolongadas e derretimento das calotas polares. Essas alterações ameaçam o equilíbrio dos ecossistemas e colocam em risco diversas formas de vida.Complementando isso, uma reportagem recente destaca que o desmatamento na Amazônia está agravando ainda mais as condições de seca na região, tornando o impacto das mudanças climáticas mais severo. O desmatamento reduz a capacidade da floresta em reter umidade e regular o clima local, o que contribui para o aumento da frequência e intensidade das secas. Isso resulta em consequências negativas para a biodiversidade, para a disponibilidade de água e para as comunidades que dependem desse ecossistema.Ambas as fontes mostram que a emergência climática não é uma hipótese, mas uma realidade confirmada por evidências científicas robustas, que exigem ações imediatas e coordenadas dos governos, empresas e da sociedade para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e proteger o meio ambiente. O livro e as reportagens reforçam a importância da ciência para compreensão e enfrentamento da crise climática global, ressaltando que as respostas devem ser coletivas e urgentes para evitar danos irreversíveis.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://revistapesquisa.fapesp.br/desmatamento-torna-a-amazonia-mais-seca-enquanto-as-mudancas-climaticas-globais-a-esquentam/" />
         <pubDate>2025-10-27 21:31:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3653245225</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Derretimento das geleiras </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3653255200</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro capítulo de "Emergência Climática", Matthew Shirts narra como os cientistas detectaram uma anomalia climática alarmante: o derretimento acelerado das geleiras no Ártico e na Antártida, confirmado pelo monitoramento via satélite.</p><p><br/></p><p>Este fenômeno está intrinsecamente ligado ao aquecimento global, causado pelo excesso de gases de efeito estufa, como dióxido de carbono e metano, na atmosfera. Estes gases funcionam como um "cobertor" que aprisiona o calor solar, elevando a temperatura média do planeta e desestabilizando massas de gelo que duraram milênios.</p><p><br/></p><p>O Ártico, em particular, aquece cerca de quatro vezes mais rápido que a média global, o que gera consequências imediatas e graves. O derretimento das calotas polares resulta na elevação do nível dos oceanos, colocando em risco cidades costeiras, ilhas e populações ribeirinhas.</p><p>Quando ele derrete, a água escura do oceano o substitui, absorvendo muito mais calor. Isso acelera ainda mais o aquecimento global, criando um ciclo vicioso de destruição. A percepção científica desse processo marca o início da compreensão da emergência climática atual.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Matthew Shirts lembra que entender esses sinais é fundamental para agir antes que seja tarde demais. O derretimento das calotas polares não é um problema distante ou isolado é um alerta extremamente urgente de que o planeta precisa ser cuidado,com isso, é preciso responsabilidade e mudanças reais para garantir o futuro das próximas g</p><p>erações.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ecycle.com.br/derretimento-do-gelo-marinho-do-artico-pode-afetar-a-circulacao-global-dos-oceanos/" />
         <pubDate>2025-10-27 21:45:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3653255200</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mudanças climáticas e aquecimento global</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3653319173</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome: Davi Dias Costa</p><p>Turma: 9b</p><p><br/></p><p>O tema “Desde quando sabemos que isso está acontecendo?” é muito importante para entender a emergência climática que enfrentamos hoje. No livro Emergência Climática, de Matthew Shirts, o autor explica de maneira bem clara e fácil de entender como o conhecimento sobre as mudanças climáticas foi se desenvolvendo ao longo do tempo. Desde os primeiros estudos sobre o efeito estufa, lá no século XIX, até as evidências mais recentes do aquecimento global causado pelo homem, a ciência já vinha alertando sobre o problema há décadas  mesmo que muita gente ainda não tivesse ideia da gravidade da situação.</p><p><br/></p><p>O livro mostra que, desde a Revolução Industrial, quando começamos a usar carvão, petróleo e outros combustíveis em grande escala, a atividade humana passou a interferir seriamente no clima da Terra. No século XX, estudos mais precisos começaram a provar isso. Por exemplo, Charles Keeling, na década de 1950, mediu os níveis de CO₂ na atmosfera e percebeu que estavam aumentando continuamente. Além disso, já era possível notar o derretimento de geleiras, mudanças nos padrões de chuva e a elevação do nível dos oceanos. Ou seja, o aquecimento global não era uma previsão distante, mas algo que já estava acontecendo.</p><p><br/></p><p>O livro também fala sobre como a ciência, por si só, não é suficiente para mudar as coisas. É aí que entra o papel do ativismo jovem e das mobilizações sociais. São esses movimentos que pressionam governos e empresas a agir de forma mais urgente e eficaz. Emergência Climática combina dados, gráficos, fotos e relatos reais para mostrar a situação de forma concreta e envolver o leitor, deixando claro que a crise não é algo do futuro ela está acontecendo agora.</p><p><br/></p><p>Hoje, os efeitos das mudanças climáticas já são visíveis em todo o mundo: ondas de calor, furacões mais fortes, secas prolongadas e enchentes estão afetando milhões de pessoas e toda a biodiversidade. E o mais impressionante é perceber que, apesar de a ciência nos alertar há tanto tempo, ainda estamos lutando para tomar medidas realmente eficazes. Entender desde quando sabemos sobre essas mudanças ajuda a perceber que o problema não é novo, mas que a responsabilidade de agir é de todos e precisa ser imediata.</p><p><br/></p><p>Portanto, ao abordar o tema “Desde quando sabemos que isso está acontecendo?”, Emergência Climática nos lembra que a ciência já vinha nos avisando há muito tempo e que agora é hora de agir. Não dá mais para ignorar; reconhecer o que já sabemos sobre o clima é essencial para conseguir proteger o planeta e garantir um futuro melhor para todos nós. É uma leitura que desperta consciência e, ao mesmo tempo, dá esperança de que ainda podemos fazer a diferença.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-02/clima-ja-mudou-e-adaptacao-e-urgente-afirmam-especialistas?" />
         <pubDate>2025-10-27 23:23:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3653319173</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mudanças climáticas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3653325714</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome: Maria Luiza Mafort</p><p>Turma: 9°B</p><p>-Enviando novamente, pois foi o texto errado-</p><p>O vídeo que escolhi “Alerta Global: mudança climática é grande ameaça" feito pela Jovem Pan News, é uma reportagem jornalística que apresenta dados recentes sobre as percepções da população brasileira acerca das mudanças climáticas. O tema do livro “emergência climática” que escolhi foi sobre o aquecimento global, que é algo que vem aumentando devido aos altos usos de gases de efeito estufa, como os combustíveis fósseis, o desmatamento e a agricultura intensiva. Fatores como esses que citei aumentam a concentração de gases como o dióxido de carbono e o metano na atmosfera, prendendo o calor e desiquilibrando o sistema climático. Matthew Shirts (autor do livro), no início fala sobre como os cientistas começaram a ver que havia algo errado com o clima de acordo com algumas evidências concretas, medições de temperatura, análise de gelo e observações atmosféricas. Segundo os dados apresentados na reportagem, o país registrou temperaturas recordes nos últimos anos, e as consequências já são visíveis na agricultura, na saúde e na biodiversidade. Especialistas entrevistados afirmam que a temperatura média global vem subindo continuamente, e que, se não houver ações imediatas, o aumento pode ultrapassar 1,5 °C nas próximas décadas, agravando o derretimento das calotas polares e elevando o nível dos oceanos. Esses aspectos confirmam as teorias de Matthew de que o mundo vive em uma emergência climática, porque nada se trata de coisas futuras, e sim, coisas que acontecem atualmente que prejudicam os seres vivos e a biodiversidade. Compreender as causas, efeitos das mudanças é o primeiro passo para ter responsabilidade e agir, ajudando na conscientização e na transformação dos hábitos que acabam contribuindo para o aquecimento global, isso é defendido pelo autor do livro.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/T2NtHnGoRIA?si=PYH8ABU5g-QmkRK1" />
         <pubDate>2025-10-27 23:31:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3653511238</link>
         <description><![CDATA[<p>Paulo - 9° B</p><p><br/></p><p>O IPCC é uma organização criada pela ONU (Organização das Nações Unidas) para estudar as mudanças climáticas e seus impactos em escala global. Ele reúne cientistas de todo o mundo com o objetivo de analisar dados, comparar resultados e propor soluções para reduzir os efeitos do aquecimento global. Desde sua criação, o IPCC tem se tornado a principal referência internacional em relação às pesquisas sobre o clima, e seus relatórios são usados como base para decisões políticas e acordos entre países.</p><p>Em 2015, quando a ONU convocou uma nova reunião em Nairóbi, no Quênia, o IPCC já era amplamente reconhecido como a fonte mais confiável de informações sobre o clima global. O papel do painel é reunir, revisar e resumir as descobertas científicas feitas por especialistas de diversas áreas e de diferentes países, a fim de compreender o que está acontecendo com o clima da Terra, suas causas e consequências, além de prever possíveis cenários futuros.</p><p>Entre os cientistas brasileiros que se destacam no IPCC estão Paulo Artaxo e Carlos Nobre, ambos físicos e pesquisadores renomados internacionalmente. Eles contribuíram de forma significativa com estudos sobre o aquecimento global, o desmatamento da Amazônia e a influência das atividades humanas na intensificação das mudanças climáticas. O texto enfatiza que o trabalho desses cientistas é essencial para compreender como ações humanas, como o desmatamento, a queima de combustíveis fósseis, o uso inadequado do solo e a poluição atmosférica, alteram o equilíbrio climático do planeta.</p><p>O IPCC não realiza pesquisas próprias, mas compila, analisa e organiza os resultados de milhares de estudos científicos realizados em todo o mundo. A partir disso, o painel elabora relatórios que orientam governos, empresas e instituições a criar políticas públicas e acordos internacionais para enfrentar as mudanças climáticas. Essa cooperação entre cientistas é fundamental, pois o consenso científico traz credibilidade às conclusões do IPCC e reforça a importância da ciência brasileira no cenário global.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2025/02/brasileiros-vao-colaborar-em-relatorio-do-ipcc-sobre-cidades-e-mudanca-do-clima" />
         <pubDate>2025-10-28 01:26:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darrieuxprofessor/n3kj9nbh1y00ozxj/wish/3653511238</guid>
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